Uma britânica ficou em choque ao receber uma mensagem de texto enviada do número de celular usado por sua avó, que havia morrido três anos antes.
Quando Lesley Emerson faleceu, em 2011, ela foi enterrada junto com seus objectos favoritos, entre eles seu telefone celular.
Sua neta, Sheri Emerson, passou a enviar mensagens de texto para a avó, algo que ela descobriu ser “reconfortante” em meio ao luto.
Em vez de visitar o túmulo, ela preferia enviar as mensagens pessoais como uma forma de “estar próxima” da avó.
No entanto, ela foi surpreendida ao receber uma resposta para uma das mensagens, que dizia: “Estou te protegendo, e tudo vai melhorar. Aguente firme”.
Mas não se tratava de uma mensagem enviada do além. Na verdade, a operadora de celular O2 havia repassado o número de Lesley Emerson para outro cliente.
O governo da Nigéria terá chegado a acordo com o grupo militante islâmico Boko Haram para um cessar-fogo e para a libertação de cerca de 200 adolescentes sequestradas há seis meses numa escola na cidade de Chibok, no nordeste do país.
O grupo chegou a divulgar um vídeo no qual exibe as jovens nigerianas em cativeiro.
O enviado do governo afirma ter representado o executivo nigeriano em duas reuniões com os insurgentes islâmicos no Chade, sob a mediação do presidente do Chade, Idriss Deby.
No entanto, algumas pessoas manifestaram dúvidas.
Este anúncio ocorre no momento em que o presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, deve anunciar sua candidatura à reeleição em fevereiro.
Terminaram, sem grandes novidades, as conversações multilaterais em Milão, Itália, sobre a questão ucraniana.
Após as conversações multilaterais, os presidentes, russo e ucraniano, terão estado reunidos à porta fechada.
Antes disso, o Presidente ucraniano, adiantou que foram feitos pequenos progressos, relativos ao contrato de gás natural com a Rússia e falou da importância de cumprir os acordos de Minsk:
“Em primeiro lugar, todos os lados devem seguir, firmemente, o memorando de Minsk e concentrar esforços na forma de implementar os 12 pontos, sem excepção.
Segundo, as eleições locais, que devem decorrer em Donetsk, terão por base apenas a lei assinada ontem.
Terceiro, fizeram-se alguns progressos, ainda que limitados, na questão do gás.”
Em conferência de imprensa, Vladimir Putin, falou da questão do gás e da disponibilidade russa para ajudar a Ucrânia a resolver a questão da delimitação de fronteiras:
“Há problemas para controlar a zona tampão. Nessa matéria avançámos bastante, na minha opinião. Foi alcançado um acordo sobre o uso de drones e tecnologias modernas para perceber de onde partem os ataques, se e quando eles acontecerem.
(…) Chegámos ainda a um acordo, com o nosso parceiro ucraniano, sobre as condições para retomar o fornecimento de gás ao país, pelo durante o inverno.”
Putin fez questão de deixar claro que não tem nada a ver com o conflito e, ainda em relação ao gás, disse que apesar da boa vontade russa a dívida ucraniana tem de ser paga, nem que seja com a ajuda da União Europeia.
Simona Volta, euronews: “Mesmo em Milão, a Rússia e a Ucrânia tentaram dialogar e mais uma vez, a Itália, a Alemanha, a França, o Reino Unido e as instituições europeias actuaram como mediadores. Mas Putin e Poroshenko mantiveram-se irredutíveis nas suas posições. Agora, resta saber o que vai acontecer em Bruxelas onde na terça-feira a Europa vai tentar sentar os países na mesa das negociações”.
Mais de meia centena de pessoas foram detidas no México suspeitas de estarem envolvidas no desaparecimento de 43 estudantes há três semanas.
Entre elas estão dezenas de polícias, o líder do cartel auto-denominado Guerreiros Unidos e vários elementos do grupo.
É a resposta das autoridades aos protestos que se estendem um pouco por todo o país e numa altura em que a tensão social é cada vez maior.
Ontem, centenas de pessoas saíram à rua em Acapulco para pedir maior celeridade na investigação.
Os manifestantes alertam, ainda, para a necessidade de combater a corrupção e o narcotráfico no país.
“O povo está farto. Os narcotraficantes estão infiltrados em todas as instituições. São eles quem manda e dizem o que deve feito ou não” refere um manifestante.
Os jovens – com idades entre os 17 e os 21 anos – desapareceram a 26 de Setembro, na cidade de Iguala, a cerca de 200 quilómetros da capital mexicana, depois de se terem envolvido em confrontos com a polícia municipal. Na altura, seis pessoas morreram e 25 ficaram feridas
Faleceu na tarde da última sexta-feira (17.10.2014), a artista das artes cénicas, Gilda Baptista, vulgarmente conhecida por Kenisha ou Mama Mukerista. Segundo informações chegada a nossa redacção, Kenisha já não andava bem de saúde nos últimos dias. Contudo, por amor as artes cénicas, esta artista que em vida fazia várias peripécias, retratando a vivência e sobrevivência dos moçambicanos perdeu a vida por motivos de doença.
Mama Mukerista, que chega aos palcos da cidade de Maputo, a substituir a colega Kalene, que fazia o triplo com o também já falecido pastor Djito, Castigo Muchanga, e o Djei que também veio a substituir o pastor Djito.
Este grupo na cidade de Maputo, isto é, o trio, Castigo, Kanisha e Djei, deram curso ao projecto que já havia iniciado com o falecido pastor Djito na Top Tv, onde o grupo era intitulado coisas da vida. Para amantes do teatro ou artes cénicas, não desgrudavam das telas para verem o seriado “coisas da vida”.
Volvidos dois anos e meio, com o grupo a conquistar mais espaço no teatro, e com uma das últimas peripécias (waro-waro) que foi levado ao palco do cine 700, da Matola, na província de Maputo foi um dos últimos sucessos da malograda.
A equipa da MMO deixa os sentimentos pela perda irreparável e para a sua família.
A 6ª edição da gala final do MMA decorrerá a 18 de Outubro do ano em curso, no espaço do Conselho Municipal (Praça da Independência), a partir das 21 Horas.
Para o efeito entrevistamos o Director Geral da DDB, Vasco Rocha, para com ele colher informações acerca dos preparativos da gala, este disse o seguinte ao MMO: “Os preparativos estão a decorrer bem, espero que São Pedro feche um bocado as torneiras. Começamos o ano passado a usar espaços da própria Cidade, ano passado usamos a Fortaleza, esse ano vamos usar o espaço do Conselho Municipal, de maneira que as transmissões de televisão possam também mostrar um pouco a Cidade. Este ano Vamos ter aqui a Trace que vai passar toda a gala no canal Trace nos próximos dias, e temos também aqui o pessoal do Angola MusicAward com a qual nós vamos fazer um Protocolo, processo que tem a ver com um dos nossos pilares que é a ponte para os artistas Moçambicanos poderem ir para outros mercados”.
Procuramos saber ainda na ocasião, o que levou o BCI MMA a formar parceria com o AMA, este afirmou nós que: “É um primeiro passo, nós vamos ter na gala alguns músicos angolanos, Dj’s angolanos na gala e no AfterParty. Nós queremos relacionar músicos Angolanos e Moçambicanos para poderem estar no próximo Angola MusicAward em Luanda. O Angola MusicAward começou geralmente tarde que o nosso MMA foi desenvolvendo e este ano fechamos de facto o acordo que permita que eles venham cá e mostrem aquilo que eles fazem bem em Angola.”
Questionado ainda sobre o que espera do acordo de parceria feito com o AMA, este salientou que: “ a ponte esteja criada, e que os próprios músicos aproveitem de facto a ponte, muitas vezes não depende só de nós, não me vais ouvir cantar, agora é preciso que os artistas Moçambicanos continuem a evoluir e a mostrar o valor, porque isso vai permitir a eles contactar com outras pessoas, com outros públicos.”
Não é segredo para ninguém: os peixes comem cada vez mais plásticos. Os números são assustadores. Das 350 milhões de toneladas de plástico produzidos por ano, sete milhões acabam nos oceanos.
Os peixes engolem entre 12 e 24 mil toneladas de lixo.
Toda a cadeia alimentar é contaminada. Quando o peixe chega ao nosso prato, já é tarde demais.
Para chamar a atenção para o problema, a associação cultural “Darb 1718” no Egipto organizou uma exposição com lixo recolhido por voluntários em várias praias e no Nilo.
“Recolhemos detritos de plástico em três zonas no Egipto, na água e nas praias. O nosso objectivo é educar as pessoas sobre os efeitos negativos do plástico”, disse Menat Allah, comissária da exposição.
Vários artistas egípcios foram convidados a participar no projecto. A exposição inclui atelier sobre a reutilização e a reciclagem do plástico e actividades pedagógicas com crianças.
A mostra pode ser visitada no Cairo até 22 de Novembro.
As forças curdas passaram ao contra-ataque em Kobani, no norte da Síria.
As Unidades de Defesa Populares conseguiram avançar no terreno após a intensificação dos raides aéreos por parte da coligação internacional contra os combatentes do Estado Islâmico.
Ao reforço dos bombardeamentos soma-se uma maior eficácia fruto da coordenação, até há bem pouco tempo inexistente, entre as forças curdas e os Estados Unidos.
Jen Psaki, porta-voz do departamento de Estado norte-americano já confirmou que Washington está a negociar directamente com o Partido Curdo da União Democrática, desde o fim de semana passado.
O encontro com responsáveis do partido político sírio-curdo ligado às milícias que defendem a cidade de Kobani, sitiada há cerca de um mês, ocorreu em Paris.
A troca de informações está a traduzir-se numa maior eficácia dos ataques. Centenas de extremistas terão sido mortos ao longo dos últimos dias na sequência dos raides aéreos.
O moçambola regressa este final de semana, na sua 24ª jornada, que por sinal, aguarda grandes jogos.
No domingo, temos o mais aguardado encontro entre o Costa do Sol e o Ferroviário de Maputo, no campo dos canarinhos, estes que vão procurar de todas as formas vingarem-se da eliminação na Taça diante deste mesmo ferroviário, para alem da derrota na jornada passada diante do Chibuto.
Outro aguardado encontro coloca frente a frente o Maxaquene e o Ferroviário de Nampula, este último que ainda sonha com a conquista do titulo, visto que está a um ponto do líder, Liga Desportiva de Maputo.
Na luta pelo título está igualmente o Ferroviário da Beira, a quatro pontos do líder da prova. Os “locomotivas” recebem o conterrâneo Têxtil para um duelo que promete muita luta. Os “fabris” vêm travando uma grande batalha pela sobrevivência e a derrota pode complicar ainda mais a sua situação já delicada.
Foi anunciada nesta quinta-feira (16) a parceria entre o BCI Mozambique Music Award e Angola Music Award, acordo este que permitirá um intercâmbio cultural entre os vencedores angolanos e moçambicanos do MMA.
Daniel Mendes, CEO do Angola MusicAward-AMA, afirmou que “esta parceria é muito importante para os artistas que participam tanto no MMA como no AMA, e acaba por ser uma porta para o trabalho que estamos a desenvolver, porque o objectivo que nós temos é internacionalizar os Artistas, e este é o primeiro passo que nos estamos aqui a dar. Para assinarmos esse acordo trouxemos o Gabriel Tchiema que é um dos vencedores do AMA 2014 na Categoria de melhor Música do Leste de Angola, ele que neste momento é o Embaixador do AMA 2015, esta também neste momento a caminho o melhor DJ de 2014 que é o Paulo Alves, e teremos também a nossa DJ oficial que esta connosco desde a nossa primeira edição. Veio também o Nelson Mangaia que é o Coordenador de Intercâmbio e Parcerias.”
Vasco Rocha, Director Geral da DDB, falando na Ocasião afirmou que“Uma das coisas que nos aprendemos com a Angola, dentro de algumas conversas que fomos tendo, e a sugestão que fomos tendo é que eventualmente para o ano a Final da Gala do MMA vai ser fora da Cidade de Maputo, portanto, vamos escolher uma Cidade, também há perspectivas de começar a se fazer alguns festivais fora da zona dos Awards, com os artistas Internacionais e Moçambicanos e Angolanos, e ainda algumas novidades”
Para esta edição do MMA, se farão presente de acordo com a parceria efectuada, o vencedor do AMA-Angola na categoria de Melhor Música Popular do Leste de Angola MusicAward Gabriel TChiema, e o Vencedor da categoria de melhor DJ Paulo Alves, e alguns Músicos Angolanos.
O Administrador do BCI, Manuel Soares declarou que, “O BCI Congratula por poder estar associado a este projecto, parabenizamos as duas organizações por este passo que tenho a certeza que vai contribuir para a melhoria das condições dos nossos Músicos, tanto Angolanos como Moçambicanos, é uma possibilidade de abertura de novos mercados”.
Ainda faltam quase quatro anos para a bola começar a rolar mas a FIFA já deu o pontapé de saída para o Campeonato do Mundo de 2018 com a primeira visita de inspecção das infraestruturas que irão acolher o mundial da Rússia.
A delegação de 40 especialistas iniciou a visita por São Petersburgo, onde os atrasos na construção do novo recinto do Zenit, com capacidade prevista para 66 mil espectadores, têm causado polémica. Seguem-se as cidades de Kazan, Sochi e Moscovo.
O mercado grossista do Zimpeto, arredores da cidade de Maputo, tem sido alimentado nas últimas semanas com produtos frescos de produção nacional, com maior enfoque para o tomate, que tem registado uma ligeira descida de preço.
Para além dos produtos frescos como o tomate, repolho, pimento, pepino e feijão verde, o mercado está sendo abastecido, de igual modo, com a batata proveniente dos distritos de Moamba, na província de Maputo, e Chókwè, em Gaza.
Dos produtos frescos, o tomate é o mais procurado e dependendo da sua qualidade, onde uma caixa de 20 quilos varia de 100 a 150 meticais.
“Neste momento que a produção nacional está em alta temos recebido entre 60 a 80 camiões de tomate em dias de bom abastecimento no mercado”, disse Moisés Covane, administrador do Mercado Grossista do Zimpeto.
Apesar da boa produção nacional, o mercado continua a ser abastecido por produtos importados, pois “ a produção nacional não cobre a totalidade do abastecimento do mercado, continuando assim a depender da importação”, avançou a fonte.
Um dos exemplos da dependência das importações dos produtos da África do Sul é a batata e a cebola, produtos que não registam grandes oscilações a nível do preço, segundo o administrador do Mercado Grossista do Zimpeto.
“Um saco de 10 quilogramas de batata importada custa entre 160 a 220 meticais, mas se for nacional, o preço oscila entre 140 a 160 meticais”, disse.
O feijão verde é o produto que teve um agravamento de preço, passando a custar 35 a 50 meticais o quilograma, devido ao fraco abastecimento do produto, facto originado pela redução da colheita do mesmo.
Refira-se que o mercado grossista do Zimpeto é o maior da cidade de Maputo e abastece não só os mercados da região sul bem como da região centro, concretamente a província de Sofala que tem se beneficiado do tomate vendido naquele mercado.
As eleições Presidenciais e Legislativas caracterizaram-se por grandes afluências de eleitores em todo o país, mas vários cenários contraditórios ao código eleitoral, mancharam este processo, tendo-se registado vários casos de fraudes, interdição de observadores, detenções e baleamentos.
Embora as mesmas, tenham decorrido num ambiente de grande afluência de eleitores, houve muitas escaramuças dentro deste processo, o que leva a opinião de alguns citadinos a afirmarem que estão arrependidos por terem votado.
De acordo com Paulo Sérgio, “nós votamos em vão, o nosso voto não vai mudar nada, por que é que esses partidos fazem campanhas e nos dizem para irmos votar, enquanto já sabem quem será o vencedor”, lamentou a fonte, enfatizando que mesmo antes do arranque das eleições, já se sabia quem seria o vencedor.
Para João Sengo, as eleições decorreram de uma forma positiva, num bom ambiente e sente-se confiante na vitória do seu partido e candidato que votou. “Estou satisfeito com a forma que a contagem preliminar que está a se desembocar, e aproveito através deste meio, para felicitar algumas províncias do nosso país, por terem feito o momento de votação numa verdadeira festa da democracia, onde houve um bom ambiente de votação, concretamente, Inhambane.
Escaramuças
O primeiro caso deu-se na Beira, Munhava, província de Sofala, onde um fiscal de mesa do MDM, teria sido baleado nas duas pernas pela polícia, segundo a vitima, por ter tentado denunciar um homem que transportava uma mochila contendo boletins de voto já utilizados e um líquido usado para limpar a tinta indelével que marca o dedo das pessoas que já votaram, mas as autoridades policiais dizem que, o caso deu-se por que o acusado, agrediu o chefe do posto no distrito de Dondo, na mesma província.
O segundo deu-se em Angoche, província de Nampula, onde um jovem ficou ferido com gravidade por um tiro disparado pela polícia, na tentativa de dispersar manifestantes junto aos postos de votação.
Com estes casos, mais uma entrevistada, apenas identificada por Clotilde, não escondeu o seu descontentamento, ao afirmar que, o processo ficou manchado com os vários casos que a fonte considerou vergonhosos.
Para Clotilde, o povo moçambicano nas próximas eleições não vai se fazer presente ou seja, não afluirá em massa como foi desta vez, justificando que, haverá muitas abstenções caso o governo não reaja sobre esses incidentes que marcaram as V eleições Gerais e Legislativas no país.
O Observatório Eleitoral através do reverendo Dinis Matsolo, apela aos eleitores a calma e serenidade, após confrontações em algumas partes do país por suspeitas de fraude eleitoral, com o início do apuramento dos resultados das eleições gerais.
Segundo Dinis Matsolo, os relatos de violência e agitação que se caracterizaram na última 4ª feira (15) em alguns pontos do país, são preocupantes, neste sentido, a observação eleitoral, instituição em que faz parte, está a fazer esforços para investigar os casos.
Os observadores, apelam a todos os eleitores a terem calma neste momento, prometendo que tudo está sendo feito para investigar os casos.
Neste momento, está em processo, o apuramento dos dados das eleições presidenciais, legislativas e para as assembleias provinciais moçambicanas que mobilizaram mais de dez milhões de eleitores. E por sua vez, a Comissão Nacional de Eleições (CNE), garantiu que dentro de 48 horas, os resultados poderiam começar a ser divulgados.
Refira-se que, nas eleições realizadas esta quarta-feira (15), concorriam ao pleito três candidatos ao escrutínio presidencial, nomeadamente, Filipe Nyusi, Afonso Dlhakama e Daviz Simango.
A Organização Mundial de Saúde estimou que o Ébola atingirá um pico de entre 5.000 e 10.000 novos casos por semana no início de Dezembro.
A agência das Nações Unidas estima também que a partir desse pico o número de infectados comece a diminuir paulatinamente graças às acções da luta contra a infecção que estão a ser aplicadas.
“Estou grato pelo empenho do pessoal civil e militar dos Estados membros, pelo material e pelo dinheiro, mas estou muito, muito preocupado que tudo isso não seja, nem de perto, suficiente para parar o Ébola. A melhor forma de proteger as pessoas dos países não infectados é ajudar a Guiné, a Libéria e a Serra Leoa a parar o Ébola agora, onde ele está”, disse Anthony Banbury, chefe da missão da ONU para o combate ao Ébola.
Segundo a mesma fonte, a taxa de mortalidade da epidemia situa-se nos 70% nos três países da África ocidental mais afectados.
Em teoria, os dados apontam para uma taxa de sobrevivência de 50%, mas os números mascaram a realidade.
Nina Pham, a enfermeira infectada com o vírus Ébola nos Estados Unidos, afirmou que se sente bem, segundo um comunicado divulgado pelo hospital onde trabalha.
Em Espanha a auxiliar de enfermagem também infectada com o vírus do Ébola registou uma “leve melhoria no seu estado clínico” e encontra-se estável, disse o director geral do Hospital Carlos III, onde está internada.
Com o objectivo de promover uma reflexão sobre a alimentação a nível mundial e, principalmente, sobre a fome no planeta, celebra-se, em 16 de Outubro de cada ano, desde 1981, o Dia Internacional da alimentação.
Para este ano, com o lema “Alimentar o mundo, cuidar o planeta”, o objectivo é de sensibilizar para a importância da agricultura familiar e dos pequenos agricultores. Centra-se a atenção mundial na erradicação da fome e da pobreza, na promoção da segurança alimentar, na melhoria da nutrição e da qualidade de vida, na protecção do meio ambiente e no desígnio do desenvolvimento sustentável, em particular nas zonas rurais.
Ernesto Ngomane, nutricionista e chefe de cozinha no HCM considera que este é um dia em que os nutricionistas e cozinheiros, quer profissionais, quer os que o fazem na actividade doméstica devem reflectir no tipo de alimentação que servem. “Trata-se de um dia que não deve passar despercebido e nós, como servidores da sociedade, na área da saúde, prestamos uma educação alimentar para que a população seja alimentada com segurança e viva com saúde”, disse Ngomane e advertiu “Os cozinheiros devem ter muito cuidado com a higiene pessoal e dos alimentos que confeccionam, de modo a evitar doenças, sobretudo as diarreicas”.
Hoje, sendo um dia especial, o cardápio daquela unidade sanitária, a maior do país, será constituído por um prato chamado jardineira.“Trata-se da junção de muitos vegetais tais como couve, repolho, cenoura, feijão verde, numa mistura afrodisíaca, que fortifica o sistema imunológico do ser humano, limpando todas as impurezas”. Explicou Ngomane
Segundo um relatório do Secretariado Técnico de segurança Alimentar e Nutricional (SETSAN), 43 por cento das crianças moçambicanas, dos 0-06 anos sofrem de desnutrição aguda, situação que ameaça comprometer o processo normal do seu desenvolvimento físico e intelectual.
De referir que este dia foi escolhido para assinalar a criação das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em 1945.
Associação dos Músicos Moçambicanos (AMMO) é uma Organização sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, construída por adesão individual e outras individualidades que exerçam tarefas de produção, estudo e divulgação da Música Moçambicana.
A equipa da Moçambique Media Online, escalou esta segunda-feira (13), a Associação Dos Músicos Moçambicanos (AMMO), para uma interacção com o Secretario Adjunto desta agremiação, Douglas Harris, para com ele colher alguma informação sobre o real estágio daquela Entidade.
Segundo Douglas: “a actual direcção vai no seu segundo mandato, e encontrou uma situação lastimável, isto é, no primeiro mandato nosso, tivemos que tomar uma serie de medidas administrativas que era para inverter a situação em que se encontrava a Organização. Pedimos vários apoios dentro e fora do país, recebemos esses tais apoios, e dizer que ajudaram bastante para inverter a situação, e hoje respiramos um pouco de ar puro, claro que as dificuldades são sempre constantes em qualquer Organização, pretendemos melhorar a vida dos nossos associados e a classe no geral”.
É de salientar que o AMMO tem como objectivo, congregar e representar os músicos moçambicanos; promover o desenvolvimento e a divulgação da música como forma de defesa e consolidação de Unidade Nacional; entre outros afins que beneficiam esta classe:
Quando questionado, Douglas sobre o apoio que esses dão as artistas quanto ao lançamento discográfico, a progressão da carreira, e a dificuldade em produzir os seus trabalhos, este respondeu dizendo: “Quero aqui recordar que a situação dos músicos não depende da organização mas sim depende da união dos músicos, digo isso porque os músicos devem estar enquadrados nas associações, neste caso a associação mãe que e a AMMO. Quando os músicos andam dispersos torna-se difícil resolver os problemas, aparece um e outro que consegue através dessas organizações como Mcel, Vodacom e outras, mas nos gostaríamos de facto que esse apoios partissem internamente da organização para os artistas, mas enquanto não recebemos esses tipo de apoio nos vamos tentando criar minimamente condições para que o musico grave, nos hoje temos um estúdio de gravação, e mais benéfico para aqueles que são membros, que honram com os seus compromissos que são as cotas, e a sua participação interna nas nossas actividades e esses tem-se beneficiado na gravação, e para aqueles que não são associados nós temos um valor, também não penalizamos por ser músico e não ter condições, torna-se mas barato gravar aqui do que nos outros estúdios, porque nos queremos que os nossos artistas nacionais tenham a possibilidade de gravar os seus discos.”
Não obstante, procuramos saber do Douglas quanto a Pirataria discográfica existente no nosso mercado, visto que a Associação dos Músicos Moçambicanos junto com a SOMAS, desencadearam uma campanha contra a pirataria em Moçambique, este respondeu dizendo: “Isto nos preocupa bastante como Associação, porque nos somos parceiros com a associação dos escritores que é a SOMAS, recebemos sempre queixas dos artistas e nos já fizemos campanha de recolha de discos piratas, o grande problema nisso é que não existe vontade Política para resolver esse assunto, este é um assunto que envolve vários actores e também tem uma serie de implicações, as autoridades sabem onde é que são feitos os discos, então é uma questão de vontade política, dando um exemplo concreto, porque que nos temos a polícia de trânsito nas estradas, é para controlar o tráfego, punir, os infractores, e porque que não acontece o mesmo com a pirataria, a pirataria não é só discos, são vários outros factores, mais não existe vontade política para se resolver esta situação, por isso continuamos nessa situação”.
Procuramos ainda saber do Secretário adjunto, o que estes tem feito para incentivar aos artista a participar no MMA-Mozambique Music Awards, Douglas respondeu o seguinte : “MMA é uma entidade, nos não interferimos directamente, não existe uma parceria entre o MMA e a Associação dos Músicos Moçambicanos, mas a MMA tem convidado a AMMO para fazer parte neste processo, de vez enquanto nos injectamos membros da Organização da Direcção para participar directamente neste concurso, mas nos não temos muita influência sobre isso, agora como organização, a nossa opinião e que é bem vindo, desde que o assunto seja tratado de forma transparente e que haja responsabilidade sobre o assunto, e que de facto ajude os artistas, para nos é bom que aconteça, se não acontece e que não vai sair coisas positivas em benefícios dos artistas que participam neste processo.”
Recentemente tivemos uma perda lastimável no mundo da música em Moçambique, o falecimento da Cantora Elsa Mangue, procuramos colher informação do Douglas sobre o apoio que estes dão nesse tipo de situação, O Secretário Adjunto do AMMO respondeu o seguinte: “Esta é uma situação de lamentar. A morte da nossa colega foi muito triste. Também aproveito esta oportunidade para chamar atenção a sociedade porque é um assunto da sociedade, está a um nível que não nos diz muito respeito, é a própria sociedade que tem de resolver esse tipo de situação, o que aconteceu com a nossa colega não difere do que acontece com muitos concidadãos nossos, agora nos como associação não temos muitas condições, porque nos não recebemos orçamento Geral do Estado, dependemos das cotizações, nenhuma organização pode sobreviver com 50mts de cotas, nos trabalhamos com muitas dificuldades, mais na medida do possível nos tentamos minimizar, ajudamos os músicos, nos temos acordos, parcerias com a associação dos médicos que tem ajudado bastante os nossos músicos quando estão doentes, também nos tentamos sensibilizar os músicos na importância de ter o seguros de vida, porque estes não podem depender só da Associação, então a associação tem esta política de fazer seminários, convidar os membros para discutir os assuntos relacionados com a vida do artista, convidamos Ministérios para discussão do assunto, tais como o do Trabalho, da Cultura a Autoridade Tributaria, e até já fizemos seminário com o Standard Bank, por causa da questão dos músicos terem o Seguro de vida e a vantagem de estarem a segurados, já tivemos seminário com a Emose, junto com os músicos, apelando a estes para aderir a esses seguros de vida, agora nos temos um grande problema aqui em Moçambique, os músicos não tem noção do que é o associativismo, esses são ignorantes com relação a esse assunto, não tem noção da importância de ter o seguro de vida, e não cabe a associação pegar um homem adulto levar a força a Emose, ao BIM, ao Banco de Moçambique para adquirir o seguro, essa é uma questão individual, Na Europa qualquer cidadão tem seguro de vida, mas nos não temos essa cultura.”
Já no término da conversa, o nosso interlocutor deixou mensagens para a sociedade e para os músicos dizendo: “Para uma sociedade justa, limita enfermidades, enquanto a sociedade não for justa teremos sempre mendigos nas estradas, pessoas frustradas, jovens frustrados, então é preciso que a sociedade assuma as suas responsabilidades como sociedade para resolução de problemas enfermos a sociedade. Um apelo em nome pessoal”.
“ Aos músicos primeiro a união, tem que haver união entre os músicos, tem que haver respeito, e um músico tem que ter a consciência que é um espelho para a sociedade, é o mensageiro para a sociedade de boas praticas, e o músico tem responsabilidade social, respeitar os seus fãs e sobre tudo respeitar esta sociedade, nenhuma sociedade vive sem regras, nos não podemos viver numa ilha, nos assistimos músicos que depois de terem um pouco de dinheiro se julgam ser superiores aos outros cidadãos, não podemos viver de ilusões, temos que viver a realidade do dia-a-dia a que estamos expostos, muitas vezes vemos músicos que vivem de sonhos, fazem vídeos com carros de luxos mas na realidade nem casa tem, então não podemos estar a criar expectativas na sociedade daquilo que não existe, o músico tem que ter postura real da vida quotidiana de um Moçambicano.”
Moreira Chonguiça e sua “Banda The Moreira Project” arrecadaram o maior prémio do festival Jazz blue Cotai, realizado de 09 de Outubro a 12 do corrente mês, em Macau.
Neste festival desfilaram os maiores agrupamentos do jazz, onde o saxofonista Moçambicano e a sua banda consagraram-se vencedores do primeiro prémio no festival realizado em Macau na China. Trata se da terceira edição deste festival e a primeira que o saxofonista moçambicano e sua banda participam e ganham ou melhor, levam para casa o maior troféu, que é 250 mil dólares.
Em uma conferência de Imprensa concedida aos Jornalista presentes no Aeroporto Internacional de Mavalane, após a sua chegada, Moreira afirmou que “primeiro eles são Moçambicanos, antes de ser Músicos, este evento incorporou 184 bandas das quais 12 se qualificaram. Estas 184 bandas são do mundo todo, e The Morreira Project foi a única Banda Africana presente. O factor de ser Moçambicano e Africano foi o mais importante, talvez ainda houvesse mais responsabilidade para isso, porque a partir do momento que se anunciou isso, todo Continente estava a espera de isso acontecer. “
Na ocasião, Moreira quando questionado sobre o critério para o condimento desta apresentação, este declarou que “nos até conversamos sobre isso, nos não inventamos nada, a intenção não era participar como concorrentes, era mais divertirmos um pouco fazer aquilo que sabemos fazer de melhor, nos não fomos competir, nós fomos ao festival, agora acontece que o festival é uma competição, se eles decidiram que fomos os melhores, obrigado e nos aceitamos com muito orgulho.”
O Cotai Jazz & Blue festival teve como capa de cartaz o músico inglês Anthony Strong e teve ainda a presença das bandas lusófonas Budda Power Blues, de Portugal, Afro Jazz, do Brasil.
O Saxofonista Moçambicano disse ainda que dedica o prémio, tendo dito que “Depois de termos ganho esse prémio, nós fomos oferecidos quatro shows que eram para a próxima semana, mais nós temos que cumprir o nosso dever de cidadania por isso voltamos esta terça feira (14), porque temos que votar. Estamos a dedicar esse prémio a todos que vão votar amanhã, votem em massa.”
Chonguiça ainda salientou dois pontos importantes que o prémio trouxe para a Banda The Moreira Project, “Que a cultura e a arte é um produto comercial, tem que se pagar pela arte, existem estereótipos de que a arte e o músico tem de dar o trabalho de borla, em Moçambique querem tudo de borla, não é justo, a arte paga-se, e renova-se também que a arte não e barata. Com isso entendemos que este prémio renova, enaltece, revitaliza esse fenómeno.”
A Selecção Nacional de Futebol de Moçambique não foi para além de uma derrota por 0-1 diante da sua congénere de Cabo-Verde, no jogo da última quarta-feira (15), que teve lugar na cidade de Praia, a contar para o primeiro jogo da segunda volta rumo ao CAN-Marrocos 2015.
Os Tubarões azuis entraram com rigor de reivindicar a derrota por duas (2) bolas sem resposta, alcançada no Estádio da Machava, em Maputo, mas a turma moçambicana entrou com determinação e astúcia para controlar o jogo, esforço que resultou em fracasso, pois a tal atitude da qual se falava não foi demonstrada no campo.
Viu-se um jogo onde, mandaram os donos de casa, alias como se costuma dizer na gíria desportiva, “manda que joga em casa” e, parece que o jogo não fugiu da regra. De facto os donos do terreno comandaram desde o primeiro até, ao último minuto.
Pouco se viu de Moçambique, diferente daquele que jogou e brilhou no terreno das locomotivas da capital. Na verdade, foi um apagão sem igual, sem pedalada, sem pernas para andar.
Continuava a turma de casa a dominar, a procurar um espaço para pelo menos marcar um, levantando o público que lá esteve presente para apoiar os Tubarões.
De tantos contrataques feitos, a defensiva moçambicana respondia com satisfação, empurrando todas as bolas para longe da sua baliza e, bloqueando com sabedoria os esquemas tácticos. Os tubas não descansavam, pois tinham esperanças e recomeçavam os contra-ataques com sentimento de esperança.
Moçambique encostado na amuralha, Cabo-verde tomava a conta da revindicação. Após 70 minutos defendidos com rigor e teor, o cansaço tomou conta dos mambas, naquele momento o técnico cabo-verdiano, optou por lançar Hélder, camisola dez que, viria a causar estragos aos 79 minutos, era o 1-0 a favor dos donos de terreno.
Pano ao chão, acordam os mambas aos 80 minutos depois de sofrer o primeiro e único golo que, se registou na partida. Tentativas de empate morreram, esperança de 1 ponto desapareceu.
No final um cruzamento vindo da direita encontra a cabeça de Dário que remata forte para a mão de um defesa cabo-verdiano, que não foi considerado pelo arbitro malawiano.
Foi de certeza o último tento com um perigo a favor dos comandados por João Chissano. Aliás, houve uma substituição de Josemar por Isac que não resultou em nada. Mesmo com Sonito cansado, João Chissano optou por deixa-lo.
Naquele momento em que o técnico cabo-verdiano mandou dois reforços para se aproveitarem de algumas lacunas da defesa moçambicana, seria o tempo ideal para reforçar a defesa que já andava solta.
Apesar da derrota em Praia, Moçambique ainda sonha em chegar à fase final. Noutro jogo ainda do mesmo grupo F, a Selecção da Zâmbia humilhou o Níger por 3 bolas sem resposta, depois de um empate havido entre as duas selecções.
No que tange a classificação Cabo-verde lidera com 9 pontos, de seguida, Moçambique e Zâmbia com 5 pontos, mas os Mambas ocupam a segunda posição por causa do empate alcançado no terreno dos Chipolopolo. Por fim Níger isolada na última posição com apenas dois pontos.
No próximo jogo, a Selecção Nacional recebe Zâmbia, onde no caso de vitória pode se qualificar para a fase seguinte da qualificação.
O mistério do desaparecimento de 43 estudantes no México aumenta a revolta das ruas contra as autoridades do país.
Milhares de universitários manifestaram-se ontem na capital, frente ao edifício do Procurador Geral da República para exigir uma resposta sobre o paradeiro dos estudantes, desaparecidos desde 26 de Setembro após um protesto em Iguala marcado por seis mortos e 25 feridos. Um protesto abalado por actos de vandalismo à margem da manifestação.
“Queremos saber onde estão os nossos colegas. Queremos que regressem com vida. Queremos respostas, pois os estudantes mexicanos correm perigo pois o governo tem medo dos estudantes”.
As autoridades detiveram até agora mais de 50 pessoas, a maioria polícias, acusados de estarem envolvidos no desaparecimento dos estudantes, em colaboração com um grupo criminoso local, mas sem conseguir localizar o paradeiro ou os corpos dos 43 jovens.
Os protestos prometem aumentar de tom nos próximos dias, quando estão previstas ocupações de edifícios públicos e mesmo de refinarias e aeroportos para exigir uma resposta das autoridades.
A policia afirma ter detido ontem, Raúl Nuñez, o responsável do financiamento do grupo criminoso, “Guerreiros Unidos”, alegadamente responsável pelo aparente sequestro dos jovens. Nuñez pagaria uma soma mensal ao sub-director da polícia de Iguala, em troca de protecção. Segundo os primeiros resultados da investigação, a polícia e os membros do grupo criminoso estariam envolvidas no desaparecimento dos jovens.
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