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Segunda-feira, Abril 6, 2026
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Drogas dificultam luta contra pobreza

Drogas dificultam luta contra pobreza
O tráfico e consumo ilícitos de estupefacientes constitui um obstáculo sério à luta contra a pobreza e edificação de uma sociedade livre de violência e criminalidade, razão pela qual o seu combate é uma prioridade, disse o Primeiro-Ministro, Aires Ali.

Cemitério de Michafutene funciona a partir de Outubro

Cemitério de Michafutene funciona a partir de Outubro
O cemitério de Michafutene, a 16 quilómetros de Maputo, entra em funcionamento na primeira quinzena de Outubro, segundo garantias dadas ontem pelo presidente do município, David Simango, que ontem visitou o novo campo santo. 

Resistência aos antibióticos impõe acções de prevenção

A resistência de infecções aos antibióticos está a constituir-se em ameaça à saúde pública, visto que tende a aumentar, por várias razões, incluindo a falta de prevenção de novos casos. Como forma de coordenar acções de pesquisa e mitigação, um grupo de trabalho multidisciplinar está desde ontem, em Maputo, a agir no sentido de recomendar as melhores opções a serem tomadas pelo Ministério da Saúde em relação ao problema.
Resistência aos antibióticos impõe acções de prevenção
O grupo de trabalho é constituído por profissionais dos Serviços de Saúde, como sejam clínicos, académicos, pesquisadores, representantes de organizações não-governamentais que labutam na área dos antibióticos e o sector privado que faz a importação e venda.

Segundo Betuel Sigaúque, representante da Parceria Global da Luta contra a Resistência de Antibióticos, organização que apadrinhou a criação do grupo multidisciplinar, a resistência àqueles fármacos é um problema global que ameaça a saúde pública, daí a imperiosidade de mitigar os diferentes factores que podem afectar o país.

“A ideia é que possamos rever a pesquisa ao nível do país para podermos produzir recomendações ao Ministério da Saúde com base na evidência local. Muitas vezes tomamos a decisão de mudar uma certa linha de tratamento sem evidência da resistência aos antibióticos. A ideia é tentar ouvir de diferentes áreas os trabalhos que estão a ser feitos, pensar na pesquisa que se pode realizar por forma a fazer uma recomendação com base no que temos”, disse.

Questionado sobre se haverá evidências de resistência a antibióticos no país, Betuel Sigaúque, que é igualmente porta-voz deste primeiro encontro, indicou que há documentação de alguma resistência, mas a transferência desta informação para a política de saúde às vezes não acontece.

“Queremos fazer uma ponte entre investigadores e o ministério. Temos que ser realistas com as nossas limitações, com as nossas condições, no que pode ser feito ao nível da vigilância nos hospitais, no controlo das infecções e em saber o nível de resistência ao nível do consumo, o que se vende no formal ou no informal e que tipo de medicamento e a sua qualidade”, disse.

Apontam-se como principais causas de resistência as primárias, em que o humano adquire a infecção duma bactéria que já de per si era resistente resultante da exposição a medicamentos, por interrupção do tratamento porque o dinheiro não foi suficiente para comprar, mas também das próprias farmácias que podem facilitar quando conservam mal o medicamento, pondo em causa a qualidade. Outras causas são a venda sem um diagnóstico ou prescrição correcta ou ainda o uso não racional do medicamento.

 As preocupações prendem-se também com a proliferação das indústrias que podem colocar no mercado um produto que não tem o princípio activo, o que pode perigar a saúde.

“O que estamos a fazer é apenas com relação à resistência aos antibióticos. Existem outros medicamentos que podem estar pressionados, como é o caso dos usados no tratamento da malária, tuberculose e HIV/SIDA, que já tem um investimento suficiente. A área dos antibióticos é uma área geralmente negligenciada”, indicou.  

Negócio de medicamentos tradicionais cresce em Nampula

Negócio de medicamentos tradicionais cresce a olhos vistos nas artérias de Nampula
Como cogumelos depois da chuva, o negócio desordenado e sem a observância de quaisquer medidas de segurança, de medicamentos tradicionais galopa, qual um cavalo sem freio, pelas ruas e avenidas da cidade de Nampula. Quase todos os dias, nas principais artérias da urbe surge um novo vendedor prometendo milagres, desde a cura de uma simples dor de cabeça, passando pela diabetes até o HIV/SIDA.

Para quem está habituado a circular pelas artérias da cidade de Nampula, talvez não se sinta surpreendido com o crescente número de pessoas que a cada dia que passa assalta os passeios para se dedicar a uma actividade que está a ganhar contornos alarmantes: a venda de medicamentos tradicionais.

As vítimas desse negócio aparentemente inofensivo são mulheres e homens que embarcam nas promessas de pessoas que não entendem patavina sobre as plantas medicinais. Trata-se de um negócio que cresce a olhos vistos sob o olhar impávido das autoridades.

A situação já começa a preocupar a Delegação Regional Norte da Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique (AMETRAMO), que considera bastante preocupante, além de ser um autêntico atentado contra a saúde pública, uma vez que presentemente se tem verificado com muita frequência nas diversas artérias da urbe a um movimento de pessoas a instalarem-se nos passeios para se dedicarem à actividade.

Os vendedores perscrutam os transeuntes e usam todo o tipo de argumento para vender os medicamentos tradicionais. Eles prometem de tudo, desde a cura de dores de barriga, cólera até ao HIV/SIDA, além de garantirem que possuem remédios para as mulheres estéreis.

Numa ronda feita pelas ruas de Nampula, a nossa reportagem testemunhou um facto insólito. Deparámos com um grupo de mulheres carregadas de diversas raízes perscrutando potenciais clientes em locais de grande aglomeração.

Elas interpelavam as pessoas e informavam- nas de que dispunham de medicamentos tradicionais para a cura de doenças como HIV/SIDA, malária, dores de cabeça, diarreias e outras enfermidades que eventualmente os técnicos de medicina não conseguem diagnosticar.

A Delegação Regional da AMETRAMO, nesta província, mostra-se preocupada face à venda desregrada de medicamentos tradicionais e a respectiva ingestão sem a observância de quaisquer cuidados na dosagem, colocando em risco a vida das pessoas que procuram pelos remédios.

O delegado da agremiação, Miguel Kupula, afirmou que em função dessa inquietação aquela associação está a desenvolver um trabalho em parceria com as autoridades que superintendem o sector de Saúde na província e o Concelho Municipal da Cidade de Nampula, na perspectiva de a curto prazo acabar com o desmando instalado.

“O perigo é grande. Sabemos que a venda desses medicamentos tradicionais nas ruas da cidade é feita por pessoas que não são praticantes da medicina tradicional e para os quais qualquer raiz de uma planta é medicamento, uma vez que lhes interessa ganhar dinheiro e não o bem-estar dos outros.

Apelo às pessoas para não comprarem esses remédios”, disse acrescentando que Nampula tem vindo a registar uma subida galopante de médicos tradicionais falsos, mesmo com as campanhas levadas a cabo pela AMETRAMO no sentido de sensibilizá-los a não realizar as suas actividades ilegalmente e a filiarem-se à organização deixando de desenvolver a sua actividade nas ruas da urbe.

E para combater a proliferação de médicos tradicionais, não somente na cidade de Nampula, como noutras províncias da região Norte do país, a Delegação Regional da AMETRAMO encontra-se a fazer um trabalho visando registar todos os praticantes da medicina tradicional em coordenação com o Ministério da Saúde.

As vítimas dos medicamentos tradicionais adquiridos nas ruas

O médico tradicional Miguel Kupula, que também é delegado provincial da AMETRAMO em Nampula, afirmou que a sua agremiação nos últimos dias tem vindo a receber denúncias de muitos indivíduos intoxicados devido ao consumo desregrado de medicamentos tradicionais que, muitas vezes, são vendidos em diferentes ruas da cidade de Nampula.

Kupula referiu que grande parte das denúncias é feita por pessoas que compraram medicamentos nas ruas na expectativa de se curarem duma determinada doença.

A título de exemplo, um cidadão de nome José Campemba Mubulela adquiriu um remédio supostamente para curar dores de barriga. Porém, o medicamento provocou-lhe diarreias agudas, tendo sido internado no Centro de Tratamento de Cólera.

O caso foi reportado no passado mês de Maio do presente ano, e o vendedor do medicamento não foi identificado.

“Ele pediu para que pudéssemos ajudar a identificar a pessoa que lhe vendeu os medicamentos. O que pudemos apurar é que se trata de um indivíduo que se apresentou como médico tradicional ” disse Kupula.

O nosso entrevistado afirmou que várias tentativas foram feitas no sentido de se identificar o autor do tal mal, mas até ao momento não foi encontrado.

Que diz a Polícia?

A Polícia da República de Moçambique (PRM), a nível da província de Nampula, não dispõe de dados concretos de casos de pessoas que teriam sido intoxicadas por consumo de medicamentos tradicionais, uma vez que a sua maioria não chega às mãos da corporação.

Inácio João Dina, porta-voz do Comando Provincial da PRM em Nampula, afirmou não ter dados estatísticos, mas disse que muitos são os casos foram registados nas esquadras a nível da província.

“A maioria dos casos é resolvida socialmente e quando chega às mãos da Polícia é porque não se chegou a um consenso”, assegurou Dina que pediu na mesma ocasião à população para que tome consciência em relação a essas situações de consumo de medicamentos, tanto os tradicionais como os convencionais (fármacos).

Obras Públicas exigem qualidade

O Debate sobre a qualidade das obras públicas no país deve envolver cada vez mais os municípios e sectores como educação, saúde, enquanto beneficiários das infra-estruturas, de modo a permitir que os correctivos a adoptar tenham fundamento na génese do problema.
Obras Públicas exigem qualidade
Reconhecendo a relevância deste tópico, o ministro de tutela, Cadmiel Muthemba, propôs que este assunto merecesse particular atenção nos debates que marcam a reunião do XX Conselho Coordenador do seu sector, reunido desde ontem na vila de Montepuez, em Cabo Delgado.

Segundo o ministro, mais do que ser abrangente e profundo, o debate sobre a qualidade das obras públicas deve conduzir à identificação de soluções rápidas e consistentes, considerando que a manutenção do actual cenário acaba prejudicando toda a cadeia de actividades de promoção do desenvolvimento.

É assim que, na perspectiva de Cadmiel Muthemba, se torna importante que os empreiteiros e fiscais das obras, incluindo os artesãos que nalgum momento são envolvidos no desenvolvimento de obras públicas, sejam colocados numa situação em que possam discutir com a necessária franqueza aquilo que são os seus constrangimentos na execução das empreitadas de obras públicas.

No seu discurso de abertura do encontro, Muthemba disse acreditar que o seu ministério tem quadros experientes e competentes, cuja contribuição deve ajudar na construção de uma solução para o problema.
“O debate sobre a qualidade das obras públicas não se deve limitar apenas à forma como elas são construídas. Deve incorporar elementos também fundamentais, como o tipo de materiais usados nas obras. A gestão dos contratos de empreitadas, a paralisação e abandono de obras, bem como o licenciamento dos empreiteiros são também outros aspectos que precisam ser discutidos neste fórum”, disse.

Sobre as realizações do seu sector no espaço que vai desde o último conselho coordenador até ao presente, o governante destacou algumas obras de vulto que estão em curso um pouco por todo o país, com destaque para as estradas Macomica-Auasse, Mueda-Palma, Montepuez-Ruassa, na província de Cabo Delgado, além dos troços Namialo-rio Lúrio e Nampula-Cuamba, na província de Nampula. Outro destaque vai igualmente para as estradas Ruassa-Marrupa e Litunde-Marrupa, no Niassa, e Mocuba-Milange, Mocuba-Nampevo e Gúruè-Magige, na província da Zambézia.

Muthemba falou ainda da conclusão das negociações para o financiamento e desenho do projecto de construção da estrada circular de Maputo e a construção da ponte Maputo-Catembe, cujas obras deverão arrancar em breve.

Referiu-se igualmente às obras das pontes sobre os rios Nhancuarara, Lucite e Mussapa, na província de Manica, onde igualmente as estradas Chimoio-Espungabera e Caniçado-Chicualacuala estão em acções de asfaltagem.

Segundo o ministro, decorrem um pouco por todo o país obras de manutenção de rotina de estradas terciárias, responsabilidade que o Executivo atribuiu aos governos provinciais e distritais, no âmbito da descentralização de competências.

Na área de abastecimento de água, Muthemba falou da decorrente reabilitação de cerca de 5800 fontes e intervenções em 128 sistemas em todo o país.

No domínio da habitação, o ministro destacou o projecto de construção de 5000 casas para mitigar problemas de habitação em Intaka, na província de Maputo, 25 casas em Manica e igual número nas províncias de Manica, Inhambane, Niassa e Gaza, estando ainda em estudo outro projecto de construção de cinco mil casas em todo o país, das quais 500 deverão ser erguidas nas províncias de Nampula, Tete, Zambézia, Cabo Delgado e Gaza.

O XX Conselho Coordenador das Obras Publicas e Habitação termina amanhã.

Doente mental provoca incêndio em Nampula

Doente mental provoca incêndio em Nampula
Um indivíduo com perturbações mentais provocou incêndio no bairro de Murapaniua-Ratane, tendo reduzido a cinzas 50 fartos de plástico e uma habitação pertencente a uma família constituída por 12 pessoas. Presentemente, desconhece-se em quais circunstâncias o incêndio foi provocado.

O chefe do posto administrativo municipal de Natikiri, amade António, deu a conhecer que, neste momento as autoridades locais estão a tentar criar providências no sentido de poder identificar um local provisório para albergar os 12 membros que compõem o agregado familiar que foi afectado pelo incêndio.

Acrescentou que se pretende solicitar o responsável do material plástico que foi queimado, que reside na cidade da Beira, no sentido de esclarecer a proveniência e o destino do produto supostamente reciclado. Mas a nossa reportagem apurou que o material tinha como destino a cidade da beira, onde seria vendido a uma fábrica de utensílios plásticos, nomeadamente, cadeiras, bacias, entre outros.

O responsável da família que, presentemente, está desalojada revelou que, dentre vários, pertences ora colocados a cinzas, destaca-se o desaparecimento de um valor avaliado em 10 mil meticais, cama, baldes, colchão, e quantidades não especificadas de produtos alimentares. Na altura em que ocorreu o incidente, estavam no interior da residência uma idosa e uma criança de apenas cinco anos de idade, pessoas que não foram capazes de evitar que o pior acontecesse. Por enquanto não foi disponibilizado um apoio social para aquela família que viu todos os seus pertences reduzidos a cinzas.

Galp faz descoberta "de grande dimensão" de gás natural em Moçambique

Galp faz descoberta "de grande dimensão" de gás natural em Moçambique
A Galp Energia anunciou uma descoberta de gás natural no “offshore” de Moçambique que aumenta o potencial de exploração em 10 biliões de pés cúbicos (tcf) para um potencial total estimado de 70 tcf, segundo o comunicado da petrolífera na Comissão do Mercado e Valores Mobiliários (CMVM).

“Esta nova descoberta aumenta os recursos da Área 4 em pelo menos 10 biliões de pés cúbicos (tcf) de gás no jazigo, confirmando um volume mínimo de 62 tcf no jazigo já descobertos”, lê-se no comunicado.

Este é o quinto poço que o consórcio para a exploração do prospecto Mamba North East perfura com sucesso, adianta a Galp, que detém uma participação de 10% no projecto operado pela ENI (com 70% dos direitos). “Destes recursos, pelo menos 20 tcf encontram-se em reservatórios localizados exclusivamente na Área 4”, lê-se ainda.

O poço fica a 60 quilómetros da costa de Cabo Delgado e a descoberta revela 200 metros de gás natural em múltiplas areias de elevada qualidade.

MDM acusa autarquia de Chimoio de "intensificar campanha" de destruição dos seus símbolos

MDM acusa autarquia de Chimoio de "intensificar campanha" de destruição dos seus símbolos
As autoridades municipais em Chimoio, centro de Moçambique, “intensificaram a campanha” de destruição de símbolos do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), oposição, disse ontem fonte partidária.

Luís Boavida, secretário-geral do MDM, disse que o Conselho Municipal de Chimoio, detido pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), no poder, emitiu uma circular que suspende as atividades e desautoriza mastros e bandeiras nas sedes da organização ou em qualquer outro ponto, sem “autorização” autárquica.

“Mandaram retirar todas as bandeiras do MDM nos bairros, incluindo na sede provincial. Obrigaram o dono da residência (onde funciona a sede) para anular o contrato de arrendamento e despejar o partido da sede, é uma novela política sem justificação legal”, acusou Luís Boavida.

O mesmo cenário, disse, acontece na província vizinha de Tete, também no centro do país.

“Mandámos retirar as bandeiras em cumprimento da postura municipal. Reunimos com todos os partidos e ficou claro que deviam retirar as bandeiras num determinado prazo”, disse à Lusa Raul Conde, presidente do Conselho Municipal de Chimoio.

Nas sedes de outros partidos, incluindo a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), as bandeiras continuam içadas.

Ontem, o MDM voltou à Procuradoria da cidade para reforçar a queixa sobre as ilegalidades contra membros do governo, que ordenaram a “destruição e vandalização dos seus símbolos, incluindo agressão física e psicológica dos seus membros” em vários distritos da província.

Entretanto, o partido está a reestruturar os órgãos a nível provincial, em preparação para as eleições autárquicas de 2013, em que pretende concorrer em todos os municípios, e as gerais (eleição das assembleias provinciais, deputados da assembleia e Presidente da República) de 2014.

O MDM tem oito deputados na Assembleia da República de Moçambique e gere os municípios da Beira, a segunda cidade do país, e de Quelimane, a quarta cidade.

Transporte Rodoviário: Excesso de carga continua preocupante

Perto de 19 mil camiões foram detectados com excesso de carga, de um total aproximado de 70 mil fiscalizados de Janeiro a Julho deste ano nas básculas da Matola-Rio e da Texlom, respectivamente nas estradas da Namaacha (N2) e Maputo/Witbank (N4).
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Dados apurados pela nossa Reportagem junto de fonte da Trans-African Concessions (TRAC), operadora das básculas, referem ainda que na sequência de tais infracções 494 veículos foram autuados e aplicadas multas no valor aproximado de 2,5 milhões de meticais.

Segundo a fonte, o Regulamento de Transporte de Carga estabelece dois níveis de excesso de carga, sendo uma considerada “tolerável”, quando a carga a mais não exceda os cinco por cento da sua capacidade, e a “intolerável”, quando o volume a mais vá para lá dos cinco por cento da capacidade do veículo.

A báscula da Texlom, na N4, é a que registou maior movimento no período em análise, tendo sido levados ao controlo 42.314 veículos, dos quais 15.428 foram detectados com excesso de carga. Destes, apenas 256 acabaram autuados por se encontrarem na situação de carga em excesso acima dos cinco por cinco da tolerância estabelecida na lei.

As multas aplicadas nesta báscula atingiram os 998,9 mil meticais.

Já na báscula da Matola-Rio os dados em nosso poder apontam para um universo de 27.246 camiões levados à báscula, 3466 dos quais foram detectados com excesso de carga. Destes só 401 estavam numa situação que mereceu penalização por parte das autoridades.

As multas nesta báscula foram orçadas em cerca de 1,6 milhão de meticais.

De acordo com a TRAC, veículos com excesso de carga provocam danos na superfície das estradas, com factores que aumentam exponencialmente em função do volume da carga que transportam. Os danos causados nas estradas pelo excesso de carga resultam, geralmente, em elevados custos de manutenção e reparação das rodovias, o que por sua vez multiplica as despesas do Estado com esta rubrica e penaliza os utentes, que acabam sendo quem arca com os custos finais da prevaricação.

Ainda segundo aquela firma, na perspectiva de segurança rodoviária o excesso de carga representa um perigo, uma vez que os veículos que assim se apresentam necessitam de maiores distâncias para reduzir a marcha até parar por completo. Além disso, eles geram módulos elevados de força centrífuga nas curvas, movimentando a carga que transportam, o que pode levar à perda de controlo por parte do condutor.

Entretanto, de acordo com a fonte, a preocupação com o excesso de carga na N4 e na N2, esta última que injecta tráfego na primeira, vai para além dos números registados nos centros de controlo, uma vez que numerosos camiões sobrecarregados, sobretudo os de transporte de material de construção, continuam a usar rotas alternativas para fugir à fiscalização.

Recentemente o Governo anunciou a intenção de adquirir, ainda este ano, dez básculas móveis para uso no controlo de carga em várias estradas do país, medida então justificada pela necessidade de protecção das infra-estruturas rodoviárias e evitar a sua degradação precoce.

Paralelamente, foi anunciada a instalação de sete outras básculas e modernização das quatro existentes nas Estradas Nacionais (EN) números 12, em Nacala-Porto, Nampula, EN1, em Pemba, Cabo Delgado, EN6 em Dondo, Sofala, e ainda na EN1, em Nicoadala, na província da Zambézia.

Jovem desaparece no Zambeze após ataque de hipopotámo

Jovem desaparece no Zambeze após ataque de hipopotámo

Um jovem de 18 anos é dado como desaparecido após um hipopotámo atacar a embarcação em que se fazia transportar no rio Zambeze.

O caso deu-se na madrugada de hoje na região do Luabo, distrito do Chinde, província da Zambézia, quando o jovem desaparecido, na companhia de um outro entretanto a salvo, se dirigia ao encontro de uma embarcação de passageiros que estava a deriva.

Ataques de hipopótámos ao longo do Zambeze não são frequentes, sendo que em Moçambique as mortes resultantes do chamado conflito homem-animal resultam de ataques de crocodilos.

É assim que as autoridades, em colaboração com especialistas, têm, amiúde, desencadeado campanhas de recolha e destruição de milhares de ovos daqueles anfíbios ao longo do Zambeze

Garimpo provoca sérios danos ambientais em Manica

Um jovem de 18 anos é dado como desaparecido após um hipopotámo atacar a embarcação em que se fazia transportar no rio Zambeze.  O caso deu-se na madrugada de hoje na região do Luabo, distrito do Chinde, província da Zambézia, quando o jovem desaparecido, na companhia de um outro entretanto a salvo, se dirigia ao encontro de uma embarcação de passageiros que estava a deriva.  Ataques de hipopótámos ao longo do Zambeze não são frequentes, sendo que em Moçambique as mortes resultantes do chamado conflito homem-animal resultam de ataques de crocodilos.  É assim que as autoridades, em colaboração com especialistas, têm, amiúde, desencadeado campanhas de recolha e destruição de milhares de ovos daqueles anfíbios ao longo do Zambeze
A actividade do garimpo, para além da poluição dos rios, está a criar enormes prejuízos ambientais nos diversos pontos da província de Manica, uma situação que preocupa sobremaneira deputados da Assembleia da República que recentemente trabalharam naquele ponto do país.

Chókwè espera unidade de processamento e armazenamento de produtos agrícolas

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Uma unidade de processamento e armazenamento de produtos agrícolas está para ser construída no distrito de Chókwè, província de Gaza, através de financiamento em forma de crédito pelo ExIm Bank da China, no valor de 60 milhões de dólares americanos.

Para o efeito, o Governo moçambicano reunido na sua vigésima Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, que teve lugar na última terça-feira, anteontem, ratificou o acordo celebrado com aquela instituição financeira chinesa no dia 12 de Julho último, na China, visando a viabilização do desembolso do referido valor.

Pretende-se com este complexo de larga escala, segundo o porta-voz do Conselho de Ministros, Alberto Nkutumula, fazer-se o aproveitamento integral da produção de modo a evitar-se a rotura de stock dos produtores de Chókwè bem como a deterioração da mesma por falta de conservação ou de mercado para sua comercialização.

“O Governo pretende com esta unidade encorajar os produtores de Chókwè e de outras zonas circunvizinhas de modo a aumentarem a sua produtividade. Em caso de a sua produção ser superior à procura, os seus produtos não irão ficar deteriorados, dado que passarão a ter um meio de conservação, o que não tem acontecido neste momento em que muitos produtores perdem a sua produção por falta de um local para processamento e armazenamento”, sublinhou Alberto Nkutumula.

As obras vão arrancar ainda este ano e deverão estar concluídas no prazo de um ano.
Refira-se que o distrito de Chókwè já foi considerado em tempos como celeiro de Gaza, devido ao seu elevado potencial agrícola com destaque para a produção de arroz, milho, tomate e batata reno.
Presentemente grande parte da produção do Chókwe não consegue chegar ao mercado a preços concorrenciais que os tornem comercialmente vantajosos em relação a produtos importados da vizinha África do Sul.

Suspensos trabalhadores ilegais indianos na Matola

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Um total de 25 cidadãos de nacionalidade indiana foram suspensos pela Inspecção-Geral do Trabalho na província de Maputo, onde trabalhavam ilegalmente em obras de construção civil e metalomecânica na empresa SS Cimentos, localizada na zona industrial do Língamo, na cidade da Matola.

Para neutralizar o grupo, brigadas da Inspecção trabalharam com os parceiros sociais, após denúncias da Associação dos Profissionais Desempregados Metalomecânicos de Moçambique.

Entregues primeiras 11 casas às famílias afectadas no projecto “fronteira de paragem única”

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A Autoridade Tributária (AT) entregou, ontem, 11 casas a igual número de famílias de Ressano Garcia, província de Maputo, reassentadas no âmbito da construção da fronteira de Paragem Única. Foi igualmente entregue à população um centro de saúde e um posto policial.

Foi na presença de membros do governo local, líderes tradicionais, funcionários da Autoridade Tributária, entre outros, que o ministro das Finanças, Manuel Chang, fez a entrega formal das chaves de uma das primeiras 11 casas, que passam para as famílias retiradas do local onde está a ser erguida a fronteira de Paragem Única Libombo-Ressano Garcia.

Trata-se de parte das 51 residências do Tipo 2 a 5, todas com casas de banho, cozinha e varandas construídas num espaço de 15 hectares, a quatro quilómetros da fronteira.

O aluguer das casas para as famílias, cujas residências foram demolidas, custava aos cofres do Estado 200 mil meticais por mês, ou seja, 2.4 milhões de meticais anualmente.

“O critério usado para a escolha destas famílias é o custo do aluguer que estamos a pagar para elas, já que chegamos a gastar mensalmente 200 mil meticais só de aluguer de casas”, explicou Rosário Fernandes, presidente da AT.

Não é sempre que se arranca elogios de Alice Mabota, mas a qualidade das obras e outras infra-estruturas entregues à população convenceu a presidente da Liga dos Direitos Humanos, que não poupou elogios ao Governo.

A Autoridade Tributária garantiu aos populares que as restantes 40 famílias vão receber as suas casas ainda este ano.

Refira-se que o projecto de reassentamento, implantado num espaço de 15 hectares, está orçado em 95 milhões de meticais e inclui ainda a construção de muros de vedação, colocação de iluminação pública, expansão da rede de água, construção de uma escola primária, um centro comercial e transporte para facilitar a circulação dos residentes.

Jovem suicida-se no distrito de Mossuril

Jovem suicida-se no distrito de Mossuril

Um jovem que em vida respondia pelo nome de Ismael Saíde, de 18 anos de idade, que frequentava a sexta classe decidiu tirar a sua própria vida através de um enforcamento. O suicídio aconteceu na tarde desta segunda-feira(30), no bairro de Niwiripe, distrito de Mossuril, província de Nampula.

Desconhecem-se as reais causas que levaram o finado a tomar a tal decisão que deixou indignados os residentes e vizinhos que afirmaram que o jovem gozava de boas condições de saúde mental e que era bem comportado sem, no entanto, ter quaisquer problemas sociais com alguns membros da sua família e amigos.

A madrasta com a qual residia disse que a última vez que conversou com o malogrado, foi quando regressava da escola e teria chegado tarde a casa. Quando abordado disse que vinha do hospital distrital, onde foi fazer um diagnóstico médico sobre as dores de cabeça que alegou estar a padecer. Só que depois deste momento, o jovem dirigiu-se ao seu quarto quando o ponteiro do relógio marcava presumivelmente 17 horas, trancou a sua porta. E os familiares começaram a desconfiar o silêncio instalado no quarto até as 20 horas.

Um aparente decidiu chamá-lo para o jantar, sendo que o silêncio persistia, facto que obrigou os familiares a arrombar a porta do quarto e constataram que o mesmo havia se enforcado. Matilde Azito, a referida madrasta do finado, disse a nossa reportagem que depois de ter constatado que o seu enteado havia se enforcado, tratou em seguida de comunicar as autoridades comunitárias, policiais e sanitárias. Disse, ainda, que o jovem dormia na mesma cama com o seu irmão de 14 anos de idade e por há uma semana que o mesmo deixou de dormir com o seu irmão porque havia lhe avisado sobre o seu provável enforcamento, sem avançar as causas que o forçaram a tomar tal decisão.

Estes dados foram revelados a família pelo adolescente de 14 anos de idade, após a morte do seu irmão. Hermenegildo Muelenga, chefe da equipa dos médicos que se dirigiu ao local para observar o corpo, concluiu que, na verdade, tratou-se de um enforcamento, embora considere ser estranha a altura em que a corda foi posicionada por encontrar-se muito baixa.

Contudo, cabe as autoridades policiais realizarem toda a perícia necessária, no sentido de tentar esclarecer a ocorrência. Em contacto com o secretário do bairro de Niwiripe, Alexandre Vilela, disse não entender as causas que concorreram para a prática daquele acto macabro, pois o jovem tinha uma certa responsabilidade, e não tinha problemas sociais com os outros jovens daquela zona residencial.

Dois projectos turísticos poderão ser implantados em Nampula

Vista Parcial - Cidade

A província de Nampula poderá nos próximos anos receber dois projectos de desenvolvimento integrado turístico baseados no expansão integrada da Ilha de Moçambique e Património para Fins Turístico e Instâncias Turísticas das Ilhas de Cruze e Jamáli no distrito de Mussuril. Segundo soube a nossa reportagem em Nampula, aqueles os projectos estão avaliados em 230 milhões de doláres americanos para Ilha de Moçambique e 1.5 milhão para o distrito de Mussuril.

Em relação ao projecto de Desenvolvimento Integrado da Ilha de Moçambique e Património para Fins Turisticos para Lumbo, esta a ser encabeçado pelos Naturais e Amigos da Ilha de Moçambique e já foi igualmente apresentado ao Governo e avaliado positivamente. Para responder estas procuras a nível da província já estão delimitadas 470 hectares de linha de costa para exploração turística, de lazer, desporto aquático, alpinismo, entre outros pontos estratégicos para exploração daquela área.

O director provincial de Turismo em Nampula afirmou que estes dois projectos poderão trazer uma mais-valia no desenvolvimento daquela área em todas as frentes de desenvolvimento da população e do Governo, visto que estão planificados abertura de postos de trabalho, pagamento de impostos e aumento de investimento. Agostinho Zacarias, director Provincial do Turismo em Nampula, afirmou que, além dos dois projectos direccionados para Ilha de Moçambique e Mussuril, há outros seis aprovados no último semestre do presente ano avaliado em 28 milhões de doláres para Nacala-Porto, município de Nampula e Mussuril.

Zacarias revelou que há outros empreendimentos turísticos em execução estimados em 22 que estão a beneficiar de reabilitação e construção movimentando pouco mais de 1.2 milhões de doláres americanos. Neste contexto, segundo revelou o director Provincial do Turismo em Nampula, aquele sector emprega mais de 600 trabalhadores sazonais que estão inseridos nos projectos de construção e reabilitação. “Com estes todos projectos há indicativos que nos proxímos tempos haverá um desenvolvimento na área turística, na zona do litoral e do interior, este último está ainda muito abaixo em termos de exploração,” disse.

Zacarias avançou que como forma de responder aos investimentos do seu sector poderá promover capacitações cíclicas convista a dotar de matérias suficientes, capazes de manter o atendimento regrado aos turistas que visitam a província. Aquele responsável revelou ainda que com o projecto “Bem Servir” aprovado em 2009 a meta é continuar a implementar para que nos próximos tempos haja melhor atendimento até nas barracas localizadas nos mercados e zonas mais distintas das cidades. O projecto poderá trabalhar com as instituições como as escolas, Polícia e Migração.

Seis crianças atropeladas na Escola Primária da Machava “J”

Seis crianças atropeladas na Escola Primária da Machava “J”
A situação de insegurança dos menores é, igualmente, uma preocupação dos pais e encarregados de educação, que pedem, no mínimo, a colocação de lombas para abrandar a velocidade dos automobilistas.

Seis crianças foram atropeladas este ano a caminho ou à saída da Escola Primária Machava “J”, no Município da Matola. A escola localiza-se a 200 metros da Avenida Josina Machel e não existe qualquer sinalização sobre a mesma. O facto leva a direcção e a comunidade local a pedirem a colocação de lombas.

De facto, a nossa reportagem visitou a zona e constatou um cenário de perigo iminente que, diariamente, as crianças da Escola Primária Machava “J” passam ao tentar atravessar a “Josina Machel”.

Ali não há nenhum sinal de trânsito que anuncia a aproximação a uma escola e os veículos circulam à alta velocidade.

Só neste semestre, seis crianças já foram vítimas de acidentes naquela via da Coca-Cola.

“É muito triste todos os dias recebermos queixas ou notícias de pais e encarregados a relatarem-nos situações de acidentes, isto é um perigo para a própria educação e futuro das crianças.  já apelamos às autoridades conjuntamente com a comunidade, porém as entidades competentes mandaram-nos aguardar”, disse o director da Escola Primária da Machava “J”.

Chang garante que haverá processos-crime e disciplinares no caso INSS

A auditoria às contas do INSS foi ordenada pelo governante depois de várias reportagens do “O País” que denunciavam despesismo exagerado na gestão do INSS.
ministro das Finanças, Manuel Chang

O ministro das Finanças, Manuel Chang, não revela as constatações do relatório de auditoria ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), mas garante que há vários processos disciplinares e criminais instaurados em conexão com o caso.

A auditoria às contas do INSS foi ordenada pelo governante depois de várias reportagens do “O País”, que denunciavam despesismo exagerado na gestão do INSS.

Apesar da insistência do “O País”, Chang declinou-se a revelar o conteúdo e as constatações da referida auditoria.

“Não lhe posso falar das constatações porque há entidades que podem o fazer e não eu… esse é o meu princípio. Contudo, sempre que realizamos auditorias temos dois caminhos: dependendo das constatações, mandamos o relatório à instituição que instaura processos disciplinares e outro à Procuradoria para processos criminais, e é isso que fizemos”, disse Chang.

Bala perdida da polícia mata criança em Maxaquene

Bala perdida da polícia mata criança em Maxaquene
Um menor de 12 anos de idade foi atingido mortalmente por uma bala perdida da polícia, quando tentava imobilizar dois supostos malfeitores no bairro Maxaquene, na cidade de Maputo.

O incidente deu-se esta quarta-feira no bairro Maxaquene, na cidade de Maputo, durante uma acção policial.

A polícia não quis pronunciar-se sobre o caso, mas testemunhas confirmam que a vítima foi atingida por um agente da corporação quando perseguiam dois malfeitores.

“Após perseguir e deter o ladrão, o agente da polícia teve dificuldades em imobilizá-lo, tendo recorrido à pistola para o fazer. Nesse instante, esta criança ia passando na companhia da sua mãe e foi mortalmente atingida no abdómen”, disse uma testemunha que responde pelo nome de Eugénio.

O incidente provocou agitação no local, com os moradores a exigirem a cabeça dos supostos malfeitores, um dos quais morador daquela zona e tido como um criminoso.

Tribunal solta dois supostos autores de rapto e morte de duas crianças na Beira

Tribunal solta dois supostos autores de rapto e morte de duas crianças na Beira
O Tribunal Judicial de Sofala soltou, ontem, dois dos três supostos autores de rapto e morte de duas crianças, em finais de Fevereiro passado, na cidade da Beira, uma decisão que surpreendeu os beirenses.

A notícia da soltura dos alegados criminosos, nomeadamente, Ricardo Jemusse e Juvêncio Guambe, caiu como uma bomba no seio dos residentes da cidade da Beira e, de forma particular, no bairro do macurungo, onde o acto foi consumado.

Dados em nosso poder indicam que os supostos raptores e assassinos foram soltos na última terça-feira por ordem do juiz João Guilherme Mchuembo, da 6ª Secção do Tribunal Judicial da Província de Sofala, por não terem sido pronunciado.

De acordo com os mandatos de soltura em nossa posse, com os números 211/2012 e 212/2012, Ricardo Jemusse e Juvêncio Guambe foram soltos “(…) por não terem sido pronunciados, devendo os autos aguardar a produção de melhor prova, fazendo jus ao disposto no artigo 345 e 367, ambos do Código do Processo Penal, ainda ao abrigo do artigo 368, também do Código do processo Penal, porque o réu se encontra preso, deve ser posto imediatamente em liberdade”, fim de citação.

Os familiares das vítimas, que contactaram com a nossa reportagem na Beira, mostraram-se bastante indignados com a soltura dos supostos assassínios pois, para eles, a justiça está a agir de má-fe.

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