O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) manifestou a sua desaprovação em relação à recente redução do preço do combustível anunciada pelo Governo, considerando-a “insignificante” e incapaz de resolver os problemas financeiros enfrentados pelos moçambicanos.
Durante uma conferência de imprensa, o partido reiterou a sua posição de que é essencial que o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) nas gasolineiras seja reduzido para 10%, de forma a aliviar a carga sobre os cidadãos.
Ismael Nhacucue, porta-voz do MDM, foi claro ao afirmar que a diminuição do preço do combustível não é suficiente para atender às necessidades da população. “O que foi anunciado é uma medida que não se traduz em mudanças significativas para a vida dos moçambicanos. Precisamos de acções mais concretas que impactem verdadeiramente o bolso dos cidadãos”, destacou Nhacucue.
Além de abordar a questão do combustível, o MDM também se debruçou sobre o tema da desobediência no pagamento das portagens, propondo uma revisão das tarifas nas infraestruturas sob gestão da concessionária TRAC.
O partido acredita que a redução dos custos associados às portagens poderá contribuir para aliviar o fardo financeiro que recai sobre os cidadãos e facilitar a mobilidade no país.
As intensas chuvas que caíram nos últimos dias provocaram uma subida significativa do caudal do rio Licungo, resultando em inundações no Baixo Licungo, localizado no distrito da Maganja da Costa, na província de Zambézia.
A Autoridade Reguladora de Águas do Norte (Ara-norte) alertou que, se as precipitações continuarem neste ritmo, a situação poderá tornar-se crítica nos distritos de Maganja da Costa e Namacurra.
Os níveis hidrológicos do rio Licungo aumentaram devido à chuva intensa que tem caído a montante, particularmente nos distritos de Gurué, Ile, Lugela e Namacurra. Segundo dados reportados, foram registados 80 mm de precipitação em apenas 24 horas, resultado que contribuiu para o aumento do caudal do rio.
“Nas últimas 72 horas, temos assistido a chuvas superiores a 50 mm, e na região a montante, onde nos encontramos, a precipitação tem superado os 80 mm. Por exemplo, no Gurué, a chuva atingiu 31.9 mm, enquanto em Mocuba, nas últimas 24 horas, registaram-se 121.9 mm. Esta precipitação excessiva na bacia provoca uma elevação brusca dos níveis hidrométricos”, detalhou António Cipriano, Director da Ara-norte em Mocuba.
O movimento Hamas confirmou a libertação de cinco dos seis reféns israelenses vivos, como parte da primeira fase do cessar-fogo iniciado a 29 de Janeiro.
Este acordo, que visa aliviar as tensões entre as partes envolvidas, prevê também a soltura de mais de 600 prisioneiros palestinos por parte de Israel.
A entrega dos reféns, identificados como Tal Shoham, de 40 anos, e Avera Mengistu, de 39 anos, foi realizada na passagem de Rafah, na fronteira entre o território palestino e o Egito, com a presença de representantes da Cruz Vermelha. Shoham foi capturado durante um ataque terrorista perpetrado pelo Hamas contra Israel em Outubro de 2023, enquanto Mengistu se encontrava em Gaza desde que atravessou a fronteira há cerca de uma década.
Espera-se que os outros quatro reféns sejam libertados ainda este sábado, numa cerimónia que ocorrerá em Nuseirat, no centro de Gaza. Este desfecho sinaliza um momento significativo nas negociações entre as duas partes, em meio a um contexto de grande tensão e violência na região.
O governo do Azerbaijão, sob a liderança do presidente Ilham Aliev desde 2003, anunciou o encerramento das instalações da BBC na capital, uma decisão que a estação de notícias britânica qualificou como uma grave restrição à liberdade de imprensa.
Em declarações à imprensa, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros azeri, Ayahan Hajizadé, afirmou que a decisão foi comunicada aos representantes da BBC na data mencionada.
Embora não tenha especificado os motivos por trás desta medida, Hajizadé comentou que a ação foi tomada com base na “reciprocidade” e que “não há qualquer base legal” para a continuação das operações do escritório da BBC no país.
Além disso, o porta-voz criticou a BBC, acusando-a de “politizar” a situação e de operar com “dois pesos e duas medidas”. A BBC, em resposta, expressou seu pesar pela decisão, lamentando profundamente esta medida que considera restritiva da liberdade de imprensa.
O serviço em língua azeri da BBC, que tem uma audiência estimada em cerca de um milhão de pessoas por semana, estava em funcionamento no Azerbaijão desde 1994, após o colapso da União Soviética. Hajizadé mencionou que “decisões similares foram tomadas em relação a outros meios de comunicação estrangeiros”, embora não tenha fornecido informações adicionais sobre as referidas decisões.
A liberdade de imprensa no Azerbaijão tem sido alvo de críticas internacionais, com o país a ocupar a 164.ª posição em uma lista de 180 Estados, segundo o relatório da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).
A RSF denunciou que o presidente Ilham Aliev “esmagou toda a espécie de pluralismo” e está a conduzir desde 2014 uma “guerra impiedosa” contra as últimas vozes críticas no país.
A aldeia de Bilibiza, situada a cerca de 10 quilómetros da sede distrital de Quissanga, foi alvo de uma invasão por grupos armados.
O ataque iniciou por volta das 15:00, quando os rebeldes começaram a disparar contra os habitantes que regressavam dos seus campos agrícolas, conforme relatado por testemunhas locais.
Uma fonte que se encontrava em Quissanga, referiu que “o meu tio estava na mata, só se ouviam tiros na sede de Bilibiza”, evidenciando a gravidade da situação. Após a invasão, muitos residentes optaram por fugir a pé em direcção a Quissanga e a outras áreas em busca de segurança. “Lá ninguém ficou. Estamos a fugir, os bandidos dispararam”, afirmou outra pessoa que conseguiu chegar a Pemba, a capital da província de Cabo Delgado.
Apesar da intensidade do ataque, até ao momento não foram reportadas mortes, embora tenha havido intensos confrontos entre as forças estatais e os grupos terroristas durante a tarde de quinta-feira. “Das 15:00 até pelo menos 17:30 só ouvíamos tiros (…) não sei se houve mortos ou não”, declarou uma fonte a partir de Quissanga.
A província de Cabo Delgado, rica em recursos de gás, enfrenta desde Outubro de 2017 uma rebelião armada ligada a movimentos associados ao grupo extremista Estado Islâmico.
O último grande ataque conhecido ocorreu entre os dias 10 e 11 de Maio de 2024, na sede distrital de Macomia, onde cerca de uma centena de rebeldes saquearam a vila, resultando em várias mortes e intensos combates com as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique, além dos militares ruandeses que colaboram na luta contra o terrorismo na região.
Pelo menos seis pessoas perderam a vida na província de Kwazulu-Natal, vítimas das intensas chuvas que assolaram várias regiões do país.
As autoridades locais relatam que três das vítimas foram tragicamente mortas devido a deslizamentos de terra, enquanto duas faleceram dentro de uma casa que desabou e uma outra foi arrastada pela corrente do rio ao tentar atravessá-lo.
A situação na zona sul de Kwazulu-Natal é alarmante, com múltiplos relatos de infraestruturas colapsadas e estradas completamente inundadas, dificultando o acesso a várias localidades.
As equipas de emergência estão a trabalhar arduamente para responder às necessidades das comunidades afectadas e avaliar os danos.
Além disso, a província do North West também está a sentir o impacto das chuvas, levando ao encerramento de várias escolas e à interdição de diversas vias de comunicação, que se tornaram intransitáveis devido às inundações.
Um trágico incidente ocorreu quando uma estrutura do centro comercial Real Plaza, localizado na área de restauração, desabou, resultando em três mortos e 29 feridos, segundo um comunicado do Ministério do Interior peruano.
As autoridades informaram que, até ao momento, “há três mortos” confirmados, enquanto mais de 200 agentes da polícia e bombeiros estão envolvidos nas operações de resgate. O responsável regional da Saúde, Aníbal Morillo, relatou que do total de feridos, seis encontram-se em estado grave e já foram transferidos para hospitais para receber tratamento urgente.
Segundo a agência de notícias espanhola Efe, o colapso ocorreu durante um período de grande movimentação no centro comercial, o que agravou a situação e complicou os esforços de resgate.
A partir da próxima semana, funcionários e agentes do Estado, com especial destaque para professores e pessoal da Saúde, irão receber a primeira tranche dos subsídios referentes a horas extras, que se encontravam em dívida há vários anos.
O pagamento será seguido pelo saldamento das dívidas aos fornecedores de bens e prestadores de serviços.
Inocêncio Impissa, porta-voz do Governo e ministro da Administração Estatal e Função Pública, enfatizou que esta medida é parte das acções inscritas no plano dos primeiros 100 dias da nova governação. O Governo disponibilizará 1.1 mil milhões de meticais para o pagamento da primeira parte das horas extras, e 400 milhões para a segunda, liquidando, assim, todo o valor em dívida acumulada.
“Neste momento, as unidades orgânicas estão a ser instruídas a imprimir dinâmica e celeridade na produção de folhas, garantindo que no futuro não existam mais atrasos que resultem em dívidas. O nosso objectivo é que, num futuro próximo, as horas extras sejam pagas no mês seguinte, evitando a acumulação de dívidas”, afirmou Impissa.
Relativamente ao pagamento do 13º salário, o porta-voz confirmou que o compromisso foi integralmente cumprido. “Já foi efectuado o pagamento do décimo terceiro salário aos funcionários e agentes do Estado. Neste momento, estamos a processar os salários do mês de Fevereiro, e em seguida iniciaremos o pagamento das horas extraordinárias”, acrescentou.
Durante uma conferência de imprensa para compartilhar as actividades do Governo nas últimas duas semanas, Inocêncio Impissa realçou que o Executivo está comprometido em implementar medidas que aliviem o custo de vida dos cidadãos.
A classe empresarial da província de Maputo manifestou a sua preocupação em relação à falta de condições de segurança para a retoma das actividades comerciais em várias localidades.
Este alerta surge após um encontro com o Secretário de Estado, Henriques Bonjesse, que decorreu na quinta-feira nos distritos de Matutuíne e Boane.
Os empresários relataram casos de vandalização de estabelecimentos e saques de produtos, que têm comprometido a confiança necessária para a reabertura dos seus negócios. Além disso, os bloqueios esporádicos das vias de acesso constituem um entrave significativo à normalização das actividades comerciais.
“No actual contexto, é impossível pensarmos na retoma das nossas actividades sem que haja uma melhoria nas condições de segurança”, afirmou um representante da classe empresarial durante a reunião. A situação tem gerado inquietação entre os comerciantes, que temem por suas vidas e pelos seus investimentos.
O Secretário de Estado, Henriques Bonjesse, ouviu atentamente as preocupações dos empresários e comprometeu-se a articular com as autoridades competentes para implementar medidas que garantam a segurança e a estabilidade na região.
A resposta do governo será crucial para a revitalização do comércio e para o apoio à economia local.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Maputo, o porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, reafirmou a estratégia do Executivo em priorizar medidas de carácter social e económico, em detrimento de acções coercitivas, para lidar com a crescente agitação social que o país enfrenta.
“Estamos a priorizar medidas de carácter social, económicas, mais persuasivas e ambientalistas que permitam que as pessoas intervenham positivamente na pacificação do país”, afirmou Impissa, sublinhando que, embora as medidas coercivas estejam a ser consideradas, não são a prioridade neste momento.
O porta-voz criticou as vandalizações e destruições de infraestruturas públicas e privadas que ocorreram durante os protestos, salientando que estas acções prejudicam directamente as comunidades afectadas. “Nós julgamos que devem ser tomadas medidas para repelir as manifestações sempre que elas ganharem proporções difíceis […] em momentos específicos e em contextos específicos. No entanto, vai-se evitar o máximo”, reiterou Impissa.
Desde Outubro, Moçambique tem vivido um clima de intensa agitação social, desencadeado por protestos e paralisações convocadas pelo ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane, que contesta os resultados eleitorais. Esses protestos têm frequentemente culminado em confrontos entre manifestantes e forças policiais, resultando em feridos e vítimas mortais de ambos os lados.
Nos últimos meses, os protestos, embora em menor escala, continuam a eclodir em várias localidades do país. Além da contestação aos resultados eleitorais, os cidadãos também expressam descontentamento face ao aumento do custo de vida e a outros problemas sociais.
Segundo dados da plataforma eleitoral Decide, uma organização não-governamental que monitora os processos eleitorais, desde o início da agitação, pelo menos 327 pessoas, incluindo dezenas de menores, perderam a vida, e cerca de 750 foram baleadas durante os tumultos.
Em conferência de imprensa realizada na quarta-feira, o porta-voz do Governo moçambicano, Inocêncio Impissa, reafirmou a determinação das Forças de Defesa e Segurança (FDS) em proteger a população e repelir qualquer ameaça à vida dos cidadãos.
A declaração surge em um contexto de crescente preocupação sobre as actividades do grupo paramilitar conhecido como Naparamas, que têm gerado inquietação nas comunidades.
“Estamos atentos. As FDS e as autoridades locais devem repelir qualquer situação que ponha em perigo a vida dos moçambicanos. Esta é a responsabilidade do Estado. Esforços têm sido feitos para garantir que isso não aconteça”, afirmou Impissa, ao apresentar o balanço das actividades dos primeiros cem dias de governação.
O porta-voz do Governo sublinhou a importância de identificar as origens das reivindicações apresentadas pelo grupo Naparamas, para encontrar uma solução adequada. “Não sabemos o que reclamam efectivamente, e este é um grande problema. É preciso saber quais são as reivindicações para, a partir daí, ajustarmos as medidas ou soluções necessárias”, acrescentou.
Os Naparamas surgiram na década de 1980, durante a guerra civil em Moçambique, e são conhecidos por combinarem conhecimentos tradicionais com elementos místicos na sua luta. Historicamente, este grupo tem-se organizado espontaneamente para a autodefesa da população, submetendo os seus membros a rituais que lhes conferem uma alegada protecção sobrenatural.
Recentemente, a tensão entre as FDS e os Naparamas aumentou, culminando em confrontos que resultaram na morte de quatro supostos membros do grupo. O incidente ocorreu na segunda-feira, quando tentavam invadir um posto administrativo na província da Zambézia.
Em outro episódio, em Janeiro, elementos do grupo foram acusados de decapitar um secretário de bairro e expor a cabeça da vítima em praça pública, um ato que chocou a população local.
O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, abordou recentemente uma questão que afecta muitos cidadãos: o elevado custo associado à aquisição da habilitação de condução.
Segundo Matlombe, este valor monetário está aquém das capacidades financeiras de uma parcela significativa da população.
Em resposta a esta realidade, o ministro revelou que já orientou o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) a avançar com a digitalização das cartas de condução. Esta medida visa não apenas modernizar o processo, mas também promover a economia nos gastos envolvidos na impressão dos documentos.
A digitalização das cartas de condução é uma iniciativa que, segundo o governo, poderá facilitar a acessibilidade e reduzir os encargos financeiros para os cidadãos.
Esta mudança representa um passo significativo em direcção à modernização dos serviços públicos e à melhoria da qualidade de vida da população.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve um homem de 39 anos no bairro de Infulene, no município da Matola, sob a acusação de posse de uma substância que se suspeita ser heroína.
A operação, realizada pelas autoridades policiais, culminou com a apreensão da droga, que será submetida a análises laboratoriais para confirmação da sua composição. O detido encontra-se actualmente sob custódia, enquanto as investigações prosseguem para determinar a origem da substância e possíveis ligações a redes de tráfico de drogas.
As autoridades apelam à população para continuar a colaborar com a polícia na denúncia de actividades suspeitas, reforçando o compromisso da PRM na luta contra o tráfico de drogas e na promoção da segurança pública.
Este incidente destaca a importância de uma vigilância contínua e da colaboração comunitária na erradicação de práticas ilícitas que ameaçam a saúde e a segurança da sociedade.
A Polícia da República de Moçambique anunciou a recuperação de duas viaturas que haviam sido roubadas nos dias 16 e 17 de Fevereiro, nos bairros da Liberdade e Matola F, na região metropolitana de Maputo.
Uma das viaturas, uma Toyota modelo Sienta, foi encontrada abandonada na localidade de Mussumbuluco. A outra viatura, uma Nissan Caravan, foi localizada na Matola “D”, apresentando-se sem bateria e com danos na lateral esquerda, evidenciando os esforços dos criminosos para ocultar o veículo.
Após a recuperação, as autoridades lavraram os autos de informação e iniciaram diligências para identificar e capturar os suspeitos envolvidos nos roubos. A viatura Toyota já foi devolvida ao seu legítimo proprietário, enquanto a investigação em torno da Nissan Caravan continua em curso.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que a Ucrânia não será excluída das futuras negociações de paz que envolvem os Estados Unidos, desqualificando as recentes afirmações do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, como “histeria”.
A declaração foi feita durante uma conversa com repórteres após uma visita a um complexo industrial de defesa em São Petersburgo.
Putin sublinhou que as negociações avançaram nas últimas semanas, com delegações dos EUA e da Rússia reunindo-se na Arábia Saudita na passada terça-feira (18), para debater o tema. Contudo, o líder russo ressaltou que um progresso real nas discussões mediadas por Washington só poderá ser alcançado se forem restauradas boas relações entre os dois países.
“Eles querem se sentar à mesa de negociações e serem mediadores entre a Rússia e os Estados Unidos?”, questionou Putin, referindo-se às críticas de Zelensky e de autoridades europeias que têm contestado o formato actual das negociações, o qual exclui a Ucrânia. O presidente russo acrescentou: “Por que ficar histérico aqui? Histeria é inapropriada”.
Putin também revelou que, numa conversa telefónica com Donald Trump no dia 12 de Janeiro, o presidente dos EUA garantiu que a Ucrânia participará das discussões. “O processo de negociação ocorrerá com a participação da Rússia e da Ucrânia. Ninguém vai excluir a Ucrânia deste processo”, afirmou.
Contudo, é importante notar que as mais recentes discussões sobre a guerra na Ucrânia ocorreram sem a presença de representantes ucranianos, levando a críticas acentuadas por parte de Zelensky e de líderes europeus que exigem um lugar à mesa de negociação.
As tensões aumentaram ainda mais após Zelensky expressar a sua recusa em aceitar qualquer acordo que não envolvesse a sua presença e a de aliados europeus. Em resposta, Trump manifestou o seu descontentamento com as declarações do presidente ucraniano, chegando a classificá-lo de “ditador” e alertando-o de que poderia perder o seu país caso não tomasse medidas rápidas.
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro manifestou-se nas redes sociais, afirmando ser um perseguido político e denunciando a existência de uma ditadura no Brasil.
As suas declarações surgem logo após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter formalizado uma acusação contra ele, relacionada com tentativa de golpe de Estado e formação de uma organização criminosa armada.
Na sua publicação na rede social X, Bolsonaro alegou que o cenário político actual no Brasil é um reflexo de práticas autoritárias, afirmando que “o mundo está atento ao que se está a passar”. O ex-chefe de Estado criticou as acusações contra líderes da oposição, considerando-as uma estratégia comum em regimes totalitários para justificar perseguições, censura e prisões arbitrárias.
Embora não tenha mencionado directamente o actual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro reforçou a ideia de que o Brasil está a viver sob um regime que tenta sufocar a liberdade de expressão e silenciar vozes dissidentes. O antigo presidente comparou a situação do país a regimes autoritários na Venezuela, Cuba, Nicarágua e Bolívia, afirmando que “o Brasil está a repetir a cartilha desses países de regimes autoritários”.
As acusações apresentadas pela PGR referem que, após a sua derrota nas eleições presidenciais de 2022, Bolsonaro teria idealizado e tentado implementar um plano para subverter a ordem institucional, um processo que, segundo a PGR, não se concretizou devido à recusa de dois dos três chefes militares em se juntarem à revolta.
Além disso, a Procuradoria-Geral da República alegou possuir provas de que Bolsonaro teria apoiado um plano de generais ligados a ele para assassinar o então presidente-eleito, Lula da Silva, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, e o juiz Alexandre de Moraes, que actualmente é o relator dos processos que envolvem o ex-presidente.
Um incêndio significativo ocorreu na tarde de terça-feira nos Estúdios Globo, localizados em Curicica, na zona oeste do Rio de Janeiro, resultando na destruição de cenários de três novelas da prestigiada emissora brasileira.
Os cenários afectados incluíram os da novela ‘Dona de Mim’ e ‘Êta Mundo Melhor’, que se encontravam em fase final de construção e ainda não tinham sido utilizados. Além destes, a produção ‘Tô de Graça’, que já estava em funcionamento, também foi danificada pelas chamas.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, citadas pela CNN Brasil, o incêndio iniciou num armazém por volta das 14h05 (hora local) e foi controlado algumas horas depois, embora tenha causado danos substanciais à infra-estrutura dos estúdios. Durante a operação de combate ao fogo, três bombeiros ficaram feridos e foram imediatamente transportados para o hospital para receber tratamento.
Imagens partilhadas nas redes sociais mostram o momento em que as chamas consumiam parte dos estúdios, evidenciando a intensidade do incêndio e os esforços dos bombeiros para controlar a situação.
As autoridades competentes estão a investigar as causas do incêndio, enquanto a Globo se prepara para avaliar os danos e as consequências para as produções afectadas. A situação traz à tona preocupações sobre a segurança e a protecção das instalações de produção audiovisual, especialmente em um momento em que a indústria enfrenta desafios contínuos.
Um trágico acidente aéreo ocorreu nas imediações do aeroporto regional de Marana, no estado do Arizona, onde duas aeronaves colidiram, resultando na morte de duas pessoas.
As informações foram confirmadas pelas autoridades locais e divulgadas pela ABC News.
As aeronaves envolvidas na colisão eram um Cessna e um Lancair, com duas pessoas a bordo de cada uma delas, conforme noticiado pelo Departamento Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês). Segundo relatos preliminares, a colisão entre os aviões ocorreu enquanto ainda era manhã, no espaço aéreo local.
Após o impacto, o Cessna conseguiu realizar um pouso seguro, enquanto o Lancair não teve a mesma sorte, despenhando-se ao solo e a incendiando-se em consequência do acidente. A tragédia resultou na morte dos dois ocupantes da aeronave Lancair.
As investigações sobre as causas do acidente estão a cargo do FAA e do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, na sigla em inglês), que já se encontram no local para averiguar os pormenores da ocorrência.
O aeroporto de Marana, que não possui torre de controlo de tráfego aéreo, exige que os pilotos utilizem frequências específicas para comunicar as suas posições às outras aeronaves, sendo o piloto em comando responsável por manter uma distância segura das demais aeronaves durante o voo.
O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Agostinho Langa Júnior, anunciou que a empresa enfrenta prejuízos significativos, avaliados em 17 milhões de meticais, resultado de actos de vandalização que têm afectado a sua operação.
Em declarações à imprensa, Langa revelou que a CFM está a trabalhar para reforçar a sua resiliência frente a estas perdas, que têm sido constantes. Um dos casos mais recentes foi o cancelamento de um comboio de passageiros que tinha como destino Chicualacuala, na província de Gaza.
Este cancelamento foi motivado por protestos que ocorrem na localidade de Chókwè, tornando-se uma situação recorrente que tem impactado a segurança e a operação dos serviços ferroviários.
“Cancelamos um comboio de passageiros esta manhã porque está a haver manifestação em Chókwè. Os comboios de passageiros têm sido os mais apetecíveis para a vandalização. Então, fomos obrigados a cancelar”, explicou o PCA.
Foram publicadas hoje, dia 10 de Setembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
Clique aqui para baixar a edição em...
O Tribunal Judicial de Maputo decidiu bloquear as contas bancárias do partido PODEMOS, após um pedido de providência cautelar apresentado por membros da liderança...
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instou o seu homólogo russo, Vladimir Putin, a promover um cesso imediato das hostilidades na Ucrânia. A...