Manifestantes antigovernamentais usaram barricadas de fogo para bloquearem estradas perto do aeroporto de Hong Kong e danificaram uma estação de comboios, na sequência de uma noite de violência e confrontos com a polícia.
O comboio expresso e alguns serviços de autocarro na linha da ilha de Chek Lap Kok foram suspensos. Alguns passageiros caminharam até ao aeroporto, um dos mais movimentados da Ásia, carregando a bagagem.
Hong Kong tem sido palco de tensos protestos contra o governo há quase três meses. As manifestações começaram em resposta à proposta de lei da extradição (para a China) e expandiram-se a outras exigências por mais democracia e resignação da líder do território semi-autónomo.
Os manifestantes são um embaraço para o Partido Comunista da China, que governa o país, perante as celebrações de 01 de Outubro que assinalam os seus 70 anos no poder.
Os manifestantes acusam Pequim e a chefe do governo de Hong Kong, Carrie Lam, de estarem a destruir a autonomia as liberdades civis prometidas quando a ex-colónia britânica foi devolvida à China em 1997.
Pelo menos 40 pessoas foram detidas em Hong Kong na sequência de protestos não autorizados, durante os quais 31 pessoas ficaram feridas, cinco em estado grave, informaram as autoridades.
Ao final da noite de sábado e início da madrugada de domingo registaram-se violentos confrontos entre a polícia e manifestantes em vários pontos da ex-colónia britânica.
A polícia brasileira conseguiu identificar três fazendeiros suspeitos de provocar queimadas no estado do Pará, integrante da Amazónia, onde estão a deflagrar vários incêndios, há mais de um mês.
O trio é formado por dois irmãos donos de uma fazenda e o gerente da propriedade. A fazenda fica localizada numa área de proteção ambiental do Xingu.
De acordo com as investigações, os três homens são responsáveis pela queimada de uma área de mais de 5 mil hectares de floresta, numa reserva ambiental. Durante as buscas, foram apreendidos vários documentos, telemóveis e munições.
Os suspeitos não foram encontrados e são considerados foragidos, com as autoridades a fazerem buscas na fazenda e noutras propriedades dos investigados, localizadas no estado de Goiás.
Na passada semana, a imprensa brasileira divulgou informações sobre a operação “Dia do Fogo”, que foi combinada por fazendeiros para atear fogo à floresta
“São 180 milhões de meticais que já estão a ser distribuídos. O valor será dividido em partes iguais para as três eleições, isto é, a presidencial, da Assembleia da República e a dos membros das assembleias provinciais”, disse à Lusa o porta-voz da CNE, Paulo Cuinica.
O fundo será distribuído em três parcelas e cada partido deverá justificar como foi aplicado o dinheiro, para garantir que sejam atribuídas as outras parcelas.
Moçambique vai ter a 15 de Outubro as eleições presidenciais que vão decorrer em simultâneo com as legislativas e para as assembleias provinciais.
Pela primeira vez o país vai ter governadores eleitos e não nomeados, como acontece actualmente.
O sufrágio será o sexto na história de Moçambique, desde a introdução de uma Constituição multipartidária em 1990.
A União Desportiva do Songo (UDS), recebeu na tarde de quinta-feira e derrotou o Baía de Pemba por duas bolas sem resposta (2-0), em jogo em atraso referente à 18ª jornada do Moçambola.
Os golos dos bicampeões nacionais foram apontados por Luís Miquissone, que no final de semana foi decisivo para o apuramento da UDS, para o play-off de acesso a fase de grupos da Liga dos Campeões africanos.
Com o triunfo desta quinta-feira a União Desportiva do Songo recuperou o segundo na na tabela classificativa da maior prova futebolística do país com 32 pontos, menos dois que o líder Costa do Sol (que tem menos um jogo).
A turma comandada por Nacir Armando tem mais um jogo por realizar, frente ao Ferroviário de Nampula referente a 17ª, agendado para o dia 18 de Setembro no Estádio 25 de Junho em Nampula.
O ICAP-Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Dados para Circuncisão Masculina Médica Voluntária (CMMV). Saiba mais.
O ICAP-Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Operações para o Programa de Circuncisão Masculina Médica Voluntária (CMMV). Saiba mais.
O ICAP-Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Regional de Ligação com a Comunidade e Geração de Demanda para a Circuncisão Masculina Médica Voluntária (CMMV). Saiba mais.
O ICAP-Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor Regional de Circuncisão Masculina Médica Voluntária (CMMV). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Dados. Saiba mais.
AIPDC Moçambique – Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
AIPDC Moçambique – Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Gestão de CASO. Saiba mais.
AIPDC Moçambique – Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Prevenção. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir Supervisores de Logística/ Operações para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.
A Direcção Provincial da Educação e Desenvolvimento Humano pretende recrutar um (1) Docente N1 para área de Ensino de Língua de Sinais Moçambicana e Braile. Saiba mais.
Olevus Business Solutions, Lda, está a recrutar dois (2) Técnicos Estagiários a tempo inteiro para seu escritório em Maputo, em Moçambique. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, quatro (4) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Engenharia Civil (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Geologia (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Informática Gestão (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Gestão Financeira e Bancária. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Empresas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Turística (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, um (1) Docente para o curso de Gestão Turística. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão Turística (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, três (3) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (MSc). Saiba mais.
O Conselho Provincial de Combate ao HIV e SIDA de Gaza pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio (Assistente Administrativo). Saiba mais.
O Conselho Provincial de Combate ao HIV e SIDA de Gaza pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação (Técnico Superior N1). Saiba mais.
A Direcção de Agricultura e Segurança Alimentar da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Inquiridores do Inquérito Agrário Integrado 2019. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar um (1) Técnico Distrital de Saúde. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva e Saneamento do Meio. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Nacional em Energias Renováveis para a Janela “GET.invest – Mozambique Country Window”. Saiba mais.
A polícia de Hong Kong proibiu a manifestação e a marcha pró-democracia agendadas para sábado pelo movimento que tem liderado os protestos na ex-colónia britânica, sublinhando que quem desobedecer pode enfrentar até cinco anos de prisão.
A decisão das autoridades foi justificada à Frente Cívica de Direitos Humanos (FCDH) por razões de segurança, dada a natureza violenta que tem caracterizado desde o início de Junho muitas das manifestações em Hong Kong, segundo um documento à qual a agência Lusa teve acesso.
No mesmo documento, a polícia sublinhou que aqueles que desobedecerem à proibição podem incorrer em crimes com uma moldura penal que pode chegar aos cinco anos de prisão.
A marcha deveria terminar simbolicamente junto do Gabinete de Ligação do Governo Central em Hong Kong, para assinalar o 5.º aniversário do anúncio de Pequim de uma reforma política conservadora que estipulava uma triagem para as eleições do chefe do Executivo por sufrágio universal.
A proposta foi rejeitada pelo parlamento de Hong Kong e a ‘nega’ de Pequim às reivindicações de sufrágio universal levou ao movimento de desobediência civil que ficou conhecido como a “revolução dos Guarda-Chuvas”, quando ativistas pró-democracia ocuparam a zona central da cidade e bloquearam as principais estradas do território durante 79 dias.
O último protesto organizado pela FCDH terá juntado, segundo o movimento, mais de 1,7 milhões de pessoas nas ruas, numa marcha pacífica que também fora proibida pelas autoridades.
Tal como já acontecera anteriormente, após este protesto voltaram a registar-se episódios de violência entre manifestantes e as forças de segurança, com confrontos nos subúrbios de Tsuen Wan, nos quais a polícia de Hong Kong recorreu ao uso de canhões de água e efectuou um disparo com arma de fogo para o ar.
“Cercados, sob ataque e enfrentando perigo de vida, seis polícias retiraram as suas pistolas (…) A fim de proteger a própria segurança e de outros polícias, um agente disparou um tiro de advertência para o ar”, lê-se num comunicado da polícia.
De acordo com o mesmo comunicado, pelo menos quinze agentes da polícia ficaram feridos durante os confrontos de domingo e dezenas de manifestantes, incluindo um menor de 12 anos, foram detidos por reunião ilegal, posse de armas e agressão.
A chefe de Governo de Hong Kong, Carrie Lam, que regista o índice de popularidade mais baixo de sempre, anunciou na passada semana a criação de uma plataforma de diálogo com a sociedade, mas avisou que se os protestos violentos continuarem vai usar todos os meios legais para os enfrentar.
“Há cinco anos, o Congresso Nacional do Povo bloqueou o nosso caminho para eleições livres. A sua tentativa de nos privar do sufrágio universal (…) desencadeou o movimento Occupy [Central]”, apontou a FCDH quando convocou o protesto.
Agora, lamentou a decisão da polícia em proibir a manifestação e a marcha de sábado, sublinhando que tem feito todos os esforços para que os protestos sejam pacíficos.
O movimento pró-democracia tem ajustado as reivindicações ao longo destes quase três meses. O movimento exige a retirada definitiva das emendas à lei da extradição, a libertação dos manifestantes detidos, que as acções dos protestos não sejam identificadas como motins, um inquérito independente à violência policial, a demissão da chefe do Governo, Carrie Lam, e sufrágio universal nas eleições para chefe do Executivo e para o Conselho Legislativo (parlamento local).
A transferência de Hong Kong para a República Popular da China, em 1997, decorreu sob o princípio “um país, dois sistemas”, precisamente o que os opositores às alterações da lei da extradição garantem estar agora em causa.
Para aquela região administrativa especial da China foi acordado um período de 50 anos com elevado grau de autonomia, a nível executivo, legislativo e judiciário, sendo o Governo central chinês responsável pelas relações externas e defesa.
O presidente italiano Sergio Mattarella autorizou Giuseppe Conte a formar um novo governo, que incluirá o Movimento 5 Estrelas e o Partido Democrático no poder. Fica assim de fora, a Liga, partido de extrema-direita de Matteo Salvini, ministro do Interior.
Recorde que Conte apresentou a demissão na semana passada depois de uma ruptura com a Liga de Salvini, o que forçou o presidente Mattarella a consultar os partidos a fim de encontrar uma solução de governação.
Giuseppe Conte e Mattarella estiveram reunidos na quinta-feira de manhã. Até ao próximo dia 02 de Setembro, segunda-feira, Conte deverá apresentar os nomes do novo Governo a Mattarella.
Joel Jeremias, porta-voz do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) em Inhambane, afirma que o governador Daniel Chapo tem andado de distrito em distrito a fazer propaganda à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo).
“Assistimos àquilo que faz ultimamente – circular em todos distritos [em missão do governo], dizendo que é a Frelimo que faz isso e aquilo, e isso nós condenamos”, diz Jeremias em entrevista à DW África.
Chapo é o actual governador da província de Inhambane e foi eleito como candidato da Frelimo ao cargo nas eleições de 15 de Outubro.
Recentemente, o político terá reunido com funcionários públicos e usado viaturas do Estado em actos de pré-campanha, em contravenção à lei, segundo várias denúncias. Nas redes sociais, circulam imagens em que Chapo aparece em cima de uma viatura tapada com um pano, alegadamente para não ser identificada.
Uso de meios estatais é “comum”
De acordo com Joel Jeremias, do MDM, este tipo de actuação não é novidade: “O uso de meios do Estado por parte do partido no poder é comum”, afirma.
Mamud Beny Agy, porta-voz da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), apela, no entanto, a todos os partidos que, durante a campanha eleitoral, usem unicamente os seus meios.
“É preciso que os dirigentes, os candidatos dos partidos políticos e outras organizações, quando as actividades são de natureza política, usem os meios dos seus partidos, porque é esta falta de separação de poderes que nos traz conflitos”, diz Agy.
Na semana passada, num encontro com jornalistas, o governador Daniel Chapo recusou falar directamente sobre o uso de meios do Estado em campanhas eleitorais. Apelou, no entanto, aos jornalistas para estarem atentos: “Há aspectos que são correntes, que fazem parte da campanha… Mas durante a campanha eleitoral também vão acontecendo alguns aspectos que não são correntes”, disse apenas.
A DW África tentou obter uma reacção da Frelimo sobre o tema, sem sucesso.
Sheila Guimarães, pesquisadora do Centro de Integridade Pública (CIP) de Moçambique, adverte, porém, que “a lei prevê sanções para quem usar bens do Estado” para fins partidários.
Saba Kord Afshari, ativista dos direitos civis, foi condenada a 24 anos de prisão por protestar contra o uso obrigatório do véu.
A jovem foi julgada a 19 de Agosto de 2019 e foi acusada de “difundir a corrupção e a prostituição ao retirar o hijab e caminhar sem o véu” e de “difundir propaganda contra o Estado”.
De acordo com as organizações de Direitos Humanos do Irão, Saba foi pressionada a fazer falsas confissões, algo que a jovem se recusou a fazer. Para exercer mais pressão sob a jovem e força-la a dizer o que pretendiam, as autoridades prenderam a mãe de Saba.
A primeira detenção da ativista foi em Agosto do ano passado, enquanto participava num protesto. Saiu em liberdade em Fevereiro de 2019, mas acabou por ser novamente detida este Junho.
Segundo o jornal La Vanguardia, o veredito emitido pelo Tribunal Revolucionário do Teerão foi divulgado ao advogado de Saba esta terça-feira.
O internacional moçambicano Zainadine Júnior prolongou o seu vínculo contratual com o Marítimo até 2022, anunciou o clube insular no seu sítio oficial.
O valoroso jogador está no Marítimo desde Janeiro de 2017, totalizando 90 jogos e três golos.
“Estou muito satisfeito e honrado por ter renovado o meu contrato com o Marítimo. Tenho de agradecer ao senhor presidente, porque este clube sempre me tratou muito bem durante estes anos todos e onde me sinto feliz”, disse Zaina em declarações ao sítio oficial dos madeirenses.
Além do Marítimo, Zainadine conta com passagens pelo Nacional, pelos chineses do Tianjin Teda, além do Liga Desportiva de Maputo e o Desportivo de Maputo, ambos os clubes do seu país natal.
Em Moçambique, o Fórum de Monitoria da Sociedade Civil considera arriscada a decisão do Governo de optar por uma posição política para resolver o diferendo em torno da dívida contraída pela empresa EMATUM com garantias do Estado, por violação da lei.
O Governo convidou mais detentores da dívida da EMATUM a aceitarem a proposta de reestruturação do empréstimo que foi acordada em Maio com 60% dos credores.
O Governo quer chegar a acordo com 75% dos detentores da dívida da EMATUM até Setembro. Num comunicado divulgado na página electrónica do Ministério da Economia e Finanças estabelece a data de seis de Setembro para os obrigacionistas manifestarem o seu consentimento.
Nulidade declarada pelo CC
A negociação com os credores acontece mesmo depois do Conselho Constitucional (CC) moçambicano ter declarado nula a garantia concedida pelo Estado ao empréstimo da EMATUM, por ter violado a Constituição da República, e outra legislação nacional.
Para o Coordenador do Fórum de Monitoria do Orçamento, Jorge Matine, em entrevista a DW África, era de esperar que após a decisão daquele órgão, o Governo viesse invocar novas circunstâncias, para fazer passar a sua intenção.
“Temos que cumprir a lei, fazer cumprir o acórdão do Conselho Constitucional, garantir que a decisão do CC seja implementada de forma vigorosa”, entende Matine para quem “este era o posicionamento que nós esperávamos como sociedade civil, não esta nova posição do governo continuar com as negociações”.
Matine observa que o Governo ao tomar uma decisão de reestruturar a dívida demonstra que “não tem nenhum interesse em respeitar a decisão dos outros órgãos de soberania”.
Em Moçambique, as deliberações do Conselho Constitucional são de cumprimento obrigatório por todas as instituições e não são passíveis de recurso.
Busca pela confiança externa
O Governo argumenta que a renegociação em curso visa resgatar a confiança dos credores e e assumir as suas responsabilidades segundo o direito internacional de um negócio com partes externas.
Este é um argumento que não convence o Fórum de Monitoria da Sociedade Civil, porque parte do princípio de que é necessário descredibilizar as instituições nacionais para poder tornar a posição do executivo forte, segundo Jorge Matine.
“Penso que é arriscada esta posição do Governo de torná-la política”, analisa Matine alertando que “enfraquece as instituições internas e fortalece a posição política que eles têm, mas a longo prazo não penso que seja uma posição que poderá manter-se por muito mais tempo”.
Jorge Matine disse que o Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO) mantém a posição de que a dívida da EMATUM, não deve ser renegociada pelo Governo nem paga pelos moçambicanos por ser ilegal e inconstitucional.
Até hoje os tais credores de boa fé nunca foram apresentados e não há uma clareza com que critérios se fizeram as opções das empresas de consultoria que estão a apoiar o Governo nesta negociação e quem está a pagar isso, afirmou Jorge Matine. E acrescentou “já há desde o principio uma questão de transparência”.
Discutir soluções…
“É preciso que o Governo encontre mecanismos de unir a sociedade, trazer gente que pense diferente sobre este assunto e podermos discutir quais são as soluções e qual seria o impacto dessas soluções quer no erário publico quer também na forma como Moçambique deve posicionar-se no mundo”, indicou.
O Fórum de Monitoria do Orçamento está a realizar contactos com movimentos da sociedade civil que monitoram a questão das dívidas dos países em vias de desenvolvimento para colher informações que possam apoiar nas suas posições nos vários processos em curso em tribunais na África do Sul, Suíça e em Londres.
Por outro lado, aguarda resposta do Conselho Constitucional a uma petição sobre os empréstimos contraídos, com garantias do Estado, mas sem o conhecimento do Parlamento, pelas empresas Proindicus e Mozambique Asset Manangement.
Pelo menos 17 pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas em combates nos subúrbios do sul de Tripoli, na Líbia, pelas tropas lideradas pelo marechal Jalifa Hafter, um homem forte do país.
Fontes militares próximas do governo apoiadas pela ONU na capital líbia explicaram hoje à agência espanhola de notícias Efe que 14 pessoas sofreram ferimentos graves e que entre os mortos estão quatro milicianos do Exército Nacional da Líbia (LNA), a plataforma de milícias liderada pelo marechal Jalifa Hafter.
Os combates ocorreram na cidade de Tarhouna, um enclave rural estratégico essencial localizado a cerca de 50 quilómetros a sul da capital, no centro de um dos três eixos principais que permitem o acesso a Tripoli.
“As tropas de Hafter lançaram um ataque aéreo em Bagtha, que repelimos. Eles estão a enviar reforços da região de Jufrah”, no deserto central, alertou a fonte, ligada à operação “Wrath Volcano” coordenada pelo governo.
Os combates intensificaram-se em toda a frente sul de Trípoli desde há dois dias e o LNA anunciou que havia conseguido entrar e instalar-se no bairro periférico de Ghout al Reeh, um dos que abriram a porta ao controle da cidade de Gharyan, essencial para a queda da capital.
Hafter, que tem o apoio expresso da Arábia Saudita, França e Rússia, empreendeu uma operação coincidindo com a visita oficial à capital líbia do secretário-geral da ONU, António Guterres, numa mensagem clara à comunidade internacional.
Desde então, o conflito custou a vida a mais de meio milhão de pessoas, feriu mais de 5.000 e forçou mais de 20.000 famílias a deixar suas casas e a serem deslocadas internamente.
A Líbia é um estado falido, vítima do caos e da guerra civil, pois em 2011 a NATO contribuiu militarmente para a vitória dos diferentes grupos rebeldes sobre a ditadura de Muammar Kadafi.
Como o fracassado plano de paz da ONU de 2015, a Líbia tem dois governos: um reconhecido pela comunidade internacional e imposto em Trípoli e outro sob a tutela de Hafter, um ex-membro da cúpula gadafista que nos anos oitenta foi recrutado pela CIA e que se tornou o principal opositor de Al Gaddafi no exílio.
Dezenas de senhores da guerra e milícias de tendências islâmicas radicais dedicadas ao contrabando de armas, pessoas e combustível beneficiam da situação actual.
O governo do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, pediu e obteve na quarta-feira (28) autorização da rainha Elizabeth II para suspender as actividades do Parlamento do Reino Unido por cinco semanas. A manobra é vista como uma tentativa de bloquear esforços de deputados que não desejam a saída do país da União Europeia (UE), chamada de Brexit, sem um acordo com Bruxelas.
Dessa forma, o Parlamento britânico não vai se reunir entre 10 de Setembro e 14 de Outubro. Os trabalhos só serão retomados com a abertura da nova legislatura, que ocorre após uma cerimónia chamada “o discurso da rainha”. Foi esse discurso que Johnson pediu para que a rainha adiasse.
Ao explicar a medida aos deputados, Johnson afirmou que a manobra faz parte de um desejo de seu governo de “desenvolver uma ambiciosa e ousada agenda legislativa” após o Brexit.
A actual data para o Brexit está prevista para 31 de Outubro, e Johnson vem declarando repetidamente que uma saída sem acordo (o “no deal”) é uma possibilidade.
A data de retorno do Parlamento também ficou bastante próxima de uma reunião do Conselho Europeu para discutir o Brexit, marcada para 17 e 18 de Outubro. A reunião é vista como um momento-chave para que o governo consiga um novo acordo de última hora com os europeus.
Oposição
A manobra foi criticada pela oposição trabalhista e por John Bercow, o presidente da Câmara dos Comuns (equivalente à Câmara dos Deputados, no Brasil). Bercow, que geralmente não comenta assuntos do governo, classificou a medida como uma “aberração constitucional”. “É óbvio que o propósito dessa suspensão agora seria impedir que o Parlamento debata sobre o Brexit e cumpra com seu dever de definir o rumo do país”, completou.
O deputado trabalhista Clive Lewis, por sua vez, disse que a polícia terá que retirá-lo à força do Parlamento. Já Plaid Cymru, do Partido Nacionalista Galês, disse que os planos do premiê “são profunda e fundamentalmente antidemocráticos”.
Na prática, o pedido de Johnson vai prorrogar um recesso de pelo menos duas semanas que já estava previsto para ocorrer em Setembro, por ocasião das conferências anuais dos partidos políticos.
Mas a suspensão dos trabalhos do Parlamento, apesar de não ser incomum após a realização de eleições legislativas, é menos habitual em outros períodos. A última suspensão com base no adiamento do discurso da rainha, em 2016, não passou de 13 dias úteis de trabalho dos deputados. Já a nova manobra de Johnson deve somar 23 dias úteis de suspensão, a mais longa desde 1945.
O governo Johnson afirma que a suspensão não vai trazer prejuízos para o debate do Brexit, mas a oposição comparou a medida com um golpe. “Não se enganem, este é um golpe peculiarmente britânico”, disse John McDonnell, o segundo homem mais poderoso do Partido Trabalhista.
Já o líder dos trabalhistas, Jeremy Corbyn, enviou uma carta à rainha Elizabeth II para expressar preocupação em relação aos planos de Johnson e pediu à monarca uma reunião privada para abordar o assunto, o que também foi feito pela líder do Partido Liberal Democrata, Jo Swinson.
“Protestei nos termos mais fortes em nome do meu partido e de todos os outros partidos que vão se unir para dizer que suspender o Parlamento não é aceitável”, disse Corbyn. “O que o primeiro-ministro está fazendo é uma espécie de assalto à democracia para forçar uma saída da União Europeia sem acordo.”
O anúncio da manobra também ocorre pouco depois de as lideranças dos partidos de oposição concordarem em se unir para tentar impedir um Brexit sem acordo.
A nova agenda parlamentar deve pressionar ainda mais a oposição trabalhista a apresentar uma moção de censura contra Johnson, ou apresentar iniciativas para bloquear a possibilidade de um Brexit sem acordo, durante a primeira semana de Setembro, quando o Parlamento ainda vai estar funcionando.
Repercussão
A manobra de Johnson, nesta quarta-feira, levou a libra esterlina a uma nova desvalorização, de quase 1% frente ao dólar.
Apesar das reacções negativas no Reino Unido, a suspensão do Parlamento foi elogiada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Boris é exactamente o que o Reino Unido tem procurado e ele vai provar que é muito bom”, escreveu o americano no Twitter.
Por outro lado, o coordenador do Brexit no Parlamento Europeu, Guy Verhofstadt, comentou que a decisão de Johnson “provavelmente não ajudará uma futura relação estável entre o Reino Unido e a UE”.
Surpresa neste início de época no Las Palmas, Pedri González está a despertar a cobiça de vários emblemas europeus. Com apenas 16 anos, o médio foi titular nos dois jogos realizados pelo clube insular na segunda divisão.
De forma a adiantar-se à concorrência, o Barcelona colocou em cima da mesa uma oferta a rondar os €6 milhões, de acordo com AS. Valor muito abaixo da cláusula de rescisão de €30 milhões, mas que é apelativa para um clube que está a passar por dificuldades económicas.
Além disso, caso o negócio se concretize, o Barcelona está na disposição de deixar Pedri González no Las Palmas até ao final da temporada. Só em 2020 é que o jogador se mudaria para La Masia onde começaria a jogar no conjunto secundário dos catalães.
A Junta Militar da Renamo diz que quer negociar um novo Acordo de Paz com o Governo de Moçambique porque aquele que foi assinado entre Filipe Nyusi e Ossufo Momade, no passado dia 6, “é nulo”.
O anúncio foi feito pelo porta-voz da Junta Militar da Renamo, João Machava, afirmando que o presidente da Junta, Mariano Nhongo, é quem vai negociar, directamente, o acordo com o Presidente da República, Filipe Nyusi.
“O presidente Mariano Nhongo vai negociar a paz definitiva, porque ainda não temos paz definitiva em Moçambique, temos uma paz ameaçada”, realçou aquele porta-voz.
Entretanto, João Machava acrescentou que ainda não houve qualquer contacto entre as autoridades governamentais moçambicanas e a Junta Militar da Renamo.
Machava lembrou que Afonso Dhlakama já tinha acordado com o Chefe de Estado moçambicano que a Renamo estaria representada ao nível de todas as Forças de Defesa e Segurança, “mas não é isso que está a acontecer neste momento”.
Ainda não houve qualquer reacção por parte das autoridades governamentais à posição da Junta Militar da Renamo.
O Banco de Moçambique sancionou Paulo Alexandre Duarte de Sousa, PCE do BCI, por ter cometido infracções contravencionais. O arguido está impedido de exercer cargos sociais e funções de gestão em instituições de crédito e sociedades financeiras por três anos.
O gestor bancário terá de pagar ainda uma multa de 200.000,00 MT (duzentos mil meticais) e a publicação, pelo Banco de Moçambique, da punição definitiva, às custas do condenado.
De acordo com o Banco Central, o arguido agiu em conflito de interesses aquando da sua participação no processo de apreciação e decisão da proposta de aquisição da Interbancos, SA pela Sociedade Interbancária de Moçambique, SA (SIMO) defendendo, também, os interesses da SIMO, na qualidade de Administrador, e da INTERBANCOS, SA, na qualidade de Presidente do Conselho de Administração.
“Nos termos previstos nos números 3 e 6, do artigo 51 da LICSF, os membros dos órgãos de administração ou de fiscalização não podem participar na apreciação e decisão de aquisição de partes de capital em sociedades ou outros ente colectivos de que sejam gestores ou em que detenham participações qualificadas”, explica o Banco de Moçambique.
Paulo Alexandre Duarte de Sousa é quadro do Grupo Caixa Geral de Depósitos, maior banco do sistema financeiro português e desempenhava desde 2013 até ao momento da sanção, as funções de Presidente da Comissão Executiva do Banco Comercial e de Investimentos, S.A. (BCI).
A sanção é baseada no artigo 51, conjugado com a alínea f) do artigo 107 e alíneas c) e d), do artigo 109, da Lei n.º 15/99, de 1 de Novembro (com as alterações introduzidas pela Lei n.º 9/2004, de 21 de Julho) – Lei das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (LICSF).
O país assegurou a materialização do projecto da linha de transporte de energia eléctrica entre Temane, norte de Inhambane, e Maputo, com a assinatura de quatro acordos de financiamento entre o Governo e parceiros de cooperação.
Trata-se de uma linha em alta tensão com 563 quilómetros de extensão e três subestações em Vilankulo, Chibuto e Matalane, cuja construção vai custar 551.2 milhões de dólares, desembolsados pelo bancos Mundial (BIRD), Islâmico de Desenvolvimento (BID), Africano de Desenvolvimento (BAD) e de Desenvolvimento da África do Sul (DBSA). Participam ainda no financiamento do projecto o Fundo da Opec e o Governo da Noruega.
Dados divulgados no acto testemunhado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, indicam que o empreendimento é da Electricidade de Moçambique (EDM) e constitui a primeira fase da linha Tete-Maputo, considerada espinha dorsal da rede nacional de transporte de energia eléctrica.
As obras arrancam em Junho próximo, com a duração de 34 meses, devendo a linha estar operacional em finais de 2023, altura em que se espera activar a Central Termoeléctrica de Temane de 400 megawatts.
Os acordos foram assinados, do lado do Governo, por Ester dos Santos José, Directora Nacional Adjunta do Tesouro, e por Mark Lundell (do BIRD), Pietro Toigo (BAD), Mustafa Corr (BID) e Mahmoud Khene (Fundo da Opec).
O costa-riquenho Keylor Navas deve mesmo abandonar o Real Madrid para reforçar as redes do Paris Saint-Germain. Na sombra de Thibaut Courtois, o guardião que chegou a ser apontado a Benfica e FC Porto deve chegar à capital francesa na quinta-feira.
Avança o diário da Costa Rica La Nacion que o guarda-redes já se terá despedido do técnico Zinedine Zidane, bem como dos companheiros de balneário em Madrid.
Tinham sido noticiadas nos últimos dias várias investidas do bicampeão francês por Navas, e parece que todas as partes já chegaram a entendimento. O guardião passará a receber sete milhões de euros em França.
O ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, em final de funções, autorizou o desembarque de mulheres, crianças e doentes a bordo do navio humanitário Mare Jonio, que na quarta-feira resgatou 100 migrantes do Mediterrâneo.
“Como sempre foi feito no passado, da embarcação Mare Jonio podem descer as mulheres, crianças e doentes. Mantém-se a proibição de entrada e atracação de um barco que não respeita a lei e apela premeditadamente ao estado de necessidade a bordo”, assinalou o ministro numa nota divulgada pelo ministério.
Salvini, que depois do acordo para formar Governo entre o Movimento 5 Estrelas e o Partido Democrático vai ficar fora do executivo, assinou na quarta-feira uma ordem que proibia a entrada em águas territoriais italianas do “Mare Jonio”, embarcação da organização não-governamental (ONG) italiana Mediterranea Saving Humans.
A ONG informou que havia resgatado 100 migrantes, entre eles 26 mulheres, das quais oito grávidas, 28 crianças, das quais 22 têm menos de 10 anos, enquanto navegavam à deriva no mar Mediterrâneo, num bote pneumático “lotado”.
Após o salvamento, a organização humanitária indicou que todas as pessoas estavam a salvo, apesar de “casos de hipotermia e alguns com sinais claros de abuso e tortura na Líbia”.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) deu início a mais uma edição do seminário sobre cibercriminalidade, que se prolongará até quarta-feira, na cidade de Maputo.
Este...
Keiko Fujimori, candidata do partido Fuerza Popular, é a virtual vencedora da eleição presidencial no Peru após um segundo turno acirrado contra o candidato...