A ponte Samora Machel, na cidade de Tete, poderá ser reaberta para todo o tipo de veículos esta segunda-feira, após a interdição da circulação para permitir a reparação de uma âncora dos cabos pendurais, que rompeu na noite de quinta-feira.
O diretor-geral da Administração Nacional de Estradas (ANE), Elias Paulo, disse que a reabertura do tráfego dependerá de uma avaliação a ser feita após os trabalhos previstos para esta segunda-feira.
“Vamos fazer um trabalho de avaliação para determinar se a ponte está apta para receber todo o tipo de veículos”, disse Elias Paulo à imprensa.
O diretor-geral da ANE garantiu que, de agora em diante, haverá um controlo rigoroso do peso transportado por veículos que atravessam a infra-estrutura.
“Vamos instalar balanças nas entradas da ponte para controlar o peso dos veículos”, disse Elias Paulo.
Este domingo foi reaberto provisoriamente o tráfego rodoviário sobre a ponte, para os veículos ligeiros.
A seleção nacional de futebol de Moçambique, os “Mambas”, defrontam hoje o Botswana, em mais um teste antes da sua participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) da Costa do Marfim, que arranca no próximo sábado.
O jogo vai ter lugar na cidade sul-africana de Joanesburgo.
Em terras sul-africanas, os “Mambas” já derrotaram o Jomo Cosmos, por seis bolas a uma, e o Lesotho, por duas bolas sem resposta.
Amanhã, o combinado nacional segue para a capital da Costa do Marfim.
No CAN, os “Mambas” integram o grupo B juntamente com os combinados do Egipto, Cabo Verde e Ghana.
O jogo de hoje é uma oportunidade para os “Mambas” testarem a sua forma e consistência antes do CAN.
A equipa moçambicana já mostrou boas exibições nos dois jogos anteriores, mas o Botswana é uma equipa mais forte e pode proporcionar um bom teste.
A vitória seria importante para os “Mambas”, mas o mais importante é que a equipa mostre uma boa exibição e esteja preparada para o CAN.
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Os casos de cólera em Sofala continuam a aumentar. Em menos de um mês, a província já registou mais de quinhentos casos, com um óbito.
Na quinta-feira, foram internados catorze pacientes nos centros de tratamento de cólera abertos nos distritos de Marínguè e Caia, os dois mais afetados pelo surto.
O governador de Sofala, Lourenço Bulha, afirma que a situação é preocupante e alerta que a chuva pode contribuir para o alastramento da doença.
“A chuva pode aumentar o risco de contaminação da água potável e dos alimentos, o que pode levar a um aumento dos casos de cólera”, disse Bulha à Rádio Moçambique.
O governador pediu às autoridades sanitárias que tomem medidas urgentes para conter o surto.
“As autoridades sanitárias devem reforçar as campanhas de sensibilização sobre a prevenção da cólera”, disse Bulha. “As pessoas devem lavar as mãos com água e sabão, evitar comer alimentos de rua e cozinhar os alimentos adequadamente.”
A cólera é uma doença diarreica aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae. A doença pode ser fatal se não for tratada.
Os sintomas da cólera incluem diarreia aquosa, vômitos, dores abdominais e cãibras.
As autoridades sanitárias recomendam que as pessoas tomem medidas para prevenir a cólera, como lavar as mãos com água e sabão, beber água potável e cozinhar os alimentos adequadamente.
Um terramoto de magnitude 5,3 abalou na sexta-feira a prefeitura de Ishikawa, no centro do Japão, a mesma região que foi afetada por um sismo de magnitude 7,4 na segunda-feira.
O novo sismo ocorreu às 05:26 horas locais com epicentro a cerca de 10 quilómetros de profundidade na península de Noto.
As autoridades locais não comunicaram quaisquer danos causados pelo terramoto desta sexta-feira, nem interrupções adicionais nas redes de transporte rodoviário ou ferroviário.
No entanto, os trabalhos de busca e resgate dos desaparecidos continuam a ser dificultados pelo mau estado das infraestruturas, danificadas pelo sismo de segunda-feira.
O novo balanço das autoridades japonesas aponta para mais de 120 mortos provocados pelo abalo de segunda-feira, com centenas de pessoas ainda desaparecidas.
O presidente do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique (EDM), Marcelino Gildo, confirmou que há técnicos da empresa envolvidos em esquemas de montagem de redes clandestinas de fornecimento de energia eléctrica no país.
Gildo disse que a EDM está a trabalhar com a Polícia da República de Moçambique para desmantelar estas redes e identificar os responsáveis, incluindo os técnicos da empresa.
A título de exemplo, Gildo referiu que a EDM já desmantelou uma rede clandestina de fornecimento de energia eléctrica na província de Tete. Nesse caso, foram detidos alguns cidadãos, incluindo um técnico da EDM.
Os bairros Mpaduè, Samora Machel, Mateus Sansão Muthemba, Filipe Samuel Magaia e Josina Machel na cidade de Tete, são os que registam mais casos de roubo e vandalização de infra-estruturas eléctricas.
O mesmo ocorre nos bairros Primeiro de Maio, Nhachere e 25 de Setembro no distrito de Moatize, província de Tete, como também um pouco pelo país.
Alumínio e cobre são os principais elementos extraídos para a comercialização no estrangeiro.
A EDM calcula que os prejuízos acumulados durante o ano passado de 2023 em cerca de 30 milhões de meticais decorrentes do roubo e vandalização de suas infra-estruturas em todo o país.
O envolvimento de técnicos da EDM em redes clandestinas de fornecimento de energia é um grave problema, que pode colocar em risco a segurança das pessoas e das próprias instalações da empresa.
A EDM deve reforçar as medidas de controlo para prevenir e combater este tipo de crime.
Os cidadãos também devem estar atentos a estas práticas e denunciar quaisquer suspeitas às autoridades.
O candidato da Renamo nas últimas eleições autárquicas de Maputo, Venâncio Mondlane, admitiu a possibilidade de concorrer às eleições presidenciais, caso sinta um apoio significativo da população, em um momento em que o líder do partido, Ossufo Momade, enfrenta críticas.
“Se, depois de refletir, perceber que este é realmente o apelo do povo, eu asseguro, sem hesitações, que avançarei sem problemas”, afirmou Venâncio Mondlane à imprensa, após submeter um documento ao Tribunal Administrativo no contexto dos recursos que questionam os resultados das eleições de 11 de outubro em Moçambique.
As declarações de José Manteigas, porta-voz da Renamo, na quarta-feira, geraram alguma controvérsia dentro do partido. Manteigas afirmou que a Renamo vai apoiar o atual presidente do partido para as eleições presidenciais deste ano, apesar das críticas de segmentos internos que pedem sua renúncia, acusando-o de inatividade.
A decisão final de Venâncio Mondlane, considerado um nome alternativo com capital político dentro da principal oposição, depende da avaliação do seu apoio popular, que, segundo o político, já ultrapassa os 60%.
Para Mondlane, a indicação de Ossufo Momade como “candidato ideal” violou os estatutos do partido, considerando que existem órgãos internos competentes para deliberar sobre o assunto.
“Estas declarações não têm base legal. Podemos presumir que não refletem deliberações ou consensos dentro do partido”, afirmou Mondlane, que acredita que Manteigas merece um processo disciplinar.
Esta manhã, seguranças da Renamo impediram um protesto de alguns jovens contra a escolha de Ossufo Momade como candidato às presidenciais de outubro. O grupo manifestante, composto sobretudo por jovens que participaram em marchas de contestação após os resultados das eleições autárquicas de outubro, reivindica a vitória de Venâncio Mondlane, apesar do anúncio oficial ter proclamado outro candidato vencedor.
A liderança da Renamo tem sido alvo de críticas, com acusações de inatividade e negligência por parte de alguns membros internos, como Timosse Maquinze, antigo líder do braço armado do partido, que alega irregularidades a favor da Frelimo nas eleições autárquicas e negligência em relação aos ex-guerrilheiros recentemente desmobilizados.
As eleições gerais, incluindo as presidenciais, estão agendadas para 9 de outubro, com um custo aproximado de 6,5 mil milhões de meticais, conforme previsto no Orçamento do Estado para 2024. Venâncio Mondlane, engenheiro florestal e deputado pelo partido Renamo, tem 50 anos e é conhecido por seus seguidores como VM7, numa referência a Cristiano Ronaldo.
Pelo menos 14 pessoas morreram e várias ficaram feridas em novos confrontos intercomunitários no estado de Jonglei, no norte do Sudão do Sul, noticiaram as autoridades do país.
Os incidentes ocorreram na aldeia de Poktap Boya, na segunda-feira, e envolveram dois grupos armados, segundo o comissário de Duk, Peter Latjor Chuol.
“Até agora, registamos 14 mortos e 18 feridos. Alguns dos feridos estão em estado crítico, pelo que o número de mortos pode aumentar”, disse Chuol à estação de rádio sul-sudanesa Eye Radio.
Os atacantes fugiram com cerca de sete mil cabeças de gado roubadas, acrescentou o comissário.
O deputado Phillip Thon Leek, que representa a região no parlamento nacional, condenou os confrontos e apelou ao Governo de unidade para agir para garantir a paz.
“Não podemos falar de paz quando as pessoas estão a morrer todos os dias. Estão a morrer pessoas todos os dias em Duk”, disse Leek.
O Sudão do Sul tem um Governo de unidade que foi instituído após um acordo de paz, em 2018, entre o Presidente Salva Kiir e o líder rebelde Riek Machar.
No entanto, o país tem assistido a um aumento dos confrontos intercomunitários, motivados principalmente pelo roubo de gado e por disputas entre pastores e agricultores nas zonas mais férteis do país.
A desertificação e a deslocação da população devido ao conflito também têm contribuído para o aumento da violência.
O Ministério da Saúde de Moçambique iniciou uma campanha de vacinação contra a cólera, que visa atingir cerca de 2,3 milhões de pessoas nas províncias de Cabo Delgado, Zambézia, Tete e Sofala.
A campanha, que decorre até sexta-feira, tem como objetivo proteger a população residente em áreas vulneráveis e de foco para o actual surto da doença, que já causou a morte de 20 cidadãos nos últimos três meses.
A vacinação vai abranger crianças com idade igual ou superior a um ano nos distritos de Gilé, Gúruè e Mocuba, na Zambézia; Chiúre e Montepuez, em Cabo Delgado; Mágoè, Moatize e Zumbo, em Tete; e Marínguè, em Sofala.
Para a campanha, o Ministério da Saúde mobilizou 1,3 milhão de dólares (cerca de 82,2 milhões de meticais).
A cólera é uma doença diarreica aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae, que se transmite pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A doença pode ser fatal se não for tratada.
Os sintomas da cólera incluem diarreia aquosa, vômitos, dores abdominais e cãibras.
As autoridades de saúde recomendam que as pessoas tomem medidas para prevenir a cólera, como lavar as mãos com água e sabão, beber água potável e cozinhar os alimentos adequadamente.
O Governo moçambicano admitiu, em comunicado emitido no dia 2 de janeiro, que existe uma dívida de mais de 80 milhões de meticais de horas extras devidas a professores e outros funcionários do setor da educação.
O montante refere-se a horas extraordinárias realizadas nos meses de outubro e novembro de 2022, e ainda não foi pago devido à implementação da TSU, que obrigou a uma revisão dos procedimentos de validação de horas extraordinárias.
O Governo diz que já foram validados mais de MZN 330 milhões de horas extras, referentes a 3235 funcionários de 149 escolas. No entanto, os professores estão cansados de esperar e ameaçam boicotar o arranque do ano letivo.
No setor da saúde, o Governo também admitiu que existe uma dívida de horas extras, no valor de mais de MZN 60 milhões referentes a 6358 funcionários do exercício económico de 2022.
Para o exercício de 2023, o Governo diz que foram pagos MZN 30 milhões a 300 profissionais de saúde, devendo o processo de validação da restante dívida ser retomado no corrente mês.
O Governo explica que tem priorizado o pagamento do salário e de outros suplementos, ficando as horas extraordinárias condicionadas ao processo de verificação e validação.
No entanto, os sindicatos acusam o Governo de falta de transparência e de atrasos injustificados no pagamento das horas extraordinárias.
A dívida de horas extras devidas a professores e outros funcionários da educação e da saúde é um problema que tem vindo a agravar-se nos últimos anos.
O Governo diz que está a trabalhar para resolver o problema, mas os sindicatos acusam-no de falta de transparência e de atrasos injustificados no pagamento das horas extraordinárias.
A situação está a gerar um clima de tensão entre o Governo e os trabalhadores, que ameaçam com greves e boicotes.
O Conselho Constitucional do Senegal recusou a candidatura de Ousmane Sonko, líder da oposição atualmente detido, para as eleições presidenciais de 25 de fevereiro, mais um capítulo num processo que tem mantido o país numa situação de incerteza.
Ciré Clédor Ly, advogado de Sonko, informou à imprensa que a instância judicial baseou a sua decisão na alegação de que o processo de candidatura estava incompleto.
O advogado explicou que a administração local e nacional se recusou a fornecer todos os documentos necessários para a candidatura de Sonko, argumentando que este havia sido excluído dos cadernos eleitorais após sua condenação, em junho, por um caso de assédio. Apesar disso, a sua equipa submeteu a candidatura ao Conselho Constitucional.
“Assim que entramos, o presidente do Conselho, Badio Camara, informou-nos imediatamente que o processo estava incompleto”, disse Clédor Ly.
O presidente do Conselho Constitucional informou que “os processos, as cartas que os acompanhavam e os documentos anexos foram recebidos e verificados pelo comitê, que concluiu que faltava um documento e que o processo de candidatura estava incompleto”, acrescentou o advogado.
Clédor Ly considerou a decisão como resultado de uma “farsa eleitoral” porque nem o candidato nem seu representante estavam presentes durante a verificação da documentação, como exigido pela legislação.
O advogado garantiu que irá recorrer da decisão, alegando que as eleições carecem de transparência desde o início e não refletem a vontade do país.
Segundo a estação de televisão do partido de Sonko, a candidatura estava incompleta devido à ausência de um certificado da Caixa de Depósitos e Consignações, atestando o depósito de 30 milhões de francos CFA (cerca de 45 mil euros) exigidos para as eleições presidenciais.
A candidatura de Sonko já estava seriamente comprometida desde quinta-feira, quando o Supremo Tribunal confirmou uma pena suspensa de seis meses de prisão por difamação, uma sentença que o torna inelegível para as eleições.
Os seguidores de Sonko esperavam que a candidatura avançasse depois de um juiz ter ordenado, em meados de dezembro, a sua reintegração nos cadernos eleitorais, confirmando uma decisão anterior do tribunal de Ziguinchor (sul) que foi anulada pelo Supremo Tribunal.
Ousmane Sonko foi considerado culpado, em 1 de junho de 2023, de atentado ao pudor de uma menor e condenado a dois anos de prisão. O líder da oposição não compareceu ao julgamento e foi condenado à revelia.
Sonko, de 49 anos, está detido desde o final de julho de 2023 sob várias acusações, incluindo a de ter incitado à insurreição, alegando que todos esses casos são conspirações para excluí-lo das eleições presidenciais.
Os problemas legais de Sonko, cujas ideias soberanistas, pan-africanistas e socialistas são populares entre os jovens, têm agitado a vida política do Senegal desde 2021, resultando em vários episódios violentos, incluindo mortes e danos a propriedades públicas.
Um idoso de 71 anos morreu na quinta-feira, em Ipatinga, Minas Gerais, após cair de um buraco que cavou na sua casa.
Segundo testemunhas, o homem, identificado como João Pimenta da Silva, começou a cavar o buraco na terça-feira, 2 de janeiro, após sonhar que havia ouro enterrado debaixo da casa.
O buraco tinha 40 metros de profundidade e 90 centímetros de diâmetro. Silva estava sozinho no local quando caiu e não foi possível resgatá-lo.
O corpo da vítima foi encontrado na quinta-feira, 3 de janeiro, por equipes de resgate da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
As imagens partilhadas pelos bombeiros mostram o buraco que estava a ser construído pela vítima. O buraco é profundo e estreito, o que dificultava o resgate.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
O caso de João Pimenta da Silva é um alerta para os perigos da busca de tesouros sem planejamento e conhecimento.
Ao escavar um buraco de 40 metros de profundidade, o homem colocou em risco a própria vida.
É importante lembrar que a busca de tesouros é uma atividade perigosa e que deve ser realizada por profissionais qualificados.
Além disso, é importante ressaltar que a busca de tesouros não é permitida em muitos países, incluindo o Brasil.
A procuradora-geral de Nova Iorque, Letitia James, pediu uma multa de 370 milhões de dólares (cerca de 337,8 milhões de euros) e a proibição permanente do setor imobiliário para o antigo presidente norte-americano Donald Trump e dois dos seus administradores, no âmbito do caso por fraude que o envolve.
James também pediu a proibição de cinco anos para os filhos mais velhos de Trump, Donald Trump Jr. e Eric Trump, com as mesmas condições.
Os advogados do gabinete de James alegam que Trump e as suas empresas cometeram fraude na preparação e certificação de declarações sobre a sua situação financeira, que teriam sido falsamente inflacionadas entre 812 milhões e 2,2 mil milhões de dólares (entre 741,58 milhões e 2.009,20 milhões de euros).
Trump rejeitou qualquer irregularidade no caso, descrevendo o processo como uma “caça às bruxas” partidária.
A decisão final sobre a aplicação das sanções caberá ao Tribunal Superior de Nova Iorque.
O pedido de multa milionária e proibição para Trump é um golpe significativo para o ex-presidente. Se for aprovada pelo tribunal, as sanções terão um impacto significativo nas suas finanças e na sua capacidade de operar no setor imobiliário.
O pedido de James é também uma vitória para os democratas, que têm acusado Trump de fraude e corrupção durante anos. A aprovação das sanções seria uma vitória política importante para James e para o Partido Democrata.
O candidato da Renamo em Maputo nas eleições autárquicas submeteu uma medida cautelar ao Tribunal Administrativo, solicitando que este órgão intime o Conselho Constitucional a esclarecer a alegada fraude eleitoral.
“Apresentamos uma solicitação ao Tribunal Administrativo para que intime o Conselho Constitucional a pronunciar-se sobre o pedido de esclarecimento da Renamo”, declarou Venâncio Mondlane, logo após submeter o documento.
O pedido de esclarecimento foi submetido a 27 de novembro e, segundo Venâncio Mondlane, o principal partido de oposição ainda não obteve resposta do Conselho Constitucional (CC).
“Já se passaram quase 40 dias e, de acordo com o código do processo civil, este pedido da Renamo deveria ter sido respondido em cinco dias. O CC está a violar os procedimentos relativos a esta questão”, disse Venâncio Mondlane.
O documento foi entregue na sede do Tribunal Administrativo, na capital de Moçambique, onde pelo menos três carros blindados e forças policiais fortemente armadas foram posicionados, bloqueando os principais acessos para prevenir possíveis manifestações em frente ao edifício.
No total, a Renamo submeteu 14 pedidos contra os resultados das eleições de 11 de outubro, mas, de acordo com Venâncio Mondlane, nenhum teve resposta.
“Até este momento, não recebemos qualquer resposta aos 14 pedidos submetidos pela Renamo”, enfatizou Venâncio Mondlane, acrescentando que o partido também irá apelar a outras organizações internacionais, incluindo a Human Rights Watch, denunciando alegados abusos dos direitos humanos durante o processo eleitoral.
Desde a divulgação dos resultados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), Venâncio Mondlane liderou cerca de 50 marchas de protesto contra os resultados eleitorais, registando-se pelo menos dois incidentes que resultaram em confrontos entre os apoiantes do partido e as forças policiais, levando à detenção de algumas pessoas.
As sextas eleições autárquicas, onde a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, no poder) foi declarada vencedora em 60 das 65 autarquias, foram fortemente contestadas pela oposição, que não reconheceu os resultados oficiais, e pela sociedade civil, alegando uma “megafraude”.
A Renamo alega ter vencido nas maiores cidades do país, incluindo Maputo, com base numa contagem paralela através das atas e editais originais, mas foi declarada vencedora em apenas quatro municípios, metade do número anteriormente detido, enquanto o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força política parlamentar, manteve o município da Beira.
Quatro padres das dioceses de Toledo e Cádis, em Espanha, iniciaram uma petição na plataforma Change.org, solicitando ao Papa Francisco a revogação da declaração ‘Fiducia supplicans’, que permite aos clérigos abençoar casais do mesmo sexo ou divorciados que se voltaram a casar, fora de quaisquer rituais que imitem o matrimónio.
“A benção de casais em situações irregulares ou uniões homossexuais, mesmo que realizada fora do contexto litúrgico, contradiz o plano divino. Não podemos, de boa consciência, aceitar o reconhecimento desse tipo de bênçãos”, declara a petição, citada pela agência Europa Press.
Estes padres, apoiados por uma centena de figuras ligadas à Igreja, solicitam ao Papa Francisco que “anule” essa declaração de forma “filial”.
A petição já angariou mais de 2.400 assinaturas. Seus autores argumentam que, de acordo com o código de Direito Canónico, os fiéis têm o “direito, e por vezes o dever, com base no seu conhecimento, competência e prestígio, de expressar aos pastores sagrados a sua opinião sobre o bem da Igreja”.
A declaração do Papa Francisco sobre as bênçãos a casais homossexuais gerou divisões no meio eclesiástico, com alguns clérigos questionando a validade dessa permissão, alegando que vai contra a doutrina da Igreja Católica.
O Vaticano defendeu a declaração na quinta-feira, rejeitando a ideia de heresia. “Não há espaço para nos distanciarmos doutrinariamente” dessa declaração, ou “para considerá-la herética, contrária à Tradição da Igreja ou blasfema”, destaca o comunicado do Dicastério para a Doutrina da Fé, citado pela agência Associated Press (AP).
O arcipreste Alexey Uminsky foi demitido do cargo de reitor da Igreja da Trindade Vivificante de Moscovo, por se manifestar contra a invasão russa da Ucrânia.
Uminsky foi demitido após uma entrevista que concedeu ao ex-editor-chefe da rádio Echo of Moscow, Alexey Venediktov, em novembro de 2023. Na entrevista, Uminsky criticou a guerra e apelou à paz.
A destituição de Uminsky foi confirmada pela Igreja Ortodoxa Russa, que o acusou de “violar a lei canónica”.
Uminsky é um dos poucos padres ortodoxos russos a se manifestar contra a guerra. A maioria dos líderes da Igreja Ortodoxa Russa tem apoiado a invasão, justificando-a como uma “operação militar especial” para “desnazificar” a Ucrânia.
A guerra na Ucrânia, que começou em 24 de fevereiro de 2022, já provocou dezenas de milhares de mortos e milhões de refugiados. O conflito não tem mostrado sinais de resolução, com os dois lados em posições irredutíveis.
As autoridades do Japão elevaram para 100 o número de mortos no terramoto de magnitude 7,6 na escala de Richter que atingiu o centro-oeste do país na segunda-feira.
O número de desaparecidos baixou para 211, depois de, na sexta-feira, constarem 242 nomes na lista.
De acordo com as autoridades de Ishikawa, prefeitura afetada pelo sismo, mais de 500 pessoas ficaram feridas na sequência do terramoto.
Entretanto, um terramoto de magnitude 5,3 abalou hoje a mesma região, anunciou a Agência Meteorológica do Japão (JMA).
O novo sismo ocorreu às 05:26 horas locais (20:26 de sexta-feira em Lisboa) com epicentro a cerca de 10 quilómetros de profundidade na península de Noto.
As autoridades locais não comunicaram quaisquer danos causados pelo terramoto de hoje, nem interrupções adicionais nas redes de transporte rodoviário ou ferroviário.
Muitas destas infraestruturas continuam danificadas desde o terramoto de segunda-feira, o que está a dificultar os trabalhos de busca e resgate dos desaparecidos.
O aumento do número de mortos no terramoto do Japão é um sinal da gravidade do desastre natural.
O facto de o número de desaparecidos ter baixado sugere que os trabalhos de busca e resgate estão a ser eficazes, mas é importante que as autoridades continuem a empenhar todos os esforços para encontrar sobreviventes.
O novo terramoto de hoje é um alerta para o risco de réplicas nos próximos dias ou semanas.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump acusou o atual chefe de Estado, Joe Biden, de estar a “atiçar medos” com acusações de que o republicano utiliza uma retórica semelhante à da Alemanha nazi.
As acusações foram feitas por Biden durante um discurso na Pensilvânia, no dia em que se assinalam três anos do ataque ao Capitólio, protagonizado por apoiantes de Trump que tentaram impedir a certificação da vitória eleitoral de Biden.
“Donald Trump está a utilizar a linguagem da violência e do ódio que levou à ascensão da Alemanha nazi”, disse Biden. “Ele está a preparar o terreno para mais violência.”
Trump respondeu às acusações num comício em Iowa, dizendo que Biden estava a “mentir” e a “atiçar medos”.
“Ele não consegue falar sobre nenhum dos temas que interessam aos americanos que trabalham arduamente, porque falhou-os e traiu-os”, disse Trump.
O ataque ao Capitólio continua a ser motivo de controvérsia nos Estados Unidos. Um quarto dos norte-americanos acredita, sem provas, que o FBI está por trás da insurreição.
Trump, que enfrenta 91 acusações criminais decorrentes dos seus esforços para anular a derrota para Biden, argumenta que Biden e os principais democratas estão a tentar minar a democracia, utilizando a justiça para bloquear a campanha do seu principal rival.
As acusações de Trump e Biden são um sinal da polarização política nos Estados Unidos.
Trump continua a ser uma figura controversa, e as suas acusações de que Biden está a “atiçar medos” são susceptíveis de apelar aos seus apoiantes.
Biden, por sua vez, está a tentar associar Trump ao extremismo, numa tentativa de o debilitar nas eleições presidenciais de 2024.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividade de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência. Saiba mais.
A ACTIVA – Associação Moçambicana de Mulheres Empresárias e Executivas de Gaza pretende recrutar um (1) Supervisor de Gestẵo de Caso & Hiv Pediátrico. Saiba mais.
A ACTIVA – Associação Moçambicana de Mulheres Empresárias e Executivas de Gaza pretende recrutar Oficiais de Entrada de Dados Gestão de Casos. Saiba mais.
A Ever Green lda uma empresa multinacional sedeada na China, Moçambique, África do Sul, Gana, etc, está a recrutar um (1) Agente de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador Nacional – Grupo de Educação. Saiba mais.
O Governo do Japão confirmou que o avião da Guarda Costeira japonesa que colidiu com um avião comercial no aeroporto de Haneda, em Tóquio, na terça-feira, não tinha autorização para entrar na pista.
O diretor-geral adjunto do Gabinete de Aviação Civil do Ministério dos Transportes japonês, Toshiyuki Onuma, disse que “não havia nada na transcrição das comunicações que pudesse ser considerado como autorização para entrar na pista”.
Onuma referia-se às comunicações do controlo de voo divulgadas pelo Ministério dos Transportes do Japão.
No entanto, o piloto do avião da guarda costeira e único sobrevivente dos seis tripulantes, disse que o aparelho tinha autorização para entrar na pista.
Nos registos de comunicação entre os controladores de tráfego aéreo e a companhia do voo comercial, a Japan Airlines (JAL), também não há indicação de qualquer atraso na aterragem, o que levou especialistas a sugerir ser possível que ambas as partes não tivessem conhecimento da presença de outro avião na pista.
De acordo com a estação pública NHK, o piloto da JAL disse à companhia não ter visto nenhum avião quando se aproximava da pista e que tinha recebido autorização dos controladores para aterrar.
O Ministério dos Transportes, através do seu Conselho de Segurança dos Transportes (JTSB), está a investigar o acidente ocorrido no aeroporto de Haneda, um dos aeroportos mais movimentados do país.
O acidente ocorreu às 17:47 (09:47 em Lisboa) e desencadeou um incêndio nos dois aparelhos, obrigando à saída de emergência dos passageiros e da tripulação.
Todos os 379 ocupantes do voo comercial conseguiram sair do aparelho com vida, mas 14 ficaram feridos. Dos seis ocupantes do avião da Guarda Costeira, apenas o comandante, que ficou gravemente ferido, escapou com vida.
O avião da Guarda Costeira estava a caminho para transportar alimentos e água para a zona afetada pelo forte sismo que atingiu a costa oeste do centro do Japão na segunda-feira.
A JAL estimou perdas de cerca de 15 bilhões de ienes (cerca de 95,7 milhões de euros) no acidente.
A companhia aérea japonesa acrescentou que a perda do Airbus A350 será coberta pela seguradora e referiu estar a analisar o impacto do acidente nos resultados comerciais para este ano fiscal, que termina a 31 de março, incluindo a redução das vendas devido ao cancelamento de voos e à indemnização dos passageiros envolvidos.
O acidente no aeroporto de Haneda é um grave incidente que levanta questões sobre a segurança operacional dos aeroportos japoneses.
O facto de o avião da Guarda Costeira não ter autorização para entrar na pista sugere que houve falhas na comunicação entre os pilotos e os controladores de tráfego aéreo.
É importante que as autoridades japonesas investiguem a fundo o acidente para identificar as causas e tomar medidas para evitar que se repita.
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