Cinco escolas do distrito de Quissanga, em Cabo Delgado, que haviam sido encerradas devido ao terrorismo, foram recentemente reabertas com o restabelecimento da segurança na região.
As escolas foram reabertas para satisfazer as necessidades da população que já retornou a algumas aldeias daquele distrito costeiro, segundo o director da Educação em Cabo Delgado, Ivaldo Quincardete.
Aumentos dos preços do combustível abalam cada vez mais economias africanas. Em países como a Nigéria, há inclusive uma corrida às bombas de gasolina. E a situação pode agravar-se com a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Reina o caos numa bomba de gasolina na capital económica da Nigéria, Lagos. Os condutores discutem uns com os outros, há buzinas a soar constantemente. As filas para abastecer são grandes.
Noutras cidades do país, o cenário é idêntico. Os motoristas querem abastecer, antes que o combustível acabe. Joy Agbonifo é uma das muitas pessoas que está na fila: “Abastecer combustível é como garimpar ouro. Andamos à procura horas a fio, sem ter garantias de que vamos conseguir encontrar combustível. Há muitas pessoas que estão a armazenar o combustível para depois venderem mais caro. É nisto que a Nigéria se tornou,” disse.
Mas esta é apenas uma faceta de um problema global, de acordo com os economistas. O preço do barril de crude subiu em flecha na retoma económica que se seguiu ao auge da pandemia da Covid-19; a procura de produtos petrolíferos aumentou.
Agora, com a invasão russa da Ucrânia, os preços voltaram a disparar, devido aos receios de uma quebra na oferta.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano vai reajustar os horários dos alunos à escala nacional, com a entrada em vigor, ainda este mês. A iniciativa visa acomodar as orientações do Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciadas na última comunicação à nação, no âmbito do estado de calamidade pública.
O facto foi avançado pela porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, Gina Guibunda.
“O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano foi autorizado a ter turmas até 45 alunos; significa que também esta é uma outra ginástica que está a ser feita, porque o ano lectivo iniciou há pouco mais de um mês, então, é preciso também reajustar as turmas”, disse.
O cumulativo de mortes por covid-19 mantém-se em 2.196, depois de o Ministério da Saúde não ter registado nenhum óbito pela doença nas últimas 24 horas. A informação consta dum comunicado do MISAU.
Do comunicado, consta, ainda, que nenhuma pessoa ficou internada, permancendo os mesmo 18 pacientes anunciados no último domingo, que se encontram sob cuidados médicos nas unidades sanitárias.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) está a procurar fazer chegar mais ajuda humanitária às crianças e famílias na Ucrânia, onde centenas de milhares de pessoas estão sem acesso a serviços básicos devido à invasão russa.Segundo o representante da UNICEF na Ucrânia, Murat Sahin, citado em comunicado, a agência da ONU está a “preparar-se para reforçar as operações assim que as restrições de acesso forem levantadas e as condições de segurança estiverem garantidas, para que a assistência humanitária possa ser enviada para as áreas mais duramente atingidas”.
De acordo com a Unicef, desde o início da invasão russa, as famílias têm “estado a abrigar-se no subsolo, isoladas dos serviços básicos”, e “hospitais e maternidades deslocaram os seus pacientes para caves”.
A Unicef, que havia já anunciado a entrega do primeiro carregamento de material humanitário em Lviv, disse que está a caminho da Polónia mais ajuda, incluindo 17.000 cobertores e roupas de inverno quentes para as crianças.
O primeiro carregamento incluía sobretudo equipamento de proteção pessoal para os trabalhadores de saúde da covid-19, bem como artigos médicos urgentemente necessários, incluindo medicamentos, ‘kits’ de primeiros socorros, ‘kits’ de obstetrícia e equipamento cirúrgico, ‘kits’ de desenvolvimento da primeira infância, entre outros.
O Fundo apela a um apoio de 349 milhões de dólares (321 milhões de euros) para o financiamento da resposta à crise na Ucrânia e região, sendo que 276 milhões de dólares (255 milhões de euros) destinam-se a programas da organização no território ucraniano e 73 milhões de dólares (67 milhões de euros) têm como objetivo ajudar as crianças nos países vizinhos.
O Governo angolano enviou um Boeing Triple Seven para Varsóvia, na Polónia, para trazer de volta ao país 277 cidadãos que tinham fugido da Ucrânia, depois da invasão russa. Destes, apenas 30 aceitaram voltar a Angola e chegaram ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, Luanda, na madrugada da segunda-feira.
Os angolanos que ficaram na Polónia alegaram que não receberam o apoio necessário para recomeçar a vida.
Faustina Alves, ministra angolana da Ação Social, Família e Promoção da Mulher, assegurou que estão criadas todas as condições para acolher estes cidadãos e lamentou o comportamento da maioria dos angolanos que preferiu não voltar a Angola.
Os Estados Unidos decidiram mandar mais 500 militares para a Europa para reforçar a segurança da Otan, anunciou na segunda-feira (07) o Pentágono, que estima que a Rússia já tenha enviado ao território ucraniano quase todas as tropas que estavam concentradas na fronteira.
Apenas este ano, o Pentágono já enviou 12.000 militares adicionais para o continente europeu.
O secretário de Defesa, Lloyd Austin, ordenou durante o fim de semana o envio de “500 militares americanos adicionais à Europa para aumentar as forças que já estão no continente”, disse aos jornalistas um funcionário do Departamento de Defesa.
O presidente americano, Joe Biden, disse claramente que todo contingente enviado à Europa não tem como destino a Ucrânia e nem vai participar da guerra no país. Trata-se de movimentações preventivas em países da aliança militar (Otan), da qual Kiev não faz parte.
O funcionário do Departamento de Defesa dos EUA calcula que o presidente russo, Vladimir Putin, já enviou para dentro da Ucrânia “quase 100% de suas forças de combate” que estavam concentradas nos últimos meses na fronteira russo-ucraniana, ou seja, mais de 150.000 soldados, “segundo as estimativas americanas”.
Sem acusar claramente Moscou de atacar os civis de maneira deliberada, a fonte considerou que esses ataques acontecem “cada vez com mais frequência e em uma escala cada vez maior”.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirma que os russos estão se preparando para atacar Odessa, uma cidade portuária estratégica às margens do Mar Negro.
O Banco de Portugal revelou na segunda-feira que instruiu os credores a congelarem as contas de oligarcas e entidades alvos de sanções contra a Rússia.
O organismo, liderado pelo ex-ministro das Finanças Mário Centeno, afirmou ter identificado inicialmente um “número muito reduzido” de pessoas e entidades sancionadas com contas bancárias portuguesas.
Ainda não é conhecido o número de entidades/pessoas contas alvo de sanções no País.
As inundações na Austrália, que duram há mais de duas semanas, obrigaram à retirada de cerca de 80.000 pessoas em Nova Gales do Sul, anunciaram as autoridades, que elevaram o número de mortos para 21.
As chuvas torrenciais, que atingiram Sydney e as áreas circundantes forçaram as autoridades a ordenar a retirada de cerca de 80.000 pessoas desde segunda-feira à noite, 60.000 das quais de 13 distritos da parte ocidental de Sydney, a cidade mais populosa da Austrália.
Imagens divulgadas pelos meios de comunicação social mostram estradas completamente inundadas, bem como casas, carros e sinalização rodoviária quase submersos por cheias, especialmente na cidade de Camden e zonas ribeirinhas na parte ocidental de Sidney.
Após as fortes chuvas, que devem durar pelo menos até quinta-feira, com ventos de até 90 quilómetros por hora, há receios de deslizamentos de terra e inundações. Entretanto, no vizinho Queensland, o terceiro estado mais populoso da Austrália, os esforços de limpeza e reconstrução prosseguem após as inundações de há mais de uma semana terem deixado mais de 20.000 casas e empresas danificadas.
O governo de Queensland estima que a catástrofe causará uma perda de cerca de 733 milhões de dólares (674 milhões de euros), equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto da região no primeiro trimestre do ano.
As autoridades australianas, que planeiam destacar cerca de 5.000 soldados no final desta semana para trabalhos de socorro e limpeza em Nova Gales do Sul e Queensland, afirmaram hoje que mais de 250.000 pessoas candidataram-se a receber apoios financeiros na sequência da catástrofe.
Volta a não haver entendimento entre Ucrânia e Rússia quanto a um cessar-fogo. Kiev diz haver “resultados positivos” sobre corredores humanitários, mas Moscovo afirma que terceira ronda não “correspondeu às expetativas”.
A terceira ronda de negociações entre russos e ucranianos, que teve lugar, na segunda-feira (07.03), terminou, segundo Kiev, com “alguns resultados positivos” na questão dos corredores humanitários.
Sobre outras questões fundamentais, como as relativas a um cessar-fogo, “continuarão os diálogos intensivos”, referiu o representante ucraniano, lamentando que, nestes pontos, “até ao momento não haja resultados que possam melhorar a situação”.
O chefe da delegação russa, Vladimir Medinsky, considerou, por seu turno, que esta terceira ronda de conversações “não correspondeu às expectativas” de Moscovo.
O ex-presidente sul-africano Jacob Zuma manifestou o seu apoio à operação militar contra a Ucrânia lançada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, que classificou como “um homem de paz”.
Na mesma nota, Zuma considerou “justificável que a Rússia se sentisse provocada” pela possível entrada da Ucrânia na NATO.
E acusou o Ocidente de ingerências em outros países do bloco de países emergentes BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), nomeadamente de estar por detrás da sua saída do poder em 2018, quando foi forçado a demitir-se pelo seu próprio partido devido a múltiplos escândalos de corrupção.
“Todos precisamos de paz neste mundo. Por isso gostaríamos de pedir aos envolvidos que promovam a paz tão brevemente quanto possível para que vidas possam ser salvas”, lê-se no comunicado da Fundação Jacob Zuma.
Pelo menos 65 por cento dos cerca de quatro mil trabalhadores da Açucareira de Xinavane, na província de Maputo, já retomaram ao trabalho, depois de observar uma greve que culminou com vandalização de várias infra-estruturas e bens.
A entidade patronal, o sindicato e o Governo alcançaram um acordo visando o incremento salarial num período de um ano. Os acordos alcançados vão vigorar de Março de 2022 a Março de 2023. Os aumentos salariais variam de 330 a 940 meticais respectivamente.
As negociações envolveram o Governo de Moçambique, a Tongaat Hulett, que detém neste caso a Açucareira de Xinavane e o Sindicato em representação da massa laboral. Mas para os trabalhadores o incremento esta longe de satisfazer a expectativa.
A Italsec Mozambique, Lda, empresa a actuar no Ramo de segurança privada de bens e instalações, pretende recrutar um (1) Inspector de Segurança. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Contabilista Administrativa. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Negócios. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Comunicação de Mudança Social e Comportamental (SBCC). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Procurement. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
ADGC Group, empresa de Grupo A, do sector de Energia em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Secretária de Direcção. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas Empresarial e Institucional. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Desenhador Gráfico e Marketing digital. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Armazém de Restaurante. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Gestora de Expedientes. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Inquiridor de Controle de Satisfação. Saiba mais.
A Rússia advertiu no domingo (06) aos países vizinhos da Ucrânia sobre o risco que representa receber aviões de combate ucranianos utilizados na guerra entre os dois Estados.
“Praticamente, toda a aviação do regime de Kiev apta para o combate foi destruída. Mas sabemos por uma fonte segura que algumas aeronaves ucranianas voaram para a Romênia e outros países vizinhos”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.
A Ucrânia, que é alvo de uma invasão do exército russo desde 24 de Fevereiro, apela aos países ocidentais para que estabeleçam uma zona de exclusão aérea sobre o seu território, algo que a Otan rechaçou, alegando que representaria forte risco de confrontação direta com Moscou.
O Japão elevou na segunda-feira o nível de alerta de viagem para todo o território russo e aconselhou os japoneses a não viajarem para a Rússia, avisando que “a tensão pode aumentar” após a imposição de sanções.
O porta-voz do Governo japonês, Hirokazu Matsuno, anunciou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros elevou o alerta para o nível 3 para a Rússia, o segundo mais grave, apenas abaixo do nível 4, que recomenda a retirada imediata de um território.
Matsuno sublinhou que as sanções impostas à Rússia devido à invasão da Ucrânia afetaram as operações das companhias aéreas, incluindo das japonesas Japan Airlines e All Nippon Airways, e podem dificultar a saída de japoneses da Rússia.
A American Express (AMEX) anunciou que suspende as operações na Rússia, juntando-se assim à decisão tomada no sábado pelas plataformas de transações financeiras Visa e Mastercard.
Perante o ataque contínuo e injustificado da Rússia ao povo da Ucrânia, a American Express suspende todas as operações na Rússia”, disse a empresa, num comunicado.
Como no caso das outras duas empresas de transações financeiras, a AMEX esclarece que os seus cartões “emitidos em todo o mundo deixam de funcionar nos comerciantes ou nas caixas automáticas na Rússia, enquanto os cartões emitidos localmente por bancos russos deixam de funcionar no estrangeiro”.
Desta forma, os cartões emitidos fora da Rússia não podem ser usados para fazer compras ou retirar dinheiro dentro do país, mas os cidadãos com cartões emitidos no país poderão fazer compras na Rússia, embora as suas transações sejam feitas através de outras redes.
A decisão das três plataformas financeiras acontece uma semana depois de os Estados Unidos e a União Europeia (UE), juntamente com outros parceiros ocidentais, terem concordado em remover alguns bancos russos do sistema internacional Swift – o sistema de transações que é a base do sistema financeiro global – usado por 11.000 bancos em 200 países ou territórios para fazer transferências.
As três empresas já tinham anunciado, na semana passada, o bloqueio de instituições financeiras russas sancionadas pelas autoridades norte-americanas, em retaliação pela invasão russa.
O Banco Central da Rússia disse no sábado que todos os cartões Visa e Mastercard emitidos por bancos russos continuarão a funcionar normalmente no território russo, até à data de vencimento.
Chefe da Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) em Moçambique, SAMIM, diz ter enfraquecido a atuação dos rebeldes em Cabo Delgado. Porém, reconhece persistência de focos de ataques.
A Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) em Moçambique, SAMIM, que apoia Moçambique no combate ao extremismo violento, diz ter destruído a maior parte das bases ou esconderijos dos terroristas em Cabo Delgado, o que enfraqueceu a atuação do grupo.
Esta afirmação é do chefe da organização, Mpho Molomo, que falou, aos jornalistas na cidade de Pemba, a capital da província nortenha de Cabo Delgado.
Segundo Mpho Molomo “os terroristas foram desalojados das suas principais bases”. “Impedimos as suas ações, ‘de tirar a vida’ às pessoas. As próprias pessoas asseguram que, devido à nossa presença nestas áreas, sentem-se mais seguras”.
Moscovo vai permitir a abertura de corredores humanitários, na capital ucraniana, Kiev, e nas cidades de Mariupol, Kharkiv e Sumi.
A informação foi prestada à Cruz Vermelha, à Organização para a Segurança e Cooperação na Europa e à ONU, segundo agências de notícias russas. A decisão foi tomada “perante a situação humanitária catastrófica e o seu forte agravamento nas cidades de Kiev, Kharkiv, Sumi e Mariupol”, justificaram as Forças Armadas russas.
Um dos corredores será aberto a partir de Kiev, passando pelas cidades de Gostomel, chegando a Chernobyl e às cidades bielorrussas de Gden e Gomel, com o posterior transporte, por via aérea, das pessoas deslocadas para a Federação Russa.
A partida de Mariupol será por duas vias. A primeira rota segue para Rostov-on-Don, já na Rússia, e depois por via aérea, ferroviária e rodoviária, para destinos selecionados ou centros de alojamento temporário. O segundo é entre Mariupol e Mangush, na bacia de Donetsk.
A rota de Kharkiv segue para Belgorod, já na Federação Russa, para depois fazer chegar os refugiados por via aérea, ferroviária e rodoviária para destinos selecionados ou centros de alojamento temporário.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, revelou no domingo que Washington está a conversar com os seus aliados na Europa para proibir a importação de petróleo da Rússia como retaliação pela guerra na Ucrânia.
Blinken, que está na Moldávia, explicou, que, no sábado, falou ao telefone sobre esse assunto com o Presidente dos EUA, Joe Biden, e com outros membros do Governo.
A proibição das importações de petróleo privaria a presidência russa (Kremlin) de uma importante fonte de receita, mas poderia prejudicar a economia mundial ao elevar os já altos preços da energia, razão pela qual os governos ocidentais têm resistido a adotar tal medida.
No entanto, os congressistas dos Estados Unidos, quer democratas quer republicanos, têm pressionado Biden nos últimos dias para que Washington pare de comprar petróleo e seus derivados à Rússia, argumentando que a receita dessas importações é usada pelo Kremlin para financiar a guerra na Ucrânia.
No sábado, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reuniu-se por videoconferência com 280 membros do Congresso norte-americano e pediu ajuda, apelando à proibição da importação de petróleo da Rússia, recebendo apoio de muitos dos legisladores.
Embora a sanção tenha vindo a ganhar apoio interno nos Estados Unidos, a União Europeia (UE) ainda não expressou a sua aprovação.
Milhares de pessoas se reuniram no domingo (06) em várias cidades europeias para se manifestar, pelo segundo dia consecutivo, contra a invasão russa da Ucrânia. Segundo a polícia da Bélgica, cerca de 5.000 pessoas marcharam em Bruxelas com bandeiras ucranianas.
Em Toulouse, cidade-irmã de Kiev no sudoeste da França, a multidão desfilou carregando uma grande faixa amarela e azul, as cores da bandeira da Ucrânia, com retratos do presidente russo manchados de sangue e onde estava escrito: “Parem o assassino Putin.”
Na Espanha, os manifestantes se concentraram na capital Madri, em Barcelona e em outras cidades para exigir o fim da ofensiva russa.
Numerosas bandeiras azuis e amarelas tremulavam na Praça Catalunha, no centro de Barcelona, onde cerca de 800 pessoas, segundo as autoridades, se reuniram com cartazes que diziam: “Fechem os céus, não os olhos”, “Otan, proteja o céu da Ucrânia” e “Stop Putin, stop War”.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...