O Supremo Tribunal Federal rejeitou o pedido de suspensão da investidura de onze deputados federais eleitos no Brasil por possível relação com os atentados em Brasília realizados por ‘bolsonaristas’ a 8 de Janeiro.
A decisão foi tomada pelo juiz Alexandre de Moraes que aceitou o argumento do Ministério Público Federal que mencionou a falta de legitimidade jurídica do pedido ao mesmo tempo em que ressalvou que os indicados já estão sendo investigados em processos anteriores relacionados a esses factos realizados por seguidores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Sem dúvida, todos serão responsabilizados civil, politicamente e criminalmente por atos contrários à democracia, ao Estado de direito e às instituições, incluindo conivência fraudulenta – por ação ou omissão – motivada por ideologias, dinheiro, fraqueza, ignorância, má-fé ou mau caráter”, afirmou Moraes em sua decisão.
Os deputados que teriam incentivado ou apoiado os atos ‘golpistas’ são os deputados do Partido Liberal (PL) Nikolas Ferreira, Luiz Ovando, Marcos Pollon, Rodolfo Nogueira, João Henrique Catan, Carlos Jordy, Silvia Waiãpi, André Fernandes, Washington Rodrigues e Walber Virgolino, além de Rafael Tavares do Partido da Renovação Trabalhista Brasileira (PRTB).
Segundo o jornal ‘O Globo’, um quarto da bancada do PL no Congresso incentivou os atos golpistas de 8 de janeiro em Brasília.
Pelo menos 29 deputados e senadores do partido de Bolsonaro usaram as redes sociais para espalhar informações falsas sobre o que aconteceu na Esplanada dos Ministérios.
Apesar da derrota de Bolsonaro nas eleições presidenciais, o PL foi um dos grandes vencedores e será a força política com o maior número de cadeiras na Câmara dos Deputados (99) e no Senado (14), além de já ter sido o partido com maior número de deputados estaduais nas eleições do ano passado.
Além dos liberais, uma dezena de outros parlamentares ligados ao ‘bolsonarismo’ divulgaram teorias da conspiração sobre a presença de “infiltrados de esquerda” nos atentados, a omissão de funções do novo ministro da Justiça, Flávio Dino, ou a comparação de centros de detenção com campos de concentração.
As Eleições Autárquicas vão custar pouco mais de 14 mil milhões de Meticais. A informação foi avançada pelo porta-voz do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), que explica que a actualização do valor, se deve à implementação da Tabela Salarial Única, à subida do preço dos materiais e à criação de novas autarquias.
Lucas Manjaze falou sobre o ponto de situação sobre os preparativos para as eleições autárquicas de Outubro. Na ocasião, o STAE fez saber que o orçamento duplicou.
O STAE reitera que a província de Manica não interrompe as suas actividades quando está fora do período eleitoral e, por essa razão, tem a maior fatia do orçamento.
No dia 1 de Fevereiro arranca o recenseamento eleitoral piloto. O processo, que vai decorrer em Nampula, Manica e província de Maputo, terá a duração de 20 dias e visa testar o equipamento que será usado em Abril.
A P&O Maritime Moçambique S.A, pretende recrutar para o seu quadro do pessoal um (1) Assistente de Higiene, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade (HSEQ). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Administração e Procurement. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultor/es para Rentabilização da Clínica da AMODEFA. Saiba mais.
A RH Resolve é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar um (1) Gestor de Projectos Sénior. Saiba mais.
Uma família de dez pessoas foi assassinada em Brasília, no Brasil, devido a uma disputa de terras. Quatro homens já foram identificados por serem suspeitos da chacina.
As vítimas têm entre seis e 54 anos e todos os corpos já foram localizados.
De acordo com a Globo, a cabeleireira Elizamar da Silva, de 39 anos, desapareceu no dia 12 de janeiro com os três filhos menores. No dia seguinte, o carro da mulher apareceu com os quatro corpos queimados no interior.
A família reportou depois o desaparecimento dos sogros e de uma cunhada da cabeleireira. O carro do homem apareceu depois carbonizado, com dois cadáveres no interior. As investigações confirmaram que os corpos pertenciam à sogra e cunhada de Elizamar da Silva. Também a ex-mulher e filha do sogro da cabeleireira desapareceram.
O corpo do sogro de Elizamar apareceu depois esquartejado e enterrado perto de uma casa usada para manter as vítimas em cativeiro, em Planaltina. Na última terça-feira apareceram os últimos três corpos, o do marido de Elizamar da Silva, Thiago Belchior, e também da ex-mulher e filha do sogro da cabeleireira.
Três homens já foram detidos, um deles trabalhava com o sogro de Elizamar da Silva e foi encontrado com as mãos queimadas. Outro dos detidos confessou o crime e chegou a dizer que a chacina tinha sido encomendada por duas das vítimas, Thiago Belchior e o pai. O terceiro era o responsável por manter as vítimas em cativeiro.
Um adolescente, de 17 anos, chegou também a ser detido e confessou o crime às autoridades, mas como não existiam mandados contra o jovem este foi libertado.
Na origem dos crime estará a desavença devido às terras onde moravam os sogros de Elizamar da Silva, em Planaltina.
Moçambique falha o acesso às meias-finais do CHAN após derrota por 3-1 diante de Madagáscar, em partida dos quartos-de-final da prova realizada, na cidade de Constantina, na Argélia.
Apesar deste desfecho, Moçambique sai da Argélia com o melhor registo de sempre em duas competições no CHAN, uma vez que nunca tinha passado da primeira fase e muito menos alcançar uma vitória ou um empate.
Entretanto, o Presidente da República felicita os Mambas pelos resultados alcançados no Campeonato africano das nações, da Argélia, tendo afirmado que o jogadores elevaram a bandeira nacional além-fronteiras.
Nyusi reagia após o jogo de sábado de Moçambique, frente ao Madagáscar, no qual o combinado nacional perdeu por três bolas a uma, em partida dos quartos-de-final e prometeu receber os Mambas.
“Muitos corações dos moçambicanos esperam um resultado diferente deste mas os desportistas sabem que o jogo de futebol tem mutos resultados, neste caso concreto três. Para esta competição serviam dois. Para quem assistiu, a juventude, é muito bom reconhecer que tivemos o poder da bola. Reconheço esses jovens como grandes heróis e terei que os receber precisamente porque falem, comentem, julguem, mas o Conde e esses jovens, puseram a bandeira nossa a flutuar quatro vezes” disse.
Os blocos chamados de mega, por costumarem reunir mais de 100 mil pessoas nos desfiles do pré-carnaval e do carnaval do Rio de Janeiro, estão terminando os preparativos para se encontrarem novamente com os foliões.
Na fase pré-carnaval, a programação dos oito megablocos, um recorde no carnaval carioca, começa em 4 de Fevereiro com o Carrossel de Emoções. No dia seguinte, tem a estreia do Bloco da Lexa. O Chora me Liga vai reunir os foliões no dia 11 e o Bloco da Preta, no dia 12.
Já no carnaval, como nos anos anteriores à pandemia, o sábado (18 de fevereiro) é do Cordão da Bola Preta, que tradicionalmente costuma receber mais de 1 milhão de foliões. Na terça de carnaval (21), será a vez do Fervo da Lud. As apresentações se estendem até depois do chamado período momesco. Encerrando a agenda dos megablocos, o Bloco da Anitta se apresenta no sábado (25) e o Monobloco fecha os desfiles no domingo (26).
Os talibãs proibiram no sábado (28) as estudantes afegãs de se apresentarem a provas de acesso à universidade, um mês depois de ter sido vetada a educação superior feminina no Afeganistão.
“Vale a pena mencionar que as estudantes mulheres não podem matricular-se até nova ordem”, indicou o Ministério da Educação Superior do Governo interino dos talibãs, numa carta dirigida às universidades privadas e aos institutos de educação superior, um texto a que a EFE teve acesso.
Qualquer “desvio” da proibição à educação superior feminina “será tratado de acordo com a lei”, indicaram os talibãs, que governam o país segundo uma interpretação estrita da lei islâmica e aplicam regularmente punições corporais e até execuções em público.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano vai concluir, até Março, a distribuição dos mais de dezanove milhões e seiscentos mil livros escolares previstos para o presente ano lectivo.
Carmelita Namashulua, que deu a garantia, assegura ainda que foram envolvidas instituições de ensino superior do país para a correcção dos conteúdos do material didáctico do ensino geral.
“Por causa da situação que tivemos em relação ao livro da sexta classe, houve a preocupação do sector, em rever todos os livros que estavam no sistema desde 2006, mais concretamente e especificamente os livros do ensino primário. Então a UEM, a UP, a UniRovuma, Licungo, Save e outras, fizemos a reverificação desses livros na perspectiva de que possamos melhorar os conteúdos desses livros, possamos também melhora a parte metodológica e linguística”, afirmou.
A Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano falava em Quelimane, província da Zambézia, sobre o ponto de situação do livro escolar a ser distribuído nas escolas, este ano.
Ao menos três pessoas morreram e quatro ficaram feridas durante tiroteio na Califórnia, na manhã de sábado (28). De acordo com a imprensa americana, o ataque aconteceu às 2h30, em Berverly Crest, Los Angeles.
Os três mortos estavam no interior de um veículo, e as outras quatro vítimas do lado de fora. Os feridos foram levados ao hospital em estado crítico. Ainda não há informações sobre os suspeitos.
Esse é o quarto tiroteio em massa na Califórnia desde o início do mês de janeiro. Três deles aconteceram recentemente.
No último sábado (21), 11 pessoas morreram após ataque a tiros na cidade de Monterey Park. Três dias depois, um atirador abriu fogo em uma fazenda de cogumelos e deixou sete mortos.
Já na madrugada do dia 16, um tiroteio nos Estados Unidos terminou com seis mortos, incluindo um bebê de 6 meses, a mãe da criança, de 17 anos, e uma mulher idosa.
Dois cidadãos nacionais e um congolês estão detidos por auxiliar e facilitar a imigração ilegal de sete congoleses interpelados no quilómetro 18, um posto de fiscalização situado no distrito de Changara, em Tete.
A porta-voz da Direcção Provincial da Migração, Amélia Direito, disse ontem, na cidade de Tete, que os nacionais são moto-taxistas e tinham a função de transportar os imigrantes, enquanto o congolês recebia-os para encaminhá-los à África do Sul.
“Encorajamos os transportadores a exigirem a documentação dos passageiros, sobretudo quando são de nacionalidade estrangeira, para não serem relacionados a casos de facilitação de migração clandestina”, instou.
Afirmou que, habitualmente, os imigrantes usam viaturas particulares, mas, face ao trabalho minucioso que tem sido feito nos postos de fiscalização, os criminosos têm adoptado novas estratégias, como o moto-táxi. Garantiu, porém, que as autoridades estão atentas para responder a este tipo de crime.
O Papa Francisco clarificou, este sábado, os seus recentes comentários sobre homossexualidade e pecado, esclarecendo que se referia unicamente ao ensinamento moral católico da Igreja, que professa que qualquer ato sexual fora do casamento é pecado.
Numa nota informativa, citada pela agência Associated Press (AP), o chefe da Igreja Católica observou que mesmo esse ensino – numa dimensão apenas entre dois lados opostos – está sujeito a circunstâncias que podem eliminar completamente o pecado.
O Papa Francisco fez os comentários em causa, pela primeira vez, numa entrevista em 24 de janeiro para a agência AP, na qual declarou que as leis que criminalizam a homossexualidade eram “injustas” e que “ser homossexual não é crime”.
Como costuma fazer, Francisco imaginou na altura uma conversa com alguém que levantou a questão sobre o ensinamento o oficial da Igreja, que afirma que os atos homossexuais são pecaminosos ou “intrinsecamente desordenados”.
“Tudo bem, mas primeiro vamos distinguir entre pecado e crime”, disse Francisco na conversa fictícia. “Também é pecado não ter caridade uns para com os outros”, adiantou, novamente citado pela AP.
Os comentários do Papa a favor da descriminalização da homossexualidade foram imediatamente saudados pelos defensores LGBTQ como um marco que ajudaria a acabar com o assédio e a violência contra pessoas LGBTQ. Contudo, a sua referência ao “pecado” levantou questões sobre se o Papa acreditava que apenas ser gay era um pecado.
O reverendo James Martin, um jesuíta norte-americano que dirige a paróquia de Outreach para católicos LGBTQ nos Estados Unidos, pediu esclarecimentos ao chefe da igreja e publicou a resposta manuscrita do Papa no ‘site’ Outreach na sexta-feira.
Na nota, o Papa Francisco reafirmou que a homossexualidade “não é crime” e disse que se pronunciou sobre o assunto “para enfatizar que a criminalização não é boa, nem justa”.
“Quando eu disse que é pecado, estava simplesmente a referir-me ao ensinamento moral católico, que diz que todo ato sexual fora do casamento é pecado”, escreveu Francisco, em espanhol, sublinhando a frase final.
Contudo, notou que mesmo esse ensinamento católico da Igreja está sujeito à consideração das circunstâncias, “que podem diminuir ou eliminar a falha”.
O Papa reconheceu que poderia ter sido mais claro nos comentários que fez à AP, justificando que utilizou uma “linguagem natural e coloquial” na entrevista, a qual não exigia definições precisas.
“Como podem constatar, eu estava a repetir algo em geral. Eu deveria ter dito: “É pecado, como qualquer ato sexual fora do casamento. Isso para falar da questão do pecado, mas sabemos muito bem que a moral católica não só leva em consideração o assunto, mas avalia também a liberdade e a intenção. E isso para todo tipo de pecados”.
Cerca de 67 países ou jurisdições em todo o mundo criminalizam a atividade sexual consensual entre pessoas do mesmo sexo, 11 dos quais podem ou impõem a pena de morte, indica o “The Human Dignity Trust”, que trabalha para acabar com essas leis penais assentes na moralidade sexual e religiosa.
Especialistas alegam que mesmo onde tais leis criminalizadoras não são aplicadas, elas contribuem para o assédio, estigmatização e violência contra pessoas LGBTQ.
A doutrina católica proíbe o casamento gay, insistindo que o sacramento do casamento é um vínculo vitalício entre um homem e uma mulher. Ao mesmo tempo, proíbe a contraceção artificial.
Durante o seu pontificado, o Papa Francisco manteve esse ensinamento, mas fez do alcance das pessoas LGBTQ uma prioridade. Assim, defendeu uma abordagem mais misericordiosa para aplicar a doutrina da igreja, por forma a acompanhar as pessoas em vez de as julgar.
O ex-presidente norte-americano Donald Trump lançou a sua campanha eleitoral para as presidenciais de 2024, prometendo que o atual chefe de Estado, Joe Biden, não conseguirá mais quatro anos de Governo.
“Esta campanha é sobre o futuro, sobre problemas. Joe Biden pôs os Estados Unidos da América (EUA) no caminho rápido para a ruína e para a destruição e vamos garantir que não consegue mais quatro anos”, afirmou Trump em Colúmbia, no estado da Carolina do Sul, cerca de dois meses e meio após ter anunciado a sua recandidatura à Casa Branca.
“Precisamos de um líder que se levante pela América. (…) Juntos, completaremos o trabalho inacabado de tornar a América grande novamente”, disse Trump, sendo aplaudido por apoiantes que o esperaram durante horas.
Depois de uma paragem no estado de New Hampshire, onde afirmou estar “mais comprometido” do que nunca em reconquistar a Casa Branca, Trump seguiu para a Carolina do Sul, onde apresentou a sua equipa estadual, fazendo assim duas aparições em estados importantes de votação antecipada.
Em New Hampshire, o Republicano, que disse estar “mais furioso do que nunca”, promoveu a sua agenda de campanha, onde se inclui as questões de imigração e crime que afetam o país, e disse que as suas políticas seriam opostas às de Joe Biden.
Na Carolina do Sul, Trump voltou a reforçar as mesmas questões, advogando que, sob a sua Presidência, os Estados Unidos tiveram “a fronteira mais forte na história”, com “quilómetros e quilómetros de muro construídos” mas, “agora, o tráfico de droga está dez vezes maior do que há dois anos”.
Saltando rapidamente entre assuntos, o magnata Republicano passou de críticas a Biden e aos Democratas a comentários depreciativos sobre cidadãos transexuais, fez troça de pessoas que promovem o uso de carros elétricos e relembrou os seus esforços enquanto serviu como Presidente para aumentar a produção de petróleo, fechar acordos comerciais e baixar a imigração na fronteira EUA-México.
Embora Trump continue a ser o único candidato presidencial declarado em 2024, os possíveis adversários Republicanos, incluindo o governador da Florida, Ron DeSantis, o ex-vice-presidente Mike Pence e a ex-governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, que foi embaixadora de Trump nas Nações Unidas, só devem iniciar as suas campanhas nos próximos meses.
O evento na Carolina do Sul foi, de certa forma, fora do registo de Trump, que habituou o público a grandes comícios.
Grandes eventos de campanha são dispendiosos e Trump acrescentou novos desafios financeiros à sua corrida quando decidiu anunciar a sua recandidatura em novembro — muito antes do período esperado.
Isso deixou o Republicano sujeito a regulamentos rígidos de arrecadação de fundos, o que limita o financiamento de tais eventos – que podem custar vários milhões de dólares.
Desde que anunciou ser candidato, em novembro de 2022, Trump limitou as suas aparições públicas de campanha a eventos íntimos na sua propriedade em Mar-a-Lago, na Florida, e em eventos virtuais.
As visitas à Carolina do Sul e a New Hampshire ocorrem quando a campanha de Trump enfrenta críticas, mesmo entre alguns aliados de longa data, devido ao perfil discreto que tem mantido desde o anúncio.
Trump permaneceu popular na Carolina do Sul durante todo o seu mandato, depois da sua vitória decisiva nas primárias de 2016 naquele estado o ter ajudado a consolidar o seu estatuto perante rivais.
Nesta nova recandidatura à Casa Branca não está claro o quão amplo é o apoio que obterá no estado, embora Trump tenha pelo menos um apoiante de alto nível entre a liderança do Partido Republicano da Carolina do Sul.
Na noite em que Trump anunciou a sua candidatura para 2024, o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, indicou que apoiará novamente o ex-presidente.
A campanha de recandidatura de Trump – que já passou por dois processos de destituição – surge num momento em que o Republicano continua envolvido em múltiplas investigações políticas e criminais, como é o caso do ataque ao Capitólio e dos documentos confidenciais que mantinha na sua mansão em Mar-a-Lago.
Um palestiniano de 13 anos feriu no sábado (28) a tiro duas pessoas (pai e filho) em Jerusalém. O autor do ataque deste sábado foi parado a tiro por civis israelitas e foi depois detido e internado.
Israel reforçou a segurança em Jerusalém com uma unidade de combate ao terrorismo que ficará “permanentemente” na área “para responder a eventos excecionais sempre que necessário”, referiram fontes oficiais.
Foram, entretanto, detidas 42 pessoas ligadas a Khaire Alkam, o palestiniano de 21 anos morto após o massacre de sexta-feira junto à sinagoga do Bairro Neve Yaakov, que deixou ainda duas pessoas em estado crítico. Alkam vivia em Jerusalém Leste e terá emboscado os fiéis quando chegavam à sinagoga para as orações do início do Sabat.
A Organização Mundial da Saúde alerta para o aumento do número de mortes pela COVID-19 no mundo. A falta de vacinas e outros suplementos continuam a ser a causa do aumento de casos da doença.
Passam esta segunda-feira três anos desde que a COVID-19 foi declarada Emergência de Saúde Pública Internacional pela Organização Mundial da Saúde.
Dados apresentados pelo director geral da OMS, Tedros Adhanom, indicam que o número de mortes pela pandemia viral tende a subir.
Em Outubro do ano passado, o número de mortes semanais relatadas era de menos de 10 mil por semana, enquanto na semana passada foram registadas cerca de 40 mil, mais da metade na China.
Tedros Adhanom lembrou ainda que o levantamento das restrições para evitar a propagação do SARS-CoV-2 na China levou a um aumento acentuado nas mortes no país mais populoso do mundo.
O dirigente, que falava na abertura da 14.ª reunião do Comité de Emergência da OMS sobre a COVID-19, referiu também que a resposta global à doença continua com falhas, porque em muitos países vacinas, terapias e diagnósticos essenciais na prevenção de doenças graves, salvando vidas ainda não chegaram aos que mais deles precisam.
A lista de convidados para o coquetel no Palácio do Itamaraty, que aconteceu em 1º de Janeiro, foi colocada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sigilo por 5 anos. A festa na noite da posse contou com cerca de 3.500 convidados.
Em resposta à revista Veja, o Ministério de Relações Exteriores justificou que as informações têm “caráter reservado”. A pasta ainda cita a Lei de Acesso à Informação (LAI) e menciona trecho do decreto nº 7.724 de 2012, onde afirma que as qual informações pessoais “relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem” são acessos restritos.
Os gastos da festa são dados públicos, com custo de R$ 627,9 mil, segundo a Secretaria-Geral da Presidência informou o jornal O Globo.
Pelo menos 25 pessoas mortas é o saldo trágico de um acidente que envolveu um ônibus, no sábado (28), no Peru. O veículo com 60 passageiros caiu em um despenhadeiro e várias pessoas foram arremessadas pelas janelas, enquanto outras ficaram presas às ferragens.
O acidente aconteceu em uma área conhecida como “Curva do Diabo”, trecho da rodovia com diversos pontos de difícil tráfego.
Cerca de 35 feridos foram transferidos para hospitais de El Alto e Máncora, balneários no caminho para a cidade de Piura, cerca de 1.000 quilômetros ao norte de Lima, capital peruana.
O veículo da empresa Q’orianka Tours partiu de Lima e se dirigia a Tumbes, na fronteira com o Equador. A queda no desfiladeiro aconteceu no deserto de Órganos, a cerca de 260 quilômetros do destino.
A Superintendência de Transporte Terrestre do Peru informou, em comunicado, que o veículo estava com a documentação em dia e habilitado para prestar o serviço.
Quinhentos e noventa e dois mil e oitenta e três quilogramas de “cannabis-sativa”, vulgarmente conhecida por “suruma”, apreendidas pelas autoridades policiais durante o ano passado, foram incineradas em diferentes locais, na cidade da Beira.
O director do Gabinete Provincial de Prevenção e Combate à Droga em Sofala, António Semente, indicou ainda que, na altura, foram destruídos 819,76 quilogramas de metanfetamina, 348, 3 gramas de heroína e 104 gramas de cocaína.
A fonte justificou a incineração com o facto da lei vigente preconizar tal acção, para além de estipular que a droga não deve ser conservada onde o homem circula.
Em conexão com os casos de venda e consumo de drogas, 89 cidadãos foram presos no ano passado, sendo maioritariamente na cidade da Beira. Daquele número de indiciados, 30 ainda estão detidos e 59 já foram condenados.
O número de feridos no sismo que atingiu o norte do Irão, perto da cidade de Khoy, subiu para 800, quase o dobro das primeiras estimativas, mantendo-se em três as mortes registadas, de acordo co, as autoridades locais.
As primeiras informações do Centro Sismológico do Irão, divulgadas esta madrugada pelos media iranianos, indicavam que o sismo de 5,9 de magnitude na escala de Richter, junto à fronteira com a Turquia, causou 447 feridos, além das três mortes, informação agora actualizada num balanço do governador da província, Mohamed Sadegh Motamedian.
Nesta última contagem, são também destacados os danos materiais causados pelo sismo, tanto na localidade como nas suas imediações, tendo sido afetadas pelo menos 70 cidades, das quais 26 necessitam de uma avaliação especial da Coordenação de Gestão de Crise, segundo a agência oficial de notícias do país, a IRNA.
Por sua vez, o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho anunciou o início de uma operação de ajuda cujo primeiro carregamento consiste em 1.400 pacotes de alimentos e 300 tendas de socorro, além da presença de 11 socorristas e voluntários para ajudar a população afetada.
O sismo foi registado a uma profundidade de sete quilómetros, segundo o Centro Sismológico Iraniano em Teerão.
O terramoto foi sentido em muitas regiões da província do Azarbaijão Ocidental, incluindo Tabriz e a província vizinha do Azarbaijão Oriental, conforme relatado pela agência iraniana IRNA.
A cidade de Khoy fica perto da fronteira com a Turquia, razão pela qual a IRNA informou que o sismo poderá ter sido sentido também neste país, além do Iraque, Arménia e República do Azerbaijão.
O esquema foi despoletado pelo Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional que deteve os quatro implicados, três dos quais foram restituídos à liberdade depois do pagamento de uma caução de 75 mil Meticais.
Segundo um comunicado enviado à nossa Redacção, pelo Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional, os quatro implicados foram admitidos ao quadro do Serviço Nacional de Investigação Criminal com recurso a documentos falsos. A nota revela que são, no total, quatro indivíduos implicados.
“Destes, três foram detidos nos dias 17 e 18 de Janeiro de 2023 e submetidos ao Juiz de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo para o primeiro interrogatório judicial, que culminou com a validação da captura e aplicação da medida de coação de caução no valor de 75 mil Meticais para cada um, cumulada com a obrigação de apresentação à autoridade judiciária onde o processo estiver a correr seus termos”, refere o comunicado.
O Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional esclarece ainda que “Os quatro arguidos são indiciados pela prática do crime agravado de falsificação de documentos, previsto e punido nos termos da alínea a) do artigo 323 e do crime de uso de documento falso, previsto e punido nas disposições combinadas dos artigos 324 e 322, ambos do Código Penal, aprovado pela Lei n° 24/2019, de 24 de Dezembro, por terem ingressado no SERNIC com recurso a certificados de habilitações falsos”.
As autoridades revelam ainda que o processo continua em instrução, para que os agentes sejam responsabilizados pelos crimes de que são acusados. Caso sejam condenados em sede de julgamento, deverão cumprir penas que variam de 1 a 8 anos de prisão.
Pelo menos 16 pessoas morreram na passagem da tempestade tropical Cheneso por Madagáscar, de acordo com as autoridades, o dobro do último balanço feito, com milhares de pessoas desalojadas devido à destruição causada pelas fortes chuvas.
Segundo informações recolhidas pelo jornal local ‘L’Express’, citado pela espanhola Europa Press, as vítimas foram confirmadas nas regiões de Analanjirofo, Atsimo, Atsinanana, Betsiboka, Sava, Sofia e Vatovavy, onde cerca de 14.500 casas foram destruídas pelas chuvas.
O Gabinete Nacional de Gestão de Riscos e Catástrofes de Madagáscar destacou ainda que as inundações causadas pelo Cheneso também causaram danos em escolas, deixando 5.300 alunos afetados bem como em outras instalações públicas.
Madagáscar e outros países da região têm sido afetados nos últimos anos por vários ciclones e tempestades que deixaram centenas de mortos e dezenas de milhares de desalojados, aprofundando a grave crise humanitária naquele país africano.
O governo malgaxe ordenou o encerramento temporário de escolas para evitar novos acidentes e as autoridades montaram acampamentos para acomodar as famílias que tiverem que deixar as suas casas.
“Até agora, 55 acampamentos foram abertos em todo o país. Podemos aumentar o número de acampamentos, de acordo com a necessidade de cada região”, acrescentou Andriankaja.
Em fevereiro de 2022, pelo menos 120 pessoas morreram no país por impacto do ciclone tropical Batsirai.
Organizações, como a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC), pediram à União Africana (UA) e à União Europeia (UE) naquele mês um investimento urgente em ações locais para combater os efeitos da crise climática, em Madagáscar e outras partes da África.
Os países da África, observou a IFRC, são responsáveis por apenas 4% das emissões globais de carbono, mas são afetados desproporcionalmente pela crise climática e pela degradação ambiental.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...