Os ‘hackers’ das agências de espionagem russas FSB e GRU estão prestes a desencadear uma onda de ataques informáticos em retaliação às sanções aplicadas pelo Ocidente. O ataque vai ser levado a cabo com um vírus, que já está a ser apelidado de “Covid para computadores”.
O referido vírus utiliza pornografia para desativar os computadores portáteis e telemóveis no Reino Unido, avança o Mirror.
De acordo com um antigo espião informático, o ‘software’ malicioso – ou ‘malware’ – que a Rússia tem vindo a aperfeiçoar ao longo de duas décadas pode infetar milhões de dispositivos pessoais em todo o Reino Unido. “Um clique num vídeo sedutor é suficiente para invadir, danificar ou incapacitar computadores ou telemóveis”, salientou.
Perante este alerta, a população está a ser aconselhadas a manter toda a informação sensível num computador portátil que não esteja ligado à internet, para que o vírus não consiga aceder ao conteúdo e destruí-lo. “O conselho para sexo informático seguro é o mesmo que para sexo real – uso de proteção”, sublinhou o espião.
Os especialistas ingleses também já se manifestaram quanto a este possível ataque informático, destacando que as consequências seriam devastadoras para a economia do país.
A central nuclear de Zaporizhzia está a ser gerida pelas tropas russas, que tomaram controlo da maior central da Europa na semana passada.
A informação é avançada pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) que, segundo a Sky News, acresce que as comunicações móveis foram desligadas pelos russos, pelo que o contacto com os funcionários da central é muito difícil.
Por essas dificuldades em comunicar pelos canais tradicionais, as autoridades alertam para informações falsas que não foram possíveis confirmar.
A AIEA apela para que os funcionários que gerem a central nuclear possam trabalhar sem pressão por parte das autoridades de saúde, já que qualquer negligência pode causar riscos à segurança da central e de toda a Europa.
A agência também alerta que as autoridades reguladoras da energia nuclear na Ucrânia não estão a conseguir contactar com as instituições de Mariupol que utilizam fontes de energia nuclear – a cidade está a ser alvo de um cerco intenso, depois dos russos terem cortado os corredores humanitários e terem impedido a evacuação de civis.
A central de Zaporizhzia foi atacada pelos russos na semana passada e um incêndio deflagrou nas instalações, ainda que sem riscos para a estabilidade da radioatividade na região.
A tomada da central foi acompanhada por muita preocupação pelas autoridades internacionais, ao ponto do Conselho de Segurança da ONU ter reunido de emergência para discutir as ameaças de um desastre nuclear na Europa.
Moçambique dispõe de perto de sete milhões de dólares, doados pela Organização Mundial da Saúde, para dar resposta às emergências de saúde no país.
Segundo uma nota, o valor foi anunciado na última sexta-feira, durante a assinatura do Plano de Cooperação e Assistência, entre a OMS e o Ministério da Saúde, para o biénio 2022 e 2023. O Ministro da Saúde, Armindo Tiago, disse que o valor vai servir para a capacitação institucional sustentável.
Por seu turno, o representante da Organização Mundial da Saúde em Moçambique, Severin Von Xylander, avançou que o montante ora disponibilizado será distribuído em três pilares do Décimo Programa Geral de Trabalho (GPW 13).
Em Moçambique, a OMS presta apoio ao Ministério da Saúde há cerca de quarenta anos, nos Programas de Saúde Pública e resposta às situações de emergências.
Chanceler alemão Olaf Scholz garante que a “Europa está extremamente unida” na questão do acolhimento aos refugiados ucranianos. ONU contabiliza que pelo 1,5 milhões já deixaram a Ucrânia.
O chanceler alemão Olaf Scholz e Úrsula von der Leyen, líder da União Europeia (UE), reuniram-se no domingo (06), em Berlim, depois de a líder da UE ter estado sábado em Espanha, onde se encontrou com o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, e discutiram a crise na Ucrânia resultante da invasão da Rússia e especialmente o acolhimento de refugiados.
A coesão quanto à questão do acolhimento dos refugiados ucranianos, salientou Scholz, não é algo “que tenha sido tomado como garantido”, aludindo às posições divergentes com que os parceiros da UE responderam a anteriores crises migratórias. É evidente que todos os parceiros da UE acolherão agora crianças, mulheres e homens que procuram proteção de uma forma rápida e desburocratizada”, acrescentou Scholz.
Olaf Scholz tem estado envolvido em várias reuniões com líderes mundiais, tendo-se encontrado sábado com o primeiro-ministro israelita, Naftali Benet, que se deslocou a Berlim depois de se ter encontrado com o presidente russo Vladimir Putin, em Moscovo.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, procede, hoje, a inauguração da rede eléctrica do posto administrativo de Ntlavene, distrito de Mabalane, província de Gaza.
Um comunicado, refere que o acto enquadra-se no programa do governo que visa a conclusão da electrificação de todos os postos administrativos do país no presente quinquénio, por forma a garantir o acesso a energia eléctrica às zonas rurais.
Nesta deslocação, o Chefe do estado far-se-á acompanhar pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, quadro da presidência da República e de outras instituições do estado.
As forças russas intensificaram à noite os bombardeamentos de cidades do centro, norte e sul da Ucrânia, indicou o conselheiro presidencial Oleksiy Arestovich.
A última vaga de ataques com mísseis ocorreu assim que caiu a noite”, declarou o responsável na televisão ucraniana. Segundo Arestovich, as áreas que foram fortemente bombardeadas incluem os arredores de Kiev, Chernihiv no norte, Mykolaiv no sul e Kharkiv, a segunda maior cidade do país.
As autoridades de Kharkiv indicaram que os bombardeamentos danificaram a torre da televisão e que a artilharia pesada estava a atingir zonas residenciais. Arestovich disse que a cidade estava a defender-se de um ataque russo.
Em Chernihiv, responsáveis afirmaram que todas as zonas da cidade se encontravam sob o ataque de mísseis.
O conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, descreveu uma situação “catastrófica” nos bairros de Busha, Hostomel e Irpin, nos subúrbios de Kiev, acrescentando que os esforços hoje feitos para retirar civis falharam e que o Governo está a fazer tudo para retomar as retiradas de civis dessas áreas.
As retiradas da população civil de Mariupol, no sul, e de Volnovakha, no leste, também fracassaram por causa dos bombardeamentos, indicou o responsável.
A invasão russa da Ucrânia está a afetar fortemente o setor automóvel, com a suspensão da produção, interrupção das cadeias de abastecimento e de vendas. Volkswagen, Mercedes, Toyota e Honda são alguns dos construtores mais afetados pelo conflito, de acordo com a Automotive News Europe.
A invasão interrompeu o fornecimento de componentes ucranianos, nomeadamente de circuitos elétricos, necessários à produção de veículos da Volkswagen, BMW e Porsche, afetando também as fábricas de automóveis em território russo.
Russos saíram às ruas para protestar contra a guerra na Ucrânia, mas foram reprimidos fortemente pelas forças do governo. Total de presos em manifestações chega a quase 13 mil em 10 dias.
O governo russo continua a reprimir fortemente os protestos de cidadãos contra a guerra na Ucrânia. No domingo (06), foram detidas 3.917 pessoas, em 53 cidades da Rússia, segundo dados do projeto de mídia russo OVD-Info, que monitora detenções em protestos oposicionistas.
Vídeos nas redes sociais, postados por opositores do regime do Kremlin e blogueiros, mostram milhares de ativistas entoando “Não à guerra!” e “Tenham vergonha!”. Vê-se também a polícia de Ecaterimburgo, no distrito dos Urais, espancando um manifestante caído no chão. Um mural protagonizado pelo presidente russo, Vladimir Putin, foi pichado.
O Ministério russo do Interior confirmou ter detido 1.700 cidadãos em Moscou e 750 em São Petersburgo – as duas maiores metrópoles do país – além de 1.061 em outras cidades, sobretudo Ecaterimburgo e Novosibirsk, na Sibéria.
Assim, já chega a quase 13 mil o número de detenções em passeatas consideradas ilegais pelo governo, desde 24 de Fevereiro, quando Putin ordenou sua assim chamada “operação militar especial” na Ucrânia.
A Italsec Mozambique, Lda, empresa a actuar no Ramo de segurança privada de bens e instalações, pretende recrutar um (1) Inspector de Segurança. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Contabilista Administrativa. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Negócios. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Comunicação de Mudança Social e Comportamental (SBCC). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Procurement. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas Empresarial e Institucional. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Desenhador Gráfico e Marketing digital. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Armazém de Restaurante. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Gestora de Expedientes. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Inquiridor de Controle de Satisfação. Saiba mais.
O Conselho Noruega de Refugiação (NRC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento do Programa de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (ICLA). Saiba mais.
Secretário-geral da NATO afirmou que os Aliados rejeitaram a exigência feita pela Ucrânia de criação de uma zona de exclusão aérea no país após a invasão russa, para evitar ser envolvidos no conflito.
Segundo o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, a questão [da zona de exclusão aérea] foi discutida e os Aliados concordaram que não deveriam ter aviões da NATO a operar no espaço aéreo ucraniano ou tropas da NATO no solo “porque poderíamos acabar com uma guerra total na Europa”, disse.
Falando em conferência de imprensa na sede da NATO, em Bruxelas, após uma reunião extraordinária do Conselho do Atlântico Norte, o líder da Aliança Atlântica explicou que “a única forma de implementar uma zona de interdição de voo seria enviando caças da NATO para o espaço aéreo da Ucrânia e, em seguida, abater aviões russos para o fazer cumprir”.
Porém, “temos a responsabilidade de evitar que esta guerra se agrave para além da Ucrânia porque isso seria ainda mais perigoso, mais devastador e causaria ainda mais sofrimento humano”, referiu Jens Stoltenberg.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) pediu hoje ajuda monetária no valor de 350 milhões de dólares (320 milhões de euros) para apoiar as suas operações na resposta humanitária à situação na Ucrânia.
De acordo com a OIM, desde o início da ofensiva russa, mais de 1,25 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia, provocando “a maior crise humanitária que a Europa viu desde a Segunda Guerra Mundial”.
O organismo liderado pelo português António Vitorino explicou que o apelo visa as populações afetadas nas Ucrânia, Moldova, Roménia, Hungria, Eslováquia e Polónia. A OIM vai estabelecer um mecanismo de coordenação eficaz que facilite a comunicação entre si, cidadãos de países terceiros e consulados relevantes.
Serão ainda estabelecidos instrumentos de encaminhamento apropriados com organizações não governamentais (ONGs), governos e parceiros para ajudar até 20 mil cidadãos de países terceiros a viajar de forma segura e ordenada para os seus países de origem.
A OIM adiantou que também planeia apoiar as pessoas que ficaram sem abastecimento de água e infraestruturas de saneamento.
A organização também vai fornecer uma ampla gama de serviços de saúde, incluindo consultas de cuidados de saúde primários, triagem e gestão de doenças transmissíveis, cuidados de saúde reprodutiva, materna, infantil e neonatal de emergência e encaminhamentos para unidades de saúde especializadas para populações deslocadas e com acesso restrito.
Além disso, a OIM vai providenciar orçamentos de recurso para prestação de assistência à segurança alimentar e apoiar os governos nacionais e parceiros em trânsito, monitorizando a entrega e o acesso a serviços e proteção às populações afetadas.
A entidade vai também realizar avaliações e rastreamento de mobilidade com o objetivo de facultar estimativas sobre a presença e o número de grupos populacionais afetados no país para compreender e lidar melhor com a crise humanitária.
As autoridades russas disseram este sábado que acolheram quase 175 mil refugiados da Ucrânia desde o início da invasão, na esmagadora maioria provenientes das repúblicas separatistas ucranianas de Donetsk e Lugansk.
Cerca de 156 mil pessoas chegaram à Rússia provenientes das duas repúblicas e outras 18 mil do resto do país.
Entre os refugiados encontram-se mais de 45 mil crianças, de acordo com Moscovo, avançou a agência de notícias russa TASS.
Ao menos 56 pessoas morreram e 194 ficaram feridas em um atentado suicida, reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI), contra uma mesquita xiita em Peshawar, noroeste do Paquistão, durante a oração de sexta-feira.
A explosão aconteceu poucos minutos antes do início da oração da sexta-feira (04) em uma mesquita xiita localizada em uma rua estreita do bairro de Kosha Risaldar, perto do histórico bazar de Qissa Khwani.
No total, 56 pessoas morreram e 194 ficaram feridas. Os feridos incluem 50 pacientes em estado crítico”, declarou à AFP Muhammad Asim Khan, porta-voz do hospital Lady Reading de Peshawar. O número de vítimas, no entanto, ainda pode aumentar, disse à AFP o comandante da polícia de Peshawar, Muhamad Ijaz Khan.
Duas principais ligas de futebol da Rússia foram expulsas da Associação das Ligas Europeias, na sequência da ofensiva militar.
As duas principais ligas de futebol da Rússia foram expulsas da Associação das Ligas Europeias (EL), na sequência da ofensiva militar russa na Ucrânia, anunciou o organismo, em comunicado.Na mesma nota, a EL deixa uma palavra de “solidariedade a todos as pessoas na Ucrânia, desejando que a situação no país regresse rapidamente à normalidade”.
A Associação das Liga Europeias representa mais de 1.000 clubes envolvidos em 37 ligas profissionais e associações de futebol de 30 países na Europa, entre as quais a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).
O governo ucraniano disse hoje que a discriminação “nunca foi tolerada” na Ucrânia e assegurou que está a ajudar os estrangeiros a fugirem da guerra, em resposta às denúncias, de uma ONG, de discriminação racial de africanos na fronteira.
Kyiv respondeu diretamente à organização não-governamental (ONG) Human Rights Watch (HRW), que denunciou na sexta-feira que estrangeiros, principalmente africanos, que tentam fugir da Ucrânia perante a invasão militar russa são discriminados pelas autoridades ucranianas ao cruzar a fronteira.
A organização diz que os contactos que manteve com cerca de 30 cidadãos de Marrocos, Índia, Nigéria, Uganda e Tunísia revelam “um padrão de bloqueio ou atraso no embarque de estrangeiros em autocarros e comboios, aparentemente para dar prioridade à saída de mulheres e crianças ucranianas”.
O ministério liderado por Dmytro Kuleba realçou ainda, na reação às acusações, que as autoridades estão a fazer o melhor para ajudar os estrangeiros a fugirem em condições de guerra. E instou ainda a HRW a “fazer o seu trabalho” para responsabilizar o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, por crimes de guerra.
Os depoimentos de estudantes recolhidos pela HRW são coincidentes na denúncia de que as autoridades ucranianas negaram ou impediram o acesso a autocarros e comboios e chegaram mesmo a pedir que saíssem desses veículos para dar lugar aos ucranianos.
O Governo da Nigéria e a União Africana (UA) denunciaram estas situações e as Nações Unidas também denunciaram episódios de “racismo” na retirada de civis de origem africana e asiática da Ucrânia.
Num comunicado assinado pelo Presidente do Senegal e presidente em exercício da UA, Macky Sall, e o presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahamat, classificou na segunda-feira como “chocantemente racista” que cidadãos africanos sejam impedidos de fugir do conflito na Ucrânia, apelando a todos os países que respeitem a lei internacional e apoiem quem foge da guerra, independentemente da sua raça.
No caso das Nações Unidas, a denúncia veio da relatora especial da ONU sobre formas contemporâneas de racismo, Tendayi Achiume, que manifestou “sérias preocupações” relativamente às ameaças racistas e tratamento xenófobo contra pessoas não brancas que fogem da Ucrânia.
A Secretaria de Estado do Desporto ofereceu, na última quinta-feira (03), em Maputo, diversos materiais desportivos à província de Cabo Delgado, com vista a amainar o sofrimento da população vítima de terrorismo e garantir um regresso seguro da mesma.
Por seu turno, o Governador daquela região nortenha do país, enalteceu o gesto do governo em preocupar-se num retorno seguro das populações nas suas zonas de origem.
O equipamento é constituído por 10 bolas de Basquetebol e de Voleibol, 50 de Futebol, fatos-de-treino, mecos, apitos entre outros materiais.
Governos africanos tentam retirar cidadãos da Ucrânia, que vai sendo destruída pela guerra. Esforços dão resposta a relatos de racismo e maus-tratos por parte das autoridades, durante evacuações da população.
Países africanos intensificaram esforços para evacuar os seus cidadãos da Ucrânia. A União Africana (UA) urgiu os governos a respeitar a lei internacional e a assistir todos os que estão a fugir à guerra na Ucrânia, após alguns estudantes levantarem preocupações acerca de discriminação nas fronteiras.
Embora muitos estudantes estejam de volta às suas famílias, muitos ficaram presos na Ucrânia e na fronteira polaca. Outros africanos escolheram ficar na Ucrânia, especialmente os que não têm licença de residência.
O Zimbabué disse ter evacuado 118 estudantes para a Roménia, Hungria, Eslováquia e Polónia. Cerca de 79 estudantes quenianos deixaram a Ucrânia após a invasão da Rússia e procuraram refúgio em países vizinhos como a Polónia, Roménia e Hungria.
No entanto, segundo as autoridades quenianas, apenas um estudante regressou ao Quénia. O Governo do Presidente Uhuru Kenyatta afirmou que está a coordenar a evacuação de muitos outros estudantes de várias cidades da Ucrânia.
A Nigéria disse que 256 dos seus cidadãos deixaram a Ucrânia. A Gâmbia disse que está a coordenar com Marrocos e a Nigéria a possível evacuação dos seus cidadãos.
A Universidade Pedagógica de Maputo está a introduzir reformas curriculares para garantir maior continuidade dos cursos de pós-graduação no país.
Segundo o reitor da Universidade Pedagógica de Maputo, Jorge Ferrão, a medida visa igualmente ajustar o sistema de formação tendo em conta os desafios impostos pela pandemia da Covid-19.
Ferrão falava em Maputo, na cerimónia de abertura do Segundo Fórum de Pós-graduação da Universidade Pedagógica de Maputo. Jorge Ferrão explicou, ainda, que a sociedade deve trabalhar nas áreas correspondentes à formação adquirida, para fazer valer os recursos gastos ao longo da formação.
O Segundo Fórum da Pós-graduação da Universidade Pedagógica de Maputo teve a duração de dois dias e contou com a participação de académicos, investigadores e parceiros da Universidade Pedagógica de Maputo.
Quatro membros do grupo terrorista ISIS foram sancionados pelos EUA como forma de travar o seu financiamento. Apesar de operarem na África do Sul, permitiam operações noutros países africanos, como Moçambique.
Na terça-feira (01.03), o Departamento de Estado dos EUA emitiu um comunicado a enumerar diversos membros do grupo terrorista ISIS. O intuito é de desmantelar redes de financiamento dos terroristas no continente.
Farhad Hoomer, Siraaj Miller, Abdella Hussein Abadigga e Peter Charles Mbaga são os quatro nomes apontados no comunicado. Os sujeitos são considerados “facilitadores financeiros do ISIS e ISIS-Moçambique (ISIS-M)” da África do Sul.
O documento estabelece ainda que os sujeitos mencionados forneceram apoio financeiro ou serviram como líderes de células do ISIS na África do Sul. Recentemente, a ISIS tentou expandir a sua influência em África através de operações de larga escala em áreas em que o controlo governamental é limitado.
As células terroristas africanas dependem de esquemas para gerar financiamento. Estes podem ser roubos, extorsão dos locais, raptos com pedidos de resgates e financiamento da própria hierarquia.
O Banco Mundial anunciou, em Pemba (Cabo Delgado), o desembolso de um fundo adicional de 100 milhões de dólares para o programa de reconstrução de Cabo Delgado.
Os dados foram avançados por uma equipa daquela instituição financeira durante um encontro de cortesia com Valige Tauabo, Governador de Cabo Delgado. O valor, segundo foi assegurado pela equipa do Banco Mundial, poderá estar disponível ainda este semestre.
Entretanto, Tauabo queixou-se do facto de o Conselho Executivo Provincial (CEP) estar a ser excluído do processo de implementação do programa de reconstrução pós-ataques terroristas, o que, segundo ele, viola recomendação feita pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, aquando do lançamento do plano de reconstrução de Cabo Delgado, ano passado, na cidade de Pemba.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...