Um tribunal na cidade de Jinan, na província de Shandong, condenou na terça-feira Liu Liange, ex-presidente do Banco da China, a uma pena de morte comutável em prisão perpétua, em virtude de crimes de corrupção.
A decisão surge após o tribunal ter reconhecido que Liu aceitou subornos que ultrapassam os 121 milhões de yuan, equivalente a cerca de 16 milhões de euros, entre os anos de 2010 e 2023.
Segundo informações veiculadas pela imprensa local, a pena de morte foi suspensa por dois anos, findos os quais Liu será submetido a uma pena de prisão perpétua. Além disso, o ex-banqueiro terá os seus direitos políticos revogados por toda a vida e todos os seus bens pessoais confiscados, com os lucros ilegais a serem devolvidos ao Tesouro do Estado.
O processo judicial contra Liu foi desencadeado pela Procuradoria Popular Suprema da China, que o acusou de “abuso de poder para prestar assistência financeira ilegal”, incluindo a facilitação de empréstimos e a colaboração em projectos. Liu também foi responsabilizado por emitir empréstimos de alto valor que violavam as normas nacionais, resultando em perdas significativas.
As autoridades chinesas detiveram Liu em Outubro do ano passado, ocasião em que foi expulso do Partido Comunista da China (PCC). Este caso marca uma importante etapa na luta anticorrupção promovida pela Comissão Central de Inspecção Disciplinar do PCC, que tem investigado e processar inúmeros altos responsáveis de instituições financeiras e reguladoras.
Desde que Xi Jinping assumiu a liderança do PCC em 2012, a sua administração tem implementado uma rigorosa campanha anticorrupção que resultou na condenação de centenas de altos funcionários. No entanto, críticos apontam que esta campanha também tem sido utilizada como um instrumento político para neutralizar rivais dentro do partido.
O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a negar qualquer envolvimento na alegada tentativa de golpe de Estado que visou manter a sua presidência em 2022.
As declarações surgem no contexto de uma investigação da Polícia Federal brasileira que aponta directamente para a sua participação em acções que visaram desestabilizar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Na passada quarta-feira, Bolsonaro foi recebido por um grupo de apoiantes ao chegar ao aeroporto de Brasília, apenas dias após ter sido acusado pela Polícia Federal de estar envolvido na orquestração de um golpe contra o actual presidente. Em declarações a jornalistas, o ex-chefe de Estado reafirmou a sua inocência e sustentou que todas as suas acções durante a presidência foram realizadas conforme a Constituição.
“O golpe de Estado é uma coisa séria (…). Têm de estar envolvidas todas as forças armadas. Então, não existe golpe”, argumentou Bolsonaro, desvalorizando as acusações. “Ninguém vai dar golpe com o general da reserva e mais meia dúzia de oficiais”, acrescentou, minimizando a possibilidade de uma conspiração militar.
Antes de aterrar em Brasília, o ex-presidente partilhou um vídeo nas redes sociais, onde se defendeu afirmando que sempre “jogou limpo” durante o seu mandato. “Alguns falam que o meu defeito foi jogar limpo num país onde tinha muita coisa escondida. Mas valeu a pena. Valeu a pena perder, e a gente vai voltar em 2026”, declarou.
Bolsonaro enfrenta, actualmente, três indiciamentos: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Para além do ex-presidente, 36 outras pessoas estão a ser investigadas, incluindo militares e ex-ministros, num caso que continua a agitar a cena política brasileira.
O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, reafirmou a sua disponibilidade para explorar novas plataformas de diálogo, com o objectivo de resolver a actual situação pós-eleitoral no país.
A declaração foi feita durante um encontro realizado esta terça-feira em Maputo, onde o Chefe do Estado se reuniu com três dos candidatos presidenciais que participaram nas recentes eleições, excluindo Venâncio Mondlane.
Durante a reunião, o candidato do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Lutero Simango, enfatizou a importância da inclusão de todos os quatro candidatos no processo de diálogo. Por sua vez, Ossufo Momade, candidato da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), sublinhou a necessidade da presença de Mondlane, visto como o convocador das manifestações que têm marcado o cenário político moçambicano.
Daniel Chapo, outro dos candidatos presidenciais, também apoiou a ideia de que o diálogo é fundamental na resolução dos problemas que afligem o país.
O Presidente Nyusi, por sua vez, explicou que a nova abordagem para o diálogo deverá ser estruturada de modo a considerar matérias específicas a serem discutidas, além da possibilidade de adopção de novas legislações.
Face à ausência de Venâncio Mondlane, o Presidente expressou a sua disposição para se deslocar até ao encontro do candidato, demonstrando assim a sua abertura para manter as portas do diálogo sempre abertas.
O recente encontro com os representantes dos partidos políticos culminou numa condenação unânime das manifestações violentas, evidenciando um consenso entre as formações políticas sobre a necessidade de promover a paz e a estabilidade no país.
A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Officer. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Assistentes – MEAL. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), no âmbito da implementação de Programas e Projectos, pretende recrutar dois (2) Oficiais Provinciais para Juventude, Género e Integração Social. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Chief of Party (COP). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Controle Interno, Compliance e Salvaguarda. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador Provincial – Projecto LINK. Saiba mais.
De acordo com dados recentes, duzentos e noventa bebés que nasceram prematuramente perderam a vida entre Janeiro e Setembro deste ano no Berçário do Hospital Central de Nampula (HCN).
As causas apontadas para este trágico fenómeno incluem a chegada tardia das mães às consultas pré-natais e a presença de doenças congénitas.
O pediatra Carlos Lino, em declarações à imprensa, sublinhou que a demora na realização de consultas pré-natais dificulta a detecção precoce de anomalias que podem levar a complicações durante a gravidez. “Anomalias como más formações, implantações inadequadas da placenta e infecções poderiam ser evitadas ou corrigidas se as gestantes procurassem os serviços de saúde mais cedo”, afirmou o especialista.
Para enfrentar esta realidade alarmante, Carlos Lino defende a necessidade de intensificar campanhas de sensibilização nas comunidades, escolas e locais de grande afluência. O objectivo é promover a adesão às consultas pré-natais e incentivar partos seguros em unidades sanitárias, especialmente nas zonas rurais, onde os recursos muitas vezes são limitados.
“O apelo que faço à sociedade é para que as mulheres comecem a realizar as consultas o mais cedo possível, pois isso pode evitar várias complicações durante a gravidez. É fundamental que, logo que tenham conhecimento da sua gravidez, se dirijam aos serviços de saúde para dar início ao acompanhamento pré-natal”, recomendou o pediatra.
Em termos de definição, considera-se parto prematuro aquele que ocorre antes das 37 semanas de gestação, contadas a partir do último dia do ciclo menstrual. Carlos Lino aproveitou também para desmistificar a ideia de que os bebés prematuros têm um atraso no desenvolvimento, citando exemplos de crianças que, apesar de terem nascido antes do tempo, conseguem superar o período crítico e, em muitos casos, chegam a desenvolver-se tão bem quanto as que nasceram a termo.
A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) está a preparar-se para realizar investimentos significativos com o objectivo de replicar o modelo de sucesso da distribuição de gás natural canalizado na região norte da província de Inhambane, estendendo-se a outras áreas do país.
A revelação foi feita pela Presidente do Conselho de Administração da ENH, Ludovina Bernardo, durante uma recente visita de trabalho à delegação da empresa em Vilankulo.
Durante a visita, Ludovina Bernardo enfatizou a necessidade de fortalecer a equipa responsável pela operação e manutenção da rede de distribuição, assim como garantir a saúde, segurança e qualidade dos processos. A gestora sublinhou os desafios enfrentados pela ENH, que vão desde o atendimento à crescente demanda por gás canalizado até a presença física da empresa nas áreas onde são implementados projectos de petróleo e gás natural.
“Estamos satisfeitos e impressionados com a forma como o gás natural vai contribuindo para a melhoria da vida das nossas comunidades, em particular para a permanência das raparigas na escola e a redução do desflorestamento”, afirmou Ludovina, que também visitou o complexo oficinal onde se encontra a primeira unidade de produção de gás natural em pequena escala, associada ao furo Pande 7, bem como o Complexo Bimbi.
A Presidente do Conselho de Administração teve a oportunidade de conhecer de perto as actividades da ENH, especialmente no que concerne à distribuição de gás natural canalizado nos distritos de Vilankulo, Inhassoro e Govuro, tendo visitado vários consumidores.
Estes, parte dos 900 que beneficiam das fases de expansão do gás natural canalizado, manifestaram a sua satisfação pelo uso de uma fonte de energia limpa e económica, em detrimento do carvão vegetal e da lenha.
A implementação das iniciativas da ENH em Vilankulo está a proporcionar melhorias significativas na vida das comunidades da província de Inhambane. O projecto de Pande e Temane, em particular, tem sido fundamental para aumentar o acesso à energia limpa, promovendo a utilização do gás natural canalizado e contribuindo para a diminuição do desflorestamento associado à produção de lenha e carvão.
A aldeia de Nanquidunga, situada no distrito de Mocímboa da Praia, foi alvo de um ataque por um grupo de terroristas que, em um ato de pilhagem, saqueou produtos alimentares destinados à população local.
Este ataque ocorreu poucos dias após a entrega de assistência alimentar, nomeadamente arroz e óleo alimentar, a famílias vulneráveis da região.
De acordo com uma fonte citada pela Carta de Moçambique, os indivíduos armados chegaram à aldeia sem causar vítimas, mas aterrorizando os habitantes ao passarem de casa em casa em busca de comida. “Se alguém recusasse, eles levavam à força e saíam”, relatou a fonte, evidenciando a intimidação que os moradores enfrentaram durante a incursão.
As autoridades locais expressaram o seu empenho em restaurar a segurança na área, sublinhando que, na semana anterior, outra incursão de terroristas foi avistada por pescadores na região de Nsiri Siri, que se localiza mais ao sul de Mocímboa da Praia. Este aumento na actividade terrorista levanta preocupações sobre a segurança e o bem-estar das comunidades afectadas.
Na madrugada do passado sábado, a sede do Partido PODEMOS, situada no bairro da Testa África, na província de Manica, foi consumida pelas chamas em um incêndio que levantou sérias preocupações sobre a segurança e a tolerância política no país.
Três membros do partido estavam no interior, realizando serviços de guarnição, e relataram ter recebido uma ligação anónima a alertá-los sobre a iminente ameaça.
David Daniel, um dos membros presentes no local, partilhou a sua experiência aterradora: “Recebi uma ligação de um número desconhecido. Quando atendi, fui avisado para sair da sede, pois havia pessoas a caminho com a intenção de a queimar. Antes que eu conseguisse terminar a chamada, já pude ver que o fogo havia começado. Quando olhei para fora, percebi que o lugar já estava a arder e que tinham lançado uma bomba.”
O delegado do PODEMOS, Elton Forquilha, não hesitou em classificar o episódio como um ato de intolerância política. No entanto, ele expressou incerteza quanto à verdadeira identidade dos agressores: “O que resta saber é se essas pessoas eram realmente polícias ou se eram indivíduos a tentar disfarçar-se como tal. As testemunhas afirmam que estavam fardados e deixaram para trás sete garrafas de combustível de meio litro, além de paus com panos amarrados, usados para atear fogo.”
As autoridades policiais foram imediatamente acionadas e estão a investigar as circunstâncias do incêndio. Mouzinho Manasse, porta-voz da Polícia da República de Moçambique, informou que as equipes do Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP) e do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) já estão no local, a realizar uma investigação minuciosa. “Neste momento, o SENSAP e o SERNIC estão a trabalhar no local. Através da investigação, poderemos determinar se se trata de um incêndio criminoso ou se foi um acidente provocado pelos próprios membros da sede”, declarou.
O Porto da Beira fez história ao receber a visita do MSC SHANELLE, um dos maiores navios de carga do mundo, com impressionantes 300 metros de comprimento e capacidade para transportar até 1800 contentores de carga diversa.
Este feito notável marca a terceira vez que um navio desta dimensão escala o porto moçambicano, depois das passagens dos navios MSC HOUSTON e MSC FLORIANA VI, ambos com 266,65 metros.
Para possibilitar a atracagem do MSC SHANELLE, a Empresa Moçambicana de Dragagem (EMODRAGA) realizou um trabalho significativo, removendo mais de 80 mil metros cúbicos de sedimentos e alargando a bacia de manobras do terminal de contentores.
Arão Massingarela, administrador de operações da EMODRAGA, assegurou que foram criadas todas as condições necessárias para a navegabilidade do gigante dos mares. “Realizámos um trabalho aturado para garantir a profundidade necessária, permitindo que o navio manobre, navegue e atraque com segurança”, afirmou Massingarela.
A Cornelder Moçambique, responsável pela operação do porto, expressou a sua satisfação com esta importante operação. Miguel de Jenga, director de Operações da concessionária, destacou que a chegada do MSC SHANELLE é uma prova de que existem condições propícias para um aumento na produtividade do Porto da Beira. “Este navio carrega 1800 contentores, o que representa um crescimento na economia de escala, pois permite manusear e transportar grandes volumes de carga de uma só vez”, sublinhou Jenga.
O candidato da oposição de esquerda, Yamandu Orsi, conquistou a vitória na segunda volta das eleições presidenciais do Uruguai, marcando assim o regresso do partido Frente Ampla, liderado pelo icónico ex-presidente José Mujica.
A vitória de Orsi representa uma mudança significativa no panorama político do país, após um período de liderança de centro-direita.
Com 94,4% dos votos apurados, os resultados oficiais do tribunal eleitoral revelaram que Orsi obteve 1.123.420 votos, superando o seu adversário Álvaro Delgado, que arrecadou 1.042.001 votos. A diferença na contagem de votos reflete a preferência da população por uma abordagem mais progressista, em contraste com as políticas do governo anterior.
Em um discurso emocionado dirigido aos seus apoiantes, Orsi, que é também um antigo professor de História, destacou a importância do diálogo na sua futura governança. “Serei o presidente que apela repetidamente ao diálogo nacional para encontrar as melhores soluções, seguindo naturalmente a nossa visão, mas também ouvindo com muita atenção o que os outros nos dizem”, afirmou, enfatizando a necessidade de unir o país em tempos de divisões políticas.
A vitória de Orsi é vista não apenas como uma reafirmação da confiança na Frente Ampla, mas também como um sinal de que os eleitores uruguaios estão prontos para novas soluções e abordagens na administração do país. A expectativa agora recai sobre as políticas que o novo presidente irá implementar, em um momento que promete mudanças significativas na trajectória do Uruguai.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) emitiu um alerta sobre a continuação de uma vaga de calor intenso que deverá afectar todo o território nacional nas próximas duas semanas.
Segundo as previsões meteorológicas, espera-se que as temperaturas permaneçam elevadas, variando entre os 36 e os 38 graus Celsius.
Pedro Mutumane, meteorologista do INAM, afirmou que “na próxima semana, e na seguinte, iremos continuar a registar tempo quente a muito quente.” O INAM também prevê precipitações moderadas a fortes, especialmente na zona norte do país e em partes da região centro, com especial destaque para a província da Zambézia.
Os especialistas do INAM explicam que a elevação das temperaturas é resultado da interacção entre sistemas de baixas pressões e massas de ar provenientes do Congo. Esta dinâmica atmosférica está a provocar instabilidade, o que explica a expectativa de chuvas moderadas a fortes na zona norte. Por outro lado, na região sul, não se prevê qualquer alteração, mantendo-se as condições de calor intenso.
Face a esta situação climática, o INAM recomenda à população a adopção de medidas de precaução, nomeadamente o aumento do consumo de líquidos para garantir a adequada hidratação do organismo. A entidade apela ainda à população para estar atenta às informações disponibilizadas por fontes oficiais, para mitigar os efeitos das elevadas temperaturas.
Um trágico acidente de autocarro resultou na morte de pelo menos 17 pessoas, segundo as autoridades regionais. A Secretaria Regional de Saúde, que inicialmente reportou um saldo de 23 vítimas, revisou em baixa o número após uma actualização das informações.
O incidente, que chocou a comunidade local, levou a um reforço imediato nas operações do Instituto de Medicina Legal de Maceió, a capital do estado. Para lidar com a situação, o instituto duplicou o número de funcionários em serviço, com o intuito de garantir a identificação dos corpos de forma “precisa e rápida”, conforme relatado pela polícia.
As autoridades continuam a investigar as circunstâncias que levaram a este fatídico acidente, enquanto a população se une em luto pelas vidas perdidas.
A tragédia sublinha a necessidade de uma avaliação crítica das condições de segurança nas estradas brasileiras.
O bairro de Basta, no centro da capital libanesa, foi alvo de um ataque aéreo israelita no passado sábado, resultando na morte de pelo menos 29 pessoas, conforme actualizado pelo Ministério da Saúde Pública do Líbano.
O balanço, que inicialmente registava 20 vítimas, foi revisto após a continuação das buscas entre os escombros da área.
Em comunicado oficial, o ministério informou que, além dos mortos, há 67 feridos, com a situação ainda em evolução. As operações de resgate continuam, e foram encontrados “um grande número de partes de corpos”, cuja identificação está a ser realizada através de testes de ADN, o que poderá elevar ainda mais o número de fatalidades.
O ataque ocorreu numa altura de escalada de hostilidades entre Israel e o grupo xiita Hezbollah, intensificadas desde 23 de Setembro. Embora a natureza do alvo do bombardeamento permaneça incerta, fontes de comunicação israelitas sugerem que um oficial de alto escalão do Hezbollah, grupo aliado ao Irão, poderia ter sido o principal objectivo.
Na madrugada de sábado, horas antes do ataque a Basta, a força aérea israelita já havia realizado bombardeamentos em larga escala no sul do Líbano. O dia foi marcado por um total de pelo menos 84 mortes e 213 feridos em diversos incidentes aéreos em várias áreas do país, incluindo as vítimas em Beirute.
Um incêndio de grandes proporções devastou uma favela na capital filipina, deixando cerca de duas mil pessoas desabrigadas. A tragédia ocorreu por volta das oito da manhã, hora local, e as chamas alastraram-se rapidamente, consumindo um vasto número de habitações antes de serem finalmente controladas, cerca de oito horas depois.
De acordo com informações do corpo de bombeiros local, estima-se que mais de mil habitações tenham sido severamente danificadas pelas chamas. O tenente Carlos Santos, porta-voz dos bombeiros, afirmou que a resposta da equipa foi rápida, mas a densidade populacional e a proximidade das casas dificultaram os esforços de contenção do fogo.
Moradores da favela partilharam relatos angustiantes sobre a calamidade. “Salvamos primeiro os nossos filhos, antes de pensarmos nos nossos pertences”, declarou um residente, visivelmente afectado pela situação. Outra mulher, com lágrimas nos olhos, lamentou: “Desapareceu tudo. Nem sabemos como vamos comer. Estamos numa situação muito mal, e estamos quase no Natal”.
As autoridades locais anunciaram que uma investigação será iniciada para apurar as causas do incêndio, que, segundo relatos preliminares, terá começado no segundo andar de uma das habitações. A comunidade permanece em estado de choque e a necessidade de apoio humanitário é premente, pois muitos perderam não apenas os seus lares, mas também os seus meios de subsistência.
A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), o maior partido da oposição, realizou uma reunião da sua comissão política no domingo, em Maputo, onde foram discutidos pontos cruciais relativos às recentes eleições gerais de 9 de Outubro.
O porta-voz da RENAMO, Marcial Macome, destacou a importância da presença de todos os candidatos no diálogo proposto, afirmando que “este encontro só faz sentido na presença de todos os candidatos”.
Em meio a preocupações com a segurança, Macome admitiu que alguns candidatos poderão participar remotamente. Venâncio Mondlane, candidato presidencial da RENAMO, já manifestou a sua disposição para participar no encontro com o actual presidente, Filipe Nyusi, desde que este ocorra “por via virtual”.
Um dos principais pontos que a RENAMO levará à mesa de negociações é a anulação do processo eleitoral, sustentado por alegações de irregularidades significativas. Macome enfatizou que “todos os candidatos devem reconhecer que este processo não foi livre, nem justo, muito menos transparente”.
Por sua vez, Lutero Simango, líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), também se posicionou a favor da anulação das eleições e da repetição da votação, utilizando argumentos semelhantes aos da RENAMO.
Simango confirmou a sua disposição para participar do encontro, desde que todos os quatro candidatos estejam presentes.
Até ao momento, a posição de Daniel Chapo, apoiado pela Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder, sobre a participação na reunião ainda não foi revelada.
Um trágico acidente aéreo ocorreu na segunda-feira, resultando na morte de pelo menos uma pessoa e ferimentos em três outros indivíduos.
Um avião de carga da multinacional DHL, que realizava uma “aterragem de emergência”, despenhou-se nas proximidades do aeroporto de Vilnius, conforme informou a empresa em comunicado oficial.
Segundo a agência de notícias Reuters, a aeronave deslizou antes de colidir com o pátio de uma residência. O incidente ocorreu por volta das 03:30 horas locais, levando a uma mobilização imediata de equipas de emergência.
Como resultado da queda, uma moradia de dois andares incendiou-se, no entanto, não foram reportadas vítimas em terra.
O director do centro de gestão de crises da Lituânia, Vilmantas Vitkauskas, confirmou que um membro da tripulação foi encontrado sem sinais vitais, enquanto outros dois foram resgatados e transportados para um hospital local para receber tratamento.
O centro nacional de gestão de crises também assegurou que, até ao momento, não há informações que indiquem a ocorrência de uma explosão antes do impacto da aeronave.
No passado sábado, a capital angolana foi palco de uma massiva manifestação que reuniu milhares de pessoas em protesto contra a fome e a pobreza que afectam grande parte da população.
A iniciativa, convocada pelos partidos da oposição que integram a Frente Patriótica Unida (FPU), contou também com a participação de diversas forças políticas, activistas e membros da sociedade civil.
Os manifestantes partiram do cemitério de Santa Ana e dirigiram-se ao Largo das Escolas, onde expressaram as suas preocupações com o actual estado do país. Apesar do calor intenso, a energia do kuduro animava os protestantes, que exibiam “tshirts” e cartazes caseiros com mensagens como “A fome em Angola é real” e apelos à mobilização das autoridades locais.
Elda Eduardo dos Santos, dirigente do partido UNITA, expressou a sua profunda preocupação com a situação de fome e miséria extrema que aflige o povo angolano. Em um discurso fervoroso, lamentou que, num país com tantas riquezas, o governo não tem proporcionado condições dignas de vida à população. “Hoje estamos aqui para dizer ‘Basta!’. Quando o povo se levanta, significa que temos de mudar”, afirmou.
Carlos Domingos, professor e activista, partilhou a sua visão sobre a situação actual, afirmando que, embora o governo tenha feito alguns esforços, a fome continua a ser uma realidade. “O governo devia-se preocupar em melhorar a cesta básica e oferecer um cartão de compras aos mais necessitados, mantendo assim o bem-estar económico e social dos angolanos”, criticou, sublinhando que a administração de João Lourenço parece mais focada em preservar a sua imagem no exterior.
Rosa Faustino, uma vendedora ambulante, também se fez ouvir durante a marcha. “As panelas estão a gritar, não temos comida. O preço do arroz subiu, e os medicamentos nos hospitais nem se fala. A vida está muito difícil; não conseguimos comprar nada nas lojas para sustentar os nossos filhos”, desabafou, reflectindo a dura realidade enfrentada por muitos angolanos.
A cidade de Nova Iorque tomou uma decisão histórica ao revogar uma lei datada de 1907 que criminalizava o adultério. Esta legislação, que previa penas de prisão de até três meses para os adúlteros, foi considerada obsoleta e desprovida de relevância actualmente.
A proibição do adultério foi inicialmente implementada com o intuito de dificultar o processo de divórcio, numa época em que a prova de traição era a única forma de obter a separação judicial. Contudo, ao longo das décadas, as acusações de adultério tornaram-se cada vez mais raras, e as condenações, ainda mais escassas.
Segundo a definição da lei, o adultério era considerado a prática de relações sexuais por uma pessoa casada com outra que não o seu cônjuge.
A revogação desta lei reflete uma mudança nas atitudes sociais e legais em relação ao casamento e ao divórcio, reconhecendo a evolução dos valores e das normas familiares na sociedade contemporânea.
A polícia sul-africana deteve catorze cidadãos moçambicanos, entre os quais um menor de catorze anos, após terem abandonado uma mina acusada de actividades de mineração ilegal.
A operação decorreu na calada da noite, quando o grupo presumiu que as patrulhas policiais estivessem menos atentas.
Segundo as autoridades, esta detenção insere-se numa ampla campanha de combate à mineração ilegal que tem afectado a região. Até ao momento, mais de mil mineiros ilegais foram apanhados, sendo que a maioria destes é originária de Moçambique.
Na manhã de segunda-feira, o tribunal de menores de Stilfontein dará início à análise do envolvimento de mais de cem crianças nas actividades de mineração ilegal. A expectativa é de que a decisão sobre o futuro destes jovens seja anunciada na próxima quinta-feira.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Assistentes – MEAL. Saiba mais.
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A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Controle Interno, Compliance e Salvaguarda. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador Provincial – Projecto LINK. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) Oficial de Abrigo. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) Oficial de Género e Proteção. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) WASH Officer. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Controle Interno, Compliance e Salvaguarda. Saiba mais.
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