O Irão aumentou o domínio operacional em três mil quilómetros com a sua primeira divisão naval de transporte de “drones”, disse, este domingo, o comandante da Marinha iraniana, Shahram Irani.
O comandante iraniano declarou, citado pela agência de notícias ISNA, que “as frotas estão posicionadas a uma distância de 2.000 quilómetros ou mais e garantem a segurança” das “linhas de navegação e artérias económicas” no oceano Índico.
“Suponhamos que haja um grupo naval e que este tenha acesso a um esquadrão de voo com um alcance de mais de mil quilómetros. Isso significa que o nosso domínio de informação, o nosso domínio operacional melhora de dois mil para três mil quilómetros ou ainda mais”, acrescentou o comandante da Marinha iraniana. O Irão forneceu informações na sexta-feira sobre a sua primeira divisão de porta-aviões não tripulados, composta por navios e submarinos no Oceano Índico, com ‘drones’ modelo Ababil-4, Arash, Bavar-5 e Homa, entre outros, mas não detalhou o número de drones ou submarinos.
As autoridades iranianas referiram que esses grupos navais também são capazes de produzir e reparar ‘drones’ a bordo dos navios durante a operação.
“Além disso, reduzimos a nossa dependência em terra, pois um navio focado numa missão de apoio ou combate é uma base, o que significa que movemos uma base de dentro do território da República Islâmica do Irão a uma distância de dois mil quilómetros, nas profundezas dos oceanos”, afirmou o comandante Shahram Irani.
A apresentação da referida divisão naval pelo Irão ocorreu enquanto o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, estava no Médio Oriente e alguns dias depois do conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, dizer ter informações de que o Irão está a preparar-se para entregar centenas de ‘drones’ à Federação da Rússia para usar na ofensiva militar contra a Ucrânia.
Por seu lado, o Governo iraniano disse que o Irão e a Rússia estão a colaborar em áreas tecnológicas, mas argumentou que tal cooperação não é nova e antecede ao conflito militar na República da Ucrânia.
O Governo vai propor à Assembleia da República o aumento da idade de reforma na função pública para 65 anos contra os atuais 60, disse a ministra da Administração Estatal e Função Pública, citada ontem pelo jornal Notícias.
Ana Comoane afirmou que, com a mudança, tanto homens como mulheres passarão à reforma aos 65 anos, deixando de existir a atual diferenciação, em que os homens são aposentados aos 60 anos e as mulheres aos 55 anos.
Comoane avançou que a proposta vai prever exceções, elevando a idade da reforma para 70 anos nas magistraturas, educação e saúde.
A intenção do executivo terá de ser submetida à Assembleia da República, para a sua aprovação.
Em 2021, a Assembleia da República fixou a idade de aposentação em 60 anos para todos os setores laborais, deixando de fora os funcionários do Estado, que têm um estatuto próprio e que poderá agora ser objeto de revisão.
O ministro francês da Defesa, Sébastien Lecornu, alertou, este domingo, durante uma visita de dois dias à Côte d’Ivoire, que o conflito na Ucrânia não deve fazer esquecer a segurança em África, apesar de dizer “respeito a todo o Ocidente”.
“Temos uma forma de miopia na Europa e em França, onde a guerra na Ucrânia está a mobilizar todas as energias e é bastante natural, é um conflito que diz respeito a todo o Ocidente”, disse citado pela AFP antes de se encontrar com o Presidente ivoiriense, Alassane Ouattara.
O governante tinha falado anteriormente com o seu homólogo da Côte d’Ivoire, Téné Birahima Ouattara, para discutir a situação de segurança em África, particularmente na faixa sahelo-sariana. “A luta contra o terrorismo, que os militares francesas realizaram com algumas forças no Mali e em toda a região, é obviamente fundamental e forneceu respostas importantes”, mas agora estamos a entrar numa “nova agenda” que “vamos construir em conjunto com os principais amigos e aliados” da África Ocidental, sublinhou. A França e seus parceiros vão empenhar-se numa “reflexão sobre a inteligência, a interoperabilidade das nossas Forças Armadas, o papel das forças francesas quando estão preposicionadas num país como a Côte d’Ivoire, que é um pouco o modelo, basicamente, do que queremos desenvolver amanhã”, disse, prometendo novidades no Outono ou no final do ano.
Numa altura em que os militares franceses da operação anti jihadista Barkhane estão prestes a retirar do Mali, expulsos pela Junta Militar no poder, o Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou, na quarta-feira, a intenção de repensar a oferta estratégica proposta aos países africanos, em benefício de medidas mais discretas de apoio militar dos exércitos locais. Paris tem actualmente 850 soldados nas Forças Francesas na Côte d’Ivoire.
Na sexta-feira, o Presidente francês Emmanuel Macron anunciou planos para remodelar os exércitos do país. Numa recepção com o alto comando do exército, a propósito do Dia da Bastilha, Macron disse que queria fazer mudanças na estrutura, nos procedimentos e na cadeia de comando até ao primeiro semestre de 2023. A revisão operacional deverá ter um impacto notadamente no envolvimento do país na região do Sahel, na esteira da saída contínua da França do Mali.
“É uma necessidade estratégica porque precisamos de implantações menos entrincheiradas e menos expostas, para construir uma cooperação duradoura e mais estreita com os exércitos africanos e reconstruir as nossas capacidades de treinamento”, disse Macron.
A actual transição do Mali tem sido repleta de problemas para a França. Dos 53 soldados franceses mortos servindo na África Ocidental, 48 morreram naquele país africano. Além disso, os recentes golpes no Mali, no Chade e no Burkina Faso enfraqueceram as alianças francesas e encorajaram os jihadistas que controlam grandes áreas da região.
A ONG CESAL pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Projectos de Desenvolvimento Rural e Actividades Agrícolas. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Informático/ Gestor de Sistemas de Gestão.Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mestre para a Reparação de Caixa de Velocidade.Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mestre para a Reparação de Motores.Saiba mais.
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O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Caixa de Velocidade. Saiba mais.
A Administração Regional de Águas do Centro, Instituto Público pretende recrutar para o seu quadro um (1) Técnico Superior de Obras Públicas (Hidrólogo “A”). Saiba mais.
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O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Mecânicos de Motores. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior em Direito N1. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores em Comunicação e Imagem N1. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Cartografia N1. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior N1 (Designer). Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos Profissionais de TIC. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Auxiliares Administrativos (Motoristas). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Electricista de Alta Tensão. Saiba mais.
As autoridades judiciais espanholas decidiram pedir mais provas forenses sobre a morte de José Eduardo dos Santos, falecido em 08 de julho, embora os primeiros resultados da autópsia apontem para causas naturais.
Segundo informou no sábado o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, o Tribunal de Instrução de Barcelona decidiu que o Instituto de Medicina Legal vai manter a custódia do corpo, o que irá atrasar a sua entrega à família e funeral do ex-presidente angolano.
A justiça espanhola decidiu que, na sequência da denúncia apresentada por Tchizé dos Santos, filha do ex-presidente angolano, sobre suspeitas de que pode ter havido uma conspiração para por termo à sua vida, o corpo não poderá ser entregue à família até que sejam feitos exames forenses adicionais.
Além isso é necessário identificar “o(s) membro(s) da família” a quem o corpo deve ser entregue.
As sociedades de advogados que aconselham Tchizé dos Santos, denunciam a “pressão” que Angola está a exercer para que o corpo do ex-Presidente seja entregue e realizar um funeral de Estado, o que vai contra os desejos de José Eduardo dos Santos segundo tem referido a sua filha.
Segundo um documento emitidos pelos advogados, citado pela EFE, o atual governo de Angola declarou “guerra” ao círculo de Dos Santos e à sua família que, desde então, tem sofrido “uma forte pressão política”, que levou a que o ex-presidente tenha decidido exilar-se voluntariamente em Espanha.
Tchizé dos Santos tem afirmado ser desejo do seu pai ter um funeral privado e ser enterrado em Espanha, recusando um funeral de Estado em Angola “que possa favorecer o atual governo”.
Os resultados preliminares da autópsia apontam para uma “morte natural” devido a problemas “de insuficiência cardíaca” e “infeção pulmonar”, segundo uma fonte próxima do processo citada pela AFP.
José Eduardo dos Santos morreu em 08 de julho, aos 79 anos, numa clínica em Barcelona, Espanha, após semanas de internamento e o Governo angolano decretou sete dias de luto nacional.
Eduardo dos Santos sucedeu a Agostinho Neto como Presidente de Angola, em 1979, e deixou o cargo em 2017, cumprindo uma das mais longas presidências no mundo, pontuada por acusações de corrupção e nepotismo.
Em 2017, renunciou a recandidatar-se e o atual Presidente, João Lourenço, sucedeu-lhe no cargo, tendo sido eleito também pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no Governo desde que o país se tornou independente de Portugal em 1975.
As autoridades retiveram 275 imigrantes ilegais de nacionalidade malauiana na província de Gaza, no sul de Moçambique, anunciou ontem fonte da migração.
O grupo apresentava passaportes e certificados de emergência, mas não tinha vistos de entrada, disse à comunicação social Abeldo Nhanombe, porta-voz dos Serviços de Migração de Gaza.
Os imigrantes seguiam em quatro autocarros, três dos quais de transportadoras moçambicanas e outra malauiana.
Segundo o porta-voz, os imigrantes entraram em Moçambique através de duas fronteiras da província de Tete, no centro do país, e tinham como destino a África do Sul.
Abeldo Nhanombe avançou que uma parte do grupo foi repatriada no domingo e que os transportadores serão responsabilizados.
“Apelo a todos os cidadãos e transportadores de passageiros para pautarem por uma conduta de vigilância e terem atenção à presença de cidadãos estranhos nos seus autocarros”, referiu.
Moçambique é ponto de trânsito de milhares de migrantes que anualmente atravessam as fronteiras, alguns para tentar chegar à África do Sul, uma das maiores economias do continente africano.
Os utentes dos transportes coletivos, vulgo “chapas”, na cidade da Beira, dizem-se “asfixiados” pela subida em cinco meticais do preço de viagem, alertando para o agravamento do custo de vida.
Os transportes coletivos na Beira, capital da província de Sofala, aumentaram ontem os preços em cinco meticais, na sequência de uma autorização dada na semana passada pelo Ministério dos Transportes e Comunicações, depois de terem paralisado a atividade, em protesto contra o agravamento do custo dos combustíveis.
“As novas tarifas estão elevadas, que a ATABE [Associação dos Transportadores da Beira] fixasse em 12 meticais e não 15 meticais”, afirmou à Lusa Florinda Fernandes.
Florinda Fernandes referiu que, com o aumento da tarifa, tem de gastar 60 meticais, por dia, sendo 30 para si e outros tantos para o filho, que deve pagar o bilhete de viagem para a escola.
Além da deslocação para a escola, o filho ainda tem de suportar custos de material escolar, elevando as despesas na família.
Delfim Inácio, que aguardava por um transporte na paragem da Shoprite, na Beira, disse ter sido surpreendido com a entrada em vigor dos novos preços de “chapa”.
Não se sente em condições de de desembolsar 18 meticais de bilhete que passa a pagar no seu trajeto.
“Mesmo se tivesse tomado conhecimento sobre as novas tarifas, não estou em condições de pagar 18 meticais, tenho 13 meticais e julgo que terei que caminhar a pé para Manganhe”, declarou.
Para Nicolau Elias, passageiro que faz com regularidade o trajecto Macúti-Baixa da cidade, o aumento do preço dos “chapas” é bem-vindo, na medida em que vem compensar os custos dos combustíveis.
“Acho que não se devia reclamar, porque os combustíveis subiram bastante. Para mim, o aumento dos ´chapas` é justo, pois permitirá que os transportadores ganhem um pouco. O preço de 15 meticais é razoável, no lugar de termos a paralisação dos transportes”, disse Elias.
Alguns condutores dos transportes coletivos disseram que as novas tarifas “afugentaram” passageiros.
Timóteo Njanze, motorista que faz a rota Baixa da Cidade-Macúti, referiu que o número de utentes reduziu significativamente, devido ao novo preço do bilhete.
“Muitos passageiros decidiram acordar cedo e caminhar a pé até aos seus destinos, deixando o pouco dinheiro que tinham para que os seus filhos tomassem “chapas” para a escola. A vida está difícil, nós percebemos, mas os combustíveis estão igualmente caros”, assinalou.
António Marques, transportador que faz a rota Maquinino — Passagem de Nível, fez saber que o primeiro dia das novas tarifas não foi bem recebido por parte dos passageiros, tendo muitos murmurado, quando tiveram de pagar 18 meticais de passagem contra 13 meticais anteriores.
“Os passageiros vão-se habituar com o andar do tempo, mas a verdade é que muitos preferiram outros meios. O movimento foi fraco, se comparado a outras segundas-feiras”, disse Marques.
Há duas semanas, a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (Fematro) pediu ao Governo um mecanismo de reajustamento automático do preço de transporte, visando acabar com a incerteza em relação à fixação da tarifa e à viabilidade da atividade.
A proposta da Fematro surgiu na sequência de uma paralisação espontânea de transporte público movida pelos “chapeiros”, furgões de transporte de passageiros, na cidade e província de Maputo, devido ao novo aumento do preço dos combustíveis.
O Ministério dos Transportes e Comunicações prometeu compensações e subsídios aos transportadores para mitigar o impacto do aumento dos preços dos combustíveis no país.
O juiz do processo principal das dívidas ocultas, Efigénio Baptista, adiou a leitura da sentença para 30 de novembro, justificando a sua decisão com a “complexidade” do processo.
“Dada a especial complexidade da causa, o volume do processo de mais de 30 mil páginas e a sobrecarga de trabalho com os arrestos, embargos e agravos vai adiada a data da leitura da sentença”, refere-se num despacho assinado pelo juiz da causa a que a Lusa teve ontem acesso.
A leitura da sentença do julgamento, que começou em 23 de agosto de 2021, estava marcada para 01 de agosto, mas o juiz da causa já tinha alertado para a possibilidade de adiamento da data.
O processo envolve 19 arguidos acusados pela justiça moçambicana de se terem associado em “quadrilha” e delapidado o Estado moçambicano em 2,7 mil milhões de dólares angariados junto de bancos internacionais através de garantias prestadas pelo Governo.
Nas suas alegações finais, o Ministério Público pediu ao tribunal pena máxima para oito dos 19 arguidos, pena próxima da máxima para 10 arguidos e a absolvição de apenas um.
A acusação pediu ainda ao tribunal que os arguidos sejam condenados ao pagamento de uma indemnização de 2,7 mil milhões de dólares, correspondentes ao total das dívidas ocultas, acrescidos de juros de 850,5 mil dólares calculados até 2019.
Os empréstimos no valor de cerca de 2,7 mil milhões de dólares foram secretamente avalizados pelo Governo liderado na altura por Armando Guebuza, sem conhecimento do parlamento e do Tribunal Administrativo.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Informático/ Gestor de Sistemas de Gestão.Saiba mais.
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O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior em Direito N1. Saiba mais.
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O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos Profissionais de TIC. Saiba mais.
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A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Electricista de Alta Tensão (M/F). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Encarregado de Obra (M/F). Saiba mais.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, na sexta-feira passada que as forças governamentais, com apoio do Ruanda e da SADC, abateram um dos líderes dos rebeldes durante operações que culminaram com o assalto de uma base “estratégica” dos insurgentes em Macomia, no norte de Moçambique.
“Os nossos jovens das Forças de Defesa e Segurança estão a trabalhar […] Na semana passada, eles ocuparam uma base dos rebeldes em Macomia. Eles [os insurgentes] até perderam um comandante, chamado Assane”, disse Filipe Nyusi, durante um comício para membros do partido Frelimo, no distrito de Mueda, na província de Cabo Delgado.
O líder dos rebeldes foi abatido no âmbito de uma ação das Forças de Defesa e Segurança, em coordenação com o Ruanda e com a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), uma operação que culminou com a recuperação da base Catupa, considerada estratégica para os insurgentes no distrito de Macomia, na província de Cabo Delgado.
A base Catupa, localizada numa mata densa do distrito de Macomia, albergava rebeldes que fugiram das operações militares que garantiram a recuperação de Mocímboa da Praia em agosto do ano passado, segundo o chefe de Estado.
Para o Presidente, a morte de um dos líderes dos rebeldes e a tomada de uma base estratégica não significam o fim da luta contra o terrorismo no norte do país, embora o inimigo esteja “fragilizado”.
“Não estou a dizer que o problema acabou”, frisou Filipe Nyusi, acrescentando que as operações no terreno continuam.
“O inimigo está a tentar resistir”, declarou o Nyusi, pedindo a população para manter a vigilância, na medida em que há “pessoas de má-fé” que simulam ataques em aldeias recônditas para gerar pânico e furtar bens da comunidade.
A novela envolvendo o destino de Robert Lewandowski parece ter, finalmente, chegado ao seu final. Nesta sexta-feira (15), segundo informações do jornal Mundo Deportivo, o clube blaugrana teria chegado a um acordo com o Bayern de Munique pela contratação do craque polonês.
Ainda de acordo com o jornal o, clube catalão pagará 45 milhões de euros e outros cinco milhões em bônus ao Bayern de Munique
Na manhã deste sábado Lewandowski foi até ao centro de treinos dos bávaros para esvaziar o cacifo e despedir-se do clube que foi sua casa durante oito anos. A partida para Barcelona estará para muito breve.
Lewandowski será o quarto reforço dos culés neste verão. Xavi já recebeu Andres Christensen (Chelsea) e Franck Kessié (AC Milan) a custo zero e viu sair um cheque de 58 milhões de euros por Raphinha (Leeds).
Mahinda Rajapaksa, que foi também primeiro-ministro durante uma grande parte do governo liderado pelo irmão, o ex-ministro as Finanças Basil Rajapaksa e o ex-presidente do banco central Ajith Nivard Cabraal, estão proibidos de sair do Sri Lanka até 28 de julho, disse à EFE um colaborador próximo do presidente deposto.
A decisão do Supremo Tribunal surge depois de Gotayaba Rajapaksa ter conseguido deixar o Sri Lanka num voo militar, e responde ao pedido a várias organizações, incluindo a Transparência Internacional, para impedir que os irmãos Rajapaksa e alguns dos seus aliados políticos deixem o país sem prestar contas sobre a gestão da crise económica que o Sri Lanka vive há já vários meses.
Basil Rajapaksa tentou, sem sucesso, deixar o país na terça-feira mas viu as autoridades aeroportuárias recusarem-se a prestar-lhe assistência na área privada do aeroporto de Colombo para embarcar.
Já o ex-presidente Gotabaya, usando ainda os seus poderes presidenciais conseguiu fugir do Sri Lanka na quarta-feira, acompanhado apenas pela mulher e dois guarda-costas com destino às Maldivas, de onde embarcou esta quinta-feira para Singapura.
Basil e Mahinda tinham sido obrigados a renunciar aos cargos em maio passado, na sequência os fortes protestos populares, que culpam os irmãos Rajapaksa pela grave crise económica que o país atravessa.
Os Rajapaksa chegaram a ocupar pelo menos quatro ministérios, a Presidência e o gabinete do primeiro-ministro.
A demissão de Mahinda foi marcada por violentos confrontos entre os apoiantes do governo e os opositores, que resultaram ma morte de oito manifestantes e em mais de 200 feridos.
A decisão o Supremo Tribunal coincide com o anúncio, pelo líder do parlamento do Sri Lanka, que o Presidente, Gotabaya Rajapaksa, apresentou oficialmente a sua demissão na quinta-feira e que o processo de substituição deverá estar concluído numa semana.
A oposição política e os manifestantes acusam Rajapaksa de desvio de fundos públicos durante vários anos e responsabilizam as medidas impostas pelo chefe de Estado que provocaram o colapso económico do país.
A família do presidente negou as alegações de corrupção, mas Rajapaksa reconheceu que algumas das políticas contribuíram para a crise que o país enfrenta.
Os vários meses de protestos atingiram o ponto mais alto no fim de semana passado, quando manifestantes ocuparam o palácio presidencial, bem como a residência oficial do primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe.
A manutenção do gasoduto russo Nordstream em curso aumenta na Alemanha a preocupação de que o fornecimento não seja retomado na data prevista, 21 de julho, tornando mais provável a subida do alerta do plano de emergência.
Tanto o chanceler Olaf Scholz como o ministro da Economia alemão já sublinharam que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, está a usar o fornecimento de energia à Alemanha como “arma política”. O ministro Robert Habeck revelou à emissora RTL que “estaria a mentir” se dissesse que não teme possíveis consequências.
Thekla von Bülow, analista do setor da energia na “Aurora Energy Research” admite que, ao contrário do passado e das manutenções anuais de rotina, a Rússia não substituiu os volumes do Nordstream 1 (NS1) através do fornecimento de gás por outros gasodutos.
“Existe certamente a preocupação entre a indústria alemã e o governo, de que a Rússia ou prolongará a manutenção do NS1 ou não voltará a colocar o gasoduto em funcionamento de todo”, apontou, em declarações à agência Lusa.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, sublinhou na quinta-feira que o futuro do gasoduto e do fornecimento para a Alemanha depende da procura de gás na Europa e das sanções ocidentais contra a Rússia.
Thekla von Bülow espera que, “caso haja um sinal claro de que o gás não continuará a fluir para a Alemanha”, o governo alemão “declare a terceira fase do plano nacional de emergência do gás”.
“Isto permitiria ao governo alemão tomar medidas soberanas sobre a atribuição de gás na Alemanha”, disse à Lusa.
Nos últimos tempos, apenas 40% do volume de gás que normalmente é entregue pela Rússia, tem chegado à Alemanha. O gás russo é extremamente importante, principalmente para a indústria e para as habitações. Metade das casas na Alemanha são aquecidas com gás fornecido por empresas russas.
A Alemanha tem vindo a implementar uma série de medidas para se preparar para um possível cenário ‘sem gás’.
“Do lado da oferta, a Alemanha encomendou unidades FSRU (terminais flutuantes de armazenamento e regaseificação de Gás Natural Liquefeito – GNL), o primeiro dos quais deverá poder começar a fornecer gás à Alemanha no final deste ano. Atualmente, mais GNL tem vindo a fluir para a Alemanha, especialmente a partir dos Estados Unidos. Esperam-se mais FSRU em funcionamento no próximo ano”, apontou von Bülow.
“A Alemanha também emitiu uma lei para fazer cumprir o enchimento das reservas de gás para o início do inverno. A lei visa atribuir volumes de gás a armazenamentos, a fim de garantir a disponibilidade de gás suficiente durante o próximo inverno”, esclareceu.
No entanto, no caso de uma “paragem completa no fornecimento de gás da Rússia”, a especialista acredita que será necessária uma “redução do lado da procura”.
Em todo o país, as autoridades estão a tomar medidas para abrandar o consumo de gás, como a redução das temperaturas nas piscinas públicas.
A senadora dos Assuntos Sociais de Berlim, Katja Kipping (do partido A Esquerda) está a considerar a criação de “salas de aquecimento” onde as pessoas carenciadas, afetadas pela falha de gás, possam ir aquecer-se no próximo inverno.
Também o senador da Economia e Energia da capital alemã, Stephan Schwarz (independente), garantiu que Berlim está preparada para a escassez. Foi criada uma ‘task force’ para identificar formas de poupar energia em edifícios governamentais e lançado um apelo para que todos os cidadãos poupem gás.
Klaus Müller, do partido Os Verdes, e diretor da Agência Federal de Redes, responsável por determinar quem recebe que quantidades de gás na Alemanha, declarou, no RND, que a “lei alemã e europeia prevê a proteção de residências particulares” em relação às empresas, e essas devem ser abastecidas em primeiro lugar.
Uma opinião contrária à do ministro Robert Habeck, que quer reconsiderar a priorização da indústria sobre o uso pessoal, para que a economia não sofra muitos danos. Uma opinião que já sofreu duras críticas, sobre um tema que já merece a preocupação da maioria dos cidadãos a viver na Alemanha.
Darwin Núñez não está a ter um início fácil no Liverpool. Novamente a partir do banco, o antigo avançado do Benfica foi utilizado por Jurgen Klopp durante cerca de meia-hora no amigável frente ao Crystal Palace, em Singapura, e as ações em jogo do uruguaio não encheram as medidas aos adeptos dos reds.
Já após o encontro com o Manchester United, na Tailândia, se levantaram algumas vozes críticas perante a exibição de Darwin.
O ISTITUTO OIKOS Mozambique ONG de cooperação internacional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico em Promoção de Higiene e Saneamento na Comunidade (M/F). Saiba mais.
A Medical Care Development, Inc. (MCDI) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Sénior de Monitoria e Avaliação (M/F). Saiba mais.
A ONG moçambicana ABIODES, pretende-se recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Animador para a Formação Agrícola Participativa (FAP) (M/F). Saiba mais.
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O Governo de Moçambique, representado pelo Ministério dos Transportes e Comunicações pretende contratar um (1) Consultor – Especialista em Comunicação. Saiba mais.
A Associação Progresso pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital para o Projecto “Safe and Inclusive Learning – SAIL”. Saiba mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação (M/F). Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Caixa de Velocidade. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Informático, (M/F). Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Operário Industrial, (M/F). Saiba mais.
A Medical Care Development, Inc. (MCD) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Finanças e Operações (M/F). Saiba mais.
A Administração Regional de Águas do Centro, Instituto Público pretende recrutar para o seu quadro um (1) Técnico Superior de Obras Públicas (Hidrólogo “A”). Saiba mais.
A Administração Regional de Águas do Centro, Instituto Público pretende recrutar para o seu quadro um (1) Técnico Superior de Contabilidade N1. Saiba mais.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Técnico Superior de Manutenção de Sistemas de Controlo. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Mecânicos de Motores. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior em Direito N1. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores em Comunicação e Imagem N1. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Cartografia N1. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior N1 (Designer). Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos Profissionais de TIC. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Auxiliares Administrativos (Motoristas). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Electricista de Alta Tensão (M/F). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Encarregado de Obra (M/F). Saiba mais.
O Presidente francês alertou esta quinta-feira (14) que a guerra na Ucrânia vai durar e que os franceses terão de preparar-se para prescindir do gás russo, durante uma entrevista às televisões francesas, por ocasião do feriado nacional.
“Todos nós devemos preparar-nos para que a guerra dure. O verão e o início do outono serão, sem dúvida, muito difíceis”, declarou Emmanuel Macron às televisões francesas, após assistir ao tradicional desfile militar de 14 de Julho nos Campos Elísios.
Enquanto a guerra na Ucrânia pesar sobre o crescimento e fomentar o aumento dos preços da energia e dos alimentos, os franceses devem “preparar-se para prescindir do gás russo”, alertou Macron, anunciando que o Estado francês iria elaborar um “plano de sobriedade” para o sector da energia.
Devido à guerra na Ucrânia, mas também a inflação, o Presidente Emmanuel Macron anunciou na noite de quarta-feira uma nova lei de programação militar (LPM) 2024-2030 para “ajustar os meios às ameaças”, já que a França entrou, segundo o chefe de Estado francês, numa “economia de guerra”.
Um ex-presidente de Câmara ruandês, Laurent Bucyibaruta, foi condenado por um tribunal de Paris, após uma deliberação que se prolongou por 11 horas, a 20 anos de prisão, por cumplicidade no genocídio no Ruanda, revelou, quinta-feira(14), a Reuters. A condenação ocorre cerca de 28 anos após o genocídio que visou os tutsis no Ruanda.
Laurent Bucyibaruta, 78 anos, foi absolvido como autor do genocídio, mas considerado culpado como cúmplice de genocídio e crimes contra a Humanidade em quatro massacres, na localidade de Gikongoro, de que era presidente de Câmara. Esta região do Sul do Ruanda foi uma das mais atingidas pelo genocídio que matou, pelo menos, 800 mil pessoas no país entre Abril e Julho de 1994, segundo as Nações Unidas.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou que as forças governamentais, com apoio do Ruanda e da SADC, neutralizaram uma das principais bases dos insurgentes no distrito de Macomia, na província de Cabo Delgado.
“A base chama-se Catupa e foi um grupo das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique que a invadiu, tendo os outros parceiros feito um cordão de segurança”, declarou o Presidente Filipe Nyusi, durante uma conferência de imprensa na noite de quinta-feira em Pemba, capital provincial de Cabo Delgado.
O chefe de Estado moçambicano acrescentou que a base fica numa mata densa do distrito de Macomia e que albergava rebeldes que fugiram das operações militares que culminaram com a recuperação de Mocímboa da Praia em Agosto do ano passado. As operações para neutralizar essa base começaram na semana de 25 de Junho.
“Eles tinham duas bases chamadas Sire 1 e 2 e as Forças Armadas de Defesa e Segurança ocuparam e destruíram essas bases todas, recuperando Mocímboa da Praia. Por esta razão, eles fugiram e se posicionaram nas matas de Macomia”, explicou Filipe Nyusi.
O anúncio acontece uma semana depois de o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) ter alertado para a gravidade de novos ataques em distritos até agora considerados seguros e que provocaram 36.000 deslocados. Ainda esta quarta-feira, em Ancuabe, um grupo armado decapitou duas pessoas e ameaçou a população da zona.
Filipe Nyusi argumentou que os novos ataques no sul e centro de Cabo Delgado são resultado do desespero dos rebeldes, que precisam de apoio logístico e alimentos face à pressão que está a ser exercida pelas forças moçambicanas, apoiadas pelo Ruanda e pela SADC.
A província de Cabo Delgado é alvo, desde 2017, de ataques, tendo alguns sido reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico. Há cerca de 800 mil deslocados internos devido ao conflito, de acordo com a Organização Internacional das Migrações, e cerca de 4.000 mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED.
Desde Julho de 2021, uma ofensiva das tropas governamentais com o apoio do Ruanda – a que se juntou depois a SADC – permitiu recuperar zonas onde havia presença de rebeldes, mas a fuga destes tem provocado novos ataques noutros distritos usados como passagem ou refúgio.
Um total de 36 oficiais da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) vão ser incorporados na unidade de proteção de altas individualidades da polícia moçambicana, no âmbito do processo de pacificação, anunciou, esta sexta-feira (15.07), o partido.
“É uma grande alegria ver 36 oficiais da polícia juntarem-se a outros 10” que já integram a unidade de proteção no âmbito do acordo de paz, disse André Magibire, secretário-geral do maior partido de oposição em Moçambique.
O responsável falava ontem, em Maputo, durante uma conferência de imprensa de apresentação dos antigos guerrilheiros da RENAMO.
O chefe de Estado, Filipe Nyusi, e o presidente da RENAMO, Ossufo Momade, assinaram em agosto de 2019 o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, prevendo, entre outros aspetos, o Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) do braço armado do principal partido de oposição.
No âmbito do DDR, já foram desativadas 12 das 16 bases da RENAMO e 68% dos cerca de cinco mil guerrilheiros do partido já foram desmobilizados.
André Magibire avançou que decorrem conversações com o Governo moçambicano visando resolver “todas as outras questões pendentes” no processo, entre as quais os atrasos das pensões dos guerrilheiros já desmobilizados, uma questão que tem sido recorrentemente levantada pelo partido.
“Os nossos combatentes não têm pensões até hoje, mas estamos a trabalhar arduamente e acreditamos que a breve trecho este problema estará ultrapassado”, frisou.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, reiterou, esta quinta-feira, em Pemba, que ainda não há autorização oficial, para as famílias deslocadas devido ao terrorismo, em Cabo Delgado, retornarem às zonas de origem.
De acordo com a RM, Filipe Nyusi esclareceu que, neste momento, o Governo está empenhado na criação de condições de segurança e serviços básicos, para assegurar um regresso gradual, seguro e voluntário dos deslocados.
Na ocasião, o Presidente da República anunciou que as Forças de Defesa e Segurança destruíram uma das bases centrais dos terroristas, denominada KATUPA, no distrito de Macomia, em Cabo Delgado.
O Chefe de Estado acrescentou ainda, que os militares continuam a perseguir os malfeitores.
Foram publicadas hoje, dia 11 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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