A recente implementação da taxa de assistência médica como exigência para a inscrição no segundo semestre está a provocar descontentamento entre os estudantes da Universidade Save (UniSave), na extensão de Maxixe.
A medida, segundo os universitários, contraria o regulamento do Projecto Clínica UniSave, que estabelece a adesão ao plano de saúde como um procedimento voluntário para alunos, docentes e pessoal técnico administrativo.
Os alunos relatam que estão a ser forçados a pagar entre 300 e 720 meticais para finalizar o processo de inscrição, alertando que a ausência desse pagamento resultará na não validação da matrícula. Em busca de esclarecimentos, representantes da comunidade estudantil reuniram-se recentemente com os directores das faculdades, onde os responsáveis admitiram as preocupações levantadas.
No entanto, recomendaram que os pagamentos fossem realizados para evitar complicações no processo de inscrição, prometendo que a situação seria clarificada posteriormente.
De acordo com informações obtidas pelo “Notícias Online”, decorre uma reunião entre representantes dos estudantes e o vice-reitor da Universidade Save, Hipólito Sengulane. O encontro visa discutir as reclamações dos alunos e procurar uma solução para o impasse relacionado à imposição da taxa de assistência médica.
Os estudantes argumentam que a exigência do pagamento infringiria os princípios da adesão voluntária consagrados no regulamento do Projecto Clínica UniSave, apelando à intervenção das autoridades competentes para investigar a legalidade da medida.














