A Cidade do Cabo, na África do Sul, registou um fim-de-semana trágico com a morte de pelo menos 11 pessoas em três incidentes de violência armada.
Os tiroteios ocorreram entre a noite de sábado e a madrugada de domingo, deixando a comunidade em estado de choque.
Na noite de sábado, três homens foram mortas a tiro na localidade de Khayelitsha. Simultaneamente, na área de Langa, foram encontrados os corpos de quatro homens e uma mulher, vítimas de um ataque brutal.
No domingo de madrugada, um assentamento informal em Gugulethu foi palco de mais um tiroteio, resultando na morte de dois homens e uma mulher, além de dois feridos que necessitaram de assistência médica.
As autoridades policiais sul-africanas estão a investigar os três ataques, mas até agora não se registaram detenções associadas aos crimes. A população aguarda com ansiedade informações adicionais sobre os autores e as motivações por detrás destes actos de violência.
O Conselho Executivo Provincial do Niassa anunciou a intenção de aumentar a proposta do Plano e Orçamento ao longo do exercício de 2027, com um crescimento de seis por cento em relação à produção global.
Este incremento fará com que os valores passem de 54,8 mil milhões de meticais, previstos para o corrente ano, para 58,1 mil milhões de meticais no próximo.
Matias Chapungo, porta-voz do executivo provincial, revelou que este plano é um reflexo do terceiro ano de implementação do Plano Quinquenal dos órgãos de governação descentralizada, que abrange o período de 2025 a 2029.
Em termos de receitas, o Estado prevê arrecadar 2,1 milhões de meticais, um aumento face aos 1,8 milhões inicialmente planificados para este ano, resultando num crescimento de 12,5 por cento. No entanto, as receitas próprias e consignadas apresentaram uma previsão de 10,5 milhões de meticais, abaixo dos 12,4 milhões anteriormente planeados, reflectindo uma redução de 15,3 por cento.
As prioridades delineadas na proposta incluem a expansão do acesso à água potável e saneamento, a reabilitação e construção de infraestruturas nas áreas da saúde e educação, o fortalecimento do sistema de transportes, assim como o aumento da produção e produtividade agrícola. A iniciativa também sublinha a promoção do empreendedorismo e autoemprego, com atenção especial aos jovens da província.
A UNITA, o maior partido da oposição em Angola, acusou a Polícia Nacional de ter atentado contra a vida de um dirigente e de cercar a sede do partido na província do Uíge, num incidente que resultou em pelo menos dois feridos.
O partido denunciou a situação neste sábado, prometendo não voltar a apelar à serenidade da população.
Os confrontos ocorreram no dia em que a UNITA comemorava o 92.º aniversário do seu presidente fundador, Jonas Malheiro Savimbi, e durante a IV Reunião Ordinária do Comité Nacional da JURA, o braço juvenil da UNITA.
Nelito Ekuikui, secretário-geral da JURA, relatou à Lusa que foi alvo de um ataque, mas teve a sorte de não estar no veículo no momento. “Fui, sim senhora, de forma muito clara. A sorte é que eu não estive no carro e fui socorrido por populares”, afirmou. Ekuikui descreveu como a polícia cercou as ruas e a sede local da UNITA, e, por volta das 12:00, começou a disparar tiros e granadas de gás lacrimogéneo. “Temos, neste momento, dois feridos, uma pessoa foi baleada no pé”, disse, garantindo que foram utilizadas “balas reais”.
O dirigente responsabilizou exclusivamente as forças de segurança pela situação, afirmando que a população não reagiu de forma violenta. O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, classificou o incidente como um “atentado contra a vida” do dirigente, através de um vídeo publicado na sua página de Facebook.
As imagens divulgadas mostram a polícia de choque a disparar granadas de gás lacrimogéneo contra os populares que fugiam do local, enquanto uma viatura, presumivelmente a que transportava Nelito Ekuikui, se afastava. Ekuikui lamentou a “intolerância política” e criticou a actuação policial, que classificou como uma estratégia de um “partido-Estado” que utiliza as forças de ordem para fins políticos.
Ele acrescentou que a UNITA não voltará a apelar à contenção, como fez nas eleições de 2022. “Já não vai voltar a acontecer o que aconteceu em 2022, em que apelámos o povo à serenidade. Ninguém vai apelar o povo à serenidade. O MPLA vai exactamente encontrar o que procura”, afirmou, sublinhando que “ninguém tem sangue de barata”.
Nas eleições gerais de 2022, o MPLA, que está no poder desde a independência em 1975, venceu com 51,17% dos votos.
A província canadiana da Colúmbia Britânica declarou estado de emergência devido a mais de 100 incêndios que têm afectado a região, forçando a retirada de 22 mil pessoas das suas habitações.
No distrito de Summerland, 12 mil moradores foram obrigados a evacuar, enquanto quase 10 mil foram alertadas para se prepararem para uma possível retirada a qualquer momento, conforme reportado pelo jornal CBC.
O primeiro-ministro da Colúmbia Britânica apelou à população para que cumprisse rigorosamente as normas de segurança estabelecidas pelas autoridades, dado que as chamas continuam a alastrar-se de forma alarmante. Os incêndios na província do extremo oeste do Canadá já devastaram cerca de 10 mil hectares de terreno, com um total de 102 incêndios activos, dos quais 70 começaram na última semana.
As autoridades locais estão a trabalhar arduamente para controlar a situação e minimizar os danos causados pelos incêndios, enquanto os serviços de emergência prestam assistência a todos os afectados. O cenário é desolador, e a população é incentivada a manter-se informada sobre as actualizações das autoridades.
Alfeu Constantino Cuna é o novo governador da província sulista de Gaza, sucedendo Margarida Mapandzene, que apresentou a sua demissão do cargo em Julho.
A Assembleia Provincial de Gaza confirmou, na quinta-feira, a nomeação de Cuna, cuja indicação partiu dos membros do grupo parlamentar da Frelimo.
Margarida Mapandzene foi candidata ao cargo de Governadora de Gaza nas eleições gerais e da assembleia provincial, realizadas a 9 de Outubro de 2024, como a líder da lista do partido Frelimo. Na sua carta de demissão, alegou razões pessoais, embora algumas fontes sugiram que a sua saída pode estar relacionada com casos de apropriação indevida de donativos destinados às vítimas das cheias que atingiram a província de Gaza no início deste ano.
Alfeu Cuna assumirá a liderança dos negócios da província e presidirá ao Conselho Executivo Provincial. A nomeação foi anunciada durante a segunda sessão extraordinária da Assembleia Provincial, onde o grupo parlamentar da Frelimo apresentou formalmente o nome do novo governador, preenchendo assim a vaga deixada por Mapandzene.
Natural do distrito de Chókwè, em Gaza, Cuna possui um mestrado em Direito Empresarial e já desempenhou funções como Presidente da Comissão de Normalização e Governança Descentralizada da Assembleia Provincial de Gaza.
O país tem apresentado uma redução lenta, mas significativa, no registo de novos casos e mortes relacionadas com o HIV. Este cenário desafia as autoridades de saúde e os parceiros a intensificarem as suas estratégias para fortalecer os programas de testagem e prevenção da infecção.
Em 2025, foram diagnosticados 77 mil novos casos da infecção, resultando em 38 mil mortes. Comparativamente, em 2010, o número de infectados era de 170 mil, com 71 mil óbitos. Estes dados revelam uma diminuição de 54% no número de novos casos e de 48% nas mortes.
Actualmente, estima-se que 2,5 milhões de moçambicanos estejam infectados pelo vírus do SIDA. Dentre estes, 87% estão cientes do seu estado serológico e 84% encontram-se em tratamento. Do total, 76% conseguiram alcançar a supressão viral. Este quadro coloca Moçambique entre os três países com a maior taxa de seroprevalência no mundo.
Em resposta a esta realidade, as autoridades estão a desenvolver o VI Plano Estratégico Nacional de Resposta ao HIV (PEN VI). Este plano visa implementar políticas que promovam a aceleração na redução de novas infecções e mortes até 2030, tendo em conta as limitações de financiamento externo para o sector da Saúde.
A directora do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC), Glória Adamo, denunciou esta semana a prevalência de cobranças ilícitas para o ingresso na Função Pública durante uma visita à província de Niassa.
A afirmação foi feita após a análise de diversos processos que revelaram a existência de práticas corruptas em vários sectores, apesar das iniciativas de sensibilização realizadas.
Durante uma reunião com gestores das instituições públicas, Adamo expressou a sua insatisfação com a situação de corrupção na região. “É alarmante verificar que muitos gestores não tomam a iniciativa de denunciar actos corruptos”, afirmou a responsável, salientando que até o momento não haviam sido apresentadas queixas formais de superiores hierárquicos nos casos que estão sob a alçada do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção. A maioria das denúncias recebidas provém de redes sociais ou são anónimas, o que, segundo a directora, constitui uma situação anómala.
O GCCC continua empenhado na luta contra a corrupção, mas a falta de colaboração por parte dos gestores das instituições públicas é um desafio que poderá prejudicar os esforços da entidade. A visita de Adamo ao Niassa tem como objectivo intensificar a fiscalização e abordar as preocupações referentes à integridade no serviço público.
Os trabalhadores do posto administrativo de Nacumua, localizado no distrito de Metarica, província do Niassa, expressaram a sua crescente preocupação em relação ao agravamento do conflito entre humanos e fauna bravia.
Esta situação tem gerado prejuízos significativos para as comunidades locais.
Durante um comício realizado na sede do posto, os habitantes dirigiram-se à governadora da província do Niassa, Judite Massengele, solicitando que o Governo implemente medidas mais eficazes de prevenção e controlo.
A população pediu uma ação coordenada entre as diversas entidades envolvidas, visando reduzir os ataques de animais bravios, bem como proteger as vidas das pessoas, as machambas e outros bens.
Os residentes sublinharam a urgência de soluções que possam mitigar o impacto deste problema, que compromete a segurança alimentar e os meios de subsistência das famílias na região. Salvador Saide, líder comunitário, relatou que os animais bravios frequentemente invadem residências e espaços públicos, em especial durante a noite, colocando em risco a vida das famílias.
Em resposta a estas preocupações, Judite Massengele assegurou que o Governo intensificará as medidas de prevenção e de afugentamento dos animais bravios, com o intuito de atenuar os conflitos e garantir maior segurança à população.
A recente implementação da taxa de assistência médica como exigência para a inscrição no segundo semestre está a provocar descontentamento entre os estudantes da Universidade Save (UniSave), na extensão de Maxixe.
A medida, segundo os universitários, contraria o regulamento do Projecto Clínica UniSave, que estabelece a adesão ao plano de saúde como um procedimento voluntário para alunos, docentes e pessoal técnico administrativo.
Os alunos relatam que estão a ser forçados a pagar entre 300 e 720 meticais para finalizar o processo de inscrição, alertando que a ausência desse pagamento resultará na não validação da matrícula. Em busca de esclarecimentos, representantes da comunidade estudantil reuniram-se recentemente com os directores das faculdades, onde os responsáveis admitiram as preocupações levantadas.
No entanto, recomendaram que os pagamentos fossem realizados para evitar complicações no processo de inscrição, prometendo que a situação seria clarificada posteriormente.
De acordo com informações obtidas pelo “Notícias Online”, decorre uma reunião entre representantes dos estudantes e o vice-reitor da Universidade Save, Hipólito Sengulane. O encontro visa discutir as reclamações dos alunos e procurar uma solução para o impasse relacionado à imposição da taxa de assistência médica.
Os estudantes argumentam que a exigência do pagamento infringiria os princípios da adesão voluntária consagrados no regulamento do Projecto Clínica UniSave, apelando à intervenção das autoridades competentes para investigar a legalidade da medida.
A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) anunciou o pagamento de aproximadamente 20 milhões de meticais em indemnizações a agricultores do distrito de Mogovolas, na província de Nampula.
Este montante é atribuído no contexto do seguro agrário, que visa proteger os produtores contra os riscos inerentes à actividade agrícola.
As indemnizações referem-se ao prémio por perdas na produção agrícola durante a época de 2025, as quais foram causadas por diversos factores naturais. O Presidente do Conselho de Administração da EMOSE, Janfar Abdulai, ressaltou que a empresa tem colaborado com agricultores das províncias de Nampula e Zambézia nos últimos três anos, com o objetivo de consolidar uma solução de protecção financeira no sector agrário, ao mesmo tempo que fomenta a expansão desta actividade em nível nacional.
A EMOSE oferece diversas modalidades de seguro, adequadas aos diferentes riscos enfrentados pelos agricultores. Entre estas, destacam-se os seguros para sementes, cobertura contra calamidades naturais, quebra de rendimento e seguros de índice paramétrico. Abdulai esclareceu: “Dispomos de vários serviços, desde seguros para sementes até coberturas contra calamidades naturais. Esta é a solução que propomos para impulsionar a actividade a nível nacional.”
Apesar dos progressos, a adesão ao seguro agrário ainda é considerada baixa entre os produtores. A EMOSE identifica a sensibilização de agricultores, promotores da actividade agrícola e instituições públicas como um dos principais desafios neste contexto. Abdulai sugere que os programas governamentais de fomento agrícola devem integrar a componente de seguro, de modo a diminuir a vulnerabilidade dos produtores a eventos adversos.
Como exemplo, mencionou os programas de distribuição de sementes, que poderiam incluir seguros específicos. “Caso as sementes não germinem nas condições estipuladas na apólice, a seguradora poderia ser accionada para proceder à indemnização ou reposição das sementes,” concluiu.
A Enabel, agência belga de cooperação internacional, deu início ao Projecto ValoRe, com a formalização da consignação do terreno destinado à construção do Centro de Recuperação de Materiais (CRM) em Nacala, na província de Nampula, na zona norte de Moçambique.
Este momento marca o arranque das obras de uma infraestrutura considerada estratégica para a modernização da gestão de resíduos do município. Segundo a entidade belga, “depois de meses de preparação técnica, coordenação institucional e planeamento, o Projeto ValoRe entra agora numa nova fase, com a assinatura do Auto de Consignação, que formaliza a entrega do terreno ao empreiteiro e cria as condições para a mobilização e início das obras”.
A intervenção implica a edificação do Centro de Recuperação de Materiais e de infraestruturas comuns que apoiarão o futuro sistema integrado de gestão de resíduos do Município de Nacala. Para a Enabel, a consignação representa um avanço significativo do projecto, passando da fase de preparação para a implementação física de uma infraestrutura destinada a revolucionar a gestão de resíduos na localidade.
O novo centro deverá proporcionar condições para aumentar a recuperação e valorização de resíduos, contribuindo assim para a diminuição da quantidade de materiais encaminhados para aterros. A iniciativa visa também estabelecer as bases para uma economia circular, recuperando materiais que poderão ser reintegrados nas cadeias produtivas, reduzindo o desperdício e os impactos ambientais provocados pela deposição inadequada de resíduos.
Com o início da fase de execução, o Projecto ValoRe reforça o compromisso na modernização do sistema de gestão de resíduos em Nacala, num contexto em que os municípios enfrentam o desafio de encontrar soluções sustentáveis para o crescente volume de resíduos. A Enabel expressou o seu reconhecimento ao Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, à Autarquia de Nacala e aos parceiros do Projecto ValoRe pela colaboração na realização deste importante marco.
Entre os parceiros destacam-se o Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável e a ANAMM – Associação Nacional dos Municípios de Moçambique, cuja associação foi considerada essencial para o avanço da iniciativa.
A circulação do comboio misto entre os distritos de Cuamba e Mecanhelas, na província do Niassa, deverá ser restabelecida em breve, após quatro anos de interrupção decorrentes dos danos provocados pelas intempéries nas infra-estruturas ferroviárias.
A anunciada retoma deste serviço é aguardada com grande expectativa pela população local, que acredita que a medida irá melhorar significativamente a mobilidade de pessoas e o transporte de mercadorias. Este desenvolvimento poderá impulsionar a actividade económica e coadjuvar no progresso dos distritos envolvidos.
Durante o período de paragem, as comunidades enfrentaram diversas dificuldades de deslocação, especialmente com a degradação das estradas que interligam Cuamba e Mecanhelas, o que diminuiu as opções de transporte disponíveis. Para muitos residentes, o comboio continua a ser considerado o meio mais seguro, acessível e fiável para a circulação de pessoas e bens.
O anúncio da retoma foi feito na ontem pelo director provincial dos Transportes e Comunicações no Niassa, Marcelino Ferreira, durante um encontro com líderes comunitários do distrito de Mecanhelas. A reunião, orientada pela governadora provincial, Judite Massengele, insere-se no âmbito do programa de governação aberta.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – MEAL – (Gaza – Mapai). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal nove (9) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Distrital (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um(a) Consultoria de Consultor/a para Análise Institucional da Gestão Financeira, Controlo Interno, Gestão de Riscos e Fortalecimento da Função Financeira. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável de Desenvolvimento de Propostas de Programa. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial de Redução do Risco de Desastres e Adaptação as Alterações Climáticas. Saiba mais.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes contra grupos criminosos e jihadistas no país.
A operação, que combinou informações de inteligência com intervenção militar, foi conduzida pelo Centro Nacional de Contraterrorismo, contando com a colaboração do Exército, da Polícia e do Departamento de Serviços de Segurança do Estado.
Segundo o governo da Nigéria, entre os resgatados estão 163 pessoas sequestradas em Fevereiro, durante um ataque à aldeia de Woro, no Estado de Kwara, e outras 145 raptadas no Estado do Níger. As vítimas foram localizadas no Parque Nacional Florestal do Lago Kainji, após uma operação que durou cerca de um dia. As autoridades ainda não confirmaram se houve detenções durante a intervenção.
Após o resgate, os sobreviventes foram levados para uma base militar, onde recebem assistência médica antes de serem reintegrados às suas famílias.
O Presidente nigeriano, Bola Ahmed Tinubu, elogiou a operação, considerando-a um indicativo de melhoria na coordenação entre as diversas instituições de segurança do país. Ele ordenou que as agências de segurança e outros organismos envolvidos reforcem os sistemas de alerta precoce, as capacidades de resposta rápida e aprimorem a colecta de informações nas comunidades.
O rapto para a obtenção de resgates continua a ser um dos principais desafios de segurança na Nigéria, especialmente em regiões rurais onde a presença do Estado é fraca. Este fenómeno envolve grupos criminosos, organizações jihadistas ligadas ao Boko Haram e outras milícias armadas.
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados ascenderam a 3.973, em resultado do surto declarado no leste do país a 15 de Maio.
Segundo o Ministério da Saúde congolês, os dados recolhidos até 04 de Agosto indicam que a taxa de letalidade actual é de 45,3%.
Actualmente, 674 doentes encontram-se em isolamento ou hospitalizados, enquanto 776 pessoas estão a recuperar da doença.
As autoridades de saúde continuam a intensificar as suas operações de resposta ao surto, tentando conter a propagação do vírus e proteger as comunidades afectadas.
As medidas incluem a vacinação, sensibilização e suporte às pessoas que estão em tratamento.
O Banco de Moçambique esclareceu, através de uma nota oficial, que a intervenção junto do Moza Banco, realizada em 2016, foi uma medida exercida no âmbito das suas competências de supervisão.
A decisão pautou-se por critérios técnicos e prudenciais, com o objectivo de proteger os interesses dos depositantes e dos credores da instituição.
Segundo a nota, a intervenção incluiu a suspensão do Conselho de Administração e da Comissão Executiva do Moza Banco, acompanhada pela injeção de cerca de 8 mil milhões de meticais para assegurar a continuidade operacional do banco e a protecção dos depósitos dos clientes.
Ainda segundo o Banco Central, a situação financeira do Moza Banco era alarmante em 2016, apresentando uma grave deterioração que comprometia a sua capacidade de operação. Em Setembro do mesmo ano, os fundos próprios da instituição estavam em saldo negativo de 24,9 mil milhões de meticais, enquanto o rácio de solvabilidade registava um preocupante índice de -100,21%.
Face a este cenário de insustentabilidade, o Banco de Moçambique reiterou que a intervenção foi motivada pela necessidade de mitigar o risco de contágio sistémico, que poderia levar a uma corrida aos depósitos e a uma grave instabilidade no sistema financeiro nacional. A intervenção ocorreu a 30 de Setembro de 2016.
Pelo menos 4600 mulheres perdem a vida anualmente em Moçambique em consequência do cancro do colo do útero, uma doença que se mantém como uma das principais causas de mortalidade entre a população feminina.
A revelação foi feita por Cesaltina Lorenzoni, chefe do Programa Nacional do Cancro, durante uma mesa-redonda dedicada a este tema, realizada ontem.
Os dados apresentados indicam que o país regista cerca de 5600 novos casos de cancro do colo do útero por ano, reflectindo uma realidade que se assemelha à dos restantes países da África Subsahariana. A elevada incidência da doença motivou a Organização Mundial da Saúde a estabelecer a sua eliminação como um objectivo de saúde pública até 2030.
Para atingir esta meta, é necessário vacinar 90% das raparigas até aos 15 anos, realizar rastreios a 70% das mulheres e proporcionar tratamento a 90% das pacientes que apresentem lesões pré-cancerosas ou malignas.
Cesaltina Lorenzoni salientou a urgência de acções eficazes e sustentáveis para combater a doença e melhorar a saúde das mulheres no país.
A mesa-redonda destacou ainda a importância da sensibilização da população sobre a prevenção e diagnóstico precoce do cancro do colo do útero, promovendo uma abordagem proativa em relação à saúde feminina em Moçambique.
A construção de uma nova fábrica destinada à produção de clínquer e cimento, com um investimento estimado em 230 milhões de dólares, teve o seu acto inaugural ontem no posto administrativo de Muxúnguè, no distrito de Chibabava.
A iniciativa é da empresa Clay and Gravel Holding e pretende trazer melhorias significativas à indústria cimenteira nacional.
A cerimónia de lançamento da primeira pedra foi liderada pelo ministro da Economia, Basílio Muhate, que destacou a importância deste empreendimento para o fortalecimento da cadeia de valor da indústria cimenteira.
A unidade será capaz de produzir cerca de 950 mil toneladas de clínquer e 1,2 milhão de toneladas de cimento anualmente, o que deverá contribuir para a diminuição da dependência de importações.
Durante o evento, Muhate enfatizou que este investimento se alinha com as metas do Governo, que visam o crescimento da produção industrial, a criação de empregos dignos, o aumento do rendimento das famílias e a diversificação da base produtiva do país.
Com a implementação deste projecto, espera-se um impacto positivo na economia local, reforçando a competitividade de Moçambique no mercado regional de cimento.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a elevação da recompensa por informações sobre Juan Carlos González, cidadão norte-americano e suposto líder do Cartel Jalisco Nueva Generação (CJNG), para 25 milhões de dólares. Anteriormente, este montante era de 5 milhões de dólares.
De acordo com informações veiculadas pela agência Lusa, esta medida surge no âmbito de um esforço mais amplo do governo de Donald Trump, que totaliza 100 milhões de dólares em recompensas por informações relacionadas com diversos líderes do CJNG. O objectivo declarado é, segundo o Departamento de Estado, “paralisar a liderança da organização criminosa”, cujo chefe é identificado como “Pelón”.
Adicionalmente, o governo dos EUA implementou restrições nos vistos de famílias e associados de membros deste cartel, numa tentativa de desmantelar as suas operações no território americano.
As autoridades esperam que estas acções contribuam significativamente para o combate ao tráfico de drogas e à violência associada a este tipo de crime organizado.
A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) anunciou a implementação de soluções de robótica e um assistente virtual para atendimento remoto, com o objectivo de modernizar a prestação de serviços e melhorar a experiência do cliente.
A informação foi revelada pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA), Janfar Abdulai, durante um almoço de negócios com delegados da instituição, realizado na Matola.
Segundo Abdulai, esta iniciativa visa não só a inovação tecnológica, mas também a rapidez e eficiência no atendimento aos clientes em todo o país. A introdução destas ferramentas permitirá que os segurados acedam a informações, esclareçam dúvidas e utilizem diversos serviços sem necessidade de se deslocarem às agências da empresa.
A EMOSE afirma que esta medida reforça a proximidade entre a seguradora e os seus clientes, estando em consonância com as actuais dinâmicas de digitalização dos serviços públicos em Moçambique.
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