Uma actriz americana acusou o ex-presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush, de 93 anos, de tê-la tocado pelas costas sem seu consentimento durante a promoção do seriado “Turn”, sobre espiões do país.
Em postagem mais tarde delectada do Instagram, Heather Lind, de 34 anos, contou que o republicano passou a mão em seu corpo sentado na cadeira de rodas. Em comunicado, o pai do também ex-presidente George W. Bush pediu desculpas e classificou o ato como uma “tentativa de humor”.
Na publicação, Heather explicou que decidiu revelar o caso de 2014 depois após ver uma imagem em que Bush Pai é cumprimentado pelo ex-presidente americano Barack Obama. Ela se disse “perturbada” ao perceber o respeito dado aos ex-chefes da Casa Branca. “Mas quando eu tive a chance de conhecer George H. W. Bush para promover uma série histórica em que eu trabalhava, ele me assediou sexualmente enquanto eu posava para uma foto similar”, escreveu na rede social.
Em vez de apertar a mão, o ex-presidente “me tocou por trás, sentado em sua cadeira de rodas, com sua mulher, Barbara Bush, ao seu lado. Ele me contou uma piada suja”, recordou a atriz. Heather explicou que confidenciou o incômodo a colegas de cena, mas que agora decidiu vir a público em função da “valentia de outras mulheres que falaram e escreveram sobre suas experiências”. Nas últimas semanas, dezenas de mulheres acusam abusos na indústria cinematográfica, principalmente contra o magnata Harvey Weinstein.
“Nós fomos instruídos a chamá-lo de Senhor Presidente. Me parece que o poder de um presidente está em sua capacidade de despertar mudanças positivas, ajudar pessoas. Ele renunciou a esse poder quando o usou contra mim“, destacou Heather, que ainda relatou supostos comentários de quem cerca George Pai alusivos a casos semelhantes com outras mulheres. Um segurança a teria alertado que não deveria ter ficado perto do republicano para as fotos.
Artistas que estavam com Heather no momento apoiaram a denúncia e confirmaram seu relato. Alexander Rose, autor de “Washington Spies”, afirmou que viu o assédio, e Kevin McNally, que trabalha com a triz no seriado “Turn”, a defendeu no Twitter.
“Meu total apoio à Heather Glind por falar sobre o horrível evento em Houston. Tudo foi verdade“, disse o actor de Piratas do Caribe.
Um comunicado emitido após a acusação ressalta que o “presidente Bush jamais, em qualquer circunstância, causaria angústia a qualquer um intencionalmente, e se desculpa sinceramente se a sua tentativa de humor ofendeu a senhora Lind“.
O Governo chinês anunciou um perdão de dívida de 30,4 milhões de euros a Moçambique e doou 12,7 milhões de euros para a construção de um novo aeroporto.
O protocolo sobre o perdão parcial da dívida foi assinado pela vice-ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Nyeleti Mondlane, e o embaixador da China em Maputo, Su Jian.
Discursando após a assinatura do entendimento, o diplomata afirmou que o perdão cobre quatro empréstimos sem juros contraídos pelo Estado moçambicano junto da China.
Em conferência de imprensa, o embaixador chinês explicou depois que o mesmo visa atenuar o peso das obrigações que Moçambique tem para com a China.
“Já perdoámos vários empréstimos sem juros de Moçambique, que estiveram no período de vencimento até finais de 2017, vamos continuar a trabalhar para nos próximos anos continuarmos nessa forma de cooperação“, declarou Su Jian.
Sobre a dívida remanescente de Moçambique à China, a vice-ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação afirmou que os encargos estão dispersos por vários projectos de cooperação e têm sido contraídos através de diversas metodologias.
“São portfólios muito diferentes, é preciso fazer um trabalho para compreender a dívida global, há parcerias de Governo para Governo, há parcerias público-privadas e há diferentes metodologias de empréstimos“, afirmou Nyeleti Mondlane.
A governante disse que o dinheiro que resulta do perdão vai ajudar o país a canalizar verbas para áreas prioritárias de combate à pobreza.
Na mesma ocasião, o embaixador da China em Moçambique indicou que o seu país vai doar 15 milhões de dólares (12,7 milhões de euros) para o apoio ao projecto de construção do aeroporto de Xai-Xai, capital da província de Gaza, sul de Moçambique.
Referindo-se ao empreendimento, Nyeleti Mondlane afirmou que a infraestrutura vai juntar-se a outras do sector aeroportuário já existentes em quase todas as províncias do país.
“Pela sua proximidade à cidade de Maputo, o futuro aeroporto de Xai-Xai vai, a médio e longo prazo, desempenhar um papel muito importante como um aeroporto alternativo em situações de emergência, bem como facilitar a assistência das populações quando ocorrem calamidades naturais“, declarou.
A infraestrutura colocará a província de Gaza no circuito regional e internacional, tendo em conta potencialidades desta província no sector de turismo, concluiu.
Uma mulher encontra-se detida, desde a segunda-feira (23), no distrito de Murrupula, província de Nampula, acusada de orquestrar a morte do próprio marido, em conspiração com os filhos, também detidos.
A vítima, de 38 anos de idade, respondia pelo nome de Jorge Cabral e foi assassinada na mesma segunda-feira.
As autoridades policiais estão ainda a investigar as razões que levaram a senhora os filhos a acabarem com a vida do chefe de família.
Segundo apurámos, a senhora e os filhos atiraram o corpo do malogrado dentro de uma fossa séptica da própria casa, facto que exigiu a intervenção do Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP) para recuperar o cadáver.
Este crime trás à memória um outro ocorrido em Setembro de 2015, no bairro de Fomento, no município da Matola, província de Maputo. Um jovem de nome Armando Maneses, de 21 anos de idade, recorreu a uma enxada e alavanca assassinar o pai e a mãe, após um desentendimento resultante do facto de os progenitores terem recusado dar-lhe dinheiro para consumir bebida alcoólica.
O casal respondia pelos nomes de Celeste Sambo e Manasses Macave.
Volvidos 14 meses, Armando Manasses, que estava trancafiado desde o dia do cometimento do crime, foi condenado a 31 nos de prisão. Acompanharam-no à cadeia, por envolvimento do acto macabro, dois amigos: Abel Mula, 20 anos de idade, e Hélio Mondlane de 21 anos de idade.
Já em Maputo, Polícia da República de Moçambique (PRM), deteve um cidadão de 35 anos de idade, por alegado assassinato um empresário de nacionalidade chinesa, a 01 de Outubro corrente, no distrito de Chemba, província de Sofala.
Segundo corporação, o acusado alegou que há bastante tempo estava de costas voltadas com o seu patrão, porque, supostamente, o prejudicava durante o transporte de madeira, uma vez que ele era condutor.
Após o crime, o jovem refugiu-se em Maputo, mas a fuga não durou muito tempo, tendo caído nas mãos da PRM.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Jornalistas de Rádio. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Tesoureiro. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Comercial e Marketing. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Locutores. Saiba mais.
O Governo de Moçambique, representado pelo Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) pretende contratar um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.
O Governo de Moçambique, representado pelo Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MIMAIP) pretende aplicar parte do crédito em pagamentos elegíveis para contratação de um (1) Motorista e Estafeta para a Unidade de Coordenação do Projecto. Saiba mais.
O Financial Sector Deeping Moçambique (FSDMoç) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Serviços Financeiros Digitais. Saiba mais.
A I-TECH Mozambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clínico para Mentoria e Melhoria de Qualidade na área de HIV/SIDA e Circuncisão Masculina Médica Voluntária. Saiba mais.
O Conselho Municipal da Cidade da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quarenta e cinco (45) Auxiliares/ Assistentes da Polícia Municipal (Errata). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para a Elaboração de um Projecto. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva e Saneamento do Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiras de SMI/ Básica. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Psiquiatria e Saúde Mental. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Estatística Sanitária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Agentes Técnicos/ Motoristas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Agentes de Serviço. Saiba mais.
A Birlik International School está seleccionando Professores para actuarem nas seguintes áreas do Ensino Secundário Geral [8ª, 9ª e 11ª Classes]. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Actividades Colaborativas TB/HIV e DOTS-C. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma Consultoria estratégica de Recursos Humanos que está a recrutar para seu cliente um (1) Analista Sénior de Compras (Procurement). Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Especialista de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Oficial de Finanças e Administração. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Director Financeiro e Administrativo. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma consultoria estratégica de Recursos Humanos, que está a recrutar para uma empresa cliente que actua na área mineira profissionais. Saiba mais.
A internet está a chamar-lhe o “Ministério do WhatsApp” e foi criado pelo líder do Zimbabué, Robert Mugabe para lidar com “uma ameaça emergente para o estado”.
O presidente do Zimbabué, Robert Mugabe, criou um ministério de cibersegurança que está a ser denominado de “Ministério do WhatsApp”. O Ministério da Cibersegurança, Deteção e Mitigação de Ameaças nasce, segundo o porta-voz de Mugabe, George Charamba, para lidar com a “ameaça emergente para o estado fundada no abuso e na conduta ilegal”. O escolhido para presidir o ministério foi o ex-ministro das Finanças, Patrick Chinamasa, o qual, segundo o própria, não usa nenhuma rede social.
O ditador Mugabe é um alvo constante de memes na Internet por protagonizar situações como a leitura do discurso errado ou adormecer em eventos importantes (ou, segundo o porta-voz de Mugabe, proteger os olhos das “luzes brilhantes”). O ministro recém nomeado é agora novo alvo na net, na qual já circula uma carta falsa na qual Chinamasa decreta que, pelo “ciber poder” que lhe é conferido, todos os grupos de WhatsApp têm de estar certificados pelo governo e que pertencer a grupos não oficiais constitui um crime.
Há quem diga que o ex-ministro das finanças do Zimbabué vai revitalizar a economia do país através do controlo às redes sociais, as quais o governo disse terem sido usadas para “criar uma sensação de pânico” quando o país ficou sem gasolina no mês passado.
A medida de Mugabe, que tem 93 anos e está no poder desde 1980, está a ser vista como um atentado aos direitos humanos, mais especificamente à liberdade de expressão. A Internet tem sido, aliás, uma das maiores ferramentas de oposição ao regime.
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, garante que o seu partido irá participar nas eleições intercalares no município de Nampula.
“A Renamo vai concorrer e vai ganhar sem dificuldades”, reiterou Afonso Dhlakama citado nesta quarta-feira, (25).
A reacção de Dhlakama acontece depois da aprovação da realização de eleições intercalares em Nampula pelo Conselho de Ministros na segunda-feira.
O Governo vai notificar agora a Comissão Nacional de Eleições para propor a data da realização da eleição intercalar, numa altura em que falta apenas um ano para a realização das quintas eleições autárquicas na história do país.
O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), anunciou ontem (25), que as dívidas acumuladas pelas empresas ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), em todo o território moçambicano, ultrapassam um bilião de meticais.
A informação foi avançada pela ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, durante a cerimónia de abertura do II Conselho Consultivo da Inspecção-Geral do Trabalho, um evento de dois dias em curso na cidade de Maputo.
“Um total de 24.266 empresas faltaram ao pagamento de contribuições à Segurança Social, tendo a dívida de tais empresas atingido 1.234.977.461 meticais”, disse a ministra.
Advertiu que algumas empresas continuam a desrespeitar os seus funcionários, submetendo-os a condições de trabalho precárias.
“Continuamos a notar com tristeza que há empresas que submetem os trabalhadores a condições de trabalho degradantes, longas jornadas de trabalho e descriminação salarial”.
Como exemplo citou o caso da empresa Ferragem Mariote que vai ser sancionada exemplarmente por espancamento dos seus funcionários.
A indignação da ministra surge na sequência de imagens postas a circular nas redes sociais que mostram um cidadão chinês a bater trabalhadores moçambicanos com uma vara.
“Recomendamos uma acção rigorosa da Inspecção Geral do Trabalho”, disse Diogo.
Aparentemente, a empresa decidiu espancar os funcionários que chegavam tarde ao local de trabalho.
Diogo, que repudia o acto, disse que o atraso dos funcionários não justifica a atitude dos dirigentes da empresa.
“Queremos, pois, repudiar actos do género e aconselhar uma convivência sã”, disse a ministra, para de seguida acrescentar “todos estes males corroem a base de uma nação”.
A luta contra o grupo ‘jihadista’ nigeriano Boko Haram agravou o nível de precariedade no extremo norte da região mais desfavorecida dos Camarões, confrontada já com graves problemas, indica hoje um relatório de uma organização internacional.
No documento, o centro de análise Grupo para as Crises Internacionais (ICG, na sigla inglesa) refere que, antes da chegada do Boko Haram, o extremo norte do país era já a região mais pobre dos Camarões, onde 74% da população vive abaixo do limiar da pobreza, o que contrasta com os 37,5% da média nacional.
“O conflito agravou a situação”, frisa a organização, que recomendou a aprovação de um “pacto de desenvolvimento” para relançar a economia da região, que conta com cerca de quatro milhões de habitantes.
Segundo o ICG, desde 2014, quando os Camarões entraram em guerra contra o Boko Haram, o grupo ‘jihadista’ matou “cerca de 2.000 civis e militares” e raptou “um milhar de pessoas” na região, enquanto do lado do movimento terrorista sofreu baixas entre os 1.500 e 2.000 guerrilheiros.
Segundo o relatório da organização internacional, o conflito e as suas consequências “paralisaram” a economia local e provocaram um “abrandamento” da nacional.
À falta de um estudo internacional, lembra o ICG, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou o impacto orçamental do conflito, incluindo as despesas de guerra, entre 1% a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, ou seja, entre 325 e 650 milhões de dólares (entre 276,3 e 553 milhões de euros).
Por seu lado, o Governo camaronês estimou em cerca de 40 mil milhões de francos CFA (366 milhões de euros) o valor provocado pela destruição de bens, casas (mais de 40.000 habitações destruídas), escolas, mercados, estradas e centros de saúde.
“O conflito desfez o tecido empresarial e comercial local, empobrecendo os milhares de comerciantes que dependiam das trocas de bens com a Nigéria“, acrescenta-se no documento.
O turismo, salienta o ICG, “é provavelmente o sector mais afectado” pelo conflito, que levou ao encerramento de 27 hotéis e de dezenas de restaurantes.
“A agricultura, transportes, pesca e agropecuária, sectores que empregam centenas de milhar de pessoas, foram também muito afectados“, termina o relatório.
A Direcção de Saúde da Cidade de Maputo instaurou, no período que vai Janeiro a Setembro, 62 processos disciplinares, dos quais sete em conexão com desvio de medicamentos e outros de bens do Estado.
Na sequência da ofensiva, foram igualmente instaurados os respectivos processos-crime, que levarão os indiciados a responder em juízo pelo envolvimento em práticas lesivas ao Estado.
Os dados foram revelados pela directora de Saúde, Alice Abreu, no lançamento da Campanha contra a Venda Ilícita de Medicamentos, havida esta quarta-feira no buliçoso mercado de Xipamanine, sob o lema “Medicamento Vendido na Rua/Mercado Faz mal à Saúde – Não Vamos Comprar”.
“Os roubos e desvios de medicamentos constituem as causas de desperdícios de recursos e de problemas de disponibilidade de medicamentos nas unidades sanitárias”, disse a fonte.
Segundo a directora, no cumprimento do Plano Económico e Social (PES) 2017, o sector levou a cabo 79 visitas, das quais 17 em unidades sanitárias privadas, 60 farmácias privadas, assim como em dois mercados formais.
Nas visitas, segundo a fonte, foram detectadas diversas irregularidades, sendo 11 em farmácias, oito em unidades sanitárias, duas em mercados e três nas unidades sanitárias que se dedicavam a venda ilegal e ilícita de medicamentos e ou de uso exclusivo do Serviço Nacional da Saúde.
Entre as irregularidades detectadas, segundo a fonte, destaca-se a má conservação de medicamentos, que pode reduzir a sua eficácia e, entre os casos mais graves, infra-estruturas e recursos humanos que nada têm a ver com a área, mas lidam com fármacos. As situações constatadas resultaram na aplicação de multas aos prevaricadores.
Alice Abreu disse que o fenómeno tornou-se um problema grave de saúde pública, pois muitos cidadãos procuram locais como mercados para comprar os fármacos por considerarem os mercados como local de fácil acesso e outros produtos de saúde sem, no entanto, considerarem o risco que incorrem.
Os medicamentos comprados em locais não indicados para o efeito têm um grande risco de estarem deteriorados, fora do prazo e sem o princípio activo para curar a doença. Por isso, estes medicamentos podem levar a criar resistência, levando o agravamento do quadro do doente e, portanto, a morte da pessoa que pode ser irmão, filho, amigo ou mesmo colega de trabalho.
“Temos consciência que este trabalho é difícil. Mas com o apoio de todos nós vamos conseguir resolver, consciencializar e eliminar a venda de medicamentos em locais impróprios”, disse a directora, acrescentando que a campanha será replicada para todos os distritos municipais, visando desencorajar e eliminar a prática.
Apesar de ter o termo previsto para Dezembro a campanha continuará por muito mais tempo com vista a travar e eliminar os esquemas de roubo e desvios de medicamentos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), representada na ocasião, apelou aos cidadãos para denunciarem tais práticas, mesmo se nos esquemas estiverem envolvidos agentes da corporação, com vista a preservar a saúde do cidadão.
A ex-candidata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton e o Partido Democrata teriam feito pagamentos para manter as investigações sobre supostos vínculos do actual mandatário, Donald Trump, e sua equipe com a Rússia, o chamado “Russiagate”.
A denúncia foi revelada pelos jornais “The Washington Post” e “The New York Times” nesta quarta-feira (25).
Segundo o jornal da capital norte-americana, um advogado que trabalhou para Hillary e para o partido, chamado Marc Elias, contratou uma empresa em Abril do ano passado para investigar os laços entre o republicano e os russos. Os serviços teriam sido pagos até pouco antes das eleições presidenciais, ocorridas em Novembro de 2016.
Já o The New York Times informou que foram contratados “investigadores particulares” para recolher informações para a ex-secretária de Estado. Actualmente, o Congresso dos EUA investiga e interroga membros do staff de Trump sobre uma possível interferência dos russos na vitória do magnata.
A falta de cultura de prestação de contas, pelos governos, está a prejudicar os esforços globais que visam garantir maior acesso à educação no mundo. Essa é uma das principais constatações do Relatório da UNESCO apresentado em Maputo.
Num contexto que a UNESCO estima que há 264 milhões de crianças e jovens que não vão à escola em todo o mundo, a organização produziu um estudo para perceber as razões da violação deste direito básico. Denominado Relatório de Monitoramento da Educação Global 2017, o documento responsabiliza os governos pelos incumprimentos das metas globais comuns sobre o acesso a educação. O relatório diz ser papel dos governos garantir que haja responsabilização dos vários actores pelos fracassos ou incumprimentos.
O relatório defende que, não obstante ser obrigação primeira dos governos garantir a responsabilização, esta deve ser partilhada por vários actores, através de mecanismos claros de participação.
Segundo o relatório, uma forte regulamentação do sector acompanhada de uma monitoria permanente pode ajudar os governos a saber ajustar as suas necessidades e facilmente desenhar as suas políticas. Este estudo foi apresentado na presença dos Ministros da Educação de Moçambique, Ghana, Ruanda, África do Sul e outras entidades governativas e pertencentes a organizações que lidam com o sector.
Um estudante norte-americano colocou lixívia na água que a namorada grávida ia beber para provocar um aborto.
O casal esperava o primeiro filho em comum mas Theophilous Washington, de 21 anos, revelou não estar preparado para ser pai.
O jovem, estudante na Millersville University, em Washington, nos Estados Unidos, já confessou a culpa e será acusado de tentativa de homicídio. De acordo com documentos do tribunal, citados pelo jornal local Lencaster Online, Washington ofereceu uma garrafa de água misturada com lixívia à jovem para esta beber.
A mulher, que frequenta o primeiro ano da faculdade, terá ingerido o líquido, vomitado e chamado o 911 – equivalente ao 112, número de emergência nacional. Tanto a mulher como o bebé não sofreram qualquer dano apesar da tentativa de Theophilous.
A cidade de Chimoio registou rotura do stock de combustível, na manhã de terça-feira (24), com apenas uma bomba a proceder ao abastecimento.
A nossa equipa de reportagem captou imagens de viaturas que faziam enormes filas, na única bomba que viam como solução para o reabastecimento de suas viaturas. No entanto, há quem não suportando a enchente, olhava os vizinhos distritos de Gondola e Manica como alternativas
Sobre o assunto, o director provincial dos Recursos Minerais e Energia, Silva Manuel, diz não ter dúvidas que pode tratar-se de má gestão dos operadores que esperam que o stock disponível termine para requisitar outro.
Entretanto, ainda ontem, pelo menos cinco das sete bombas já tinham combustível, o que reduziu a procura pelo produto.
O chefe de Estado brasileiro, Michel Temer, foi levado para um hospital para ser submetido a exames médicos, depois de se ter sentido mal quando se encontrava no Palácio Presidencial, revelou o Governo em comunicado.
“O Presidente Michel Temer teve um desconforto no fim da manhã de hoje e foi consultado no próprio departamento médico do Palácio do Planalto“, diz o comunicado assinado pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.
“O médico de plantão constatou uma obstrução urológica e recomendou que fosse avaliado para o Hospital do Exército, onde se encontra para realização de exames e devido tratamento“, refere o Governo no comunicado.
O chefe de Estado enfrenta um dia decisivo na Câmara dos Deputados (Câmara baixa parlamentar) que deve votar se aceita ou não a segunda denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, acusado da prática dos crimes de obstrução da Justiça e organização criminosa.
Temer alega ser inocente das acusações e já disse publicamente que é vítima de uma conspiração para tirá-lo da Presidência da República.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Jornalistas de Rádio. Saiba mais.
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Uma multidão enfurecida linchou, domingo, três líderes comunitários acusados de feitiçaria num dos povoados do posto administrativo de Chidzolomondo, distrito de Macanga, província de Tete.
Falando em conferência de imprensa havida hoje na cidade de Tete, a porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) para a província de Tete, Lurdes Ferreira, condenou vigorosamente o acto, advertindo que é crime fazer justiça com as próprias mãos.
“Estamos preocupados, porque os populares insurgiram-se e deslocaram-se às casas de três líderes comunitários, que não suportaram a fúria e acabaram por perder a vida“, explicou.
“Os nossos colegas de Macanga já detiveram três cidadãos indiciados de terem liderado o movimento popular, e ao mesmo tempo foi instaurado um processo-crime de homicídio voluntário“, acrescentou.
Segundo a porta-voz da PRM, a investigação em curso não permite revelar a identidade dos cidadãos detidos.
“Estamos a fazer um trabalho com vista a perceber melhor as reais motivações, mas as informações que temos indicam que os populares decidiram matar os seus chefes, presumivelmente, por serem feiticeiros“, explicou.
De acordo com a fonte, a PRM manifesta a sua preocupação com a ocorrência de actos desta natureza que, até num passado recente, eram pouco frequentes na província de Tete.
“Isso é coisa rara aqui em Tete ouvir dizer que populares lincham os seus líderes nas comunidades onde vivem. É difícil perceber isso, porque nas comunidades quem resolve os problemas são os chefes comunitários que agora estão a ser mortos“, lamentou.
“Apelamos para que os cidadãos tenham a cultura de denunciar os malfeitores para que a PRM tome as devidas medidas, porque as pessoas não devem fazer a justiça pelas próprias mãos“, disse.
O Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, diz que o Governo cumpriu o roteiro definido juntamente com o FMI para o esclarecimento das dívidas, e que agora, o que o FMI exige está sob alçada da Procuradoria-Geral da República.
Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que não haveria de negociar com Governo qualquer programa de ajuda ao Orçamento do Estado (OE), antes que seja totalmente esclarecida a questão das dívidas e responsabilizados os culpados.
E sem apoios, o Governo mesmo assim já entregou à Assembleia da República o Orçamento de Estado para o próximo ano, que foi elaborado dentro das limitações impostas pelos cortes dos parceiros.
A Educação e a Saúde continuam a ser prioridade no Orçamento para o próximo ano, e, apesar da crise, não vão sofrer cortes.
Estes sectores beneficiam ainda do apoio dos parceiros que financiam os projectos.
O nascimento de um filho costuma ser um momento mágico para os pais. Na maternidade, eles até se esquecem de todos os outros detalhes de suas vidas para focar nos primeiros instantes desta nova vida que chega ao mundo.
Entretanto, o “papai” Cody Hulse, morador da cidade de Greensburg, nos Estados Unidos, não conseguiu deixar o seu “trabalho” de lado e decidiu vender heroína dentro do hospital onde sua filha nascera.
De acordo com o jornal Springfield News-Sun , o homem foi preso na última quinta-feira (19), apenas algumas horas após o nascimento de sua filha. Segundo informações da polícia, as autoridades visualizaram alguns pacotes de heroína em um carro, e quando perguntaram ao responsável onde ele conseguira as drogas, a resposta os levou ao quarto 511 da maternidade Excela Health Westmoreland.
Hulse, que colaborou com as investigações da polícia e foi a julgamento na última sexta-feira (20), revelou ter problemas com drogas e explicou toda a logística de seu “comércio”. De acordo com o mesmo jornal, ele escondeu os opióides e os vendeu para algumas pessoas que visitaram sua filha no hospital.
A namorada do vendedor, cujo nome não foi divulgado, alegou não saber do “negócio” de seu parceiro. Entretanto, ela disse ter conhecimento de seus problemas relacionados a alguns tipos de drogas.
Nascimentos peculiares
Este, porém, não foi o primeiro “recém papai” a ser preso nos Estados Unidos. Em um caso na Louisiana, por exemplo, ao entrar em trabalho de parto antes do esperado, Bridget Evans precisou ser levada às pressas para o hospital. Preocupado com a saúde de sua esposa, Zak Evans não pensou duas vezes antes de pisar fundo no acelerador.
O que não esperavam era que a infracção de trânsito terminaria com o pai da família na cadeia: afinal, no meio do caminho, policiais perceberam que o veículo estava acima do limite de velocidade e impediram o casal de prosseguir sua viagem. Segundo o portal KALB, Bridget foi levada à maternidade por uma ambulância e Zak foi preso.
Sua estadia na cadeia, porém, não durou muito. Depois de uma ligação do hospital, os policiais liberaram Zak, que correu para a maternidade com o objectivo de dar todo o suporte para a sua esposa. Mas ele chegou um pouco atrasado, e ao entrar no quarto, descobriu que sua filha já tinha nascido. No caso do vendedor de heroína, pelo menos o pai conseguiu presenciar o nascimento da filha.
O matadouro Bonsuíno deverá pagar uma multa de 237 mil meticais ao Estado moçambicano, por contrabando e má conservação dos produtos que comercializava.
A informação foi avançada, na manhã de hoje, durante o habitual breafing da Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE), pelo porta-voz Ali Mussa.
Num outro desenvolvimento, Mussa referiu que foram fiscalizados em todo o país, na última semana, cerca de 750 estabelecimentos económicos, e nas actividades foram detectadas péssimas condições de higiene e limpeza e falta de condições para a venda de alguns produtos com destaque para o cimento de construção.
Ainda na semana passada a INAE apreendeu produtos fora do prazo da empresa Procongel, estabelecimento que se dedica à venda de carnes e peixe. A INAE garante que vai oportunamente dar mais detalhes em relação ao seu destino.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve segunda-feira uma mulher na posse de 65 quilos de canábis sativa, vulgo soruma, no distrito de Angónia, província de Tete.
A chefe do Departamento das Relações Públicas do Comando Provincial da PRM em Tete, Deolinda Matsinhe, confirmou a reportagem da AIM a ocorrência, e explicou que a traficante de droga foi detida pelos agentes de Guarda-Fronteira, no posto de controlo de Madeia, em Angónia.
“Chama-se Teresa Nguiraze, de 38 anos de idade. A cidadã foi detida quando transportava 65 quilogramas de soruma, que tinha como destino o vizinho Zimbabwe, onde iria comercializar aquela droga proibida em Moçambique“, explicou.
Referiu que a infractora, que seguia a bordo de um camião, ainda tentou em vão subornar os polícias com 2.500 meticais e 34 mil kwachas (cerca de 25 e 47 dólares americanos respectivamente, ao câmbio corrente).
Segundo Deolinda Matsinhe, a droga estava escondida no interior de dois sacos de ráfia. Inicialmente, os agentes policiais pensaram que se tratava de mapira, mas depois descobriram que era soruma.
“Quando se sentiu apertada pelos agentes da polícia, a cidadã tirou duas notas de mil e outra de quinhentos meticais, mas 34 mil kwachas, mas os nossos colegas foram implacáveis e resistiram a tentação“, afirmou.
“A Polícia decidiu encarcerar a cidadã e apreender a droga para mais averiguações, de modo a neutralizar a rede que usa a província de Tete como corredor“, disse a fonte.
O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a Inspecção-Geral do Estado (IGE) a agir com rigor e imparcialidade, durante a cerimónia de posse da...