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Terça-feira, Maio 5, 2026
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Arrancam obras de reabilitação da ponte sobre o rio Pungué

A empresa chinesa Anhui Foreign Economic Construction Corporation (AFECC) iniciou as obras de construção da segunda ponte sobre o rio Pungué, entre os distritos do Dondo e Nhamatanda, na província de Sofala.

As obras de construção da ponte, com 250 metros de comprimento, simbolizam, o início do projecto de reparação da Estrada Nacional Número Seis (EN6) em toda a sua extensão de 288 quilómetros, que liga cidade portuária da Beira à vila fronteiriça de Machipanda com o vizinho Zimbabwe.

Segundo o porta-voz da Direcção Provincial das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos em Sofala, José Luís, a segunda ponte sobre o Púnguè visa permitir que o troço tenha duas faixas de rodagem, enquanto o construtor vai simultaneamente abrindo frentes de trabalho ao longo do traçado da via entre Beira e Machipanda com vista a executar a obra no prazo previsto de 36 meses.

As obras estão orçadas em 410 milhões de dólares financiados pelo Banco de Exportações e Importações (ExIm) da China, vão ser construídas três praças de portagem, duas básculas, seis postos de controlo policial e 50 paragens de transportes públicos e serão reparados pontes com uma extensão conjunta de 1652 metros, sete aquedutos.

Alimentos inseguros causam doenças diarreicas a mais de 800 mil pessoas

Mais de 835 mil pessoas foram-lhes diagnosticadas doenças diarreicas, no ano passado, a maioria associadas ao consumo de alimentos não seguros.

 Segundo escreve o Jornal o  País, deste universo, 132 440 estavam relacionadas à disenteria, doença inflamatória do intestino que causa fortes dores abdominais, e 480 à cólera.

Os dados foram relevados, na última sexta-feira, pela ministra da Saúde, no lançamento das celebrações do Dia Mundial da Saúde, que se assinalou sábado  em todo o mundo.

Este ano, a efeméride será celebrada sob o lema “Alimentos seguros”, dada a preocupação mundial com o número de pessoas infectadas anualmente por doenças relacionadas ao consumo de alimentos não seguros.

Aliás, Nazira Abdula explicou que o lema deste ano tem que ver com as alterações na produção de alimentos, distribuição e consumo, bem como do ambiente, que resultam no aparecimento de novos e emergentes microrganismos e na resistência a antibióticos.

Segundo a Organizacao Mundial da Saúde as doenças transmitidas por alimentos mataram 351 mil pessoas no mundo em 2010.

Um relatório da agência da ONU sobre o assunto, divulgado  na passada  quinta-feira, calcula que o número de infecções globais causadas pelo consumo de comida estragada chegou a 582 milhões.

A OMS afirma que “alimentos inseguros podem causar mais de 200 doenças, indo desde a diarreia ao câncer”. A organização cita como exemplos a comida de origem animal mal cozida, frutas e vegetais contaminados com fezes e mariscos que contenham biotoxinas.

O relatório diz ainda que os países africanos foram os mais afectados pelos problemas de saúde causados pelo consumo de alimentos estragados seguidos das nações do sul e leste da Ásia.

As crianças com menos de cinco anos representam mais de 40 porcento das pessoas que contraíram alguma doença ou infecção.

Nyusi lança Chama da Unidade por ocasião de 7 de Abril e 40 anos de Independência

O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige esta terça-feira, em Namatil, província de Cabo Delgado, a cerimónia do lançamento da Chama de Unidade Nacional, por ocasião da celebrações dos 40 anos de independência nacional e do dia 7 de Abril.

“O programa do Chefe de Estado moçambicano, na povoação de Namatil, distrito de Mueda, contempla uma deposição da Coroa de Flores no Monumento em Homenagem aos Heróis Moçambicanos, por ocasião do Dia da Mulher Moçambicana”, lê-se na nota de imprensa emitido pela presidência.

Termina em pancadaria partida de futebol no campo do Zixaxa

O campo do Zixaxa, no bairro do Chamanculo, arredores da cidade de Maputo, foi palco de um confronto violento entre dois jovens que participavam de uma partida de futebol de veteranos, na manhã deste domingo.

Roubo de chuteiras, por parte de um dos intervenientes, terá sido a causa imediata da luta, que terminou com ferimentos graves ao acusado depois de sofrer golpes na cabeça com recurso a pedras e garrafas.

Os outros jogadores que participavam do jogo assistiram impávidos ao embate entre os dois jovens, por sinal vizinhos, alegando que era um caso que apenas dizia respeito a eles.

O jovem ferido foi encaminhado mais tarde ao Hospital Central de Maputo.

MDM: Moçambique vive segundo vontades bipartidárias

O Movimento Democratico de Moçambique (MDM) volta a reclamar de exclusão do seu partido nos assuntos nacionais. Entretanto, a terceira maior força política nacional considera o país refém da Renamo e da Frelimo.

Segundo o chefe da bancada, Lutero Simango, a continuidade de um diálogo não inclusivo e a persistência de uma tendência de tornar Moçambique refém de duas vontades é um princípio antidemocrático e atenta contra o Estado de direito, contra a liberdade e enfraquece as instituições democráticas que se pretendem que sejam fortes, tornando a esperança de muitos moçambicanos sombria.

 “A tentativa de impor o bipartidarismo aos moçambicanos será a destruição do sonho da liberdade, será o regresso a uma ditadura e ao pesadelo verdadeiro, que alguns advogam”, disse.

Plano Quinquenal do Governo 2015-2019 sofre alterações

O Plano Quinquenal do Governo para 2015-2019, poderá sofrer alterações para incluir algumas contribuições da sociedade civil e outras recomendações discutidas e decididas no decorrer da Sessão do Comité Central da Frelimo, realizada recentemente na Matola, província de Maputo.

Segundo o porta-voz da bancada parlamentar da Frelimo, Galiza Matos, explicou que as Comissões de Especialidade da AR estão a produzir os pareceres do Programa, razão pela qual o documento inicial deverá sofrer algumas alterações pertinentes.

“A nível dos pareceres, por exemplo na Comissão do Plano e Orçamento (da AR), vários grupos interessados em colocar um e outro aspecto estão a fazê-lo, e nós como Assembleia da República e como bancada parlamentar acolhemos estas e outras opiniões de bom agrado para que os moçambicanos sintam-se reflectidos neste Programa”, disse.

PRM baleia suposto malfeitor em Maputo

Um indivíduo foi baleado nesta quinta-feira, pela Polícia da República de Moçambique (PRM), quando tentava fugir na posse de três armas do tipo pistola, no bairro da Maxaquene, na cidade de Maputo.

O porta-voz do comando da cidade de Maputo, Orlando Mudumane disse quando a Polícia invadiu a casa do suspeito e na tentativa de fuga, houve uma troca de tiros que resultaram no baleiamento, nas pernas, para neutralizá-lo.

O suspeito refuta parcialmente a acusação da PRM e diz que quando a Polícia chegou à sua casa, exigiu-lhe apenas que colocasse as mãos no ar e, em seguida, os agentes começaram a disparar contra ele.

Governo aprova novos salários mínimos no país

O Conselho de Ministros aprovou hoje, em Maputo, durante a sessão ordinária, uma nova tabela dos salários mínimos por sector de actividade em Moçambique, a partir da quarta-feira (1).

Segundo a nova tabela, são  3000,00 meticais o mínimo mais baixo e  8050,00 o mais alto.

A Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo,  disse que foram aprovados novos salários mínimos para oito sectores de actividade.

“Para o sector da Administração Pública, Defesa e Segurança a negociação ainda não foi feita, mas tudo indica que os salários devem ser aprovados ainda este mês”.

Segundo referiu a ministra, as discussões neste sector vão decorrer com o Sindicato do sector e a decisão não carece de passar pela Comissão Consultiva do Trabalho, sendo a aprovação feita directamente pelo Conselho de Ministros.

Para o sector das salinas  o reajustamento mais baixo, é na ordem de 4.13 por cento, sendo que o mínimo passou dos anteriores 4010,00 meticais para 4176,00. A variação mais alta em termos percentuais é do sector da construção civil, com 13.5 por cento, que passa de 3953,00 para 4483,00 meticais.

No sector I (agricultura e pecuária, florestas e silvicultura) o reajustamento foi de 5.74 por cento, passando dos anteriores 3010,00 para 3183,00 meticais. No sector II a pesca semi-industrial passou dum mínimo de 3167,00 para 3500,00 e de kapenta de 2857,00 para 3000,00 meticais.

No sector de extracção de minerais nas grandes empresas os salários variam dos anteriores 5350,00 para 5643,00 meticais. A indústria transformadora, no seu todo, teve um acréscimo de 9.43 por cento e o mínimo é de 4815,00 meticais e na panificação o reajuste é de 8.44 por cento, passando para 3790,00 meticais.

No sector da electricidade, água e gás o reajuste para as pequenas empresas foi de 8.3 por cento, passando a vigorar um mínimo de 4851,00 meticais e para as grandes empresas é de 13.3 por cento e os trabalhadores com o salário mais baixo vão passar a auferir 5402,00 meticais.

A construção civil passa para um mínimo de 4483,25 meticais, contra os anteriores 3953,00.

O sector das actividades não financeiras beneficia dum reajuste de 10.59 por cento, passando o salário de 4228,00 para 4676,00 meticais.

O subsector de bancos e seguradoras, que consta do sector das actividades financeiras, teve o mínimo alterado em 7.84 por cento, passando para 8050,00 meticais e para as micro-finanças, micro-seguros e outras actividades auxiliares passam a vencer 7800,00 meticais, um aumento na ordem de 7.72 por cento.

Em termos práticos a concertação social deste ano alcançou consensos em percentagens mais baixas em relação à do ano passado, em que se tinham conseguido reajustes entre 6,2 e 20,4 por cento.

Abortada passagem 24 emigrantes ilegais em Inhambane

Vinte e quatro cidadãos de nacionalidade malawiana viram frustrada a sua tentativa de atravessar ilegalmente o país com destino à África do Sul. Os mesmos foram repatriados ao seu país de origem após a sua descoberta nos serviços de migração da cidade da Maxixe, província de Inhambane.

Segundo o jornal O Pais ,no total, eram 72 cidadãos de origem malawiana, tanzaniana e zambiana que entraram no país através da província de Tete.

Os mesmos tinham como destino final a vizinha África do Sul. Os imigrantes viajavam numa viatura de transporte de passageiros e, na madrugada de segunda-feira, foram interpelados pela Polícia no rio Save. Foi neste posto de controlo do distrito de Govuro onde a Polícia suspeitou a legalidade dos mesmos, tendo os remetido aos serviços provinciais de Migração na Maxixe. Estes apuraram que, de facto, 24 cidadãos estavam ilegais no país.

Mais de 11 mil empresas públicas e privadas não pagam imposto do INSS

O Sistema de Segurança Social Obrigatório registou, até Dezembro de 2014, mais de 11 mil contribuintes devedores, e consequentemente, 117 mil trabalhadores ficam sem cobertura.

Falando a jornalistas nesta quinta-feira, Francisco Mazoio, presidente do Instituto Nacional de Segurança Social, revelou que o órgão de seguro social vai perdoar e reduzir as multas de juros de mora em 50 por cento de dívidas contraídas no Sistema de Segurança Social Obrigatória até ao mês de Fevereiro de 2015, às micro, pequenas e médias empresas que procedam o pagamento integral da dívida de contribuições até ao dia 10 de Junho próximo.

“A medida visa a assegurar o acesso dos benefícios da Segurança Social aos mais de 117 mil trabalhadores e familiares e estimular a actividade económica das empresas, minimizando os encargos relativos a multas e juros de mora, por isso a INSS decidiu aprovar”, assegurou Mazoio.

“Diálogo entre o Governo e a Renamo promove clima de instabilidade”

A bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) considera o diálogo político em curso no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano (CICJC), entre o Governo e a Renamo,  promove um clima conducente à instabilidade e alimenta incertezas.

Lutero Simango, chefe da bancada parlamentar do MDM, entende que é um diálogo infinito e bipartidário, que não dá sinais de terminar e de resolver os pendentes do Acordo Geral de Roma.

“Acreditamos que apenas com instituições políticas, sociais e económicas, independentes, inclusivas e responsáveis é possível alcançar um objectivo comum, em conformidade com o estabelecido na Constituição da República e demais legislação em vigor no país”, disse à margem da abertura da primeira sessão ordinária da VIII legislatura da Assembleia da República, nesta terça-feira, em Maputo.

Mais de 30 mil turmas estudam ao relento

Pouco mais de 30 mil turmas estudam ao relento, na sequência da destruição de cerca de mil salas de aulas pelas cheias que afectaram o país, particularmente nas regiões centro e norte.

A informação foi avançada pelo ministro da educação e desenvolvimento humano, Jorge Ferrão, que falava nesta quarta-feira em Maputo, durante a sessão de abertura da Reunião Anual de Revisão do Plano Estratégico 2012-2016, com a duração de dois dias.

““As estatísticas apontam para mais de 30 mil turmas a estudar ao relento em Moçambique, em resultado da destruição de cerca de duas mil salas de aulas pelas cheias””, revelou o ministro, acrescentando, que “as dificuldades e os desafios do sector não devem ser encarados de forma negativa.”

Segundo o ministro, actualmente existem cerca de meio milhão de crianças que estudam por baixo de árvores.

Na ocasião, o ministro disse que “em todo país faltam mais de 800 mil carteiras em várias instituições de ensino. Estes números poderão crescer, se uma resposta condigna não for providenciada, pois todos os anos teremos cerca de meio milhão de crianças que entram para o sistema, pela primeira vez.”

As turmas das escolas públicas em Moçambique são compostas por aproximadamente 60 alunos, o que contribui para que, em alguns casos, os professores não dêem a devida atenção a todos os alunos.

Cidade de Maputo invadida por mendigos e dementes

Nos últimos tempos a cidade de Maputo tem registado um alto índice de mendicidade, porém alguns dos mendigos tem todas as condições necessárias para trabalhar.

Tal como acontece em muitas cidades do país, na cidade capital, Maputo, o número de mendigos continua a atingir níveis alarmantes.

Alguns cidadãos entrevistados afirmaram que a maioria das pessoas que padecem de doenças mentais é vítima de feitiçaria realizada por indivíduos de má-fé que decidem alterar o funcionamento psíquico de um parente porque lhe foi roubado algum bem ou porque existem problemas sociais entre os familiares.

Os doentes mentais quando se dirigem à rua ficam totalmente indiferentes aos acontecimentos da comunidade e das famílias.

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Outro fenómeno que  também virou moda em quase todos os cantos do país é o vulgo ni kombela zimola “peço” sobretudo nos grandes centros urbanos.

Em Maputo, as avenidas ficam repletas de gente que pede esmola. Pede-se às portas de lojas, bares, semáforos restaurantes, hotéis, igrejas, mesquitas, instituições de ensino, escritórios, entre outros.

Mas nem todos os que pedem esmola são gente que não pode fazer algo. Contudo, seja como for, ajudam a engrossar o batalhão de mendigos.

Embora a mendicidade seja um fenómeno que existe, na nossa sociedade, nota-se uma concentração de um certo tipo de pessoas, nomeadamente, os idosos, Jovens e crianças junto aos estabelecimentos comerciais.

Às sextas-feiras, os comerciantes muçulmanos dão esmola em cumprimento de um dos princípios da sua religião que é essencialmente o de dar caridade aos necessitados.

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Mas algo pior preocupa aos moçambicanos. É que aliado à mendicidade, constata-se, nas atitudes de alguns cidadãos, um comportamento que revela demência, sujando a imagem do país, sobretudo no que tange ao olhar dos turistas.

A cidade de Maputo é um dos locais em que se pode ver homens a andar pelados ou com a roupa suja e o cabelo desmazelado, muitas vezes proferindo palavras insultuosas, sem que tenham um alvo específico.

Por vezes, essas pessoas manifestam um comportamento violento, chegando a agredir outros cidadãos que deambulam pelas ruas da cidade.

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PRM deteve 72 imigrantes ilegais malawianos na Maxixe

Estes dados foram revelados pela Polícia da República de Moçambique, na cidade da Maxixe, depois de ter interpelado um grupo de imigrantes ilegais de nacionalidade Malawiana, no bairro de Mabil, arredores daquela urbe.

Segundo o comandante da PRM naquela cidade, Joaquim de Nascimento, falando a nossa equipe de reportagem na manhã da última terça-feira, os 72 imigrantes ilegais, entre homens e mulheres, faziam-se transportar num Machimbombo do grupo Time Line, da companhia malawiana e com matrícula estrangeira BS 6840, cujo destino do mesmo era a república sul-africana.

Deste número de malawianos 38 são do sexo masculino e 34 do sexo feminino, com idades entre 20 e 40 anos. Os mesmos foram surpreendidos pelas autoridades policiais por volta das 6.00 horas da última segunda-feira, quando pararam a viatura para fazer as necessidades biológicas, a população que supostamente estranhou a presença massiva daqueles estrangeiros comunicou de imediato a polícia para vir ver de perto o que estava a acontecer.

“Retivemos os imigrantes ilegais, que estavam em trânsito e com  destino a Maputo onde de lá iriam partir para a África do Sul e os interpelamos na zona de Mabil. Quando exigimos a sua documentação constatamos que estávamos perante um grupo de pessoas duvidosas, o que obrigou a polícia ter que os conduzir até a esquadra onde se fez uma triagem minuciosa”, Sublinhou Joaquim de Nascimento.

A detenção destes imigrantes ilegais, constituído sobretudo por jovens foi possível graças à coordenação dos serviços de migração e a colaboração da população e dada a situação, foi necessária uma intervenção imediata das autoridades policiais. A busca de melhores condições de vida em Moçambique e África do sul é apontada pelo comandante da PRM como uma das razões sistemáticas de entrada de imigrantes no país.

A maior destes compõe parte de refugiados que abandonaram um centro de acolhimento em Malawi. “Este grupo deve ter abandonado os campos de refugiados no Malawi, país que faz fronteira com Moçambique através da província de Tete”, acrescentou de Nascimento.

Entretanto referir que dos 72 malawianos 48 é que apresentaram toda documentação exigida e 24 não têm nenhum documento que lhes dê direito de entrada ao território de Moçambique, o que fará com  que estes últimos sejam devolvidos ao seu país de origem.

“Nos últimos tempos, as autoridades policiais moçambicanas em Inhambane têm registado a captura de dezenas de imigrantes ilegais, maioritariamente provenientes daquele país”, estimou aquele responsável.

Ministra da Saúde solicita mais apoios para os esforços de provisão de medicamentos

Por ocasião da sua participação no 33º Board Meeting do Fundo Global, que decorre desde 29 de Março em Genebra, Suiça, a Ministra da Saúde, Nazira Abdula apresentou os avanços que se registam no sector da saúde em Moçambique.

Nazira Abdula aproveitou a ocasião para pedir mais apoios para os esforços de provisão de medicamentos e melhoria da capacidade de atendimento em Moçambique.

Moçambique é membro com assento neste fórum que termina esta quarta-feira (1), considerado como dos mais importantes no âmbito do apoio programático ao sector de saúde.

O Fundo Global suporta grande parte das necessidades em doenças como o HIV e SIDA, Malária, Tuberculose e outras, bem como no fortalecimento do sistema de saúde.

AP de Inhambane aprova orçamento para 2015

A Assembleia Provincial (AP) de Inhambane aprovou, por voto da bancada maioritária da Frelimo, vários documentos atinentes ao funcionamento do Governo local.

Trata-se do Plano Económico e Social (PES) e respectivo Orçamento para 2015, para além, dos planos de actividades de mesa e da assembleia, igualmente para o presente ano.

O facto ocorreu na última sexta-feira (27), no decurso da primeira sessão ordinária da Assembleia Provincial de Inhambane, encontro que vinha decorrendo desde o princípio da semana passada.

Para além destes pontos, a Renamo, representada por 11 membros na AP, procurou saber, junto do Governo, sobre as acções em curso, com vista combater a corrupção e a pobreza, para além da nomeação e promoção na função pública. Por sua vez, a Frelimo procurou saber do plano da mitigação do impacto causado pela falta das chuvas, em vários pontos da província de Inhambane.

Em jeito de resposta, Cecílio Bila, em representação do governador de Inhambane, fez saber que acções estão em curso, com vista reduzir a situação relacionada à corrupção, pobreza, e seca. Alias, no seu discurso, lembrou que a província de Inhambane lançou o plano estratégico 2011-2020, cujo objectivo é aumentar o crescimento económico a uma taxa media do PIB em pelo menos 8% ao ano, reduzindo a incidência da pobreza de 57,9% em 2009 para 45% em 2014 e 40% em 2020.

No final dos trabalhos da I sessão ordinária, o Presidente daquele Órgão, Pedro Mariano Joaquim, afirmou estar satisfeito pela maneira como decorreram as actividades, apesar das outras bancadas não terem sido unânimes na aprovação de alguns instrumentos, com destaque para orçamento determinado em 13.055,22 milhões.

“Estes instrumentos ora aprovados são validos não só para o Governo, mas também para o funcionamento da própria Assembleia Provincial. A sua aprovação faz brotar novas perspectivas na população de Inhambane. Porém, há necessidade de conjugação de esforços para valorizar a Assembleia e o Governo”.

O presidente da assembleia provincial de Inhambane, destacou ainda a necessidade de os membros daquele órgão continuarem nos respectivos círculos eleitorais, com o acompanhamento das actividades sectoriais junto das entidades, tendo em conta a sua tarefa de fiscalizar as acções do governo.

O chefe da bancada maioritária da Frelimo, Manuel Laice, destacou a produtividade registada na sessão, destacando a possibilidade da aprovação do orçamento do governo para o presente ano de catapultar o desenvolvimento da província.

Por sua vez, Mamudo Bem, da Renamo, disse estar insatisfeito, dai a Renamo ter votado contra. Segundo ele, na distribuição das receitas não há discriminação em localidades, posto administrativos, apenas apresenta distritos o que para ele, vai dificultar a fiscalização.

O MDM, representado por apenas um membro, não se pronunciou à imprensa.

Refira-se que a próxima sessão ordinária da Assembleia Provincial de Inhambane está agendada para 17 de Outubro próximo.

Renamo diz que autarquias provinciais visam evitar instabilidade

A chefe da bancada parlamentar da Renamo, Ivone Soares, considerou ontem que a proposta da perdiz sobre as Autarquias Provinciais, submetida na Assembleia da República (AR) visa evitar as ameaças de instabilidade política e social.

Falando à margem da abertura da primeira sessão ordinária da VIII legislatura da AR, Ivone Soares, disse “enquanto os representantes dos homens e mulheres clamam pela alternância, pela justiça eleitoral, pela descentralização do poder, por governos legítimos, fazemos aqui uma proposta política que visa evitar as ameaças de instabilidade social e política, ou desobediência civil”.

Para a chefe da bancada, o projecto lei submetido tem como objectivo evitar o pior.

Frelimo define como prioridade o Plano Quinquenal do Governo

A bancada parlamentar da Frelimo (partido no poder) considera como prioridade para a sessão ordinária da Assembleia da República (AR), a apreciação do Programa Quinquenal do Governo 2015-2019.

Segundo a chefe da bancada parlamentar da Frelimo, Margarida Talapa, na presente legislatura, as atenções dos moçambicanos estão viradas para a apreciação do Programa Quinquenal do Governo 2015-2019, instrumento que vai orientar as actividades do governo nos próximos 5 anos.

Contrariando o partido no poder, a Renamo considera como prioridade a proposta do projecto Lei sobre Autarquias provinciais.

Noutro desenvolvimento, Margarida Talapa, garantiu que o seu partido estará pronto para um debate franco e aberto, no sentido de ver integradas todas as boas propostas, vindas de fora das paredes da AR e de dentro, fiéis ao ensinamento do presidente Nyusi, de que “as boas ideias não tem cor partidária”.

Governo concede tolerância de ponto na sexta santa

O governo, através do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, concede tolerância de ponto a partir das 12.00 horas para todos os trabalhadores e funcionários públicos que professam a religião cristã, por ocasião da Sexta-Feira Santa, que se assinala no próximo dia 3 de Abril.

Segundo uma nota de imprensa enviada pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MTESS), a medida visa permitir que os trabalhadores e funcionários públicos que professam a religião cristã, participem nas actividades inerentes à efeméride junto às suas famílias e congregações.

“A referida tolerância de ponto não abrange aqueles trabalhadores cuja natureza da sua actividade não permite interrupção no interesse público, conforme o estipulado pelo n.º 4, do artigo 205 da Lei do Trabalho em vigor”, lê-se.

Igreja Universal oferece escrituras de “terrenos no céu” a crentes

A igreja Universal do Reino de Deus, em mais uma de suas campanhas “marqueteiras”, absurdas e anti-bíblicas, colocou à venda escrituras de sociedade com Deus. Mediante a oferta depositada, o fiel recebe um contrato que lhe dá direitos sobre o Criador, o qual passa a ser seu sócio e pode exigir as bênçãos que supostamente lhe correspondem. Para “autenticar” o contrato, 70 pastores da IURD estariam a selar o documento com o sangue do cordeiro e à partir de então o contrato passaria a ter valor legal ante Deus.

O vídeo da divulgação da venda das escrituras foi divulgado por um grupo na internet. O programa foi transmitido na internet pelo site da Igreja Universal.

No vídeo, o pastor que ali comandava disse que fiéis já estariam a comprar a novidade, os chamados “contratos da fé” que são escrituras de “terrenos no céu”. Com a compra do papel, o fiel teria direito a um terreno celestial.
As escrituras não tiveram valor estimado ou divulgado no vídeo, mas a compra delas é sucesso entre os fiéis de mais de 70 igrejas da universal.

https://youtu.be/2a3PRUDo2hI

Fonte: M Portal

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