O Lesotho, único país africano ainda oficialmente poupado à pandemia de Covid-19, decidiu levantar as medidas de restrição impostas à população, anunciou o Primeiro-ministro, Thomas Thabane.
O pequeno reino da África Subsaariana, situado num enclave do território da África do Sul, o país mais afectado pelo novo coronavírus no continente africano, impôs desde 29 de Março o confinamento à sua população.
As medidas em vigor expiram na hoje, quarta-feira, e o Governo decidiu não as renovar.
Thomas Thabane afirmou que, a partir de quarta-feira, “serviços e empresas não essenciais” serão autorizados “temporariamente” a retomar as suas operações, acrescentando que o uso de máscaras será obrigatório em locais públicos.
Masas fronteiras do Lesotho permanecerão, por enquanto, fechadas, afirmou, condenando as travessias ilegais de fronteiras a partir da África do Sul.
Na segunda-feira, o Exército do Lesotho anunciou que tinha detido 18 nacionais do reino que estavam a regressar ao seu país com a ajuda de funcionários dos postos de fronteira.
A África do Sul, onde mais de 7.000 casos e 138 mortes foram confirmados, começou em 01 de Maio a flexibilizar, muito gradualmente, as medidas de contenção, permitindo que algumas empresas e indústrias retomassem as suas actividades.
O número de mortes provocadas pela Covid-19 em África subiu para 1.843 nas últimas horas, com mais de 47 mil casos da doença, de acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC).
A pandemia afecta 53 dos 55 países e territórios de África, com cinco países – África do Sul, Argélia, Egipto, Marrocos e Nigéria – a concentrarem cerca de metade das infecções pelo novo coronavírus e mais de dois terços das mortes associadas à doença.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 251 mil mortos e infectou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios.Mais de 1,1 milhões de doentes foram considerados curados.
Um corpo de um jovem, de aparentemente 20 anos de idade, foi encontrado, ontem (06), junto à linha-férrea, no bairro das FPLM, nas proximidades do viaduto da Praça dos Combatentes, na cidade de Maputo.
Presume-se que seja um caso de homicídio, uma vez que a vítima apresentava ferimentos nas costas e não foi trucidado.
O jovem, que em vida respondia pelo nome de Sérgio Vilanculos, dedicava-se ao fabrico e venda de cofres caseiros, para além de vender doces e bolachas, no terminal da Praça dos Combatentes.
Sérgio Vilanculos foi morto quando se dirigia ao local de trabalho, uma vez que foi possível ver alguns pacotes de bolachas, próximo do seu corpo.
O primo da vítima, Oliver Ngoca, que vive a escassos metros da casa de Vilanculos e do local do assassinato, apontou que o finado saiu de Inhambane para ganhar a vida na capital do país e não vivia em desavenças com os vizinhos.
Por sua vez, a secretária do bairro, Rosita Nhalungo, lamenta a morte prematura de Vilanculos e afirma que não é a primeira vez que os residentes encontram corpos no local. Sublinhou ainda que os vizinhos não ouviram gritos do jovem, no momento em que sofria a agressão.
“Infelizmente, esta é a terceira vez que nos surpreendemos comum corpo abandonado na linha-férrea, sendo quenas outras ocasiõesa vítimas foram assassinadas, algumas distantes daqui”, disse a fonte acrescentando que os crimes ocorrem mesmo com patrulhamento.
Entretanto, os moradores reclamam a colocação de candeeiros, pois acreditam que os criminosos se aproveitam da falta de iluminação para intentar as suas acções.
CINCO amostras de álcool em gel, de um total de 19, recolhidas nos mercados a nível nacional, durante o período de vigência do estado de emergência, revelaram-se impróprias para a prevenção do novo coronavírus.
O alerta sobre a existência do produto adulterado foi dado, ontem à imprensa, pelo director nacional das Operações da Indústria, Comércio, Transportes e Turismo, na Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE), Tomás Tinha, que fazia o balanço das actividades realizadas pela instituição junto à área do comércio, desde que foi estabelecido o Estado de Emergência.
Tinha indicou que algumas amostras de álcool foram colhidas de fracos, cuja rotulagem indicava que o produto continha 70 por cento de álcool, mas no teste a percentagem encontrada não passava de cinco por cento.
Referiu que as restantes amostras estão nos laboratórios em processo de testagem.
“Por isso, gostaríamos de apelar as pessoas a adquirir o produto nas farmácias. O álcool em gel para prevenção da Covid-19 deve ter no mínimo de 63 por cento de álcool. Abaixo desta percentagem não gera o efeito desejado”, explicou Tinha.
Aconselhou ainda os cidadãos a observar a rotulagem completa do produto, que obrigatoriamente deve estar escrita na língua portuguesa, com o nome do fabricante, indicação da data de validade, modo de aplicação, a composição química e outros elementos úteis”, disse.
Entretanto, afirmou que as autoridades estão a investigar os responsáveis por colocar o produto adulterado no mercado, uma vez que muitos comerciantes estão a vender álcool em gel.
Por outro lado, O director nacional das Operações da Indústria, Comércio, Transportes e Turismo fez saber que os preços dos produtos básicos continuam estáveis. Entretanto, as autoridades estão a sensibilizar os comerciantes a observar a margem máxima de lucros e para que reduzam o valor do açúcar.
“Verificamos que o preço do quilo do açúcar tem oscilado entre os 80 e 100 meticais, mas temos sensibilizado os comerciantes a venderem o produto a 70 e 75 meticais, o açúcar castanho e branco, respectivamente”, indicou.
Desde a vigência do estado de emergência, a INAE fiscalizou cerca de 11423 estabelecimentos, entre comerciais e de diversão, dos quais 2300 foram encerrados por violar as normas de prevenção da Covid-19.
A queda do peso da indústria moçambicana no Produto Interno Bruto (PIB) nacional faz com que Moçambique esteja pouco preparado para a concretização do Acordo de Comércio Livre em África (AfCFTA), dizem analistas.
Um estudo promovido pela parceria que reúne empresários e líderes políticos africanos, a The AfroChampions Iniciative, divulgado, esta semana, indica que os países africanos de língua portuguesa estão pouco empenhados na concretização do AfCFTA, e pouco preparados para o aplicar.
O estudo foi produzido antes de o continente africano ser atingido pela pandemia da Covid-19.
Para analistas, o fraco empenho de Moçambique na concretização deste acordo, deve-se, em grande medida, ao facto de serem menores as trocas comerciais que o país faz na sua relação com os países africanos e maiores para fora de África.
Ou seja, para além da relação com a vizinha África do Sul, Moçambique troca muito pouco com o resto dos países africanos.
“Isto justifica o fraco interesse de Moçambique num comércio livre africano, porque abrir mais para outros países enquanto a própria estatura da economia não está preparada para a competição, o prejudicado sempre será a economia doméstica”, disse o economista e docente universitário, Constantino Marrengula.
Constantino Marrengula realçou que olhando para aquilo que é a estrutura do PIB de Moçambique, neste momento, “nota-se que houve uma tendência de queda do peso da indústria, o que pode ser explicado pela abertura ao comércio Internacional, porque passou a ser fácil importar, por exemplo, da China e de outros países asiáticos”.
Fonte governamental disse, entretanto, que Maputo está empenhado em concretizar o Acordo de Comércio Livre em África, sendo prova disso, a aposta na política de industrialização, como indica o Plano Quinquenal do Governo”.
Mas para Constantino Marrengula, sem ter a certeza do que vai acontecer com a zona de comércio livre, Moçambique não vai ter muito interesse nisso, acrescentando que mesmo no âmbito da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), ” é de duvidar que o país tenha ganhos com a abertura à comunidade”.
Marrengula fez notar que “Moçambique passou a ser importador líquido de muita coisa em relação à África do Sul, e a própria África do Sul que deveria ser líder no processo de integração regional, não parece estar disposta a fazer sacrifícios para que essa integração seja efectiva, pelo que é provável que na zona de comércio livre africana, as economias mais fortes estejam interessadas em engolir os outros e não em promover um processo de integração com ganhos para todos”.
Por seu turno, o analista Francisco Matsinhe entende que enquanto Moçambique e outros países lusófonos não tiverem uma estrutura económica forte para enfrentar a competição dos outros, dificilmente vão aplicar o Acordo de Comércio Livre em África.
“A indústria africana desapareceu e é por isso que o comércio inter-africano é muito fraco, e deve andar na ordem dos 16 ou 17 por cento, sendo por isso que ao nível da SADC foi lançado, há cerca de cinco anos, um projecto para a industrialização da região, para diminuir a importações fora da SADC e aumentar o consumo de produtos da comunidade”, realçou Francisco Matsinhe.
O estudo sobre o acordo de comércio livre foi divulgado numa altura em que cresce a preocupação do sector privado quanto a um possível adiamento da sua entrada em vigor oficial, em 01 de Julho.
Em causa está um depoimento prestado por Moro no sábado, em que reafirmou que o chefe de Estado brasileiro pediu acesso a relatórios secretos da Polícia Federal, na presença de outros governantes.
O Presidente do Brasil acusou, na terça-feira, o ex-ministro da Justiça de mentir no depoimento que prestou à polícia e de ter cometido um “crime federal”.
“Eu só quero rebater uma questão do senhor Sergio Moro. Primeiro, em nenhum momento eu pedi relatório de inquéritos. Isso é mentira deslavada por parte dele, mentira deslavada. Tenho até vergonha de falar isso daqui”, afirmou Jair Bolsonaro, ao chegar ao Palácio da Alvorada, residência oficial em Brasília.
Em causa está um depoimento prestado por Moro no sábado, em que reafirmou que o chefe de Estado brasileiro pediu acesso a relatórios secretos da Polícia Federal, na presença de outros governantes, durante uma reunião do conselho de ministros.
Ele [Moro] disse que eu pedi [relatórios secretos] numa reunião de ministros. Uma reunião de ministros. Ia pedir algo ilegal? Não peço ilegal nem individualmente, que dirá em forma coletiva”, afirmou Bolsonaro.
No sábado, Sergio Moro começou a testemunhar contra Jair Bolsonaro, na Polícia Federal de Curitiba, cidade onde liderou, como magistrado, a operação anticorrupção Lava Jato e condenou vários empresários e políticos, incluindo o antigo Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 24 de abril, o ex-ministro da Justiça pediu a demissão do cargo, acusando Bolsonaro de estar a fazer “interferência política na Polícia Federal”, na sequência da demissão do ex-chefe daquela instituição Maurício Valeixo. Ainda no mesmo dia, Sergio Moro mostrou à TV Globo uma alegada troca de mensagens com Jair Bolsonaro, na qual o Presidente brasileiro admitia que queria uma mudança no comando da Polícia Federal, justificando a necessidade da medida com uma investigação em curso contra deputados aliados do chefe de Estado.
De acordo com a alegada troca de mensagens, o Presidente terá enviado ao ex-juiz uma hiperligação de uma reportagem do “site” O Antagonista, na qual é referido que a Polícia Federal suspeitava do envolvimento de “dez a 12 deputados ‘bolsonaristas’” com um grupo de disseminação de notícias falsas nas redes sociais ligado ao vereador Carlos Bolsonaro, um dos filhos do chefe de Estado.
A acompanhar a hiperligação, Bolsonaro escreveu: “Mais um motivo para a troca”, numa referência à vontade de mudar a direção da Polícia Federal, cuja liderança estava a cargo de Maurício Valeixo, exonerado no final de abril. Nessa troca de mensagens, Moro argumentou que a investigação em andamento não tinha sido movida por Mauricio Valeixo, acrescentando que esse inquérito estava a ser conduzido pelo juiz do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
Bolsonaro acusou Moro de ter cometido um “crime federal” ao mostrar as mensagens à Globo.
Ele [Moro] tinha relatórios parciais de coisas que eu passava para ele. E foi entregar isso para a Globo? Isso é crime federal, talvez incurso na lei de Segurança Nacional. Pode ver que eu confiava nele. Tanto que passava extratos de informações com chefes de Estado e com inteligências de fora do Brasil”, observou o Presidente.
Junto ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro exibiu aos jornalistas presentes no local o ecrã do telemóvel, com uma alegada troca de mensagens com Sergio Moro, na qual os dois falavam sobre o comando nacional da Polícia Federal.
Bolsonaro confirmou ter enviado as mensagens Moro, mas mostrou que já havia encaminhado anteriormente para o ex-ministro a reportagem do ‘site’ O Antagonista. Nesse primeiro envio, conforme as mensagens exibidas por Bolsonaro, Moro respondeu: “Isso é fofoca. Tem um DPF [delegado da Polícia Federal] atuando por requisição [do Supremo] no inquérito das ‘fake news’ e que foi requisitado pelo juiz Alexandre [de Moraes]”.
Ainda no depoimento prestado à justiça, Sergio Moro denunciou que Jair Bolsonaro queria controlar a Polícia Federal do Rio de Janeiro através da indicação de um novo superintendente para aquele departamento. Questionado por jornalistas sobre essa acusação, Bolsonaro respondeu: “O Rio de Janeiro é o meu estado”
Cynthia foi atacada na ilha de Kiawah, na Carolina do Sul, quando tentava fotografar o jacaré. Ataque aconteceu em casa de uma amiga e cliente da vítima que esteticista visitava para fazer a manicure.
Cynthia Covert, de 57 anos, morreu na sexta-feira vítima de um ataque de um jacaré, na Carolina do Sul, Estados Unidos, quando tentava fotografar o animal, avançou o jornal local The State.
O ataque aconteceu em casa de uma amiga e cliente da vítima, na ilha Kiawah, que Cynthia visitava para prestar serviço de manicure. Segundo o jornal, Barbara Howell disse às autoridades locais que a vítima estava “muito relaxada” e a “agir de forma estranha”. Acrescentou ainda que Cynthia ficou “fascinada” com o animal que viu no lago das traseiras da casa e que, quando se aproximou dele ao vê-lo da varanda, Barbara a avisou para não se aproximar.
Quando Cynthia chegou mais perto do jacaré para o fotografar, o animal atacou-a. A amiga e o marido ainda tentaram resgatá-la com a ajuda de uma corda mas, rapidamente, a vítima percebeu que não conseguia salvar-se. “Acho que não vou voltar a fazer isto”, disse Cynthia antes de morrer, de acordo com o relatório das autoridades.
O secretário-geral da ONU relembrou que, em tempos normais, estas pessoas já têm dificuldades no acesso à educação, a cuidados de saúde e ao trabalho.
O secretário-geral da ONU pediu na quarta-feira (06) aos governos que tenham em conta mil milhões de pessoas com deficiência nas diferentes respostas à pandemia da Covid-19.
Em tempos normais, estas pessoas já têm dificuldades no acesso à educação, a cuidados de saúde e ao trabalho, lembrou António Guterres, num comunicado publicado ao mesmo tempo que um estudo da ONU sobre este grupo populacional.
“A pandemia reforça as desigualdades, ao colocar novas ameaças”, salientou o português, destacando a vulnerabilidade dos deficientes perante a Covid-19.
“Peço aos governos que coloquem os deficientes no centro da resposta à Covid-19 e da reconstrução económica, que sejam consultados e também beneficiários dos esforços desenvolvidos para combater a doença”, acrescentou António Guterres.
Para o chefe da ONU, é necessário “garantir direitos iguais para os deficientes para que possam ter acesso aos cuidados e às medidas tomadas para salvar vidas durante a pandemia”.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias France-Presse (AFP), a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 256 mil mortos e infetou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um 1,1 milhões de doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.
Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.
O plantel do FC Porto vai retomar os treinos no relvado a partir de segunda-feira, após quase dois meses de interregno, devido à pandemia de Covid-19.
O plantel do FC Porto vai retomar os treinos no relvado a partir de segunda-feira, após quase dois meses de interregno, devido à pandemia de covid-19, informou hoje o líder da I Liga portuguesa de futebol.
“Perante a possibilidade de a I Liga ser retomada no último fim de semana de maio, o FC Porto regressa ao trabalho de relvado a partir da próxima segunda-feira, no Olival”, refere a ‘newsletter’ diária do clube portuense.
A I Liga, liderada pelo FC Porto com um ponto de vantagem sobre o campeão Benfica, que foi suspensa em 12 de março, após 24 jornadas, vai voltar a disputar-se a partir de 30 e 31 de maio, assim como a final da Taça de Portugal, entre ‘dragões’ e ‘águias’.
O anúncio foi feito na quinta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa, que, ainda assim, revelou que a retoma do campeonato está sujeita a aprovação de um plano sanitário por parte da Direcção-Geral da Saúde (DGS).
Com cerca de 30.000 mortos, o Reino Unido ultrapassou a Itália como o país mais afectado pela pandemia de coronavírus na Europa.
Mas o governo britânico e peritos afirmam que as comparações podem ser ainda prematuras, devido aos diferentes métodos de contabilização e às discrepâncias entres números oficiais e realidade em vários países.
Há formas distintas para contabilizar as mortes. Já tivemos esse debate neste país. Agora publicamos dados que incluem todas as mortes, em todas as circunstâncias, e nem todos os países o fazem. Por isso, não tenho a certeza de que as comparações internacionais funcionem, a menos que todos os países contabilizem da mesma forma. E também depende da qualidade da recolha das estatísticas em cada país.
Em Espanha, o Conselho de Deputados deverá aprovar esta quarta-feira o prolongamento do estado de emergência pedido pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez, que deveria terminar no próximo sábado.
Há registo de mais de 25.000 vítimas mortais em território espanhol e a capital, Madrid, é um dos principais focos da epidemia no país.
Na Alemanha, o director do centro nacional de prevenção e controlo de doenças alertou esta terça-feira para a forte probabilidade de uma terceira vaga.
Isto é uma epidemia e, como tal, o vírus continuará a provocar doença até que 60 ou 70 por cento da população seja infetada. É por isso que sabemos que haverá com bastante probabilidade uma segunda vaga. A maioria dos cientistas têm a certeza disso e muitos acreditam que haverá mesmo uma terceira vaga.
Alguns Estados federais, como a Baviera, não esperaram as recomendações do governo em Berlim e já avançaram com os seus próprios planos para começar a levantar restrições.
Segundos os dados compilados pela Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, a pandemia de coronavírus já reclamou mais de 255.000 vidas em todo o mundo. O número de contaminações confirmadas ultrapassa dos 3,6 milhões.
O líder do principal partido da oposição do Maláui, Lazarus Chakwera, apresentou oficialmente ontem (06) a sua candidatura às eleições presidenciais, que deverão ser retomadas em 02 de Julho, apesar da pandemia provocada pelo novo coronavírus.
No poder desde 2014, o actual chefe de Estado, Peter Mutharika, foi reeleito em maio de 2019, na primeira volta do escrutínio, com 38,5% dos votos atribuídos pela Comissão Eleitoral local, contra 35,4% de Lazarus Chakwera.
No entanto, em fevereiro de 2020, o Tribunal Constitucional anulou a vitória de Peter Mutharika com base em “fraudes flagrantes” e ordenou a realização de novas eleições em 02 de julho.
Mutharika recorreu desta decisão, aguardando-se para breve uma decisão do tribunal.
Lazarus Chakwera, líder do Partido do Congresso do Maláui (MCP), foi o primeiro a apresentar oficialmente a candidatura às eleições, em Blantyre, capital económica do Maláui, perante milhares de apoiantes.
É apoiado pelo antigo vice-presidente SaulosChilima, que desistiu da sua candidatura depois de terminar em terceiro lugar com 20,2% dos votos nas eleições presidenciais de 2019.
“Nos últimos 26 anos, o Maláui foi saqueado e os seus cidadãos mergulhados na pobreza por duas famílias que pensavam ter o direito de governar como queriam”, afirmou Chakwera, referindo-se ao Presidente Mutharika e ao antigo chefe de Estado BakiliMuluzi.
“Mas Deus deu-nos outra oportunidade de escolher a mudança, é o nosso destino”, acrescentou.
O antigo pastor frisou: “O nosso destino é um novo Maláui que beneficia toda a gente, é isto que merecemos”.
A sua coligação é apoiada por nove partidos, incluindo o da ex-presidente Joyce Banda (2012-2014).
Espera-se a participação de nove candidatos nas eleições de julho, devendo o atual Presidente oficializar a sua candidatura na quinta-feira.
Até à data, o Maláui, um dos países mais pobres do mundo, regista um total de 38 casos de infecção pelo novo coronavírus, incluindo três mortes.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 254 mil mortos e infectou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
Porta fechada no Ajax. Bruno Varela já sabe que o clube holandês não irá exercer cláusula de compra de €6 milhões no final da temporada nem irá negociar com o Benfica novo empréstimo. O guarda-redes de 25 anos coloca, assim, um ponto final na experiência de temporada e meia no Ajax, no qual foi sempre suplente do camaronês André Onana e raramente foi utilizado.
O Ajax já tinha informado Bruno Varela, a 31 de Março, de que não lhe apresentaria novo contrato. Tratou-se, na altura, de uma formalidade do protocolo do contrato colectivo de trabalho dos jogadores da Liga holandesa. O clube de Amesterdão, ao mesmo tempo, deu conta ao guarda-redes que a sua situação seria, ainda, avaliada, não excluindo, então, a possibilidade de comprar o passe dele a título definitivo ou tentar novo empréstimo junto dos encarnados. De tal forma que a 6 de Abril, numa conversa com adeptos do Ajax no Instagram do clube, o guarda-redes afirmou que ainda não sabia se iria ficar. A situação, agora, é diferente. O Ajax já decidiu que Varela não ficará.
Ajax paga salários
Com o campeonato holandês terminado, por decisão da federação, a 24 de Abril, o guarda-redes, provavelmente, já nem voltará a Holanda. Está a treinar-se em Portugal apenas para manter a forma física, afinal o Ajax já só voltará na próxima temporada. Até ao final desta, porém, terá de assumir todos os compromissos, nomeadamente pagamento de salários.
decisões adiadas.
O Benfica ainda não discutiu com Bruno Varela o futuro. Os encarnados adiaram todas as decisões sobre reforços, dispensas ou jogadores emprestados e estão concentrados, por agora, no regresso das competições em Portugal.
A temporada vai estender-se, assim se confirmem as melhores expectativas em relação à pandemia de Covid-19, até ao final de junho. E não são esperadas decisões da estrutura do futebol profissional do Benfica sobre o futuro de Bruno Varela em breve. Segundo a imprensa turca, o guarda-redes está nos planos do Besiktas. Com contrato até 2022 precisará sempre de acordo com o Benfica para nova transferência.
Com as escolas encerradas, devido ao Estado de Emergência, pais e encarregados de Educação tendem a mandar as crianças às vendas informais, expondo-as a todo tipo de risco.
As crianças estão no grupo de risco de contaminação do novo coronavírus, razão pela qual as escolas foram encerradas para que os alunos fiquem em casa e protegidos, mas na prática assiste-se o contrário, menores a circulam nas ruas em locais de muita aglomeração e sem a devida proteção.
A exposição dos menores está preocupar a Direção de Saúde Municipal que alerta aos pais e encarregados de educação sobre os riscos que representam quando não estão em casa.
No terreno, a Direção da Saúde municipal está trabalhar com as estruturas dos bairros, os chefes do quarteirão e secretários dos bairros para sensibilizar os país e Encarregados de Educação sobre os riscos de exposição de crianças na rua.
Enquanto várias instituições de investigação no mundo continuam na corrida em busca da vacina contra COVID-19, alguns países africanos têm aos poucos aderido o remédio tradicional de Madagáscar conhecido como COVID-Orgânico.
Entre os países que já encomendaram quantidades deste chá feito da planta artemísia, contam-se Guiné-Equatorial, Guiné-Bissau e Tanzânia.
Entretanto, a Organização Mundial de Saúde alertou esta segunda-feira sobre os riscos de usar um remédio que ainda não é reconhecido pela ciência.
A OMS disse que somente apoia a medicina tradicional comprovada pela ciência, por isso todos os remédios tradicionais que alegadamente curam COVID-19 deviam antes passar pela experimentação para avaliar-se a sua eficácia e os eventuais efeitos secundários.
A instituição acrescentou que estes remédios podem dar falsa segurança às pessoas ao ponto de negligenciarem os cuidados necessários contra coronavírus. Segundo o presidente de Madagáscar Andry Rajoelina, o chá de artemísia já mostrou a sua eficácia, tendo já curado vários pacientes em sete dias.
A Polícia da República de Moçambique deteve 13 pessoas da mesma família sob a acusação de terem assassinado um parente com 80 anos de idade no Distrito de Zavala, na Província de Inhambane.
A família acusa o ancião de práticas de feitiçaria e por isso decidiram tirar a sua vida tendo recorrido a paus para consumar o crime.
Este foi o sexto crime em que familiares tiraram a vida a parentes a quem acusam de feitiçaria e responsabilizam pela má sorte na Província de Inhambane, desde o início de 2020.
Várias pessoas morreram devido ao colapso de uma mina no noroeste da Libéria, de acordo com um funcionário do governo local citado, esta terça-feira, por agências internacionais, que estima que o número de vítimas mortais possa chegar às 50.
“Cerca de 50 pessoas terão morrido e os socorristas continuam à procura dos desaparecidos”, afirmou o ministro-adjunto da Juventude e Desporto, Millias Sherrif, natural do condado de Grand Cape Mount, onde a mina de ouro desabou, citado pela agência France-Presse.
Os números não foram confirmados pelo porta-voz adjunto da presidência, Smith Tobey, que disse estar a aguardar a resposta das autoridades enviadas para o local.
“Algumas pessoas dizem 50, outras dizem mais de 50. Foram enviados funcionários do Ministério do Interior e do Ministério das Terras, Minas e Energia, mas ainda não temos novidades”, afirmou Tobey.
As autoridades não especificaram detalhes sobre a mina em questão.
A Libéria, um dos países mais pobres do mundo, tem as suas minas de ouro e de diamantes a serem exploradas de forma clandestina.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) acaba de ser distinguida com o prémio Oferta Internacional 2020 pela revista financeira britânica The Banker, edição de Maio corrente.
O prémio foi atribuído em reconhecimento do seu sucesso nos resultados alcançados na operação da oferta pública de venda de 4% das acções, realizada em Junho de 2019.
Um comunicado recebido na nossa redacção, refere que a venda e acções da HCB aos cidadãos, empresas e instituições triplicou o número de investidores na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM).
Esta, é a segunda vez que a operação da oferta pública de venda de acções da HCB é galardoada com o prémio internacional, depois de ter sido distinguida com o reconhecimento especial, em Março passado.
O presidente russo, Vladimir Putin, condecorou o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, com a medalha de guerra que assinala os 75 anos da vitória sobre a Alemanha nazi, em 1945, informou nesta terça-feira a embaixada de Moscovo em Pyongyang.
De acordo com um comunicado, a medalha distingue o líder norte-coreano pela preservação dos soldados soviéticos que morreram no território da Coreia do Norte.
O embaixador da Rússia na Coreia do Norte, Alexander Matsegora, entregou a medalha hoje ao ministro dos Negócios Estrangeiros norte-coreano, Ri Son-gwon.
Kim Jong-Un não esteve presente na cerimónia.
As fotos da entrega da condecoração mostram os participantes com máscaras de proteção sanitária contra a pandemia do novo coronavírus, apesar de a Coreia do Norte não ter registado um único caso de covid-19.
Em 2019, a Rússia convidou o líder da Coreia do Norte a visitar Moscovo no dia 09 de maio de 2020, data que assinala a vitória contra a Alemanha nazi, mas a tradicional parada militar acabou por ser adiada por causa da pandemia.
Em 2015, Kim Jong-Un rejeitou o convite para participar nas cerimónias que marcaram os 70 anos após o final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), alegando estar ocupado com assuntos internos.
Segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
Mais de um milhão de doentes foram considerados curados. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.
Foi raptado na noite da quarta-feira, na cidade de Chimoio, Yassin Anwar, filho do empresário e dono do Hotel Amirana e da cadeia de lojas com o mesmo nome.
O rapto aconteceu por das 18h e os raptores possuíam armas de fogo e fizeram-se transportar numa viatura ligeira. Segundo testemunhas, raptaram Yassin Anwar na Rua Sussundenga. No acto, foram disparados vários tiros contra uma viatura na qual Yassin se fazia transportar. O seu pessoal de segurança que o seguia não foi a tempo de evitar o rapto.
O Governo aprovou nesta terça-feira as medidas de execução administrativa da actual fase de Estado de emergência, em vigor desde 1 de Maio corrente, em todo o país.
O decreto ora aprovado vem consolidar e reforçar as medidas que já estavam em vigor desde o dia 1 de Abril, data em que iniciou a primeira fase das medidas restritivas no âmbito do combate à pandemia da covid-19.
Com novidades do decreto ora aprovado, consta a obrigatoriedade do uso de máscaras em todos os aglomerados públicos.
“Para além da obrigatoriedade de uso de máscaras nos transportes públicos, trazemos como novidade o facto de que, em quaisquer outros lugares de concentração de pessoas vai ser obrigatório o uso de máscaras”, explicou o porta-voz do Conselho de Ministros, Filimão Swaze, durante o habitual briefing de final das sessões do órgão.
Segundo realçou, a obrigatoriedade do uso de máscaras e outras medidas decretadas no decreto presidencial de Estado de Emergência, se bem cumpridas, garantem que o país tenha a situação da covid-19 controlada, contudo, o resultado, até aqui, mostra que há muita gente que não obedece.
“Tem sido constatado que em muitos lugares de aglomeração, nomeadamente, mercados, as pessoas não têm estado a respeitar a questão do distanciamento social, assim como do uso de máscaras”, disse Swaze, para justificar a obrigatoriedade do reforço desta medida.
Por outro lado, o Conselho de Ministros manifestou inquietação com o crescimento do movimento das pessoas nas vias públicas, o que para o órgão, subentende que algo vai mal.
“Fica a sensação de que, para algumas pessoas, há um relativo relaxamento, quer ao nível de circulação rodoviária, quer de circulação de transeuntes nas nossas estradas”, avaliou o porta-voz, deixando um alerta: “Queremos chamar atenção para o facto de, tal como disse Sua Excelência o Presidente da República, não criemos condições para que as Forças de Defesa e Segurança tenham de actuar para regular o nosso comportamento”.
Ainda no quadro das novidades do decreto, destaque para o relaxamento das imposições nos Balcões de Atendimento Único (BAU), com vista a responder à demanda.
“Vamos passar a ter algumas aberturas para darmos vazão a algumas questões que fazem com que fiquem pendentes questões relacionadas com a própria COVID-19, referimo-nos a questões como a abertura de empresas, reserva de nome, etc” detalhou o porta-voz.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão e Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor/ Líder de Equipa (Caldeireiro). Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro três (3) Docentes N1 – Electricidade Industrial. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Cliente Individual baseado em Namutequeliua na província de Nampula. Saiba mais.
A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente de Programa – População Chave. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Nacional de Advocacia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Geografia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.
A Federação Moçambicana de Futebol pretende introduzir um (1) Secretário Técnico Provincial (STP) em cada uma das Associações Provinciais de Futebol. Saiba mais.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) desmantelou uma unidade clandestina de produção de embutidos que funcionava dentro de uma residência no bairro do...
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou que não reconhece a vitória do presidente eleito, Abelardo de la Espriella, e convocou manifestações para o...