O Presidente de Estados Unidos atribuiu na quarta-feira ao Canadá o incêndio da Casa Branca que, de facto, foi feito pelas tropas britânicas, durante a guerra anglo-norte-americana, em 1814.
“Por acaso, não nos queimaste a Casa Branca?!”, questionou Donald Trump, dirigindo-se a Justin Trudeau, durante uma conversa telefónica, ocorrida em 25 de Maio, a propósito da imposição de direitos alfandegários às importações de aço e alumínio por parte dos EUA, segundo a cadeia televisiva CNN, que cita fontes anónimas.
Desde que Trump anunciou que estava a ponderar estas medidas protecionistas, a Casa Branca defendeu a decisão com argumentos de segurança nacional. Contudo, este argumento tem sido questionado tanto por peritos como por dirigentes políticos.
Com efeito, durante uma entrevista realizada no passado fim de semana, com as taxas alfandegárias já em vigor, o próprio Trudeau chegou a perguntar “em que universo é que o Canadá pode representar uma ameaça aos EUA”.
Questionado sobre se o líder canadiano poderia considerar a observação de Trump como uma piada, a fonte citada pela CNN limitou-se a dizer que o impacto que esta medida vai ter no Canadá e na indústria dos EUA “não é tema de riso”.
O incêndio que devastou a residência presidencial em 1814 foi da autoria de tropas britânicas, em represália por um ataque contra a então colónia britânica de Iorque, no Estado do Ontário, região que hoje integra o Canadá.
Esta não é a primeira vez que Trump faz uma afirmação que provoca a indignação dos canadianos, uma vez que em Março gabou-se, perante as câmaras, de ter mentido a Trudeau, ao dizer que os EUA têm um défice comercial com o Canadá.
A polícia italiana anunciou hoje a apreensão de mais de 10 toneladas de haxixe em alto mar, numa embarcação com a bandeira da Holanda.
Em comunicado, a polícia afirmou que a operação resultou “na apreensão de mais de 10 toneladas de haxixe, a detenção de nove membros da tripulação e a confiscação de um antigo barco de pesca”.
A polícia acompanhou o barco pelo ar durante “mais de 40 horas”, e aproximou-se depois por mar, após a aprovação das autoridades holandesas.
A detenção ocorreu a sudeste da ilha da Sicília.
Esta operação fez parte da mais recente acção de luta contra o tráfico internacional de drogas, denominada de ‘Libeccio International’ (Libeccio é o nome do vento que sopra para sudoeste atingindo Itália e Córsega), coordenada pelo departamento central antidrogas do Ministério do Interior italiano.
Um tribunal da Suécia condenou a prisão perpétua o autor do ataque terrorista na cidade de Estocolmo Abril do ano passado, avança a BBC. Rakhmat Akilov, de 40 anos e natural do Uzbequistão, roubou um camião e atropelou várias pessoas numa das ruas mais movimentadas da cidade. Cinco pessoas morreram e 10 ficaram feridas na sequência deste ataque.
O objectivo de Akilov era provocar um número maior de vítimas. No interior da viatura a polícia descobriu um explosivo feito de botijas de gás e com pregos, que acabou por não explodir como previsto e causou apenas um pequeno incêndio no camião.
Depois do atropelamento, Akilov fugiu do local mas as autoridades suecas conseguiram localizá-lo e detê-lo rapidamente. Durante o interrogatório confessou ter sido o autor do ataque.
Apesar do Estado Islâmico nunca ter reivindicado o ataque, Akilov tinha expressado anteriormente simpatia pelo grupo terrorista.
Rakhmat Akilov deixou o Uzbequistão e viajou para a Suécia em 2014, onde pretendia obter asilo. No entanto, em Dezembro de 2016 as autoridades suecas comunicaram-lhe que o seu pedido tinha sido rejeitado e que tinha quatro semanas para deixar o país. Desapareceu e meses antes do ataque foi colocado numa lista de pessoas procuradas.
O Record garante que Cristiano Ronaldo vai mesmo sair do Real Madrid ainda durante o verão. O incumprimento de promessas por parte de Florentino Pérez será o principal motivo para a decisão.
Campeão espanhol por duas ocasiões. Vencedor da Taça do Rei outras duas. Duas Supertaças espanholas, duas Supertaças europeias, três mundiais de clubes e quatro Ligas dos Campeões. Cristiano Ronaldo venceu tudo isto ao serviço do Real Madrid, o clube que, durante muitos anos, disse ser o seu “sonho”. Mas 438 jogos depois, (e após ter marcado 450 golos), a história pode chegar ao fim já este verão.
De acordo com o jornal desportivo Record, Cristiano Ronaldo vai mesmo deixar o Santiago Bernabéu. Depois de deixar meio mundo com os olhos (ainda mais) postos nele após a final da Liga dos Campeões, quando disse que “tinha sido bonito jogar em Madrid” e prometeu falar nos dias seguintes, os ânimos serenaram já depois de a equipa chegar de Kiev, nas celebrações com os adeptos, quando o português se despediu com a frase “até para o ano”.
Ainda assim, o Record garante que a decisão é “irreversível”. Em causa – mais do que números, cifras e revisões salariais – estará a alegada indiferença e frieza com que Florentino Pérez sempre tratou Cristiano Ronaldo ao longo dos nove anos em que o madeirense esteve em Madrid. O incumprimento de várias promessas do presidente dos merengues terá sido o factor decisivo para a saída do avançado português, já que este não deixará o clube por dinheiro, mas sim por falta de reconhecimento.
Depois da final da Liga dos Campeões, que o Real Madrid venceu pela terceira vez consecutiva, Florentino Pérez terá prometido a Cristiano Ronaldo a renovação do contrato com uma revisão salarial que aproximaria o salário do português ao que Messi recebe em Barcelona ou Neymar em Paris. O acordo terá mesmo sido confirmado ao próprio Ronaldo, através de uma chamada telefónica, mas quase duas semanas depois e a menos de uma do início do Mundial da Rússia, nada avançou. De acordo com o As, Jorge Mendes já terá mesmo reunido com a direcção merengue e o jogador português já sabe que o Real Madrid não fará qualquer esforço para conseguir a renovação. O jornal espanhol garante que uma segunda reunião entre as duas partes vai acontecer ainda durante esta quinta-feira.
O jornal sublinha ainda a “falta de empatia” entre Pérez e Ronaldo, problema que se acentuou ao longo dos anos e que terá mesmo tido episódios desrespeitadores por parte do presidente madrileno. Em Dezembro de 2017, quando Cristiano Ronaldo venceu a quinta Bola de Ouro da carreira, Florentino Pérez afirmou: “Neymar ganhava o prémio se vestisse a camisola do Real Madrid.
O futuro do avançado de 33 anos é agora uma incógnita com muitas saídas já conhecidas. Ronaldo tem contrato até 2021 e uma cláusula de rescisão de mil milhões de euros, pelo que o clube que surge imediatamente no topo das apostas é o PSG. Em seguida, Itália: Juventus, AC Milan e Inter Milão serão os principais interessados em chegar a Madrid com um camião de dinheiro. Por fim, o destino mais poético – o regresso ao Manchester United, clube onde venceu a primeira Liga dos Campeões e a primeira Bola de Ouro.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica deteve uma jovem de 22 anos de idade acusada de tirar a vida do próprio filho, ao atirá-lo numa latrina, supostamente porque o namorado recusou a paternidade.
O episódio, descrito como infanticídio, aconteceu no posto administrativo de Machipanda e a criança em causa era recém-nascida. Ou seja, se estivesse viva teria completado uma semana na última terça-feira (04).
O @Verdade apurou junto das autoridades policiais que a rapariga, identificada pelo nome de Graça Rosário, de deu à luz a um menino saudável, na passada terça-feira (29), no Chimoio, por via de um parto normal.
Contudo, após o miúdo vir ao mundo, o namorado, que por sinal é polícia da guarda-fronteira, alegou que não o reconhecia como seu filho e não podia manter um caso amoroso com quem quer que fosse porque é casado, contou a jovem às autoridades.
Graça, estudante e mãe de uma menina de quatro anos de idade, deu parto na cidade de Chimoio, mas não se coibiu de viajar aproximadamente de 80 quilómetros até Machipanda, onde se livrou do filho próprio numa latrina.
Em Cabo Delgado, população vítima de ataques decidiu fazer algo por si: policiamento comunitário e auxílio na investigação policial. Presidente Filipe Nyusi ainda não se pronunciou sobre os ataques.
Só em menos de dez dias, 17 pessoas foram mortas por homens armados, até agora não devidamente identificados. Este tipo de ataques começou há oito meses e a sua frequência aumenta, tal como a brutalidade contra a população.
Em reacção ao ataque de 27 de maio, em que foram decapitadas dez pessoas a catana, adolescentes e adultos, perto de Olumbi, na região de Palma, David Machimbuko, administrador de Palma, valoriza a coragem da população e descreve o que tem sido feito para confrontar a situação.
“Nós, para além de sermos população, temos a capacidade de lutar e enfrentar o inimigo. Daí, juntaram-se às Forças de Defesa e Segurança e foram fazer uma caça aos bandidos, a busca dos malfeitores onde se encontram. E fez-se uma campanha que resultou na morte de malfeitores. Eram 278 populares que juntaram as forças e fizeram a campanha de vasculha nas matas”, explicou à DW África.
Justiça popular
Entretanto, alguma imprensa moçambicana (nomeadamente, Canal Moz 04.06) acredita que as pessoas mortas pelas Forças de Defesa e Segurança poderiam ser populares que andavam a caçar. Confrontado com esta suposição, David Machimbuko descarta a possibilidade da morte de inocentes.
“Não, não eram caçadores. No sítio havia vestígios que demonstraram claramente que eram os malfeitores, porque foi na zona onde aconteceram exactamente essas situações. Caçadores nunca vão para uma zona em número de trinta. Foi encontrado lá um carregador com 39 munições. Até aqui a perseguição continua. Já atravessaram para o leste e já estão a correr para o oeste, numa zona em que sabemos que, por causa da floresta, estão à procura de um melhor refúgio”, justifica.
Ao que parece, o administrador de Palma pode ter-se enganado em relação à fuga. Cerca de uma semana depois, na madrugada de segunda-feira (04), aconteceu um outro ataque que fez sete mortos. Foram ainda incendiadas várias casas, barracas de comércio e dois carros de transporte colectivo. Além disso, terão sido roubados medicamente de um centro de saúde que foi também vandalizado.
Entretanto, o Governo deixa transparecer dificuldades em reconhecer que a situação se agrava e que está difícil travar tais actos. Apesar da gravidade, o analista Paulo Wache ainda não vê necessidade de uma intervenção do exército.
Força policial é a mais adequada
“O exército lida com o inimigo. E antes de se chegar à conclusão de que essas pessoas são inimigas, ou que vêm do exterior e têm a missão de aniquilar o Estado, seria um exagero o exército. É que em termos de meios, os que são usados pelo exército seriam desproporcionais.
Paulo Wache acrescenta que a força policial continua a ser a mais adequada para o caso, mas necessitará do apoio da população para obter informações.
“Movimentos irregulares como esse combatem-se muito mais com inteligência do que com a força das armas”, defende.
A consternação tomou conta dos moçambicanos. Outros estão duplamente desolados pelo facto de o Governo não ter dirigido até agora qualquer mensagem de conforto às famílias das vítimas e às comunidades visadas.
Paulo Wache defende que os pronunciamentos frequentes da polícia reflectem a posição do Governo. Mas reconhece que, quando houver mais informações, o Governo deva também reagir.
“Faz sentido que quem está a gerir um Estado tenha que falar com propriedade e não apenas dizer sentimos muito e parar por aí. Mas penso que, no momento oportuno, esta comunicação deverá acontecer talvez com mais detalhes”, declarou à DW.
As autoridades quenianas confirmaram, esta quinta-feira, ter encontrado num parque nacional do sudoeste do Quénia os destroços do avião que tinha desaparecido na terça-feira quando regressava a Nairobi com oito passageiros e dois membros da tripulação a bordo.
“É um grande avanço. A nossa equipa de resgate trabalhou sem descanso e agora é só uma questão de chegar junto do avião e fazer o resgate”, disse Boaz Cherutch, o comissário do Condado de Nyandarua, onde fica o local do acidente.
As buscas para encontrar o avião tinham sido suspensas durante a noite devido às condições climatéricas adversas, tendo sido retomadas hoje por vários helicópteros das forças de defesa do Quénia e da polícia, que conseguiram localizar o avião nos limites do Parque Nacional de Aberdare.
As autoridades desconhecem se os oito passageiros e os dois pilotos ainda estão vivos.
O avião da companhia aérea Fly540 desapareceu na terça-feira à tarde quando regressava a Nairobi e sobrevoava um parque nacional no sudoeste do Quénia, segundo os media locais.
Segundo o jornal The Standard, um cidadão americano estaria entre os passageiros.
No local do acidente estão elementos da polícia, do Serviço de Vida Selvagem do Quénia e de outros serviços de resgate.
O avião, um modelo CS208 da Safari Air Express – subsidiária da empresa de baixo custo Fly540 – com capacidade para 12 passageiros, viajava da cidade de Kitale (oeste) para o aeroporto internacional Jomo Kenyatta quando a torre de controlo perdeu o sinal, às 17:00 locais.
O presidente da Comunidade Islâmica de Moçambique, Abdul Rachid, voltou a negar que haja envolvimento de muçulmanos moçambicanos nos ataques terroristas que tem sido protagonizados na província de Cabo-Delgado.
Rachid exortou ao Governo para não socorrer-se apenas ao uso da força para por fim aos crimes, mas tentar compreender as motivações e tomar as acções certas para eliminar os focos.
Rachid acredita que a principal razão dos ataques terrorista é financeira. “O solo de Cabo Delgado oferece muita riqueza, e esta deve ser uma das causas. Criar confusão para poder estar a vontade e explorar essas riquezas”, disse.
Para o presidente da Comunidade Islâmica de Moçambique, o terrorismo está a ser alimentado por estrangeiros em conluio com moçambicanos de má-fé. “São forças externas que estão a vir para aqui. Eu acho que o nosso Governo devia estar atento e preocupar-se nisso e não estar a fechar mesquitas e acusar muçulmanos inocentes”, acrescentou.
Rachid defende que o uso da força para eliminar as acções de terrorismo em Cabo-delgado não é a única via ideal para por fim dos actos macabros.
“Eu acho que o Governo devia pensar de uma forma diferente e saber qual é a causa que leva a haver actividades terroristas; não são os muçulmanos” “Fechar as mesquitas e perseguir muçulmanos inocentes não vai resolver nada, pelo contrário, vai criar um mal-estar na família muçulmana”.
A chanceler do Equador, María Fernanda Espinosa, foi eleita na terça-feira (05) nova presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que ocupará durante um ano a partir de Setembro. Espinosa venceu outra aspirante, a hondurenha María Elizabeth Flores Flack, nas eleições realizadas no plenário da Assembleia Geral.
A chefe da diplomacia equatoriana recebeu apoio de 128 países, contra 62 obtidos pela hondurenha Flores Flack, embaixadora de seu país na ONU. Espinosa é a quarta mulher escolhida presidente da Assembleia Geral da ONU e a primeira latino-americana.
“Agradeço profundamente o voto de confiança depositado hoje no Equador para presidir esta Assembleia”, disse a ministra em seu discurso depois de ser eleita. Espinosa dedicou sua vitória a todas as mulheres do mundo que hoje participam da política e que enfrentam “ataques, machismo e discriminação”.
A Assembleia Geral é um dos principais órgãos das Nações Unidas e nela estão presentes os 193 Estados-membros da organização. Espinosa ocupará a presidência durante o 73° período de sessões e substituirá o eslovaco Miroslav Lajcak.
Disputa pela presidência
A Presidência da Assembleia Geral é ocupada, a cada ano, por um representante de uma determinada região do planeta e, desta vez, será a América Latina e o Caribe. Como os representantes dos países da região não conseguiram consenso na escolha de uma candidatura única, como ocorre habitualmente, a decisão teve de ser levada para plenário.
A escolha também abriu uma disputa diplomática entre Honduras e Equador. Honduras estava há anos trabalhando em sua candidatura e alega que o Equador tinha se comprometido, em 2015, a apoiar o país. No entanto, o Equador propôs, em Fevereiro, María Fernanda Espinosa como candidata, decisão que levou Honduras a expressar oficialmente seu “mal-estar e surpresa” e a pedir a retirada da postulação da chanceler equatoriana.
A Precision Recruitment International (P.R.I) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Contabilidade um (1) Docente de Direito Comercial (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de GRH um (1) Docente de Gestão Administrativa do Pessoal (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de GRH um (1) Docente de Prática Técnico Profissional (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Contabilidade e GRH quatro (4) Docentes de Tema Transversal e Tema Transversal II (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de GRH um (1) Docente de Prática Técnico Profissional II (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de GRH um (1) Docente de Gestão Internacional de Recursos Humanos (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Gestão Ambiental e Desenvolvimento Comunitário um (1) Docente de Gestão de Áreas Protegidas (Cursos do Pós-Laboral). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Ensino Básico um (1) Docente de Práticas Pedagógicas do Ensino Básico (Cursos de Ensino à Distância). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Ensino Básico um (1) Docente de Pedagogia do Ensino Básico (Cursos de Ensino à Distância). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Ensino Básico três (3) Docentes de Tema Transversal II, III e IV (Cursos de Ensino à Distância). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Física um (1) Docente de Necessidades Educativas Especiais (Cursos de Ensino à Distância). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Ensino Básico um (1) Docente de Prática Pedagógica do Ensino Básico I (Cursos de Ensino à Distância). Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o Curso de Física um (1) Docente de Psicologia de Aprendizagem (Cursos de Ensino à Distância). Saiba mais.
A Associação Moçambicana de Educação Profissional Privada (AMEPP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Executivo. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Matutuine pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Médicos de Clínica Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Matutuine pretende recrutar para o seu quadro de pessoal catorze (14) Técnicos de Saúde. Saiba mais.
A Precision Recruitment International (P.R.I) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
O Instituto Superior Dom Bosco (ISDB) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Técnico Superior de Marketing e Desenvolvimento de Negócios. Saiba mais.
A Azeema Multindustries Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Electricista Industrial – especializado em Máquinas Eléctricas e Electrónicas. Saiba mais.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Escola Secundária Geral 1º e 2º Ciclos. Saiba mais.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Tecnologia de Informação e Comunicação. Saiba mais.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Auxiliares Administrativos (Motoristas Profissionais). Saiba mais.
O Presidente norte-americano assinou um documento que suspende, durante seis meses, a transferência da embaixada dos EUA em Israel, apesar de ter inaugurado em Maio uma nova instalação diplomática em Jerusalém.
A Casa Branca confirmou que Donald Trump assinou o despacho na terça-feira, que mantém suspensa a aplicação de uma lei de 1995 que ordena ao executivo de Washington a transferência da embaixada em Israel de Telavive para Jerusalém.
Esta aparente contradição de Trump com a sua própria política responde a uma exigência incluída naquela norma, que estabelece que se o Presidente não cumprir a transferência da embaixada para Jerusalém tem de dar uma explicação ao Congresso, de seis em seis meses, se não quiser perder fundos para a manutenção das embaixadas em todo o mundo.
Apesar de o Governo de Trump ter inaugurado formalmente a delegação diplomática em 14 de Maio passado, teve de cumprir a determinação legal, uma vez que a residência do embaixador David Friedman continua em Telavive.
“A definição de ‘embaixada norte-americana’ inscrita na Lei da Embaixada, em Jerusalém inclui tanto as instalações da missão diplomática como a residência do embaixador”, explicou à agência Efe uma porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca. Na ordem que assinou, Trump usou a mesma justificação que tinham usado os seus três antecessores para não transferir a embaixada para Jerusalém, a saber, a necessidade de “proteger os interesses de segurança nacional dos EUA”.
No documento, “o Presidente reconhece que ainda tem de se manter suspensa a restrição dos fundos incluída na lei, até que se possa resolver o caso da residência do chefe da missão”, acrescentou aquela porta-voz. Esta situação não implica que se esteja a recuar na transferência da embaixada e a Casa Branca tenciona “trabalhar com o Congresso para eliminar a necessidade” de o Presidente ter de assinar mais documentos destes, adiantou.
A Casa Branca admite que serão precisos anos — talvez uma década — para construir um edifício que permita transferir para Jerusalém o pessoal diplomático que está a trabalhar em Telavive. Atualmente, são menos de 10 os funcionários que foram transferidos para Jerusalém.
O ex-presidente brasileiro Lula da Silva afirmou esta terça-feira em depoimento à justiça nunca ter sabido de qualquer “negociata” ou “trapaça” para que a cidade do Rio de Janeiro fosse escolhida como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
O antigo presidente, que está preso desde 7 de Abril em Curitiba por outro caso de corrupção, no qual foi condenado a 12 anos e um mês de cadeia, depôs à justiça do Rio de Janeiro por videoconferência.
Ao juiz da operação anti-corrupção Lava Jato no Rio, Marcello Bretas, Lula declarou que pediu votos para a Rio 2016 a inúmeros chefes de Estado e a autoridades olímpicas de vários países, mas que isso é normal e não envolveu qualquer tipo de suborno ou outra irregularidade. No seu depoimento, o antigo chefe de Estado reafirmou que também não soube que outras pessoas tenham pago suborno a membros do Comité Olímpico Internacional para que escolhessem o Rio de Janeiro.
Lula foi ouvido como testemunha de defesa do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, também preso por corrupção em outros processos. Neste, Cabral e outros arguidos, entre eles o ex-presidente do Comité Olímpico Brasileiro Carlos Arthur Nuzman, são acusados de terem pago suborno a delegados de países africanos para votarem no Rio de Janeiro para sede dos Jogos Olímpicos.
Os países africanos votaram em peso pela escolha do Rio, mas, segundo Lula da Silva, isso já era esperado e é absolutamente normal. No seu depoimento desta terça-feira, que durou cerca de 50 minutos, Lula lembrou que fez nada menos de 34 viagens a inúmeros países africanos durante os seus dois mandatos e que construiu uma relação muito forte com os governantes e outras autoridades africanas, e uma relação de verdadeira irmandade entre a África e o Brasil, pelo que nada mais normal do que os representantes dessas nações votarem pelo Rio de Janeiro.
Mais magro após quase dois meses na cadeia, Lula estava no entanto bem humorado. Por duas vezes até brincou com o juiz do caso, Marcello Bretas, a quem chegou a convidar para um comício seu no Rio de Janeiro, caso, o que parece neste momento extremamente improvável, seja libertado e possa disputar as presidenciais de Outubro, cujas sondagens lidera apesar da condenação.
O número de mortos por ébola na República Democrática do Congo subiu para 27, depois de ter sido confirmado mais um teste positivo para a doença, anunciou o Ministério da Saúde daquele país.
Nas três áreas da República Democrática do Congo afectadas pelo surto da doença foram registados até terça-feira 58 casos, dos quais 37 foram confirmados, 14 são prováveis e sete suspeitos.
O Ministério da Saúde, juntamente com a Organização Mundial da Saúde (OMS), Médicos Sem Fronteiras (MSF) e outras organizações internacionais, realizaram uma campanha de vacinação nas últimas três semanas, tendo sido vacinadas 1369 pessoas.
Este surto de ébola, localizado inicialmente nas áreas rurais do noroeste e depois atingiu a área urbana de Mbandaka, é o nono que atinge a República Democrática do Congo desde que o vírus foi descoberto em 1976 neste país, quando ainda se chamava Zaire.
A doença – que é transmitida por contacto directo com sangue e fluidos – causa sangramento severo e tem uma taxa de mortalidade de até 90%.
Os primeiros sintomas são febre súbita e alta, fraqueza intensa e dores musculares, na cabeça e na garganta, além de vómitos.
Cinco malfeitores, entre eles uma senhora, que se dedicam a assalto com recurso a pistola, foram interpelados pela polícia no último fim-de-semana minutos depois de terem protagonizado mais um assalto, num estabelecimento comercial, na região de Chirassicua, onde roubaram cerca de 70 mil meticais.
Durante a perseguição os supostos ladrões disparam contra a polícia e esta também disparou. Na troca de tiros dois integrantes da quadrilha foram baleados mortalmente.
Refira-se que recentemente a comunidade de Nhamatanda queixou-se ao Presidente da República, Filipe Nyusi, de sucessivos assaltos protagonizados por homens munidos de armas e catanas. Na ocasião o comandante provincial garantiu que a polícia iria desmantelar as quadrilhas dos malfeitores.
Um avião da companhia aérea Fly540, que transportava oito passageiros e dois membros da tripulação, desapareceu na terça-feira à tarde quando regressava a Nairobi e sobrevoava um parque nacional no sudoeste do Quénia, informaram os media locais.
De momento, não se sabe se os oito passageiros e as duas mulheres piloto que dirigiam o avião estão vivos.
Segundo o jornal The Standard, um cidadão americano estaria entre os passageiros.
Elementos da polícia, do Serviço de Vida Selvagem do Quénia (KWS) e de outros serviços de resgate participam nas operações de busca no Parque Nacional de Aberdares (sudoeste), a 60 quilómetros da capital, onde alegadamente se perdeu o sinal da aeronave.
Num comunicado publicado na terça-feira, a companhia aérea disse não ter qualquer informação sobre a localização ou condição da aeronave ou da tripulação, segundo o jornal The Star.
O avião, um modelo CS208 da Safari Air Express – subsidiária da empresa de baixo custo Fly540 – com capacidade para 12 passageiros, viajava da cidade de Kitale (oeste) para o aeroporto internacional Jomo Kenyatta quando a torre de controlo perdeu o sinal, às 17:00 locais.
A explosão de um silo de grãos no distrito de Port-du-Rhin, em Estrasburgo, fez 11 feridos esta quarta-feira, segundo avança a Europe1.
A detonação aconteceu por volta das 9h30 na área portuária da cidade francesa.
Cerca de 70 bombeiros foram enviados para o local da explosão, que causou uma nuvem de fumo e um incêndio, avançam as autoridades. O fogo no armazém de 2.500 m² permanece activo.
De acordo com o site France Bleu, três dos 11 feridos são graves e foram levados de urgência para o hospital. Os bombeiros afirmam que a área deve ser evitada porque constitui perigo e a polícia cortou a rua por questões de segurança.
A sala de imprensa do Comando Geral da Polícia da República de Moçambique foi pequena, esta terça-feira, para acolher jornalistas nacionais e estrangeiros ávidos por ouvir a versão da Polícia sobre os acontecimentos da última madrugada no distrito de Macomia, em Cabo Delgado.
A Polícia confirma sete mortos e 164 casas queimadas na aldeia de Naúde, no posto administrativo de Mucojo. O porta-voz da Polícia, Inácio Dina, explicou que se trata de um acto perpetrado por seis pessoas que estão a ser perseguidas pela PRM.
À semelhança do que aconteceu em Palma, todas as vítimas foram mortas à catana. Inácio Dina diz que não restam dúvidas de que se trata de fragmentos do mesmo grupo já fragilizado pelas forças de defesa e segurança.
Sobre a denominação Al-shabab que o grupo tem recebido, o porta-voz da polícia diz ser irrelevante, tanto mais que os mesmos não se identificam como tal e não se conhece nenhuma reivindicação de cariz político ou religioso do grupo, pelo que aos olhos da polícia está-se perante delinquentes comuns.
Questionado se o facto de as populações estarem a abandonar as aldeias não seria sinal de que as Forças de Defesa e Segurança não estão a conseguir garantir a segurança, Inácio dina não foi muito específico na resposta.
Na última quinta-feira, a Polícia anunciou a morte de nove supostos integrantes do grupo.
Em relação ao ataque em Macomia ainda não há detidos.
O pastor de uma igreja protestante morreu, na tarde do último domingo (03), vítima de um ataque de crocodilo. Ele estava no Lago Abaya, em Arba Minch, Etiópia, realizando um baptismo no momento do ocorrido.
Doche Eshete conduzia a cerimónia quando foi surpreendido pelo réptil. Ele estava de costas para o lago.
O religioso foi mordido nas pernas, costas e mãos. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Segundo o site de notícias Borkena, o ataque foi testemunhado por 80 fiéis.
Quem estava no local conseguiu evitar que o animal arrastasse o corpo de Doche para dentro do lago. O animal escapou.
Alguns analistas moçambicanos consideram que era previsível que o presidente interino da Renamo, Ossufo Momade passasse a residir na Gorongosa, no centro o país, em virtude de o partido pretender continuar a pressionar, militarmente, o Governo a fechar o “dossier” sobre a sua desmilitarização.
Em alguns círculos restritos da Renamo já se dizia, após a morte de Afonso Dhlakama, que na primeira vez que o presidente interino da Renamo se deslocasse a Gorongosa ele não regressaria a Maputo, por razões estratégicas.
Mesmo antes do funeral de Afonso Dhlakama, os guerrilheiros da Renamo avisaram que o novo dirigente do partido devia residir na Serra da Gorongosa, até à conclusão do processo negocial com o Governo.
Afonso Dhlakama havia-se refugiado na Gorongosa, por alegada falta de segurança em Maputo ou noutras cidades moçambicanas.
Há quem afirme que este possa ser também o problema de Ossufo Momade.
Contudo, o analista Fernando Mbanze diz que “este facto não tem nada a ver com questões de segurança, mas com a necessidade de manter a pressão militar sobre o Governo até ao fim do processo negocial”.
Por seu turno, o analista Armando Nenane acredita que Ossufo Momade tenha sido pressionado pelos guerrilheiros a residir na Gorongosa, o que significa que a ala militar é que dirige a Renamo e pretende que se feche, com urgência, o dossier sobre questões militares.
Na sua opinião, “as pessoas que neste momento clamam mais pela inclusão, ao nível da Renamo, não são a ala diplomática nem a ala política, mas sim a ala militar”.
Para Nenane,” faz sentido que a liderança da Renamo tenha que se posicionar no lugar onde estão os militares, para que possa dirigir de forma mais próxima esse processo do seu enquadramento nas Forças de Defesa e Segurança” moçambicanas.
E a pretensão da ala militar está reflectida no comunicado da Comissão Política da Renamo, reunida no passado fim-de-semana, e “que recomendou no sentido de, rapidamente, se fechar o dossier sobre assuntos militares”.
Um grupo de bons samaritanos, como os apelida o Mirror, salvaram um bebé que fora abandonado numa pilha de lixo. Ao que tudo indica, o caso se deu em algum país do continente africano.
Nas imagens, é possível ver uma pessoa a vasculhar cuidadosamente os sacos de um monte de lixo. Num dos sacos, estava lá o bebé que havia sido abandonado.
Assim que a criança foi retirada do saco, de imediato foi levada para que recebesse a assistência hospitalar necessária.
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