O Governo sul-africano considerou que a resolução das Nações Unidas que condenou hoje a invasão russa da Ucrânia, é um obstáculo a um ambiente propício de diálogo e mediação, podendo acentuar uma divisão “mais profunda” entre as partes.
De acordo com Pretória, as Nações Unidas “devem tomar decisões e ações que levem a um resultado construtivo que conduza à criação de uma paz sustentável entre as partes”. Na ótica do Governo sul-africano, “a resolução que consideramos hoje não cria um ambiente propício à diplomacia, ao diálogo e à mediação”.
Para a África do Sul, o texto da resolução da ONU “na sua forma atual poderá criar uma divisão mais profunda entre as partes em vez de contribuir para a resolução do conflito”, acrescentando que “a resolução deveria ter saudado o início das negociações entre as partes”.
A assembleia geral da ONU aprovou ontem uma resolução que condena a invasão russa da Ucrânia, com o apoio de 141 dos 193 Estados-membros das Nações Unidas. A resolução contou com 35 abstenções, incluindo as da África do Sul, China, Angola e Moçambique, e cinco votos contra (Rússia, Bielorrússia, Síria, Coreia do Norte e Eritreia).
Um empresário russo residente dos EUA, Alex Konanykhin, ofereceu uma recompensa de um milhão de dólares pela detenção do presidente russo, como “criminoso de guerra”, enquanto decorre a invasão da Ucrânia.
Prometo pagar um milhão de dólares a qualquer agente da polícia que, cumprindo o seu dever constitucional, detenha Vladimir Putin como criminoso de guerra, segundo o direito russo e internacional”, escreveu o empresário na sua conta na rede social Facebook há uns dias.
O texto estava acompanhado de uma foto ao estilo do ‘Oeste Selvagem’, com a frase ‘Procura-se vivo ou morto”.
A publicação foi eliminada pela rede social, como informou o próprio Konanykhin, ex-banqueiro e antigo membro do círculo político do ex-presidente Boris Yeltsin, em mensagem mais recente, onde volita a repeti o texto, mas sem aquela ilustração.
Autoridades ucranianas confirmaram na quinta-feira a tomada da cidade portuária de Kherson, no sul do país, por parte de tropas russas, uma captura que a Rússia tinha anunciado na manhã de quarta-feira.
Kherson, com cerca de 290 mil habitantes, é o maior centro urbano capturado pelas forças russas desde que a invasão começou, em 24 de fevereiro.
O chefe da administração regional de Kherson, Gennadi Lakhouta, pediu aos moradores, através da plataforma Telegram, que fiquem em casa, indicando que “os ocupantes estão em todas as partes da cidade e são muito perigosos”.
O promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI) confirmou na quarta-feira, por meio de um comunicado, que abrirá imediatamente uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos na Ucrânia, após um pedido de 39 dos Estados membros do tribunal.
“Esses encaminhamentos permitem que meu escritório prossiga com a abertura de uma investigação sobre a situação na Ucrânia a partir de 21 de novembro de 2013, abrangendo quaisquer alegações passadas e presentes de crimes de guerra, crimes contra a humanidade ou genocídio cometidos em qualquer parte do território da Ucrânia por qualquer pessoa “, disse o promotor Karim Khan.
A invasão russa da Ucrânia causou mais de um milhão de refugiados, informou esta quinta-feira o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
“Em apenas sete dias assistimos ao êxodo de um milhão de refugiados da Ucrânia para os países vizinhos”, escreveu, esta manhã, Filippo Grandi na rede social Twitter.
“Para muitos milhões mais, dentro da Ucrânia, é tempo de as armas se calarem, para que possa ser prestada assistência humanitária que salve vidas”, acrescentou.
O Governo chinês pediu à Rússia, no início de fevereiro, que não iniciasse a invasão da Ucrânia antes do fim dos Jogos Olímpicos de Inverno que decorreram na China, noticia o The New York Times (NYT).
O diário, que cita fontes do dos Estados Unidos e uma fonte de um Governo europeu, refere que um relatório dos serviços de inteligência ocidental disse que altos funcionários chineses pediram aos seus homólogos russos, no início de fevereiro, para não invadirem a Ucrânia antes do final dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Pequim.
A invasão da Ucrânia pela Rússia começou a 24 de fevereiro, quatro dias depois da cerimónia de encerramento do evento desportivo.
As informações trocadas entre membros dos governos chinês e russo foram recolhidas por um dos serviços de inteligência de um país ocidental, segundo as fontes, e partilhada a alto nível durante as discussões sobre se o Presidente russo, Vladimir Putin, atacaria ou não a Ucrânia.
O Presidente chinês, Xi Jinping, e Putin cerraram fileiras contra o Ocidente numa reunião realizada em 04 de fevereiro em Pequim e prometeram enfrentar juntos o que consideram “ameaças à segurança”, após se encontrarem na véspera da abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno.
Num comunicado conjunto, ambos os líderes manifestaram a sua oposição “a uma maior expansão da NATO” e pediram à Organização Transatlântica para que abandonasse as “mentalidades da ‘guerra fria'” e respeite “os interesses e a soberania de outros países”.
De acordo com autoridades britânicas citadas pelo New York Times, esta declaração conjunta foi um sinal claro do apoio chinês, algo que Pequim teria relutado em fazer se Putin planeasse escurecer os Jogos Olímpicos com um ataque antes da cerimónia de encerramento.
No entanto, o diário aponta que as fontes não coincidem sobre o nível em que se mantiveram as conversações sobre a invasão e sobre o pedido de adiamento. Segundo uma fonte citada pelo New York Times, os detalhes sobre o ataque não precisaram de ser entre Putin e Xi.
O diário também assegura que, segundo fontes do governo norte-americano, em meia dúzia de reuniões entre representantes de Washington e Pequim, incluída uma com o embaixador chinês horas antes do começo da invasão, os responsáveis mostraram o seu ceticismo sobre um ataque russo contra a Ucrânia.
Segundo uma nota da Presidência, as demissões ocorrem ao abrigo da alínea a) do número 2 do artigo 159 da Constituição da República.
Adriano Afonso Maleiane do cargo de Ministro da Economia e Finanças, Augusta de Fátima Charifo Maita do cargo de Ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas, Carlos Alberto Fortes Mesquita do cargo de Ministro da Indústria e Comércio, Carlos Jorge Siliya do cargo de Ministro dos Combatentes, Ernesto Max Elias Tonela do cargo de Ministro dos Recursos Minerais e Energia e João Osvaldo Machatine do cargo de Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos respectivamente.
Angola e Moçambique abstiveram-se do voto na Assembleia Geral da ONU, que aprovou ontem (02.03), com o apoio de 141 dos 193 Estados-membros das Nações Unidas, a resolução que condena a invasão russa na Ucrânia.
Delegação ucraniana viaja para nova ronda de negociações com Rússia nesta quinta-feira de manhã. Assembleia da ONU aprova resolução que condena invasão russa, Angola e Moçambique abstêm-se. Biden diz que espaço aéreo dos EUA seria fechado aos aviões russos. Russos não podem deixar o país com mais de $10.000. Rússia afirma ter o controlo de Kherson. As armas alemãs chegaram à Ucrânia.
A assembleia geral da ONU aprovou hoje (02.03) uma resolução que condena a invasão russa da Ucrânia, com o apoio de 141 dos 193 Estados-membros das Nações Unidas. A resolução teve apenas cinco votos contra (Rússia, Bielorrússia, Síria, Coreia do Norte e Eritreia) e 35 abstenções.
Entre os Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), Cabo Verde, São Tomé e Principe e Timor Leste votaram a favor, como Portugal e Brasil, e o voto da Guiné-Bissau não terá sido registado, segundo avançaram as agências nesta tarde. Angola, Moçambique, abstiveram-se.
O Governo moçambicano, por sua vez, defendeu hoje a “cessação das hostilidades” no conflito entre Moscovo e Kiev e o relançamento de um “diálogo construtivo”, frisando que está em contacto com os moçambicanos que fugiram da Ucrânia devido à invasão russa.
Entretanto, o texto apresentado na Assembleia da ONU “deplora” a agressão russa contra a Ucrânia e “exige” a Moscovo que ponha fim a esta intervenção militar e retire imediatamente e incondicionalmente as suas tropas do país vizinho.
Precedida por mais de dois dias de intervenções na ONU, a resolução também “condena a decisão da Rússia de aumentar o alerta das suas forças nucleares”.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) decidiu ordenar, preventivamente, a imediata suspensão das novas taxas de frequência nas escolas de condução. A Associação das Escolas de Condução tinha marcado para terça-feira (01) a entrada em vigor da nova tarifa, agravada em sete por cento.
Para tomada desta decisão, o órgão regulador decidiu apoiar-se na lei da concorrência. “São proibidos acordos, decisões ou associações de empresas e práticas concertadas entre empresas que se encontrem numa relação horizontal, desde que tenham por objecto ou efeito, impedir, falsear, ou restringir de forma sensível a concorrência”, defendeu Lacumba Aiuba, Presidente do Conselho de Administração da ARC.
A Associação das Escolas de Condução pretendia agravar a taxa da carta de condução para veículos de classe dos pesados de 10.300 para 11.500 meticais. Para os veículos ligeiros sairia dos anteriores 8.300 para 9.500 meticais; e a de motos que está agora a 5.500 para 6.500 meticais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Contabilista Administrativa. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Negócios. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Comunicação de Mudança Social e Comportamental (SBCC). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Procurement. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas Empresarial e Institucional. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Desenhador Gráfico e Marketing digital. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Armazém de Restaurante. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Gestora de Expedientes. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Inquiridor de Controle de Satisfação. Saiba mais.
O Conselho Noruega de Refugiação (NRC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento do Programa de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (ICLA). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Informação Estratégica. Saiba mais.
A FH Association em parceria com a World Vision Moçambique e financiado pelo Global Fund, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de SMI Mentor. Saiba mais.
A petrolífera norte-americana ExxonMobil anunciou que vai sair do último grande projeto na Rússia e deixar de investir no país, seguindo o exemplo de numerosos concorrentes internacionais, na sequência de invasão russa da Ucrânia.
Em nome de um consórcio que inclui filiais da empresa russa Rosneft, uma sociedade indiana e uma companhia japonesa, a ExxonMobil assegura a gestão, desde 1995, do projeto Sakhalin-1, no leste do país e a norte do Japão, do qual possui 30%.
A ExxonMobil seguiu assim o exemplo de alguns dos concorrentes internacionais, como os grupos britânicos Shell e BP, o italiano Eni e o norueguês Equinor, que decidiram abandonar vários projetos conjuntos com empresas russas. A TotalEnergies de França, por outro lado, optou por não deixar a Rússia, mas não vai voltar a investir no país.
O Governo russo anunciou na terça-feira estar a preparar legislação com restrições temporárias à saída de investidores estrangeiros. A ExxonMobil salientou que a saída não seria imediata: “temos a obrigação de garantir a segurança das pessoas, a proteção do ambiente e a integridade das operações”.
O Sakhalin-1 é o único grande projeto da ExxonMobil na Rússia, depois de o grupo se ter retirado de duas ‘joint ventures’, na sequência da invasão da Crimeia, em 2014, e da imposição de sanções contra a Rússia.
Recentemente, o grupo indicava no ‘website’ ter cerca de mil trabalhadores e escritórios em Moscovo e São Petersburgo. No último relatório anual, a ExxonMobil avaliou os ativos na Rússia em cerca de quatro mil milhões de dólares (3,6 mil milhões de euros), num ativo total de 217 mil milhões de dólares (195 mil milhões de euros).
O “cordão umbilical” de muitos governos africanos com as elites russas, desde a antiga União Soviética, os impedem de condenar os ataques russos contra a Ucrânia, entende politólogo angolano Olívio N’Kilumbu.
O que explica o silêncio de muitos países africanos na condenação da invasão russa à Ucrânia?
O analista recorda, primeiro, os laços que ligam a Rússia aos movimentos de libertação em Angola ou Moçambique, desde os tempos da ex-União Soviética, onde os partidos no poder em ambos os paises – MPLA e FRELIMO – receberam apoio militar durante a luta contra o colonialismo português e ajuda económica e financeira depois da independência, em 1975.
N’Kilumbu sublinha que “embora o Governo de Angola, de forma muito tímida, tenha feito um apelo diplomático ao cessar-fogo. Não houve um apelo contundente. África do Sul assumiu uma posição neutra, mas a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) em conjunto condenou o ataque russo”.
A Introdução do lanche escolar está a contribuir para a melhoria significativa do rendimento pedagógico, para além do aumento de novos ingressos e retenção de crianças nos estabelecimentos de ensino, sobretudo nas zonas rurais.
A constatação foi feita em Maputo, pelo Secretário Permanente do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, Ismael Assis, intervindo nas cerimónias centrais do 1 de Março, Dia Africano de Alimentação Escolar, que decorreram na Escola Primária Completa Lewis Petrhus, no distrito municipal KaTembe, cidade de Maputo.
Na ocasião, o secretário permanente do MINEDH precisou que o Programa de Alimentação Escolar, introduzido em 2019, está a ser implementado de forma directa pela sua instituição em apenas 340 escolas do ensino primário dos 12.969 existentes no país.
Empresa são-tomense de Água e Eletricidade (EMAE) suspendeu o fornecimento de energia elétrica por falta de acesso aos reservatórios de combustível que abastecem a empresa.
“Nós não temos stock, então fomos forçados a efetuar corte de eletricidade em quase toda a parte de São Tomé mantendo algumas partes com energia – partes essências – como hospital e quartel”, disse o diretor de eletricidade da Empresa são-tomense de Água e Eletricidade (EMAE), Dinamenio Luís.
A Empresa Nacional de Combustível e Óleo (ENCO) suspendeu a deslocação dos camiões cisternas à cidade de Neves, capital do Distrito de Lembá, onde estão localizados os seus reservatórios, devido ao risco de desabamento da ponte da comunidade de Ribeira Funda, que impede o percurso em segurança.
O presidente da Câmara Distrital de Lembá, Albertino Barros, referiu que “as viaturas pequenas estão a passar [pela ponte], mas os camiões da Enco não conseguem passar para o outro lado que é a cidade de São Tomé”.
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, disse na segunda-feira (28) que a Santa Sé “está pronta a facilitar as negociações entre Rússia e Ucrânia”. A proposta do Vaticano foi feita algumas horas antes do início das primeiras conversações entre as partes, segunda, na Bielorrússia.
O cardeal de 67 anos, um veterano diplomata, reconheceu que a propagação do conflito seria uma “gigantesca catástrofe”, um “cenário assustador”. “É preciso evitar qualquer escalada, deter os confrontos e negociar”, insistiu Parolin, que está no cargo desde 2013.
“O possível retorno de uma nova guerra fria com dois blocos opostos também é um cenário preocupante. Vai contra a cultura da fraternidade que o Papa Francisco propõe como único caminho para construir um mundo justo, solidário e pacífico”, destacou, segundo a AIM.
Num curto espaço de tempo, 18 crianças e dois adultos morreram de malária na comuna de Tando Zinze. Críticos acusam o Governo de negligência por se concentrar apenas no combate à Covid-19 e esquecer outras doenças.
O responsável da saúde no enclave angolano de Cabinda, Rúben Buco, disse que, entre as vítimas mortais, 12 pessoas não receberam qualquer assistência hospitalar. “Morreram fora da alçada da nossa assistência”, declarou.
A comuna de Tando Zinze, no município sede, fica a 40 quilómetros da cidade de Cabinda. O Governo anunciou o envio de uma comissão multidisciplinar constituída por médicos cubanos, peritos de saúde pública e da rede laboratorial para aferir a situação.
A malária é a principal causa de morte em Angola. Em 2020, 16 mil pessoas morreram por malária em Angola, de acordo com os últimos dados disponíveis da Organização Mundial de Saúde. Em todo o mundo, é o quinto país com o maior número de casos, com 8,2 milhões de infetados.
Mas os críticos acusam o Governo de se focar apenas no combate à Covid-19, esquecendo outras doenças. Os profissionais de saúde dizem que há poucos medicamentos para tratar a população, em especial nos serviços de pediatria.
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) lançou segunda-feira um Centro Regional de Combate ao Terrorismo com sede em Dar es Salaam, na Tanzânia, para a região lidar com ameaças dos Terroristas norte de Moçambique.
Em particular, defendeu o “fortalecimento de centros nacionais de combate ao terrorismo e de unidades de informação financeira”, bem como “da capacidade de combater a propagação da radicalização através das redes sociais e da Internet”.
Stergomena Lawrence Tax, Ministra da Defesa da Tanzânia, destacou o papel do novo centro na “cooperação para controlo e combate aos atos terroristas, incluindo a troca de experiências na região africana e a nível internacional”.
A sua criação “permitirá à SADC trabalhar de forma mais eficiente e eficaz na luta contra o terrorismo”, sublinhou. Os chefes de Estado e de governo da SADC aprovaram na cimeira de agosto de 2015, em Gaborone, Botsuana, a Estratégia Regional de Combate ao Terrorismo e respetivo Plano de Ação.
Foi nesse encontro que ficou sublinhada a necessidade de criar o centro agora inaugurado, um órgão para “facilitar a cooperação” no combate ao terrorismo. O lançamento aconteceu seis meses depois da chegada a Cabo Delgado, norte de Moçambique, de tropas da missão militar da África Austral (SAMIM, sigla inglesa) composta por pessoal destacado por oito países.
Angola, Botsuana, República Democrática do Congo, Lesoto, Maláui, África do Sul, Tanzânia e Zâmbia trabalham em colaboração com as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e tropas do Ruanda – que celebraram um acordo bilateral com Moçambique.
O mandato da SAMIM consiste no apoio a Moçambique “no combate ao terrorismo e atos de extremismo violento em Cabo Delgado”.
O navio Felicity Ace que se incendiou há cerca de duas semanas ao largo do Faial, nos Açores, afundou com milhares de carros de luxo no interior.
A informação foi confirmada aopelo comandante da capitania do Porto da Horta. Segundo o comandante João Mendes Cabeças, a embarcação afundou cerca das 9h10 a um a profundidade de 3.500 metros.
Neste momento, o navio, que continha carros como Porsches e Bentleys está no fundo, não havendo por isso perigo de navegação.
O navio afundou a cerca de mais de 35 milhas do limite sul da Zona Económica Exclusiva dos Açores e neste momento, e nos próximos dias, será analisado se o incidente provocará poluição e em que escala. Os próximos dias servirão para analisar se há derrame de combustível ou compostos químiocos.
O treinador alemão Markus Gisdol demitiu-se na terça-feira do Lokomotiv Moscovo, da liga russa de futebol, cargo que ocupava há quatro meses, em protesto contra a invasão da Ucrânia pela Rússia.
O clube russo, que é propriedade da empresa de caminhos de ferro do país, colocada sob sanções dos Estados Unidos na sequência da Guerra na Ucrânia, limitou-se a informar que Gisdol tinha sido afastado do cargo, mas este, em declarações ao jornal alemão Bild, afirmou que a decisão de se afastar partiu de si e que se tratava de um gesto de protesto por estar a trabalhar num país cujo chefe de Estado “é responsável por uma guerra de agressão” no meio da Europa.
Entretanto, o ex-avançado ucraniano do Liverpool Andriy Voronin deixou o cargo de técnico adjunto do Dínamo de Moscovo e o guarda-redes ucraniano Yaroslav Hodzyur decidiu sair de outra equipa russa, o Ural Yekaterinburg.
A gigante americana Apple anunciou na terça-feira (1º) que suspendeu a venda de todos os seus produtos na Rússia, seguindo assim várias empresas que buscam se distanciar de Moscou.
A fabricante dos iPhones e Macs explicou em uma mensagem enviada à AFP que interrompeu as exportações para a Rússia na semana passada e também limitou o acesso a alguns serviços, como sua solução de pagamento Apple Pay.
Além disso, os aplicativos dos canais de comunicação estatais russos RT e Sputnik não estão mais disponíveis para download fora da Rússia.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...