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Sábado, Maio 2, 2026
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Observadores militares chegam a Moçambique para fiscalizar cessar-fogo

Os chefes da missão de observadores militares para a fiscalização da cessação da violência militar em Moçambique já chegou a Maputo, anunciaram ontem  os chefes das delegações do Governo e da Renamo, respectivamente José Pacheco e Saimone Macuiana, no final da septuagésima sétima ronda do diálogo político.

Além do chefe da missão, proveniente do Botswana, os observadores militares do Zimbabwé também já chegaram à capital moçambicana.

Segundo escreve o Jornal Noticias na sua edição desta terça-feira (16), são 23 os observadores militares internacionais de nove países que estarão envolvidos na monitoria do processo de implementação prática do acordo de cessação das hostilidades, homologado dia 5 de Setembro corrente pelo Presidente da República, Armando Guebuza, e pelo dirigente da Renamo, Afonso Dhlakama

Trata-se da África do Sul, Botswana, Cabo Verde, Estados Unidos da América, Grã-Bretanha, Itália, Portugal, Quénia e Zimbabwe, cujos peritos militares deverão se juntar a 70 oficiais moçambicanos para se encarregarem do processo de integração dos elementos da Renamo nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e na Polícia da República de Moçambique (PRM), bem como de inserção social e económica daqueles que não reunirem aptidões físicas ou psíquicas para o efeito e assegurar que no final nenhum partido político estará armado em Moçambique, ao abrigo da lei.

Na ocasião,  o chefe da delegação governamental afirmou  que “as equipes estão a chegar e que estão  a espera que nos próximos dias cheguem as de Cabo-Verde e de todos outros países.

Acrescentou que “os que chegaram já podem trabalhar com as contra partes militares, nomeadamente do governo e da Renamo e que o desafio é acelerar os mecanismos de implementação e de várias outras acções nesse âmbito.

“É no âmbito desse desafio que se ficará a saber, efectivamente, o número dos homens da Renamo e a sua localização, visando a criação das necessárias condições logísticas nos locais onde se encontram e sua posterior movimentação para efeitos de integração e inserção social e económica”, disse.

Segundo José Pacheco, a delegação do Governo solicitou a da Renamo para que colocasse na mesa do diálogo o que, efectivamente, pretende que seja tratado no terceiro ponto da agenda, a fim de que, de forma célere, seja “atacado” o ponto sobre questões económicas. Tudo está a ser feito para que até ao final do ano a agenda, de quatro pontos, seja esgotada.

Por seu turno, Saimone Macuiana, chefe da delegação da Renamo, disse, entre outras coisas, que é propósito do seu partido que a missão dos observadores militares internacionais entre em acção o mais rapidamente possível, tendo em conta que o acordo já foi homologado e publicado em Boletim da República.

“Nestes termos, estão criadas as condições de podermos avançar no sentido de implementação dos entendimentos e também nos interessa que as nossas equipas possam trabalhar em outros aspectos que vão permitir a efectivação de um conjunto de acções que devem ser harmonizadas”, disse.

Reclusos continuam sem assistência jurídica

A assistência jurídica no país ainda apresenta défice, pois cerca de três mil presos preventivamente em distintos estabelecimentos prisionais do país não gozam desse direito.

No decorrer a dias do seminário de práticas da prisão preventiva em Moçambique, o Serviço Nacional Penitenciária e assistência jurídica no país ainda apresenta défice, pois cerca de três mil presos preventivamente em distintos estabelecimentos prisionais do país não gozam desse direito.

No decorrer a dias do seminário de práticas da prisão preventiva em Moçambique, o Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP) avançou que pelo menos até o primeiro semestre do ano em curso, num total de 4.547 reclusos detidos preventivamente em 16 penitenciária no solo nacional, apenas 1.709, correspondente a 38 por cento tiveram assistência jurídica, enquanto que 2.838 correspondente a 62 por cento não teve qualquer assistência jurídica.

Comparativamente ao igual período do ano passado, a assistência jurídica situava-se em 67 por cento, isto é, baixou em cinco por cento.
Por um lado, as províncias que apresentam maior índice de detidos preventivos sem defesa são: Estabelecimento Penitenciário Provincial de Maputo (818 reclusos), O Estabelecimento Penitenciário Provincial de Nampula (535) e o Estabelecimento Penitenciário Provincial da Zambézia (494).

Por outro lado, o Estabelecimento Penitenciário Especial de Máxima Segurança da Machava, a Especial de Mulheres em Ndlavela e Provincial de Niassa, sem nenhum caso, figuram entre as últimas posições de casos de reclusos sem assistência.

As outras penitenciárias com casos de detidos sem assistência são a Regional de Nampula (com 192 reclusos), Provincial de Inhambane (182), Beira (174), Manica (144), Tete (129), Cabo Delgado (94), Gaza (46), do Estabelecimento Preventivo de Maputo (28) e Regional de Mabalane (6).

No entanto, o SERNAP explica que, no âmbito da sua missão, tem articulado com os órgãos de administração da Justiça no sentido de reverter o actual cenário. Uma das vias, segundo aponta a instituição, tem sido os constantes alertas as entidades competentes à ordem de quem estiverem os reclusos, quando se verificam casos de prisão preventiva expirada.

Refira-se que só nos primeiros sete meses deste ano, segundo dados deste sector, havia nas cadeias do país 3.356 indivíduos em prisão preventiva, dentro dos respectivos prazos, e 1.191 já fora dos prazos. Para a secretária permanente do Ministério da Justiça, Sheila Santana Afonso, veio a público defender a necessidade de se cumprirem os prazos de prisão preventiva, de modo a salvaguardar os direitos dos cidadãos encarcerados.

Para ela, a prisão preventiva consubstancia uma das maiores manifestações do poder do Estado sobre a liberdade dos indivíduos e, portanto, a observância dos respectivos prazos deve-se fazer presente, com vista assegurar a defesa dos direitos e garantia do preventivo.
Contudo, a efectivação desses direitos somente é possível se houver vontade e mecanismos processuais de garantia, bem como a colaboração interinstitucional que é crucial.

o (SERNAP) avançou que pelo menos até o primeiro semestre do ano em curso, num total de 4547 reclusos detidos preventivamente em 16 penitenciária no solo nacional, apenas 1709, correspondente a 38 por cento tiveram assistência jurídica, enquanto    que 2838 correspondente a 62 por cento não teve qualquer assistência jurídica.

Comparativamente ao igual período do ano passado, a assistência jurídica situava-se em 67 por cento, isto é baixou      em cinco por cento.

Por um lado, as províncias que apresentam maior índice de detidos preventivos sem defesa são: Estabelecimento Penitenciário Provincial de Maputo (818 reclusos), O Estabelecimento Penitenciário Provincial de Nampula (535) e o Estabelecimento Penitenciário Provincial da Zambézia (494).

Por outro lado, o Estabelecimento Penitenciário Especial de Máxima Segurança da Machava, a Especial de Mulheres em Ndlavela e Provincial de Niassa, sem nenhum caso, figuram entre as últimas posições de casos de reclusos sem assistência.

As outras penitenciárias com casos de detidos sem assistência são a Regional de Nampula (com 192 reclusos), Provincial de Inhambane (182), Beira (174), Manica (144), Tete (129), Cabo Delgado (94), Gaza (46), do Estabelecimento Preventivo de Maputo (28) e Regional de Mabalane (6).

No entanto, o SERNAP explica que, no âmbito da sua missão, tem articulado com os órgãos de administração da Justiça no sentido de reverter o actual cenário. Uma das vias, segundo aponta a instituição, tem sido os constantes alertas as entidades competentes à ordem de quem estiverem os reclusos, quando se verificam casos de prisão preventiva expirada.

Refira-se que só nos primeiros sete meses deste ano, segundo dados deste sector, havia nas cadeias do país 3356 indivíduos em prisão preventiva, dentro dos respectivos prazos, e 1191 já fora dos prazos. Para a secretária permanente do Ministério da Justiça, Sheila Santana Afonso, veio a público defender a necessidade de se cumprirem os prazos de prisão preventiva, de modo a salvaguardar os direitos dos cidadãos encarcerados.

Para ela, a prisão preventiva consubstancia uma das maiores manifestações do poder do Estado sobre a liberdade dos indivíduos e, portanto, a observância dos respectivos prazos deve-se fazer presente, com vista assegurar a defesa dos direitos e garantia do preventivo.

Contudo, a efectivação desses direitos somente é possível se houver vontade e mecanismos processuais de garantia, bem como a colaboração interinstitucional que é crucial.

PRM desmantela quadrilha que se dedicava ao roubo de viaturas na Matola

A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve na manhã desta terça-feira (16) três indivíduos que se dedicavam ao roubo de viaturas na cidade da Matola.

A quadrilha roubou na madrugada desta terça-feira duas viaturas, uma mini-base de marca Toyota Hiace e uma camioneta de marca Toyota Dina, no bairro Matola Gare.

Os indiciados negam o seu envolvimento no crime e afirmam que na hora em que foram detidos encontravam-se a procura de comida.

Contudo, um dos membros da quadrilha conhecido por Papaito, é um reincidente.  Esteve preso há duas semanas por envolvimento no mesmo crime.

Segundo o porta-voz da PRM a nível do comando provincial da Matola, Emídio Mabunda, a neutralização da quadrilha e a recuperação das viaturas foi possível graças ao trabalho conjunto com os seus parceiros.

“São viaturas que foram roubadas na madrugada de ontem e logo na manhã de hoje conseguimos recuperar. As duas viaturas foram roubadas no mesmo bairro, Matola Gare”, explicou Mabunda.

No momento da prisão, os indiciados seguiam numa viatura da marca Toyota Corrola com chapa de matricula ADL 737MC. A PRM pretende investigar a legalidade da mesma.

Para lograrem os seus intentos, a quadrilha munia-se de uma chave mestre que usavam para abrir as viaturas.

Os indiciados encontram-se detidos na  esquadra da PRM, em Thumene, estando já a decorrer um processo de instrução contraditória.

Villas Boas e Hulk de regresso ao Estádio da Luz

No primeiro embate da Liga dos Campeões, no qual Benfica recebe Zenit da Rússia no seu estádio, irá contar com o regresso do Brasileiro Hulk e do treinador André Villas Boas que já actuaram no campeonato Português.

O regresso de Hulk ex-FC Porto e de Villas Boas pode colocar em causa as contas de Jesus, uma vez que estes dominam as estratégias usadas pelos Benfiquistas, bem como do campo.

Além do treinador Boas e do brasileiro o clube conta ainda com os ex-benfiquistas Axel Witsel, Javi Garcia e Ezequiel Garay.

O jogo a decorrer no Estádio da Luz terá seu pontapé de saída pontualmente às (19h45), será comandado pelo arbitro norueguês Svein Oddvar Moen.

Moçambique rende Usd 70 milhões em exportação da banana

Mais de 70 milhões de dólares anuais é o valor que a exportação de banana produzida em Moçambique rende para a economia no país, segundo avançou o vice-presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), António Gomes, citado pelo semanário Domingo.

Gomes adianta que o preço de venda na África do Sul aumentou devido aos esforços para a produção de banana de qualidade, o que constituiu um prémio para as empresas e para a economia de Moçambique.

Actualmente, as empresas produtoras de banana exportam uma média semanal de 80 camiões refrigerados, fretados na África do Sul, que transportam o produto para o mercado sul-africano, acima de duas mil toneladas semanais ou mais de 100 mil toneladas anuais.

A título de exemplo, o responsável apontou a Belúzi Bananas, empresa localizada em Boane, província de Maputo, que tem como meta de exportação para o presente ano cerca de 1,2 milhões de caixas de banana para a África do Sul, o que representa 10 milhões de dólares.

Para além da Belúzi Bananas, o país conta com a Matanuska Moçambique, uma empresa localizada na região de Monapo, na provícia de Nampula, que exporta a fruta para países da Europa, África e Ásia, como Kuwait, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Iraque.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Moçambique encontra-se em terceiro lugar da lista dos principais produtores de banana em África, perdendo apenas para a Costa do Marfim e Camarões e superando o Gana.

Ministério Publico divulga seu papel num Estado de Direito

No âmbito do aperfeiçoamento do exercício da sua função na intervenção e ética processual, a Procuradoria Geral da Republica (PGR) organiza, com periodicidade bianual, jornadas jurídicas que representam uma plataforma privilegiada de debate, reflexão e partilha de ideias sobre temas que constituem preocupação actual para o Ministério Publico.

Depois da realização das I Jornadas Jurídicas em 2012, que debruçaram-se sobre matérias de natureza penal e processual, bem como de interpretação e aplicação de diplomas legais,  a efeméride repete-se este ano, com a duração de três dias, tendo se iniciado a contagem nesta terça-feira (16), com o lema “PGR – 25 anos ao serviço de Moçambique” com a atenção virada as diversas áreas de intervenção do Ministério Publico.

A sessão de abertura deste evento, que tem como principal objectivo a divulgação da importância de todas as áreas de intervenção do Ministério Publico na defesa da legalidade, num Estado de Direito Democrático, contou com a participação de diversas personalidades nacionais e estrangeiras, da área jurídica,  com destaque para o Encarregado de Negócios da União Europeia, João Duarte de Carvalho e do Vice-Ministro da Justiça, Dr. Alberto Nkutumula.

No seu discurso de abertura, a Procuradora-Geral da Republica, Dra. Beatriz Buchili referiu que os temas a serem tratados nestas Jornadas Jurídicas estão vocacionadas aos cidadãos. “Trata-se de um rol de assuntos que se enquadram nas diversas áreas de intervenção do Ministério Publico, tudo na perspectiva de reforçar a nossa acção, através da divulgação do papel do Ministério Publico num Estado de Direito Democrático, para a garantia dos direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos”, disse, referindo-se seguidamente as bodas de prata do órgão máximo do Ministério Pubilco, ou seja, da PGR “ao comemorarmos os 25 anos da Procuradoria-Geral da Republica, devemos procurar reflectir esse tempo de maturação na qualidade da nossa prestação. portanto, as jornadas jurídicas e outras tarefas que realizamos, deve trazer ensinamentos que repercutam no incremento da nossa capacidade de respostas as solicitações dos cidadãos, bem como a capacidade de ultrapassar as adversidades  com que nos encaramos em cada momento na nossa actividade”.

por sua vez, Alberto Nkutumula disse esperar que as jornadas sejam um momento de partilha de experiências, destacando a questão de protecção de testemunhas, um dos temas a ser abordado neste evento. “Esperamos criar um regulamento de protecção da integridade física e intelectual das testemunhas. Tal regulamentação podia ser feito ainda dentro deste ano mas por ser uma matéria dinâmica, preferimos antes realizar um estudo aprofundado que nos permita amadurece-la, evitando assim o risco de aprovar um regulamento e depois altera-lo com vista a adequa-lo a situações que ocorram com o passar dos tempos. Portanto, pretendemos aprovar uma legislação que pelo menos dure um tempo suficiente para evitar a proliferação legislativa sobre a mesma matéria”, afirmou.

Salientar que esta efeméride acontece em vésperas das comemorações das bodas de prata da Procuradoria-Geral da Republica, a serem assinaladas no próximo dia 19 de Setembro.

Grupo PTTEP da Tailândia na corrida para a produção do gás natural

O grupo estatal da Tailândia PTT Exploration an Production Pcl (PTTEP) anunciou  nesta  segunda-feira (15)  que vai investir até mil milhões de dólares num projecto em Moçambique, no prazo de cinco  a seis  anos, com início em 2015, noticiou a agência financeira Reuters.

O presidente executivo do grupo, Tevin Vongnavich,   recordou que o projecto visa estar a produzir 10 milhões de toneladas de gás natural liquefeito a partir de finais de 2018 ou princípios de 2019.

O grupo estatal tailandês adquiriu em 2012 a empresa irlandesa Cove Energy, que dispunha de uma participação de 8,5% no bloco Área 1 da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, operado pelo grupo norte-americano Anadarko Petroleum.

Coveiro é suspenso após publicar no Whatsapp imagem ao lado de cadáver

Um coveiro foi suspenso de suas actividades após publicar uma imagem dele com ao lado de um cadáver de um homem que morreu há 23 anos.

Celestino Reyna, de 55 anos, apareceu ao lado do cadáver de um parente, e a imagem foi publicada no Whatsapp, ganhando enorme repercussão.

A imagem foi parar nas redes sociais, onde foi amplamente compartilhada, fazendo com que Celestino fosse reconhecido.

“Nunca pensei que isso pudesse ter consequências tão graves, e eu não queria mostrar qualquer falta de respeito pelo meu tio,” disse a sobrinha do morto, que participou da captura da imagem.

O coveiro foi suspenso, mas não deve ser demitido de suas funções.

Liga dos Campeões: Liverpool volta cinco anos depois

Cinco anos depois, o Liverpool volta a sentir a emoção da Liga dos Campeões. Este regresso vem sendo esperado desde Dezembro de 2009, quando eliminados na fase de grupos, onde não foram além de duas vitórias em seis jogos.

Steven Gerard, mítico capitão do Liverpool, deixou ficar seu sentimento durante estes cinco anos de ausência. “Ansiava por isto. Todos aguardam para ouvir aquela música», disse.

“Foi duro ver de fora o Manchester United e o Chelsea na Champions. Estou contente por finalmente estarmos de volta. É a prova de todo o nosso trabalho”, acrescentou.

Campeão europeu por cinco ocasiões (1976/77, 1977/78, 1980/81, 1983/84, 2004/05), o Liverpool prepara-se para chegar ao seu jogo oficial número 160 na fase final da Champions. Tal número será alcançado, esta terça-feira, diante do Ludogorets Razgrad.

Até ao momento, só contando a fase final da Liga dos Campeões, os “reds” somam 87 vitórias, 37 empates e 35 derrotas.

Em casa, o Liverpool tem um saldo de 76 jogos: 30 vitórias, 21 empates e 25 derrotas.

Depois de tantos anos sem Champions em Anfield os adeptos do Liverpool podem, finalmente, sentir o ‘sabor’ da Liga Milionária em sua casa. A espera terminou.

Criança fica cega após pais a manterem vivendo em casa imunda

Um casal foi preso por negligenciar tanto os cuidados com o filho, que acabou o deixando cego. Gillian Hendry e Craig Dick, ambos de 34 anos de idade, mantiveram o menino de 12 anos e sua irmã de 2 anos em uma imunda e fedorenta casa em Thornaby, no Reino Unido.

O menino ficou cego do olho esquerdo por catarata, já que eles não conseguiram levá-lo para consultas no hospital que poderiam ter salvado sua visão. Ele também se tornou cada vez mais debilitado pela artrite até que seus médicos chamaram serviços sociais para que pudessem dar-lhe o tratamento que ele precisava.

Quando assistentes sociais foram até a casa da família, no dia 21 de Agosto do ano passado, o casal não queria deixá-los entrar. Eles voltaram com a polícia, que ficou chocada com o que encontrou. O casal, que estava vivendo com recebimento de benefícios em Teesdale, expôs os filhos a condições desumanas.

A cozinha estava suja e infestada de moscas, e no andar de cima o banheiro estava um caos. Um quarto tinha sido usado como banheiro, e as camas das crianças tinham colchões sujos e sem lençóis.

O quarto do casal, em contraste, era relativamente arrumado, mas eles disseram que dormiam no primeiro andar.

As crianças foram retiradas da casa com urgência. O menino agora vive com seu pai natural, e a menina, que é filha de Craig, está sendo colocada para adopção.

Os advogados do casal disseram que era improvável que eles pudessem cuidar das crianças novamente. Hendry e Dick foram presos, por dois anos e meio e dois anos, respectivamente.

Ferroviário de Nampula mais próximo do Líder

O Ferroviário de Nampula venceu neste final de semana e esta a um ponto do líder, Liga Muçulmana, que somou a sua segunda derrota nesta edição do Moçambola.

Os locomotivas de Nampula, receberam e venceram o Ferroviário de Quelimane por 2-0, numa partida onde vincaram a superioridade deixando claro o desejo pelo titulo.

O Ferroviário de Nampula entrou na partida sabendo que uma vitória diminuía a desvantagem sobre o líder que perdera diante do Maxaquene por 2-1.

Na outra partida, o Ferroviário da Beira arrancou a segunda vitória consecutiva na visita a um dos colossos da capital de Moçambique. A turma do Chiveve jogou no Estádio Nacional do Zimpeto, onde venceu o Desportivo de Maputo por uma bola sem resposta. O Costa do Sol na visita ao Têxtil do Púnguè, e do Ferroviário de Maputo frente ao Ferroviário de Pemba não foram além de um empate a uma bola. O Clube do Chibuto foi derrotado pela HCB do Songo por 4-1, um desfecho que assinalou a reconciliação entre a formação Hidroeléctrica e o seu público, desencantado com os resultados menos conseguidos nas jornadas anteriores.

Mãe e Filha assumem relacionamento

“Minha mãe ainda é minha mãe. Ela ainda faz coisas normais de mãe: me compra roupas, comida, me diz para fazer a minha cama. Nós apenas também gostamos de fazer sexo uma com a outra”.

Com essa frase eu conheci a história de Mary e Vertasha Carter, mãe e filha que assumiram um relacionamento lésbico uma com a outra. As leis proíbem a prática de incesto, principalmente pelo fato de relações entre pessoas da mesma família trazerem defeitos para os bebés.

“Ambas somos mulheres e obviamente não podemos fazer crianças. Seria diferente se o pai dela a engravidasse e nascesse um bebê com deformidades, mas nós não estamos machucando ninguém. Somos uma minoria nova e tudo o que queremos é que aceitem.” – disse a mãe, Mary Carter.

A mãe ainda declarou que a atracção entre ela e a filha iniciou quando a garota completou 16 anos, mas elas discutiram e decidiram esperar que ela completasse 18 anos para que começassem a fazer sexo. Ela ainda afirmou que elas não tornaram seu relacionamento público para criar polémica, mas sim para encorajar outras pessoas que estivessem em relacionamentos parecidos.

“Queremos que o mundo saiba que amamos uma a outra como mãe e filha e como amantes”.

Adolescente escorrega e fica com barra de ferro atravessada em sua perna

Ludmila Koltsova, de 16 anos, teve sua perna esquerda perfurada por uma barra de ferro de aproximadamente 28 cm enquanto caminhava com seus amigos. Ela acabou escorregando e caindo com o membro em cima da barra que a perfurou.

Cirurgiões de Novopokrovskaya, uma vila no oeste da Rússia, passaram cerca de cinco horas removendo a barra, que perfurou a perna de uma ponta à outra.

O cirurgião Novel Kovalyov disse: “Nós tivemos que removê-la com muito cuidado para evitar danos ao tecido local e tentar impedir que a sujeira ficasse em sua perna.”

Barra retirada

Ele acrescentou que o membro já estava bem danificado, e mais uma lesão durante a retirada poderia trazer complicações graves.

Amigos de Ludmila disseram à polícia que ela tinha escorregado ao passar por algumas obras de construção. A garota ficou presa à barra de ferro por mais de meia hora, até que os bombeiros conseguiram cortar uma parte para retirá-la do local e seguir para um hospital.

Um porta-voz da polícia disse que a jovem foi muito corajosa e forte para lidar com a dor e já teve alta do hospital, podendo fazer uma recuperação completa de seus ferimentos em casa.

Debate-se em Maputo Finanças e Investimentos em África para países lusófonos

A capital do país Maputo, é desde hoje até sexta-feira palco de um workshop sobre políticas de finanças e investimento em África promovida pelo Instituto de Formação e Pesquisa das Nações Unidas (UNITAR), destinado aos estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O evento tem como objectivo trocar experiências sobre políticas e finanças e investimento em África para que se criem potencialidades que garantam o desenvolvimento sócio económico e inclusivo e sustentável que constitui a base de estabilidade de países lusófonos.

Falando a margem da sessão de abertura do seminário, o Consultor, de Finanças e Investimento da UNITAR, Osvaldo Agatiello disse que esse evento é muito importante para os países lusófonos pois são muito diversos e tem realidades distintas mas existem mecanismos muito importantes que estão a disposição desses países.

Segundo Agatiello o almejado desenvolvimento para a África lusófona, para além de ser sócio-economicamente viável, deverá ser inclusivo e sustentável, alicerces que constituem a base fundamental para a estabilidade.

“Os países africanos têm realidades diversas, todavia existem mecanismos comprovados e importantes que estão a disposição das respectivas autoridades, em particular, o papel que o sector privado pode desempenhar”, apontou.

Para Agatiello uma das lições da nova economia mundial é o sector privado e a importância dos países emergentes como a China e a Índia, bem como outros que são fontes de possibilidades de financiamento neste ramo.

“Os países lusófonos devem, concentrar os esforços nas áreas onde os países podem ter resultados imediatos, porém não esquecer as possibilidades de longo termo e para isso devem ter políticas de concertação”, concluiu.

O seminário de cinco dias é organizado pelo UNITAR em parceria com Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico em África (BADEA).

Assédio Sexual provoca queda do Director da Escola Secundária da Namaacha

A Direcção Provincial de Educação de Maputo (DPEM) suspendeu o Director da Escola Secundária da Namaacha por alegado envolvimento em actos de assédio sexual às alunas daquele estabelecimento de ensino, segundo avançou o porta-voz da DPEM, Silvestre Dava, citado pela AIM.

As alunas alegam que o dirigente as convidava para assistir conteúdos pornográficos no computador, facto confirmado pela equipa de Inspecção do Governo.

“O que fizemos concretamente foi procurar apurar a veracidade dos conteúdos pornográficos que, por ventura, terão passado pelo computador do Director e isso foi verificado”, esclareceu Dava.

O porta-voz avançou que a denúncia foi confirmada graças ao trabalho feito envolvendo a própria comunidade estudantil que despoletou o caso.

O Assédio Sexual provocou a queda do Director da Escola Secundária da Namaacha.

A Escola Secundária de Namaacha, que funciona em regime de internato e externato, possui 1.899 alunos inscritos no Ensino Secundário Geral, dos quais 987 são do sexo feminino.

Avicultores Beneficiários do FDA a bom rítmo

Os  39 avicultores que beneficiaram da linha de crédito do Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) da cidade e província de Maputo têm vindo a registar bons resultados de produção que em alguns casos com uma capacidade de 100 por cento.

Portanto, o fundo de   desenvolvimento Agrário (FDA) acredita que a expansão da linha de crédito avícola, criada em 2001 com um financiamento de 49 milhões de meticais (163 mil dólares americanos) vai reduzir gradativamente as necessidades de importação do frango em Moçambique.

Segundo a gestora da linha de crédito, Maria Chirindza,  afirmou que nas visitas feitas aos aviários de produtores nacionais que beneficiam ou beneficiaram do financiamento do FDA para iniciar a actividade, pode notar um desenvolvimento considerável, pois uns fizeram infra-estruturas para o efeito.

A fonte apontou, a título de exemplo, casos de avicultores que iniciaram a produção em 2011, com seis mil bicos, mas hoje produzem 17 mil frangos num ciclo de 30 dias.

O crescimento dos níveis de produção foi também graças ao incremento do crédito que cifra, actualmente, os 171 milhões de meticais.

“Estes resultados são possíveis devido a integração do avicultor numa cadeia que envolve os principais intervenientes da cadeia de valor de produção do frango, desde as instituições do Governo, associação dos avicultores, provedores de insumos, matadouros e a banca comercial”, afirmou Chirindza.

Um exemplo dessa  eficiência  dos beneficiários é  a senhora Osina Chibindje, produtora desde 1991 que mais tarde recebeu fundos do crédito avícola do FDA, cria actualmente 18 mil bicos na Machava, município industrial da Matola.

Em cada ciclo e em cada 29 dias ela tira o frango com peso calculado em um quilo e quatrocentas gramas, conforme as exigências dos integrantes da cadeia de valor.

“O matadouro vem buscar duma só vez todo o frango que atingiu o peso por eles considerado ideal, o que nos ajuda a reduzir bastante as perdas que antes chegavam aos 18 por cento, mas agora baixaram para três por cento”, explicou Chibindje, anotando que a capacidade instalada na sua quinta é de 21 mil bicos em todas as épocas (Verão e Inverno).

A produtora luta por alcançar, nos próximos anos, uma meta de 35 mil frangos que, na sua óptica, melhora a margem de lucro ao avicultor calculado em cinco meticais, pois os custos de produção de uma unidade rondam os 94 meticais (pouco mais de três dólares americanos).

Por seu turno, Diquissone Alexandre, outro produtor no posto administrativo da Matola-Rio, com 47 mil bicos em cada ciclo depois de começar com 550 unidades no ano 2000. Ele já não depende mais do FDA, apesar de enfrentar problemas de falta de água no local onde desenvolve a actividade.

A produção avícola de Alexandre é, no final do ciclo, entregue ao matadouro, como membro da cadeia de valor o que permite ao produtor reduzir o tempo de venda e as margens de perda.

Por seu turno, Maria Chirindza disse  que desde o início das actividades ao abrigo da linha de crédito foram produzidos cerca de 2,4 milhões de bicos, correspondente a mais de três mil toneladas de frango no mercado, no período entre 2011/14.

Na sequência do sistema de produção, a linha de crédito detém uma taxa de reembolso de 95 por cento, assegurando a sustentabilidade do financiamento aos avicultores e a multiplicação do investimento inicial que foi de 49 milhões de meticais. Agora, o investimento ronda os 171 milhões de meticais. (AIM)

Mulher tem fisionomia completamente alterada em quatro anos após contrair HIV

Uma mãe de três filhos teve sua vida arruinada pelo namorado que escondeu que era HIV positivo. Em quatro anos sua fisionomia mudou de forma impressionante.

Kara Wilkinson, de 42 anos, começou um relacionamento com o empresário Alan Mason, de 45 anos, em 2010. O homem havia sido diagnosticado com a doença dois anos antes.

Mason só revelou à mulher que tinha a doença em Outubro de 2011, 18 meses após o casal iniciar o relacionamento. A notícia veio quando Wilkinson ficou doente após passar férias na Espanha.

Desde que foi diagnosticada, a mulher sofreu ataques cardíacos, pneumonia, osteoporose e perda de cabelo.

Hoje, o ex-companheiro está cumprindo dois anos e oito meses atrás das grades por lesão corporal grave. Apesar disso, Wilkinson criticou a sentença: “Ele arruinou minha vida. Eu nunca vou perdoá-lo pelo que fez”, comentou.

“Ele deveria ficar na prisão por pelo menos cinco anos. E como será possível detê-lo para que não faça o mesmo com outra mulher quando sair? Ele me deu uma sentença de vida de miséria”, continuou.

Mulher e hiv

A mulher contou que antes do HIV era uma pessoa saudável, e quase não ficava doente, além de ter muita energia. “Agora pareço estar permanentemente doente. Meu cabelo começou a cair e os olhos me deixaram mais velha do que sou”, concluiu.

Ela finalizou dizendo que não possui mais espelhos em casa, já que não consegue ficar olhando para seu reflexo.

Mesmo tendo que conviver com a doença, os medicamentos aCtuais permitem que ela não sofra nenhum impacto em sua expectativa de vida. No entanto, o vírus gera um impacto considerável entre as pessoas no meio em que ela convive.

População neutraliza e encaminha gatunos a PRM

Dois indivíduos, estão a conta com a Policia da Republica de Moçambique, em Marracuene, província de Maputo. Os mesmos são acusados de assaltar casas dos populares, com recurso a instrumentos contundentes.

Os dois indiciados, foram capturados quando acabavam de assaltar uma casa, em algures de Marracuene, e os vizinhos tendo se apercebido dos movimentos estranhos, controlaram os indivíduos, e consequentemente tendo caído nas mãos destes.

E desta feitas, os larápios foram, encaminhados imediatamente para a esquadra mais próxima daquele ponto do país.

Entretanto, no acto da captura, os indiciados foram encontrados em posse, um valor de 13 mil meticais, telemóveis, computador portátil e duas alianças. E conseguiram se introduzir no interior da casa, tendo arrombado a porta da mesma, e ameaçaram os proprietários com armas brancas ou instrumentos contundentes.

Up promove jornadas científicas em Maputo

“A actividade pedagógica somente é pedagógica (passa a redundância) se ela mobiliza intensamente o desenvolvimento das capacidades cognitivas e a formação da personalidade global dos alunos”, afirma o professor doutor, Carlos Libâneo.

Segundo o pesquisador cientifico em pedagogia, Carlos Libâneo, falando numa palestra no campo teórico e investigação da educação e pesquisa pedagógica, promovida pela Universidade Pedagógica de Moçambique (UP), afirma que a actividade pedagógica somente é pedagógica se ela mobiliza intensamente o desenvolvimento das capacidades cognitivas e a formação da personalidade global dos alunos.

No entender do professor, estas actividades pedagógicas, visam apropriar-se da excelência social e histórica da actividade humana. E nessa perspetiva, a fonte entende que, constitui um grande desafio para as universidades pedagógicas, a educação infantil.

“Toda a prática pedagógica tem como objetivo, de provocar uma mudança intencional, num individuo. Entretanto, para o pesquisador, a educação não ocorre apenas numa escola, mas sim, em todas as esferas sociais”, sublinhou a fonte.

Adiante, a fonte explicou dando como exemplo, os reclusos entre si, ensinam-se, trocando as suas experiências, e deste modo, cada abordagem que é feita, sempre fica uma aprendizagem.

E esta aprendizagem, pode se reconstruir em dois sentidos nomeadamente, positivo e negativo, originando consequências, nas práticas do processo educativo do ser humano, culminando com mudanças de ações ou intenções educativas, na esfera social.

CTA saúda a assinatura da cessação das hostilidades

A associação das actividades económicas de Moçambique (CTA), enalteceu passada quinta-feira (11), o acordo sobre a cessação das hostilidades militares no país. O sector privado entende que, com este rubro, haverá mais atracão de investidores e os comerciantes, poderão fazer as suas actividades normalmente sem nenhum desembaraço.

Falando em entrevista ao MMO, o vice-presidente da associação das actividades económicas de Moçambique (CTA), Carlos Henrique, mostrou-se satisfeito, pela assinatura da declaração da cessação das hostilidades militares no país.

Pois, no entender do representante do sector privado de Moçambique, a assinatura vai tornar as actividades dos empresários e comerciantes, a circularem em todo o país, de uma forma livre sem nenhuma pré-condição relacionada com os desaires militares.

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