Dois jogadores de futebol ucranianos morreram na guerra com a Rússia. A informação foi divulgada pela FIFPro (Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol).
Vitalii Sapylo e Dmytro Martynenko tinham 21 e 25 anos, respectivamente. O primeiro jogava no Karpaty Lviv enquanto que o segundo representava o FC Hostomel.
“Os nossos pensamentos estão com as famílias, amigos e colegas dos jovens jogadores ucranianos Vitalii Sapylo e Dmytro Martynenko. São as duas primeiras derrotas do futebol nesta guerra”, pode ler-se na publicação da FIFPro nas redes sociais.
A diretora da Unicef, Catherine Russell, disse que pelo menos 13 crianças ucranianas morreram no conflito e avisou que a situação dos menores e famílias afetadas pela guerra na Ucrânia piora “a cada minuto”.
A diretora da Unicef, Catherine Russell, disse hoje que pelo menos 13 crianças ucranianas morreram no conflito e avisou que a situação dos menores e famílias afetadas pela guerra na Ucrânia piora “a cada minuto”.
“Pelo menos 13 crianças morreram, de acordo com a informação confirmada pela agência das Nações para os refugiados, e estimamos que esse número aumente à medida que o conflito se intensifica”, disse Catherine Russell, diretora executiva da Unicef, afirmando que a situação das crianças e famílias afetadas pela escalada do conflito na Ucrânia “piora a cada minuto”.
Segundo aquela responsável, que falava durante o lançamento conjunto do Apelo Humanitário Urgente e do Plano Regional de Respostas a Refugiados na Ucrânia, o conflito está a aproximar-se das populações, cada vez mais perto das casas e das escolas das crianças, dos hospitais, dos orfanatos.
Catherine Russell referiu que centenas de crianças não estavam a ir à escola e que todas as 7,5 milhões de crianças na Ucrânia “correm riscos muito elevados”.
Os danos causados nas infraestruturas deixaram “centenas de milhares de pessoas sem água potável e eletricidade e os explosivos e resíduos de guerra em áreas povoadas representam perigos reais, acrescentou Catherine Russell.
“A Unicef e os nossos parceiros estão a trabalhar 24 horas por dia para responder às necessidades humanitárias crescentes, que incluem serviços médicos de emergência, medicamentos essenciais, material e equipamentos de saúde, água segura para beber e para a higiene, e abrigo e proteção para os deslocados de suas casas”.
A Unicef tem neste momento 140 pessoas na Ucrânia, mas vai enviar mais pessoal para atender as necessidades humanitárias para garantir “proteção e assistência Às crianças nos países de acolhimento”, explicou Catherine Russell, referindo que “metade das pessoas em movimento são crianças”.
Para continuar a ajudar, a Unicef está a apelar a 276 milhões de dólares americanos (248 milhões de euros) para as crianças na Ucrânia e a 73 milhões de dólares (65 milhões de euros) adicionais para o Plano Regional de Resposta a Refugiados nos países vizinhos.
A Eletricidade de Moçambique (EDM) assinou um novo contrato para fornecer energia ao Reino de Eswatini, indicou uma nota oficial emitida pela empresa pública moçambicana.
O contrato tem uma duração de 17 meses e prevê que a EDM forneça 20 megawatts de energia, quantidade que pode ser revista em função das necessidades da Eswatini Eletricity Company (EEC), indica a nota, Citada pela Carta de Moçambique.
“A relação bilateral entre a EDM e EEC tem mais de uma década, sendo Moçambique e África do Sul os principais fornecedores de energia que aquele país importa para atender a mais de 70% das suas necessidades internas de consumo”, refere a nota.
O encontro em que o acordo foi assinado também serviu para análise de projetos futuros existentes entre as duas empresas, com destaque para a Central Térmica de Temane, que está a ser construída no sul de Moçambique.
Ataque russo à torre de televisão na capital ucraniana fez pelo menos cinco mortos, de acordo com fontes oficiais do país. E a Rússia intensifica os ataques contra Kiev e Kharkiv, onde matou pelo menos 18 pessoas.
Ataque russo à torre de televisão em Kiev deixa pelo menos cinco mortos.Uma escolta de tanques, camiões e artilharia russa aproxima-se de Kiev. Mais de 70 soldados ucranianos mortos pela artilharia russa em Okhtyrka. ONU confirma a morte de 102 civis, incluindo sete crianças. Zelenski faz discurso emotivo no Parlamento da UE.
Tropas russas avançaram na terça-feira (01.03) para a capital da Ucrânia, onde já há relatos de bombardeamentos e mortes. Uma torre de televisão em Kiev foi atingida por um ataque russo, de acordo com fontes ucranianas.
Também a transmissão de programas de televisão foi interrompida “durante um certo período de tempo”, de acordo com o Ministério do Interior ucraniano. No entanto, a estrutura da torre de televisão no centro de Kiev permaneceu intacta.
No sexto dia da invasão russa da Ucrânia, um ataque aéreo sobre a praça central de Kharkiv, cidade de 1,4 milhões de pessoas, perto da fronteira com a Rússia, atingiu a sede da administração regional, disse o governador Oleg Sinegubov num vídeo no Telegram que mostra a explosão.
Uma delegação de embaixadores da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) acreditados em Moçambique avalia, em Cabo Delgado, a situação humanitária dos deslocados devido à acção dos terroristas.
A chefe da delegação, a alta comissária da República do Malawi, em Moçambique, Wezi Moyo, disse a jornalistas que é também interesse do grupo encorajar e reconhecer o empenho da missão militar da SADC em Moçambique na pacificação da província. “Estamos aqui para mostrar a nossa solidariedade, reconhecimento e encorajamento às nossas forças e dizer a eles que todos os líderes da SADC estão com eles.
Sabemos que há progressos no terreno que estão a permitir a pacificação da região” disse. Wezi Moyo referiu ainda que a missão pretende garantir que o trabalho que está a ser desencadeado pelas várias forças que combatem o terrorismo, seja dentro dos parâmetros aceitáveis e no respeito aos direitos humanos.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Comunicação de Mudança Social e Comportamental (SBCC). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Procurement. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas Empresarial e Institucional. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Desenhador Gráfico e Marketing digital. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Armazém de Restaurante. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Gestora de Expedientes. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Inquiridor de Controle de Satisfação. Saiba mais.
O Conselho Noruega de Refugiação (NRC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento do Programa de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (ICLA). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Informação Estratégica. Saiba mais.
A FH Association em parceria com a World Vision Moçambique e financiado pelo Global Fund, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de SMI Mentor. Saiba mais.
Filippo Grandi, Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, acredita que o número de refugiados possa atingir os quatro milhões nas próximas semanas.
O êxodo em massa de refugiados da Ucrânia para o extremo oriental da União Europeia não mostrou sinais de abrandamento na segunda-feira, com a Organização das Nações Unidas (ONU) a estimar que mais de 520 mil pessoas já abandonaram o território ucraniano na sequência da invasão russa, informa o Washington Post.
O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, em declarações ao Conselho de Segurança da ONU, disse que mais de 520.000 refugiados tinham fugido da Ucrânia, um número que “tem vindo a aumentar exponencialmente, hora após hora”.
Nos últimos dias, têm vindo a ser reportadas longas filas nos postos fronteiriços entre a Ucrânia e países como a Polónia, Hungria, Eslováquia, Roménia e Moldávia. Consequentemente, Filippo Grandi acredita que o número de refugiados possa atingir os quatro milhões nas próximas semanas.
O embaixador polaco da ONU, Krzysztof Szczerski, em declarações na Assembleia Geral, disse que indivíduos de cerca de 125 nacionalidades (incluindo uzbeques, nigerianos, indianos, marroquinos, paquistaneses, afegãos, iranianos, iraquianos, turcos e argelinos) tinham chegado ao país, na sequência do fluxo migratório.
Até ao momento, a Polónia foi o país que recebeu um maior número de refugiados ucranianos (mais de 280 mil). Porém, o fluxo de refugiados está já a chegar a outros países europeus, como é o caso da Alemanha, que esta segunda-feira acolheu já 1.800 migrantes ucraniano.
Segundo o presidente da Ucrânia, a Rússia terá também enviado 113 mísseis de cruzeiro com destino a território ucraniano.
Rússia realizou 56 ataques com recurso a mísseis desde o início, há já cinco dias, da invasão ordenada por Vladimir Putin à Ucrânia. A informação foi avançada pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, noticia a Sky News.
Zelensky adiantou ainda que, segundo as informações mais atualizadas, a Rússia terá também enviado 113 mísseis de cruzeiro com destino a território ucraniano.
Estas declarações, proferidas na segunda-feira, surgem num dia em que dezenas de pessoas foram mortas e outras centenas ficaram feridas após os ataques de mísseis de cruzeiro que abalaram a cidade ucraniana de Kharkiv.
Reagindo a estes “bombardeamentos”, o presidente do país refere que começa a ser necessário considerar o estabelecimento de uma zona de proibição de voo para os mísseis, aviões e helicópteros russos.
Segundo a Sky News, um embaixador ucraniano nos Estados Unidos terá, por sua vez, acrescentado que a Rússia utilizou também, durante os mais recentes ataques, uma “bomba de vácuo”. Também chamada de “arma termobárica”, esta é uma bomba que funciona através da absorção de oxigénio, o que possibilita explosões poderosas e de elevadas temperaturas.
A RENAMO, principal partido da oposição em Moçambique, e MDM, terceiro partido, condenaram (28.02) a invasão da Rússia à Ucrânia, criticando o “silêncio” do Governo moçambicano em relação à ação militar de Moscovo.
“É inconcebível e lamentável que, em pleno século XXI, um país lance uma guerra de invasão contra outro país”, afirmou o chefe da bancada da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Viana Magalhães.
O membro da RENAMO falava no discurso de abertura da V sessão ordinária da Assembleia da República (AR), que hoje retomou os trabalhos, após o interregno de fim de ano. A ação militar russa na Ucrânia, acrescentou ele, “é uma violação do Direito Internacional e mostra falta de bom senso por parte de Vladimir Putin, Presidente da Rússia”.
O Serviço Nacional de investigação Criminal (SERNIC) desmantelou, três residências tidas como cativeiros e deteve quatro cidadãos indiciados de crime de rapto na cidade de Maputo.
Segundo o SERNIC, na província de Maputo, das residências que eram tidas como cativeiro, uma localiza-se no bairro Triunfo e duas no bairro Coop. Os quatro indivíduos são acusados de três raptos ocorridos na cidade de Maputo em Outubro do ano passado e Fevereiro deste ano.
“Estão envolvidos em mais de cinco raptos, dois ocorridos no dia 07 de Outubro de 2021 contra um médico de profissão, um empresário gerente do restaurante Takdir, e em Dezembro contra uma cidadã que é colaboradora da embaixada de Portugal em Moçambique”, disse o porta-voz do SERNIC na província de Maputo, Henriques Mendes.
O maior partido da oposição em Moçambique, a RENAMO, atira a responsabilidade de desarmar os guerrilheiros da Junta Militar, que dá sinais de estar a “ressuscitar”, ao Governo.
A RENAMO, maior partido da oposição em Moçambique, reitera o seu distanciamento dos elementos e ações da autoproclamada Junta Militar, dissidente do partido. O porta-voz do partido, José Manteigas, disse: “Não temos nenhum dado sobre essa informação e o presidente da RENAMO sempre disse que não tem nada a ver com a Junta Militar”.
No sábado (26.02), o brigadeiro Chongo Vidigal do Ministério da Defesa nacional fez saber do ressurgimento da Junta Militar durante uma reunião ocorrida há uma semana nas imediações da serra da Gorongosa, região tida como umbigo da guerrilha da RENAMO.
Perto de 10 mil pessoas do distrito de Govuro, em Inhambane, poderão enfrentar fome, devido a escassez de chuva.
A maioria da população, que poderá estar em situação de insegurança alimentar, vive no posto administrativo de Nova Mambone.
As culturas lançadas em campo no início da campanha 2021/2022 estão perdidas devido ao intenso calor que se faz sentir, aliás, não chove em Govuro desde Novembro do ano passado, facto que preocupa a população e as autoridades locais
Neste momento, os residentes socorrem-se dos excedentes resultantes da última safra agrária, que no entanto poderão esgotar a qualquer momento.
A Disney anunciou na segunda-feira que não vai lançar novos filmes na Rússia devido à invasão da Ucrânia. Dada a invasão não provocada da Ucrânia e a trágica crise humanitária faremos uma pausa no lançamento dos nossos filmes na Rússia”, informou, em comunicado.
A empresa acrescentou que “tomaria futuras decisões empresariais” à medida que a situação evolui e prestaria ajuda humanitária através de organizações não-governamentais parceiras.
Imediatamente após o anúncio da Disney, a Warner Bros. disse que vai cancelar a estreia russa de “The Batman”, marcada para sexta-feira. Já a Netflix confirmou na segunda-feira que não vai cumprir a nova lei audiovisual da Rússia, que exigia à plataforma incluir cerca de 20 canais públicos para operar no país.
A legislação, prevista para entrar em vigor hoje, exige que a Netflix e outros serviços audiovisuais transmitam conteúdos de meios de comunicação social associados ao Kremlin, tais como o Canal Um, a rede de entretenimento NTV e o Canal da Igreja Ortodoxa.
O anúncio da Netflix veio horas depois da empresa tecnológica Meta confirmar que irá restringir o acesso nas redes sociais – que incluem Facebook, Instagram e WhatsApp – ao canal RT e à agência Sputnik, meios de comunicação social controlados pelo Governo russo, a pedido da UE.
O Twitter, outra rede social norte-americana, também anunciou na segunda-feira que irá acrescentar um aviso às ligações de partilha de mensagens e notícias dos meios de comunicação social controlados pelo Kremlin e também tentar reduzir a circulação na plataforma.
Uma coluna militar russa com cerca de 60 quilómetros está a caminho de Kiev, na Ucrânia, na manhã da terça-feira. Imagens de satélite mostram centenas de veículos de artilharia que avançam para a capital ucraniana, com o objetivo de tomar a cidade.
Esta madrugada ficou marcada por novos bombardeamentos em Kharkiv. O edifício do governo regional de Kharkiv foi atingido por um rocket esta manhã.
Na segunda-feira ficou ainda marcada pela assinatura do pedido de adesão da Ucrânia à União Europeia. O presidente ucraniano afirmou que o país quer “estar com todos os europeus, em pé de igualdade”.
Centenas de cidadãos de países latino-americanos foram evacuados da Ucrânia desde o início do conflito armado com a Rússia, outros aguardam assistência e alguns fugiram do cenário de guerra por conta própria, informaram seus governos.
Parte dos mais de mil latino-americanos que viviam na Ucrânia quando a invasão começou foram removidos por seus governos por terra e por ar, com a gestão conjunta de suas chancelarias e embaixadas em Kiev e em capitais vizinhas.
Alguns países da América Latina, como Chile e Uruguai, carecem de representação diplomática física na Ucrânia, por isso tiveram que recorrer aos esforços de suas embaixadas em nações vizinhas, como Polônia e Romênia.
Outros, como Argentina, Brasil e Peru, organizaram operações especiais com veículos oficiais e aviões militares para transportar seus cidadãos e até nacionais de outros países da região.
Mais de 70 soldados ucranianos foram mortos depois de a artilharia russa ter atingido uma base militar em Okhtyrka, cidade entre Kharkiv e Kiev, informou o chefe da região na plataforma de mensagens Telegram.
Dmytro Zhyvytskyy publicou fotografias de um edifício de quatro andares onde uma equipa de resgate procurava sobreviventes nos escombros.
Posteriormente, na rede social Facebook, adiantou que muitos soldados russos e alguns residentes locais também foram mortos durante os combates, sem fornecer números.
Doze membros da missão diplomática da Rússia na ONU receberam na segunda-feira (28) ordens para deixar os Estados Unidos até 7 de março e foram descritos pela porta-voz da missão americana como “agentes de inteligência”.
O embaixador da Rússia na organização, Vassily Nebenzia, disse a repórteres em uma coletiva de imprensa na sede da ONU em Nova York que tinha acabado de ser informado sobre a expulsão.
Em um comunicado, a porta-voz da missão dos EUA na ONU confirmou a informação. Anteriormente, o embaixador adjunto dos EUA nas Nações Unidas, Richard Mills, disse em uma reunião do Conselho de Segurança sobre o conflito na Ucrânia que a expulsão desses diplomatas se deve a “atividades que não correspondem” à sua posição.
Mills pediu ao embaixador russo que se concentrasse no objetivo da reunião, que era abordar as consequências humanitárias da invasão russa.
Trata-se, declarou Nebenzia na coletiva, de uma “ação hostil” e uma “grave violação por parte do país anfitrião” de seus compromissos no âmbito das regras para estrangeiros que trabalham nas Nações Unidas.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu na segunda-feira que a Rússia seja banida de todos os portos, canais e aeroportos do mundo, como resposta da comunidade internacional à invasão russa da Ucrânia.
Zelensky apelou também à comunidade internacional que “considere um encerramento total do céu para mísseis, aviões e helicópteros russos”.
Na mesma mensagem de vídeo, o Presidente ucraniano pediu à Rússia para que “não perca tempo” na Ucrânia, assegurando que o bombardeamento dos russos não fará Kiev aceitar os termos de Moscovo para uma trégua. A primeira ronda de negociações russo-ucranianas decorreu na segunda-feira “num contexto de bombardeamentos e tiros direcionados” à Ucrânia, apontou Zelensky.
O Presidente ucraniano referiu que o seu país “não teve o resultado que gostaria de ter” no final da primeira ronda de negociações, mas garantiu que transmitiu as “contraproposta” da Ucrânia aos russos, que diz pretenderem “terminar em guerra”.
As delegações ucraniana e russa terminaram as conversações que realizaram ao longo do dia de segunda-feira na Bielorrússia, e admitiram um novo encontro “em breve”. O seu homólogo russo, Vladimir Medinsky, disse que o novo encontro terá lugar “em breve” na fronteira entre a Polónia e a Bielorrússia.
A União Africana classificou ontem como” chocantemente racista” que cidadãos africanos sejam impedidos de fugir do conflito na Ucrânia, apelando a todos os países que respeitem a lei internacional e apoiem quem foge da guerra, independentemente da sua raça.
“Relatos de que africanos estão a ser escolhidos para tratamento desigual inaceitável seria chocantemente racista e em violação da lei internacional”, dizem, em comunicado, o Presidente do Senegal e presidente em exercício da União Africana (UA), Macky Sall, e o presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahamat.
Os dois dirigentes apelam por isso “a todos os países que respeitem a lei internacional e mostrem a mesma empatia e apoio a todas as pessoas que fogem da guerra, independentemente da sua identidade racial”.
Sall e Faki dizem estar a seguir de perto os acontecimentos na Ucrânia, mostrando-se “particularmente perturbados” por relatos de que cidadãos africanos estão a ser impedidos de atravessar a fronteira da Ucrânia em busca de segurança.
Os dois líderes sublinham que “todas as pessoas têm o direito de atravessar fronteiras internacionais durante conflitos” e, por isso, devem poder fugir da guerra na Ucrânia, independentemente da sua “nacionalidade ou identidade racial”.
Aplaudem os esforços dos Estados-membros da UA e das suas embaixadas nos países vizinhos para receber e orientar os cidadãos africanos e as suas famílias ao tentarem atravessar a fronteira ucraniana em busca de segurança.
A quinta sessão da nona legislatura do Parlamento moçambicano iniciou na segunda-feira (28.01) com troca de acusações entre a FRELIMO e RENAMO. DDR e insurgência em Cabo Delgado foram temas acesos.
Iniciou na segunda-feira (28.02) a quinta sessão da Assembleia da República que, dentre vários assuntos, levará a debate as leis de radiodifusão e da comunicação social depositados no Parlamento há cerca de dois anos. Na altura não houve consensos por causa da definição das atribuições, competências, organização e funcionamento da entidade reguladora da comunicação social, conforme sugeriu o Governo.
O debate foi levantado durante as auscultações no ano passado entre deputados, organizações da sociedade civil e profissionais da comunicação social. Numa entrevista, o jornalista Ericino de Salema disse que as leis podem levar ao risco de controle político e condicionar o a atividade jornalística.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...