O Real Madrid conquistou há poucos dias a terceira Liga dos Campeões consecutiva e a quarta nos últimos cinco anos. E foi ainda no relvado, a seguir à histórica conquista – foi também a 13.ª taça arrebatada pelo clube – que Cristiano Ronaldo colocou um mundo merengue em polvorosa ao deixar antever uma possível saída.
No entanto, e segundo o El Confidencial, CR7 abriu também a porta a uma possível renovação – ainda tem três anos de contrato com o Real Madrid – mas da qual pretende obter o título de jogador mais bem pago do mundo, algo que neste momento não é por estar atrás de Messi e Neymar.
Assim, o jornal espanhol garante que o capitão da selecção nacional pediu a Florentino Pérez, presidente do clube, 80 milhões de euros brutos, o que, feitas as contas, iria dar ao jogador cerca de 50 milhões de euros limpos por ano.
O El Confidencial refere ainda que o valor pedido através do empresário Jorge Mendes representa uma primeira aproximação e uma maneira de fazer o Real Madrid sentar-se à mesa das negociações, visto que Florentino Pérez não terá o mínimo interesse em pagar o valor que obrigaria o clube a gastar 240 milhões de euros, sensivelmente, num jogador que fará, 34, 35 e 36 anos durante o remanescente do vínculo.
Problemas com o fisco na ordem do dia
O alegado pedido de Cristiano Ronaldo poderá estar também relacionado com as questões pendentes que tem com o fisco espanhol. Em Espanha dizem também que as propostas do jogador para resolver a situação foram rejeitadas, com o As a dizer que o português ofereceu 14 milhões de euros quando o fisco pede 28 milhões de euros.
O pagamento, diz também o jornal desportivo, deverá ser feito até dia 15 de Junho, dia em que Portugal e Espanha se defrontam no Mundial 2018, na Rússia, ou terá Cristiano Ronaldo de enfrentar um tribunal penal para responder pelo delito de fraude fiscal.
A Associação Moçambicana de Educação Profissional Privada (AMEPP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Executivo. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Matutuine pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Médicos de Clínica Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Matutuine pretende recrutar para o seu quadro de pessoal catorze (14) Técnicos de Saúde. Saiba mais.
A Precision Recruitment International (P.R.I) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
O Instituto Superior Dom Bosco (ISDB) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Técnico Superior de Marketing e Desenvolvimento de Negócios. Saiba mais.
A Azeema Multindustries Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Electricista Industrial – especializado em Máquinas Eléctricas e Electrónicas. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Técnico para Prevenção do HIV. Saiba mais.
O ICAP-Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director do Projecto: Capacitação em Melhoria de Qualidade para Projectos de Impacto. Saiba mais.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Escola Secundária Geral 1º e 2º Ciclos. Saiba mais.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Tecnologia de Informação e Comunicação. Saiba mais.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Auxiliares Administrativos (Motoristas Profissionais). Saiba mais.
A Precision Recruitment International (P.R.I) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
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O treinador Zinedine Zidane decidiu abandonar o comando do Real Madrid, após dois anos e meio na equipa espanhola, onde venceu três Liga dos Campeões consecutivas e um Campeonato.
Zidane assumiu o comando do Real Madrid a 4 de Janeiro de 2016 e esteve no comando técnico do clube durante 878 dias. Além das Champions e o Título, o treinador conseguiu ainda três Supertaças europeias, dois Mundiais de clubes, e uma Supertaça espanhola.
A notícia foi transmitida ao início da tarde por Zidane, em conferência de imprensa, ao lado de Florentino Pérez. A conferência tinha sido anunciada a meio da manhã.
“Vamos fazer um forte apelo para que o G5 tenha os recursos financeiros e materiais necessários para a sua eficácia”, pediu o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, terminou na quarta-feira uma visita de dois dias ao Mali, onde pediu mais apoios para a luta antiterrorista da força militar conjunta do G5 do Sahel.
A delegação de Guterres viajou na quarta-feira a Sévaré, no centro do país, acompanhada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros do Mali, Tiéman Hubert Coulibaly. Aí visitou a sede das forças G5 do Sahel — uma organização regional que compreende Mali, Mauritânia, Chade, Níger e Burkina Faso.
Gostaria de felicitar os soldados do G5 do Sahel pela determinação na construção deste projecto e na protecção das populações civis da região, garantindo ao mesmo tempo a segurança de toda a comunidade internacional contra o terrorismo e crime organizado”, declarou.
“Eu defendia um mandato mais forte do Conselho de Segurança”, disse. “O Minusma [Missão da ONU para a estabilização do Mali], no entanto, fornecerá todo apoio possível a esta força”, assegurou o secretário-geral da ONU.
“Vamos fazer um forte apelo para que o G5 tenha os recursos financeiros e materiais necessários para a sua eficácia, e também pedimos o desenvolvimento do Sahel porque não há paz sem desenvolvimento”, disse. Por fim, Guterres admitiu sair de Mali “com o coração cheio”.
“O Mali deve ter eleições livres e faremos o nosso melhor para ajudar as autoridades a realizar estas eleições, mesmo sabendo que as dificuldades são enormes”, concluiu Guterres, a dois meses das eleições marcadas para 29 de Julho.
O secretário-geral da ONU chegou na terça-feira a Bamako para assinalar o Dia Internacional dos Soldados da Paz, conhecidos como ‘capacetes azuis’, junto da missão da ONU no Mali, considerada a mais perigosa das actuais operações da organização.
Destacada em 2013, a Minusma, que integra cerca de 12.500 militares e polícias, é actualmente a missão de paz da ONU com mais baixas.
Entre Março e Abril de 2012, o norte do Mali caiu nas mãos de grupos extremistas com ligações à rede terrorista Al-Qaida.
A progressão no terreno destes grupos extremistas tem sido travada por uma operação militar internacional que foi lançada em Janeiro de 2013, por iniciativa de França.
Existem áreas inteiras do país que ainda estão fora do alcance das forças do Mali, das tropas francesas e da Minusma, que são regularmente alvo de ataques.
Estes ataques têm ocorrido mesmo depois da assinatura em maio e Junho de 2015 de um acordo de paz, destinado a isolar definitivamente os extremistas.
Desde 2015, os ataques alastraram-se para o centro e o sul do Mali, mas também para países vizinhos, nomeadamente Burkina Faso e Níger.
Mamoudou Gassama protagonizou um momento que levou o seu nome a vários pontos do mundo. O imigrante ilegal, que salvou uma criança pendurada numa varanda, em Paris, França, foi apelidado de herói, e juntou-se já aos Bombeiros.
O maliano de 22 anos que estava a viver em França de forma ilegal arriscou a sua própria vida para salvar a criança de quatro anos.
O seu gesto valeu-lhe um visto para permanecer no país, que lhe foi entregue pessoalmente por Emmanuel Macron, bem como uma medalha de bravura.
Hoje, o jovem assinou um estágio de 10 meses nos bombeiros de Paris, e vai receber um ordenado de 600 euros por mês.
Um clima de terror e medo regressou à várias aldeias de Palma, em Cabo Delgado, após a decapitação de dez pessoas, ao longo do fim-de-semana.
“É um ambiente de temor (…) a cada dia que passa aumentam os problemas, razoes pelas quais (as populações de Monjane) algumas famílias estão a mudar-se para a vila sede de Palma”, relatou um residente de Palma.
Na manhã desta terça-feira, os populares relatam ter visto pelo menos cinco presumíveis atacantes detidos.
“O número (de atacantes) é maior lá nas matas; esse grupo estava a tentar atravessar o mar para a outra margem vizinha da Tanzânia”, disse o nosso interlocutor.
O Comando Geral da Polícia diz ter reforçado a vigilância naquela região.
“Essas são acções de desespero e nós condenamos de forma veemente e tudo quanto esta sendo feito neste momento é encontrar estes indivíduos para os colocar na prisão, para a devida responsabilização de forma copiosa”, disse Inácio Dina, porta-voz do Comando Geral da Policia.
Diversas leituras sobre as causas
Na semana passada, os académicos João Pereira e Salvador Forquilha divulgaram um estudo sobre os ataques em Palma, Mocimboa da Praia, Macomia, distritos de Cabo Delgado, no qual explicam que o principal objectivo não é a criação de um estado islâmico no norte do país.
“O primeiro objectivo é criar uma situação de instabilidade na região para permitir o negócio ilícito no qual as suas lideranças estão envolvidas; o outro é a partir desses negócios ilícitos também alimentar outras redes, por exemplo com o comando das milícias que no Congo, Somália, Quênia e Tanzânia”, disse João Pereira.
Pereira explica ainda que esta situação deriva do sentimento de marginalização das populações de etnia Muani.
Na perspectiva dos Muani, diz Pereira, “eles dizem que sempre foram superiores em relação aos Makonde e hoje o processo inverteu-se – grande parte dos filhos trabalha nas machambas dos outros, referindo-se aos Makondes – então há uma clivagem silenciosa lá”.
Outra leitura sobre o grupo é dada pelo Sheik Saide Abibe: “inicialmente o grupo era conhecido como Al Suna Wal Jamal, este é um termo árabe que pode significar adeptos da tradição profética e da congregação.
O líder religioso acrescenta que “na opinião do grupo, as comunidades locais não estavam a praticar o Islão genuíno, eles não aceitam dialogar com as estruturas administrativas locais, não aceitaram dialogar com ninguém”.
Cabo Delgado é onde estão a decorrer grandes projectos de exploração de gás e petróleo.
A empresa de gestão aeroportuária em terra, MHS, anunciou a rescisão do contrato com a empresa subcontratada, Macro Segurança, depois de terem sido flagrados dois agentes daquela empresa de segurança privada a violarem volumes de bagagem, na manhã da última terça-feira, no Aeroporto Internacional de Maputo.
No vídeo, os dois agentes, aparecem descontraídos, mas numa acção de furto, quando a carga seguia para o carregamento num voo das Linhas Aéreas de Moçambique que tinha como destino a cidade de Chimoio, em Manica.
“Foi efectuada esta vandalização por dois agentes da Macro Segurança numa carga que ia a Chimoio. Essa carga já seguiu, entretanto, nós tomamos as seguintes medidas: vamos rescindir o contrato que temos com a Macro Segurança, no prazo de 90 dias teremos que contratar uma empresa para o efeito e exigimos que eles – Macro Segurança -, instaurassem processos disciplinares contra os dois agentes de segurança e se necessário também o processo-crime e cível”, disse Ismael Gulli, director comercial da MHS.
A empresa que presta serviço de assistência aos passageiros em terra, desde o despacho de bagagem, embarque de passageiros, despacho de carga, bem como a movimentação de aeronaves através de tractores, incluindo as escadas rolantes para as aeronaves, avança que já vinha recebendo reclamações de clientes, ainda que nos últimos tempos em menor escala com o aprimoramento da segurança.
“Temos tido alguns casos extremamente preocupantes, daí termos desenvolvido este programa de reforço à nossa capacidade de segurança”.
A violação ou roubo de bagagem nos aeroportos é algo recorrente a nível nacional e internacional e tem sido um dos focos de conflito entre os provedores de serviços aeroportuários e os clientes.
Uma colisão entre duas viaturas provocou dez mortos no sul de Moçambique, na estrada nacional 1 (EN1), principal via do país, anunciaram as autoridades.
O acidente ocorreu na aldeia Três de Fevereiro, na província de Gaza, pelas 20:00 de quarta-feira (30) e terá sido causado por uma ultrapassagem irregular e excesso de velocidade, disse fonte policial citada hoje pela Televisão de Moçambique (TVM).
Os dois condutores morreram no local e, além dos dez mortos (sete homens e três mulheres), houve quatro feridos graves que se encontram hospitalizados.
As imagens da TVM mostram dois carros totalmente destroçados.
A EN1 esteve cortada nos dois sentidos durante duas horas após o acidente.
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O Tribunal Administrativo (TA) garantiu ontem que se vai pronunciar, brevemente, sobre o processo das dívidas ocultas remetido àquela instituição pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Falando à margem da cerimónia de abertura do primeiro seminário internacional sobre auditoria de obras públicas, o porta-voz do TA, Jeremias Zuande, disse que actualmente decorrem trabalhos técnicos.
“A curto prazo iremos nos pronunciar sobre o assunto”, disse Zuande, admitindo que “o processo está em tramitação no TA.”
Em Janeiro do ano em curso, a PGR anunciou que iria pedir a responsabilização financeira dos gestores públicos e das empresas do Estado que contraíram as dívidas ocultas, de cerca de dois biliões de dólares, entre 2013 e 2014.
Numa nota de imprensa distribuída nessa altura, citada pela AIM, a PGR anunciava que o Ministério Público submetera ao Tribunal Administrativo uma denúncia com vista à responsabilização financeira dos gestores públicos e das empresas participadas pelo Estado, intervenientes na celebração e na gestão dos contratos de financiamento, fornecimento e de prestação de serviços.
As dívidas ocultas do país foram contraídas pela Empresa Moçambicana do Atum (EMATUM), ProIndicus e Mozambique Asset Management (MAM), no valor de mais de dois biliões de dólares nos bancos Credit Suisse e VTB da Rússia, entre 2013 e 2014, com base em garantias ilegais emitidas pelo governo do antigo presidente Armando Guebuza.
O caso “dívidas ocultas” levou, em Abril de 2016, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e os 14 doadores que apoiavam directamente o Orçamento do Estado a suspenderem o programa de apoio a Moçambique.
Na altura, o FMI impôs como condição para a retoma do apoio a realização de uma auditoria independente às três empresas.
Para o efeito, a PGR contratou a empresa Kroll Associates, considerada a melhor empresa de auditoria forense do mundo, tendo a embaixada da Suécia em Moçambique suportado as despesas.
Em Junho de 2017, a PGR publicou o sumário executivo do relatório de auditoria da Kroll, prometendo, na altura, publicar o relatório final volvidos três meses.
O Governo moçambicano suspendeu as operações da companhia mineira chinesa Haiyu, anunciou hoje a Amnistia Internacional (AI), organização que em Março acusou a empresa de ter agravado inundações que há três anos desalojaram 290 pessoas no norte.
“Com tantas vidas em risco, a decisão do Governo é bem-vinda”, referiu Deprose Muchena, director regional da AI para a África Austral, citado num comunicado da organização.
“Contudo, se o Governo de Moçambique estiver determinado em proteger os Direitos Humanos da população de Nagonha, é essencial que a comunidade seja genuinamente consultada em todas as discussões, por forma a facilitar um acesso equitativo e efectivo à Justiça”, acrescentou.
Em causa está a exploração de areias pesadas na localidade costeira de Nagonha, província de Nampula, norte de Moçambique.
Segundo o relatório da AI, intitulado “As nossas vidas não valem nada – o custo humano da exploração mineira chinesa em Nagonha”, apresentado em Março, em Maputo, as operações transformaram a topografia da área, o que afectou o sistema de drenagem das zonas húmidas daquela comunidade.
Com a chuva que caiu em 2015, 48 casas foram destruídas e 290 pessoas ficaram desalojadas, consequência das operações realizadas pela empresa, de acordo com o relatório.
O consultor ambiental da Haiyu, Amilcar Marremula, tinha anunciado em Abril ao jornal diário ‘O País’ que os problemas estavam ultrapassados.
A Haiyu tem explorado areias pesadas em duas concessões em Nampula (Nagonha e Sangage) desde 2011, extraindo minerais como ilmenite, titânio e zircão.
As forças armadas israelitas anunciaram ter bombardeado esta quarta-feira de madrugada, 25 objectivos militares ligados ao movimento de resistência islâmica Hamas, na Faixa de Gaza, em resposta a disparos com granadas de morteiro. Entre os alvos contam-se instalações para fabrico de granadas e foguetes, abrigos para ‘drones’ e “infraestruturas militares”, indicou a mesma fonte.
Na terça-feira, primeiro dia desta operação, um dos confrontos mais graves entre Israel e os grupos armados palestinianos desde a guerra de 2014, as forças israelitas declararam ter atingidos mais de 35 objectivos militares do Hamas, no poder na Faixa de Gaza, bem com da Jihad islâmica. Em comunicado, o exército afirmou terem sido disparados, durante a terça-feira, cerca de 70 foguetes e granadas de morteiro contra Israel, alguns dos quais foram interceptados pelo sistema de defesa aérea.
Três soldados israelitas ficaram feridos, acrescentou a mesma nota, que não referiu a existência de vítimas palestinianas. Também na terça-feira, a Jihad islâmica anunciou a conclusão de um acordo entre as organizações palestinianas e Israel, sob mediação do Egito, outro vizinho da Faixa de Gaza e intermediário histórico entre os dois lados.
“Sem comentários”, responderam as forças armadas israelitas, em relação ao acordo anunciado pela Jihad islâmica, que não explicou se o Hamas é um dos grupos signatários. O Egito, antiga potência dominante em Gaza e um dos dois únicos países árabes que mantêm relações oficiais com Israel, desempenha tradicionalmente a função de intermediário com os grupos palestinianos. O Hamas e a Jihad Islâmica são considerados movimentos terroristas pelos Estados Unidos e União Europeia
Equipas de fiscalização das Alfândegas, afectas à Delegação Aduaneira de Ressano Garcia, distrito de Moamba, na província de Maputo, frustraram na noite do dia 27 e na tarde do dia 28 de Maio acções de tentativa de contrabando de bebidas alcoólicas e frangos que, na altura, eram transportados em três viaturas ligeiras.
Em comunicado de imprensa, a Autoridade Tributária de Moçambique (AT) refere que em causa estavam cerca de 210 caixas de uísque da marca Clan MacGregor e 183 caixas de frangos.
De acordo com a fonte, dada a sua localização e pelo volume do comércio transfronteiriço que ocorre entre Moçambique e África do Sul, a fronteira de Ressano Garcia é a que regista maior número de casos de tentativas de contrabando e outras formas de fuga ao fisco no país, o que coloca grandes desafios para o seu controlo por parte da administração aduaneira e de outras forças de defesa e segurança que nela actuam.
“A apreensão dos referidos produtos é o culminar de um trabalho aturado de investigação, inteligência e fiscalização, levado a cabo pela Autoridade Tributária, ao nível daquela que é a maior fronteira terrestre do país, quer em termos de movimento migratório, quer em termos de volume de carga que por lá passa”, frisa o comunicado.
A fonte acrescenta que “só para clarificar, a apreensão de bebidas em questão foi feita numa via clandestina e de difícil acesso, aberta nos arredores das matas daquela fronteira, com objectivo de contornar o posto de fiscalização do quilómetro 4, localizado no desvio da entrada da fronteira comercial”.
“Os frangos foram apreendidos numa viatura que capotou momentos depois de ter violado a fronteira em fuga e a altas velocidades, através de uma via alternativa usada exclusivamente para camiões de grande tonelagem, que vão directamente à fronteira comercial designada por Bay Pass”, refere o comunicado.
A avaliação preliminar indica que as bebidas ora apreendidas deviam pagar de direitos e outras imposições aduaneiras pouco mais de 1 milhão de meticais.
Refira-se que nestas situações de descaminho e/ou contrabando, caso o dono queira recuperar a sua mercadoria, deve pagar para além dos direitos aduaneiros e outras imposições avultadas somas em multas que vão até à perda da mercadoria, a favor do Estado.
O chefe de Estado do Zimbabué, Emmerson Mnangagwa, anunciou hoje a data de 30 de Julho para as eleições presidenciais zimbabueanas, cumprindo a promessa de organizar uma votação desde que subiu ao poder, em Novembro de 2017.
Mnangagwa, também líder da União Nacional Africana do Zimbabué — Frente Patriótica (ZANU-PF), no poder desde a independência em 1980, garantiu também que irá apresentar-se à votação.
Mnangagwa tornou-se Presidente do Zimbabué após uma intervenção militar do Exército, que pôs cobro ao regime de Robert Mugabe, que liderou o país desde a independência.
Como principal opositor terá Nelson Chamisa, que lidera o Movimento para a Mudança Democrática (MDC, na sigla inglesa), político que sucedeu a Morgan Tsvangirai, líder histórico do partido que morreu em Fevereiro vítima de doença prolongada.
Além de Chamisa, existem vários outros candidatos de partidos políticos pouco expressivos.
Mnangagwa tem estado a tentar fazer regressar o Zimbabué à cena internacional e declarou que pretende que as eleições presidenciais de Julho decorram de forma “livre e transparente”, tendo convidado várias organizações internacionais para monitorizar a votação como observadores eleitorais.
Mais de 200 trabalhadores dos Transportes Municipais da Beira (TMB) voltaram a entrar em greve para reivindicar baixos salários e falta de observância de tempo de trabalho. Os trabalhadores paralisaram os 11 autocarros que a empresa possui e exigem que a edilidade regularize os seus salários.
De acordo com Januário Balói, representante dos trabalhadores, o Conselho Municipal da Beira ao tomar a gestão da extinta empresa, Transportes Públicos da Beira, “ignorou os salários que auferíamos alegando que eram demasiados elevados e rubricou novos contratos connosco. Não recebemos nenhuma indemnização e dezenas de anos de serviço foram simplesmente esquecidos. Exigimos justiça, e greve foi a única forma que encontramos para reivindicar junto do município, tendo em conta que o Ministério dos Transportes e Comunicações já afirmou claramente que todos os nossos direitos devem ser salvaguardados”.
O Conselho Municipal da Beira (CMB), reagindo a greve, através do director dos Transportes Municipal da Beira. Alberto Meque começou por lembrar que o município, antes de tomar a gestão da empresa em causa, informou aos trabalhadores, ora em greve, que não estava em condições para pagar os salários que os mesmos auferiam, por serem insustentáveis. Meque lembrou ainda que na mesma ocasião o CMB enviou um ofício ao Ministério dos Transportes, com o mesmo conteúdo e explicou que rubricaria novos contratos com os trabalhadores da extinta empresa dos Transportes públicos da Beira.
“Estava tudo bem. Até assinamos os novos contratos com os trabalhadores. Contudo, quando estes mesmos trabalhadores enviaram uma carta ao Ministério dos Transportes e comunicações exigindo que os seus direitos fossem salvaguardados, este respondeu favoravelmente indicando que a responsabilidade seria nossa. Ora, este contrasta com um ofício deste mesmo ministério enviado ao município, que concordava connosco face a assinatura de novos contratos. Portanto este diferente posicionamento para a mesma situação, é que esta a criar “convulsões” dentro da empresa”.
Mediante este cenário o CMB solicitou um encontro ao Ministério dos transportes há cerca de duas semanas que deverá envolver o próprio município e os trabalhadores para solucionar o problema e ainda não obteve resposta.
Sabendo que mais de 14 mil pessoas dependem dos TMB Meque disse que, “vamos tomar uma decisão dentro de dias para viabilizar o funcionamento dos autocarros, uma decisão que não iremos partilhar neste momento”- concluiu.
O Chefe de Estado, Filipe Nyusi, exonerou, ontem, através de Despacho Presidencial, Isaque Chande do cargo de Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.
Chande vinha assumindo as funções de Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos desde 2016.
Ele deixa o cargo após ter sido eleito pelo Parlamento moçambicano, a Assembleia da República (AR), Provedor da Justiça, em substituição de José Abudo, cujo mandato terminou há cerca de um ano.
Jurista de profissão, Chande venceu no Parlamento o deputado do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Silvério Ronguane.
Entretanto, falta nomear a nova figura que vai preencher a vaga deixada por Chande.
Os funcionários das refinarias de petróleo no Brasil entraram hoje em greve, apesar de a Justiça ter considerado o protesto ilegal e ter estipulado multas diárias aos sindicatos da categoria, noticiou a imprensa brasileira.
De acordo com o portal de notícias G1, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) anunciou, através das redes sociais, que a greve de 72 horas dos ‘petroleiros’ (funcionários das refinarias de petróleo, no caso, da Petrobras) começou na madrugada de hoje.
Na terça-feira, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) considerou o movimento ilegal e estipulou uma multa de 500 mil reais por dia aos sindicatos do sector, após uma acção interposta pela Petrobras e pela Advocacia-Geral da União (AGU).
As refinarias não se manifestaram ainda sobre a paralisação das actividades nas suas unidades.
Um comunicado da FUP publicado pouco depois da 01:00 relatou que os funcionários “não entraram para trabalhar” em refinarias de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas e Pernambuco.
Os funcionários decidiram parar as actividades por 72 horas em solidariedade ao movimento dos camionistas e para pedir a destituição de Pedro Parente da presidência da Petrobras, entre outras reivindicações.
A juíza Maria de Assis Calsing, do TST, deu provimento a uma providência cautelar na qual classifica como “aparentemente abusivo” o carácter da greve de 72 horas de funcionários da Petrobras.
Os camionistas estão em greve há mais de uma semana devido à política de preços do petróleo e derivados da Petrobras, o que provocou um caos na distribuição de alimentos e combustíveis, além de gerar instabilidade no mercado financeiro brasileiro.
Dez moçambicanos foram decapitados, no último domingo, no distrito de Palma, em Cabo Delgado, num acto atribuído ao grupo designado por Al-Shabab.
A informação foi confirmada pelo porta-voz do Comando Geral da Polícia, Inácio Dina, durante o briefing semanal.
Cinco corpos, dentre os quais de dois adolescentes, foram encontrados na aldeia 25 de Junho e outros na aldeia de Monjane.
O grupo colocou-se em fuga e Dina avança que continuam buscas no sentido de neutraliza-los.A Polícia ainda não sabe quantos membros compõem este grupo.
A Associação Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) manifesta-se contra a decisão do governo moçambicano que impõe um monopólio estatal na importação de...
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A Fundação de Caridade Tzu Chi Moçambique irá realizar a distribuição de arroz para mais de 4.000 famílias vulneráveis nas províncias de Maputo, Gaza...