Sete feridos graves na sequência da rebelião registada, na manhã de ontem, no estabelecimento penitenciário regional de Nampula.
Foram todos evacuados ao hospital provincial de Nampula que deverá confirmar se há ou não óbitos. A direcção daquela cadeia diz que tudo começou quando por volta das 5 horas da manhã agentes da guarda prisional faziam a revista normal e um deles deixou cair uma granada de gás lacrimogéneo, e assim começou a confusão. Entretanto, não houve evasão.
Os reclusos atearam fogo em vários gabinetes onde estavam documentos referentes às situações penais de cada um, partiram vidros em vários departamentos, vandalizaram a cozinha e o posto de saúde localizado no recinto daquela cadeia.
Neste momento a situação está controlada, com a intervenção de várias unidades da Polícia e dos bombeiros.
A cadeia regional de Nampula alberga mais de mil e setecentos reclusos.
O Governo do Zimbabué anunciou na terça-feira um apelo humanitário avaliado em 295,6 milhões de euros (331 milhões de dólares) para enfrentar a actual seca e assistir os afectados pela passagem, em Março, do ciclone Idai.
O apelo foi lançado na capital zimbabueana, Harare, no dia em que o Presidente Emmerson Mnangagwa considerou que a seca provocada pelo fenómeno meteorológico El Niño representa uma catástrofe de nível nacional.
“O Zimbabué foi atingido pelo ciclone Idai e uma severa seca induzida pelo fenómeno El Niño. Isto resultou na perda de vidas, enquanto um número elevado ficou deslocado e depende das ajudas do Governo e de outras partes”, escreveu o Ministério de Informação zimbabueano na plataforma Twitter.
O apelo lançado pelo Governo zimbabueano pretende apoiar 3,7 milhões de pessoas até Abril de 2020, um número que não abrange a totalidade dos afectados.
“Estima-se que o número de pessoas a necessitar de assistência no Zimbabué seja de 5,1 milhões, entre uma população de 15,1 milhões”, acrescentou o departamento governamental.
Na cerimónia estiveram presentes os embaixadores da África do Sul, MN Mbete, dos Estados Unidos da América, Brian Nichols, da China, Guo Shaochun, e a chefe da delegação da União Europeia para o Desenvolvimento e Cooperação, Irene Giribaldi, sendo que todos prometeram continuar a assistir o Governo a “alcançar as necessidades humanitárias da população vulnerável”.
O ciclone Idai atingiu Moçambique, Zimbabué, Maláui e Madagáscar entre 14 e 16 de Março, provocando mais de 1.200 mortos e deixando cerca de 1,85 milhões de pessoas a precisar de ajuda, segundo a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV).
Em Abril de 2019, o Banco Mundial estimou serem necessários mais de 2.000 milhões de dólares (1.785 milhões de euros, ao câmbio actual) para os custos com a recuperação de infraestruturas e face aos efeitos nos meios de subsistência das populações.
Caracas acusou na terça-feira Washington de “terrorismo económico” contra a Venezuela, ao congelar “arbitrariamente” todos os activos do Governo venezuelano.
“Washington emitiu uma ordem executiva que pretende formalizar o criminoso bloqueio económico, financeiro e comercial já em marcha, que tem ocasionado feridas na sociedade venezuelana durante os últimos anos”, explica um comunicado.
O documento, divulgado em Caracas pelo Ministério de Relações Exteriores, sublinha que “o propósito é enforcar o povo venezuelano para forçar uma mudança de governo, em aberta violação dos princípios da Carta das Nações Unidas”.
O comunicado chama os venezuelanos à união “para enfrentar o terrorismo económico e político nesta nova fase”.
Por outro lado, o presidente da Assembleia Nacional (parlamento) da Venezuela, o opositor Juan Guaidó, disse esta terça-feira que as recentes medidas dos EUA contra o Governo de Caracas têm como propósito proteger os activos dos venezuelanos.
“Com esta medida, a CITGO (subsidiária nos EUA da petrolífera estatal angolana) e todos os seus activos estão protegidos. Além disso, qualquer dívida que o regime pretenda contrair, com activos da nação, será ilegal. Quem quiser beneficiar-se da crise será afugentado”.
Segundo Juan Guaidó, “qualquer pessoa, empresa, instituição ou nação que pretenda negociar com o regime estará, para fins de justiça internacional, colaborando e sustentando uma ditadura, e estará sujeito a sanções e cúmplice de crimes que não prescrevem”.
“A acção anunciada tem excepções humanitárias em relação a alimentos e medicamentos. Também protege o sector privado que não faz negócios com uma ditadura que sempre atacou o aparelho produtivo”, explica.
Os Estados Unidos congelaram todos os activos do Governo venezuelano, uma decisão anunciada pela Casa Branca esta segunda-feira que traduz uma escalada das tensões com o líder socialista Nicolás Maduro.
A proibição aos norte-americanos de efectuarem quaisquer negócios com o Governo da Venezuela também entra em vigor imediatamente.
O campo do Costa do Sol, com capacidade para 10 mil espectadores, está a beneficiar de obras de renovação com a colocação de cadeiras plásticas.
As obras arrancaram há duas semanas e serão concluídas ainda esta semana, a tempo de no domingo, o recinto acolher o jogo entre o Costa do Sol e o Ferroviário de Nampula inserido na 15ª jornada do Moçambola-2019.
As obras de colocação de cadeiras com as cores da colectividade amarelo e azul, enquadram-se no projecto de reabilitação e construção de infra-estruturas iniciadas em Dezembro de 2018 , que abrangeram a renovação dos balneários, iluminação, a, vedação, colocação de cadeiras nos camarotes e pintura. Está ainda em curso a construção do pavilhão no espaço que estava edificado a Arena de futebol de praia.
A direção do Costa do Sol tem ainda em vista a colocação de nova relva artificial quando terminar o Moçambola. Refira-se que o Costa do Sol abdicou de participar na Taça CAF por estar a investir nas infra-estruturas e na formação.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o Presidente da Renamo, Ossufo Momade, já assinaram o acordo de paz e reconciliação. A cerimónia realizou-se na Praça da Paz, na capital do país.
De acordo com Filipe Nyusi, o dia de hoje é de celebração da concórdia e, ao nível pessoal, torna-se emocionante para o Presidente porque hoje lembrou-se do encontro que teve com o falecido Afonso Dhlakama na serra da Gorongosa, precisamente há dois anos.
Neste contexto em que se abre uma nova página na história do país, Nyusi afirmou que a paz duradoura implica eliminação de factores que geram conflitos, o que envolve a participação de todos, respeito pela lei e pela liberdade dos cidadãos. “Queremos assentar a nossa marcha rumo à paz definitiva”, afirmou Nyusi, realçando que este é o primeiro acordo de paz de Moçambique resultado de uma negociação directa entre o Governo e a Renamo, o qual dissipou desconfianças e criou ambiente de compreensão entre as partes envolvidas.
O Presidente da República, momentos depois da assinatura dos documentos, lembrou que este dia foi antecedido pela aprovação da lei de amnistia e acordo de cessação de hostilidades a 1 de Agosto. Para Nyusi, depois do acordo definitivo, o futuro dos moçambicanos será certo. “Este é um acordo que prova que não queremos mais guerra”, e o Presidente garantiu que o diálogo sempre será a aposta na resolução de conflitos porque Moçambique nunca mais deve ser teatro de guerra. E mais: “Nunca os resultados das eleições devem ditar o estado da paz em Moçambique”.
Nyusi reconheceu a contribuição de várias forças da nação moçambicana neste ciclo, inclusive do Presidente falecido da Renamo, Afonso Dhlakama, pela compreensão nas longas negociações. O Presidente da República também agradeceu a Ossufo Momade, actual Presidente da Renamo, por fielmente assegurar o fim deste processo irreversível.
O Presidente da República terminou dizendo que tem a certeza de que os moçambicanos vencerão com este acordo que deve capitalizar os aspectos positivos do Acordo Geral de Paz e do assinado em Setembro de 2014, em Maputo. “A experiência que ganhamos será o farol que nos orientara para desenvolvimento inclusivo”, disse Filipe Nyusi, mantendo o compromisso do Governo continuar firme no combate dos malfeitores em Cabo Delgado.
Na cerimónia realizada na Praça da Paz, igualmente, interveio o Presidente da Renamo. Para Ossufo Momade, o acto de hoje significa que em momentos de desentendimento os moçambicanos podem encontrar no diálogo uma plataforma de resolver as suas diferenças. “Com este acordo selamos o compromisso de manter a paz e a reconciliação nacional. Todos somos chamados a proteger estes valores importantes para manutenção do bem-estar dos moçambicanos”, afirmou Momade.
O Presidente da Renamo entende que o cessar-fogo deve marcar o início da nova era, caracterizada por eleições livres, transparentes e pela alternância governativa. “A nossa visão deve ser potenciar o que nos une e não o que nos divide. Assim poderemos alcançar o progresso e vencer a pobreza que tanto afecta os moçambicanos”.
Doravante, para Momade, o compromisso da despartidarização do Estado deve ser permanente para que Moçambique permaneça um país uno e indivisível. “Os moçambicanos devem desfrutar da riqueza do país com este cessar-fogo”, afirmou, considerando que a vinda do Papa Francisco neste momento histórico é abençoada por Deus. “A vinda do Papa Francisco constituirá uma ocasião para purificarmos os nossos corações”.
Antes de terminar a sua intervenção, Ossufo Momade garantiu que quer o Governo quer a Renamo comprometem-se em manter a paz. “Comprometemo-nos a não cometer os mesmos erros, de modo que o sangue derramado não tenha sido em vão”.
Momade reconheceu o contributo daquele que considera um herói, Afonso Dhlakama, do Presidente da República e da comunidade internacional para o alcance deste momento histórico.
A informação acaba de ser avançada por Frederica Mogherini, Comissária da União Europeia para Política Externa, na Praça da Paz, na cidade de Maputo. Segundo Mogherine, a União Europeia tem disponíveis 60 milhões de euros para financiar processo de reintegração no país e muito mais está por vir.
No seu discurso proferido esta tarde, além de se referir ao valor a ser cedido a Moçambique, Frederica Mogherini disse que o Governo e a Renamo têm responsabilidade de tornar funcionar a paz e fazer com que os cidadãos moçambicanos se beneficiem da assinatura do acordo definitivo. Mogherini frizou também que a União Europeia tem responsabilidade de apoiar Moçambique neste momento histórico. “Como disse o presidente sul-africano, a partir de amanhã não estarão sozinhos, estaremos aqui para vos apoiar”.
Neste momento, Ossufo Momade procede a leitura do seu discurso na Praça da Paz, na cidade de Maputo, uma cerimónia concorrida e que conta com a presença de vários chefes dos Estado africanos.
Serão impostas restrições na circulação de viaturas na ponte sobre o rio Limpopo, na cidade do Xai-Xai, na província de Gaza, a partir do dia 14 de Agosto próximo até finais de Fevereiro de 2020, de forma a dar lugar a obras de reabilitação daquela infra-estrutura.
Um comunicado da Administração Nacional de Estradas, ANE, a que o Notícias Online teve acesso, refere que para a segurança dos utentes, a circulação de veículos sobre a ponte estará limitada a uma faixa de rodagem, para um sentido de cada vez.
A nota indica ainda que no período em alusão, estão previstas algumas intervenções na estrutura da mesma ponte, que vão obrigar a interrupção total do tráfego, por algumas horas, a ser, oportunamente, anunciada.
O vocalista da banda Apes of God, Cesar Canales, morreu durante um show em El Salvador. O caso ocorreu no último sábado (03), mas só foi divulgado agora.
Segundo a polícia, no domingo, um suspeito de cometer o crime foi preso. Em um post no Facebook, a banda contou como ocorreu o assassinato e avisou que o grupo chegou ao fim.
“Sem meios de poder expressar o que sentimos. Como muitos sabem, o dia de ontem. durante a tarde, a banda foi vítima de uma série de agressões físicas e verbais no evento chamado Green Metal Concert, realizado na cidade de Armenia, que, desgraçadamente, culminou no assassinato a sangue frio do nosso vocalista Cesar Canales”, diz o comunicado.
O grupo pede que as autoridades tomem providências. “Como banda nos sentimos devastados por isso que ocorreu na nossa própria carne. Ver nosso amigo, nosso irmão, morrer em nossos braços, acreditamos que essa situação é algo que não desejaríamos a ninguém. Essa terrível notícia tem sido difícil de digerir para a família de Cesar, para o círculo de amigos e para todos aqueles que sempre estão connosco nos dando apoio incondicional. Esperamos que as autoridades tomem providências sobre esse assunto e que seja feiet a justiça por nosso irmão”, explica a nota.
“Queremos dizer que é muito difícil responder a todas as mensagens de pêsames que nos enviaram, mas acredite que nós estamos consternados pelo ocorrido. Devido a esse lamentável desfecho, anunciamos que o Apes of GOd deixará o cenário de maneira definitiva, por um bom tempo não saberão de absolutamente nada de nós já que não nos interessa seguir pertencendo a uma cena como esta. Descanse em paz irmão, em breve, nos reuniremos”, termina o comunicado.
A explosão de um carro armadilhado matou cinco pessoas, incluindo três crianças, numa cidade controlada por forças curdas no nordeste da Síria, divulgou o Observatório Sírio para Direitos Humanos (OSDH).
O veículo explodiu perto dos correios de Al-Qahtaniya, na província de Hassaké, sob o controlo das Forças Democráticas da Síria (FDS), de acordo com o OSDH.
A agência oficial de notícias Sana disse que o ataque matou várias pessoas, incluindo crianças, sem dar mais detalhes.
O ataque ainda não foi reivindicado.
O grupo extremista do Estado Islâmico (EI) comete regularmente ataques no nordeste da Síria, apesar da perda, em Março passado, da sua última posição em Baghouz, uma pequena aldeia na região leste da Síria.
O EI mantém uma presença no vasto deserto sírio e células dormentes em várias partes do país, algumas das quais estão sob o controlo das FDS, que lideraram a ofensiva em Baghouz com o apoio da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos.
Além dos ataques com carros armadilhados, o EI também incendiou os campos de trigo com o aparente objectivo de aumentar a insegurança alimentar na região.
Impulsionada em 2011 pela repressão de protestos pró-democracia, a guerra na Síria já deixou mais de 370.000 mortos e deslocou vários milhões de pessoas.
Os últimos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte são “uma advertência” a Washington e a Seul, que realizam manobras militares conjuntas, segundo o líder norte-coreano Kim Jong-un, citado pela agência de notícias estatal.
“Ao assinalar o sucesso desta demonstração, Kim Jong-un observou que a acção militar foi uma oportunidade para emitir uma advertência apropriada às manobras militares conjuntas que estão a ser conduzidas pelos Estados Unidos e pela Coreia do Sul”, de acordo com a KCNA.
A agência norte-coreana avançou que Kim marcou presença no lançamento dos mísseis na terça-feira. O teste serviu para verificar a eficácia de “um novo tipo de míssil táctico guiado”, acrescentou.
O último lançamento ocorreu depois das forças dos Estados Unidos e da Coreia do Sul iniciarem manobras conjuntas, na segunda-feira, para testar a capacidade operacional de Seulem tempo de guerra.
Pyongyang advertiu que estas manobras iam colocar em risco o reinício das negociações com Washington sobre o arsenal nuclear norte-coreano.
A Coreia do Norte sempre condenou estas manobras conjuntas regulares, classificando-as como preparação para uma possível invasão.
A CBE Southern Africa, empresa de Consultoria em Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente, um (1) Oficial de Programa: Especialista em Direitos Humanos. Saiba mais.
O Centro Cultural Franco Moçambique (CCFM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Encarregado/a de Missão de Coordenação dos Cursos de Línguas. Saiba mais.
O FIPAG – Área Operacional da Maxixe tem em aberto um concurso externo para o provimento de três (3) vagas de Técnicos Operadores de Bombas. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar catorze (14) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e setenta e dois (272) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar sessenta e seis (66) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setenta (70) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinquenta e quatro (54) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e seis (36) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar vinte e dois (22) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinco mil e quinhentos e cinquenta e oito (5558) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e quarenta e quatro (1344) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar seiscentos e dois (602) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e cinquenta e um (1351) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e setenta e oito (1078) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e sessenta (560) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e vinte e um (721) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e cinquenta e cinco (455) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico da Administração Eleitoral pretende recrutar quatrocentos e trinta e dois (432) Formadores Provinciais de Membros da Mesa de Votos. Saiba mais.
O ex-jogador e actual embaixador do Barça está na delegação da equipe nos Estados Unidos e ressaltou que Ernesto Valverde deve preparar o elenco sem pensar no craque brasileiro.
Embaixador do Barcelona desde 2015, o ex-jogador Juliano Belletti disse que quer ver Neymar feliz, mas que o Barça planeia a próxima temporada sem contar com o craque brasileiro. O ex-lateral acompanha a equipe catalã em sua pré-temporada nos Estados Unidos.
– Neste momento não (sobre sua volta), porque tudo que está acontecendo é muito complicado. Falam muito, mas não dizem nada. O único que sabemos é que está treinando com o PSG e que o Barça planeia sua temporada sem ele – disse o brasileiro, que também completou: – Valverde está fazendo amistosos, buscando a melhor equipe para começar a temporada. Deve planear a temporada com os jogadores que estão aqui e não depender de uma vinda de Neymar – pontuou.
Neymar quer deixar o PSG, mas a negociação com o Barcelona segue difícil. O clube parisiense quer 180 milhões de euros (R$ 794 milhões) e não aceita a inclusão de outros jogadores como moeda de troca, o que dificulta a actuação dos catalães. Belletti disse que quer ver Neymar feliz, seja em qual clube for.
– Sempre quero ver Neymar feliz, é um jogador que carrega muita pressão e responsabilidade em suas costas, pois tem muita qualidade, é um dos melhores do mundo. Quero ver ele feliz no Barça ou em outro clube. Espero que possa estar tranquilo consigo mesmo e possa seguir jogando futebol – finalizou.
O site The Information está a avançar com a informação que o Facebook planeia fazer uma ligeira alteração aos nomes do Instagram e WhatsApp, adicionando no final “from Facebook” (do Facebook, em português).
Assim, ao procurar pelo nome destas redes sociais em lojas virtuais como a App Store da Apple ou a Play Store da Google, os nomes surgirão como “Instagram from Facebook” e “WhatsApp from Facebook”. A mesma mudança será feita em outras divisões da tecnológica de Mark Zuckerberg, nomeadamente a Oculus que pode ver como fica abaixo.
A notícia foi aparentemente confirmada por um porta-voz do Facebook ao The Information, que indicou que a empresa queria “tornar mais claros os produtos e serviços que são parte do Facebook”.
A Comissão Provincial de Eleições em Maputo remete aos órgãos eleitorais centrais o pedido de rejeição da candidatura de Júlio Parruque ao cargo de governador da província de Maputo.
Em causa está o pedido da Renamo de rejeição da candidatura de Júlio Parruque por supostamente não ter sido inscrito no círculo eleitoral pelo qual concorre para a sua eleição a governador.
“Neste momento o caso está a ser analisado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) a nível central”, tal como explicou o Presidente da Comissão provincial de Eleições em Maputo, Jacinto Chemene.
“No nosso seio, começaram a surgir problemas de interpretação da lei no sentido de que deveríamos rejeitar a candidatura. Agora, cabe a Comissão Nacional de Eleições decidir pela aceitação ou rejeição de qualquer que seja a candidatura”, disse.
Júlio Parruque, actual governador de Cabo Delgado, é cabeça de lista da Frelimo na província de Maputo para as eleições de 15 de Outubro.
Três membros do movimento pró-democracia de Hong Kong fizeram uma conferência de imprensa inédita em que usaram máscaras e pediram a renúncia da chefe do executivo e uma investigação à acção da polícia nas manifestações locais.
Além da renúncia de Carrie Lam e da investigação à polícia, os representantes do movimento pró-democracia de Hong Kong pediram uma amnistia para os manifestantes e a suspensão da polémica lei de extradição para a China.
A conferência de imprensa foi dada, segundo explicaram, para não deixar o monopólio da comunicação ao executivo da cidade, alinhado com Pequim.
Hong Kong está a viver a pior crise política do território desde que voltou a pertencer à China, em 1997, contando já dois meses de manifestações, com confrontos cada vez mais frequentes entre pequenos grupos radicais e a polícia antimotim.
O movimento pró-democracia não assumiu, no entanto, nenhum líder claro por medo de retaliações, e a organização das suas acções é feita nas redes sociais.
Vestidos com a roupa associada ao protesto, uma camisa preta e um chapéu amarelo, dois homens e uma mulher com as caras tapadas por máscaras falaram com os jornalistas, naquela que foi a primeira conferência de imprensa de representantes do protesto.
“Esta plataforma visa contrabalançar o monopólio do governo sobre o discurso político”, explicou um deles, assegurando que não falavam em nome de nenhum partido político, mas sim “em nome do povo”.
“Pedimos ao governo que capacite as pessoas e responda aos apelos dos cidadãos de Hong Kong”, afirmaram, em declarações lidas em inglês e em cantonês.
Hoje, a polícia de Hong Kong anunciou que deteve 148 pessoas na segunda-feira, à margem das manifestações pró-democracia na ex-colónia britânica.
Na segunda-feira, a polícia de Hong Kong já tinha avançado ter detido 420 pessoas desde que os protestos começaram, há nove semanas.
Numa outra conferência de imprensa dada pelo porta-voz do Gabinete de Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado chinês, a China avisou os responsáveis pelos protestos em Hong Kong de que “serão punidos”, chamando-lhes “criminosos e radicais”.
O porta-voz lembrou ainda que ninguém deve subestimar “o imenso poder do Governo central”.
“Nunca subestimem a forte determinação e o imenso poder do Governo central” e “não confundam contenção com fraqueza”, disse numa conferência de imprensa, um dia após uma greve geral e manifestações marcadas por mais confrontos com a polícia na antiga colónia britânica.
“Deve ficar muito claro para o pequeno grupo de criminosos violentos e sem escrúpulos e às forças repugnantes por detrás deles: aqueles que brincam com fogo morrerão pelo fogo”, disse.
“No final, eles serão punidos, (…) é uma questão de tempo” e “terão de enfrentar a Justiça”, acrescentou, ao mesmo tempo que reiterou o apoio de Pequim à chefe do Governo de Hong Kong e à polícia, sublinhando que têm capacidade para reprimir os actos criminosos e violentos e para restaurar a ordem pública”.
“Aqueles que brincam com fogo morrerão pelo fogo”, avisou.
Hong Kong vive há quase dois meses um clima de contestação social desencadeado pela apresentação de uma proposta de alteração à lei da extradição, que permitiria ao Governo e aos tribunais da região administrativa especial a extradição de suspeitos de crimes para jurisdições sem acordos prévios, como é o caso da China continental.
A proposta foi, entretanto, suspensa, mas as manifestações generalizaram-se e denunciam agora aquilo que os manifestantes afirmam ser uma “erosão das liberdades” na antiga colónia britânica.
A transferência de Hong Kong e Macau para a República Popular da China, em 1997 e 1999, respectivamente, decorreu sob o princípio “um país, dois sistemas”, precisamente o que os opositores às alterações da lei garantem estar agora em causa.
Para as duas regiões administrativas especiais da China foi acordado um período de 50 anos com elevado grau de autonomia, a nível executivo, legislativo e judiciário, sendo o Governo central chinês responsável pelas relações externas e defesa.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, pretende apresentar um projecto de lei para impedir a punição de agentes da polícia e cidadãos que atirem contra criminosos ao defenderem as suas vidas e propriedades.
Segundo o chefe de Estado brasileiro, é necessário ampliar uma figura jurídica prevista na lei chamada de exclusão de ilicitude para conter a violência no país, ideia que Jair Bolsonaro defendeu durante a campanha eleitoral.
“A partir do momento que eu entro no excludente de ilicitude para defender a minha vida e a de terceiros, a minha propriedade ou de terceiros, o meu património ou de terceiros, a violência cai assustadoramente”, considerou Bolsonaro, referindo que os criminosos “vão morrer na rua” como baratas e “tem de ser assim”.
Já previsto no Código Penal do Brasil, a exclusão de ilicitude permite a não punição de pessoas que cometam crimes e, em alguns casos, como por exemplo, legítima defesa em que há ameaça de morte. No entanto, se for comprovado excesso na reacção, o processo criminal pode prosseguir.
Para o presidente brasileiro, é preciso ampliar a aplicação da exclusão de ilicitude porque os criminosos têm mais direitos do que os cidadãos.
“O bandido tem mais direitos do que o cidadão de bem. Eu estou a mandar um projecto que vai ter dificuldade de ser aprovado, mas não há outra alternativa”, frisou Bolsonaro.
“Nós temos de dar uma retaguarda jurídica às pessoas que fazem a segurança, [como agentes da] polícia civil, militar, federal, rodoviária. Numa operação, [o polícia] tem de usar aquela máquina [arma de fogo] que tem na cintura, ir para casa e no dia seguinte ser condecorado, não processado”, concluiu.
Segundo uma pesquisa chamada Monitor da Violência realizada pelo portal de notícias G1, o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os homicídios no Brasil diminuíram 24% este ano face ao mesmo período de 2018.
O Monitor da Violência refere que o país registou no ano passado 6.160 pessoas mortas pela polícia, mais 935 comparativamente a 2017.
A Coreia do Norte continua a intensificar os testes de armas e disparou dois projécteis não identificados para o mar.
Através do seu site, o Ministério dos Negócios Estrangeiros disse que os testes foram uma forma de protesto contra os Estados Unidos e contra a Coreia do Sul que realizam exercícios militares conjuntos – algo que Pyongyang acredita violar os acordos diplomáticos.
O secretário-geral do Gabinete do governo do Japão, Yoshihide Suga, disse que o lançamento de projécteis da parte da Coreia do Norte não representa uma ameaça imediata para o Japão e que vai continuar a estreita cooperação com os Estados Unidos.
Os analistas acreditam que a Coreia do Norte está a tentar desenvolver armas indetectáveis por radar e espera mais concessões da parte de Washington.
O Governo chinês disse que “não vai ficar de braços cruzados” e que vai tomar contra-medidas caso os Estados Unidos instalarem mísseis de médio alcance na região do Indo-Pacífico, como está planeado para breve.
A advertência do director do Departamento de Controlo de Armas do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Fu Cong, surge após a retirada dos EUA, na semana passada, do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio (INF, na sigla em inglês).
Fu disse que aquela decisão terá um “impacto negativo directo na estabilidade estratégica global” e na segurança da Europa e da região da Ásia-Pacífico.
O responsável afirmou que a China está particularmente preocupada com os planos anunciados para desenvolver e testar um míssil terrestre de alcance intermédio na região da Ásia-Pacífico “mais cedo ou mais tarde”, citando as palavras do secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper.
“A China não vai ficar de braços cruzados e será forçada a tomar contra-medidas, caso os EUA usem mísseis terrestres de alcance intermédio nesta parte do mundo”, disse Fu, numa conferência de imprensa.
O mesmo responsável aconselhou outras nações, particularmente a Coreia do Sul, Japão e Austrália, a “exercitarem prudência” e não permitirem que os EUA instalem os mísseis nos seus territórios, afirmando que “não servirá os interesses de segurança nacional desses países”.
Esper disse no fim de semana que quer instalar mísseis convencionais de médio alcance na região Ásia-Pacífico dentro de alguns meses.
Fu disse ainda que a China não tenciona integrar as negociações com EUA e Rússia para reduzir armas nucleares, apontando a “enorme lacuna” entre o arsenal atómico do país em comparação com os outros dois.
A China tem cerca de 290 ogivas nucleares, em comparação com 1.600 da Rússia e 1.750 dos EUA, segundo estimativas da Federação de Cientistas Americanos.
O Presidente russo, Vladimir Putin, apelou a negociações urgentes para o controlo de armas, visando evitar uma corrida caótica às armas, após o fim do tratado.
Putin disse que a Rússia só instalaria novos mísseis de alcance intermédio se os Estados Unidos o fizerem.
A China já demonstrou “moderação máxima” no desenvolvimento do seu arsenal e manteve a política de que não será a primeira a usar uma arma nuclear em caso de conflito, disse Fu.
“Não acho razoável ou mesmo justo esperar que a China participe de uma negociação de redução de armas neste estágio”, disse Fu, acrescentando que o país continua comprometido com os esforços multilaterais para reduzir o arsenal nuclear.
Fu não detalhou quais contra-medidas a China está a considerar contra os EUA, dizendo apenas que “tudo está sob a mesa”, embora tenha afirmado que a China nunca irá participar numa corrida às armas atómicas.
Fu rejeitou os argumentos dos EUA para rasgar o tratado como desculpa para desenvolver novas armas.
Caso Washington realmente acredite que a Rússia está a infringir o tratado, o caminho a seguir é negociar em vez de se retirar, disse Fu.
Sobre o argumento de Washington de que está sob ameaça da China porque 80% ou mais dos mísseis chineses são da categoria de alcance intermédio, Fu lembrou que esses mísseis não alcançam o continente norte-americano.
Assinado pela Rússia e pelos EUA em 1987, o INF expirou na sexta-feira passada, após Washington ter rejeitado a renovação, apontando alegadas violações do pacto pela Rússia.
O líder dos homens armados da Renamo que contesta a liderança do partido recusou na segunda-feira (05) entregar as armas no quadro do acordo de paz assinado com o Governo sem que seja eleito um novo presidente da formação política.
“Nós vamos eleger o nosso presidente e só depois é que vamos entregar as armas”, disse Mariano Nhongo, citado pela Lusa, que deixou um aviso ao governo e ao actual líder do partido, Ossufo Momade: “Não (nos) enganem, os militares estão do meu lado”.
Falando em teleconferência a partir de Gorongosa para jornalistas na cidade da Beira, centro do país, o líder do grupo autoproclamado Junta Militar da Renamo disse que o acordo assinado na quinta-feira pelo chefe de Estado, Filipe Nyusi, e por Ossufo Momade serve para “enganar o povo”, na medida em que o braço armado da Renamo não vai entregar as armas sob liderança do actual presidente do partido.
“A assinatura (de um acordo) é coordenação. Não é só pegar numa caneta e assinar. Está assinar o quê?”- questionou Mariano Nhongo, acrescentando há militares da Renamo a abandonar as bases naquela região, onde estavam acantonados.
Na ocasião, Mariano Nhongo convocou, uma vez mais, uma conferência de militares do partido para o dia 17 de Agosto, um encontro que servirá, no seu entender, para eleger um novo presidente.
“Estão a assinar um acordo com Ossufo, mas Ossufo não tem militares. Nós vamos escolher o nosso líder e, se não nos deixarem, aí sim vamos pegar em armas”, concluiu.
O grupo exige a renúncia de Ossufo Momade, acusando-o de estar a “raptar e isolar” oficiais da Renamo que estiveram sempre ao lado do falecido presidente do partido, Afonso Dhlakama, que morreu a 03 de maio do ano passado.
O Instituto Eleitoral para a Democracia Sustentável em África e o governo advertem para o uso consciente das redes sociais e internet durante o período eleitoral. O alerta foi lançado na segunda-feira (05) no âmbito da Conferência Internacional sobre Redes Sociais, Fake News, Desinformação e Cibersegurança no Contexto de Eleições Democráticas.
Com as eleições Gerais a porta, as organizações da Sociedade civil com destaque para o Instituto Eleitoral para a Democracia Sustentável em África e o Instituto de Comunicação Social da África Austral chamam a consciência da sociedade em particular dos medias sobre os perigos existentes com uso das redes Sociais.
A preocupação foi também manifestada pelo Ministro da Justiça Assuntos Constitucionais e Religioso Joaquim Veríssimo, que não só chamou a responsabilidade dos media Tradicionais para não se deixarem levar pelos chamados Fake News, como apelou a autoridade reguladora das telecomunicações a respeitar a liberdade de imprensa.
Veríssimo advertiu ainda aos órgãos eleitorais, nomeadamente, a Comissão Nacional de Eleições e Secretariado Técnico da administração eleitoral a se precaverem contra os piratas da informação. Também participaram do evento a Juíza do Tribunal Africano dos Direitos Humanos e a Juíza Conselheira do tribunal Eleitoral da África do Sul.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) anunciou a sua intenção de digitalizar e modernizar o sistema de produção de avisos meteorológicos, com o objectivo...