A FIFA emitiu, esta quinta-feira, um comunicado oficial no qual confirma que o Mundial’2022 vai mesmo começar um dia antes do inicialmente previsto.
Desta forma, o jogo inaugural vai ser no dia 20 de novembro, pelas 16 horas, com o anfitrião Catar a defrontar o Equador.
Uma mudança que foi feita para manter a tradição do anfitrião participar no jogo inaugural do Campeonato do Mundo. Na primeira versão da calendarização, a prova ia arrancar a 21 de novembro com o embate entre Senegal e Países Baixos, sendo que antes da cerimónia de abertura ia haver ainda um Inglaterra – Irão. Com esta alteração, a Laranja Mecânica passa a jogar mesmo dia.
“A decisão surge na sequência de uma avaliação das implicações concorrenciais e operacionais, e depois de consultadas todas as partes interessadas e o país anfitrião”, refere a nota divulgada no site oficial do organismo, que informa ainda que a cerimónia de abertura da prova também decorrerá no dia 20 de novembro.
Recorde-se que esta não seria a primeira vez que o anfitrião não abria o Mundial. Em 2002, num torneio organizado pelo Japão e Coreia do Sul, a prova arrancou a 31 de maio com a surpreendente vitória do Senegal diante da França (1-0). Foi preciso esperar até 4 de junho para ver um dos anfitriões em ação, no caso a Coreia do Sul a bater a Polónia (2-0).
A Juíza do Tribunal Judicial da Manhiça condenou ontem, sexta-feira a um ano e oito meses de prisão e multas ao réu Carlos David Mugaduia, condutor do autocarro da Transportadora Nhancale, por se ter provado culpado no acidente de viação ocorrido no dia 3 de Junho de 2021, que provocou a morte de 35 pessoas e vários feridos.
O tribunal provou negligência do condutor, falta de habilitação para o serviço público de transporte de passageiros, não obediência aos sinais de perigo no local e transgressão ao código de estrada, por parte do réu Carlos Mugaduia.
O réu é condenado a pagar indemnizações aos feridos e familiares das vítimas mortais num valor equivalente a mais de 32 milhões de meticais.
O sinistro envolveu um autocarro da transportadora Nhancale, e dois camiões de transporte de mercadoria, uma das quais encontrava-se estacionada numa das bermas da Estrada Nacional Número Um.
Na leitura da sentença, a juíza provou que “o condutor do autocarro agiu por negligência, conduzia em excesso de velocidade, não observou a condução moderada no local e não estava habilitado para o serviço público de passageiros”.
As autoridades abortaram a exportação ilegal de 65 contentores de madeira em toro nas cidades de Montepuez e Pemba, em operações realizadas nestas duas regiões da província de Cabo Delgado.
A apreensão aconteceu no dia 27 de Julho passado, quando 20 dos 63 contentores estavam para ser exportados para China, a partir do Porto de Pemba.
No processo de exportação, as autoridades ligadas ao controlo dos recursos florestais e as Alfândegas aperceberam-se de irregularidades, das quais a existência de pau-preto e outra madeira em touro.
Feita a investigação, descobriu-se que, além dos 20 contentores, outros 43 encontravam-se no distrito do Montepuez, num estaleiro denominado Sain Funger Timber, que opera com uma licença da empresa Miti.
Sobre o assunto, as Alfândegas e a Procuradoria em Cabo Delgado não se pronunciaram. Entretanto, confirmaram que estavam a apurar as circunstâncias que levaram à tentativa de exportação de madeira proibida.
O “O País” apurou que a empresa envolvida no esquema é a mesma que, em finais do ano passado, perdeu para o Estado 13 mil metros cúbicos de madeira de diverso tipo encontrado ilegalmente nos seus estaleiros em Muxúnguè e Sena, em Sofala.
Devido a várias irregularidades, entre as quais a compra da mesma a madeireiros furtivos, madeira abaixo do diâmetro recomendado e sem licença para a referida actividade. A madeira foi depois vendida em hasta pública e o proprietário deve pagar ao Estado cerca de 29 milhões de Meticais em multa.
Não é a primeira vez que quantidades significativas de madeira são exportadas ilegalmente para a República Popular da China, a partir do Porto de Pemba.
Há anos, 76 contentores foram parar naquele país asiático e, mais tarde, recuperados e vendidos em hasta pública. Em conexão com o caso, pelo menos nove pessoas foram detidas, entre as quais um cidadão chinês e funcionários das Alfândegas afectos ao Porto de Pemba.
A Alemanha anunciou hoje a suspensão “até nova ordem” da maior parte das suas operações militares no Mali, onde integra a missão das Nações Unidas (MINUSMA), denunciando uma nova recusa de sobrevoar o país pelas autoridades malianas.
“O governo do Mali recusou mais uma vez autorizar um voo programado para hoje”, que deveria proporcionar uma rotação de pessoal, explicou um porta-voz do ministério alemão da Defesa.
Como resultado, “estamos a suspender as nossas operações de reconhecimento e voos de helicóptero até nova ordem”, porque “já não é possível apoiar operacionalmente a MINUSMA”, acrescentou a mesma fonte.
Sem o novo pessoal, que deveria “substituir [parcialmente] as forças francesas”, que se retiram, “a segurança no terreno deixa de estar garantida”, “as restantes forças” devem assumir essa responsabilidade e deixam de poder cumprir as suas missões habituais, explicou o porta-voz numa conferência de imprensa.
A recusa do sobrevoo verificou-se apesar das garantias em contrário dadas pelo ministro da Defesa maliano, Sadio Camara, durante uma conversa telefónica esta quinta-feira com a sua homóloga alemã, Christine Lambrecht, acrescentou o porta-voz.
“As ações da Camara dizem uma coisa diferente das suas palavras”, afirmou a ministra alemã na rede social Twitter.
A decisão alemã surge quando o Mali, que afastou o velho aliado francês para abraçar a cooperação com Moscovo, enfrenta o ressurgimento de ataques por parte do pouco conhecido Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (GSIM, JNIM em árabe) nas últimas semanas.
As relações entre a junta militar no poder em Bamako e Paris, a antiga potência colonial, deterioraram-se nos últimos meses, particularmente desde a chegada ao Mali dos operacionais paramilitares do grupo privado de segurança russo Wagner, que deixou os dois países de costas voltadas após nove anos de presença francesa militar ininterrupta no Mali para combater os grupos extremistas islâmicos.
A força francesa Barkhane está atualmente a finalizar a retirada do respetivo equipamento militar do país.
Após meses de animosidade, as autoridades malianas controladas pelos militares que chegaram ao poder pela força em agosto de 2020 anunciaram em maio deste ano que consideravam nulo e sem efeito o tratado de cooperação no domínio da defesa assinado de 2014 com a França, bem como os acordos de 2013 e 2020, que estabeleciam o quadro da presença da operação Barkhane e o reagrupamento de forças especiais europeias Takuba, iniciado pela França e no qual Portugal chegou a participar com cerca de duas dezenas de militares.
O Governo da Serra Leoa declarou, quarta-feira, o recolher obrigatório em todo o país após protestos maciços em várias ruas de Freetown e na região do Norte.
Na sequência desses protestos, de acordo com a Reuters, dois polícias foram mortos quando manifestantes entraram em confrontos com as forças de segurança exigindo a renúncia do Presidente, por causa de “dificuldades económicas”.
Dezenas de manifestantes foram presos, disse a Polícia. Um profissional de Saúde de um hospital em Freetown disse que dezenas de pessoas ficaram feridas. A Internet foi temporariamente bloqueada em Freetown na tarde de quarta-feira e manhã de ontem, de acordo com o NetBlocks, um grupo de monitoramento da web.
Num discurso à nação, proferido ontem através da televisão pública, o Vice-Presidente Mohamed Jalloh, disse que houve tentativas de derrubar o Governo legítimo do Presidente Julius Maada Bio por alguns “serra-leoneses auto-servidos”.
“O Governo reafirma o compromisso de manter a lei e a ordem, incluindo a protecção dos direitos fundamentais do público em geral. O sector de segurança foi autorizado a fazer cumprir integralmente esta directiva”, disse o Vice-Presidente do país.
Ex-rebelde absolvido
Um tribunal finlandês absolveu, ontem, um ex-rebelde da Serra Leoa no julgamento por crimes de guerra durante os últimos anos do conflito civil da Libéria, após um processo marcado por uma transferência inédita para solo liberiano.
Segundo a Efe, o tribunal de Pirkanmaa considerou que a acusação não tinha “provado com suficiente certeza” que o arguido, Gibril Massaquoi, de 52 anos e conhecido como “Anjo Gabriel”, estava envolvido nos estupros, assassinatos e recrutamento de crianças-soldado, crimes pelos quais foi indiciado.
No julgamento, o tribunal de Tampere, Sudoeste da Finlândia, também considerou que “a defesa havia demonstrado que era provável que o acusado não estivesse na Libéria no momento em que os crimes foram cometidos”.
Todos os jogos da oitava jornada do Moçambola-2022 estão marcados para o próximo domingo, indica uma alteração anunciada, esta sexta-feira.
O embate entre o Ferroviário da Beira e o Costa do Sol é o de cartaz da 8ª jornada do campeonato nacional. É um jogo de grandes emoções, envolvendo duas das melhores equipas do país, que buscam a conquista do título, não fossem os “locomotivas” vice-campeões nacionais e os “canarinhos” campeões de 2019.
Destaque vai também para os embates entre os locomotivas da capital a receberem o seu homólogo de Nampula que perderam na quarta feira na sua deslocação a Niassa em jogo da Taça de Moçambique perante o Ferroviário local.
Por sua vez o lider União Desportiva de Songo vai receber o muito bem embalado Ferroviário de Lichinga.
Incomáti vs Matchedje de Mocuba.
União Desportiva de Songo vs Ferroviário de Lichinga.
Ferroviário da Beira vs Costa do Sol.
Ferroviário de Maputo vs Ferroviário de Nampula.
Associação Black Bulls vs Ferroviário de Nacala.
Associação Desportiva de Vilankulo vs Liga Desportiva de Maputo
Na classificação, a União Desportiva do Songo está na primeira posição com 19 pontos, seguido do Costa do Sol, com 15 pontos, e Ferroviário de Nampula, com 14, na segunda e terceira posições, respectivamente. (RM Desporto)
O Ferroviário de Maputo e o seu treinador da equipa principal de futebol, Jean-François Losciuto, foram ontem notificados pela Direcção dos Serviços de Migração a nível da cidade de Maputo para averiguação da legalidade do técnico belga no país.
“Essa questão chegou-nos nós já estamos a trabalhar no assunto, o que posso dizer é que o clube foi notificado e quando tivermos informações mais detalhadas sobre o assunto iremos comunicar”, revelou Leidita Mate Mahanjane, porta-voz do SENAMI
Jean-François Losciuto foi contratado a 6 de Janeiro pelo Ferroviário de Maputo, só que, para o espanto do país desportivo, no último domingo não se deslocou com a equipa a Nacala para o jogo da sétima jornada do Moçambola-2022 frente o seu homónimo local.
Mais embaraçoso ainda foi o facto de o técnico ter ido ao campo da Liga Desportiva de Maputo assistir o embate entre os donos da casa e a Black Bulls, também da sétima jornada do Moçambola.
Esses factos fizeram soar alarmes quanto à legalidade do técnico no país, sendo que na terça-feira o Ferroviário emitiu um comunicado no qual tacitamente assume que o seu treinador está em situação irregular no país, ao afirmar numa das linhas que o expediente visando a sua regularização está pendente no Consulado de Moçambique em Mbabane, no Reino de Eswatini.
Este é um caso que promete fazer muita tinta, com a possibilidade de o Ferroviário de Maputo perder pontos em 6 jogos do Moçambola e ser eliminado da Taça de Moçambique em futebol, onde afastou o Vulcano FC na última eliminatória da cidade de Maputo.
Vinte supostos instigadores da violência pública, que ano passado afectou as províncias de Kwazulu-Natal e Gauteng, foram detidos esta quinta-feira.
De acordo com a RM, as detenções ocorreram em simultâneo, durante uma operação conjunta das agências de aplicação da lei, nas províncias de North West, Free State, Western Cape, Northern Cape, Gauteng e Kwazulu-Natal.
Os vinte suspeitos serão presentes, esta sexta-feira, ao Tribunal de Durban.
Eles enfrentam acusações de conspiração para cometer violência pública, incitação para cometer violência púbica e incitação para cometer incêndio criminoso.
A violência pública do ano passado custou a vida de mais de trezentas e cinquenta pessoas e provocou a destruição de diversas infra-estruturas.
A extremo moçambicana do Interclube, Engvild Macuaro, arrebatou o título de MVP da 37ª edição do Campeonato Nacional de Angola sénior feminino de basquetebol, após excelente exibição na quarta partida da final do play-off da final, a melhor de cinco partidas.
Desta forma, Engvild rendeu a compatriota Tamara Seda, do 1º de Agosto, que logrou o mesmo título na época transacta. Na partida que ditou o 14º título, a jogadora do conjunto da Polícia, contribui com 19 pontos.
Este foi o segundo título nacional da jogadora, em duas nações, depois de ter-se sagrado campeã, no inicio do ano, pelo Costa do Sul. Em declarações à imprensa, a jogadora, visivelmente emocionada disse tratar-se de um sonho inesperado.
“Consegui ser campeã, em dois países, no mesmo ano, é inédito. Sou grata a Deus pelo feito, e quero dedicar esse titulo à minha família, em Moçambique, assim como às companheiras do Costa do Sol”.
Questionada sobre uma possível extensão do vínculo contratual, a jogadora preferiu não responder, tendo justificado que o momento era para comemorar a consagração pelo clube afecto ao Ministério do Interior.
Sob o comando de Carlos Diniz, as “polícias” venceram três das quatro partidas disputadas: triunfaram nas duas primeiras (73-67 e 68-62), perderam a terceira, por 77-65, e fecharam as contas do título na quarta-feira (72-71), no Gimnodesportivo da Cidadela.
Diniz atribuiu o feito às jogadoras pela determinação e capacidade de recuperar uma desvantagem de 12 pontos para lograrem o título. O Interclube será o representante angolano na Taça dos Clubes Campeões Africanos, competição agendada para o mês de Dezembro, em Moçambique.
A AMODEFA pretende contratar um (1) Consultor (M/F) para elaboração de um estudo sobre o estado atual da situação da Uniões Prematuras e o seu impacto na vida social das meninas. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Administrativo. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende contratar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes Estagiários. Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Tecnologia de Informação e Comunicação N1 (TIC). Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC). Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares Administrativos (Condutor de veículos pesados). Saiba mais.
O internacional moçambicano, Edmilson Dove, é reforço do Kayzer Chiefs da África do Sul tendo rubricado o contrato válido por duas épocas (2022-2024) com mais um de opção.
Os Amakhosi confirmaram a contratação do ex-defesa do Cape Town City e da União Desportiva do Songo, Edmilson Dove, pela equipa de Arthur Zwane.
De acordo com a imprensa sul-africana, os gigantes do Soweto apresentaram um contrato de dois anos para o internacional moçambicano, uma semana depois de impressionar Zwane e a sua equipa técnica nos treinos.
O jogador de 28 anos deve preencher o vazio no lado esquerdo da defesa central dos Chiefs, que tem sido uma preocupação, após uma longa lesão de Sifiso Hlanti.
Edmilson juntou-se ao Kaiser Chiefs depois de ter actuado em apenas 8 jogos pela União Desportiva de Songo – nos seis jogos do Moçambola e em mais dois da pré-época.
Os parques nacionais de África, que albergam milhares de espécies, incluindo leões, elefantes e búfalos, estão cada vez mais ameaçados pela baixa pluviosidade e por novos projectos de infra-estruturas, alertam vários especialistas.
Em causa está a seca prolongada no leste do continente, exacerbada pelas alterações climáticas, assim como projectos de grande escala, nomeadamente petrolíferos e pecuários, noticia a agência Associated Press (AP).
Os parques ameaçados vão desde a África Oriental — nomeadamente os parques de Tsavo e Nairobi no Quénia – à África Austral – Mkomazi e Serengeti na Tanzânia, Quirimbas e Gorongosa em Moçambique ou Kruger na África do Sul -, e até à África Ocidental – Kahuzi Biega, Salonga e Virunga na República Democrática do Congo (RDC).
Além de protegerem espécies da flora e da fauna, estes parques também servem como sumidouros de carbono naturais, absorvendo dióxido de carbono e reduzindo os efeitos do aquecimento global.
Segundo Ken Mwathe, da organização ambientalista BirdLife International, citado pela Lusa estima-se que 38% das zonas de biodiversidade de África estejam sob ameaça severa devido às alterações climáticas e ao desenvolvimento de infra-estruturas.
A ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Carmelita Nhamashulua, anunciou que estão em revisão 86 livros escolares, sendo 20 do ensino primário e 66 do ensino secundário em uso nos subsistemas do ensino geral, desde o ano de 2016, visando melhorá-los nos aspectos de índole científico, linguístico e didáctico.
Paralelamente, de acordo com a governante, neste momento, está na fase conclusiva a revisão externa dos livros do ensino primário, processo que antecede a reedição e impressão do material didáctico, para que em 2023 o sector possa contar com livros em condições.
Com efeito, a ministra garantiu que tudo está a ser feito para que os livros ora em revisão, não apresentem erros de conteúdo, metodológicos, científicos e linguísticos.
Para isso, afirmou que o processo está a ser feito com apoio técnico de formadores do Instituto de Formação de Professores, professores das escolas primárias e secundárias e docentes universitários, no âmbito do memorando de entendimento assinado neste sentido com as universidades.
Reconheceu ainda que no primeiro semestre do ano em curso foi de grandes desafios, tendo sido marcado com a demora na provisão do livro escolar, que não chegou aos beneficiários na mesma altura, senão a conta-gotas devido à falta de meios para o transporte dos países onde se localizam as gráficas para o nosso país.
Além disso, neste ano, o livro de Ciências Sociais da 6ª classe apresentou erros graves que levaram o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano a retirá-lo da circulação.
A campanha eleitoral caminha para a reta final em Angola, com o dia das eleições, 24 de agosto, cada vez mais próximo. O MPLA partido no poder e a UNITA, que lidera a oposição, disputam o eleitorado com actos políticos de massas em todo o país.
Esta quarta-feira (10.08), João Lourenço, cabeça de lista do MPLA, falou aos eleitores de Malanje. Adalberto Costa Júnior, candidato da UNITA, trabalha por estes dias na província da Lunda Norte. É nestes actos políticos de massa que os dois líderes estão a trocar acusações.
Num comício realizado em julho, na Lunda Sul, Lourenço apelidou seu principal adversário de ilusionista e afirmou que o MPLA vai comemorar a manutenção do poder comendo “cabidela”, prato típico angolano feito com galinha, em alusão ao partido do Galo Negro, como é também conhecida a UNITA.
“Vamos continuar a trabalhar para vitória e vamos conquistar esta mesma vitória. E depois de um trabalho árduo merecemos comemorar. E vamos comemorar como? Vamos comer uma cabidela. Vamos comer uma boa cabidela, não importa se as penas do galo são pretas ou se são brancas. Ninguém come as penas. As penas vão para o lixo. Pretas, brancas e castanhas vão para o lixo. O que se come é o galo”, disse o candidato do MPLA.
Adalberto Costa Júnior responde ao recado com mais um convite para o debate eleitoral. Foi na província do Huambo que o líder da UNITA pediu ao seu adversário que acabe com os “discursos de arrogância”.
“É por isso que estou a repetir que estou pronto. Não fuja. Não tenha medo. Venha ao debate”, apelou. “Ouvimos tantos discursos de arrogância. Mas o que se passa? Estão sem ideias? Não têm projetos? Não sabem defender as suas ideias? Vamos ao debate, não fuja”.
Adalberto Costa Júnior acusa João Lourenço de ter perseguido politicamente o ex-presidente José Eduardo dos Santos, que morreu há um mês, e promete que o Presidente angolano em fim de mandato não será perseguido quando se efetivar a alternância do poder no dia 24 de agosto.
“Vimos perseguição dos seus adversários internos do próprio partido. Vimos que o combate à corrupção foi só para uns e para os outros foi proteção. Vimos membros do Governo muito ricos, sem capacidade de justificar os seus bens. Nunca houve processo contra eles”, acusa.
O líder da UNITA lembra ainda que foi o seu partido “que tomou a iniciativa de levar ao Parlamento a lei de Repatriamento de capitais, uma lei de equilíbrio que o MPLA reprovou” e promete voltar a propor a mesma legislação se vencer as eleições.
Em resposta, nesta quarta-feira, na cidade de Malanje, João Lourenço acusou a liderança da UNITA de aliar-se aos “corruptos que tiraram o dinheiro de Angola”.
“O irónico é que esses que defendem esse ponto de vista, fizeram um pacto com os corruptos. Estão a comer no prato dos corruptos. Estão a ser financiados pelos dinheiros saídos de Angola pela porta da corrupção”, afirmou.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) diz que as medidas de aceleração económica anunciadas, na última terça-feira, pelo Presidente da República, não resolvem os actuais problemas do país. No seu entender, as famílias vão continuar sufocadas.
“As medidas apresentadas pelo chefe de Estado frustram o povo moçambicano e desiludiram o povo, na medida em que as mesmas não resolvem o problema da fome e da pobreza”, afirma Ismael Nhacucue, porta-voz do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), o segundo maior partido da oposição no país.
“As medidas são cosméticas e não resolvem os problemas da economia a curto prazo”, critica ainda o porta-voz do MDM, que esperava, entre outras medidas, uma redução maior do Imposto de Valor Acrescentado (IVA), além do ponto percentual anunciado pelo Presidente Filipe Nyusi, que coloca o IVA nos 16%.
“Esperávamos que o Governo fosse mais ousado nas medidas, sobretudo de longo prazo, baixando o IVA para 14%. A redução do Imposto sobre Pessoas Colectivas (IRPC) em 10% nos setores da agricultura e transporte urbano é contraproducente”, argumenta Ismael Nhacucue.
Lembre-se que o Chefe de Estado, Filipe Jacinto Nyusi, anunciou na terça-feira um conjunto de 20 medidas que visam estimular a economia nacional. Entre as medidas, o destaque vai para a redução da taxa do IVA de 17% para 16%; a isenção do IVA na importação de factores para a produção agrícola e electrificação; e a redução da taxa do IRPC de 32% para 10%, nos sectores da agricultura, aquacultura e transportes urbanos.
Nove grupos rebeldes rejeitaram os Acordos de Paz assinados, segunda-feira, entre a Junta Militar do Tchad e uma parte da insurgência, alegando que os negociadores não apresentaram as suas exigências nas negociações, particularmente no que toca à libertação de prisioneiros.
A rejeição da Frente para a Alternância e Concórdia (FACT), o maior grupo armado, e mais oito facções da rebelião, fragiliza o referido Acordo, assim como pode inviabilizar o encontro de “Diálogo Nacional” previsto para 20 deste mês.
A Junta Militar Tchad e alguns dos grupos rebeldes assinaram, segunda-feira, no Qatar, um Acordo de Paz. Segundo a Reuters, o principal grupo rebelde do país não concordou com os termos do Acordo, que prevê um cessar-fogo até o início do encontro de “Diálogo da Nacional , que se realiza na capital do tchadiana , N’Djamena.
A Junta prometeu aos negociadores da rebelião não realizar nenhuma operação militar em bases dos grupos insurgentes em países vizinhos, concretamente no Sudão e na Líbia, onde alguns combatentes se refugiaram.
O maior destes grupos, o FACT – Frente para a Alternância e Concórdia no Tchad, na origem da ofensiva a partir da Líbia, que custou a vida do ex-líder do país, Idriss Déby, em 2021, não assinou o acordo.
As negociações entre o Governo e os grupos armados começaram em Março, após vários adiamentos, com vista à cessão das hostilidades no país.
Com 16 milhões de habitantes, o Tchad é dirigido por uma Junta Militar que promete entregar a gestão do país em Outubro deste ano, depois da realização de eleições gerais.
Subiu para 11 o número de mortes após um grupo armado ter atacado uma prisão no nordeste da República Democrática do Congo (RDC) na quinta-feira, levando à fuga de mais de 800 reclusos.
Segundo o mais recente relatório das autoridades congolesas, durante o assalto à prisão de Kakwangura, na cidade de Butembo (província do Kivu Norte), morreram dois polícias, cinco membros do grupo armado e um miliciano.
Três outros membros do grupo que atacou a prisão morreram depois de serem linchados por habitantes da cidade de Mumole, situada 35 quilómetros a sudeste da prisão, segundo o portal de notícias congolês Actualite.
Inicialmente, o exército atribui o ataque ao grupo Mai-Mai, um nome que abrange dezenas de milícias armadas que operam na área há décadas, formadas por camponeses e outros civis armados para se defenderem de outros rebeldes e até do próprio exército congolês.
Mais tarde, o exército recuou e disse que o ataque foi organizado e realizado por combatentes dos rebeldes das Forças Democráticas Aliadas (ADF, na sigla em inglês), com o apoio de milicianos local, de acordo com a Rádio Okapi citada pela Lusa.
Segundo a rádio congolesa Okapi, as forças armadas revelaram que o grupo de mais de 80 membros conseguiu em 15 minutos arrombar a porta principal da prisão e retirar 817 prisioneiros – incluindo 12 mulheres, membros das ADF –, sendo que 115 já foram recapturados.
Um jovem de 18 anos de idade, de nome Joshua Dobson de Spotland, Great Manchester [Reino Unido], estava a ser procurado pela polícia por ter roubado uma viatura e ter atestado a viatura sem pagar o combustível, em maio.
A polícia realizava buscas na sua residência quando se apercebeu de que havia um boneco ‘a respirar’ num dos cantos da casa.
O jovem tinha rasgado o fundo do boneco e colocou-se no seu interior para tentar escapar, mas acabou por ser apanhado, escreve o Metro britânico.
Joshua Dobson foi detido e foi condenado a uma pena de prisão de nove meses.
As autoridades malianas decretaram três dias de luto nacional a partir de hoje, depois de dois ataques terroristas terem matado dezenas de militares e polícias em todo aquele país da África Ocidental.
O Exército do Mali disse que um ataque no domingo na região norte de Gao matou 42 soldados. Num comunicado, adiantou que o ataque foi realizado por extremistas islâmicos que usaram drones, artilharia e viaturas armadilhadas.
Também no mesmo dia, cinco polícias foram mortos no sul do país, quando radicais atacaram uma esquadra perto da fronteira com o Burkina Faso. Três outros agentes continuam desaparecidos após a ofensiva à esquadra da polícia da fronteira de Sona, disse o director-geral da polícia nacional, Soulaimane Traore.
Na segunda-feira, refere a Lusa, terroristas do Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (GSIM, JNIM em árabe), filiado na organização Estado Islâmico, reivindicaram a responsabilidade dos ataques.
O ex- Presidente norte-americano, Donald Trump, sugeriu, quarta-feira(10), que a Polícia de Investigação Federal (FBI) possa ter “plantado provas falsas” durante as buscas na sua mansão na Florida, para tentar incriminá-lo, embora sem apresentar qualquer prova.
Numa mensagem na plataforma Truth Social, Trump reclamou que os agentes não permitiram que ninguém, nem mesmo os seus advogados, se aproximasse dos quartos em que entraram durante a operação.
“Todos foram convidados a sair do local, eles queriam ficar sozinhos, sem testemunhas que vissem o que estavam a fazer. Porque, eles insistiram tanto em não terem ninguém a observá-los?”, questionou o político republicano.
Trump levantou assim dúvidas sobre as acções do FBI e as possíveis provas recolhidas, insistindo no seu argumento de que toda esta acção foi orquestrada pelo Governo de Joe Biden e tem fins políticos.
Nem o FBI, nem o Departamento de Justiça divulgaram declarações a explicar o motivo da operação. Enquanto aguardam algum detalhe ou explicação oficial, vários líderes republicanos, incluindo a liderança do partido, atacaram o “abuso de poder” dos democratas.
O próprio Trump, no entanto, não tornou público ou divulgou detalhes sobre o mandado de busca que os agentes apresentaram para ter acesso à sua casa e que poderia lançar luz sobre essas investigações, focadas , a priori, em documentos com informações confidenciais que não deveriam ter sido retirados da Casa Branca.
Enquanto isso, o Governo Biden garantiu que o actual Chefe de Estado não foi informado da busca e soube da mesma através da imprensa, uma vez que se trata de uma investigação “independente”.
Christina Bobb, uma das advogadas de Trump, disse em várias entrevistas que estava em Mar-a-Lago quando a busca teve lugar e que o FBI levou da residência, aproximadamente, 12 caixas.
O ex-Presidente tem várias frentes jurídicas abertas, incluindo um processo cível sobre as práticas comerciais da sua empresa para o qual compareceu, ontem em, Nova Iorque, optando por ficar em silêncio e não responder a perguntas da Procuradoria-Geral.
Um cidadão faleceu este sábado na sequência do desabamento de uma loja na cidade de Maxixe, na província de Inhambane.
Segundo informações avançadas pela TV...
Foi inaugurado o novo Centro de Dados Híbrido do Centro de Informática da Universidade Eduardo Mondlane (CIUEM), uma infraestrutura tecnológica concebida e implementada pela...