Um aluno de 14 anos incendiou a Escola Estadual Rural Vicente Brito de Sousa, em Feijó, no Brasil.
O incêndio foi provocado na noite de sábado para domingo e acabou por destruir o edifício. O jovem suspeito de ter cometido o crime terá tido ajuda. Uma discussão com uma professora estará na origem do caso.
O portal G1 adianta que o incêndio deixou quase 100 alunos sem aulas e que as chamas destruíram diverso material, tanto didáctico como da cantina da escola.
“Recebemos a informação de que foi um aluno nosso da rede estadual de ensino que estuda o 8.º ano no Programa Ases da Florestania que tocou fogo na escola. Ficámos perplexos com a notícia, mas já estamos tomando todas as medidas necessárias para que os alunos não percam o ano lectivo”, explicou uma coordenadora local citada pelo mesmo portal.
O portal UOL explica que os dois jovens foram detidos e que o menor de 14 anos terá confessado o crime. A motivação para o crime terá sido uma discussão que o jovem teve dias antes com a professora em plena sala de aula.
Os dois jovens ficaram detidos em prisão preventiva. O de 19 anos foi transferido para uma cadeia enquanto o mais jovem, sendo menor, foi levado para um centro de reeducação, o Instituto Socioeducativo do Acre.
Um inspector da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Gaza, foi detido, acusado de confundir as suas funções e mandar soltar um cidadão que estava preso, após envolver-se em um acidente de viação.
Trata-se de Gabriel Luís Jossene, que à data dos factos era chefe do Departamento da Polícia de Trânsito (PT), em Gaza. A sua detenção foi decretada pelo Tribunal Judicial da Província de Gaza, por entender, primeiro, que não compete à Polícia restituir cidadãos presos à liberdade e, segundo, por suspeitas de que a soltura do automobilista em alusão foi mediante um esquema de corrupção.
Reagindo a este caso, Luís Vianeque, procurador e porta-voz da Procuradoria Provincial de Gaza, disse a que Gabriel Jossene é “acusado de crime de abuso de cargo e função”.
Um “chefe do Departamento” da PT “não tem competências” para mandar libertar um recluso, mas uma “autoridade judiciária” pode fazê-lo.
O magistrado esclareceu que Gabriel Jossene não foi incriminado de prática de corrupção, porque “o colega que trabalhou no processo” não encontrou elementos que provassem ter havido tal situação.
Contudo, o automobilista em causa disse, durante a “instrução dos autos acusatórios”, que desembolsou entre cinco mil e seis mil meticais para ser solto, o que não foi provado, de acordo com Luís Vianeque.
A I-TECH Mozambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clínico para Mentoria e Melhoria de Qualidade na área de HIV/SIDA e Circuncisão Masculina Médica Voluntária. Saiba mais.
O Conselho Municipal da Cidade da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quarenta e cinco (45) Auxiliares/ Assistentes da Polícia Municipal (Errata). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para a Elaboração de um Projecto. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva e Saneamento do Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiras de SMI/ Básica. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Psiquiatria e Saúde Mental. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Estatística Sanitária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Agentes Técnicos/ Motoristas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Agentes de Serviço. Saiba mais.
A Birlik International School está seleccionando Professores para actuarem nas seguintes áreas do Ensino Secundário Geral [8ª, 9ª e 11ª Classes]. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Actividades Colaborativas TB/HIV e DOTS-C. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma Consultoria estratégica de Recursos Humanos que está a recrutar para seu cliente um (1) Analista Sénior de Compras (Procurement). Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Especialista de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Oficial de Finanças e Administração. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Director Financeiro e Administrativo. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma consultoria estratégica de Recursos Humanos, que está a recrutar para uma empresa cliente que actua na área mineira profissionais. Saiba mais.
Um novo ataque de um grupo de insurgentes em Palma, na província de Cabo Delegado, no fim-de-semana, provocou pânico as multinacionais, que exploram gás e petroleo, disseram nesta segunda-feira jornalistas e trabalhadores.
“Houve um confronto, no sábado, e ontem (domingo 22) cerca das 23 horas foi registado novo ataque do grupo na zona de Palma” contou à VOA um jornalista baseado em Pemba, descrevendo que a nova insurgência gerou instabilidade nas multinacionais.
A VOA apurou de uma outra fonte que o grupo atacou um posto administrativo de Ulumbi, no distrito de Palma, a zona onde até agora foi feita a única perfuração em terra na pesquisa pelo petróleo, por uma empresa canadiana.
“Há funcionários das multinacionais a serem tirados da zona após estes ataques”, disse um funcionário da multinacional americana Anadarko, que tem operações na região, sem acrescentar detalhes.
Segundo relatos de populares, os atacantes têm as mesmas características (andam encapuzados e com gritos de palavras de ordem), do grupo que assaltou a vila de Mocímboa da Praia há três semanas, e depois repelida pelas forças estatais.
Ao todo este fim de semana foram realizados três ataques, sendo dois em Palma e um a norte da vila de Mocímboa da Praia, todos contra edifícios públicos, incluindo uma posição policial.
A VOA apurou ainda de uma fonte bem posicionada da Procuradoria Provincial, que nesta segunda-feira 23, começaram a ser ouvidos os insurgentes capturados durante os confrontos com a Polícia e os suspeitos detidos à posteriori.
O administrador do distrito de Palma no norte de Moçambique, David Machimbuko, citado por órgãos de informação estatais, disse domingo que foram presos 11 novos membros de um grupo armado, que teria atacado no inicio do mês a vila de Mocímboa da Praia.
O antigo presidente do Brasil Lula da Silva reconheceu que Dilma Roussef falhou na condução da política económica e traiu os eleitores com as medidas fiscais adoptadas após vencer as eleições de 2014.
“Sim, é claro que nós falhamos. O nosso maior erro foi exagerar nas políticas (de isenções e apoios) a grandes empresas (…) Entre 2011 e 2014, cerca de 428 mil milhões de reais (114 mil milhões de euros) foram exonerados e quando Dilma tentou acabar com este auxílio, o Senado não o permitiu“, disse Lula da Silva numa entrevista ao jornal espanhol “El Mundo”.
“O segundo erro ocorreu quando a Presidente anunciou o ajustamento fiscal e traiu o eleitorado que a elegeu em 2014, ao qual prometemos manter as despesas. Dessa forma, começamos a perder credibilidade“, completou.
A declaração foi feita em resposta a questões sobre a condução do Governo brasileiro na gestão de Dilma Rousseff, presidente eleita duas vezes que acabou destituída pelo Congresso em Agosto de 2016 deixando o país numa grave crise fiscal.
O ex-chefe de Estado brasileiro também revelou que chegou a pensar em se candidatar nas presidenciais de 2014, mas desistiu por pensar que Dilma Rousseff merecia tentar a reeleição.
Sobre a sua possível candidatura nas próximas presidenciais, a condenação de 9 anos e seis meses de prisão por corrupção e o seu suposto envolvimento em outros casos relacionados com os desvios da Petrobras, Lula da Silva voltou a dizer que está preparado para governar e que é inocente.
“O julgamento ao qual estou sujeito é uma farsa. Nem a Polícia Federal nem o Ministério Público encontraram uma única prova para me cobrar, razão pela qual eu digo que a decisão do juiz Sérgio Moro é eminentemente política“, concluiu.
O ex-presidente lidera as sondagens de opinião nas próximas presidenciais do país sul-americano, que acontece em 2018, mas corre o risco de não poder se candidatar se for condenado em segunda instância pela Justiça brasileira.
Pelo menos três dos cinco estabelecimentos comerciais fiscalizados, na Beira, pela Autoridade Tributária (AT) de Moçambique, foram autuados por falta de emissão de facturas depois da venda de produtos, situação descrita de sonegação de impostos do Estado.
A fiscalização baseou-se na verificação de livros da relação de mercadorias vendidas aos clientes, tendo-se detectado que não eram passadas facturas há bastante tempo. Nalguns casos, não se incluía o Imposto Sobre Valor Acrescentado (IVA).
Alguns proprietários dos estabelecimentos multados, que incluem uma bomba de abastecimento de combustíveis, referiram que não emitem facturas porque na prática as vendas são quase inexistentes.
A autuação, que surge no âmbito da campanha de fiscalização à facturação iniciada ontem à escala nacional, poderá levar os infractores ao pagamento de multas que variam de cinco mil a 70 mil meticais.
“Nos últimos dias nãos estamos a vender. Por isso, não estamos a facturar. Quando não se vende, não se pode passar a factura”, referiu Yagnesh Patel, proprietário da África Incorporated, estabelecimento comercial de venda de granito, mosaicos e mármore.
O delegado provincial da AT em Sofala, Raimundo Mapanzene, considerou bastante preocupante para o Estado, a sonegação de impostos resultante da falta de facturação nas transacções comerciais.
“Pretendemos com a campanha verificar se os agentes económicos estão ou não a contribuir para as receitas do Estado. Esperamos até final da campanha, em Dezembro, elevar a cultura de emissão de facturas em todas as transacções comerciais a nível da província. Queremos um ambiente de negócio em que ao Estado seja entregue o que deve”, disse.
A província de Sofala arrecadou de Janeiro a esta parte, dez mil milhões dos 15 mil milhões de meticais de receitas previstas para o presente ano. A falta de emissão de facturas não permite o controlo de impostos para o Estado.
“Temos que ser cidadãos fiscalmente mais activos para a robustez financeira do Estado, visando garantir a criação de condições básicas para as populações”, apelou Raimundo Mapanzene.
Um homem de 56 anos atirou uma mulher para a linha do comboio, no passado sábado, na estação Yuen Long, em Hong Kong, segundo avança o jornal New York Daily News.
As imagens, captadas por uma câmara de videovigilância, mostram o ataque de um sujeito a uma mulher que será funcionária da estação.
Após a ter empurrado, o homem continua a caminhar como se nada tivesse acontecido. No vídeo, é possível ver a mulher a bater com a face nas linhas do comboio.
Na semana passada já havia sido noticiada a conversa telefónica entre Donald Trump e Myeshia Johnson, a viúva do sargento La David Johnson que foi morto no Níger durante uma missão.
Porém, novos pormenores são agora revelados pela própria mulher. Em entrevista ao programa ‘Good Morning America’, da ABC, Myeshia disse ter ficado “triste” com a forma como o Presidente norte-americano falou sobre o marido, especialmente porque o responsável pelos EUA não se conseguia lembrar do nome do militar morto.
“Ouvi-o a engasgar-se, a tentar lembrar-se do nome do meu marido. Isso foi o que mais me magoou”, começou por dizer, questionando de seguida: “Se o meu marido está a lutar pelo nosso país como é que ele [o Presidente] não se consegue lembrar do nome dele?”, acrescentou a mulher.
“Isso foi o que me deixou triste e me fez chorar ainda mais, porque o meu marido foi um soldado maravilhoso”, apontou.
Myeshia confirmou ainda o que a congressista democrata Frederica Wilson já havia dito sobre este telefonema: Donald Trump foi demasiado rude na abordagem à viúva de um soldado morto em missão.
“O Presidente disse que o meu marido sabia ao que estava sujeito quando se alistou. E isso fez-me chorar. Fiquei muito aborrecida com o tom e a forma como disse isto”, frisou.
A Coreia do Norte acusou esta segunda-feira o Governo japonês de “impulsionar a militarização do país” e preparar “uma nova invasão da península coreana”, na sequência da reeleição do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, no domingo.
Num comunicado divulgado pela agência estatal norte-coreana KCNA, o regime liderado por Kim Jong-un fez acusações contra os “reaccionários japoneses”.
De acordo com Pyongyang, Shinzo Abe tentou justificar as eleições antecipadas que ocorreram no Japão com a necessidade de enfrentar a Coreia do Norte e, assim, “permanecer no poder e abrir caminho para uma nova invasão da península coreana”.
O Japão “voltou a encenar outra sinistra caricatura política, na qual revelou o seu verdadeiro rosto, de um estado bélico que deu um novo ímpeto à sua militarização”, referiu a declaração.
“Agora que está claro que o Japão apoia os preparativos para a nova invasão, com o apoio dos Estados Unidos, a RPDC (nome oficial do país, República Popular Democrática da Coreia) tem o direito de tomar duras contramedidas de autodefesa”, acrescentou o comunicado.
A declaração advertiu aos “reacionários japoneses” que a Coreia do Norte “tem uma posição estratégica como potência nuclear”. O primeiro-ministro japonês disse esta segunda-feira, por seu lado, que a sua sólida vitória permite por em marcha “medidas contundentes contra a ameaça norte-coreana”, depois de justificar a realização das eleições antecipadas com a necessidade de fortalecer o Executivo diante do constante desenvolvimento de armas na Coreia do Norte.
Além disso, a vitória conquistada pelo seu partido permite que Abe comece o complexo processo de reforma da Constituição japonesa, voltada para o pacifismo, uma iniciativa polémica que o primeiro-ministro japonês defende com o objectivo de aumentar os poderes de defesa nacional. Entretanto, esta ambição de Shinzo Abe encontra uma forte resistência na China e na Coreia do Sul.
Com um subsídio de reforma de um milhão de dólares, José Eduardo dos Santos, amargurado, assistiu esta semana, no recato da sua nova residência no Bairro Miramar, ao início do desmoronar do seu império.
O ‘mensageiro da desgraça’ foi o novo Presidente, João Lourenço, que, numa entrada de rompante na abertura do Parlamento angolano saído das eleições de 23 de Setembro último, declarou, de forma subtil, ‘guerra aberta’ ao seu antecessor.
Menos de um mês após Eduardo dos Santos ter abandonado o Palácio da Cidade Alta, alguns dos seus antigos colaboradores veem agora com apreensão a forma como João Lourenço começa a pôr em causa “a imensa cadeia dos interesses da família” do antigo Presidente.
Primeiro, foi o anúncio do fim dos oligopólios no sector da telefonia móvel e do cimento detidos por Isabel dos Santos.
Depois, pôs termo ao acesso directo que, na vigência de Eduardo dos Santos, os presidentes da Sonangol e da Endiama, reconduzidos em vésperas da sua investidura, tinham ao gabinete presidencial.
A Comissão Liquidatária do Nosso Banco, em Moçambique, começou nesta segunda-feira (23), o processo de reembolso dos valores aos credores do Nosso Banco, cuja falência foi decretada em 2016, pelo Banco Central.
O processo vai abranger cerca de 5.700 titulares de contas particulares e empresas, que vão dividir 1,4 milhões de meticais, até finais do presente ano.
A Comissão Liquidatária do Nosso Banco anunciou que cada credor vai receber na totalidade o que tinha na conta e não apenas 20 mil meticais, como havia sido referido inicialmente.
Nesta fase deverão ser indemnizados os ex-trabalhadores e pagos os fornecedores de bens e serviços, para além dos 9.5 mil milhões de meticais que serão reembolsados ao Fundo de Garantia de Depósitos do Banco Central.
O dinheiro que vai permitir estes pagamentos resultou de cobranças aos clientes, da venda de participações do Nosso Banco em algumas instituições e de equipamentos, viaturas, agências bancárias e de parte da carteira de créditos, entre outras iniciativas.
Refira-se que o Banco de Moçambique, ao avaliar que o Nosso Banco não tinha condições para continuar a operar, devido aos baixos rácios de solvabilidade que aquele banco apresentava, decretou a sua falência.
Os accionistas do Nosso Banco, nomeadamente, o Instituto de Segurança Social e Electricidade de Moçambique, vão ser pagos na segunda fase do processo de reembolso, em datas que não foram anunciadas.
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, venceu as eleições deste domingo (22) com uma vantagem que abre caminho para uma polémica reforma da Constituição pacifista do país. As informações são da agência de notícias EFE.
Em um pleito antecipado marcado pela passagem de um tufão e baixa participação popular, o Partido Liberal Democrático (PLD) de Abe ficou com pelo menos 264 das 465 cadeiras da Câmara Baixa, com o qual garante a maioria absoluta do Parlamento.
A coalizão formada pelo PLD e o Komeito elegeu pelo menos 292 deputados, muito perto de obter a maioria de dois terços obtida nas eleições de Dezembro de 2014, segundo dados da emissora pública NHK.
Esses resultados, que colocam Abe em seu terceiro mandato, o que o transformará no primeiro-ministro que mais permaneceu no cargo na história do Japão, também podem garantir apoio suficiente para que ele consiga realizar uma prometida reforma da Constituição.
Exército
O primeiro-ministro, de 63 anos, prometeu mudar a Constituição de 1947, escrita após a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, para dar um reconhecimento, até agora inexistente no texto, ao Exército do Japão, chamado de Forças de Autodefesa, e assim potencializar as capacidades militares do país internacionalmente.
Para realizar essa reforma histórica, que conta com forte oposição de parte dos japoneses e de países vizinhos, como a China e a Coreia do Sul, são necessários os votos de dois terços dos parlamentares. Depois, a medida deve ser aprovada em referendo.
“Para fazer a reforma da Constituição é preciso liderança, mas, ao mesmo tempo, compreensão do povo japonês. Farei todo o possível para conseguir o maior apoio durante essa legislatura, trabalhando com os demais partidos”, disse Abe neste domingo (22) após reconhecer a vitória.
O primeiro-ministro poderá, além disso, dar sequência ao ambicioso programa económico, iniciado em 2012 e conhecido como Abenomics, que busca, através de estímulos, reformas e investimentos públicos, tirar o país da deflação crónica.
Abe convocou as eleições no fim de Setembro, um ano antes do previsto, para aproveitar a fragilidade da oposição e uma alta em sua frágil popularidade graças à crise com a Coreia do Norte.
Oposição
A decisão provocou um terremoto político com o desaparecimento da principal força de oposição, o Partido Democrático (PD), que governou entre 2009 e 2012, e que estava afundado em uma intensa batalha interna após resultados eleitorais desastrosos.
Uma divisão do sector mais liberal do PD, o Partido Constitucional Democrático do Japão, foi o segundo mais votado no pleito, com 48 cadeiras, superando as expectativas, e deve comandar a oposição.
A legenda liderada por Yukio Edano baseou toda a campanha em uma fervente oposição à reforma da Constituição defendida por Abe.
Por sua vez, o Partido da Esperança, criado pouco antes das eleições pela popular governadora de Tóquio, Yuriko Koike, teve um decepcionante resultado, apesar de ter sido, em princípio, visto como uma alternativa real ao poder do PLD.
O partido de Koike, que focou a campanha na superação da velha política e defende o fechamento das usinas nucleares, tem 41 cadeiras nas projecções da NHK.
A participação dos eleitores ficou em 53,6%, segundo a emissora pública, o que representaria um leve avanço em relação às eleições de 2014, quando o índice atingiu o mínimo histórico de 52,6%.
Tufão
As eleições foram afectadas pela passagem do tufão Lan, que está provocando chuvas torrenciais e fortes ventos em grande parte do país, o que obrigou as autoridades a evacuar milhares de pessoas.
O tufão causou a morte de pelo menos duas pessoas e graves interrupções no sistema de transporte. Os horários de abertura e fechamento de algumas secções eleitorais também foram alterados. A apuração também foi atrasada em áreas de difícil acesso.
As três bancadas com assento no Parlamento, nomeadamente, Frelimo, Renamo e MDM destacaram, a necessidade de se combater, de forma urgente a corrupção, que mancha a imagem do país.
Nos seus discursos, questões como o assassinato do edil de Nampula, Mahamudo Amurane e a responsabilização dos autores e o esclarecimento dos ataques ao distrito de Mocímboa da Praia e foram consensuais.
A bancada da Frelimo insta as autoridades competentes a tudo fazerem para o esclarecimento destes assuntos e a trazerem os responsáveis aos órgãos de justiça.
A bancada da Renamo e do MDM centraram-se, igualmente, na questão das dívidas ocultas. Estas representações partidárias reiteram que querem ver identificados e responsabilizados os autores das mesmas.
A agenda da descentralização também foi comum nas três bancadas. A Frelimo mostrou disponibilidade em colaborar no processo. “Nós, a FRELIMO, reafirmamos que estamos totalmente abertos para discutir o processo de descentralização do País, consequentemente a organização de poder do Estado e mesmo que seja necessário, proceder à revisão da Constituição”, referiu Margarida Talapa, chefe da bancada.
A Renamo, por seu turno, manifestou o desejo de não ver os consensos alcançados bloqueados pelo Parlamento. “E queremos acreditar que a Assembleia da República não se irá colocar como força de bloqueio, nem de boicote dos consensos alcançados no diálogo liderado pelos Presidentes Afonso Dhlakama e Filipe Nyusi”, frisou Ivone Soares, chefe da bancada da Renamo. Soares reafirmou o desejo do seu partido, em ver integrados os seus homens nas Forças de Defesa e Segurança.
Já o MDM reiterou, neste pacote, a urgência da Revisão da Constituição. “Quanto mais tempo se demorar para efectuar a Revisão da Constituição, se consolida a instalação de uma bomba relógio que pode perigar o futuro da nova geração”, referiu Lutero Simango, chefe da bancada do MDM.
A VI sessão ordinária da VIII legislatura da Assembleia da República, que hoje iniciou, terá duração de 45 dias.
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Um homem, identificado pelo sobrenome Lin, se entregou à polícia 12 anos após matar sua filha, que na época tinha meses de idade, de forma “acidental”.
Em um saco de lixo, ele levou o corpo da criança às autoridades. De acordo com o portal Daily Mail, caso aconteceu na cidade de Kaohsiung, em Taiwan.
Perturbado, o homem de 43 anos foi gravado pelas câmeras de segurança do posto policial. Acompanhado de uma mulher, possivelmente sua actual esposa, ele é visto com o saco de lixo momentos antes de se entregar aos oficiais, revelando ter matado a própria filha em 2005.
Lin explicou que tudo foi um acidente. Muito nervoso porque a bebê não parava de chorar, ele bateu na criança e a matou “sem ter a intenção de fazê-lo”. Em pânico, o taiwanês colocou o corpo em um saco de lixo e o escondeu sob a sua cama.
Para não ter que contar a verdade a sua esposa Kuo, que hoje tem 38 anos, ele inventou que sua mãe roubou a criança com o intuito de criá-la sozinha, e que a partir de então, eles não teriam como recuperá-la.
A decisão de se entregar
Depois de ter outra filha, se divorciar de Kuo em 2013 e carregar o corpo da criança todas as vezes que se mudava, Lin decidiu contar toda a verdade aos policiais. Consciente de sua culpa, ele foi encorajado por outros casos de pais taiwaneses que também mataram seus filhos.
Segundo o oficial Huang Yi-chang, os detalhes do crime ainda são muito vagos, e por isso, a polícia vai abrir uma investigação antes de acusar o homem por homicídio culposo.
Huang declarou que a criança em questão foi dada como desaparecida cinco anos atrás, em 2012, quando as autoridades perceberam que a menina não estava matriculada em nenhuma escola local.
Na época, a polícia procurou Kuo para investigar o paradeiro da criança. Ela declarou não saber o que tinha acontecido com sua filha depois da história contada pelo ex-marido.
Moçambique poderá, até 2030, ter descoberto o dobro das actuais reservas de gás natural estimadas em 180 biliões de pés cúbicos localizadas na bacia do rio Rovuma, segundo escreve o Jornal Notícias.
A informação foi dada pela ministra dos Recursos Minerais e Energia, Letícia Klemens numa conferência internacional sobre produção e consumo de gás natural liquefeito (LNG), em Tóquio, Japão.
Segundo Klemens, o governo elegeu os mercados da Ásia, incluindo o Japão, para sustentar a despesa que tem sido necessária durante a exploração de águas profundas, um processo parcialmente favorecido pela crescente demanda global de fontes de energia mais limpas.
“A nossa localização é estratégica para responder aos mercados da Ásia, do Pacífico e do Atlântico ou para aumentar as oportunidades no Médio Oriente e no subcontinente indiano. Por isso, fomos identificados como um novo foco mundial emergente para o fornecimento de LNG. O gás moçambicano é de excelente qualidade, o que confere uma vantagem competitiva em termos de custo” frisou.
Um consórcio liderado pela petrolífera italiana Eni anunciou em Junho a decisão final de investimento no mar a norte de Moçambique, tornando-se no primeiro grande projecto de gás natural a avançar para a fase de concretização.
A plataforma flutuante de extracção e liquefação está em construção e prevê-se que a operação na Área 4 do Rovuma arranque no prazo de cinco anos.
O consórcio anunciou a decisão depois de garantir a venda de toda a produção de gás natural durante 20 anos à petrolífera BP.
Outro consórcio liderado pela norte-americana Anadarko anunciou que está para breve o anúncio da decisão final de investimento na Área 1, alguns quilómetros mais a norte, na bacia do Rovuma.
Pouco mais de 380 alunos de diferentes estabelecimentos de ensino público, em Nampula, denunciaram casos de cobranças ilícitas ao Gabinete Provincial de Combate à Corrupção (GPCC).
Alguns dos denunciantes pagaram valores monetários para ingressar nos centros de formação de professores e outros pagaram valores monetários para fazer exames da segunda época, facto que não chegou a concretizar-se.
O director provincial de Educação e Desenvolvimento Humano de Nampula, Júlio Mendes, disse que a criação e reactivação dos núcleos de combate à corrupção nas escolas públicas visa melhorar alguns actos administrativos junto dos estabelecimentos de ensino, abrindo as mentes dos funcionários e mostrando a lei que protege os alunos que fazem denúncias de actos corruptos.
Falando por ocasião da reactivação dos núcleos de combate à corrupção nas escolas públicas, acção levada a cabo em parceria com o GPCC, na Escola Secundária de Nampula, Mendes sublinhou que constitui prioridade do actual ciclo de governação o combate à corrupção e, para tal, estão a ser realizadas acções concretas no sector que dirige.
O porta-voz do GPCC na província de Nampula, Francisco Baúque, fez saber, por seu turno, que de Junho a esta parte deram entrada na instituição 74 casos de corrupção que envolvem funcionários a vários níveis, incluindo do sector da Educação.
Referiu serem preocupantes os actos de corrupção no sector, daí que tem havido sensibilização dos funcionários e das estruturas de inspecção com vista a prevenir ilegalidades, enquadrando os estudantes na formação dos núcleos nas escolas.
Na província foram formados, até ao momento, 17 núcleos nas escolas secundárias e, no presente ano, serão formados mais 11 na capital provincial. Nas fases subsequentes, serão abrangidos os distritos, segundo Baúque.
Este facto demonstra o cometimento da Direcção Provincial de Educação e Desenvolvimento Humano de Nampula e do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção no cumprimento das atribuições e na operacionalização do memorando de entendimento assinado entre as partes em Agosto de 2014.
Pretende-se com o acto elevar a consciência jurídica dos alunos, tornando-os participantes activos no combate à corrupção, tendo em conta o princípio segundo o qual “combater a corrupção é bom, mas prevenir é melhor”.
Na reactivação dos núcleos de combate à corrupção em que participam pouco mais de noventa chefes de turma e dezenas de professores, são ministrados temas relacionados com a estrutura e competências do Ministério Público e do Gabinete de Combate à Corrupção, conceitos de peculato, corrupção, participação económica e outros crimes conexos.
Populares de Morrua, distrito de Mulevala, na província da Zambézia, vandalizaram a casa de um líder comunitário, alegadamente por ter ligação com o suposto fenómeno ‘chupa-sangue’.
O facto deu-se na madrugada deste sábado quando membros da população daquela localidade se fizeram à casa do líder comunitário, vandalizado a sua residência.
Ainda em Mulevala, segundo a “Radio Moçambique”, a emissora pública nacional, populares tentaram, igualmente, vandalizar o posto policial e a casa dos técnicos da Saúde.
O secretário permanente daquele distrito, Abdul Jamal, que confirmou o facto, disse que os tumultos surgem devido a um mal-entendido sobre a presença de agentes de pulverização no âmbito de combate à malária.
A presença destes agentes foi entendida pelos populares como sendo uma pesquisa para a actividade do alegado “chupa-sangue”.
Abdul Jamal disse que uma outra equipa está no terreno a trabalhar para o esclarecimento dos contornos dos tumultos.
Na ocasião, a fonte apelou a população para estar atenta a desinformações.
Dois indivíduos estão detidos, em Massinga, província de Inhambane, acusados de espancar uma idosa, até a morte por, alegadamente, ser feiticeira.
Trata-se de dois irmãos, um dos quais genro da malograda de 60 anos de idade.
O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Massinga, Jonas Feliciano conta que os mentores do suposto crime, deslocaram-se para a casa da idosa onde, com recurso a cordas e paus, maltrataram a vítima.
Os supostos assassinos, confessos, dizem que pautaram por aquela atitude depois de um médico tradicional, em Massinga, confirmar que as mortes que ocorrem na família, eram protagonizadas pela finada.
“Batemos a idosa até à morte”, disse um dos irmãos.
O Comandante da Polícia da República de Moçambique, em Massinga, condena a atitude, recomendando todos os seguimentos da sociedade a recorrer às instâncias de direitos para a resolução dos seus problemas.
O homem, que não teve o nome divulgado, é suspeito de utilizar um maçarico de propano para matar os animais e acabar com teias de aranha em sua casa móvel, ou seja, um trailer.
De acordo com o portal britânico Metro, o caso aconteceu na noite da última segunda-feira (16).
Os bombeiros logo foram chamados para lidar com a ocorrência. Foram necessários 23 homens e mais de 11 minutos para acabar com todas as chamas, que tomaram todos os cômodos da casa e deixaram uma idosa, a mãe do americano, ferida. Ela sofreu pequenas lesões, e depois de ser levada para fora do trailer pelo filho e alguns vizinhos, foi atendida por paramédicos.
Esta, porém, não foi a primeira vez que estes pequenos animais causaram grandes problemas. Na Austrália, por exemplo, uma família ficou horrorizada ao descobrir que uma enorme colônia de aracnídeos estava vivendo em seu jardim. Com uma teia de aranhas que cobre uma grande área do gramado , os animais tomaram conta do lugar e, agora, os donos da casa precisam tomar providências urgentes.
O casal e seus filhos moram na mesma casa há seis anos e, sendo esta a primeira vez que viram o fenómeno, eles ficaram preocupados com a insistência dos animais. “Meu marido tirou toda a teia, esperando que os animais fossem embora, mas eles voltaram durante a noite e, pela manhã, a teia estava lá novamente”, a mulher explicou de acordo com o portal britânico Daily Mail.
Em busca de uma solução responsável para o problema, agora a família procura uma empresa de pesticidas, que deve conter a teia de aranha de maneira permanente. “Se elas voltarem, isso vai ser um verdadeiro pesadelo“, os australianos disseram ao portal.
O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a Inspecção-Geral do Estado (IGE) a agir com rigor e imparcialidade, durante a cerimónia de posse da...