O recenseamento militar obrigatório arrancou hoje em Moçambique, abrangendo 221.141 jovens mancebos dos 18 aos 35 anos de idade, dos quais 147.114 homens.
O processo também abrange cidadãos moçambicanos residentes no estrangeiro, que se podem inscrever junto às missões diplomáticas e consulares nos países onde residem.
Para o efeito, foram criados 1.670 postos de recenseamento em todas as províncias, distribuídos em 1.499 locais fixos e 171 móveis.
As províncias de Maputo, Maputo e Nampula são as que concentram o maior número de jovens a serem recenseados, com 25.000, 23.000 e 23.000, respetivamente.
A seguir, seguem-se a Zambézia (21.348), Tete (21.000), Sofala (20.302), Inhambane (20.220), Manica (18.403), Gaza (16.509), Niassa (16.509) e Cabo Delgado (15.789).
O recenseamento militar é obrigatório para todos os cidadãos moçambicanos que cumprem os requisitos de idade. O processo tem como objetivo registar os jovens que poderão ser chamados a prestar o serviço militar obrigatório.
Os jovens que não se recensearem estarão sujeitos a sanções, que podem ir desde a multa até à prisão.















