Um incêndio no segundo andar de um hotel em Mar del Plata resultou em dois feridos, que se viram forçados a saltar pela janela do edifício, a uma altura de aproximadamente quatro metros, na tentativa desesperada de escapar das chamas.
Imagens capturadas por transeuntes mostram diversas pessoas a saltar do segundo andar do hotel, com dificuldades em manter o equilíbrio durante a queda. Um homem foi visto a escalar o edifício, numa tentativa de socorrer os que se encontravam em perigo.
Segundo relatórios do jornal local La Capital, os bombeiros foram rapidamente accionados e conseguiram controlar as chamas, evitando que o incêndio se propagasse para outras áreas do hotel.
A equipa de emergência também prestou assistência às vítimas no local do incidente.
Devido ao risco de inalação de fumaça e à possibilidade de agravamento do incêndio, o hotel foi prontamente evacuado. Os dois feridos foram transportados para um hospital local, onde receberam um diagnóstico inicial de politraumatismo leve.
O Banco de Sangue do Hospital Central de Maputo (HCM) expressou a sua preocupação face às manifestações que têm ocorrido em várias regiões do país, as quais estão a dificultar a presença de doadores nas unidades de saúde.
Abílio Chauque, técnico responsável pelo Banco de Sangue, informou que esta situação pode comprometer ainda mais a disponibilidade de sangue nos hospitais, o que representa um grave risco para os pacientes que necessitam de transfusões.
Em um apelo dirigido aos organizadores das manifestações, Chauque pediu que estas não obstruam a livre circulação das pessoas. “É fundamental que possamos demonstrar amor pela vida e respeito pelo próximo, permitindo que aqueles que desejam contribuir possam fazê-lo sem impedimentos”, afirmou.
O Banco de Sangue do HCM apela à solidariedade da população, enfatizando a importância da doação regular de sangue, especialmente em tempos de crise, em que a necessidade por transfusões pode aumentar de forma significativa.
A SAMA – Sacos de Matutuine, S.A pretende recrutar um (1) Facility Maintenance and Repair Technician (Construction Maintenance and Project Management). Saiba mais.
A SAMA – Sacos de Matutuine, S.A pretende recrutar um (1) Senior Electrician/ Electronics Technician – Industrial Production Machinery Maintenance (Woven Sack Manufacturing). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Literacia Climática. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Literacia Climática. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Comunicação. Saiba mais.
A Associação de Solidariedade na Esperança de Vida (OIMPEVI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Professores Voluntários – Física, Matemática, Biologia, Química e TICs. Saiba mais.
A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Officer. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Chief of Party (COP). Saiba mais.
A Cruz Vermelha de Moçambique (CVM) deu início a uma importante iniciativa de assistência alimentar que visa apoiar mais de 800 famílias, correspondendo a cerca de cinco mil pessoas, afectadas pela grave crise alimentar provocada pelo fenómeno El Niño.
A acção está a ser implementada nos distritos de Machaze e Tambara, na província central de Manica.
O programa foi oficialmente lançado na segunda-feira no distrito de Tambara e consiste na entrega de alimentos essenciais, como arroz, feijão, açúcar e sal, bem como sementes variadas para a produção agrícola na actual época agrária (2024/25).
O presidente da CVM em Manica, Ricardo Simão, sublinhou que 400 famílias do distrito de Machaze e 400 de Tambara estão a ser beneficiadas neste primeiro momento.
“O fenómeno El Niño causou perda significativa das culturas na campanha agrária anterior, e muitas famílias estão a enfrentar uma severa insegurança alimentar. Diante disso, apelámos aos nossos parceiros internacionais, que prontamente responderam ao nosso pedido de ajuda. Hoje, estamos a realizar a distribuição dos bens”, afirmou Ricardo Simão.
O presidente da CVM também mencionou que a quantidade de famílias assistidas poderá aumentar à medida que mais recursos forem disponibilizados. Neste momento, a organização está a concentrar esforços nas famílias em situação crítica, mas há planos para expandir a iniciativa a outros distritos igualmente afectados.
O impacto do fenómeno El Niño tem sido devastador, com a seca a afectar extensas áreas agrícolas em quase todos os 12 distritos da província de Manica.
Na campanha agrária anterior, a produção esperada era de 4,4 milhões de toneladas, mas este número não foi alcançado, resultando em uma crise alimentar significativa. Algumas comunidades já estão a recorrer a zonas mais baixas para cultivar culturas mais resistentes à seca, uma estratégia que visa mitigar os efeitos da crise.
Para a presente campanha agrária, a província de Manica prevê uma produção de 3.631.251 toneladas de diversas culturas, levando em consideração a área lavrada de 1.040.310 hectares e o envolvimento de mais de 100 mil produtores.
Durante o recente lançamento da campanha, as autoridades locais apelaram à população para continuar empenhada na produção agrícola, num esforço conjunto para superar os desafios impostos pela seca.
As autoridades vietnamitas estão a investigar uma explosão trágica que ocorreu na noite de segunda-feira num campo de tiro militar na província de Dong Nai, que resultou em várias vítimas.
Segundo informações divulgadas por um jornal militar local, a explosão poderá ter sido desencadeada por um raio provocado por uma violenta tempestade que ativou um detonador elétrico enquanto um grupo transportava explosivos.
As operações de busca para localizar os corpos das vítimas estão em curso, conforme noticiado pela mesma fonte. Este incidente ocorreu apenas um dia após o ministro da Defesa vietnamita, Phan Van Giang, ter realizado um discurso marcando o início de um exercício de combate militar, o que levanta questões sobre a segurança durante as atividades militares.
Em resposta ao trágico acidente, o Ministério da Defesa do Vietname ordenou uma investigação urgente para apurar as circunstâncias que levaram à explosão. Até ao momento, acidentes mortais durante treinos militares são considerados raros no país comunista.
A sede do partido Frelimo, situada no bairro 10 da cidade de Xai-Xai, foi alvo de um incêndio significativo, resultante de acções de um grupo de manifestantes.
O incidente culminou na destruição de mobiliário e outros bens no interior do edifício, que foram consumidos pelas chamas.
De acordo com informações divulgadas pelo Centro de Integridade Pública (CIP), os bombeiros foram rapidamente accionados para controlar a situação, mas chegaram ao local apenas após a sede já ter sido completamente devastada pelo fogo. A prontidão tardia dos serviços de emergência gerou críticas entre os cidadãos e os responsáveis locais.
Além do incêndio, os manifestantes protagonizaram confrontos com as autoridades, tendo lançado pedras contra os bombeiros que se dirigiam ao local, resultando na quebra dos vidros de uma viatura de emergência.
A tensão aumentou quando a Polícia da República de Moçambique (PRM) foi chamada para dispersar a multidão, tendo recorrido ao uso de armas de fogo para afastar os manifestantes.
A província de Gaza é conhecida como um reduto da Frelimo, o partido no poder, que tem conseguido, em quase todos os escrutínios eleitorais, eleger um número elevado de deputados na região.
Este recente episódio de violência e destruição levanta questões sobre a estabilidade política e social em Moçambique, numa altura em que o país enfrenta desafios significativos em diversas áreas.
A crise política que se seguiu às eleições gerais de 9 de Outubro continua a ser tema central de debate entre os principais partidos do país.
A Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) defendem a anulação dos resultados eleitorais, enquanto o Partido Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS) propõe uma abordagem diferente, centrando-se na reposição da vontade popular.
Um encontro promovido pela plataforma de observação eleitoral Sala da Paz, realizado na terça-feira, reuniu vários políticos e membros da sociedade civil para discutir soluções viáveis para o impasse político que Moçambique enfrenta.
A Renamo, através da sua secretária-geral Clementina Bomba, foi a primeira a expressar a sua posição. A dirigente afirmou que a história eleitoral do país está marcada pela falta de eleições livres e justas desde 1994. “Nós nunca tivemos eleições livres, justas e muito menos transparentes.
A anulação destas eleições é a única saída, pois aceitar os resultados seria um crime para a democracia e um atentado contra a paz em Moçambique”, declarou Bomba.
Lutero Simango, presidente do MDM, endossou a crítica da Renamo, sublinhando a necessidade de recontar os votos de todas as 26 mil mesas de votação. “É fundamental cruzar os dados e verificar se os resultados anunciados refletem a realidade das urnas. Não podemos aceitar resultados que não correspondem à vontade popular. Resta-nos um único caminho: a anulação das eleições e a sua repetição”, afirmou Simango.
Por outro lado, o PODEMOS, através de Albino Forquilha, apresentou uma posição mais conciliatória. A formação política acredita que não é necessária a anulação do escrutínio, desde que se identifique a raiz do problema.
Forquilha destacou a importância de compreender os mecanismos da fraude eleitoral e responsabilizar os envolvidos. “Temos de saber quem organiza e opera a fraude, para podermos encontrar soluções eficazes e justas”, defendeu.
O Conselho Constitucional (CC) de Moçambique está a dar passos significativos na análise das actas e editais relativos às eleições gerais de 9 de Outubro.
Até ao momento, o CC já confrontou os documentos de nove províncias, estando apenas pendente a análise da província da Zambézia, cujo processo poderá ter início esta quarta-feira.
Os documentos, solicitados à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e aos partidos políticos que apresentaram recursos – PODEMOS, Renamo e MDM – foram entregues ao CC há cerca de três semanas. A imprensa foi convocada para acompanhar as diligências que precedem a promulgação oficial dos resultados eleitorais, agendada para 23 de Dezembro.
A Renamo, o MDM e a CNE já submeteram os editais de todas as províncias, enquanto o PODEMOS apresentou apenas os editais de sete províncias, onde reivindica a vitória. Notavelmente, as províncias de Cabo Delgado, Niassa e Gaza não foram incluídas nesta lista.
Actualmente, o processo de apuramento dos resultados está concluído em 90%. Conforme apurou o jornal O País, em casos de discrepâncias entre os editais dos partidos e a CNE, a validação será feita a partir dos documentos que coincidirem. Se apenas um dos partidos apresentar resultados que correspondam aos da CNE, esses serão considerados válidos. No entanto, se todos os editais apresentarem divergências, os resultados da CNE prevalecerão.
Nesta fase do processo, o CC tem encontrado uma série de irregularidades, incluindo editais em branco, documentos falsificados e preenchidos com a mesma caligrafia.
Após a conclusão do apuramento, o próximo passo será a digitalização dos dados, que serão informatizados e centralizados. Este sistema automatizado determinará os vencedores das eleições, estando este processo actualmente acima dos 65% de conclusão.
Os rebeldes sírios cercaram a cidade de Hama por três lados, encontrando-se agora a uma distância de apenas três a quatro quilómetros do centro urbano, após violentos confrontos com as forças governamentais.
Esta informação foi divulgada pela organização não-governamental (ONG) Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), sediada no Reino Unido. As forças governamentais, já pressionadas, dispõem agora de uma única rota de saída em direcção a Homs, a sul da cidade.
Em resposta à crescente ameaça, o Exército sírio lançou uma contra-ofensiva durante a manhã de hoje, com o intuito de repelir os rebeldes. Desde que os insurgentes conquistaram dezenas de localidades e a maioria da cidade de Alepo, a segunda mais importante da Síria, a situação em Hama tornou-se crítica. A cidade é considerada estratégica para o exército, uma vez que a sua protecção é vital para a defesa da capital, Damasco.
Segundo o OSDH, as forças governamentais conseguiram garantir a entrada nordeste de Hama, recapturando várias aldeias durante uma operação militar que começou na madrugada de terça-feira, apoiada por bombardeamentos aéreos.
A ONG também reportou o deslocamento de grandes comboios militares para a região, nas últimas 24 horas.
Os combates foram descritos como “ferozes”, com o exército sírio, apoiado por forças aéreas russas e sírias, a enfrentar os rebeldes no norte da província de Hama.
A agência oficial Sana confirmou a intensidade das hostilidades, enquanto a agência alemã DPA lamentou a morte do seu fotógrafo, Anas Alkharboutli, num ataque aéreo próximo de Hama.
Hama é uma cidade carregada de história, tendo sido palco de um massacre em 1982, perpetrado pelo exército sob o regime do pai do actual presidente Bashar al-Assad, durante uma repressão a uma insurgência da Irmandade Muçulmana. Além disso, Hama foi um dos pontos fulcrais das manifestações que eclodiram em 2011, dando início a uma guerra civil que devastou o país.
Nos últimos dias, a ONU reportou que mais de 115.000 pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas devido aos combates no norte da Síria.
A ofensiva, liderada por facções islamitas e apoiada pela Turquia, já resultou na morte de mais de 700 pessoas, incluindo 110 civis, ao longo de uma semana de intensos combates.
A aliança islamita, que inclui a Organização de Libertação do Levante, uma antiga afiliada da Al-Qaida, lançou a sua ofensiva no noroeste da Síria a 27 de Novembro, tendo desde então conquistado o controlo total da cidade de Idlib e de partes significativas de Alepo, enquanto avança em direcção a Hama, situada a aproximadamente 210 quilómetros ao norte de Damasco.
As concessionárias rodoviárias de Moçambique acederam, na passada quarta-feira, ao apelo de Venâncio Mondlane, permitindo o “trânsito livre” nas portagens, numa resposta à nova vaga de manifestações que se prevê culminar na próxima semana.
Segundo a informação divulgada pela publicação Carta de Moçambique, na Estrada Nacional número 4 (N4), um dos principais corredores que liga as cidades de Maputo e Matola à África do Sul, a concessionária sul-africana Trans African Concession (TRAC) fez com que os automobilistas pudessem cruzar as cancelas sem qualquer pagamento.
Este episódio ocorreu no final da tarde, após o término do primeiro dia de protestos, com a presença de militares nas cabines de portagem, que instruíam os condutores a avançar sem a necessidade de pagar a taxa de utilização da estrada.
Ainda segundo a mesma fonte, uma situação semelhante foi observada na Portagem de Cumbeza, gerida pela Rede Viária de Moçambique (REVIMO), localizada no distrito de Marracuene, na província de Maputo. Milhares de veículos atravessaram as cancelas sem efectuar qualquer pagamento.
A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) manifestou, em comunicado oficial, a sua profunda consternação pela remoção de carris em um dos troços da Linha de Machipanda, uma importante artéria do Sistema Ferroviário Centro.
Este ato foi protagonizado por ex-trabalhadores da Brigada Reabilitação da Linha de Machipanda (BRLM), que haviam sido contratados para participar no projeto de reabilitação da linha.
No comunicado, a CFM esclarece que a atitude de destruição por parte dos ex-colaboradores é lamentável, especialmente considerando que foram eles próprios que contribuíram para a construção da infraestrutura ferroviária.
A empresa destaca que os ex-trabalhadores reivindicam ser integrados no quadro efetivo da CFM ou receber uma compensação pelo tempo que laboraram na BRLM.
A CFM recorda que o contrato que regia a relação com este grupo de trabalhadores expirou em dezembro de 2023, data em que o projeto foi oficialmente concluído e a Linha de Machipanda foi inaugurada e entrou em funcionamento. “Reiteramos a nossa disponibilidade para esclarecer a natureza do vínculo dos trabalhadores com a BRLM”, afirma a empresa no seu comunicado.
A companhia ferroviária apela ao bom senso dos ex-trabalhadores, encorajando-os a valorizar o contributo que prestaram para o desenvolvimento do país e a reconhecer que novas oportunidades surgirão no futuro.
Em um contacto com a Agência de Informação de Moçambique (AIM), a CFM revelou que estão a decorrer reuniões com os ex-colaboradores, bem como com a assessoria jurídica e recursos humanos da empresa.
“Não pretendemos entrar em conflito com estes trabalhadores, pois acreditamos que a sua atitude poderá ter sido resultado de um mal-entendido relativamente ao contrato”, afirmou uma fonte da CFM.
Relativamente à extensão dos danos causados pela remoção dos carris, a empresa comprometeu-se a divulgar informações assim que estiverem disponíveis.
O Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou que o primeiro dia da nova onda de manifestações pós-eleitorais resultou em tragédias significativas, com cinco mortes e três feridos graves, particularmente nas cidades de Maputo e Matola, assim como nas províncias de Zambézia e Nampula.
De acordo com o porta-voz da PRM, Orlando Mudumane, as manifestações foram marcadas por confrontos que perturbaram a ordem pública e a livre circulação de pessoas e bens.
As vias principais das cidades foram bloqueadas, impedindo a circulação de viaturas e gerando um clima de tensão e insegurança.
Mudumane revelou que as vítimas mortais estavam armadas com objetos contundentes, incluindo facas, catanas e pedras. “Hoje, mais uma vez, o país foi palco de manifestações violentas que perturbam a ordem e segurança públicas”, afirmou o porta-voz.
Estas manifestações foram convocadas por um cidadão identificado como Venâncio Mondlane e, segundo a polícia, o conteúdo das mensagens difundidas nas redes sociais sugere uma intenção de provocar caos e desordem.
O porta-voz da PRM sublinhou que, em conformidade com a lei, ninguém deve ser forçado a participar ou a abster-se de participar em manifestações.
No entanto, relativamente aos incidentes que resultaram em mortes, Mudumane esclareceu: “Quando um indivíduo invade uma esquadra e tenta apoderar-se de uma arma de fogo, esse não é um manifestante, mas sim um criminoso.”
Além das fatalidades, a polícia detalhou que foram registados bloqueios de vias públicas com barricadas constituídas por diversos objetos, incluindo viaturas.
O objetivo era restringir a circulação e provocar confusão, com relatos de extorsão de valores monetários e vandalização de infraestruturas públicas e privadas.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou esta quarta-feira um investimento adicional de cerca de 570 milhões de euros no Corredor do Lobito, elevando a contribuição norte-americana para um total de 3,8 mil milhões de euros.
Este anúncio foi feito no terceiro e último dia da sua visita a Angola, onde o líder norte-americano enfatizou a importância do continente africano no futuro global.
Durante a sua estadia, Biden destacou que o Corredor do Lobito, que liga Angola às áreas de exploração mineral da República Democrática do Congo e da Zâmbia, representa uma iniciativa que vai além da simples construção de infraestruturas ferroviárias. “Este projecto é a construção de um futuro melhor, onde as pessoas poderão usufruir de mais benefícios e oportunidades”, afirmou o Presidente.
Na companhia do Presidente angolano, João Lourenço, e de líderes da RD Congo, Zâmbia e do vice-presidente da Tanzânia, Biden visitou o Porto do Lobito, situado a cerca de 500 quilómetros ao sul de Luanda.
Durante a visita, ele teve a oportunidade de observar a chegada de um comboio carregado com cobre proveniente da RD Congo, com destino a Nova Orleães, nos EUA.
Ao encerrar a sua visita, o Presidente Biden expressou o desejo de retornar a Angola para realizar uma viagem de comboio ao longo do Corredor do Lobito, prometendo: “Vou voltar para andar no comboio, fazer todo o percurso”.
O projecto ferroviário foi o principal foco do périplo de Biden, que reforçou a necessidade de colaboração internacional para mobilizar mais capital e desenvolver infraestruturas na região.
O investimento total no Corredor do Lobito já ultrapassa os 5,7 mil milhões de euros, englobando contribuições de investimentos privados, bancos de desenvolvimento regionais e parceiros do G7. João Lourenço também apelou à união de esforços entre os países e financiadores envolvidos para garantir a concretização do projecto.
Um tiroteio ocorrido na tarde de quarta-feira na Escola Adventista do Sétimo Dia Feather River, em Palermo, resultou em ferimentos a dois jovens alunos, ambos com idades de 5 e 6 anos.
As crianças, que frequentam o jardim-de-infância da instituição, foram rapidamente transportadas para um centro de trauma na região de Sacramento, onde continuam a receber cuidados médicos.
O xerife do condado de Butte, Kory L. Honea, informou que o atirador não teria qualquer ligação prévia com as vítimas ou a escola. “Neste momento, não temos informações suficientes para determinar se este ato se trata de um crime de ódio ou se está inserido num esquema mais abrangente”, afirmou Honea durante uma conferência de imprensa.
O corpo do atirador foi descoberto próximo de um escorrega e de outros equipamentos recreativos dentro do recinto escolar, com uma arma localizada nas proximidades.
A Escola Adventista do Sétimo Dia Feather River, que conta com menos de trinta alunos, localiza-se numa cidade de cerca de 5.500 habitantes, situada a aproximadamente 104 quilómetros ao norte de Sacramento.
Este incidente trágico insere-se numa lamentável sequência de tiroteios em escolas nos Estados Unidos, que inclui os casos notórios de Newtown, Connecticut, Parkland, Florida, e Uvalde, Texas.
Apesar da frequência alarmante destes eventos, a legislação sobre armas de fogo no país permanece praticamente inalterada.
No distrito de Ribáue, situado na província de Nampula, um total alarmante de cinquenta e seis pessoas perdeu a vida devido ao vírus do HIV/SIDA nos primeiros onze meses deste ano.
Deste total, vinte e quatro eram do sexo masculino, vinte e três do sexo feminino e nove eram crianças, revelando a gravidade da situação que afeta toda a comunidade.
Atualmente, nove mil e quarenta e cinco indivíduos estão a receber tratamento com medicamentos antirretrovirais, conforme divulgou Alfredo Inácio, Ponto Focal do Conselho Distrital de Combate ao SIDA em Ribáue.
No entanto, Inácio apontou fatores preocupantes que contribuíram para este elevado número de óbitos, incluindo o consumo excessivo de álcool e a desistência do tratamento antirretroviral (TARV), frequentemente causada pelas longas distâncias que os pacientes devem percorrer para aceder a uma unidade sanitária.
Em comparação com o ano anterior, em que se registou a desistência de seiscentos e setenta e cinco pacientes do TARV, a situação atual exige uma mobilização urgente da comunidade e das autoridades de saúde.
Alfredo Inácio apela a todos os pacientes que estão em tratamento para que não abandonem a medicação e destaca a importância da realização de testes regulares para aqueles que ainda não contraíram o vírus.
As unidades sanitárias estão a reforçar as campanhas de sensibilização e a promover o acesso ao tratamento, com o objetivo de reduzir a taxa de mortalidade e prevenir novas infeções. A luta contra o HIV/SIDA requer um esforço conjunto da sociedade, e a informação é uma ferramenta vital na luta contra esta epidemia.
O partido Povo Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS) emitiu uma nota oficial de distanciamento em resposta à circulação de crachás, bonés e cartazes com imagens de Venâncio Mondlane e do próprio partido, que têm sido promovidos em mercados e nas ruas como uma espécie de “guia de marcha” para garantir trânsito livre.
Estes itens, além de serem comercializados, têm sido indicados por alguns como condição para a obtenção desse privilégio.
No comunicado, ao qual a redacção da Miramar teve acesso, o PODEMOS expressa a sua firme condenação a tais práticas, afirmando que “tais actos estão completamente dissociados da causa defendida por nosso candidato, bem como pelo PODEMOS”. O partido sublinha que estas ações não representam os valores e princípios que orientam a sua missão política.
Além de repudiar a venda e o uso destes itens, o PODEMOS fez um apelo à população, reforçando a necessidade de se manter afastada de quaisquer condutas que possam ser interpretadas como ilegais ou antiéticas. “Exortamos a todos os membros, simpatizantes e à população em geral a não compactuar com esses actos e denunciar os responsáveis, de modo que nossa nobre causa não seja associada a condutas criminosas”, lê-se na nota.
Um caixão vazio foi descoberto na madrugada numa casa situada no bairro Centro Hípico, na cidade de Chimoio, província de Manica, levantando questões sobre a motivação do acto.
O filho da proprietária da residência, que se deparou com a urna inesperadamente, expressou a sua perplexidade em relação ao sucedido. “Não compreendo a razão por detrás deste acto”, afirmou, acrescentando que, ao encontrar o caixão, imediatamente solicitou a intervenção da Polícia da República de Moçambique. Ao chegarem ao local, as autoridades confirmaram que a urna estava vazia.
O incidente gerou reações entre os moradores da área. Uma vizinha, que preferiu não se identificar, criticou a atitude, sublinhando a necessidade de abordar conflitos de forma saudável e pacífica. “Se existem problemas de convivência no bairro ou na família, é preciso recorrer a formas normais de resolução. Isso é assustador e inaceitável”, expressou.
Bernardo Canazache, líder do bairro Centro Hípico, manifestou a sua surpresa face ao sucedido, afirmando que nunca havia presenciado um evento semelhante na comunidade. “Este tipo de acontecimento é inédito para nós e deixa todos preocupados”, declarou.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou, na quarta-feira, 4 de Dezembro, um pedido junto a um tribunal de apelações do estado da Geórgia para que uma acusação criminal contra ele seja rejeitada.
A acusação em questão remete a tentativas alegadas de Trump de alterar os resultados das eleições presidenciais de 2020, nas quais perdeu para o democrata Joe Biden.
Este processo judicial ainda se encontra pendente na Justiça local e, segundo o advogado de Trump, Steven Sadow, há a expectativa de que a ação possa ser anulada com o retorno de Trump à Casa Branca.
A situação cria um cenário de incerteza, dado o impacto que as decisões judiciais podem ter sobre a política americana.
A acusação levanta questões cruciais sobre a integridade do processo eleitoral e a legislação em vigor, sendo um tema que continua a polarizar a opinião pública nos Estados Unidos.
O desfecho deste caso poderá ter repercussões significativas, não apenas para Trump, mas também para a dinâmica política do país.
A Polícia sul-africana confirmou a trágica morte de três mineiros ilegais encontrados sem vida no interior de uma mina abandonada, em Sabiè, na província de Mpumalanga.
O incidente ocorreu após uma operação de resgate que revelou a gravidade da situação na mina.
Segundo as autoridades locais, na terça-feira foi identificado que cerca de cento e cinquenta mineiros poderão estar presos nas profundezas da mina, levando a uma mobilização urgente das equipas de resgate. Até ao momento, seis mineiros ilegais foram resgatados, incluindo dois cidadãos estrangeiros, mas as operações continuam sem descanso, na esperança de localizar e salvar os que permanecem soterrados.
Simultaneamente, na província de North West, as equipas de socorro estão a laborar intensamente numa outra mina de ouro, em Stilfontein, onde igualmente se reporta a presença de mineiros ilegais.
As autoridades apelam à comunidade para evitarem entrar em minas abandonadas, sublinhando os perigos inerentes à prática da mineração ilegal, que não só coloca em risco a vida dos trabalhadores, mas também tem sérias implicações legais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Literacia Climática. Saiba mais.
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A relação entre os dois...