No fim-de-semana, moradores da zona de Namiepe, no bairro de Namicopo, na província de Nampula, lincharam duas pessoas que se faziam passar por naparamas.
Segundo o Notícias, os indivíduos tentavam roubar uma motorizada, mas foram impedidos pela população, que recorreu à justiça popular.
Há cerca de duas semanas, outros supostos naparamas tinham vandalizado várias infraestruturas na cidade de Nampula, incluindo o posto policial de Namicopo. A área tem estado sem protecção policial, o que tem contribuído para a crescente insegurança.
Um residente do bairro revelou que, devido ao clima de temor, até as lideranças locais têm escondido suas identidades para evitar represálias. “Estão a ser caçados”, afirmou.
O antigo presidente francês Nicolas Sarkozy encontra-se a ser julgado em Paris sob acusações de corrupção e financiamento ilegal da sua campanha presidencial de 2007.
A acusação sustenta que a campanha terá sido amplamente financiada por “malas de dinheiro vivo” enviadas pelo então líder líbio, Muammar Kaddafi.
Segundo as alegações, Sarkozy, enquanto ministro do Interior em 2005, teria estabelecido um acordo com Kaddafi para o financiamento da sua candidatura. Em contrapartida, o líder líbio esperava receber favores políticos, judiciais e empresariais após a vitória de Sarkozy nas eleições presidenciais.
Durante este período, em que o regime líbio enfrentava isolamento devido ao seu apoio ao terrorismo, Sarkozy terá ajudado a reabilitar a imagem internacional de Kaddafi ao convidá-lo para uma visita oficial à França. Durante a visita, o ditador instalou a sua icónica tenda beduína num jardim próximo ao Palácio do Eliseu, num gesto amplamente criticado pela opinião pública e por líderes internacionais.
O julgamento, previsto para durar três meses, poderá resultar numa pena de prisão de até 10 anos caso Sarkozy seja considerado culpado. O ex-presidente rejeita todas as acusações e continua a declarar a sua inocência.
Este processo soma-se a outros problemas legais enfrentados por Sarkozy. Recentemente, o Tribunal de Cassação manteve a sua condenação a um ano de prisão, com pena suspensa e monitorização electrónica, por corrupção e tráfico de influências. Adicionalmente, o ex-presidente já foi condenado por financiamento ilegal da sua campanha presidencial de 2012.
Joseph Mwanamveka, ex-ministro das Finanças do Malawi, foi detido juntamente com quatro altos funcionários do governo, sob a acusação de desviar 260 milhões de dólares de fundos públicos.
Entre os detidos estão também o ex-secretário presidencial Lloyd Muhara, o ex-secretário do Tesouro Chiunda e o ex-director-geral entidade reguladora de energia Collins Magalasi.
As autoridades acusam o grupo de ter desviado os fundos através da Salima Sugar Company e da Greenbelt Initiative, ambas empresas públicas envolvidas na produção de açúcar e gestão de projectos de irrigação. A polícia, juntamente com o advogado dos suspeitos, confirmou as detenções e as acusações relacionadas ao caso.
O desvio de fundos públicos é uma questão crítica que afecta a confiança nas instituições governamentais e no uso responsável dos recursos destinados ao desenvolvimento do país.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Clínico Comunitário de HIV. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Engajamento Comunitário e Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Supervisores Distritais. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Motoristas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Capacitação de Parceiros. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Supply Chain. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Recursos Humanos e Administração. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Banco de Dados de Proteção à Criança para CPIMS. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Adjunto – Emergências e Líder de Equipa do RRT. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Psicólogo Clínico – Equipe de Resposta Rápida. Saiba mais.
As obras de reabilitação da estrada que conecta a Estrada Nacional Número Um (EN1) à cidade de Vilankulo, na província de Inhambane, já estão em andamento.
No entanto, a abordagem inicial de tapar buracos numa via bastante degradada tem gerado preocupações entre os automobilistas locais quanto à qualidade final do projecto.
Uma placa ao longo da EN240 indica a realização das obras, que visam restaurar uma estrada há muito tempo deteriorada. O responsável pela obra esclareceu que o tapamento de buracos é apenas a primeira fase do processo.
Ele afirmou que, ainda este mês, as obras avançarão com a finalização dos desvios que permitirão o fluxo de tráfego enquanto os trabalhos de reabilitação prosseguem.
O projecto de reabilitação da EN240 está avaliado em mais de 200 milhões de meticais e tem um prazo de conclusão de nove meses.
Uma forte tempestade de neve causou caos em várias partes da Europa, levando ao fechamento temporário de aeroportos e à suspensão de voos no Reino Unido, Alemanha e Países Baixos.
As condições meteorológicas extremas durante o domingo resultaram em grandes transtornos para viajantes e residentes.
Os aeroportos de Liverpool, Manchester, Newcastle, Birmingham, Bristol e Leeds Bradford foram forçados a fechar devido à acumulação de gelo nas pistas, resultando no cancelamento de centenas de voos. Alguns voos foram redireccionados para Londres, onde as condições permitiam aterrissagens seguras.
As ligações ferroviárias também sofreram interrupções, principalmente devido a falhas de energia, e várias estradas tornaram-se intransitáveis com a neve atingindo 25 centímetros em algumas áreas.
Além disso, cortes de afectaram partes da Inglaterra e do País de Gales, deixando muitas casas sem electricidade. Em Liverpool, as condições climáticas ameaçaram a realização um jogo da Liga inglesa de futebol entre Liverpool e Manchester United.
Na Alemanha, aeroportos como Munique, Frankfurt e Estugarda enfrentaram atrasos e cancelamentos de voos devido à neve e gelo. No domingo, em Frankfurt, o maior aeroporto do país, 120 voos foram cancelados de um total de 1.090 previstos para a manhã. Em Munique, 35 voos foram cancelados por precaução no sábado à noite.
O Serviço Meteorológico Alemão alertou para uma “situação meteorológica extremamente grave”, com uma frente fria vinda do Sudoeste que aumenta o risco de gelo nas estradas, representando um perigo para o tráfego rodoviário.
As perturbações começaram na sexta-feira à noite no Aeroporto de Berlim, onde 30 voos foram suspensos, 17 dos quais cancelados.
Nos Países Baixos, o Aeroporto de Amesterdão-Schiphol cancelou pelo menos 70 voos. O instituto meteorológico neerlandês emitiu um alerta de código amarelo, o terceiro mais grave, para grande parte do país devido à neve, superfícies escorregadias e visibilidade reduzida.
Agricultores franceses, reconhecíveis por seus chapéus amarelos, ameaçam bloquear o acesso a Paris na domingo (05), dirigindo tractores em protesto.
A mobilização responde ao chamado de um dos principais sindicatos agrícolas do país, reflectindo a insatisfação com a resposta do governo às suas reivindicações.
Os manifestantes estão descontentes com a data de uma reunião marcada com o primeiro-ministro francês, François Bayrou, para o dia 13 de Janeiro, que consideram “muito distante” dada a “urgência” de suas demandas. Eles planeiam pressionar o governo, bloqueando a capital em um dia de tráfego intenso devido ao retorno das férias de Natal.
Em resposta, as autoridades de segurança de Paris e Val-de-Marne emitiram uma proibição para “todas as reuniões não declaradas” no centro de Paris e nas proximidades do mercado de Rungis, um dos maiores da França, das 18h deste domingo até o meio-dia de segunda-feira, hora local.
A comunidade agrícola francesa está exigindo a implementação de medidas que foram adiadas devido à instabilidade política, provocada pela dissolução da Assembleia Nacional e pela censura ao governo anterior, liderado por Michel Barnier. O protesto destaca a crescente tensão entre agricultores e o governo, em meio a um cenário político volátil.
Centenas de manifestantes reuniram-se em Trípoli, no norte do Líbano, exigindo a libertação de islamitas detidos durante a guerra civil síria.
A manifestação ocorre quase um mês após a destituição do presidente sírio, Bashar al-Assad, por uma coligação de rebeldes islâmicos.
O protesto visa pressionar as autoridades libanesas a libertar os detidos, muitos dos quais são libaneses que se juntaram a facções rebeldes e ‘jihadistas’ na Síria desde o início do conflito em 2011, que resultou em mais de meio milhão de mortes. Ahmad al-Chimali, um dos participantes, afirmou à agência France-Presse (AFP) que a libertação dos islamitas deveria ser “normal” agora que “o regime na Síria caiu”.
Os manifestantes, reunidos na Praça el-Nour, ergueram bandeiras da Shahada, símbolo da fé muçulmana. Os protestos de familiares dos detidos recomeçaram no Líbano após a fuga de Assad em 8 de Dezembro, alimentando esperanças de uma possível amnistia.
O primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, após um encontro com uma delegação de familiares dos detidos no final de Dezembro, afirmou que o caso deveria ser resolvido “definitivamente”. Ele ordenou uma inspecção às prisões enquanto se aguarda uma decisão do Parlamento sobre uma amnistia geral, uma demanda dos familiares.
Trípoli, a segunda maior cidade do Líbano, tem sido palco de confrontos relacionados ao conflito sírio desde seu início em 2011, reflectindo as tensões regionais e o impacto do conflito na população local.
A segurança em torno do Capitólio dos Estados Unidos foi significativamente reforçada para a contagem e certificação das eleições presidenciais de 2024, reflectindo as lições aprendidas com o ataque ao Capitólio ocorrido há quatro anos por apoiantes de Donald Trump.
Medidas rigorosas foram implementadas, incluindo o aumento das patrulhas policiais, a coordenação entre diversas agências de segurança e a instalação de um perímetro de segurança com barreiras metálicas ao longo de vários quilómetros em torno do Congresso.
Há quatro anos, este mesmo local foi palco de um violento ataque por parte de apoiantes do então Presidente Donald Trump, que tentavam impedir a certificação da vitória de Joe Biden. Com a vitória de Trump em 2024 já garantida e sem objecções dos democratas, não se esperam protestos violentos, mas as autoridades estão a agir com precaução.
O chefe da Polícia do Capitólio, J. Thomas Manger, enfatizou a necessidade de uma abordagem preventiva: “Os olhos do mundo estarão no Capitólio dos EUA em 06 de Janeiro. Não podemos correr riscos quando se trata de proteger os membros do Congresso”. Ele destacou o fortalecimento do Departamento, com a contratação de mais agentes e melhorias no equipamento e treinamento.
Daniel, um motorista de Uber em Washington, expressou que a tensão e violência de quatro anos atrás ainda estão frescas na memória dos residentes. “Muita gente saiu da cidade nos últimos dias, temendo uma repetição das cenas de 2021”, comentou ele.
Para garantir a segurança, as estradas ao redor do Capitólio estão fechadas desde sexta-feira. Pela primeira vez, o Departamento de Segurança Interna dos EUA designou a certificação dos votos do Colégio Eleitoral como um “Evento Nacional de Segurança Especial”, exigindo medidas comparáveis a eventos como o Super Bowl.
A segurança permanecerá reforçada até a tomada de posse do novo presidente em 20 de Janeiro, com o apoio de milhares de polícias de todo o país. As autoridades estão a preparar-se para possíveis “multidões históricas”.
Moçambique deve enfrentar calor intenso em todas as regiões do país durante as próximas duas semanas, conforme alertou o meteorologista Pedro Mutumane.
As temperaturas elevadas são atribuídas, em parte, às mudanças climáticas, além da previsão de tempo quente típica da actual época chuvosa.
Em entrevista à Rádio Moçambique no sábado, Mutumane destacou que o calor extremo tem sido uma constante nos últimos dias em todo o território nacional. Ele também mencionou que, além do calor, algumas regiões poderão experimentar chuvas que variam de moderadas a fortes nos próximos dias.
As autoridades meteorológicas permanecem em alerta, monitorando as condições climáticas e fornecendo actualizações regulares para garantir que a população esteja preparada para enfrentar o calor persistente e possíveis episódios de chuva intensa.
A cidade de Masisi, situada no leste da República Democrática do Congo, foi capturada pelo grupo armado M23 neste sábado, conforme informou Alexis Bahunga, deputado da província de Kivu do Norte.
A tomada da cidade agrava a já crítica situação humanitária na região.
O Movimento 23 de Março (M23), uma milícia com apoio do Ruanda, tem expandido seu controle sobre vastas áreas do leste da RDC desde 2021, forçando milhares a se deslocarem e exacerbando a crise humanitária. De acordo com fontes da Agência France Press, a captura de Masisi representa uma significativa perda estratégica, e apelos foram feitos ao governo para restabelecer a autoridade estatal na região.
Masisi, que abriga cerca de 40 mil pessoas, é a capital administrativa do território homónimo, conhecido por sua riqueza em agricultura, pecuária e minerais. A cidade está localizada a aproximadamente 80 quilómetros ao norte de Goma, a capital da província de Kivu do Norte.
As tensões na região são amplificadas pela falha nas negociações de paz mediadas por Angola entre o presidente da RDC, Felix Tshisekedi, e o presidente ruandês, Paul Kagame.
As conversações foram abruptamente interrompidas em meados de Dezembro devido a divergências sobre os termos de um acordo proposto, deixando a situação no leste da RDC ainda mais volátil.
A ala militar da Renamo, composta por antigos guerrilheiros, está a intensificar a pressão sobre o líder do partido, Ossufo Momade.
Dois dias após submeterem uma providência cautelar ao Tribunal Judicial da cidade de Maputo, os ex-combatentes ameaçam implementar um plano decisivo para garantir transparência e diálogo dentro do partido.
Os ex-guerrilheiros alegam que a Renamo está em risco de desintegração devido à falta de diálogo interno durante os sete anos de liderança de Momade. Eles exigem a convocação urgente de um Conselho Nacional, que inclua os desmobilizados, para discutir a situação e pedem a destituição do actual líder, além de transparência nas contas do partido.
João Machava, porta-voz do grupo, afirmou à Voz da América que a falta de transparência gera desconfiança entre os membros e o povo. Ele acusou Ossufo Momade de participar em encontros secretos para negociar as eleições e de violar os estatutos do partido.
Machava, que também foi fundador da extinta Junta Militar da Renamo, liderada por Mariano Nhongo, morto em 2021, advertiu que, caso a justiça falhe em atender suas demandas, um novo plano será activado. “Quando a justiça não funcionar, vamos activar outro plano e este não vai falhar”, declarou, sem revelar detalhes.
O antigo comandante, que esteve envolvido nas três invasões à sede nacional da Renamo nos últimos dois meses, lamentou o fracasso das tentativas de estabelecer um diálogo.
Apesar da criação de uma comissão de ex-guerrilheiros e da nomeação de um intermediário pela direcção do partido, o diálogo ainda não se concretizou. Após a submissão da providência cautelar, um intermediário informou que os esforços para o diálogo estão em andamento.
Um camião pertencente ao Programa Mundial da Alimentação (PMA) foi vandalizado e saqueado por desconhecidos no distrito de Metuge, na província de Cabo Delgado. O veículo transportava bens destinados às vítimas do ciclone tropical Chido.
O administrador distrital de Metuge, Salesio Manuel Paulo, expressou preocupação com o comportamento de alguns residentes, que têm causado distúrbios e cometido assaltos em regiões como Nacopo e Nicavo. “Estamos preocupados com o comportamento de alguns residentes, que, movidos por intenções contrárias ao bem-estar da população, têm perturbado e assaltado viaturas que vêm à zona para prestar assistência aos afectados”, afirmou Paulo.
Ele destacou um incidente recente na comunidade de Ntocota, onde veículos do PMA foram atacados enquanto transportavam assistência alimentar.
O administrador garantiu que esforços continuam a ser feitos em colaboração com as estruturas locais para identificar, neutralizar e responsabilizar os infractores.
As declarações foram feitas após a visita do governador provincial de Cabo Delgado, Valige Tauabo, que esteve no distrito para avaliar os impactos do ciclone Chido na região.
Três israelitas foram mortos num ataque a tiros contra um autocarro na aldeia palestiniana de Al-Funduq, no norte da Cisjordânia, numa área cercada por colonatos judeus.
O incidente ocorrido resultou na morte de duas mulheres de 60 anos e um homem de 40 anos, conforme relatado pelo serviço de emergência israelita.
Além das fatalidades, outras sete pessoas ficaram feridas, incluindo o motorista do autocarro, de 63 anos. Em resposta ao ataque, o Exército israelita iniciou uma operação de busca pelos responsáveis, classificando o incidente como um “ataque terrorista”. Para tanto, bloqueios foram instalados nas estradas próximas e várias aldeias na região foram cercadas.
A violência na Cisjordânia tem aumentado significativamente desde o ataque do grupo islamita palestiniano Hamas ao território israelita em 7 de Outubro de 2023, que desencadeou um conflito na Faixa de Gaza.
Na Cisjordânia, ocupada por Israel desde a guerra de 1967, vivem cerca de três milhões de palestinianos.
A Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) está à procura de uma consultoria especializada para dar seguimento à segunda fase do projecto de duplicação da linha-férrea Maputo-Ressano Garcia.
Esta nova etapa focará na secção Movene-Ressano, localizada no distrito da Moamba, província de Maputo.
O objectivo do projecto é atender à crescente demanda do sector industrial sul-africano, que utiliza o corredor moçambicano para suas transacções comerciais. As obras previstas incluem também a ampliação do estaleiro de Ressano Garcia.
A consultoria contratada será responsável por apoiar a gestão e auditoria das contas do projecto, preparar os desembolsos necessários e gerir os riscos ambientais e sociais associados às obras.
A primeira fase do projecto, que incluiu a duplicação da linha no trecho Maputo-Secongene, em Moamba, e a ampliação da estação Central em Maputo, foi concluída em Setembro do ano passado, com um investimento de 80 milhões de dólares.
A continuidade deste empreendimento é crucial para fortalecer a infra-estrutura ferroviária e melhorar a no transporte de mercadorias entre Moçambique e a África do Sul.
As autoridades policiais da província de Sofala encaminharam à Justiça 96 processos criminais decorrentes das manifestações que se seguiram às eleições, envolvendo acusações de vandalismo, roubo e desobediência.
Grande parte dos acusados estão detidos, suspeitos de participar em saques a estabelecimentos comerciais, vandalização de infraestruturas públicas e obstrução de estradas durante os protestos.
Dércio Chacate, porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala, informou que a polícia está a realizar diligências para recuperar os bens roubados. “Neste período, vários bens foram recuperados; entre eles, electrodomésticos como aparelhos de ar condicionado, geleiras, cadeiras, entre outros, que vão sendo recuperados de forma gradual”, afirmou Chacate. Ele também destacou que alguns cidadãos têm colaborado voluntariamente, devolvendo os itens em sua posse.
A China encontra-se em alerta devido a um aumento significativo de infecções por metapneumovírus humano (HMPV), que está a resultar na superlotação de hospitais e na implementação de medidas de emergência.
O aumento dos casos tem sido particularmente notável nas províncias do norte do país, afectando principalmente crianças, conforme reportado pelo The Independent.
Este surto acontece cinco anos após o mundo ter sido alertado para o surgimento do coronavírus em Wuhan, que evoluiu para uma pandemia global.
O actual aumento de HMPV está a gerar preocupações públicas, embora as autoridades de saúde em Pequim tenham minimizado a situação, tratando-a como uma ocorrência típica do inverno.
O HMPV é um vírus respiratório que provoca sintomas semelhantes aos da gripe. Embora geralmente cause apenas sintomas leves, pode levar a complicações graves como pneumonia, especialmente em bebés, idosos e pessoas com sistemas imunológicos comprometidos.
O vírus, identificado pela primeira vez em 2001, é transmitido através de gotículas respiratórias ou contacto com superfícies contaminadas e já foi identificado em vários países, incluindo o Reino Unido.
O aumento de casos na China está a pressionar o sistema de saúde, obrigando as autoridades a adoptar medidas urgentes para controlar a disseminação do vírus e gerir a situação nos hospitais.
Edmundo González, líder da oposição venezuelana, anunciou no sábado (04) que pretende ir a Caracas para tomar posse como presidente em 10 de Janeiro, apesar de enfrentar um mandado de prisão no país.
A polícia venezuelana oferece uma recompensa de US$ 100 mil por informações que levem à sua captura.
O regime de Nicolás Maduro acusa González de diversos crimes, incluindo “cumplicidade no uso de actos violentos contra a república, usurpação de funções, falsificação de documentos, lavagem de dinheiro, desconhecimento das instituições do Estado, instigação à desobediência às leis e associação criminosa”.
“Minha intenção é ir à Venezuela simplesmente para tomar posse do mandato que os venezuelanos me deram quando me elegeram com 7 milhões de votos para servir como presidente”, declarou González. Apesar das circunstâncias adversas, ele não detalhou como planeia entrar no país sem ser detido, afirmando apenas que “as circunstâncias hoje são muito complicadas.”
Antes do anúncio, González se reuniu com o presidente argentino, Javier Milei, em Buenos Aires. Exilado na Espanha desde Setembro de 2024, González deixou a Venezuela após o Conselho Nacional Eleitoral declarar Nicolás Maduro vencedor das eleições gerais, um resultado contestado por opositores e líderes internacionais.
O governo do distrito de Gorongosa, em parceria com o Parque Nacional da Gorongosa, anunciou o reassentamento de cerca de cinco mil famílias que actualmente vivem acima de setecentos metros de altitude na serra da Gorongosa, na província de Sofala.
Este movimento faz parte do projecto “Salvar a Serra”, que busca proteger o meio-ambiente e os recursos naturais da região.
As famílias deverão ser reassentadas na localidade de Canda. A iniciativa tem como principal objectivo evitar a poluição dos rios que cruzam a serra, frequentemente afectados pela actividade de garimpo na área. Pedro Mussengue, administrador de Gorongosa, destacou a importância da medida para a preservação dos ecossistemas locais e a manutenção da qualidade da água.
O projecto visa não apenas a protecção ambiental, mas também proporcionar condições de vida sustentáveis para as comunidades reassentadas, garantindo que a conservação da serra e o bem-estar das famílias caminhem juntos.
Venâncio Mondlane, candidato presidencial moçambicano apoiado pelo partido PODEMOS, anunciou seu retorno a Moçambique, marcando sua chegada para o dia 9 de Janeiro às 8h05 no Aeroporto Internacional de Mavalane, em Maputo.
Em um vídeo divulgado no Facebook, Mondlane afirmou estar retornando como parte de uma estratégia denominada “Ponta de lança”.
Mondlane, que esteve fora do país para organizar protestos contra o resultado das eleições, garantiu que não teme pela sua segurança, afirmando: “Podem matar a mim. A única coisa que sei é que a minha luta nunca vai morrer.” Ele convidou o povo moçambicano e líderes políticos e judiciais a recebê-lo no aeroporto, incluindo membros do Conselho Constitucional, que validou a vitória de Daniel Chapo, candidato da FRELIMO.
O candidato expressou críticas severas à União Africana e ao Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, acusando-os de irrelevância diante da crise humanitária, política e social em Moçambique. Mondlane elogiou a União Europeia e os EUA por serem “mais sensíveis à questão moçambicana” e acusou o governo de estar conduzindo um “genocídio silencioso”, com desaparecimentos e mortes de jovens, que ele considera “heróis da democracia”.
Apesar de suas críticas, Mondlane confirmou que o partido PODEMOS participará da cerimónia de tomada de posse dos representantes parlamentares, embora ressalte que ocorrerá “sob um lençol de sangue”.
Anteriormente, Mondlane havia acusado o presidente do PODEMOS de violar um acordo pré-eleitoral, com seu assessor, Dinis Tivane, afirmando que a posse dos deputados do partido seria uma “traição”.
Um trágico acidente de viação ocorreu no distrito de Rapale, na província de Nampula, resultando na morte de quatro pessoas e deixando cinco feridos,...
O aclamado músico moçambicano Stewart Sukuma recebeu uma homenagem no Festival Nostalgia 2026, em reconhecimento ao seu inestimável contributo para a valorização e divulgação...
O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a constituição de uma equipa conjunta para investigar alegações de desvio e venda clandestina...