O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) ofereceu 2.760 kits de rega gota-a-gota e respectivas bombas movidas a energia solar aos produtores das províncias de Inhambane, Sofala, Manica e Tete, no âmbito do reforço da capacidade produtiva dos agricultores afectados pelo ciclone Idai.
Para além dos kits os produtores receberam também 60 toneladas de semente diversa, 2.815 toneladas de fertilizantes, 6.487 litros de pesticida, 2.3 toneladas de fungicida (Maconzeb), e 4.875 unidades de instrumentos agrícolas.
Segundo a Carta MZ, os kits foram adquiridos pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER), no quadro da parceria com o BAD, e foram alocados considerando a magnitude dos impactos causados em cada uma das quatro províncias afectadas pelo ciclone.
A iniciativa surge no âmbito do acordo assinado recentemente pelo Governo de Moçambique e o Banco Africano de Desenvolvimento para o financiamento do Programa de Emergência para a Recuperação e Resiliência Pós Ciclones Idai e Kenneth para Moçambique, Malawi e Zimbabwe (PCREP) orçado em 50 milhões de dólares.
Alinhado com o SUSTENTA, a implementação do PCIREP tem por finalidade apoiar as famílias na melhoria da capacidade produtiva e aumentar a renda, como mecanismo de adaptação face aos eventos climáticos.
Neste âmbito, o Governo espera incrementar a área de produção em 138 hectares nas quatro províncias e o reforço da capacidade produtiva de 2.760 agregados familiares e potenciar os criadores com 324 kits veterinários que compreendem drogas carracicidas, vitaminas e medicamentos para gado bovino.
Está detido desde quinta-feira um indivíduo de nacionalidade moçambicana, de 32 anos de idade, na vizinha África do Sul por suspeita de tráfico de armas militares AK-47 e munições.
Em comunicado, a polícia referiu que a detenção ocorreu cerca das 21:00 horas locais, durante uma operação de fiscalização naquela fronteira com o país vizinho em que foi autuada uma carrinha Toyota Hilux proveniente de Moçambique, com registo de matrícula na província sul-africana de Mpumalanga.
“O referido veículo foi parado e durante uma busca foram encontradas duas armas AK-47 debaixo de uma esponja, bem como dois carregadores com munições”, refere-se no comunicado.
Segundo a força de segurança, o moçambicano foi preso por “posse ilegal de arma de fogo e munições, assim como possível contrabando de armas de fogo e munições”, devendo ser presente a um juiz do tribunal local de Komatipoort em 19 de abril.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Conformidade e Revisão Interna. Saiba mais.
A Good Neighbors Mozambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Comunicação para Mudança de Comportamento. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar quatro (4) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva do Projecto Ungumi. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador do Projecto. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cozinheiros e Ajudantes de Cozinha. Saiba mais.
O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) , Bernardino Rafael, alertou Sabado (16/04) aos mancebos do 42º curso de Instrução Básica da Polícia, que o cidadão não deve ter medo dos agentes policiais.
O Comandante-geral da Polícia da República de Moçambique reiterou ainda sua preocupação com casos de agentes da Polícia de trânsito envolvidos em actos de extorsão de automobilistas na via pública.
Bernardino Rafael realça que esta prática não se compadece com a ética e deontologia profissionais, constituindo um retrocesso nos esforços da manutenção da credibilidade das acções da corporação.
“Fico triste quando a população tem medo da polícia, é ao contrário. Aprendam aqui que a população não tenha medo da polícia, por isso é que sabem dizer que este lado há perigo, a estrada tal, não se pode circular porque caiu um ramo no lugar X a dizer ao cidadão, facilitar o cidadão. Não vierem aprender aqui a pedir refresco na estrada, não vieram aprender aqui para escolher especialidade, não”, frisou.
A policia federal do Brasil prendeu no sábado, “colorido” o segundo líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), a quadrilha prisional mais poderosa do país e grande exportadora de cocaína, informou o Ministério da Justiça.
Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido estava foragido desde 2014 e estava na lista de criminosos mais procurados. Ele é um dos principais fornecedores de drogas para o Sudeste do Brasil, disse o ministério.
Criado nas cadeias do Estado de São Paulo, o PCC tornou-se uma das organizações criminosas mais poderosas das Américas, responsável pela movimentação de drogas dos países produtores sul-americanos para abastecer os mercados consumidores do Brasil e da Europa.
Grande parte da principal liderança está na prisão há anos; Colorido era o número 2 do grupo, entre os que ainda vivem em liberdade, disse o ministério.
Em 2020, o traficante do PCC Gilberto Aparecido dos Santos, também conhecido como “Fuminho”, foi capturado em Moçambique, um sinal da crescente presença internacional da quadrilha.
Fuminho esteve foragido durante mais de 20 anos até à sua captura em Maputo.
Templos da IURD Angola voltam a ser encerrados e serão entregues à direção “legitimada pelo Governo angolano”, diz fonte oficial. IURD Angola reage e pede às autoridades que acabem com perseguições.
Segundo a DW, Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) apelou neste domingo (17.04) às autoridades angolanas para que respeitem as decisões judiciais e acabem com as “perseguições”, sublinhando que não cabe ao Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR) fazer entrega de templos.
A posição da IURD Angola (ala brasileira, dirigida pelo bispo Alberto Seguda) surge depois de o diretor adjunto do INAR ter revelado, ontem, que os templos reabertos esta semana voltaram a ser encerrados e vão ser entregues à direção da igreja legitimada pelo Estado angolano.
Na passada terça-feira (12.04), a IURD Angola anunciou a reabertura dos seus templos, dois anos depois, referindo que a mesma resultava de uma decisão do Tribunal da Comarca de Luanda. Num comunicado, a IURD referia que o colégio de juízes da 4.ª Secção dos Crimes Comuns do Tribunal da Comarca de Luanda determinou o “desbloqueio dos bens móveis e imóveis da IURD em Angola”.
No sábado (16.04), em declarações à estação pública TPA, Ambrósio Micolo, diretor-geral adjunto do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR), entidade que é também fiel depositária dos templos que estavam apreendidos por ordem da Procuradoria-Geral da República (PGR), confirmou que o tribunal decidiu devolver o património que estava sob arresto à igreja.
Porém, segundo o diretor, “é preciso que o tribunal notifique o INAR para que este seja autorizado a fazer a entrega e possa autorizar a reabertura dos templos”, disse, acrescentando que “os selos estavam colocados”, pelo que “os fiéis da Igreja Universal violaram o pressuposto legal”. “Isto é uma violação muito grave. (…) O que vai acontecer é a que a PGR voltou a colocar os selos e aguarda a notificação do tribunal”, afirmou.
Ambrósio Micolo salientou que neste momento “já não existem alas, existe uma direção da Igreja Universal”, e é “esta direção legitimada pelo Estado angolano que vai rececionar os templos que vão ser entregues pelo INAR, esta é que tem legitimidade para reabrir e exercer as suas atividades”.
O mesmo responsável adiantou que mal o tribunal notifique o INAR este fará a devida comunicação à PGR para se proceder à entrega dos templos, sublinhando que “vai ser reposta a legalidade”.
A direção da IURD reconhecida pelo INAR é encabeçada pelo bispo Valente Bizerra Luís, que coordenava a comissão de reforma que entrou em conflito com a liderança brasileira da IURD em 2019.
Ambas as alas, a de origem brasileira, liderada agora pelo angolano Alberto Segunda e a ala dissidente, angolana, dirigida por Bizerra Luís, reclamam ser as legítimas representantes da igreja fundada por Edir Macedo.
Valente Bizerra Luís condenou a reabertura dos templos da IURD por dirigentes da ala brasileira, considerando que “é ilegal”, pois essa direção não é reconhecida.
Para os dissidentes, a reabertura dos templos do Maculusso e Alvalade (os principais locais de culto em Luanda) viola a decisão da PGR, pois só o INAR tem legitimidade para decidir
Bizerra Luís declarou à TPA que a ala que lidera foi reconhecida como a legitima representante da IURD pelo ex-ministro Jomo Fortunato [entretanto substituído por Filipe Zau].
“No ano passado, o ex-ministro da Cultura deixou bem claro de quem era a liderança legítima da igreja. O que estão a ver são cidadãos, estrangeiros, que não respeitam o Estado angolano”, sublinhou.
“Se um simples cidadão vai até esse templo, tira os selos, e faz uso desse imóvel, é uma invasão, essa direção já não é uma direção legítima”, reforçou Bizerra Luís.
A IURD em Angola enfrenta disputas internas desde 2019, quando bispos e pastores angolanos acusaram os gestores brasileiros de vários crimes, nomeadamente branqueamento de capitais, evasão de divisas, obrigação de vasectomia, bem como racismo.
Alguns bairros da Cidade de Maputo já se ressentem da precipitação que caiu nas últimas horas, tanto que há casas alagadas, ruas intransitáveis e valas de drenagem entupidas.
No bairro Albasine e Costa do Sol há ruas degradadas com a passagem da chuva, as valas de drenagem estão entupidas, houve até tentativa de contornar a força da água com a colocação de sacos de areia nas ruas, ainda no bairro do Albazine algumas residências foram abandonadas pelos seus proprietários devido à chuva.
No bairro Mavalane, um dos troços da Rua da Beira deu lugar a um riacho onde os carros mergulham para transitar.
Lembrar que o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê ocorrência de chuva acima de 70 mm em todo o país, nos próximos dias.
A previsão do estado do tempo indica que se poderá registar queda de precipitação, temperatura fria a fresca, céu nublado, ventos e trovoadas em algumas capitais provinciais.
Hoje, as temperaturas máximas poderão variar de 21 a 34 graus Celsius.
Segundo o O País, as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilanculo, na zona sul do país, poderão registar temperaturas máximas de 21, 22,27 e 27 e mínimas de 17, 20, 22 e 20 graus, respectivamente.
Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane prevêem-se máximas de 29,25, 34 e 31 e mínimas de 20, 17, 25 e 25 graus Celsius, respectivamente.
As cidades da Nampula, Pembae Lichinga poderão registar máximas de 31, 32 e 25 e mínimas de 23, 23 e 14graus, respectivamente.
Uma viatura que transportava reclusos acidentou ontem, em Nampula tendo causado a morte de uma pessoa e ferimentos a outras dezoito. Dois agentes penitenciários estão internados no Hospital Central de Nampula.
O acidente deu-see quando a viatura que transportava reclusos do estabelecimento penitenciário provincial de Nampula seguia em direcção a um campo de cultivo, no distrito de Rapale. Consta que um recluso perdeu a vida logo depois de dar entrada no Hospital Central de Nampula.
A penitenciária provincial ainda não se pronunciou sobre o assunto. E de acordo com o jornal O País um recluso terá fugido no local do acidente.
A ONU através do seu Secretário-geral, Antonio Guterres, manifestou preocupação com a deterioração da situação na cidade santa das três religiões monoteístas, numa altura em que assinalam a Semana Santa cristã, a Páscoa judaica e o Ramadão.
Guterres apelou aos “líderes de todos os lados para ajudar a acalmar a situação”, disse que “as provocações na Esplanada das Mesquitas devem parar” e pediu respeito pelo “‘status quo’ dos lugares santos em Jerusalém”.
O apelo de contenção de Guterres vem juntar-se aos Estados Unidos e a quatro países da UE (Espanha, Alemanha, França e Itália).
A violência em Jerusalém surgiu na sequência de uma série de ataques em Israel e de operações israelitas na Cisjordânia, outro território ocupado desde 1967 pelo Estado judaico.
Desde 22 de março, Israel foi atingido por quatro ataques, os dois primeiros perpetrados por árabes israelitas ligados ao grupo extremista Estado Islâmico e os dois últimos por palestinianos da região de Jenin, na Cisjordânia.
Segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Russia, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, está proibido de entrar na Rússia a proibição de entrada no país estende-se também a outros altos responsáveis britânicos, incluindo vários membros do Governo de Boris Johnson.
Além de Boris Johnson, a proibição de entrada na Rússia abrange também o vice-primeiro-ministro Dominic Raab, a ministra dos Negócios Estrangeiros Liz Truss, o ministro da Defesa Ben Wallace, a ex-primeira-ministra e agora deputada Theresa May e a primeira-ministra escocesa Nicola Sturgeon, adianta a agência France-Presse.
Esta medida serve como resposta às sanções impostas por Londres devido à invasão militar da Ucrânia, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.
“Esta medida foi tomada em resposta à campanha política e mediática desenfreada destinada a isolar a Rússia internacionalmente e criar as condições para (…) estrangular a economia nacional”, justificou a diplomacia russa.
De acordo com Moscovo, o Governo britânico “agrava propositadamente a situação em torno da Ucrânia, enchendo o regime de Kiev de armas letais e coordenando esforços semelhantes por parte da NATO”.
“A política russofóbica das autoridades britânicas, que se encarregaram de promover uma atitude negativa em relação ao nosso país e de congelar laços bilaterais em praticamente todas as áreas, prejudica o bem-estar e os interesses dos habitantes da própria Grã-Bretanha”, sublinharam os Negócios Estrangeiros.
A Governo dos Estados Unidos anunciou, sexta-feira, que vai voltar a arrendar terrenos públicos a empresas privadas para extrair petróleo e gás natural, quebrando assim uma promessa de Biden de pôr fim ao arrendamento de terrenos públicos para extração de petróleo e gás e reduzir os gases com efeito de estufa.
O anúncio, na sexta-feira, surge numa altura em que os preços da energia estão a subir em flecha, na sequência da invasão da Ucrânia pela Rússia e da imposição de sanções por Washington e outros países ocidentais.
O Departamento do Interior, gestor destes terrenos públicos federais, disse que vai colocar cerca de 58.700 hectares, em nove dos 50 estados do país, para arrendamento na próxima semana.
As empresas que pretendam arrendar terão de pagar ao governo federal um imposto equivalente a 18,75% dos lucros, um aumento acentuado em relação aos 12,5% em vigor até agora.
Estes novos arrendamentos serão os primeiros oferecidos por Joe Biden, desde tomou posse em janeiro do ano passado.
Nesse mesmo mês, Biden assinou várias ordens executivas para combater a crise climática, incluindo a suspensão de novos arrendamentos para a extração de petróleo e gás em terrenos federais.
Os principais grupos de defesa do ambiente norte-americanos, como o Sierra Club, opõem-se ao uso de ‘fracking’ por se tratar de uma técnica de extração intensiva, que recorre ao uso de químicos, podendo por isso contaminar a terra e a água onde é usada.
Moçambique e Botswana assinaram na manhã de Sexta-feira (15/04), na capital tswana, no âmbito da visita de Estado do Presidente moçambicano, Filipe Jacinto Nyusi, a àquele país, um acordo de importação de cerca de dois milhões de unidades de vacinas por ano contra a febre aftosa, doença que afecta o gado bovino.
O acordo também prevê o melhoramento genético de gado bovino através da inseminação artificial, importação de embriões e formação de técnicos moçambicanos em universidades do Botswana na área pecuária e inspecção de carnes.
“Pensamos que esta cooperação poderá aumentar a produção e a produtividade nos dois países e fazer face as exigências ou a demanda do mercado”, disse o vice-ministro moçambicano da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Olegário Banze, citado pela Rádio Moçambique, emissora nacional.
Banze, que integra a delegação presidencial, explica que “as exigências alimentares nos meios urbanos dos dois países tem mostrado uma evolução muito grande e os hábitos alimentares urbanos precisam cada vez de mais proteína animal”.
Moçambique conta actualmente com mais de dois milhões de cabeças de gado bovino. A febre aftosa afecta a produção animal, mas não tem repercussões na saúde pública, sendo endémica em vários pontos do mundo, nomeadamente no Médio Oriente, África, Ásia e América Central e do Sul.
Refira-se que o Botswana possui uma larga experiência na criação de gado em moldes industriais e em toda a sua cadeia de valor, produzindo leite, carnes e desenvolvendo a indústria de curtumes. Aliás, a exportação de carne de vaca é uma das principais fonte de divisas do Botswana.
O vencedor do Prémio Literário Fernando Leite Couto 2021-2022 será conhecido na segunda-feira, 18 de Abril, às 18 horas, na Fundação Fernando Leite Couto e será anunciado pelo Moza Banco e FFLC. Na presente edição, o galardão é dedicado à prosa.
No evento, que será igualmente uma homenagem ao patrono da Fundação, poderemos conhecer o primeiro autor de prosa laureado neste prémio, que já foi atribuído a dois poetas, Macvildo Bonde, com “A descrição das sombras”, em 2017, e Otildo Justino Guido, com “O silêncio da pele”, em 2019.
Em 2018, o júri decidiu não atribuir o prémio, pois nenhum dos candidatos reunia os requisitos de qualidade exigidos como critérios de premiação. Para esta segunda edição, dedicada à prosa, espera-se que o desfecho seja diferente e que se possa galardoar e imprimir um novo prosador para a galeria de jovens autores moçambicanos, escreve o Diário Económico.
O vencedor do prémio receberá 150 mil meticais, oferecido pelo Moza Banco, e terá, igualmente, patrocinado pela instituição bancária, a impressão do original submetido a concurso, além de participar de uma residência artística e do Festival do Fólio, em Portugal, suportado pela Câmara Municipal de Óbidos.
O prémio está a crescer, de modo que, além do Moza Banco, que já o patrocinava, passou a contar, igualmente, com a Câmara Municipal de Óbidos, Camões Instituto de Cooperação da Língua Portuguesa e a Câmara de Comércio Portugal Moçambique.
Tete comercializou pouco mais de 23 mil toneladas de productos agrícolas diversos, com destaque para milho, feijão, gergelim e soja, como resultado da linha de crédito especial de apoio à comercialização (LCCA).
Para o efeito, foram desembolsados mais de 29 milhões de meticais pelo Instituto de Cereais de Moçambique (ICM), Instituto Público (IP), e Agência de Apoio ao Desenvolvimento Rural (GAPI), que serviram para financiar 19 projectos de distribuição e venda de produtos agrícolas, sendo 12 em 2020 e 7 em 2021.
De acordo com o porta-voz do Conselho Executivo Provincial de Tete (CEP), Óscar Zalimba, os beneficiários abrangidos por esta iniciativa vêm dos distritos de Angónia, Moatize, Dôa, Marávia, Tsangano, Mágoè e cidade de Tete.
“Entre os produtos que mais se destacaram figuram as culturas de milho, feijão, gergelim e soja, sendo que das 19 operações de crédito concedidas foram geradas cumulativamente 157 postos de trabalhos, com realce para jovens”, disse referenciado pelo Notícias.
Igualmente, acrescentou que o CEP pretende introduzir um fundo de apoio ao empreendedorismo juvenil, tendo já pronta a proposta de regulamento com os critérios e procedimentos para o acesso ao financiamento.
Assegurou que o mesmo estabelece os mecanismos para a celebração do contracto de financiamento entre o CEP e o mutuário, como forma de garantir a promoção e incentivo às iniciativas geradoras de emprego e auto-emprego, empreendedorismo e outras fontes de rendimento para os jovens.
Empresários moçambicanos e norte-americanos promoveram em Maputo, um debate sobre o Mercado de Franquias (Franchising), programa inserido no âmbito da preparação da 30.ª Exposição Internacional Franchise, a realizar-se em Junho na cidade de Nova Iorque, onde o país estará presente.
Para o efeito, 45 empresários nacionais estiveram presentes na sessão, num evento organizado pela Agência de Comércio da Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA), em parceria com a Câmara de Comércio de Moçambique (CCM).
Falando na ocasião, de acordo com o Notícias, o presidente da CCM, Álvaro Massingue, afirmou que o Franchising constitui uma das formas de materializar o objectivo estratégico da sua agremiação que começa por facilitar o acesso do empresariado nacional aos mercados internacionais.
Segundo Massingue, a gastronomia e as expressões culturais moçambicanas são duas das inúmeras categorias do potencial nacional que podem ser competitivas e conquistar o mercado internacional, à semelhança de marcas e inovações nas áreas de construção civil, arquitectura e design.
“Neste Webinar encorajo- -vos a identificarem o que de melhor temos para oferecer ao mundo e conquistar o mercado internacional, pois o mercado mundial de franquia exige ousar, divulgar, investir e conquistar o mercado”, avança o Notícias.
Por seu turno, a encarregada de negócios da embaixada dos EUA em Moçambique, Abgail Dressel, afirmou que o sector privado é um parceiro valioso para o desenvolvimento económico, por isso o seu país continua a apoiar centenas de exportadores a aceder ao mercado americano.
A embaixada dos EUA explicou que a iniciativa de franchising “chave na mão” visa diversificar as bases de economia de Moçambique, promover o empreendedorismo e negócios bem-sucedidos globalmente e ainda trazer prosperidade aos empreendedores afectados pela pandemia do covid-19.
De acordo com a Associação Internacional de Franquias, os Estados Unidos possuem o mercado de franquias mais consolidado do mundo, criando cerca de 9,1 milhões de empregos directos e contribuindo 3% para o Produto Interno Bruto (PIB) anual.
“As franquias não se referem apenas aos fast foods, pois abrange mais de 75 sectores, incluindo a indústria automóvel, hospitalidade, tecnologias de informação, logística, finanças, serviços de recursos humanos, consultoria, educação, e o mercado imobiliário, entre outros”, destacou.
Um estudo do Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD) indica que 85% dos jovens moçambicanos que são militantes de partidos sentem-se excluídos dos órgãos internos de decisão. Os jovens queixam-se que só são chamados a participar na altura das campanhas eleitorais.
Fora dos partidos, a realidade não é muito diferente, sendo que muitos temem filiar-se ou participar em eventos políticos por temerem perseguições, raptos e até mortes, de acordo com o referido estudo.
As conclusões desta investigação levaram políticos e sociedade civil a reunir-se esta quinta-feira (14.04), em Maputo, para tentar encontrar soluções para a fraca participação da juventude na política moçambicana.
“Isso passa necessariamente por colocar os jovens nas listas e em posições que lhes permitam uma possível eleição”, disse o diretor de programas do IMD, Dércio Alfazema.
Apesar das conclusões do estudo, os partidos entendem, no entanto, que se dá espaço suficiente a todos os membros e simpatizantes nos eventos políticos.
“A RENAMO nunca colocou de parte os jovens, nem está em questão a sua representação, por exemplo, nas listas para concorrer. A solução é que o país tem que enveredar por eleições livres, justas e transparentes”, afirmou José Manteigas, porta-voz da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO).
Ismael Nhacuecue, porta-voz do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), sublinha que o seu partido foi criado com o enfoque nos interesses dos jovens.
“Já estivemos em situações melhores, hoje nem por isso. O partido reconhece isto. Criou condições para inserir jovens nos seus órgãos, para que tenham a possibilidade de, nesses órgãos, poderem discutir a sua participação e apresentar as melhores propostas sobre como devem ser representados”, comentou.
A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) entende que todos os membros e simpatizantes têm espaço para participar nos debates políticos.
“A adesão é máxima e o interesse também. O que nós podemos eventualmente discutir é se os jovens simpatizantes da FRELIMO estão todos eles filiados à OJM [Organização da Juventude Moçambicana]”, considerou o representante do partido no poder no evento de quinta-feira, Egídio Vaz.
“Uma coisa é estar abertamente a discutir e outra coisa é ir filiar-se à causa social e pagar quotas”, asseverou.
O debate sobre a inclusão dos jovens nos órgãos de governação acontece tendo em vista as eleições autárquicas marcadas para 11 de outubro de 2023.
A Good Neighbors Mozambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Comunicação para Mudança de Comportamento. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar quatro (4) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva do Projecto Ungumi. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende assegurar a contratação de Consultores Individuais ou Empresas. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Regulatório e de Qualidade. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Mobilização de Recursos e Comunicação & Imagem. Saiba mais.
A Fundação Ayuda en Acción (AeA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para a Elaboração de um Estudo de SAN, Género e Empoderamento Económico da Mulher. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador do Projecto. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cozinheiros e Ajudantes de Cozinha. Saiba mais.
A Rússia ameaçou, esta sexta-feira, os Estados Unidos, avisando que, se o fornecimento de armas à Ucrânia continuar, haverá “consequências imprevisíveis para a segurança regional e internacional”.
Numa nota diplomática a que o Washington Post teve acesso, os russos avisar que os “EUA e os seus aliados” devem “parar com a militarização irresponsável da Ucrânia”, escreve o notícias ao minuto.
O presidente Joe Biden já anunciou vários pacotes de apoio ao governo ucraniano. A última ajuda foi aprovada ainda esta semana, no valor de 800 milhões de dólares (mais de 735 milhões de euros) em ajuda militar.
No total, segundo a Sky News, os EUA já enviou um total de 1,7 mil milhões de dólares (mais de 1,5 mil milhões de euros) para a Ucrânia em ajuda militar.
Os ucranianos também têm recebido apoio militar por parte da União Europeia e, na Alemanha, os parceiros do Governo liderado pelo SPD insistem que o país abandone a política contra o envio de armas e que apoie militarmente a Ucrânia.
O Tribunal Judicial do Distrito de Montepuez, em Cabo Delgado, condenou garimpeiros ilegais a quatro anos de prisão, por prática de crimes de invasão, tentativa de exploração mineira ilegal e mineração ilegal na concessão da Montepuez Ruby Minning (MRM).
Em todos os casos, as condenações resultam da entrada dos arguidos na concessão da MRM, para mineração ilegal.
Dos condenados, destaque para dois arguidos, designadamente, Mbonda Macesse, a quem o tribunal aplicou uma pena de prisão de 4 anos e 6 meses de multa; e Manuel Pedro, sentenciado com uma pena de prisão de 4 anos e 8 meses de multa. A moldura penal abstracta neste tipo legal de crime é de 1 a 5 anos de prisão e multa até 2 anos. Portanto, Macesse e Pedro tiveram condenações próximas da máxima.
Segundo refere um comunicado da Montepuez Ruby Minning (MRM), estas condenações indicam que as autoridades judiciais ao nível distrital, provincial e nacional estão a levar a sério a questão da mineração ilegal no país, tendo em conta os danos à economia nacional e ao tecido social local.
A MRM diz que continuará a trabalhar em estreita colaboração com as autoridades, para assegurar que aqueles que forem encontrados a explorar ilegalmente rubis na sua concessão sejam tratados em conformidade com a lei.
O número crescente de incidentes, ataques e fatalidades envolvendo mineiros ilegais na concessão da MRM é uma grande preocupação para a empresa e para as comunidades, cujas aldeias estão pressionadas, devido ao fluxo de mineiros ilegais de cidades distantes e de províncias vizinhas, incluindo de outros países.
As práticas inseguras dos mineiros ilegais, que são normalmente supervisionados ou coagidos por sindicatos de contrabando ilegal de pedras preciosas, financiados por comerciantes estrangeiros que operam na região, continuam a resultar na perda de vidas.
Estes incidentes foram levados ao conhecimento das autoridades, tanto a nível provincial como nacional, na esperança de que sejam tomadas medidas mais proactivas contra aqueles que financiam, facilitam e encorajam o comércio ilegal de rubis moçambicanos, prejudicando Moçambique e a sua população, bem como a privação das receitas fiscais.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...