O Presidente da República, Filipe Nyusi, recebeu uma mensagem de felicitações do Papa Francisco, por ocasião da celebração do 44º aniversário da independência Nacional, que transcrevemos na íntegra:
“Excelentíssimo Senhor Filipe Nyusi, Presidente da República de Moçambique!
No Dia de Moçambique, desejo fazer chegar a minha saudação amiga a Vossa Excelência e a todas Nação esperando que esta celebração possa corroborar empenho de todos na obra de assistência e reconstrução em curso, cujos esforços imploro as maiores bênçãos de Deus para se conseguir não só a melhoria das infra-estruturas e prover as necessidades materiais, mas também promover a dignidade humana e a plena inclusão de todos os membros da sociedade, permitindo-lhes ser e agir como protagonistas do seu futuro pessoal e colectivo que de coração lhes desejo feliz”.
O Governo de Marracuene está a preparar o futuro terminal que irá aliviar a vila que está sem espaço para acolher transportes de passageiros.
Assim é o movimento de viaturas no embarque e desembarque de passageiros na vila de Marracuene. Os transportadores levam passageiros em qualquer rua, embaraçando o trânsito.
Até a EN1 chega a ter um trânsito caótico.
O Governo local chegou a improvisar um pequeno terminal no interior da vila, mas os transportadores fizeram pouco caso.
Agora parece ter sido encontrada uma solução definitiva. Um terminal poderá ser implantado à meia distância da vila.
O alívio será, tanto para os transportadores como para os passageiros.
A construção do parque será de forma faseada, sendo que os veículos irão começar a aceder depois da terraplanagem do espaço.
Donald Trump já reagiu às palavras do presidente iraniano Hassan Rouhani, que disse que “havia atrasados mentais na Casa Branca”.
Através do Twitter, o presidente americano disse que “com destas palavras ignorantes e insultuosas, o Irão mostra que não entende a realidade”. Os Estados Unidos, diz Trump, “vão responder com força a qualquer ataque do Irão. O tempo de John Kerry e Barack Obama já passou”.
As palavras de Rouhani foram uma resposta às ultimas sanções norte-americanas. O braço-de-ferro intensificou-se desde que os Estados Unidos acusaram o Irão de ter bombardeado dois petroleiros no golfo de Omã. O chefe da diplomacia norte-americana, Mike Pompeo, comentou as palavras de Rouhani durante a visita a Cabul, no Afeganistão: “É um comportamento imaturo e infantil. Quero que saibam que os Estados Unidos vão manter-se firmes na tomada das posições que o presidente delineou na sua estratégia”, disse.
O aumento da tensão entre o Irão e os Estados Unidos está a preocupar também a França, país membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. O ministro dos Negócios Estrangeiros Jean-Yves Le Drian disse: “Uma quebra, por parte do Irão, do acordo sobre a energia nuclear seria um erro grave e uma resposta errada à pressão exercida pelos Estados Unidos”.
Os Estados Unidos decidiram abandonar unilateralmente o acordo assinado em 2015 e desde então a tensão não fez senão subir. O último episódio foi o abate de um drone americano por parte do Irão. Trump terá mesmo decidido responder com um ataque militar, mas recuou no último momento.
Moçambique registou 12,9 milhões de eleitores para as eleições gerais de 15 de Outubro de 2019, equivalente a pouco mais de 91% da meta inicial, anunciou ontem (25) o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE).
“Este recenseamento inscreveu 7,3 milhões que se juntam aos 6,8 registados em 2018, totalizando 12,9 milhões de eleitores, o que corresponde a 91,3% da meta”, disse Paulo Cuinica, porta-voz da STAE, em conferência de imprensa realizada hoje em Maputo.
A meta do STAE era chegar a um total de 14 milhões de cidadãos inscritos para votar nas eleições autárquicas de 2018 e para as presidenciais de 2019.
A administração eleitoral diz que em termos de inscrições, o recenseamento eleitoral de 2019 é o segundo maior, depois do processo que a instituição levou a cabo em 2009.
Ainda assim, 1,2 milhão de pessoas ficaram fora do processo de recenseamento eleitoral.
Os órgãos eleitorais entendem que os ciclones e os ataques no centro e norte do país não tiveram influência negativa no recenseamento eleitoral.
O processo de recenseamento foi prejudicado por avarias de máquinas de registo, falta de energia eléctrica, falta de tinteiros de impressoras, entre outros constrangimentos e irregularidades, de acordo com organizações não-governamentais moçambicanas que tem feito a respectiva observação.
O recenseamento para as eleições gerais em Moçambique terminou no dia 30 de Maio.
Pela primeira vez, além de escolherem a composição do parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias do país, que deixam de ser nomeados pelo poder central.
As eleições gerais – legislativas, presidenciais e provinciais – estão marcadas para 15 de Outubro, marcando assim o término do ciclo eleitoral 2018/2019, que começou com as eleições autárquicas a 10 de Outubro do ano passado.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Controlo de Crédito. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Registo Académico. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Coordenador Provincial de Género, Protecção e Salvaguarda da Criança do Projecto STAR-G. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar um (1) Analista de TI. Saiba mais.
A Fundação das Caixas de Poupança para Cooperação Internacional (Sparkassenstiftung) pretende recrutar um (1) Director da Fundação das Caixas de Poupança para Cooperação Internacional. Saiba mais.
O Instituto Médio Politécnico de Engenharia e Negócios (IMPEN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director(a) Geral do IMPEN. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Procurement. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Financeiro/a. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Garantia de Qualidade. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Registo e Certificação. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo e Logístico. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente de Secretariado e Arquivo. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A FELDYG Diesel & Electrical Services, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnicos de Instalação, Manutenção e Limpeza de Cisternas de Combustível. Saiba mais.
A Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Júnior para Monitoria. Saiba mais.
A Direcção Provincial da Agricultura e Segurança Alimentar pretende recrutar quatro (4) Técnicos Superiores de Agro-Pecuária N1 (Médicos Veterinários). Saiba mais.
O Presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, desmentiu ter emitido uma ordem para os militares deterem emigrantes ilegais que atravessam a fronteira para os Estados Unidos reconhecendo, contudo, possíveis excessos das forças mexicanas.
“Nenhuma ordem foi dada nesse sentido (…) este não é o nosso papel”, indicou o chefe de Estado numa conferência de imprensa.
Sobre as recentes mortes de emigrantes da América Central que atravessam o Rio Bravo do México para os Estados Unidos e se as forças mexicanas recorrerem à violência para impedir tais passagens, López Obrador reconheceu que “pode ter havido esses excessos, mas a instrução que todos têm é que respeitem os direitos humanos e isso vai continuar”.
“Se houve casos [de excesso de força], essa não é a instrução que eles têm. É um trabalho que em todo o caso corresponde aos agentes de emigração, não ao exército”, frisou.
O Presidente mexicano disse ainda que o assunto será revisto para alcançar um controlo efectivo da emigração, “mas respeitando os direitos humanos e abordando as causas”.
Uma foto divulgada pela agência noticiosa AFP no fim-de-semana junto à fronteira com os EUA suscitou uma vaga de críticas contra o Governo de Obrador.
O registo mostra duas mulheres, acompanhadas por uma rapariga, detidas por membros da Guarda Nacional no momento em que se preparavam para atravessar o Rio Bravo, que separa Ciudad Juárez, no México, da cidade de El Paso, nos Estados Unidos.
“Vamos examinar este caso para que nenhum abuso seja cometido”, referiu López Obrador acrescentando que o México deve “evitar qualquer confronto com o Governo dos Estados Unidos”.
Na segunda-feira o ministro da Defesa, Luis Cresencio Sandoval, anunciou que o México tinha deslocado cerca de 15.000 polícias e militares para a fronteira com os Estados Unidos no âmbito do acordo concluído com Washington para travar a entrada ilegal em território norte-americano.
Ao ser interrogado sobre a possibilidade de o exército e a Guarda nacional – que integra militares e polícias federais – não apenas interceptarem emigrantes durante a sua travessia em território mexicano, mas também proceder à sua detenção quando tentarem atravessar a fronteira com os Estados Unidos, o ministro confirmou essa disposição.
“Considerando que não é um crime, mas um delito administrativo, vamos deter essas pessoas e coloca-las à disposição das autoridades” migratórias, indicou o general Sandoval.
No final de maio, o Presidente norte-americano Donald Trump ameaçou impor taxas alfandegárias sobre todos os produtos mexicanos importados para os EUA caso o México não adoptasse medidas para travar a vaga de emigrantes dos países da América Central que atravessam o país com o intuito de entrar em território norte-americano.
Em 7 de Junho os dois países anunciaram um acordo. Além do envio de forças policiais e militares para as fronteiras do país, o México comprometeu-se a acelerar o regresso dessas pessoas ao país de origem.
Estudo revela que as mulheres que vivem em ambientes poluídos podem produzir menos óvulos. Mas isso não significa que venham a ter problemas de fertilidade.
A poluição do ar pode afectar o sistema reprodutor feminino. Esta é uma das principais conclusões de um estudo, que foi apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e de Embriologia (ESHRE) que decorre até à próxima quarta-feira em Viena.
Segundo a equipa de investigadores da Universidade italiana de Modena e Reggio Emilia, as mulheres que vivem em regiões mais poluídas têm três vezes mais possibilidades de produzirem menos óvulos, refere o jornal “The Guardian”.
Mas isso não significa que venham a ter problemas de fertilidade, refere o estudo, acrescentando que isso depende também de outros factores como a idade, a genética ou se a mulher é fumadora.
A conclusão teve como base a análise à hormona anti-mulleriana (AMH) em cerca de 1300 mulheres durante uma década, mais concretamente entre o início de 2007 e o outono de 2017.
Além disso, os investigadores observaram os níveis de poluição registados nas regiões onde residiam essas mulheres (PM2.5 e PM10) assim como o dióxido de nitrogénio.
Os especialistas alertam, contudo, que é preciso prosseguir com as investigações de forma a chegar a conclusões mais esclarecedoras sobre a relação da poluição com a fertilidade.
O Presidente da República, Filipe Nyusi inaugurou, ontem (25), o Museu da Presidência da República, criado para preservar os trabalhos desenvolvidos pelos Chefes de Estado do país.
Depois da inauguração o museu abriu as portas para mostrar a sua primeira exposição, a um público que representa as mais altas hierarquias da estrutura do Estado, do governo e do partido Frelimo.
Depois de uma passagem pelas nove salas do museu, Filipe Nyusi deu as notas explicativas do que é o local.
O museu funciona no edifício que durante mais de três décadas serviu como gabinete de trabalho dos Presidentes Samora Machel, Joaquim Chissano e Armando Guebuza. Criado em 2015, através do decreto presidencial, o museu é um passo para a preservação da história dos dirigentes do país.
O Museu estará aberto para acesso público, mas nesta primeira fase, as portas estão abertas para um público bem específico.
O italiano Rocco Morabito, antigo membro da máfia calabresa “Ndrangheta”, detido em 2017 depois de 22 anos a ser procurado pelas autoridades, fugiu na madrugada de segunda-feira da prisão no Uruguai.
Rocco Morabito era procurado por Itália desde 1995 por tráfico de droga e actividades mafiosas, até ser apanhado, há dois anos, num hotel de Montevideu, capital do Uruguai.
Durante quase 20 anos, fez-se passar por Francisco Capelleto, um brasileiro de 49 anos a viver no Uruguai desde 2002, dedicado à compra e venda de empresas e à indústria da soja. Enquanto vivia naquele país como um cidadão normal, em Itália era um dos cinco homens mais procurados por narcotráfico internacional.
As autoridades só o detiveram em Setembro de 2017, depois de Morabito, conhecido como o “rei da cocaína de Milão” e líder da máfia calabresa, ter registado a filha numa escola em Maldonado com o nome verdadeiro. O pai de Rocco, com o mesmo nome, foi líder de uma outra máfia famosa, a Carmela Modaffari, e por isso o nome Morabito já tinha uma reputação e foi rapidamente identificado.
Acusado de falsificação de cartão de identidade e passaporte e de falsificação ideológica, Rocco estava detido numa prisão no Uruguai a aguardar extradição para Itália. Até à madrugada de segunda-feira, quando fugiu com outros três reclusos. Segundo o Ministério do Interior daquele país, os presos escaparam pelos telhados do edifício e depois fizeram um buraco até uma casa próxima da prisão, que assaltaram.
Rocco Morabito tem agora 52 anos. Foi líder da máfia “Ndrangheta”, dedicada ao tráfico internacional de droga, entre 1988 e 1994, onde ficou conhecido como o “rei da cocaína de Milão”. Em 1995, a Interpol iniciou uma operação para o apanhar.
Quando foi detido, Rocco já vivia há 13 anos no Uruguai, na estância balnear de Punta del Este. Após a detenção, a polícia apreendeu uma pistola, uma arma branca, 13 telemóveis, 12 cartões de crédito, duas viaturas, passaportes portugueses, jóias e cheques em dólares.
Enquanto aguardava a extradição para Itália, para cumprir pena de 30 anos de prisão, Morabito estava detido no Uruguai.
Michael Jackson morreu há dez anos – que se assinalaram ontem, 25 de Junho – e o nome do Rei da Pop está envolto em nova polémica.
Os três detectives que investigaram a morte do cantor, na altura com 50 anos, dizem que o médico que o assistia, Conrad Murray, e que o descobriu inanimado no quarto, esteve 25 minutos a limpar o local e a fazer chamadas telefónicas e a enviar emails antes de se decidir a chamar a polícia.
As revelações bombásticas são feitas no documentário ‘Killing Michael Jackson’ (qualquer coisa como ‘Matar Michael Jackson’), produzido pela empresa britânica Zig Zag Productions e cujos direitos de transmissão televisiva já foram adquiridos pela Discovery Networks International.
Segundo os investigadores, o médico Conrad Murray – que foi condenado a dois anos de prisão por homicídio involuntário – devia ter sido acusado de homicídio em primeiro grau. “O Dr. Murray sabia que estava a dar medicamentos demasiado fortes ao cantor, e escondeu as caixas de Propofol que tinha no quarto dele. Só depois se preocupou em tentar reanimar o seu cliente”, afirmam.
Pormenores
Morte aos 50
Michael Jackson foi encontrado sem vida a 25 de junho de 2009. A causa da morte foi overdose de Propofol.
Só queria dormir
Cantor tinha insónias e recorria a Conrad Murray para lhe dar drogas para adormecer. O Propofol é um anestésico forte.
Anos de cadeia
Murray foi acusado de negligência pela família Jackson e cumpriu dois anos de cadeia por homicídio involuntário.
O presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) acusou o chefe de Estado guineense de tentar realizar um golpe de Estado, com apoio do Senegal, para nomear um Governo de iniciativa presidencial.
Domingos Simões Pereira falava numa unidade hoteleira de Bissau, onde o PAIGC e os partidos da maioria parlamentar deram uma conferência de imprensa para explicar o que se passou desde sexta-feira, incluindo as razões pelas quais o partido desistiu de indicar o nome do seu líder para o cargo de primeiro-ministro.
“Na sexta-feira, durante todo o dia, mas sobretudo à noite, o Presidente José Mário Vaz montou uma operação de golpe de Estado e que consistia na nomeação de Edmundo Mendes (ou Malam Sambu) como primeiro-ministro e a ocupação de todas as instituições públicas por elementos das forças da defesa e segurança antes da nomeação e empossamento de um governo da sua iniciativa”, afirmou Domingos Simões Pereira.
O presidente do PAIGC explicou que a “intenção não foi consumada ou terá sido abortada”, porque dois dos seus “principais colaboradores”, referindo-se a Braima Camará, coordenador do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), e Sola Nanquilim, vice-presidente do Partido de Renovação Social (PRS), o “teriam avisado de que as estruturas de apoio poderiam não suster a reacção de outras forças de defesa e segurança e a fúria popular”.
“Nós suspeitamos que, para além disso, não teria recebido luz verde do padrinho da sub-região (o Presidente do Senegal, Macky Sal), que tem coordenado toda esta operação e outros desmandos do Presidente José Mário Vaz”, salientou.
O jovem avançado mexicano Joao Maleck, de 20 anos, que jogou na equipa B do FC Porto, foi detido, após um grave acidente de viação, que provocou a morte de um casal, que seguia numa outra viatura.
Segundo avança a imprensa mexicana, Maleck seguia alegadamente em excesso de velocidade e embriagado, quando embateu violentamente num outro carro, causando a morte dos dois ocupantes, Alejandro e Maria Fernanda, que tinham casado no dia anterior.
Joao Maleck alinhou em 41 jogos oficiais pelo FC Porto, tendo marcado 21 golos. Actualmente, é jogador do Sevilha Atlético, da 2.ª divisão espanhola.
A Amnistia Internacional (AI) pediu na terça-feira ao Sri Lanka que abandone o plano de aplicar a pena de morte a traficantes de drogas, depois de as autoridades da ilha contratarem e formarem carrascos para a tarefa.
“O presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, deve parar imediatamente os seus planos de retomar as execuções de pelo menos 13 prisioneiros condenados por crimes relacionados com drogas”, indicou esta organização de defesa dos direitos humanos em comunicado.
A Amnistia Internacional alertou que, segundo os meios de comunicação locais, as execuções podem começar durante a Semana Nacional de Erradicação de Drogas, que começou na passada sexta-feira e termina em 1 de Julho.
“Várias fontes confirmaram à Amnistia Internacional que os carrascos recém-contratados foram treinados (…) e que o presidente Sirisena pretende retomar os enforcamentos”, referiu a organização não-governamental (ONG), embora neste momento não haja confirmação oficial.
Para o director da AI no sul da Ásia, Biraj Patnaik, “a última coisa que o Sri Lanka precisa neste momento é de mais mortes em nome da vingança”.
A Amnistia concluiu que essa falta de transparência pública pretende “impedir que os ativistas de direitos humanos acedam a informações vitais (…) para proteger os direitos das pessoas que enfrentam a pena de morte”.
Em Fevereiro, as autoridades penitenciárias do Sri Lanka anunciaram que estavam a recrutar carrascos após o presidente do país ter prometido encerrar uma moratória de 43 anos sobre a pena de morte e passar a executar traficantes de droga condenados.
A pena capital continua em vigor na ilha por crimes como alta traição, assassínio e tráfico de drogas, embora a última autorização presidencial necessária para a aplicação de uma sentença tenha ocorrido em 1976, pelo que, na prática é substituída por prisão perpétua.
O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil negou um primeiro pedido do antigo Presidente Lula da Silva para a sua libertação, tendo iniciado a análise de um segundo recurso que pede a suspensão da condenação do ex-chefe de Estado.
O julgamento dos dois ‘habeas corpus’ foi adiado pelo segundo juízo do STF, mas voltou à agenda após o juiz Gilmar Mendes e os advogados de Lula da Silva terem questionado no início da sessão.
Lula da Silva foi condenado em 12 de Julho de 2017 a nove anos e seis meses de prisão no caso do apartamento de Guarujá, no Estado de São Paulo, que alegadamente recebeu como suborno de uma construtora.
A decisão de primeira instância foi do juiz Sergio Moro, actual ministro da Justiça. Moro era à data responsável pela operação Lava Jato, a maior investigação de combate à corrupção da história do Brasil.
Em Janeiro do ano passado, a condenação de Lula da Silva foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, tribunal de segunda instância, que aumentou a pena para 12 anos e um mês de prisão.
Em 23 de Abril deste ano, os juízes do Superior Tribunal de Justiça brasileiro decidiram, de forma unânime, reduzir a pena do ex-Presidente, de 12 anos e um mês para oito anos, 10 meses e 20 dias de prisão, pelos crimes de corrupção e branqueamento de capitais.
Actualmente, Lula da Silva cumpre pena em regime fechado, na sede da Polícia Federal em Curitiba, por corrupção passiva e branqueamento de capitais.
Hoje, o primeiro recurso da defesa do ex-Presidente brasileiro pedia a sua libertação e que fosse anulada uma decisão individual do juiz Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça, que negou o pedido dos advogados nesse sentido.
Os juízes Edson Fachin, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cármen Lúcia negaram este primeiro ‘habeas corpus’. Já o magistrado Ricardo Lewandowski votou a favor da anulação do julgamento de Lula da Silva, mas acabou vencido.
Após negar o primeiro pedido dos advogados do antigo chefe de Estado brasileiro, os magistrados do STF começaram a julgar um segundo ‘habeas corpus’.
Neste recurso, a defesa pede a suspensão da condenação de Lula da Silva imposta pelo ex-juiz Sérgio Moro.
Os advogados de Lula da Silva alegam que faltou imparcialidade a Moro na condução deste processo.
O Irã acusou na terça-feira (25) o governo dos Estados Unidos de fechar de forma permanente a via diplomática e de mentir sobre sua intenção de negociar, um dia depois do anúncio de novas sanções americanas.
Ao mesmo tempo que aumentou a pressão em um contexto já muito tenso após os ataques contra petroleiros e a destruição de um drone americano pelo Irã na região estratégica do Golfo Pérsico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez apelos ao diálogo.
Na segunda-feira (24), Trump anunciou sanções contra o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, e o chefe da diplomacia, Mohamed Javad Zarif, a face da política iraniana de distensão com o Ocidente, considerado um moderado e odiado pelos ultraconservadores iranianos.
“Ao mesmo tempo que pedem negociações, eles tentam punir o ministro das Relações Exteriores. É evidente que mentem”, declarou o presidente iraniano, Hassan Rohani.
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Abbas Musavi, afirmou que “impor sanções estéreis contra o guia supremo do Irã e o chefe da diplomacia iraniana é (o mesmo que) fechar de maneira permanente a via da diplomacia”.
O secretário americano do Tesouro, Steven Mnuchin, explicou que as sanções pretendem congelar “bilhões de dólares” de activos do país e afirmou que Zarif seria incluído na lista de sanções económicas esta semana.
“Problemas mentais”
“Sanções, para quê?”, questionou Rohani. “Para congelar os activos do líder? Mas nossos dirigentes não são como os dos outros países que têm bilhões em suas contas no exterior para que vocês possam impor sanções”. “Esta Casa Branca sofre de problemas mentais. Não sabe o que fazer”, completou o presidente iraniano.
Irã e Estados Unidos romperam as relações diplomáticas em 1980, depois da Revolução Islâmica e da tomada de reféns na embaixada americana em Teerã. Uma aproximação aconteceu durante o governo de Barack Obama, com a conclusão em 2015 de um acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano.
Com o acordo, Teerã se comprometeu a não produzir armamento atômico e a limitar drasticamente seu programa nuclear, em troca da suspensão de parte das sanções internacionais.
Após sua chegada ao poder, Trump decidiu retirar Washington de forma unilateral do acordo e restabelecer as sanções económicas.
Apesar das medidas punitivas, o conselheiro de Segurança Nacional americano John Bolton afirmou durante uma visita a Israel, outro país inimigo do Irã, que a porta segue aberta para “verdadeiras negociações” com Teerã. Ao mesmo tempo criticou o que chamou de “silêncio ensurdecedor” dos iranianos ante a proposta de diálogo.
Diante do temor de um confronto entre os países, o Conselho de Segurança da ONU pediu “diálogo”. França, Alemanha e Grã-Bretanha, países signatários do acordo nuclear com o Irã, defenderam a busca por alternativas para reduzir a tensão. A China fez um apelo por “sangue frio”.
Um dia depois da destruição do drone, Trump afirmou que cancelou no último momento ataques contra o Irã. A imprensa americana, no entanto, informou que o presidente autorizou uma série de ciberataques contra sistemas de lançamento de mísseis e uma rede de espionagem iraniana.
No dia do anúncio das novas sanções, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, fez visitas oficiais aos Emirados Árabes Unidos e Arábia, dois países produtores de petróleo aliados de Washington e grandes rivais regionais de Teerã.
Os ataques contra petroleiros, em maio e Junho – que Washington atribui a Teerã e que o regime iraniano nega – e a destruição do drone perto do Estreito de Ormuz, ponto de passagem crucial para o comércio mundial do petróleo, provocaram a disparada das cotações do combustível e o temor sobre o transporte de petróleo por esta via marítima.
Na quarta-feira, o Conselho de Segurança deve se reunir para examinar a aplicação do acordo nuclear iraniano. As divergências devem aumentar, pois o Irã anunciou que suas reservas de urânio enriquecido devem superarão a partir de quinta-feira o limite previsto no pacto.
Até o momento, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) certificou que o Irã respeita os compromissos assumidos no acordo de 2015.
Moçambique quer criar um Fundo Soberano para a gestão das receitas provenientes da indústria extractiva, mas não há consenso entre especialistas.
A ideia da criação foi apresentada em Março deste ano pelo presidente Filipe Nyusi e para o efeito seriam usadas as receitas da exploração das reservas de hidrocarbonetos do país.
Não foi ainda definido nenhum prazo para a criação do Fundo Soberano, apesar de ser prioridade para o Governo, segundo Adriano Ubisse, director nacional do Tesouro.
“É uma reflexão que está a acontecer e estamos a colher contribuições para encontrar o melhor modelo que se ajusta a Moçambique”, diz Ubisse.
O economista diz ainda que “a dinâmica das discussões vai determinar o horizonte temporal, mas claro que é uma prioridade naquilo que são os objectivos do Governo”.
Mas outros economistas moçambicanos não concordam com a criação do fundo.
Num recente recente estudo – “Análise dos Determinantes Macroeconómicos dos Fundos Soberanos de Riqueza: Ilações para Moçambique” – os economistas Egas Daniel e Kevin Maruca dizem que a insustentabilidade da dívida pública é um dos factores que torna inoportuno a criação de um fundo de gestão de receitas provenientes da exploração dos recursos naturais.
Estas posições criam um debate sobre o modelo que Moçambique deve adoptar na implementação do Fundo Soberano.
E para tal, diz o economista moçambicano e vice-presidente do Banco Africano, Mateus Magala, é preciso evolver a todos.
Já foram registados 32 casos desta doença. A bactéria pode ser encontrada na garganta e na pele e o contágio acontece através de espirros e contacto físico.
Uma rara infecção bacteriana já provocou a morte a 12 pessoas na região do Essex, no Reino Unido, de acordo com a Sky News. A doença chamada iGAS, invasiva Grupo A Estreptococo, está a espalhar-se pelo Essex e há registo de um total de 32 casos.
O surto teve origem na zona de Braintree, mas já chegou às áreas de Chelmsford e Maldon. A bactéria pode ser encontrada na garganta e na pele e as pessoas podem nem se aperceber dos sintomas. Pode viver tempo suficiente para contagiar outros através de espirros e do contacto físico.
A Comissão Clínica do NHS (o serviço nacional de saúde britânico) de Mid Essex afirma que a forma mortal desta doença “pode acontecer quando a bactéria chega a partes do corpo onde não é habitualmente encontrada como o sangue, músculos ou pulmões”. Este grupo também referiu que a maioria das vítimas são idosos que recebem tratamento para doenças crónicas.
O NHS já estabeleceu uma equipa de resposta para “controlar o incidente e monitorizar de perto a situação”.
A directora desta Comissão Clínica de Mid Essex, Rachel Hearn, passou uma mensagem tranquilizadora ao afirmar que o “risco de contrair iGAS é muito baixo para a grande maioria da população e que o tratamento com antibióticos é muito efectivo se for iniciado cedo”.
A Assembleia Nacional da Venezuela revelou que quase 200 militares das Forças Armadas Venezuelanas foram detidos pelas forças de segurança, acusados de traição à pátria e alguns deles foram torturados.
O anúncio teve lugar durante um debate na Assembleia Nacional, na qual a oposição ao Presidente do país, Nicolás Maduro, detém a maioria.
O presidente da Comissão de Defesa do parlamento, Eliezer Sirit, precisou que estão “198 militares detidos, injustamente detidos”, sendo a maioria do Exército, havendo ainda entre os presos militares dos outros dois ramos das Forças Armadas (Força Aérea e Marinha) e da Guarda Nacional (polícia militar).
“O Governo de Maduro considera traição à pátria defender a Constituição, fazer reclamações e assumir condutas de denúncia”, disse Eliezer Sirit.
Segundo o parlamento, familiares dos militares estão a ser “perseguidos”, referindo que algumas detenções ocorreram inclusive durante a visita à Venezuela da Alta-Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, na semana passada.
“Não vão apenas contra os militares, também contra as mulheres e familiares. Usam qualquer coisa que vejam nos telefones dos militares para investigar e fazer uma purga. As torturas são realizadas fundamentalmente na Direcção-Geral de Contrainteligência Militar (serviços secretos militares) e não há direito à devida defesa”, afirmou o deputado Rafael Veloz Garcia.
O parlamentar referiu que há mais de quatro mil militares activos que foram transferidos de lugar e entre os detidos há seis tenentes-coronéis cujo delito foi reclamar a escassez de alimentos e medicamentos nos quartéis.
Rafael Veloz Garcia adiantou que alguns militares foram detidos por exigir respeito pela Constituição da Venezuela e outros por “emitir critérios sobre a presença de grupos irregulares” no país.
Entretanto a organização governamental (ONG) Foro Penal Venezuela anunciou hoje que enviou para a Organização dos Estados Americanos uma listagem com dados de presos políticos venezuelanos para verificação e certificação.
A listagem, segundo aquela ONG, contém os dados de 688 presos políticos, 105 deles militares e 583 civis, dos quais 51 são mulheres e 637 são homens. Quanto às idades 687 são adultos e 1 adolescente.
Um rapaz de 18 anos morreu após ser sugado por uma máquina de fazer salsicha em Iloilo, Filipinas. Segundo informações da polícia, Jomar Junco estava trabalhando na produção do embutido quando o braço direito ficou preso no equipamento, fazendo com que o jovem fosse puxado para dentro.
Um amigo de Jomar correu para desligar a máquina, mas já era tarde. Mais da metade do corpo do rapaz já tinha sido sugado. Segundo esse mesmo colega de trabalho, que não foi identificado, o jovem não tinha treinamento para o operar o equipamento.
Apesar da capacidade de triturar os alimentos, Jomar não foi esmagado, mas morreu sufocado.
Apesar da capacidade da máquina de triturar alimentos, o corpo do jovem foi retirado intacto do local. A causa da morte teria sido sufocamento, mas as autoridades ainda aguardam o resultado oficial da autópsia. A polícia descarta o suicídio.
O Governador Abdul Razak insurgiu-se contra representante do edil de Quelimane por este ter proferido discurso que para Razak insistam a violência.
No momento dos discursos que marcaram as celebrações dos 44 anos da independência Nacional, Costa Amado represente do edil de Quelimane referiu o seguinte.
“Se no dia 25 de Setembro de 1964 a insurreição geral armada era declara em nome de todos os moçambicanos e no dia 25 de Junho de 1975 a independência era proclamada em nome de todos, hoje só uma minoria é que detém a riqueza de Moçambique e tem usufruído dos resultados da luta que foi conduzida por todos”, disse Amado acrescentando que depois da independência instaurou-se um clima de ódio, terror, vinganças. perseguições.
Face ao discurso Abdul Razak reagiu nos seguintes termos.
“Se estivéssemos no regime de terror ele não estaria aqui, se estivéssemos no regime de intolerância, de terror e de exclusividade não haveria eleições em que o partido deste senhor ganhou as eleições. Nunca fizemos nada para boicotar o trabalho do município”, alegou Razak.
Razak disse ainda que sempre foi manifestada a prontidão para apoiar o município de Quelimane para trabalhar melhor e servir os cidadãos moçambicanos.
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