A barragem chegou a estar a 19,8% da capacidade em Janeiro, o que levou ao aumento de restrições no abastecimento.
A chuva fez com que o valor subisse para 25,1% esta semana, quando há um ano estava a 19,7%, segundo os dados da Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos, consultados pela Lusa.
Apesar de ter superado a fasquia de um quarto do armazenamento, a albufeira dos Pequenos Libombos é a que regista níveis mais baixos das oito principais barragens moçambicanas.
Numa altura em que restam cerca de dois meses de época de chuvas, por norma, com regime pluviométrico mais reduzido, as outras sete barragens têm níveis acima de 50%.
Três delas estão cheias, em Nampula, Nacala e Mugica, o que reflecte o contraste entre o regime de chuva intensa no norte de Moçambique e os riscos de seca que prevalecem no sul.
Um homem amarrou a filha de cinco anos a uma cadeira e incendiou a casa provocando a sua morte e da criança, esta terça-feira, em Minas Gerais, no Brasil.
A menina foi encontrada pelos bombeiros já sem vida, enquanto o incendiário, de 39 anos, ainda chegou a ser transportado para o hospital onde acabou por morrer algumas horas mais tarde.
De acordo com o site brasileiro Extra, Augusto Costa não aceitava o fim do relacionamento com Michelle Coelho, com quem também tinha um filho de 15 anos.
O divórcio foi oficializado há cerca de um ano, mas, segundo várias testemunhas, o homem estava inconformado com esta situação. Apesar da Polícia Civil não ter registo de ameaças ou violência doméstica, a ex-mulher de Augusto garantiu, durante o interrogatório, que foi agredida antes da separação, mas que nunca pensou que este fizesse mal a Sofia, pois era muito carinhoso com os filhos.
Sofia morava com a mãe e o irmão. No dia do crime, Augusto, que trabalhava como pintor, foi buscar a filha à escola e levou-a para sua casa. Depois de a amarrar a uma cadeira, ateou o incêndio. Segundo as autoridades, o homem era toxicodependente mas não estava envolvido em tráfico de drogas ou outro tipo de crimes.
A agência de notação de risco Standard & Poors considera que Moçambique é o país da África Subsahariana com a maior percentagem da dívida em moeda estrangeira, cerca de 84 por cento, devido sobretudo à emissão do Eurobond de 2016 e aos empréstimos das empresas públicas.
Especialistas ouvidos pela VOA dizem que o facto de maior parte da dívida pública de Moçambique estar em dólares coloca sob pressão as divisas nacionais e torna mais pesado o fardo dessa dívida, sobretudo quando muitos dos empréstimos são aplicados em investimentos que não contribuem para o crescimento do país.
O economista Roberto Tibana destaca o facto de o comunicado do Comité de Política Monetária do Banco de Moçambique, lido esta segunda-feira, 26 pelo governador, Rogério Zandamela, reconhecer esta situação, incluindo a volatilidade no mercado cambial, devido a variações das grandes moedas.
Roberto Tibana explicou que “para além da pressão sobre as divisas, a composição da dívida em moeda externa também vai ter essas implicações na volatilidade. Quando eles quiserem pagar essa dívida, eles têm que converter meticais em moeda estrangeira, têm que comprar dólares”.
“Nós sabemos que a nossa balança comercial não é muito boa, e uma pressão muito pequena sobre as divisas para fazer o serviço da dívida pode agravar essa volatilidade. Portanto, não é uma boa coisa quando um país é fraco na capacidade de gerar divisas ter a sua dívida em moeda estrangeira”, realçou Tibana.
Por seu turno, o economista Constantino Marrengula, considera que estando 84 por cento da dívida denominada em moeda estrangeira significa que numa situação em que o dólar, euro ou rand se valorizam, a dívida também aumenta, assim como fica exacerbado o serviço dessa dívida.
“E isso faz com que o fardo da dívida seja cada vez mais pesado”, enfatizou aquele economista.
A Polícia brasileira realizou a Operação Descarte, que tem como objectivo desarticular um esquema de branqueamento de capitais através do controlo de uma rede formada por diversas empresas de limpeza.
A acção é um desdobramento da operação Lava Jato, que descobriu esquemas de corrupção na petrolífera estatal Petrobras e em diversos órgãos públicos do Brasil.
Em nota, as autoridades policiais brasileiras informaram que “as empresas participantes no esquema simulavam a venda de mercadorias ao cliente do serviço de branqueamento de capitais, que então pagava por produtos inexistentes via transferências bancárias”.
Os investigadores descobriram que as quantias recebidas eram transferidas para diversas empresas de fachada, que remetiam os valores para o exterior ou faziam transferências para pessoas ligadas ao cliente inicial.
A investigação revelou uma empresa concessionária de serviços públicos de limpeza no município de São Paulo, a maior cidade do Brasil, que se valeu dos serviços ilícitos entre os anos de 2012 e 2017, tendo sido repassados mais de 120 milhões de reais (30 milhões de euros) para terceiros ainda não identificados.
“Uma das células do esquema criminoso remeteu ilegalmente parte dos valores para o exterior, em favor de um funcionário público argentino e em conluio com operadores financeiros que vieram a ser presos posteriormente no âmbito da Operação Lava Jato. Além disso, o grupo adquiriu vários veículos de luxo, todos registados em nome de outras pessoas”, acrescentou a nota da polícia federal brasileira.
Ao todo, a polícia brasileira cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, em residências e empresas, nas cidades de São Paulo, Santos, Paulínia, Belo Horizonte e Lamin.
Os residentes das redondezas da lixeira foram de surpresa colhidos pela notícia de que estava em curso a demolição das suas casas.
De imediato, abandonaram o centro de acomodação em que se encontravam e dirigiram-se à lixeira para cobrar explicações das autoridades Municipais e ambientais responsáveis pela sua retirada do local e pelo respectivo reassentamento.
Enquanto isso, a demolição continuava e foi mesmo necessária a presença policial para evitar que os ânimos se exacerbassem. Os que podiam resgatavam os bens reutilizáveis. Mas o tempo já não ajudava tanto.
A directora Nacional do Ambiente que esteve no local explicou depois que nesta primeira fase estavam abrangidas as 150 famílias que foram afectadas pelo desmoronamento do lixo, explicações que, no entanto, não convenceram a todos.
Dizer que um político não cumpre promessas é quase uma redundância. Porém, o prefeito da cidade boliviana de San Buenaventura, Javier Delgado, acabou sofrendo as consequências desse comportamento, infelizmente, tão comum.
Por quase meia hora, ele foi amarrado em uma armadilha montada pelos moradores, exigindo que ele faça valer o prometido na campanha.
Em entrevista ao jornal El Deber na última segunda-feira (26/2), Delgado disse sentir “uma profunda tristeza porque a população não está informada”. De acordo com a reclamação do político, a punição foi “mais do que física, moral”.
Funcionários da Autoridade Tributária de Moçambique (ATM) anunciaram para quinta-feira (01) um greve geral em todas as delegações da instituição alegadamente devido a novos actos de nepotismo e corrupção praticados pela presidente, Amélia Nakhare, e que culminaram com a admissão de dezenas de trabalhadores sem concurso público.
A ATM e o ministério de tutela não falam oficialmente sobre o assunto mas o @Verdade confirmou que admissões aconteceram e apuramos que nesta quarta-feira (28) o ministro da Economia e Finanças e a presidente da ATM reuniram de emergência para encontrar uma solução.
Desde que Amélia Nakhare substituiu Rosário Fernandes na chefia da Autoridade Tributária, em 2015, que se elevaram vozes contestatárias à comissária política do partido Frelimo com denúncias, nem sempre fundamentadas diga-se, de abusos de poder, má gestão patrimonial, financeira e administrativas que alegadamente terão contribuído para “um clima organizacional insuportável”.
Esta semana trabalhadores que se auto-intitulam “grupo de funcionários de Carreira e em exercício de funções na Autoridade Tributária de Moçambique” submeteu ao ministro de tutela, Adriano Maleiane, uma petição para a impugnação de alegados actos administrativos praticados pela Presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, em Fevereiro, “que corporizam todo o processo de “admissão” e afectação nos processos de trabalho daquela instituição, de cidadãos a todos os títulos desconhecidos pelos sistemas de cadastro de funcionários e Agentes do Estado”.
A petição, a que o @Verdade confirmou ter dado entrada no Ministério da Economia e Finanças, denuncia que “Desde o dia 5 do corrente mês de Fevereiro, que se tem assistido em algumas unidades orgânicas da AT nomeadamente Direcção de Finanças, Alfandegas, áreas Fiscais, Terminais, Auditoria, etc. a introdução de supostos novos ingressos. Este processo tem sido coordenado pelo sector de Recursos Humanos da instituição, que mediante Guia de Apresentação, faz deslocar um a um, dos 62 cidadãos infiltrados na instituição, que ao que se sabe fazem parte de um grupo de 300, para os sectores de trabalho”.
“Reiteram os signatários que, os infiltrados, são pessoas a todos os títulos desconhecidas pela Administração Pública uma vez que nas guias de apresentação não consta categoria de ingresso, número de processo individual, mas que no entanto estão a ter acesso privilegiado aos sistemas informáticos da instituição, bem como o sistema financeiros do Estado (SISTAFE) no sector de Finanças, informação sobre os contribuintes nas unidades de auditoria e cobrança e de mais informação que pela sua natureza deveria ser preservada, sob pena de colocar em risco a segurança do próprio sistema fiscal tutelado por V. Excia”, pode-se ainda ler no documento dirigido ao ministro Maleiane e que o @Verdade teve acesso.
O grupo de trabalhadores da ATM considera que essas admissões constituem “agressão gratuita contra a carreira profissional dos funcionários da AT, que estão estagnados desde 2011 altura do enquadramento”.
Ministro Maleiane e presidente da ATM faltam ao evento
O @Verdade contactou a responsável pelo gabinete de comunicação e imagem da Autoridade Tributária que disse desconhecer por completo o aviso da greve nem confirmou se as denunciadas contratações aconteceram ou não no entanto assegurou que não acontecerá nenhum greve nesta quinta-feira (01).
No entanto fontes contactadas confirmam a contratação de novos funcionários para a instituição responsável pela arrecadação de receitas fiscais em Moçambique notando que efectivamente não foram realizados concursos públicos.
Aliás esta semana, durante uma Audição na Assembleia da República. o ministro da Economia e Finanças mencionou que a ATM tem a prerrogativa de contratar funcionários sem concurso ao abrigo da nova legislação aprovada para a instituição.
Sinal do mal estar que existe na Autoridade Tributária foi a “gazeta” do ministro Adriano Maleiane, assim como de Amélia Nakhare, à cerimónia de abertura de um workshop sobre tributação e que contou com ilustres representantes das multinacionais que têm concessões para a exploração de gás na bacia do Rovuma assim como o representante do Fundo Monetário Internacional em Moçambique.
Ambos governantes eram oradores do evento que estava previsto para o princípio da tarde desta quarta-feira (28), aliás a sua presença foi confirmada com muita antecedência, mas depois de uma longa espera simplesmente não apareceram.
O @Verdade apurou que Adriano Maleiane e Amélia Nakhare estiveram reunidos e, ao que tudo indica, terão procurado encontrar uma solução para esta anúncio de greve inédito na instituição que é desde 2016 a principal fonte de arrecadação de receitas para o funcionamento do Governo de Filipe Nyusi.
A Novos Horizontes Ltd, líder na produção de frango de corte na região norte de Moçambique, contrata um (1) Operador de Caldeiras para integrar a equipa da produção de rações. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem estar da criança, está a recrutar um (1) Estagiário(a) em Advocacia. Saiba mais.
ASave the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem estar da criança, está a recrutar está a recrutar um (1) Estagiário(a) em Comunicação. Saiba mais.
Segundo o Jornal O País, tudo aconteceu por volta da meia-noite, no bairro de Khongoloti, no município da Matola.
O município suspeita que o ataque seja uma intimidação devido acções de combate a corrupção estimuladas pelo vereador.
O ataque aconteceu cerca de uma semana depois da detenção de três funcionários na vereação dos transportes e apreensão de 14 camiões por uso de licenças falsas.
Orlando Rubene era igualmente membro do Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público e Porta-voz da Procuradoria-Geral da República.
De 1998 a 2001, foi Procurador Provincial-Chefe na Procuradoria-Provincial da República – Maputo, de 2001 a 2003 foi foi Secretário-Geral da Procuradoria-Geral da República, de 2003 a 2007, Procurador Provincial da República-Chefe de Sofala, de 2007 a 2011 foi Procurador Provincial da República-Chefe de Gaza.
Em 2011, ascendeu à categoria de Sub-Procurador-Geral Adjunto e em 2014, exerceu as funções de Sub-Procurador-Geral Adjunto-Chefe de Secção, junto a Secção Laboral do Tribunal Superior de Recurso de Maputo; em 2015 foi Procurador-Geral Adjunto, em 2015, e foi afecto à 3ª Secção de Contas do Tribunal Administrativo, onde exerceu funções em representação do Ministério Público; de 2009 a 2016 foi Secretário-geral e Vice-presidente da Associação dos Procuradores de África.
O funeral de Orlando Rubene terá lugar na sexta-feira, pelas 13:30 no Cemitério de Lhanguene, antecedido de velório no Paços do Município da Cidade de Maputo, pelas 09:00 horas.
Circular pela Avenida das Indústrias, que liga os bairros da Liberdade a Malhampsene no município da Matola, tornou-se um autêntico martírio para os automobilistas, devido aos buracos que “assaltaram” a estrada.
Um pouco por toda a estrada, desde a zona das bananeiras até a Lusalite, os buracos tomaram conta da avenida, obrigando os automobilistas a fazerem autênticas gincanas para fugirem dos mesmo, onde o mais difícil é encontrar a estrada no meio de tantos orifícios.
Em alguns pontos da via, os automobilistas não tem alternativas, apenas devem escolher o melhor buraco para meter a sua viatura, ou seja entrar a cova que acham que vai criar menos problemas a sua viatura.
Com a chuva que caiu nos últimos dias, o problema acentuou-se, principalmente na zona das bombas perto do Majugar, devido a água que ficou estagnada.
Os automobilistas, principalmente os chapeiros pedem a edilidade para que reabilite a via, pois a cada dia que passa as suas viaturas vão ficando cada vez mais danificadas, e algumas deixam de circular devido a problemas criados pelos buracos.
Alguns alertam que se a edilidade continuar a fazer ouvidos de mercador, so irá abrir os olhos quando a estrada estiver totalmente cortada, ou quando os chapas decidirem paralisar as suas actividades.
A chuva forte que atingiu partes do Estado do Rio de Janeiro, no Brasil, derrubou parte do muro do Cemitério Nossa Senhora das Graças, o que fez com que várias ossadas acabassem espalhadas pela rua.
Segundo a prefeitura da cidade, a situação foi provocada pelo acumular da água nas campas e pelas dificuldades de escoamento.
O cemitério e os 30 metros de muro que ruíram foram interditados ao fim da tarde de terça-feira pela Defesa Civil (protecção civil brasileira), não havendo feridos a registar em sequência do incidente.
Segundo os moradores da região explicaram ao jornal Globo, esta não será a primeira vez que o muro colapsa no seguimento de fortes chuvadas.
O responsável pela administração do local foi chamado à esquadra da polícia para prestar esclarecimentos.
A sociedade de investimento Arise assinou um memorando de entendimento com a Kuhanha, a sociedade gestora do Fundo de Pensões do Banco de Moçambique, para adquirir uma participação minoritária no capital social do Moza Banco, informou esta entidade em comunicado divulgado terça-feira em Maputo.
O comunicado acrescenta haver a intenção de que o Moza Banco adquira o Banco Terra, instituição já participada pela Arise.
A Arise é uma sociedade constituída pelo Fundo da Noruega de Apoio ao Desenvolvimento, pelo banco de desenvolvimento empresarial FMO e pelo Rabobank, instituição que presta serviços financeiros a pessoas em países em desenvolvimento e mercados emergentes.
A sociedade gestora do Fundo de Pensões do Banco de Moçambique foi a instituição seleccionada para para proceder à capitalização do Moza Banco, passando a ser o maior accionista com uma participação de 80%, de acordo com um comunicado do banco central moçambicano em Maio de 2017.
A sociedade gestora aplicou 8170 milhões de meticais (135,7 milhões de dólares) no reforço dos capitais do Moza, assumindo uma participação de 80%, ficando os restantes 20% nas mãos do Novo Banco, a entidade que assumiu os activos de qualidade do falido Banco Espírito Santo e da Moçambique Capitais, com cerca de 10% cada e de um particular com 0,01%.
O Banco Terra Moçambique, que tem como accionistas o Rabobank, Norfund, Montepio e GAPI (parceria público-privada moçambicana), surge no 11.º lugar de um total de 16 ao nível de activos totais na lista do sector bancário de Moçambique de 2016, elaborado pela firma KPMG para a Associação Moçambicana de Bancos.
Uma criança ficou presa num elevador, na China, após urinar nos botões do painel de controle e causar uma avaria no sistema. De acordo com o portal Metro , toda a acção do menino, que não teve a identidade revelada, foi gravada pelas câmeras de segurança do edifício onde mora, que mostram todos os momentos da “brincadeira”.
No vídeo, que se tornou um viral em várias regiões da Ásia, podemos ver o rapaz abrindo o zíper de sua calça para urinar nos botões. Ele mira em toda a extensão do painel iluminado, mas, quando volta a se vestir e está pronto para sair do elevador, o sistema entra em pane.
A porta começa a se abrir, mas logo se fecha, então se inicia uma série de acontecimentos anormais: o menino tenta – sem sucesso – accionar o sistema de segurança, todos os botões começam a piscar, a luz dá sinais de que vai parar de funcionar e, finalmente, todo o espaço fica no escuro.
No seguimento das actividades de fiscalizações à selagem de bebidas alcoólicas, uma equipa das Alfândegas de Nampula, visitou diversos operadores, ao nível da Cidade, com objectivo de apurar o estágio de cumprimento da medida de selagem obrigatória.
Na sequência, a acção resultou na apreensão de cerca de 1.691 garrafas e pacotes de bebidas alcoólicas não seladas de várias marcas e volumes. Para além das bebidas, a equipa reteve também cerca de uma centena de selos de controlo fiscal, com intuito a averiguação da proveniência dos mesmos para os operadores em questão.
As acções de fiscalização irão continuar durante toda a presente semana na cidade de Nampula e arredores, para, de seguida, dar lugar a fiscalização ao nível dos mais diversos distritos da Província.
Pelo menos 104 abutres de espécies em perigo de extinção foram deliberadamente envenenados por um caçador furtivo, no último sábado (24), no distrito da Moamba, província de Maputo.
Trata-se de 87 aves de dorso branco e 17 com capuz. A chacina aconteceu na localidade de Mbashene e o indiciado, identificado pelo nome de Nelson Palate Machel, de 62 anos de idade, já está a contas com as autoridades policiais.
Segundo a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), os abutres são deliberadamente envenenados para que não alertem as autoridades da presença de carcaças resultantes da caça furtiva e para as referidas práticas obscurantistas.
Quando a equipa daquela entidade do Estado se fez ao local dos factos, ao menos 17 aves ainda estavam em vida, o que exigiu a presença dos Serviços de Veterinária do Parque Nacional do Kruger para administrar o antídoto com vista ao salvamento.
O cidadão em causa é natural do distrito de Magude e foi detido no domingo (25) pela Polícia de Protecção dos Recursos Naturais e Meio Ambiente (PPRMNA), no povoado de Tombine-Sabié, em Moamba.
Submetido ao interrogatório, o suspeito confessou o crime que pesa sobre si foi conduzido ao Comando Distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto do país.
Na altura da sua detenção, Nelson Machel estava na posse de duas pontas de marfim e um frasco com o suposto veneno, mas nega seu envolvimento na morte dos 3 elefantes encontrados no local, de acordo com a ANAC, em comunicado enviado ao @Verdade.
“Algumas das aves estavam mutiladas, o que sugere a procura de partes de órgãos para práticas obscurantistas, porém as razões deste envenenamento, que não é o primeiro na zona, ainda estão a ser investigadas”.
Especialistas citados esta terça-feira pelo New York Times admitem que o auxílio norte-coreano pode ter sido fundamental nos recentes ataques em Ghouta, onde terá sido usado gás de cloro.
Pyongyang poderá ter fornecido materiais que incluem azulejos, válvulas e termómetros resistentes a ácidos, de acordo com um relatório de investigadores das Nações Unidas.
Os técnicos de mísseis norte-coreanos também foram vistos a trabalhar em armas químicas conhecidas e instalações de mísseis dentro da Síria, de acordo com o relatório, que foi escrito por um painel de especialistas que analisou o cumprimento da Coreia do Norte às sanções das Nações Unidas.
Uma colisão entre um comboio de passageiros e um comboio de mercadorias ocorrida na província egípcia de Al-Bahaira, no norte do Egipto, fez pelo menos 10 mortos e 15 feridos, indicou o Ministério da Saúde egípcio.
O acidente aconteceu quando duas das carruagens do comboio de passageiros se soltaram da composição, ainda por causas desconhecidas, e chocaram com o comboio de mercadorias, precisou o porta-voz do ministério egípcio, Jaled Muyahid, citado pela agência noticiosa oficial Mena.
A colisão ocorreu perto da localidade de Kom Hamada, na província de Al-Bahaira.
O último grande acidente ferroviário registado no Egipto aconteceu em Agosto passado perto da cidade costeira de Alexandria (norte) e provocou a morte de 41 pessoas e mais de 100 feridos.
No acidente, que ocorreu cerca das nove horas, pelo menos quatro pessoas morreram no local e outras mais de 28 ficaram feridas, três das quais com gravidade.
Em contacto telefónico, o comandante provincial da polícia em Tete disse à nossa reportagem que o acidente teria sido provocado por excesso de velocidade no interior de uma localidade associado ao pavimento escorregadio.
O presidente do Clube de Desportos do Matchedje, Eugênio Chongo, demitiu-se. O dirigente aponta os maus resultados, verificados durante o seu mandato (2014-2017), como a principal razão para abandonar o cargo de dirigente máximo dos militares.
Quando assumiu a presidência do Matchedje em 2014, Eugênio Chongo tinha como objectivo principal, levar a equipa ao principal escalão do futebol moçambicano, o Moçambola, não tendo cumprido com essa meta. A última vez que a equipa militar, que foi campeão em 1987, esteve na principal liga de futebol nacional foi em 2013.
Mas mais do que estar fora do Moçambola, o Matchedje foi penalizado na época passado com despromoção ao campeonato da cidade (3.ª divisão), após averbar uma de falta de comparência na partida com Ntumbuluku FC, em Moamba, e estar associado à inviabilização ao jogo entre as Águias Especiais e Incomáti, ao mobilizar uma unidade militar para impedir a realização do jogo.
A Associação Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) manifesta-se contra a decisão do governo moçambicano que impõe um monopólio estatal na importação de...
O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de revisão do Código de Estrada, cujo objectivo primordial é reforçar os mecanismos de fiscalização e controlo...
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