epa10395484 Several migrants are taken care of by paramedics after a Spanish Sea Rescue Unit's ship arrived in port with 58 migrants, including 41 men, 11 women, two children and four babies, on board, in Arrecife, Lanzarote island, southwestern Spain, 08 January 2023. Spanish Authorities rescue some 142 migrants on board three boats off Lanzarote coast on 08 January. EPA/Adriel Perdomo
Equipas de salvamento marítimo resgataram, na terça-feira, 171 pessoas que estavam em três embarcações, das quais 117 de origem subsaariana já desembarcaram no cais de Gran Tarajal, em Fuerteventura.
Segundo as equipas, outras 54 pessoas de origem norte-africana vão desembarcar em Arguineguín, a sudoeste da Grande Canária.
Duas das embarcações foram avistadas pelo avião Sasemar 103 a sul de Fuerteventura, tendo sido encaminhadas para o local o Salvamar Mizar.
Mais tarde, o Guardamar Polimnia resgatou, a 278 quilómetros a sul de Grande Canária, os 54 ocupantes de uma terceira embarcação (52 homens e duas mulheres), que deverá desembarcar no cais de Arguineguín.
Um segurança de uma empresa privada baleou 14 pessoas, três das quais com gravidade, na cidade da Beira, província de Sofala, anunciou a polícia moçambicana.
O autor dos disparos não tem nenhuma formação na área de segurança ou manejo de armas, o que pode ter estado na origem dos disparos acidentais, acrescentaram as autoridades.
O incidente deu-se na segunda-feira em plena via pública e o autor dos tiros encontra-se detido.
A diretora clínica do Hospital Central da Beira, Ana Tambo, declarou que dos três feridos graves, um foi atingido nos pulmões e outros dois no abdómen.
A Lusa tentou contactar a polícia na cidade da Beira para obter mais esclarecimentos, mas a corporação remeteu declarações para mais tarde.
Um jogador de futebol amador sofreu amputação de ambas as pernas amputadas dias antes de completar 21 anos, depois de ter dado entrada no hospital com sintomas de gripe, no Reino Unido.
Levi Dewey foi internado a 7 de dezembro do ano passado, mas o seu estado de saúde foi piorando e acabou por sofrer falência de vários órgãos, depois de ter contraído gripe B e ter desenvolvido uma infeção pneumocócica.
Os médicos informaram Levi de que este tinha uma hipótese de sobrevivência de apenas 30%. O jovem era desportista e vivia um estilo de vida ativo e saudável. Jogava pelo clube inglês Willington FC.
O jovem esteve 14 dias em coma induzido. Devido à gravidade da infeção os médicos informaram Levi que era necessário proceder à amputação de ambas as pernas, dos joelhos para baixo.
“Levi continua otimista quanto ao futuro e está grato por estar vivo, depois de todos os acontecimentos que mudaram a sua vida”, escreveu a família numa página de angariação de fundos, para apoiar o jogador no pós-operatório.
O Chefe de Estado, Filipe Nyusi, felicita o presidente da Renamo por ocasião da passagem, na segunda-feira (30), do seu aniversário natalício.
Numa publicação na sua página oficial no facebook, o Presidente da República destaca a entrega pessoal de Ossufo Momade na construção da paz e concórdia entre os moçambicanos.
Na sua mensagem Filipe Nyusi enaltece ainda a inequívoca contribuição do Presidente da Renamo na materialização do processo de DDR, que constitui uma etapa essencial para que a paz perdure no país.
O líder do principal partido da oposição na Grécia, Alexis Tsipras, pediu hoje a dissolução “imediata” do parlamento grego e a convocação de eleições antecipadas no prazo de três semanas, devido ao escândalo das escutas telefónicas.
De acordo com o presidente do Syriza, que falava numa conferência de imprensa, as escutas dos serviços secretos gregos (EYP) a políticos e militares do país constituem um “escândalo”, e o Governo conservador de Kyriakos Mitsotakis “não deve permanecer no poder nem mais um minuto”.
“Este governo para nós e para todos os cidadãos democráticos caiu moral e politicamente. Não deve ficar no poder nem mais um minuto”, disse o líder do partido de esquerda, quatro dias depois de Mitsotakis, que lidera a Nova Democracia, ter sobrevivido à moção de censura apresentada pelo Syriza.
Tsipras enfatizou que, a partir de hoje, o Syriza vai abster-se em todas as votações no parlamento grego, à exceção dos esforços do partido para aprovar um projeto de lei que contempla a proibição da participação de partidos neonazis nas eleições.
“Enquanto o primeiro-ministro se recusar a fazer o óbvio, a apelar ao povo grego para julgar o crime que cometeu contra a democracia e contra o Estado de direito, o Syriza não legitimará o trabalho legislativo de um governo que produziu um desvio democrático”, frisou o líder da oposição grega.
Na passada sexta-feira, Mitsotakis superou uma moção de censura apresentada pelo Syriza, um dia depois de o diretor da Autoridade para a Garantia da Privacidade das Comunicações (ADAE), Christos Rammos, confirmou, através de uma carta, que os serviços secretos helénicos estavam a ouvir o atual ministro do Trabalho e ex-chefe de Energia e Meio Ambiente, Kostís Hatzidakis, e a liderança militar do país, incluindo o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Konstantinos Floros.
A moção que exigia maioria absoluta de 151 votos (o parlamento tem 300 assentos) foi rejeitada pelos 156 deputados do partido Nova Democracia, de Mitsotakis, enquanto toda a oposição votou a favor.
Durante o debate que antecedeu a votação, Mitsotakis evitou lançar luz sobre o escândalo e voltou a negar que teve conhecimento ou que tenha dado ordens aos serviços secretos — diretamente supervisionados pelo primeiro-ministro, na sequência de uma reforma legal aprovada logo que a Nova Democracia tomou posse — para escutar políticos, soldados, jornalistas ou empresários.
O primeiro-ministro afirmou que as eleições vão decorrer “na próxima primavera”, sem, contudo, avançar qualquer data.
Os jogadores dos Mambas já receberam os restantes 25 mil meticais que ainda faltavam do prémio pela qualificação aos quartos-de-final do Campeonato Africano das Nações, destinado aos jogadores que actuam nos respectivos países, CHAN-2022, totalizando 75 mil meticais garantidos pela Federação Moçambicana de Futebol.
A Casa do Futebol já havia adiantado 50 mil meticais antes do jogo diante do Madagáscar, na sexta-feira passada, tendo ficado a promessa de concluir o pagamento logo a seguir ao jogo, acto que acabou acontecendo esta segunda-feira, de acordo com o presidente da FMF, Feizal Sidat, em declarações ao semanário Desafio.
“Já canalizámos os 25 mil meticais que faltavam para completar os 75 de prémio de qualificação aos “quartos” deste CHAN, mas continuamos abertos às contribuições da sociedade civil para reforçarmos este prémio. Tive conhecimento, através das redes sociais, que o presidente do Município de Chimoio ofereceu terrenos a toda delegação. É um gesto louvável e que outras instituições sigam o exemplo.” Disse Feizal Sidat, citado pelo Desafio.
No entanto, sabe-se que o prémio aumentou para 100 mil meticais, depois da entrada do Governo, através da Secretaria do Estado do Desporto, que oferece a cada integrante mais 25 mil meticais.
Assim, a Federação Moçambicana de Futebol encaixou 400 mil dólares americanos, cerca de 27 milhões de meticais, atribuídos pela Confederação Africana de Futebol (CAF) pela qualificação aos quartos-de-final do CHAN, depois do incremento em 60 por cento da premiação comparativamente a última edição da prova.
Os Mambas regressam ao país na próxima quinta-feira depois da sua participação na prova continental.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Mobilizador De Água, Saneamento e Higienização. Saiba mais.
A P&O Maritime Moçambique S.A, pretende recrutar para o seu quadro do pessoal um (1) Assistente de Higiene, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade (HSEQ). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Administração e Procurement. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultor/es para Rentabilização da Clínica da AMODEFA. Saiba mais.
A embaixadora dos Estados Unidos junto das Nações Unidas, Linda Thomas-Greenfield, garantiu que o seu país continuará a ajudar a Somália na luta contra o Al Shabab até que o grupo armado extremista islâmico seja derrotado.
“Aluta continua. O Governo somali está a fazer progressos e nós estamos a trabalhar lado a lado com eles”, afirmou a embaixadora numa conferência de imprensa ‘online’ sobre a sua digressão africana, que terminou este domingo, e que a levou ao Gana, Moçambique, Quénia e Somália.
“Os esforços continuarão até destruirmos o Al Shabab, que aterroriza a Somália, aterroriza a região e aterroriza o mundo”, declarou Thomas-Greenfield, que no domingo se reuniu em Mogadíscio com o Presidente da Somália, Hassan Sheikh Mohamud, a quem reafirmou o “compromisso” de Washington de “apoiar os esforços antiterroristas liderados pela Somália”.
O mais recente reforço militar dos Estados Unidos na luta contra o Al Shabab sucedeu à vitória de Mohamud nas eleições de maio passado.
Três meses depois de eleito, Mohamud anunciou “uma guerra total” para “eliminar” o Al Shabab e desde então, o exército somali tem levado a cabo várias ofensivas intensas contra os terroristas, por vezes com a cooperação militar dos Estados Unidos.
Em resposta, o grupo lançou fortes ataques nos últimos meses, incluindo um atentado com uma viatura armadilhada em frente ao Ministério da Educação em Mogadíscio, que matou, pelo menos, 120 pessoas no passado dia 29 de outubro.
O grupo Al Shabab – que se propõe estabelecer pela força das armas um estado islâmico wahabi (ultraconservador) – controla várias áreas rurais no centro e sul da Somália, mas tem assinado ataques em países vizinhos como o Quénia e a Etiópia.
A Somália é palco de guerra e caos desde 1991, ano em que o ditador Mohamed Siad Barre foi derrubado, deixando o país sem um governo eficaz e nas mãos de milícias e senhores da guerra islâmicos.
Um autocarro que transportava uma equipa de futebol caiu de uma ponte, na madrugada de segunda-feira, e fez cinco mortos e vários feridos, em Além Paraíba, no Brasil.
Ainda não foi divulgado o nome do clube a que pertenciam os jogadores, que seguiam no autocarro, mas, segundo o portal de notícias G1, eram transportados de Ubaporanja, em Minas Gerais, para o Rio de Janeiro.
No autocarro seguiam 36 passageiros. Foram retirados, dos destroços, os corpos das cinco vítimas mortais e os feridos foram encaminhados para um hospital local. Até ao momento não há detalhes sobre o estado de saúde dos mesmos.
O veículo caiu da ponte, capotou e parou na margem de um rio. As causas do acidente não foram divulgadas.
Uma cobertura que carregava um palco construído para receber o papa Francisco num estádio na cidade de Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, colapsou durante a madrugada de segunda-feira, depois de uma tempestade violenta. Está previsto que o papa discurse neste palco na próxima quinta-feira.
O papa vai chegar à República Democrática do Congo na terça-feira à tarde e vai dirigir-se aos jovens e catequistas de Kinshasa na próxima quinta-feira, no Estádio dos Mártires, na quinta-feira de manhã.
O palco está a ser reconstruído esta segunda-feira de acordo com aquilo que as autoridades de Kinshasa disseram à Reuters.
“Foi a estrutura e as placas de gesso que colapsaram mas o pódio aina está no sítio e há trabalhos a acontecer para reparar e colocar tudo em ordem”, explicou o chefe da polícia Sylvano Kasongo.
Os estragos aconteceram após uma madrugada em que houve chuvas torrenciais e ventos fortes, clima usual na capital congolesa. Nas redes sociais encontram-se fotografias de parte do palco destruído com uma outra parte ainda em condições de ser utilizado.
Baltazar Lemos, de 60 anos, de Curitiba, Brasil, anunciou a sua morte nas redes sociais e organizou um funeral falso, para os amigos e familiares.
O homem, que realiza cerimónias funebres, já assistiu a centenas de funerais e relatou ao Daily Mail que fica triste quando realiza serviços com poucas pessoas presentes, em comparação a grandes cerimónias, em que por vezes participam mais de 500 pessoas.
No início deste ano, Lemos publicou uma fotografia na sua página de Facebook, com a seguinte legenda: “Orações e boas vibrações para todos”. No fundo da imagem o homem pôs uma imagem de um hospital em São Paulo, para que os amigos acreditassem que tinha sido internado. Dias depois anunciou a sua morte: “Baltazar Lemos deixou-nos. Daremos mais informações em breve”, escreveu na rede social. Os detalhes do funeral e do velório de Lemos foram publicados mais tarde.
Amigos e familiares reuniram-se prestar a homenagem ao homem, mas, quando a cerimónia começou, a voz de Lemos surgiu nas colunas, para detalhar os seus 60 anos de vida. As pessoas presentes acreditaram que se tratava de um vídeo que o homem teria gravado antes da morte.
Foi então que Lemos entrou na sala, para choque dos amigos e familiares, que ficaram horrorizados e confusos. Enquanto o homem tentava explicar o que tinha acontecido e o porquê de ter fingido a sua morte, a tristeza dos presentes passou para raiva e fustração, refere o Daily Mail.
epa10360917 Migrants, among 261 migrants on board Ship Humanity1, disembark upon arrival at Bari's harbor, Italy, 11 December 2022. German-flagged Humanity 1 operated by SOS Humanity was allowed to dock at the port of Bari with 261 migrants aboard. This is the second rescues ship to be allowed to dock in Italy after Ship Geo Barents operated by the Doctors Without Borders (MSF) organization docked at Salerno port with 248 migrants aboard. EPA/DONATO FASANO ITALY OUT
A polícia italiana anunciou a detenção de cinco suspeitos de tráfico de pessoas sob as acusações de conspiração criminosa, auxílio e cumplicidade em imigração ilegal agravada, tortura e sequestro com o propósito de extorsão no tratamento de migrantes.
De acordo com a Delegação do Combate à Máfia de Palermo, na Sicília, os mandados de detenção foram emitidos na passada terça-feira e visam três cidadãos do Bangladesh e dois do Sudão.
Os cinco indivíduos tinham desembarcado na ilha de Lampedusa a 26 de dezembro passado e estão envolvidos, segundo as autoridades italianas, no transporte ilegal de migrantes através da rota do Mediterrâneo Central, uma das rotas migratórias mais mortais, que sai da Líbia, Argélia e da Tunísia em direção à Europa, nomeadamente aos territórios italiano e maltês.
Segundo reporta a agência noticiosa italiana Ansa, alguns migrantes denunciaram a violência a que foram alegadamente submetidos durante o período em que permaneceram num chamado “abrigo seguro” na Líbia, antes de serem colocados em embarcações, na sua maioria precárias, que os levaria até à Sicília.
A Líbia é um país imerso num caos político e securitário desde a queda do regime de Muammar Kadafi em 2011 e tornou-se num terreno fértil para as redes de tráfico ilegal de migrantes e situações de sequestro, tortura e violações.
“As medidas estão a ser tomadas para que aquilo não volte a acontecer, mas não é uma coisa simples, é complicado para nós”, afirmou Verónica Macamo, em declarações aos jornalistas.
Macamo falava no final da acreditação em Maputo de novos embaixadores pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.
A chefe da diplomacia moçambicana avançou que decorre um trabalho com as autoridades sul-africanas para que os ataques a viaturas que atravessam a fronteira entre os dois países cessem.
“A nossa responsabilidade é tomar conta dos moçambicanos e evitar que os moçambicanos sejam assaltados e as suas viaturas ou os seus bens sejam danificados e furtados”, acrescentou Verónica Macamo.
Alguns transportadores moçambicanos, a fazer a ligação entre Maputo e Durban, na África do Sul, suspenderam no domingo a atividade, na sequência de relatos de ataques e assaltos num troço sul-africano.
Jonas Fumo, membro da Comissão de Transportadores da Junta, um dos terminais de Maputo, disse que os motoristas “com chapas de matrícula nacionais receiam deslocar-se à África do Sul usando a fronteira da Ponta do Ouro”, de acordo com a Agência de Informação de Moçambique (AIM).
Juliana Mwuitu, administradora do distrito de Matutuíne, que faz fronteira com a África do Sul, referiu que houve viaturas incendiadas no sábado, a 90 quilómetros da fronteira, numa ação relacionada com conflitos locais com moçambicanos.
Não houve feridos, os passageiros foram assistidos pelas autoridades sul-africanas e escoltados de regresso a Moçambique.
O ataque do fim de semana segue-se a outros episódios que ocorreram no último ano, em que autocarros foram imobilizados por homens armados e os passageiros vítimas de roubo.
A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) está a efectuar reformas para melhorar a sua operação no transporte aéreo com segurança.
A garantia foi dada, na sexta-feira em Maputo, pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, na visita a empresa.
Mateus Magala disse estar em posse do relatório que espelha o levantamento das questões que enfermam as LAM e das opções que poderão contribuir para a melhoria da empresa.
Os transportadores moçambicanos que operam na rota Maputo-Durban, na vizinha África de Sul, decidiram interromper temporariamente as actividades devido à insegurança que reina em algumas estradas daquele país vizinho.
A decisão surge na sequência a um ataque, ocorrido sábado, perpetrado por grupo de malfeitores desconhecidos, ainda a monte, que incendiaram seis viaturas de cidadãos moçambicanos, incluindo um autocarro de passageiros, que levavam cerca de 35 passageiros e tinham como destino a cidade de Durban.
O incidente teve lugar a cerca de 90 quilómetros da fronteira da Ponta de Ouro, que separa ambos os países.
Além de atear fogo às viaturas, os malfeitores levaram parte dos bens dos passageiros, incluindo valores monetários. Sobre o assunto, o responsável pela Comissão dos Transportadores da Junta, Jonas Fumo, disse, citado pela AIM, que os operadores nacionais e os que usam viaturas de matrícula nacional interromperam, temporariamente, as viagens com destino à Durban por conta dos últimos incidentes.
As autoridades de saúde da China garantiram, num relatório lançado esta segunda-feira, que a onda de infeções por covid-19 no país “está a chegar ao fim”, adiantando ainda que as festividades do Ano Novo Chinês não pioraram a curva pandémica, ao contrário do que vários especialistas tinham previsto.
“Neste momento, nenhuma nova variante do vírus foi descoberta e a atual onda de casos no país está a chegar ao fim”, referiu o Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) da China.
No mesmo documento, a entidade esclarece que “não se registou um aumento óbvio de casos durante as festividades do Ano Novo Lunar”, altura em que milhões de habitantes viajaram para se reunirem com as famílias.
De acordo com o CDC chinês, o número de mortes registado pelos hospitais do país sofreu uma queda acentuada, passando de um pico de 4.300 mortes diárias a 4 de janeiro para 896 a 23 de janeiro.
“Esta queda nas mortes segue-se ao declínio da primeira grande onda de casos depois de a China ter relaxado as restrições, o que é compreensível, assemelhando-se ao que aconteceu em praticamente todos os países que atravessaram grandes surtos”, disse à BBC o perito em doenças infeciosas Hsu Li Yang.
“Saberemos em breve se as celebrações do Ano Novo Lunar terão provocado uma nova vaga de casos na China, mas mesmo que tal aconteça, é improvável que seja semelhante ao experienciado em dezembro e início de janeiro de 2023”, acrescentou.
Um dos mais conceituados epidemiologistas da China e antigo diretor do CDC, Zeng Guang, tinha alertado no início deste ano que os contágios iriam disparar nas zonas rurais do país, quando os habitantes das grandes cidades se deslocassem até lá durante as férias de Ano Novo.
As autoridades estimam que 226 milhões de passageiros tenham viajado no período de 22 a 27 de janeiro, um aumento de 70% em relação ao ano anterior, quando as restrições pandémicas ainda estavam em vigor na maioria do território chinês.
Um grupo de malfeitores desconhecidos incendiou sábado (28), em território sul-africano, seis viaturas de cidadãos moçambicanos, incluindo um autocarro de passageiros, que levavam cerca de 35 passageiros e tinham como destino a cidade de Durban.
O incidente ocorreu cerca de 90 quilómetros da fronteira da Ponta de Ouro, que separa ambos os países. Além de atear fogo às viaturas, os malfeitores levaram parte de seus bens, incluindo valores monetários.
A administradora do distrito de Matutuíne, Júlia Mwitu, citada pela Televisão Moçambique (TVM), confirmou o ocorrido e explica os contornos que envolveram o infortúnio.
“É do lado da entrada de Durban onde deu-se o ataque, a aproximadamente 90 quilómetros da fronteira e foram incendiadas viaturas de alguns moçambicanos, em número de seis”, disse Mwitu, acrescentando que tudo indica que o caso tem ligações com as manifestações perpetradas por grupos de malfeitores contra cidadãos moçambicanos.
Não há registo de mortes ou feridos. As vítimas foram socorridas pelas autoridades sul-africanas e escoltadas de regresso à fronteira da Ponta de Ouro.
Sobre o assunto, as autoridades policiais prometeram pronunciar-se brevemente. Este é o segundo caso de queima de viaturas na vizinha África do Sul em menos de uma semana.
Seis crianças inglesas, com idades compreendidas entre os sete meses e os cinco anos, foram resgatadas na Áustria, depois de terem sido encontradas presas numa cave abandonada, juntamente com os pais.
De acordo com a Sky News, a polícia revelou que o pai, de nacionalidade austríaca, de 54 anos, é um membro do movimento de extrema-direita Reichsbürger, um grupo que segue ideologias antissemitas e nazis.
Os serviços sociais foram chamados à propriedade em Obritz, perto da fronteira checa, por moradores locais que ficaram preocupados com o bem-estar das crianças. Quando tentaram entrar, o pai atacou os agentes com gás pimenta. A polícia foi então acionada e o homem foi detido, mas acabou por sair em liberdade sob fiança, enquanto decorre a investigação.
As crianças foram levadas para o hospital, juntamente com a mãe, para serem examinadas, mas, um porta-voz da polícia disse estarem “bem de saúde e que não foram negligenciadas”. Estão atualmente a ser cuidadas pelos serviços sociais.
As autoridades acreditam que a família estava a viver no esconderijo ilegal durante vários meses, mas que nas últimas semanas tinham sido apresentadas várias queixas de moradores que “ouviam vezes vozes de crianças na cave”, refere a Sky News.
A polícia disse não haver qualquer sugestão de abuso sexual de crianças e que foram ainda encontradas armas na cave.
Annie Wersching, atriz norte-americana mais conhecida por sua personagem Renee Walker na série de TV “24 horas”, da Fox, morreu no domingo (29), aos 45 anos, vítima de câncer.
Em nota, Stephen Full, marido de Annie, lamentou a perda: “Há um buraco cavernoso na alma desta família hoje. Mas ela nos deixou as ferramentas para preenchê-lo. Ela encontrava beleza no momento mais simples. Ela não precisava de música para dançar. Elas nos ensinou a não esperar que a aventura o encontre. ‘Vá encontrá-la. Está em todo lugar.’ E nós iremos”.
Além de estrelar “24 horas” ao lado de Kiefer Sutherland, Annie Wersching participou de produções como “The Vampire Diaries”, “Runaways”, “Star Trek: Picard” e “The Rookie”. A atriz também dublou um dos personagens do game “The Last of Us”.
Annie havia sido tinha sido diagnosticada com a doença em 2020.
A chuva intensa que cai nos últimos dias no distrito de Metuge, província Cabo Delgado, poderá condicionar a transitabilidade de pessoas e bens em algumas vias de acesso naquela região da província.
Trata-se das vias que ligam a zona de Muepane à sede do distrito de Metuge, Nacuta/ Taratara e Metuge-sede à Quissanga que, devido a frequente ocorrência de chuvas, encontram-se degradadas.
Falando à Rádio Moçambique, o administrador distrital, António Nandanga, disse que caso continue e chover intensamente na região, a situação da transitabilidade naquelas vias poderá estar mais complicada.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...