Pelo menos quatro soldados foram mortos, entre eles um comandante, após um ataque com drones efetuado pela Turquia, perto da cidade síria de Al Hasakah, disse o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.
Três membros da polícia curda local, a Asayesh, e dois civis ficaram feridos no ataque.
Segundo a organização não-governamental, ocorreram 49 ataques turcos no norte e nordeste do país desde o início do ano, causando pelo menos 62 mortos, incluindo 13 civis, e cerca de 57 feridos.
Entretanto, o exército turco realizou várias ofensivas na Síria contra as milícias curdo-sírias Unidades de Proteção Popular (YPG), ligadas ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), consideradas por Ankara como um grupo terrorista e alvo de numerosas operações de segurança tanto no leste da Turquia como na região semiautónoma do Curdistão iraquiano, desde que o cessar-fogo entre as partes foi quebrado em 2015.
Habib Nsikonnene, um conhecido curandeiro tradicional, casou-se no passado domingo com sete mulheres, duas das quais irmãs, no Uganda. Apesar do número, o homem, de 43 anos, diz que planeia ter ainda mais esposas para alcançar o seu objetivo: Ter cem filhos.
“Na minha família somos muito poucos, por isso quero ter muitos filhos para construirmos uma grande família”, disse Habib, citado pelo jornal The Sun.
Entretanto, o ugandês, que já tinha uma esposa, casou-se com as sete mulheres individualmente numa cerimónia tradicional, antes de as levar para uma boda de luxo para festejar os matrimónios. Nesta festa, as noivas foram levadas de limusinas, com matrículas personalizadas.
“As minhas mulheres não têm ciúmes entre si, apresentei-as separadamente e casei-as todas de uma vez para formar uma grande família feliz”, garantiu.
A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) prevê retomar em 20 de Novembro os voos Maputo-Lisboa-Maputo, anunciou o administrador da empresa sul-africana que gere a companhia nacional de bandeira desde Abril.
“Estamos a prever retomar essa rota a 20 de Novembro. É vital e vai mudar o rosto da companhia”, afirmou num encontro com jornalistas, em Maputo, o director-executivo da sul-africana Fly Modern Ark (FMA), Theunis Crous.
A empresa LAM já tinha assumido anteriormente que está empenhada em obter as devidas autorizações para utilizar o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e horários de gestão de ‘slot’.
No entanto, Theunis Crous acrescentou que a companhia já negociou também o aluguer de um Boeing 737 cargueiro, apenas para tratar do transporte de mercadorias dentro do país e para o exterior, nomeadamente África do Sul, esperando colocar ao serviço um segundo seis meses depois.
“É uma oportunidade que pode tornar a companhia rentável. O transporte de carga é um negócio muito rentável”, insistiu.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoramento, Avaliação, Responsabilidade e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Segurança de Área. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Estagiários de Comunicação e Campanha. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Técnico de Transferências Monetárias. Saiba mais.
Dois indivíduos residentes na localidade de Nkodeze, no posto administrativo de Zobué, no distrito de Moatize, estão detidos desde a última quarta-feira por terem sido encontrados em flagrante delito na posse de um pangolim, que tentavam vender a 150 mil meticais.
O porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) em Tete, Américo Rosa, afirmou à imprensa, na Cidade de Tete, que tomaram conhecimento do caso através da relação que existe com a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC).
“Eles tentaram vender na vizinha República do Malawi, e não conseguiram. Por isso regressaram para Nkodeze. Com a ajuda da comunidade, nos fizemos passar por compradores e assim recuperamos o animal, que é uma espécie de venda proibida, e detivemos os indivíduos”, detalhou.
Contudo, acrescentou que para os crimes desta natureza, este é o quinto que se regista este ano na província de Tete, sendo três de venda ilegal de pontas de marfim e o resto envolvendo o pangolim. Garantiu que há uma rede internacional de tráfico de espécies proibidas nesta região, que encontra estes animais em alguns distritos como Mágoè.
O Parlamento Europeu aprovou uma resolução que defende a luta contra a prostituição através da penalização dos clientes, uma decisão elogiada pela Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM), mas reprovada por outras organizações.
A lógica de penalização dos clientes que recorrem a serviços de prostituição é uma política que já vem sendo adotada por alguns países europeus e que é objeto de um recurso junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
A resolução, não vinculativa, foi aprovada por 234 deputados (175 contra e 122 abstenções), numa votação que dividiu todos os grupos políticos na sessão plenária de Estrasburgo.
Liderado pela eurodeputada alemã Maria Noichl (Socialistas e Democratas), o texto incentiva os países da União Europeia (UE) a adotarem o “modelo nórdico” – a Suécia foi o primeiro país, em 1999, a penalizar os compradores de serviços sexuais. Este modelo foi também adotado pela Irlanda e pela França.
O Parlamento Europeu pede aos Estados-Membros “que garantam que solicitar, aceitar ou obter um ato sexual de uma pessoa em troca de uma remuneração, de uma promessa de remuneração, de uma vantagem em espécie ou de uma promessa de tal vantagem seja punível como infração penal”.
A proposta defende também a aplicação de sanções penais aos proxenetas. Mas defende que as próprias prostitutas não sejam penalizadas, como acontece em países como a Croácia e a Lituânia.
Embora a prostituição seja legal e regulamentada em alguns países (nomeadamente na Alemanha, nos Países Baixos e na Áustria), o texto argumenta que as diferenças de abordagem na UE incentivam o crime organizado.
“Este relatório (…) destaca o caminho a seguir: criar programas de saída e alternativas, erradicar a pobreza e a exclusão social, desmantelar os estereótipos e as desigualdades e reduzir a procura através do combate aos clientes”, afirmou Maria Noichl após a votação, citada pela agência France-Presse (AFP).
Um texto semelhante havia já sido aprovado pelo Parlamento Europeu em fevereiro de 2014.
A aprovação do documento foi classificada pela Plataforma Portuguesa Para Os Direitos Das Mulheres (PpDM) – que coordena em Portugal o Lobby Europeu das Mulheres e é membro de uma coligação de mais de 120 organizações abolicionistas – como uma “vitória”.
“Foi um voto pelas sobreviventes: por aquelas que escaparam e por aquelas que continuam presas na violência sistémica e na exploração da prostituição, e que merecem um futuro melhor”, defendeu a PpDM, em comunicado.
Na opinião da Plataforma, a aprovação do relatório apresentado pela eurodeputada Maria Noichl é “um marco para as mulheres na Europa, uma vez que representam 90% das pessoas na prostituição e 87% das vítimas de tráfico de seres humanos para fins de exploração sexual”.
A PpDM salienta que “a abordagem abolicionista tem como objetivo garantir às pessoas sobreviventes da prostituição instrumentos que lhes permitam recuperar o seu poder”, ao mesmo tempo que “coloca o ónus da estigmatização e da vergonha nos chamados ‘compradores de sexo’, que acreditam que o consentimento dado livremente pode ser comprado”.
Em contrapartida, a eurodeputada holandesa Sophie in’t Veld (Renew Europe, centristas e liberais) lamentou “uma resolução puramente ideológica” que “não fará nada para proteger os direitos e a segurança dos trabalhadores do sexo”.
No mesmo sentido, treze organizações não-governamentais (ONG), incluindo a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch, agrupadas numa “coligação europeia para os direitos e a inclusão dos trabalhadores do sexo”, tinham apelado, no início de setembro, à rejeição do relatório.
Estas ONG argumentam que a criminalização dos clientes aumenta a precariedade dos trabalhadores do sexo e a sua vulnerabilidade à violência e às doenças infecciosas.
Recordam também que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) declarou admissível o pedido apresentado por 260 trabalhadores do sexo para revogar a lei francesa de 2016. O Tribunal deverá pronunciar-se sobre o mérito do processo nos próximos meses.
Um tribunal na África do Sul condenou dois moçambicanos a penas de prisão de 19 anos por roubo de cabos de cobre numa central de energia eléctrica na província de Mpumalanga, anunciou a polícia sul-africana.
Em comunicado, a polícia sul-africana (SAPS) de Nelspruit referiu que o tribunal condenou os cidadãos moçambicanos, identificados como Constantinople Mamuane, de 23 anos, e Afonso Manyesa, de 25 anos, pela prática criminosa, escreve o Notícias ao Minuto.
“Foram condenados a 19 anos de prisão cada um por tentativa de roubo, adulteração de infra-estruturas essenciais e violação da Lei de Imigração da África do Sul pelo Tribunal de Magistrados de Emalahleni em 8 de setembro de 2023”, adiantou.
De acordo com a força de segurança, o incidente ocorreu em Novembro de 2020 na central de Kendal, considerada uma das maiores centrais elétricas a carvão do mundo.
O Presidente da República, Filipe Nyusi inaugurou há instantes a Central Eléctrica de Tetereane (CET), instalada no distrito de Cuamba, na província de Niassa.
Localizado no Bairro Tetereane, na Cidade de Cuamba, a CET é primeira no país a integrar um sistema de armazenamento de energias em baterias.
Contudo, a infraestrutura permite o incremento da qualidade de energia eléctrica nas horas de pico, bem como o contínuo fornecimento no período de inexistência do recurso solar em toda a província de Niassa e no Norte de país.
A construção CET consistiu na montagem de 31.710 painéis solares, duas linhas de interligação de 33kV, instalação de um transformador de potência de 16 MVA, 33/110 kV e upgrade da subestação de Cuamba.
Um ano após a morte da jovem curda Mahsa Amini, às mãos da polícia da moralidade do Irão, as manifestações contra a repressão do regime iraniano aos direitos das mulheres vão continuar, pois há vozes que Teerão não conseguiu silenciar.
A previsão é de várias personalidades iranianas e norte-americanas, transmitida durante a semana num debate sobre “A Morte de Mahsa Amini: Um ano de Protestos e Reflexões sobre o Futuro”, organizado conjuntamente pelo Instituto para as Mulheres, Paz e Segurança da Universidade de Georgetown, pela organização Freedom House e pela Sociedade Cultural Iraniana.
Amini foi detida pela polícia da moralidade a 13 de setembro de 2022 por alegado uso indevido do ‘hijab’, o véu islâmico, tendo surgido morta três dias depois, ainda sob custódia das forças policiais, o que deu início a um conjunto inédito de contestação ao regime teocrático iraniano, que reprimiu violentamente as manifestações e protestos que ainda se mantêm.
“A luta pela emancipação da mulher no Irão não vai parar. Ninguém vai continuar a tirar-nos a dignidade, integridade e identidade, pelo que vamos continuar a combater pelos direitos das mulheres”, garantiu Azar Nafisi, escritora irano-norte-americana e professora universitária nos Estados Unidos, onde vive desde 1997.
Para Nafisi, autora do livro “Lendo Lolita em Teerão”, escrito em 2003 e proibido pelo regime, a repressão e a violência das autoridades de Teerão “não advém da força mas sim do medo”, pois as regras impostas pela República Islâmica estão a ser combatidas, luta que só terminará quando os direitos das mulheres forem uma realidade.
A contestação que se seguiu à morte de Amini, lembrou, por sua vez, Victoria Taylor, subsecretária de Estado Adjunta para o Iraque e Irão do Gabinete para as Questões do Médio Oriente da administração de Joe Biden, levou para as ruas de todo o país ativistas dos direitos humanos e das mulheres, académicos, estudantes, advogados e até líderes religiosos.
Entretanto, acrescentou, “a repressão e os abusos cometidos pelo regime totalitário iraniano”, foram “brutais e desproporcionados”, levando à morte de centenas de pessoas, à detenção de milhares de outras, ao julgamento sumário de centenas de manifestantes e à aplicação da pena de morte a cerca de duas dezenas de outros.
“O Irão continua a violar todos os tratados internacionais associados aos direitos humanos, que assinou, razão pela qual os Estados Unidos têm continuado a impor sanções económicas a personalidades e entidades iranianas que continuam a transgredir estes preceitos. Já aplicámos 70 ordens de sanções, até ao ministro do Interior [iraniano, Abdolreza Rahmani Fazli]”, sublinhou Taylor.
No debate, Jane Harman, presidente do Conselho de Administração da Freedom House, questionou a autoridade e a moralidade da polícia dos costumes do Irão, denunciando a brutalidade utilizada contra manifestantes que lutam pela liberdade e pela democracia.
A líder do ‘think-tank’ relembrou as palavras proferidas por Hillary Clinton, na altura em que era “primeira-dama” dos Estados Unidos (1993/2001), que afirmou n uma conferência internacional que “os direitos das mulheres são direitos humanos e os direitos humanos são direitos das mulheres”.
Nesse sentido, garantiu que a Freedom House continuará a apoiar a luta pela emancipação da mulher e pela democracia no Irão.
No mesmo sentido, Melanne Verveer, diretora executiva do Instituto para as Mulheres, Paz e Segurança da Universidade de Georgetown, insistiu na ideia de que as mulheres iranianas “apesar da “repressão brutal, nunca serão silenciadas” e que a luta “contra os alicerces do regime vai continuar”.
“A trajetória dos protestos em curso no Irão vai continuar a ser seguida, o papel das mulheres e da diáspora vai singrar e o panorama atual da aplicação de sanções e dos mecanismos multilaterais também”, concluiu.
Contudo, apesar da maior visibilidade e atenção política dos protestos globais, o movimento ainda não conseguiu ameaçar os alicerces do regime teocrático liderado pelo ayatollah Ali Khamenei.
A repressão brutal contra os dissidentes torna-se cada vez mais terrível e o Irão continua a cultivar redes complexas de evasão às sanções financeiras e comerciais que minam os esforços para responsabilizar o regime, defende o Instituto da Universidade de Georgetown.
Um tribunal egípcio condenou o reconhecido opositor, ativista e editor Hisham Kassem a seis meses de prisão por difamação de um ex-ministro e agressão verbal a um polícia, segundo uma organização não-governamental.
O Tribunal de Assuntos Económicos do Cairo impôs três meses de prisão por “difamação a Kamal Abu Eita”, ex-ministro dos Trabalho e Imigração, e outros três meses por “agredir verbalmente um funcionário público”, disse na sua conta da rede social X (anterior Twitter) o diretor da Iniciativa Egípcia para os Direitos Humanos (EIPR na sigla em inglês), Hossam Bahgat.
Esta última condenação está relacionada com uma suposta briga com dois polícias numa esquadra do Cairo, onde o ativista foi interrogado pela primeira vez.
O tribunal impôs ainda uma multa de 20 mil libras egípcias. Por outro lado, absolveu-o da acusação de “perturbar as autoridades” após ter escrito na rede social X (ex-Twitter) que estava “mais limpo que [o presidente egípcio] Abdel Fattah al-Sissi e todos os seus homens”.
O opositor ao regime de al-Sissi poderá recorrer da sentença.
Kassem iniciou uma greve de fome quando foi detido em 20 de agosto, mas posteriormente suspendeu.
Contudo, o opositor lidera a formação Corrente Livre, constituída em junho pelos partidos da oposição que defendem a liberalização económica do país. O movimento político considera que o processo contra o seu líder é uma questão “política”, a poucos meses das eleições presidenciais.
Não sendo absolvido, Kassem não poderá apresentar-se às eleições em que al-Sissi (no poder desde que depôs o islamita Mohammed Morsi, em 2013) deverá procurar um terceiro mandato, ainda que ainda não tenha anunciado a intenção de se apresentar às eleições.
Um cidadão de origem turca, de 54 anos, morreu depois de cair do 15.º andar de um dos edifícios das Torres Vermelhas, na cidade de Maputo.
Atija Monteiro, moradora, referiu ter visto vestígios de sangue no local do incidente e não sabe ao certo o motivo pelo qual o finado caiu do prédio.
O corpo da vítima foi retirado pelos agentes de Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), a quem cabe apurar as reais causas do incidente. Até à altura da retirada do “Notícias” nenhum familiar se tinha feito ao local para identificar o corpo.
No entanto, o porta-voz do SERNIC na capital, Hilário Lole, que confirmou a ocorrência, referiu que a vítima havia adquirido nacionalidade moçambicana, mas é de origem turca. Referiu que os agentes da corporação continuavam a trabalhar para obter todas as evidências para compreender as causas por detrás da ocorrência.
“Ainda é prematuro avançar dados sobre este facto, porém confirmamos a ocorrência e trabalhos estão a ser feitos com objectivo de saber se foi realmente um suicídio ou um caso de cunho criminal”, frisou.
O Comandante-geral da PRM, refuta acusações de alegadas tentativas de assassinato de alguns cabeças-de-lista, no âmbito das eleições autárquicas agendadas para 11 de Outubro Próximo.
Trata-se de acusações que foram recentemente feitas por alguns partidos políticos, através das redes sociais e certos órgãos de comunicação social.
Bernardino Rafael considera que estas acusações são infundadas e revelam a falta de manifesto eleitoral por parte dos partidos em causa.
Em momento de recados para os partidos políticos que têm estado a acusar a polícia de tentativas de assassinato, o comandante-geral da PRM, sublinhou estas formações políticas, estão a prejudicar a si mesmas assumindo que o polícia é também um eleitor.
Contudo, mesmo com estas acusações o comandante-geral da PRM, afirmou que a corporação está preparada para a garantia da ordem e tranquilidade públicas, em todo o processo eleitoral, neste momento com o foco virado para a campanha que arranca dentro de dias.
Bernardino Rafael falava no comando provincial de Maputo, durante uma parada que serviu para a apresentação simbólica de novos efectivos da polícia de trânsito, que passam a integrar as fileiras da cooperação em todo o pais.
Na ocasião o comandante-geral da Policia deixou novas orientações para a actuação da polícia de trânsito nas estradas nacionais, uma informação a acompanhar em detalhes nos próximos blocos noticiosos.
As autoridades líbias abriram uma investigação ao colapso de duas barragens que causaram inundações devastadoras na Líbia, sobretudo na cidade de Derna, onde continuam a ser retirados corpos, contabilizando-se já mais de 11.000 mortos.
O procurador-geral da Líbia, al-Sediq al-Sour, afirmou que o Ministério Público vai investigar o colapso das duas barragens, que foram construídas na década de 1970, bem como a afetação de fundos para a sua manutenção, além de investigar as autoridades locais da cidade de Derna e os governos anteriores.
“Asseguro aos cidadãos que, seja quem for que tenha cometido erros ou negligência, o Ministério Público irá certamente tomar medidas firmes, apresentar um processo criminal contra eles e enviá-los a julgamento”, disse numa conferência de imprensa na cidade de Derna, segundo noticia hoje a imprensa local.
Entretanto, não é ainda claro como é que uma investigação deste tipo pode ser levada a cabo no país do Norte de África, que mergulhou no caos depois de uma revolta apoiada pela NATO ter derrubado o ditador Muammar Kadhafi em 2011.
Durante a maior parte da última década, a Líbia esteve dividida entre administrações rivais – uma a leste, a outra a oeste – cada uma delas apoiada por milícias poderosas e patrocinadores internacionais.
Contudo, um dos resultados tem sido o abandono de infraestruturas cruciais, mesmo quando as alterações climáticas tornam os fenómenos meteorológicos extremos mais frequentes e graves.
Jalel Harchaoui, especialista em assuntos da Líbia no Royal United Institute, com sede em Londres, disse que uma investigação poderia representar “um desafio único” para as autoridades judiciais, podendo envolver os mais altos responsáveis da liderança no leste e no oeste da Líbia, onde coexistem dois governos paralelos.
Desde 2014, o leste da Líbia tem estado sob o controlo do general Khalifa Hafter e do seu autodenominado Exército Nacional Líbio. Um governo rival, com sede na capital, Tripoli, controla a maior parte dos fundos nacionais e supervisiona os projetos de infraestruturas, sendo que nenhum dos dois tolera a dissidência.
“O principal desafio de uma investigação exaustiva terá a ver com o comportamento da coligação de Hifter e a sua histórica falta de responsabilização em geral pode obstruir o apuramento da verdade”, disse Harchaoui.
As fortes chuvas causadas pela tempestade mediterrânica Daniel provocaram inundações devastadoras no leste da Líbia no passado fim de semana, sendo que duas barragens colapsaram, fazendo com que uma parede de água de vários metros de altura atravessasse o centro da cidade de Derna, destruindo bairros inteiros e arrastando pessoas para o mar.
“Mais de 10.000 pessoas estão desaparecidas”, segundo números do Crescente Vermelho Líbio, citados pela AP e seis dias volvidos, as equipas de salvamento e de busca continuam a escavar na lama e nos destroços dos edifícios, à procura de corpos e de possíveis sobreviventes.
Até agora, o Crescente Vermelho confirmou que morreram 11.300 pessoas.
A vandalização de antenas (sites) pertencentes à empresa Moçambique Telecom (TmCel) gerou prejuízos estimados em 200 milhões de meticais no período de 2021 até ao final do primeiro semestre deste ano, revelou a Comissão Executiva daquela Empresa Pública, num encontro mantido com gestores editoriais de diferentes órgãos de comunicação social baseados em Maputo.
Contudo, os referidos actos de sabotagem consistem são caracterizados pelo roubo de baterias e de cabos-terra, destruição de Postos de Transformação (PT) e corte de cabos de alimentação e até mesmo de fibra óptica.
Conforme apurámos, estes episódios ocorrem pelo menos duas a três vezes por mês em diferentes pontos do país.
Dois agentes do Aeroporto Internacional de Miami foram apanhados pelas câmaras de vigilância a furtar pertences das malas de passageiros.
As detenções ocorreram em julho, quando foi descoberto o esquema montado por três funcionários da Administração de Segurança e Transporte, identificados como Elizabeth Fuster, Labarrius Williams e Josue Gonzalez.
De acordo com a agência Reuters, os agentes foram captados pelas câmaras de segurança em junho, tendo alegadamente roubado um total de cerca de 600 dólares em dinheiro aos passageiros quando estes passavam pela segurança no Terminal E do aeroporto de Miami.
Um vídeo partilhado mostra o momento em que Labarrius Williams e Josue Gonzalez consumam os crimes. Enquanto um abre as bagagens e tenta distrair os passageiros, o outro coloca no bolso os artigos.
Dois agentes de uma empresa privada de segurança estão encarcerados no Posto Policial do Bairro Chôta acusados de roubo de pavês nas obras de reabilitação da Estrada 2009, na zona de Manganhe. Durante a detenção também foi recolhido o produto do roubo.
O porta-voz da PRM, Edson João, contou que o material roubado foi encontrado numa residência onde um dos acusados prestava serviços de segurança.
“Das diligências realizadas, apurámos que o proprietário de uma das casas onde encontrámos o material roubado é que instigou o seu segurança a roubar o pavê. O dono da casa acabou por se responsabilizar e pagou a respectiva multa, no valor de 217 mil meticais ao empreiteiro”, revelou.
Havia suspeita de que uma segunda casa também servia de armazém para o pavê roubado, mas nada de concreto foi apurado.
O México extraditou para os Estados Unidos, Ovidio Guzmán López, conhecido por “El Ratón”, filho do famoso traficante de drogas Joaquín “El Chapo” Guzmán. A informação foi divulgada por Merrick Garland, secretário de Justiça norte-americano.
“Como resultado da cooperação entre as forças do México e dos EUA, Ovidio Guzmán López, líder do Cartel de Sinaloa, foi extraditado para os EUA”, disse Garland.
A ideia, com a extradição, é garantir que Ovidio permaneça preso, pois a pressão do cartel em território mexicano é muito maior.
Contudo, depois da prisão e consequente condenação de “El Chapo” à prisão perpétua nos Estados Unidos, seus quatro filhos herdaram a liderança do cartel de Sinaloa. Os EUA seguiram na mesma linha que fizeram com o pai e acusam “Los Chapitos” também de narcotráfico internacional.
O DEA (agência antidrogas dos Estados Unidos) trata o o Cartel de Sinaloa como o maior responsável pelo tráfico de fentanil. O entorpecente é 50 vezes mais potente do que a heroína. Ele causou boa parte das 109 mil mortes por overdose no ano passado nos EUA segundo dados preliminares oficiais do governo.
Milhares de zulus reuniram-se na África do Sul, para o funeral de Mangosuthu Buthelezi, figura influente e temida naquele grupo étnico, cujo caixão entrou num estádio, coberto de pele de animal e conduzido por guerreiros em trajes tradicionais.
O fundador do partido nacionalista sul-africano Inkatha e membro da família real da tribo Zulu morreu no passado fim de semana, aos 95 anos, em casa, na província de KwaZulu-Natal, no sudeste do país.
Em Ulundi, um dos locais de nascimento da maior tribo, em termos de população, no país da África austral (11 milhões), os seus restos mortais foram colocados no centro do estádio lotado, onde o funeral de Estado começou ao meio-dia.
O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, deverá fazer o elogio fúnebre. O seu antecessor, Jacob Zuma (2009-2018), líderes partidários e altos funcionários também marcaram presença.
Durante toda a manhã, regimentos da brigada feminina do Partido da Liberdade Inkatha (IFP) marcharam, cantando: “Ele conduziu-nos até aqui”.
Vestindo peles de leopardo, filas de guerreiros “amabutho”, tradicionalmente dedicados à proteção da família real, brandiram lanças e escudos, numa imitação da guerra.
Por todo o país, as bandeiras foram colocadas a meia haste, e desde há vários dias, filas de pessoas desfilam em volta da casa de Mangosuthu Buthelezi em orações públicas.
Inicialmente membro do partido histórico no poder, o Congresso Nacional Africano (ANC), Mangosuthu Buthelezi fundou o partido Inkatha em 1975, que liderou com mão de ferro durante mais de 40 anos.
A princípio concebido como uma organização cultural zulu, o partido rapidamente entrou numa rivalidade sangrenta com o ANC.
Nas décadas de 1980 e 1990, o IFP travou guerras territoriais com os militantes do partido de Mandela nas regiões predominantemente negras: a violência, descrita como a pior do país antes das primeiras eleições multirraciais de 1994, causou milhares de mortos.
Orador carismático apesar de uma grave gaguez, o chefe zulu questionou as estratégias anti-apartheid do ANC e considerou que Nelson Mandela, que na altura se encontrava na prisão, estava a enfraquecer as posições negras.
Mangosuthu Buthelezi foi acusado de ter posto em perigo o movimento de libertação contra o regime racista do apartheid e de ter feito o jogo do poder branco, acusação que sempre negou.
Apesar das controvérsias, Buthelezi teve uma longa carreira política, que se estendeu entre o apartheid e o advento da democracia.
Mais de 35 mil habitantes da localidade de Mulotana no distrito de Boane, na Matola vão beneficiar, até Dezembro próximo, de uma estrada melhorada que neste momento se apresenta em estado avançado de degradação.
Para o efeito, o Governador de Maputo lançou esta quinta-feira a primeira pedra, para a reabilitação desta via com cerca de 1o quilómetros de extensão, noticiou a Rádio Moçambique.
Contudo, na ocasião Júlio Parruque fez saber que para além da reabilitação deste troço, o executivo projecta reabilitar igualmente a ponte sobre o rio Matola ligando Mulotana e Mahlampsene.
Por outro lado o Governador da província de Maputo prometeu aos beneficiários a alocação de autocarros visando melhorar a transitabilidade de pessoas e bens de Mulotana a Mahlampsene e vice/versa.
Assim, devido as más condições da via, os residentes de Mulotana são transportados em carinhas de caixas abertas para chegarem as cidades da Matola e Maputo.
Júlio Parruque apelou ao empreiteiro para a observância dos padrões da qualidade.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoramento, Avaliação, Responsabilidade e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Segurança de Área. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Estagiários de Comunicação e Campanha. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Engajamento Comunitário. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos está a recrutar para seu cliente três (3) Representantes de Vendas a Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro de Obras. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria de Dados. Saiba mais.
A Plan International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Gestão de Casos, Serviços de Saúde Mental e Apoio Psicossocial. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Técnico de Transferências Monetárias. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar candidatos cinco (5) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Saiba mais.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...