Pelo menos seis pessoas morreram e dez ficaram feridas num incêndio num prédio residencial de quatro andares na capital indiana, disse uma fonte dos bombeiros.
Asala de controlo do corpo de bombeiros de Nova Deli adiantou que os operacionais, apoiados por oito veículos, demoraram quase duas horas para apagar o incêndio que começou por volta das 02:00, na área de Zakir Nagar.
As chamas também destruíram sete carros e mais de uma dúzia de motorizadas estacionadas na zona térrea do edifício.
A causa do incêndio está a ser investigada pelas autoridades.
Os incêndios são comuns na Índia, onde as leis de construção e as normas de segurança são muitas vezes desrespeitadas por construtores e moradores.
Em Fevereiro, 17 pessoas morreram num incêndio num hotel de seis andares em Nova Deli, que começou numa cozinha ilegal, localizada no telhado do edifício.
Um incêndio num depósito de armas numa base militar russa, na Sibéria, provocou uma série de explosões. Pelo menos oito pessoas ficaram feridas, algumas foram levadas para o hospital com ferimentos de estilhaços.
Foi declarado o estado de emergência a oeste da cidade de Krasnoyarsk e as pessoas da aldeia de Kamenka foram retiradas da zona.
Os fragmentos das explosões deste incêndio foram projectados a quinze quilómetros de distância. Crianças que faziam um acampamento de verão nas proximidades foram transferidas para um local seguro e os soldados da base militar refugiaram-se em abrigos antiaéreos.
As explosões continuaram durante várias horas impedindo bombeiros de apagar as chamas. A região de Krasnoyarsk é uma das mais afectadas pelos incêndios florestais que atingiram certas zonas da Sibéria nas últimas semanas, devido ao clima particularmente quente e aos ventos fortes.
O Ministério da Saúde (MISAU) reforçou a vigilância epidemiológica nas fronteiras nacionais de modo a detectar casos suspeitos de ébola, e avançar com tratamentos antecipados.
O reforço das medidas de controlo surge na sequência do surto do ébola que está a assolar as províncias de Kivu-North e Ituri, na República Democrática do Congo, com a notificação de um total cumulativo de 2671 casos e 1790 óbitos, desde 2018.
Um comunicado da Direcção Nacional de Saúde Pública refere que apesar de Moçambique não constar na lista de países de alto risco e terem sido notificados casos noutros países da região, o MISAU está a monitorar a evolução da epidemia na RD Congo ou eventual surgimento de surtos nos territórios vizinhos.
“O MISAU alerta a todos os passageiros que viajem de, ou para áreas afectadas para o cumprimento rigoroso de medidas básicas de higiene, evitar o contacto directo com sangue, fezes, vómitos e outros fluidos corporais de um paciente ou de uma pessoa suspeita de infecção com o ébola”, lê-se na nota.
O MISAU recomenda ainda que se evite o consumo de carne de animais selvagens, como macacos e antílopes. Ainda no quadro de preparação, o sector da saúde está a elaborar um plano de contingência.
No dia 17 Julho último, o Director-geral da Organização Mundial da Saúde declarou a ébola como emergência de saúde pública de carácter internacional. A OMS e os parceiros continuam a apoiar o Congo (RDC) no controlo do surto.
O risco de transmissão da doença é alto dentro da própria República Democrática do Congo, moderado nos países vizinhos, nomeadamente a Uganda, República do Congo, República Centro Africana, Angola, Burundi e Tanzania.
“Para os restantes países da região, como Moçambique, o risco é considerado baixo e muito baixo a nível global. Não há restrições de voo ou de trocas comerciais com o Congo”, acrescenta a nota de imprensa.
Entretanto, o Malawi, através do Ministério da Saúde e População, garantiu que não houve registo de casos da doença no país e continua a tomar medidas para preparar, prevenir, detectar e tratar qualquer caso de ébola que possa se desenvolver.
Importa referir que a ébola é uma doença viral aguda, grave caracterizada por início geralmente súbito de febre, mal-estar, dores musculares e dor de cabeça, seguida de dor de garganta, vómitos, diarreia e erupções maculo-papulosas. Evolui para o sangramento abundante nos orifícios corporais.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco, que também preside a Comissão Interministerial para os Grandes Eventos Nacionais e Internacionais (CIGENI), garantiu em Maputo, que a questão da segurança física do Papa, durante os três dias da sua estada no nosso país, está a ser preparada de forma detalhada, em colaboração com uma equipa do Vaticano.
Pacheco avançou esta informação em conferência de imprensa, convocada para o anúncio oficial do programa da visita de Sua Santidade o Papa Francisco a Moçambique, na qual disse que durante os três dias o Papa vai manter vários encontros na cidade de Maputo.
Confirmou que o Santo Padre chega a quatro de Setembro e no dia seguinte vai realizar uma visita de cortesia ao Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, no Palácio da Ponta Vermelha, e na mesma data terá um encontro com as autoridades, sociedade civil e o corpo diplomático.
O Santo Padre agendou também para o dia cinco um encontro inter-religioso com jovens, que terá lugar no pavilhão de Maxaquene, e outro com os bispos, sacerdotes, religiosos, consagrados, seminaristas, catequistas e animadores na Catedral da Imaculada Conceição, terminando a agenda do dia com uma visita privada à “Casa Mateus 25”.
O governante disse que no último dia o Papa vai efectuar uma visita ao Hospital Psiquiátrico do Infulene e, por fim, celebrar a santa missa no Estádio Nacional do Zimpeto.
Por sua vez, o Bispo Auxiliar de Maputo, D. António Juliasse F. Sandramo, porta-voz do evento, informou que a partir do dia 15 do corrente mês a Igreja Católica vai distribuir senhas de acesso à missa no Estádio Nacional do Zimpeto, para que a entrada seja ordeira.
Pacheco avisou que apenas viaturas protocolares estarão autorizadas a entrar no recinto do Estádio e as restantes vão terminar cerca de um quilómetro antes, para evitar o congestionamento, sempre comum em ocasiões do género.
O Presidente da República lançou na segunda-feira (05) a primeira pedra do projecto de construção da Fábrica de Gás Natural Liquefeito na península de Afungi, distrito de Palma, província de Cabo Delgado.
A fábrica, a ser instalada em terra, pertence à petrolífera norte-americana Anadarko que vai investir no projecto cerca de 23 biliões de dólares. O plano de desenvolvimento do chamado campo Golfinho Atum, localizado na área 1 da Bacia do Rovuma, foi aprovado em 2018 e a Decisão Final de Investimento foi tomada no dia 18 de Junho do presente ano.
A fábrica terá capacidade de produzir cerca de 12 milhões de toneladas de gás natural por ano. Segundo o Governo, o projecto vai disponibilizar cerca de 400 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia ao mercado doméstico. O principal objectivo é alavancar a indústria nacional.
O projecto vai consistir na extracção, liquefação e comercialização do gás na Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, região norte do país.
Um homem, na Índia, viciado em apostas, ficou sem dinheiro e decidiu apostar a mulher. O homem acabou por perder e permitiu que um amigo e um familiar violassem a mulher.
Tudo terá acontecido na casa onde vivia o casal, em Jaunpur. A vítima conta que o marido estaria embriagado e os dois homens frequentavam com alguma regularidade a sua casa.
Depois do ataque, a mulher mudou-se para a casa de um tio e o marido foi atrás dela para admitir que tinha sido um erro o que fizera.
Esta desculpou-o mas quando regressavam a casa, este parou o carro onde seguiam, para que fosse novamente violada.
A mulher acabou por apresentar queixa por abuso sexual junto dos oficiais de justiça do país.
A Índia revogou na segunda-feira um artigo da Constituição que concedia estatuto especial à região da Caxemira. A decisão ameaça aumentar tensões com o vizinho Paquistão, que reclama essa região de maioria muçulmana desde a independência e divisão da Índia, em 1947.
A decisão significa que o estado de Jammu e Caxemira (a parte da Caxemira sob domínio indiano) deixará de ter autonomia para fazer as suas próprias leis. Deixará também de poder restringir a compra de terras pelos não residentes.
A revogação do artigo 370, que assegurava estas liberdades especiais à maioria muçulmana, significa, desde logo, que os indianos podem investir na região e reforçar a população hindu, com o risco de agravar tensões.
“A Índia está a jogar um jogo perigoso que terá consequências sérias para a paz e a estabilidade da região”, afirmou Shah Mehmood Qureshi, ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, concluindo: “Como parte desta disputa internacional, o Paquistão exercerá todas as opções possíveis para travar esta decisão ilegal.”
Recorde-se que a posse da Caxemira foi motivo de duas das três guerras combatidas por Índia e Paquistão desde 1947. O facto de um e outro país serem potências nucleares faz do conflito regional motivo de preocupação para a comunidade internacional.
O Tribunal Superior de Relação de Maputo negou o pedido de liberdade provisória de Ndambi Guebuza, filho do antigo Presidente moçambicano Armando Guebuza, e de um antigo dirigente dos serviços secretos, apontando perigo de fuga e perturbação das investigações.
O jornal Notícias escreveu que Ndambi Guebuza e António Carlos do Rosário, antigo director da Inteligência Económica do Serviço de Informação e Serviço e Estado (SISE), vão continuar detidos, após o Tribunal Superior de Relação da Cidade de Maputo ter negado provimento ao pedido de “habeas corpus” que submeteram há uma semana.
O filho de Armando Guebuza e o antigo dirigente do SISE estão detidos desde Fevereiro deste ano, acusados de envolvimento em actos de corrupção relacionados com subornos pagos com o dinheiro das chamadas dívidas ocultas.
Este é o segundo pedido de “habeas corpus” negado a Ndambi Guebuza e a António Carlos do Rosário, depois de lhes ter sido recusado no início de Julho um outro pedido de liberdade provisória.
O Tribunal Superior de Recurso negou igualmente a liberdade provisória a Sérgio Alberto Namburete, também implicado no caso das dívidas ocultas.
O acórdão do Tribunal Superior de Relação aponta o risco de fuga e perturbação das investigações como fundamentos para a manutenção da prisão preventiva.
Os três arguidos fazem parte de um grupo de nove pessoas que está em prisão preventiva no âmbito das investigações às dívidas ocultas.
O processo sobre estas dívidas está relacionado com os avales prestados secretamente pelo anterior Governo moçambicano de mais de dois mil milhões de dólares, entre 2013 e 2014, a favor de empresas públicas de pesca e segurança marítima.
A justiça moçambicana e a justiça norte-americana consideram que parte desse dinheiro foi usado para o pagamento de subornos a cidadãos moçambicanos e estrangeiros.
Vários analistas e observadores internacionais apontam a cúpula do governo anterior, liderada por Guebuza, como estando directamente envolvida no caso.
O antigo ministro das Finanças Manuel Chang está detido na África do Sul por causa deste processo.
A Federação Portuguesa de Futebol anunciou na segunda-feira (05) todos os candidatos aos prémios Quinas de Ouro. A votação, que será feita por treinadores, jogadores e adeptos, começou no dia 05 às 20h00 e decorre até dia 23 de Agosto.
A gala da atribuição dos prémios irá acontecer em Lisboa e está marcada para o dia 2 de Setembro, no Pavilhão Carlos Lopes.
Fique com todos os nomeados
Jogador do ano: Rúben Neves (Wolverhampton), João Félix (Benfica/ Atlético Madrid), Bernardo Silva (Manchester City), Cristiano Ronaldo (Juventus), Bruno Fernandes (Sporting).
Treinador do ano – futebol masculino: Bruno Lage (Benfica), Vítor Pereira (Shanghai SIPG), Fernando Santos (Seleção Nacional), Paulo Fonseca (ShakhtarDonetsk/ Roma), Vítor Oliveira (Paços de Ferreira/Gil Vicente).
Treinador do ano – futebol feminino: Mara Vieira (Valadares Gaia), Madalena Gala (CF Benfica), João Marques (Benfica/ Famalicão), José Paisana (Seleção Nacional feminina sub-17), Miguel Santos (Sp. Braga).
Treinador do ano – formação: João Videira (Benfica Juniores Sub-19 Fem), Leandro Pires (CD Aves sub-23), Luís Araújo (Benfica Juniores B), Mário Silva (FC Porto Juniores A em 18/19), Pedro Coelho (Sporting Juniores).
Equipa do ano – futebol masculino: Sporting, Desportivo das Aves (sub-23), FC Porto sub-19, Seleção Nacional A, Benfica.
Equipa do ano – futebol feminino: CF Benfica, Valadares, Seleção Nacional sub-17, Sp. Braga, Benfica.
Jogador do ano – futsal: Erick (Sporting), Bruno Coelho (Benfica), André Coelho (Benfica), Ricardinho (Inter Movistar), Pany Varela (Sporting).
Jogadora do ano – futsal: Janice Silva (Benfica), Ana Azevedo (Vermoim), Ana Catarina (Benfica), Fifó (Benfica), Sofia Vieira (Kick Off C5).
Treinador do ano – futsal masculino: José Luís Mendes (Seleção Nacional futsal sub-19), Pedro Costa (Nagoya Oceans em 18/19), Joel Rocha (Benfica), Nuno Dias (Sporting), Orlando Duarte (Nikars Riga/ OrchiesPevele).
Treinador do ano – futsal feminino: Francisco Paiva (Vermoim), Rui Ferreira (Sporting), André Teixeira (Novasemente), Bruno Fernandes (Benfica em 18/19), Luís Conceição (Seleção Nacional de futsal).
Equipa do ano – futsal masculino: Modicus, Seleção futsal sub-19, AD Fundão, Sporting, Benfica.
Equipa do ano -futsal feminino: Nova semente, Quinta dos Lombos, Seleção A, Seleção Nacional sub-19, Benfica.
Jogador do ano – futebol praia: Madjer (Sporting), Coimbra (Sporting), Bê Martins (Sp. Braga), Jordan (Sp. Braga), Torres (Sp. Braga).
Equipa do ano – futebol praia: Sporting, ACD O Sótão, Sp. Braga, Seleção Nacional A, Casa Benfica Loures.
Governo vai decretar tolerância de ponto na cidade e província de Maputo no segundo e último dia da visita do Papa Francisco. A decisão visa permitir maior participação dos moçambicanos na santa missa que irá acontecer no Estádio Nacional do Zimpeto.
Honras e glórias é o que se pretende dar ao Papa Francisco em Moçambique! Para isso, no último dia da visita, uma sexta-feira, será decretada tolerância de ponto na cidade e província de Maputo. Será uma visita constituída por três discursos e uma missa.
O anúncio foi feito durante a divulgação do programa da visita do Papa a Moçambique.
Papa Francisco chega às 18H30 no Aeroporto Internacional de Maputo na tarde do dia 04 de Setembro, onde será recebido Presidente da República. No primeiro dia da visita, a agenda do Papa Francisco começa na Ponta Vermelha, onde irá manter encontros com o Presidente da República, membros da sociedade civil e corpo diplomático. O primeiro discurso do Papa será feito a partir da Ponta Vermelha e o segundo no Pavilhão do Maxaquene, onde vai dirigir um encontro inter-religioso com jovens. Para fechar o dia, o Santo Padre vai proferir o seu último discurso na Catedral Imaculada, num encontro que irá juntar a comunidade católica.
Mas o grande momento da visita será no segundo dia, quando o Papa Francisco dirigir a santa missa no Estádio Nacional do Zimpeto.
Sobre a coincidência da visita do Papa com o momento da campanha eleitoral, a organização considera infeliz qualquer hipótese de aproveitamento político.
Depois de Moçambique, Papa Francisco segue para Madagáscar num voo da Linhas Aéreas de Moçambique, a companhia de bandeira nacional.
O Centro Cultural Franco Moçambique (CCFM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Encarregado/a de Missão de Coordenação dos Cursos de Línguas. Saiba mais.
O FIPAG – Área Operacional da Maxixe tem em aberto um concurso externo para o provimento de três (3) vagas de Técnicos Operadores de Bombas. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e cinquenta e dois (752) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e setenta e seis (476) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e seis (136) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e seis (136) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e sessenta e quatro (264) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e trinta e seis (736) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e setenta e seis (576) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trezentos e quarenta e quatro (344) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar catorze (14) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e setenta e dois (272) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar sessenta e seis (66) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setenta (70) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinquenta e quatro (54) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e seis (36) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar vinte e dois (22) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinco mil e quinhentos e cinquenta e oito (5558) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e quarenta e quatro (1344) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar seiscentos e dois (602) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e cinquenta e um (1351) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e setenta e oito (1078) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e sessenta (560) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e vinte e um (721) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e cinquenta e cinco (455) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico da Administração Eleitoral pretende recrutar quatrocentos e trinta e dois (432) Formadores Provinciais de Membros da Mesa de Votos. Saiba mais.
Falta de água e corrente eléctrica encarece o custo e vida de mais de três mil famílias do bairro Mavoco, no distrito de Boane, província de Maputo. A população queixa-se ainda de assaltos.
Entregues à sua própria sorte. É como se sentem mais de mil famílias residentes no bairro Mavoco, na localidade de Mulotane, na província de Maputo. Nesta zona, falta um pouco de tudo. Mas é de falta de água e energia que a população mais se ressente.
Há mais de oito anos que Dionísio Alfredo e sua família aguardam pela chegada do precioso líquido. Há mais de oito anos que esperam pelo dia que poderão assistir a um programa de televisão, assim como conservar alimentos no seu congelador. Para engomar a roupa, só mesmo com ferro de carvão.
Tal como Dionísio Alfredo, estão na mesma situação mais de três mil famílias que vivem neste bairro. Estas dependem de tanques de água montados pela administração, o problema é que a água só jorra uma vez por semana. A alternativa são os fornecedores privados.
“Estamos a sofrer. Não temos água. Há tanques por ali mas, para nós, ficar na fila é pesado. Não aguentamos, somos velhas. Acordarmos para marcar fila nas correrias… estamos a sofrer”
Os moradores dizem que o secretário do bairro nada faz para aliviar o sofrimento da população.
O drama é ainda maior para os estudantes do regime pós laboral. Sem iluminação nas vias, os relatos de assaltos à mão armada e violações sexuais são frequentes.
A população desta zona ressente também da falta de transportes e de outros serviços básicos.
O Barcelona oficializou, este domingo, a contratação do lateral esquerdo Junior Firpo, tendo indemnizado o Bétis em 18 milhões de euros, mas essa verba poderá ainda subir mais 12 milhões em objectivos.
Junior Firpo, de 22 anos, assinou até 2024 e terá uma cláusula de rescisão avaliada em 200 milhões de euros.
O jovem lateral espanhol deverá ser apresentado, este domingo, antes do Troféu Gamper, onde o Barça irá jogar diante do Arsenal.
Jordan Anchondo, uma jovem mãe de 25 anos, deu o corpo às balas durante o massacre em El Paso, no Texas, Estados Unidos, para salvar o filho bebé de apenas dois meses.
A mulher estava na zona comercial para comprar alguns produtos para o regresso às aulas quando o supremacista branco, Patrick Crusius, abriu fogo e matou vinte pessoas, deixando ainda dezenas de outras pessoas feridas.
A irmã da vítima, Leta Jamrowski, revelou à imprensa norte-americana que Jordan se terá lançado para cima do filho de dois meses para o proteger das balas.
O bebé sofreu ferimentos mas não foi atingido por nenhum dos tiros disparados por Crusius.
O líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, sugeriu, em entrevista à Lusa, que a contestação de uma ala da RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana, maior partido da oposição) à liderança do partido e do processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração (DDR) social, iniciado esta semana, resulta da falta de transparência.
O líder da terceira força política moçambicana chamou a atenção para a necessidade de se promover a inclusão, para não se “abrir uma porta para a insurgência no futuro” e prejudicar o acordo de cessação de hostilidades militares.
“Não basta a gente assinar por assinar, para transportarmos a imagem de que em Moçambique há ciclos eleitorais em paz”, disse Daviz Simango, em alusão ao acordo de cessação das hostilidades, assinado a 1 de Agosto na Gorongosa.
Para o líder do MDM, “é preciso falar com as pessoas, aproximá-las, ouvi-las e resolver os problemas, e é preciso compreender qual é a expectativa (…) porque a expectativa pressupõe que as pessoas acreditavam no seu envolvimento militar, e acreditavam que depois teriam alguma coisa” disse, em relação à cisão na ala militar da RENAMO.
Em causa estão as contestações de um grupo liderado pelo major-general da RENAMO Mariano Nhungue e que se autodenomina Junta Militar da Renamo. O grupo exige a renúncia do líder do partido, Ossufo Momade, acusando-o de estar a “raptar e isolar” oficiais da Renamo que estiveram sempre ao lado do antigo presidente do partido, Afonso Dhlakama, que morreu a 03 de Maio do ano passado.
“Nós temos consciência de que parte das pessoas, que eventualmente não estejam integradas, são pessoas que cumpriram a sua missão no processo de criação e no desenvolvimento da própria democracia. Entretanto são pessoas úteis e são pessoas importantes na nossa sociedade, são nossos irmãos, são pessoas amáveis”, precisou Daviz Simango, que defendeu a publicação da lista dos guerrilheiros a integrar para a transparência do processo de DDR.
“As pessoas querem a paz, todos eles querem integração, único problema aqui é a comunicação, é o problema de ouvir, e assegurar as motivações”, sublinhou, sustentando que “o moçambicano não tem interesse nenhum em, de ciclo eleitoral em ciclo eleitoral, estar a gastar os pacatos recursos financeiros” para gestão de conflitos provocados por intolerâncias políticas.
A autoproclamada Junta Militar da Renamo ameaçou quarta-feira (31) com acções militares se o Governo moçambicano insistir em negociar com o presidente do partido, considerando que o processo do diálogo viola o espírito dos acordos de paz celebrados pelo líder histórico do partido, Afonso Dhlakama.
Na próxima semana deverá ser assinado, em Maputo, um acordo de paz mais amplo, e que prevê a integração nas forças de segurança do contingente armado da Renamo.
Um acidente rodoviário seguido de uma explosão matou pelo menos 19 pessoas no Cairo, Egito, e forçou a evacuação do principal hospital oncológico do país, segundo um novo balanço divulgado pelas autoridades.
O anterior balanço apontava para 17 mortos. Trinta pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais para receberem tratamento.
No comunicado do ministério da Saúde informa-se que quatro carros colidiram no domingo à noite, provocando uma explosão no exterior do Instituto Nacional do Cancro, que foi evacuado após o acidente.
Os acidentes de viação são comuns no Egito. A agência oficial de estatísticas do país indicou só em 2018 registaram-se oito mil acidentes, causando mais de três mil mortos e 12 mil feridos.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, garantiu na cidade da Beira, província de Sofala, que todas as bases da Renamo serão desactivadas até finais de Agosto em curso, no âmbito do processo de Desmilitarização, Desmobilização e Reintegração (DDR).
“Está acordado que todas as bases da Renamo, localizadas em diversas regiões de Moçambique, devem ser desactivadas até o dia 21 deste mês”, anunciou Filipe Nyusi, num comício popular na cidade da Beira, depois de assinar o acordo de cessação das hostilidades militares, na região de Chitengo no Parque Nacional da Gorongosa, na última quinta-feira.
“O acordo que assinamos em Chitengo está claro: as partes têm a responsabilidade de se abster da guerra. O Governo tem a responsabilidade de garantir o retorno (às comunidades) das pessoas deslocadas por causa da guerra, enquanto a Renamo deve assegurar a entrega de todas as armas e não recrutar novos jovens para as suas fileiras militares”, explicou o Chefe do Estado.
Refira-se que a 29 de Julho passado o DDR. Nyusi indicou que os guerrilheiros da Renamo que estão na lista entregue por este partido já se encontravam em Maputo para efeitos de inclusão nas Forças de Defesa e Segurança (FDS).
“O Governo não desconfia dos elementos das Forcas de Defesa e Segurança. Eles são apenas profissionais. Aliás, não sabemos a que partido pertencem, e onde vão depositar os seus votos em momentos eleitorais. Mesmo aqueles militares que vêm do lado da Renamo ninguém sabe a quem eles votam. O importante é que temos que estar unidos como Nação para garantir o nosso desenvolvimento e bem-estar”, afirmou o Chefe do Estado.
E no final do encontro com a população, o Presidente da República garantiu que o Executivo e o maior partido da oposição vão unir esforços para neutralizar os indivíduos que atacaram viaturas em Nhamapadza, distrito de Maríngue, em Sofala. O ataque resultou na morte de uma pessoa, duas pessoas feridas e danos materiais.
“São inimigos da paz. Não são necessariamente pessoas ligadas à Renamo. Aquele que continuar com uma arma, o Governo e a Renamo vão unir esforços com vista a neutraliza-los”.
“Nós vamos eleger o nosso presidente e só depois é que vamos entregar as armas”, disse Mariano Nhongo, general da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), que deixou um aviso ao Governo e ao actual líder do partido, Ossufo Momade: “Não [nos] enganem, os militares estão do meu lado”.
Falando em teleconferência a partir de Gorongosa para jornalistas na cidade da Beira, centro do país, o líder do grupo autoproclamado Junta Militar da RENAMO disse que o acordo assinado na quinta-feira pelo chefe de Estado, Filipe Nyusi, e por Ossufo Momade serve para “enganar o povo”, na medida em que o braço armado da RENAMO não vai entregar as armas sob liderança do actual presidente do partido.
“A assinatura [de um acordo] é coordenação. Não é só pegar numa caneta e assinar. Está assinar o quê?” — questionou Mariano Nhongo, acrescentando há militares da RENAMO a abandonar as bases naquela região, onde estavam acantonados.
Militares vão eleger líder, diz Nhongo
Questionado sobre um ataque na quarta-feira contra um autocarro de passageiros e um camião em Nhamapadza, a 200 quilómetros do distrito de Gorongosa, Mariano Nhongo disse que não foi obra do grupo que dirige.
“Eu não sou bandido, não me confundam. Estou a reivindicar coisas reais e quando quiser começar com a guerra vou avisar”, acrescentou.
Na ocasião, Mariano Nhongo convocou, uma vez mais, uma conferência de militares do partido para o dia 17 de Agosto, um encontro que servirá, no seu entender, para eleger um novo presidente.
“Estão a assinar um acordo com Ossufo, mas Ossufo não tem militares. Nós vamos escolher o nosso líder e, se não nos deixarem, aí sim vamos pegar em armas”, concluiu.
O grupo exige a renúncia de Ossufo Momade, acusando-o de estar a “raptar e isolar” oficiais da RENAMO que estiveram sempre ao lado do falecido presidente do partido, Afonso Dhlakama, que morreu a 03 de maio do ano passado.
Na quinta-feira,o presidente da RENAMO considerou que as contestações à sua liderança resultam da acção de um “grupo de desertores indisciplinados”, destacando a importância da paz, após ter acordado com o Governo moçambicano o fim dos confrontos.
“Quando fomos ao congresso, abrimos espaço para que todos se candidatassem. O congresso elegeu Ossufo Momade. Não é através de um grupo de desertores indisciplinados que vamos definir a nossa linha”, disse o líder, falando à imprensa momentos após aterrar no Aeroporto Internacional de Maputo.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) suspendeu o gozo de licença disciplinar (férias) de todos os agentes para o seu destacamento a várias frentes de garantia da ordem e segurança públicas, durante as eleições de 15 de Outubro.
O facto foi anunciado sexta-feira, em Maputo, pelo comandante-geral da Polícia, Bernardino Rafael, durante uma parada na Força de Intervenção Rápida (FIR).
Segundo explicou, a corporação está pronta e preparada para executar em pleno o plano de segurança esboçado para as eleições. O plano prevê a cobertura da campanha eleitoral, o transporte e controlo do material de votação, segurança no dia do sufrágio, contagem e selagem das urnas, apuramento dos resultados provinciais e centrais, bem como a divulgação definitiva e tomada de posse dos novos dirigentes.
“Desde já, as férias estão suspensas. Somos todos (polícias) convocados a trabalhar no cumprimento da implementação do plano operativo de segurança para as eleições gerais. Findo processo, retomaremos a normalidade do gozo da licença disciplinar”, determinou o comandante-geral da PRM.
Ao todo, será mobilizado um contingente de 40 mil agentes para cobrir o processo.
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