A Polícia da República de Moçambique (PRM) baleou mortalmente, na manhã de sexta-feira (31), no município da Matola, dois indivíduos suspeitos de prática de crimes de sequestros nas cidades de Maputo e Matola.
Os supostos meliantes respondiam pelos nomes de F. José Huo e C. José Nhalungo, este conhecido também por Tiano e que era tido como chefe da quadrilha. O terceiro integrante, de identidade não apurada, conseguiu escapulir-se durante a troca de tiros, disse o porta-voz da PRM na província de Maputo, Fernando Manhiça.
A fonte contou que o acto ocorreu durante uma troca de tiros entre a polícia e os três indivíduos, na sequência da perseguição que vinha decorrendo desde a cidade de Maputo, por sinal o local onde residiam.
Segundo as autoridades, o grupo é responsável pelos raptos registados no fim do ano passado.
Neste momento, a corporação continua a fazer diligências com vista a recolher outros elementos da “gang”.
Os indiciados circulavam numa viatura de marca Toyota, modelo Corolla, com matrícula sul-africana, que acabou por ser apreendida pela corporação.
Os corpos foram removidos para a morgue do Hospital Provincial da Matola.
O Município de Maputo vai agravar as taxas de parqueamento de viaturas, a partir do mês de Junho.
Trata-se de uma medida que se enquadra na nova postura de trânsito aprovada, esta quarta-feira, pela Assembleia Municipal.
Em entrevista a Rádio Moçambique, o vereador para a área de transporte e trânsito no município de Maputo, João Mathlombe, disse que a edilidade vai alterar o mecanismo de pagamento, de manual para o electrónico, com vista a evitar fraudes.
Segundo a fonte, a nova postura de trânsito prevê uma multa de mil e duzentos e cinquenta meticais, pelo parqueamento de viaturas, na via pública, durante 48 horas.
Os serviços sociais de Bolonha e a Procuradoria para menores da cidade italiana tiraram a guarda de uma adolescente de 14 anos e suas duas irmãs da família nesta sexta-feira (31), após a escola denunciar que a mãe raspou à força o cabelo da jovem.
Tudo começou nessa quinta-feira, quando a menina contou aos amigos e aos professores porque estava com os cabelos raspados.
Segundo a jovem, a mãe passou a máquina em seu cabelo porque ela se negava a usar o véu islâmico enquanto estava longe dos pais. Após o relato da adolescente, a directoria da escola em Bolonha denunciou os pais à polícia e tanto ela, como as irmãs, foram afastadas do convívio da família.
Ainda ontem, tanto o pai como a mãe foram notificados pela Justiça italiana por maus tratos e violência psicológica, já que ela afirmou que seus pais nunca a agrediram fisicamente. As duas irmãs são mais velhas que a adolescente e também relataram que os pais as proibiram de sair de casa desacompanhadas ou de ter contacto com qualquer homem que não fosse o pai.
A família é proveniente de Bangladesh, mas há anos mora na Itália. A adolescente inclusive, segundo a escola, possui boas médias e sempre foi uma boa aluna. Para o coordenador da comunidade islâmica de Bolonha, Yassine Lafram, não há nada de religioso no ato cometido pela mãe da adolescente. “Para a tradição islâmica, qualquer forma de imposição torna o ato inválido”, disse Lafram à ANSA.
O coordenador informou que todas as “regras” do Islã, desde o jejum do Ramadã até fazer a peregrinação em Meca “entram por uma liberdade de escolha da pessoa, ninguém pode impor, religiosamente falando”.
“Aqui nós estamos fora do religioso. É um fato que é enquadrado em um código cultural particular e errado. É preciso ajudar os familiares, incluindo a mãe dela, para entender o que há em fazer esse gesto. É muito fácil condená-la e massacrá-la na mídia”, disse ainda Lafram ressaltando que “como pai, devo orientar meus filhos, mas não tenho o dever de obrigá-los”.
Um homem identificado como Dansale Magaji, de 55 anos, foi preso pela polícia acusado de ter violentado sexualmente a própria enteada de apenas 7 meses de vida.
O caso foi registado na aldeia de Marmachi da área de governo local de Musawa, estado de Katsina, na Nigéria.
Conforme informações, a vítima foi encaminhada para uma unidade médica na localidade cerca de uma semana após ser abusada pelo acusado. A criança foi identificada como Hauwa Ibrahim.
Segundo informações repassadas pela polícia, na quarta-feira (29), os médicos que examinaram a vítima relataram que no exame feito na menina constataram que ela foi vítima de violência sexual. Conforme informações do pai da vítima, identificado como Ibrahim Nuhu, nesta quinta-feira (30), a sua ex-esposa, identificada como Zinai, na semana passada havia lhe dito que a bebé estava com hemorragia em suas partes íntimas.
Ainda de acordo com o pai da vítima, a criança foi encaminhada para o Hospital Geral da cidade, onde ela foi examinada pelos profissionais da saúde, que constataram que a hemorragia que a vítima estava era devido ele ter sofrido abuso sexual. De acordo com informações de mídia local, a mãe da vítima relatou que na semana passada, quando ela levantou para amamentar o bebê, encontrou vestígios de sangue e água nas partes íntimas da vítima.
“No dia seguinte, depois que eu fiz a observação, o acusado me deu algumas roupas para eu lavar, incluindo calças manchadas com sangue e sémen“, disse a mãe da vítima. Conforme informações dos médicos, o ânus e a vagina da vítima estavam com vários ferimentos devido ela ter sofrido penetração forçada. Como o estado da criança era bem delicado, ela foi transferida para uma unidade médica especializada no caso. Em seguida, os médicos accionaram a polícia.
Segundo informações de fonte ligada a polícia local, o suspeito foi preso e encaminhado para uma delegacia de polícia para prestar mais esclarecimento sobre o caso. O porta-voz do Comando de Polícia do Estado de Katsina, Isah Gambo, confirmou o incidente, dizendo que a questão seria abordada na colectiva para a imprensa local nesta sexta-feira (31), que será dada pelo comissário de polícia, Usman Abdullahi.
A Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), distancia-se da mensagem que circula nas redes sociais dando conta de uma suposta greve dos transportadores privados, agendada para esta segunda-feira na cidade de Maputo.
Esta Associação apela aos transportadores privados a não aderirem à suposta greve.
Falando este domingo, o Presidente da FEMATRO, Castigo Nhamane, disse não existir motivos para uma greve pois, segundo ele, o sector privado e o governo estão em conversações para encontrar melhores soluções para o sector dos transportes privados.
Entretanto a Policia da República de Moçambique apela a população a não aderir a suposta greve de transportadores privados na cidade de Maputo.
Falando este domingo a imprensa o porta-voz da PRM no Comando da cidade de Maputo, Orlando Mudumane, disse que a polícia será implacável a qualquer acto que atente a ordem e segurança públicas.
Orlando Mudumane apela, por outro lado, a população para que continue a levar a vida na normalidade e que não tenham receio de se fazer à rua amanhã.
O Governo confirmou o fim do subsídio ao preço do pão, o que abre espaço para que as panificadoras tomem a liberdade de subir o preço do pão conforme as leis da procura e da oferta.
Em conferência de imprensa, o Porta-Voz do Ministério da Indústria e Comércio, explicou que o fim do subsídio às panificadoras é justificada por vários factores, com destaque para a redução do preço da farinha de trigo no mercado internacional, a recuperação do metical em relação ao dólar e pelo facto de as panificadores que beneficiam de subsídios estarem a praticarem preços tão elevados quanto os não subsidiados.
Há muito que as panificadoras vêm pressionando o ajuste do preço do pão, face ao aumento dos custos de produção. Perante a possibilidade real disto acontecer, o Governo promete controlar actos de especulação.
De Julho do ano passado a Fevereiro deste ano, o Governo despendeu 330 milhões de meticais em subsídios às panificadoras, numa altura em que se debate com sérios problemas orçamentais.
Uma festa quase terminou em tragédia na cidade Andhra Pradesh, Índia. Um homem ateou fogo no próprio corpo por um motivo um tanto quanto inusitado.
Sahikh Basheer, 40 anos, não queria que a mulher dele, Sadika Sanjari, 35, continuasse a cantar músicas religiosas durante a comemoração do ano-novo indiano, na última terça.
Quando a mulher resolveu não dar bola para esse pedido, Sahikh tomou uma atitude extrema: pegou querosene, aproximou-se do palco, jogou o líquido nele e riscou um fósforo. O homem saiu em chamas pela festa, e os convidados, desesperados, tentaram jogar água e cobri-lo para apagar o fogo, segundo o jornal Daily Mail.
Uma das pessoas pegou um tapete verde que estava no chão e jogou sobre Sahikh. Ele foi levado às pressas para o hospital, mas teve 70% do corpo queimado. Não se sabe o actual estada do saúde dele. A mulher parou de cantar e o acompanhou até a emergência.
A Inspecção-Geral do Trabalho neutralizou, esta sexta-feira, na cidade de Maputo, um cidadão que se fazia passar por inspector de Trabalho.
Trata-se de Isaú Paulo Bernardo, que foi denunciado pela entidade patronal da empresa Electro Cruz, localizada na Avenida do Trabalho, na cidade de Maputo.
A Inspecção-Geral do Trabalho recebeu da empresa Electro Cruz, uma denúncia sobre uma acção inspectiva que estava a ser realizada por apenas uma pessoa, portanto, por Isaú Paulo Bernardo, o que para a firma era estranho, tendo em conta que, normalmente, uma inspecção do trabalho é realizada por uma brigada de, pelo menos, duas pessoas.
De imediato, a IGT investigou a denúncia, tendo concluído que se tratava de um estagiário que furtou o cartão de trabalho de um inspector sénior dos serviços centrais da IGT e foi inspeccionar aquela empresa, em nome da Inspecção-Geral do Trabalho, cuja actividade foi realizada durante dois dias seguidos, usando a falsa identidade. O visado já se encontra detido na polícia, para mais averiguações.
A Inspecção-Geral do Trabalho encoraja à sociedade e as empresas a denunciarem qualquer suspeita ou acto ilícito dos seus funcionários, bem como em casos de aparecimento de gente duvidosa fazendo-se passar por inspectores, multiplicando apelos no sentido de tomarem precaução face à existência de alguns cidadãos estranhos que se intitulam de inspectores de trabalho, cobrando dinheiro ilicitamente, sob alegação de estarem a fazer assessorias técnicas ou em consequência de multas inventadas.
O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, incluindo a própria Inspecção-Geral do Trabalho, tem vindo a alertar às empresas para se precaverem desses falsos inspectores, exigindo que, caso alguém apareça para efeitos de fiscalização laboral na empresa que se identifique devidamente, observando detalhadamente o documento apresentado. Em caso de dúvidas do mesmo, as empresas ou entidades patronais devem imediatamente recorrer à IGT, usando as suas linhas verdes (823415/823416) para a devida confirmação ou esclarecimentos julgados necessários.
Todos os inspectores do trabalho credenciados têm os seus cartões identificativos e números individuais que os donos ou dirigentes de empresas podem solicitá-los, antes de iniciar qualquer acção inspectiva e confrontá-los com o serviço da Administração do Trabalho mais próximo ou sob a sua área de jurisdição, casos de Direcções Provinciais ou Distritais do Trabalho, Emprego e Segurança Social ou, ainda, nos serviços centrais.
Algumas infra-estruturas habitacionais localizadas em bairros da cidade de Maputo, correm o risco de desabar.
O facto deve-se às construções clandestinas de dependências em espaços que inicialmente haviam sido desenhados para funcionar apenas como terraços.
O jornal domingopercorreu algumas vias da cidade de Maputo e o que viu é de arrepiar os cabelos. Só para citar alguns exemplos, na Avenida da Malhangalene, na Rua do Castelo Branco, do Largo de Ouro, na Rua da Manica, no bairro da Malhangalene, e na Avenida Josina Machel, ao pé da Escola Secundária Francisco Manyanga, no Alto Maé, nota-se um autêntico festival de flats clandestinas habitadas por cidadãos que na sua maioria ganham a vida na capital do país.
Fontes encontradas no local disseram que os referidos espaços construídos para habitação são propriedade de alguns moradores dos respectivos prédios, que os colocam para arrendar, sendo que os preços variam de cinco a sete mil meticais.
Contudo, a avaliar por declarações de peritos em matéria de construção civil, o perigo está à espreita: esses prédios que carregam no seu topo material não planificado na altura da construção de raiz correm o risco de cair.
Um pastor nigeriano foi preso em Londres por assediar sexualmente uma menina de 16 anos e outra mulher durante sessões privadas de oração.
Segundo informações, Benjamin Egbujor, de 55 anos, bispo do Centro Cristão Jubileu de Peckham, no sul de Londres, foi preso junto com sua secretária, Rose Nwenwu, de 43 anos, que actuou como seu cúmplice.
Conforme informações da mídia local, as vítimas foram abusadas no ano de 2011 e 2013, mas as investigações começaram no ano de 2014. Ainda de acordo com mídia local, no dia 9 de Março, ambos foram considerados culpados pelo crime de violência sexual e em 31 de Março receberam suas sentenças.
Benjamin Egbujor e Rose Nwenwu supostamente atacavam as vulnerabilidades de suas vítimas, enquanto satisfaziam seus próprios impulsos sexuais sob o disfarce de oração particular.
O Tribunal da Coroa de Londres informou que a vítima, que tinha menos de 16 anos, foi informada por Egbujor, um bispo no Centro Cristão Jubileu em Peckham, que ela tinha sido escolhida para participar de uma sessão especial de oração privada. Mas depois de ter sido levada para o escritório do acusado, a menina foi forçada a se despir e óleo foi derramado sobre ela.
Depois que ela contou à família o que aconteceu, eles relataram o incidente à Polícia Metropolitana de Londres, que descobriu durante o curso de suas investigações que outra mulher, de 30 anos, também tinha sido abusada sexualmente por Egbujor. Egbujor, foi sentenciado a três anos de prisão por agressão sexual e quatro meses por incitar uma criança a praticar actividade sexual. Nwenwu, também foi condenada a três anos de prisão por agressão sexual por ajudar e encorajar Egbujor.
Ambos foram submetidos a uma Ordem de Prevenção de Danos Sexuais e terão de assinar o Registro de Delinquentes Sexuais. A polícia acredita que pode haver outras vítimas e pediu que se apresentassem depois que o pastor foi considerado culpado.
“Egbujor e Nwenwu exploraram a confiança de sua congregação quando alvejaram e abusaram destas vítimas. Eles acreditavam que sua posição dentro da igreja os protegeria de enfrentar a justiça, mas o tribunal os responsabilizou por suas acções. Espero que essa convicção sirva para capacitar as vítimas de violência sexual a se apresentarem e a denunciarem à polícia, é um aviso aos criminosos, que pensam que podem usar sua posição para protegê-los da lei“, disse a detective inspectora Angela Craggs, do Comitê de Ofensas Sexuais e de Abuso de Crianças do Met.
A agência de notação financeira Standard & Poor’s considera que o Governo de Moçambique deve negociar um programa de ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) antes de regressar às emissões de dívida nos mercados financeiros internacionais.
“Não esperamos que Moçambique emita dívida nos mercados internacionais em 2017 por causa do seu recente incumprimento financeiro”, escrevem os analistas desta agência de ‘rating’, numa nota de análise ao mercado financeiro da África subsaariana.
No relatório, enviado aos investidores e a que a Lusa teve acesso, os analistas precisam: “Acreditamos que o país vai tentar negociar um programa com o FMI primeiro”.
Moçambique falhou em Janeiro o pagamento do primeiro cupão, no valor de quase 60 milhões de dólares, relativa à emissão de dívida pública em Abril do ano passado, no valor de 727,5 milhões de dólares, que resultou da reconversão de títulos de dívida corporativa da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum), que emitiu dívida garantida pelo Estado.
“Em Janeiro de 2017, Moçambique entrou em incumprimento financeiro neste ‘eurobond’; o país tem a mais alta percentagem de dívida pública em moeda estrangeira – 85% do total de dívida”, sublinham os analistas da S&P no relatório, que nota que no ano passado só Moçambique e a República do Congo entraram em ‘default’.
“Em 2016, quer a República do Congo, quer Moçambique, entraram em incumprimento financeiro”, mas a significativa diferença é que Brazaville falhou um pagamento em Agosto “apenas por alguns dias”, ao passo que Moçambique não pagou e, mais, assumiu oficialmente a incapacidade de não saldar os compromissos com os investidores, argumentando que seria “muito difícil” servir a dívida este ano.
Para este ano, estima a S&P, “a emissão de títulos de dívida em moeda estrangeira [‘eurobonds’] pode revelar-se ainda mais desafiante por causa das condições macroeconómicas que muitos países da África subsaariana enfrentam: os preços mais baixos das ‘commodities’ [matérias primas] e a previsão de aumento das taxas de juro nos países avançados obrigam os emissores africanos a oferecer taxas de juro maiores”.
O FMI mantém conversações com o Governo de Moçambique sobre um possível reatamento da ajuda financeira, através de um programa de apoio, mas afirma que primeiro é essencial conhecer o relatório da auditoria à dívida que está a ser feito pela consultora internacional britânica Kroll.
A Procuradoria-Geral da República anunciou no final de Março um segundo adiamento da entrega do relatório, por mais um mês, elevando para cinco meses, pelo menos, o prazo deste trabalho.
Este é o segundo alargamento do prazo da entrega do resultado da auditoria às chamadas dívidas ocultas, depois de a Kroll ter falhado em Fevereiro a submissão do relatório, solicitando na altura à PGR moçambicana a prorrogação do prazo por mais um mês.
A auditoria incide sobre empréstimos realizados pelas empresas Ematum, Proindicus e MAM e avalizadas pelo Governo moçambicano, em 2013 e 2014 no valor de 1,4 mil milhões de dólares, a que se juntam mais 727,5 milhões de dólares da emissão obrigacionista da Ematum, convertida em dívida pública.
De acordo com a consultora BMI Research, a dívida pública moçambicana vai tocar os 110% do PIB este ano.
A descoberta das chamadas dívidas ocultas levaram o FMI e os principais doadores internacionais a suspender a sua ajuda ao país, condicionando o reatamento da ajuda à realização de uma auditoria internacional independente.
Suzana Mafumo comprou e levou na bolsa um fogão eléctrico, uma panela e um litro de óleo em dois recipientes de água, ao se dirigir a casa do namorado, situada no bairro Luís Cabral, na noite de sábado.
Durante a madrugada de domingo, enquanto o parceiro dormia, sem que ele percebesse, usou os objectos para ferver óleo e deitar sobre a cara, os braços e o peito de Sebastião Moiane.
Enquanto a vítima gritava por socorro aos pais, que vivem na mesma casa, a jovem de 29 anos fugia. Sebastião foi levado ao Hospital Central de Maputo.
Abalada pela situação, a família relatou sucessivas discussões entre o casal, mas nunca imaginou que pudesse terminar em tragédia.
A vítima, também de 29 anos, encontra-se a receber cuidados no departamento de Cirurgia Plástica do Hospital Central. Uma fonte da maior unidade sanitária do país, disse ao “O País” que a vítima teve queimadura de gravidade moderada, pelo que assegurou que tem chances de sobreviver.
A inglesa Amanda Tompkins, de 39 anos, foi condenada a sete anos de prisão por ter se relacionado sexualmente com um grupo de meninos menores de idade – em alguns casos, os colegas eram abusados um ao lado do outro.
O juiz Francis Sheridan afirmou que ela é louca por sexo, procurando pela relação sem considerar a idade dos parceiros.
Segundo a imprensa inglesa, foram dez acusações de abusos físico e sexual. No total, seis adolescentes de 13 a 15 foram vítimas de Amanda. Em um dos casos, após ter relação com penetração e sexo oral com um deles, ainda chegou a dizer para o garoto que estava grávida dele e precisaria realizar um aborto.
Amanda costumava chamar atenção dos adolescentes os convidado para a própria casa para tomar bebidas alcoólicas e fumar maconha. Depois que eles aceitavam o convite e chegavam na residência, ela ficava nua e os envolvia sexualmente.
A inglesa confessou todos os crimes. “Você estava preparada para abusar de cada um daqueles garotos unicamente para prazer próprio. Você não tem limites. Nunca era suficiente”, afirmou o juiz. “Para os seus próprios filhos você era terrível. Você abusava sexualmente destes garotos enquanto suas crianças mais novas estavam em casa.”
“Eu te acompanhei neste caso e não vi nenhuma lágrima nos seus olhos. Você é uma desgraça como mãe e não hesito em dizer isso”, completou Francis.
Para abusar dos garotos, a inglesa normalmente se embriagava. Tudo o que fez deixou as vítimas traumatizadas. Inicialmente, eles tentavam afastar a mulher, mas ela continuava insistindo e acariciando os garotos até que eles já não conseguissem mais evitar a relação sexual.
Hoje, eles ficaram marcados como os garotos que sofreram abuso e não conseguem mais se relacionar normalmente com os colegas. Um deles chegou a ser expulso da escola após seu comportamento ter mudado com o assédio.
Os abusos tiveram início em Fevereiro do ano passado. Enquanto o juiz lia a sentença, Amanda era vista balançando a cabeça e revirando os olhos. Além de ter sido condenada a sete anos por ter feito sexo com menores, também ficou proibida de ter qualquer contacto com crianças.
Uma mulher e seus dois filhos perderam a vida, no último fim-de-semana, após terem sido arrastados pelas águas do rio Muatala, na cidade de Nampula.
Um dos filhos estava no colo da mãe, quando os três foram arrastados pela corrente do rio. Consta que a mulher regressava da casa dos pais, onde ia efectuar uma visita. Chegado ao local, ela tentou transpor o rio Muatala, e foi arrastada junto com os filhos.
Horas depois, o corpo da senhora foi localizado num outro ponto do mesmo rio, com o seu filho no colo. As buscas prosseguiram e o segundo filho da malograda foi também encontrado.
Refira-se que o mau tempo que se faz sentir na cidade e em alguns distritos de Nampula, desde semana passada, destruiu centenas de residências, na sua maioria de construção precária.
O Governo, através do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), está a proceder ao levantamento das infra-estruturas danificadas para dar a assistência necessária às vítimas.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Gestor Provincial de Tutoria de Gestão e Sub-Acordos. Saiba mais.
O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Especialista em Processos Participativos com Crianças. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Projecto Rapariga BIZ. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Organização Internacional para Controlo de Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO-CSA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Cientista (Operações). Saiba mais.
A Organização Internacional para Controlo de Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO-CSA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Piloto de Pessoal Sénior. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para seu quadro de pessoal, um (1) Assistente de Planificação, Monitoria & Avaliação e Gestão de Conhecimento. Saiba mais.
A ActionAid pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Consultor ou Firma de Consultores, para Pesquisa sobre Questões de Tributação e Educação das Raparigas. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Análise de Dados – Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O ICAP-Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial Provincial de Comunicação para a Saúde e Ligação com a Comunidade. Saiba mais.
Três indivíduos com idades compreendidas entre 20 e 22 anos encontram-se privados de liberdade, desde o passado fim-de-semana, em Maputo, indiciados de vandalização de um escritório e roubo de material informático.
O roubo ocorreu no Estádio Nacional do Zimpeto, onde os acusados partiram a porta de vidro de um escritório com recurso a uma garrafa e saquearam pelo menos dois computadores um iPad.
Dos três detidos, dois são seguranças daquelas instalações do Estado. Um deles não participou do roubo mas foi envolvido pelo colega.
“A Polícia disse que os roubos aconteciam há muito tempo mas é a primeira vez que fazemos isto”, disse um dos jovens presos na subunidade policial que funciona no Estádio Nacional do Zimpeto.
O outro acusado, residente no bairro T3, disse que foi convidado por um dos seguranças, por sinal seu amigo e vizinho, para juntos assaltarem o referido escritório. “O material era para ser vendido”.
Enquanto isso, um outro grupo de adolescentes está retidos na 7ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Maputo, devido ao alegado assalto a dois estudantes de um estabelecimento de ensino secundário.
A corporação disse que para lograrem os seus intentos, os visados ameaçaram as vítimas com uma faca.
Uma outra gangue está igualmente presa, na mesma esquadra, acusada de roubo de telemóveis e baterias de viaturas na via pública. Os bens eram supostamente vendidos no mercado Estrela Vermelha, bastante conhecido pela sua maior concentração de gente e comercialização de coisas de origem duvidosa.
Um dos maiores cirurgiões cardiovasculares do Reino Unido está respondendo por acusação de estupro depois de abusar sexualmente de mãe de um paciente, afirmando que “ela o devia” por ele ter salvado a vida de seu filho.
Um dos maiores cirurgiões cardiovasculares do Reino Unido está respondendo por acusação de estupro depois de abusar sexualmente de mãe de um paciente, afirmando que “ela o devia” por ele ter salvado a vida de seu filho.
Em julgamento, a vítima de estupro contou que Mohamed Amrani, de 53 anos, ainda vestia seu avental cirúrgico quando se forçou para cima dela. Ela disse que ele começou a beijá-la, forçando a entrada de sua língua e, então, foi descendo por suas orelhas e pescoço.
Em seguida o cirurgião a despiu e disse “eu vou te f****” logo antes de penetrá-la contra sua vontade. Ela implorou para que Amrani parasse, mas ele simplesmente a virou e disse que iria transar com ela de costas. Então, o médico sentou no sofá de seu escritório no Hospital Harefield, em Londres, e fez com que ela fizesse actos sexuais nele.
Abalada após o ataque, a vítima sentiu que não podia reportar o acontecido por causa da posição de Amrani dentro do hospital e também porque a esposa do médico também trabalhava para a instituição em meio período.
A vítima é uma das quatro mulheres que alegam terem sido atacadas pelo médico entre 2001 e 2014. O cirurgião foi denunciado à polícia em 2015, depois de fazer mais uma vítima: uma mulher que teria apalpado em um hospital particular.
Relato da vítima
A mulher descreveu seu agressor como “um cirurgião brilhante”, que a ajudou quando seu filho adoeceu. Ele a assediou logo após a cirurgia. “Ele começou a dizer: ‘Você me deve pela ajuda que eu te dei’”.
Ela estava andando em direcção ao escritório do médico quando foi abordada por ele. Quando se sentou no sofá, em frente ao computador, ele “levantou e veio para cima de mim, se inclinando para me beijar”. Ela disse que ficou “completamente em choque e desacreditada”.
O médico ainda teria se levantado para trancar a porta e, desse modo, se voltou para cima dela. “Ele começou a me beijar novamente. Não conseguia me mexer, estava paralisada, completamente congelada”, disse. “Foi uma sensação horrível”.
“Ele me puxou do sofá para que ficasse de pé. Lembro que ele cheirava a café, agora sempre que entro em algum lugar com cheiro de café, revivo toda a experiência”.
Amrani a empurrou de volta ao sofá para que sentasse e se colocou em pé, forçando-a a realizar sexo oral nele. O ataque só foi interrompido quando o telefone do médico tocou. Ele atendeu, se vestiu e foi embora. “Na hora eu só conseguia pensar ‘não tem como eu denunciar isso’”.
Respondendo a uma acusação de estupro, uma de abuso por penetração, seis por atentado ao pudor e três por assédio sexual, o médico alega ser inocente e diz que as cinco mulheres inventaram suas denúncias.
Líderes comunitários de alguns bairros da Cidade de Chimoio, clamam pela melhoria das condições de trabalho. Baixos subsídios, falta de meios de transporte, são algumas das preocupações apresentadas pelas nossas fontes.
António João e Panganai Joaquim, lideres dos bairros Círculos Mudzingadze e 7 de Setembro, respectivamente, disseram ser lamentável o actual cenário a que estão sujeitos a trabalhar.
A titulo de exemplo os nossos interlocutores, apontam as longas distância que tem de percorrer para participarem em reuniões, uso de meios próprios para o trabalho de fiscalização e controle da situação ao nível dos bairros, dai que pedem a regularização das suas inquietações.
Reagindo a esta situação, o Presidente da Assembleia Municipal de Chimoio, Manuel Sueta, reconheceu a preocupação dos líderes Comunitários, tendo feito a promessa, do seu órgão agendar para o debate estas e outras inquietações, visando dar resposta a essa camada social.
Refira-se que a nível da Cidade de Chimoio, não há transporte semi-colectivos de passageiros em alguns bairros, o que obriga alguns líderes comunitários a saírem dum ponto para outro a fim de apanhar transporte.
O presidente do Instituto Nacional da Aviação Civil, João de Abreu, e a vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Rebelo, dizem que o espaço aéreo nacional está aberto para outras companhias aéreas interessadas em concorrer com a LAM operarem.
Acontece, no entanto, que as que se têm apresentado não têm sido capazes de cumprir com todos os requisitos necessários para serem admitidas, o que resulta no não aproveitamento da oportunidade que existe. É que a LAM, companhia de bandeira nacional, tem estado a operar quase em regime de monopólio e, sempre que confrontada com situações de ineficiência, questionam-se as barreiras à entrada de novos operadores. Mais uma vez, a vice-ministra desmistifica a questão: “O nosso espaço aéreo está aberto”.
O presidente do Instituto Nacional da Aviação Civil, João de Abreu, explica que existem, inclusive, operadores que há muito tentam entrar no mercado, mas enfrentam limitações diversas, sobretudo de ordem financeira e de segurança.
“No que diz respeito às novas companhias que entram em Moçambique, todas elas vêm com vontade. Mas quando se exige as cinco fases, entre as quais a idoneidade, capacidade financeira, demonstração de capacidade operacional, não conseguem avançar”, disse. De Abreu dá exemplo da Fly Africa, que parou na fase quatro, por não ter conseguido demonstrar onde será a sede, onde vai ter os angares, corpo de manutenção, pilotos, entre outros aspectos. “Não é só chegar aqui e não ter uma sede, nem onde tratar os seus equipamentos, a aviação não é um hobby. A aviação é tratada de uma forma profissional e por profissionais”, sublinhou João de Abreu.
Importa lembrar que a liberalização do espaço aéreo foi ratificada pelos Estados africanos em 2003, no tratado de Yamoussoukro, Costa do Marfim, com a intenção de acabar com monopólios e dinamizar as ligações aéreas no continente. Entretanto, a ideia confrontou-se, desde cedo, com a necessidade de proteger as companhias nacionais dos concorrentes estrangeiros mais fortes, daí a sua implementação não ter sido flexível.
Um jovem 26 anos de idade, identificado pelo nome de Passuel Paulo, está sob custódia da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Maputo, acusado de se fazer passar por militar e cometia assaltos com recurso a uma catana.
O indiciado, detido na 14ª esquadra, vive no bairro das Mahotas. Em sua posse, a Polícia encontrou um par de algemas, cinto e uniforme militar e uma catana.
Ele negou ser o famoso “homem-catana” e disse que em nenhum momento trajou o fardamento militar para cometer assaltos. Supostamente, apenas gostava de tê-lo em casa porque aprecia.
O jovem que caiu nas mãos da corporação após uma denúncia do próprio pai contou que roubou o uniforme militar em casa de um cidadão que se encontrava em Maputo ido da província de Nampula.
“Eu trabalhava numa obra como pedreiro no bairro de Albazine e via sempre o senhor Rufino com este uniforme. Ele era vizinho da casa onde eu trabalhava. Um dia vi ele a sair, entrei na sua casa e levei uma mochila sem verificar o que tinha. Quando cheguei à minha casa vasculhei e percebi que este uniforme e não devolvi mais”, disse.
Num outro desenvolvimento, Passuel Paulo confessou à Polícia que fuma soruma e já roubou pelo menos duas vezes. Numa delas, a vítima foi o próprio irmão.
Apenas três dias após a cerimónia oficial de entrega de 190 novos autocarros para a Área Metropolitana de Maputo, surgiram preocupações acerca do estado...
As basquetebolistas moçambicanas Chanaya Pinto e Célia Sumbane, que vestem as cores da equipa Quinta dos Lombos, alcançaram a posição de vice-campeãs da I...