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Quarta-feira, Julho 8, 2026
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Cristiano Ronaldo ausente no regresso aos treinos individuais da Juventus

Alguns futebolistas da Juventus regressaram aos treinos, mas de forma individualizada, ao contrário do internacional português Cristiano Ronaldo, que apenas chegou a Turim na segunda-feira (04).

“Após um dia de testes e exames feitos na segunda-feira no J Medical, alguns dos jogadores da Juventus iniciaram os treinos no CT de Continassa, onde iniciaram oficialmente a recuperação pela forma física ideal”, informou a ‘Juve‘, no seu sítio oficial na Internet.

Cristiano Ronaldo, que esteve cerca de um mês e meio em confinamento na ilha da Madeira, em Portugal, apenas aterrou em Turim na noite de segunda-feira e deve retomar os treinos nos próximos dias.

No centro de treinos do líder da ‘Seria A’, estiveram presentes o capitão de equipa, o italiano Giorgio Chiellini, o compatriota Leonardo Bonucci, o galês Aaron Ramsey e o bósnio Miralem Pjanic.

Desde segunda-feira que as equipas da ‘Serie A’ estão a preparar o regresso aos treinos, de forma individual, tendo o Sassuolo sido o primeiro a ‘entrar’ em campo.

Itália, Portugal, Alemanha, Inglaterra e Espanha estão entre os países que ensaiam o regresso dos campeonatos nacionais de futebol, ao contrário do ocorrido em França e nos Países Baixos, que cancelaram as competições.

A ‘Serie A’ conta com vários futebolistas portugueses, entre os quais Cristiano Ronaldo (Juventus), Mário Rui (Nápoles), Rafael Leão (AC Milan), Miguel Veloso (Hellas Verona) ou Bruno Alves (Parma).

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortos e infectou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

A Itália é o segundo país com mais mortes associadas à doenças, com 29.079 mortos, em quase 212 mil casos, sendo o primeiro os Estados Unidos (68.689, em cerca de 1,2 milhões de casos).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Tanzânia: Presidente desconfia dos números da Covid-19

John Magufuli questionou os números da pandemia no país e pediu uma investigação ao laboratório nacional. OMS já tinha criticado o Governo por falta de transparência na gestão da crise.

O chefe de Estado tanzaniano afirmou, no domingo (03.05), que as pessoas que testaram positivo para o novo coronavírus no país podem não estar, de facto, doentes.

Num pronunciamento transmitido em direto pela televisão estatal da Tanzânia, Magufuli colocou em causa a credibilidade do laboratório nacional do país, responsável pelos testes.

Segundo o Presidente, “o equipamento ou as pessoas [que trabalham no laboratório] podem estar comprometidos e às vezes podem ser sabotados”.

No boletim mais recente, divulgado na quarta-feira passada (29.04), as autoridades apontavam 480 casos confirmados e 16 mortes por Covid-19 no país.

No entanto, estes dados, de acordo com o Presidente, podem não corresponder à realidade e, por isso, John Magufuli pediu a investigação.

Críticas ao Governo

As autoridades da Tanzânia têm sido hesitantes em emitir atualizações sobre o número de infeções pelo novo coronavírus. E o Presidente John Magufuli tem-se recusado a introduzir medidas rigorosas para travar a propagação do vírus.

Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou o país pela contínua falta de cooperação e transparência na luta global contra a pandemia da Covid-19.

Após quatro dias de silêncio, as autoridades divulgaram a sua última atualização sobre o número de infeções no país na quarta-feira. Por outro lado, quase todos os países africanos divulgam relatórios diários, incluindo o número atual de infeções, mortes e recuperações.

Oposição também pede transparência

A oposição da Tanzânia também criticou a forma como o Governo está a lidar com a crise da Covid-19, alegando que as autoridades estão a esconder números e não estão a levar a pandemia a sério.

Freeman Mbowe, presidente do principal partido da oposição Chadema, disse que o Governo está a tratar a pandemia como um “segredo”. Num discurso na televisão, o líder da oposição defendeu: “[A Covid-19] requer transparência, verdade e participação para combatê-la… Os nossos casos estão a disparar a um ritmo alarmante, enquanto muitos países estão a achatar a curva”, completou o presidente do Chadema.

Há receios de que o surto na Tanzânia seja muito maior do que as autoridades estão a relatar. Começaram a circular boatos sobre os corpos sendo enterrados à noite, num esforço para esconder o verdadeiro número de mortes devido ao coronavírus – o que Mbowe diz não ser surpreendente, dadas as circunstâncias.

“Vemos pessoas a morrer e seus enterros são supervisionados pelo Governo sob condições estritas, mas ainda assim [eles] não nos estão a dizer que morreram de coronavírus”, disse Mbowe. “Não há transparência e, quando as pessoas não têm informações, abre-se espaço para rumores”.

Esforços concentrados

O oficial de informações de saúde pública do Ministério da Saúde, Comunidade, Desenvolvimento e Juventude, Tumaini Haonga, disse à DW que o Governo está a concentrar os seus esforços no aumento da consciencialização sobre o coronavírus e no aconselhamento aos cidadãos, para permanecerem vigilantes quanto à disseminação de informações online.

“Todas as informações oficiais estão a ser divulgadas pelo Ministério da Saúde”, afirmou o oficial. “Em relação às informações que estão a espalhar [online], aconselhamos as pessoas a lerem menos e seguirem as informações oficiais divulgadas pelo ministério, o que reflete a situação real na Tanzânia”, complementou Tumaini Haonga.

A crescente contaminação

Na última atualização sobre a pandemia na Tanzânia, o primeiro-ministro Kassim Majaliwa disse que o país de 56 milhões de pessoas registou um salto de 69% em número de infetados em apenas cinco dias.

Majaliwa não ofereceu explicação para o silêncio do Governo sobre os números da doença, embora tenha alertado contra a “tendência de algumas pessoas de emitir estatísticas falsas que levam a inquietação desnecessária na sociedade”.

No continente africano, os casos de coronavírus notificados até agora são relativamente baixos em comparação com a Europa e os Estados Unidos. No entanto, o continente tem uma capacidade de teste muito menor, com aproximadamente 500 testes realizados por um milhão de pessoas. Na Tanzânia, o primeiro caso foi registado a 16 de março.

por: Ineke Mules, Grace Kabogo, mo

Maputo quer Chang para travar revelações nos EUA sobre corrupção, segundo o FMO

O Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), plataforma da sociedade civil moçambicana, considera que o pedido para a extradição do ex-ministro Manuel Chang visa evitar a revelação na Justiça norte-americana de negócios e actividades de corrupção em Moçambique.

“O pedido de extradição de Moçambique foi feito apenas quando Moçambique tomou conhecimento do pedido dos Estados Unidos, existe uma possibilidade distinta de ter sido feito principalmente para assistir o Sr. Chang a evitar ser extraditado para os Estados Unidos” da América (EUA), salienta o FMO, numa recente exposição ao ministro da Justiça sul-africano.

No documento, datado de 07 de Abril, a que a Lusa teve acesso, o FMO acrescenta que Manuel Chang teria sido enviado para Moçambique, onde teria desfrutado de imunidade “não apenas legalmente, mas como matéria da realidade prática”.

“O Governo de Moçambique não estava seriamente interessado em investigar e, se apropriado, condenar Chang”, adianta.

O FMO refere ao ministro sul-africano da Justiça que “Moçambique solicitou a extradição de Chang sabendo que Chang estava imune de ir julgamento”.

“Este facto, e a totalidade das circunstâncias do pedido [de extradição de Moçambique], sugerem fortemente uma falta de boa fé na elaboração deste pedido por Moçambique”, considera.

O FMO argumenta também que a questão da imunidade “não foi resolvida” pelo Governo de Moçambique, acrescentando que “por isso o Sr. Chang não pode ser legalmente extraditado para Moçambique enquanto permanecer com imunidade de acusação”.

“Mas considerações semelhantes não se aplicam na decisão de o ministro entregar o Sr. Chang aos Estados Unidos”, afirma o FMO.

Na ótica do FMO, mesmo que Manuel Chang não seja mais imune de processo criminal sob a lei moçambicana pelo alegado crime, “isso não significa que ele deva ser rendido a Moçambique”.

Numa recente submissão em 20 de Fevereiro ao ministro da Justiça sul-africano, o Governo de Moçambique volta a pedir a extradição do seu ex-ministro das Finanças no mandato do ex-Presidente Armando Guebuza, sublinhando que Manuel Chang deixou de ser membro do parlamento e que, por isso, “não goza mais da imunidade afecta a um membro do parlamento”.

O FMO informa Pretória, contrapondo que Moçambique “não explica se daí resulta que o Sr. Chang pode agora ser processado [judicialmente] por conduta realizada durante o seu mandato no cargo, numa altura em que gozava de imunidade”.

“É mais provável que o Sr. Chang ainda seja imune de ir a julgamento por qualquer coisa que tenha ocorrido durante o seu mandato, mesmo que já não seja membro do parlamento”, salienta o FMO.

“A questão é simples: Chang poderá não ter imunidade de julgamento por conduta futura, mas Chang ainda pode ter imunidade de julgamento por conduta passada cometida durante o seu mandato como deputado no parlamento”, lê-se no documento do FMO.

Nesse sentido, o FMO sublinha que Pretória “deve agir de acordo com o direito internacional”, acrescentando ser no “interesse da Justiça” a extradição do ex-governante moçambicano para os EUA dado que “a totalidade das circunstâncias [apresentadas pelos Estados Unidos], adequadamente ponderadas, substanciam a extradição para os EUA”.

Manuel Chang, que foi ministro das Finanças no segundo mandato do Presidente Armando Guebuza, entre 2010 e 2015, encontra-se detido na África do Sul desde 29 de Dezembro de 2018, a pedido da Justiça dos EUA, por fraude, corrupção e lavagem de dinheiro numa burla internacional de 2,2 mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros), no chamado caso das ‘dívidas ocultas’.

Governo volta a pedir que Chang seja entregue à Justiça moçambicana

O Governo moçambicano voltou a pedir ao ministro da Justiça sul-africano o repatriamento do ex-governante Manuel Chang, dias depois de anunciar que abdicava dos recursos judiciais na África do Sul.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) moçambicana anunciou em 10 de Fevereiro que “a retirada dos dois recursos concorra para acelerar o desfecho do caso e que os fundamentos adicionais apresentados, pelos canais apropriados, apoiem ao ministro da Justiça [sul-africano] na reanálise do pedido” de extradição do ex-ministro das Finanças Manuel Chang.

Todavia, em documento de 17 de fevereiro, a que a Lusa teve acesso, enviado ao ministro da Justiça da África do Sul, Ronald Lamola, a PGR moçambicana volta a pedir a extradição do ex-governante, afirmando que “Moçambique têm provas suficientes para condenar [Manuel] Chang e os seus coacusados”, que lista como sendo no total 20 pessoas.

“Chang é [figura] central nos dois casos pelos quais é acusado. O gabinete da procuradora-geral anexou os fundos de Chang no valor de sete milhões de dólares. Portanto, as perspetivas de se recuperar o dinheiro desviado e/ou roubado são muito elevadas”, afirma o vice-procurador-geral Alberto Paulo.

O procurador defende que o antigo ministro das Finanças no mandato do Presidente Armando Guebuza “é a chave” para a condenação dos seus coacusados no caso das ‘dívidas ocultas’.

“Moçambique acredita que a perspetiva de sucesso de condenar Chang e os seus coacusados é elevada, especialmente se Chang for a tribunal em Moçambique”, lê-se no pedido da PGR.

O Governo moçambicano confirma na recente submissão a Pretória que Manuel Chang não foi até à data formalmente acusado em Moçambique.

“Devido ao facto de o Sr. Chang estar detido na África do Sul e à necessidade de prosseguir com o caso dos seus co-conspiradores, o caso do Sr. Chang foi separado e recebeu o número de processo 536/11/P/2019. Este é um caso pendente, aguardando a acusação formal do Sr. Chang”, refere o documento da PGR.

Moçambique pediu a extradição de Manuel Chang através de uma “nota verbale” diplomática em 11 de fevereiro de 2019, mais de seis semanas depois de a Justiça norte-americana ter requerido, em 21 de dezembro de 2018, a sua detenção na África do Sul para ser extraditado para julgamento num tribunal de Nova Iorque onde se encontra formalmente acusado desde 19 de dezembro de 2018. O pedido de extradição norte-americano foi formalizado em 28 de janeiro de 2018.

O ex-ministro, que se encontra detido em Joanesburgo desde 29 de dezembro de 2018, é acusado pela Justiça dos Estados Unidos da América (EUA) de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro numa burla internacional de 2,2 mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros).

No pedido ao governante sul-africano, o procurador moçambicano Alberto Paulo sublinha que a PGR de Moçambique considera que existe uma “grande probabilidade” de Manuel Chang vir a ser absolvido nos EUA.

Washington julgou no final do ano passado um processo referente às ‘dívidas ocultas’ e absolveu o principal suspeito, o empresário Jean Boustani, por falta de jurisdição dos tribunais norte-americanos.

“Os EUA não conseguiram condenar o coacusado de Chang, Jean Boustani, apesar de Boustani ter admitido pagar subornos a Chang e a outros. É provável que os EUA enfrentem os mesmos desafios jurisdicionais que enfrentaram com Boustani”, afirma o procurador moçambicano.

Alberto Paulo argumenta também que apesar de não existir um tratado de extradição entre Moçambique e os EUA, as autoridades judiciais moçambicanas cooperaram recentemente na extradição para os EUA do cidadão paquistanês Taanveer Ahmed, em 27 de janeiro de 2020, para ser julgado pela Justiça norte-americana por tráfico de droga.

“Tendo em conta os desenvolvimentos correntes na cooperação entre Moçambique e os EUA, se o Sr. Chang fosse extraditado para Moçambique, é provável que os EUA cooperem na partilha de informações à sua disposição para garantir que Moçambique julgue o Sr. Chang e os seus coacusados com sucesso”, salienta.

O procurador moçambicano reitera ainda no seu pedido que Manuel Chang deixou de usufruir de imunidade parlamentar em Moçambique desde outubro do ano passado.

“Na altura em que o ex-ministro [da Justiça sul-africano Michael Masutha] tomou a decisão de extraditar Chang para os EUA, Chang era membro do parlamento. Como membro do parlamento, o Sr. Chang estava imune à acusação sem o consentimento do parlamento nacional. Foi com base nessa imunidade que o tribunal superior [da África do Sul] considerou ilegal a decisão do ex-ministro e, consequentemente, irracional”, frisa a PGR.

“Moçambique está sob uma nova administração resultante das eleições de outubro de 2019. O Sr. Chang não é mais um membro do parlamento. Portanto, o Sr. Chang não goza mais de imunidade oferecida a um membro do parlamento”, acrescenta.

O Governo moçambicano argumenta ainda que a África do Sul deveria ter em consideração “os crimes cometidos em vários Estados”, no entanto, “Moçambique é o principal afetado pelos delitos”

“As ofensas colocaram Moçambique numa posição em que se espera que pague por uma obrigação no valor de 2 mil milhões de dólares [1,842 mil milhões de euros], da qual não obteve benefícios”, vinca Alberto Paulo.

O vice-procurador-geral, no documento enviado em nome da ministra dos Negócios Estrangeiros moçambicana, Verónica Dlhovo, e da procuradora-geral Beatriz Buchili, realça que “os pobres de Moçambique são as vítimas dessas ofensas”.

Além de Moçambique e dos EUA intervêm ainda no processo de extradição de Manuel Chang o Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), plataforma de sociedade civil moçambicana, desde agosto de 2019.

No mandato do antigo ministro da Justiça Michael Masutha, nomeado pelo ex-Presidente Jacob Zuma, o ex-ministro das Finanças de Moçambique Manuel Chang enfrentou, no âmbito do caso das ‘dívidas ocultas’, dois pedidos de extradição – dos EUA e de Moçambique – quando gozava de imunidade parlamentar.

Em 13 de Julho, o actual ministro da Justiça sul-africano Ronald Lamola solicitou, após a sua nomeação pelo Presidente Cyril Ramaphosa, que a decisão do anterior ministro da Justiça fosse analisada e anulada por ser contrária às disposições da Lei de Extradição sul-africana e ao protocolo de extradição do SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral).

Lusófonos pouco empenhados no acordo de comércio livre em África

Os países africanos lusófonos estão pouco empenhados na concretização do Acordo de Comércio Livre em África (AfCFTA, na sigla inglesa) e pouco preparados para o aplicar, com São Tomé e Príncipe a ser a exceção positiva, revela um estudo.

O relatório AfCFTA – Ano Zero, promovido pela parceria que reúne empresários e líderes políticos africanos, The AfroChampions Iniciative, foi elaborado antes da pandemia provocada pelo novo coronavírus ter atingido o continente.

O documento foi divulgado, na segunda-feira, numa altura em que cresce a preocupação do setor privado quanto a um possível adiamento da entrada em vigor oficial da zona de comércio livre africana, em 01 de julho.

O estudo avaliou, por um lado, o compromisso dos 55 Estados-membros da União Africana com a zona de comércio livre, nomeadamente através da assinatura ou ratificação do acordo e dos protocolos relacionados, e por outro, o grau de prontidão para a entrada em vigor nos seus territórios das medidas nele contempladas.

Quando combinados os dois critérios, Guiné Equatorial (28.º) Moçambique (29.º), Guiné-Bissau (41.º), Angola (46.º) e Cabo Verde (52.º) estão todos abaixo do meio da tabela.

Acima desta linha apenas São Tomé e Príncipe, que ocupa o 10.º lugar entre os países mais comprometidos e que foi, além da Guiné Equatorial, o único lusófono a ratificar o acordo.

Na combinação dos dois critérios, desce para 13.º lugar.

O país mais empenhado é o Ruanda e o menos empenhado a Eritreia, que não assinou o acordo.

Os primeiros 10 lugares em termos de empenho são dominados por países da África Oriental – Ruanda (1.º), Uganda (4.º), Quénia (7.º) e Djibuti (9.º) –, e da África Ocidental – Mali (2.º), Togo (3.º), Gana (5.º), Níger (6.º) e Senegal (8.º).

São Tomé e Príncipe (10.º) é o único país da África Central entre os 10 primeiros.

Os autores do estudo manifestam preocupação com a presença de quatro países do norte de África – Tunísia, Marrocos, Argélia e Líbia – entre os menos empenhados, dada a dimensão e a importância das suas economias.

A classificação valorizou também o compromisso dos países com a livre circulação de pessoas, o que colocou muitos Estados com “um nível de compromisso relativamente baixo”.

Quanto à prontidão para aplicar as medidas de facilitação de comércio entre países da região, o país mais bem preparado é a África do Sul e o mais mal preparado o Sudão do Sul.

Os 10 primeiros lugares em termos de prontidão são dominados por cinco países da África Austral – África do Sul, Botsuana, Maurícias, Namíbia e Zâmbia –, mas incluem também países do norte de África (Egito) África Oriental (Ruanda, Quénia e Tanzânia) e África Ocidental (Costa do Marfim).

Na classificação combinada de empenho e prontidão, o Ruanda lidera a tabela, seguido do Quénia (2.º), Togo (3.º), Costa do Marfim (4.º), Uganda (5.º), Gana (6.º), Senegal (7.º), Maurícia (8.º), o Djibuti (9.º) e o Níger (10.º).

Nenhuma das três maiores economias do continente – África do Sul, Egito e Nigéria – figura entre os 10 primeiros lugares no desempenho global.

Entre os 10 países piores classificados, o estudo destaca os casos de Angola (46.º), Líbia (49.º) e Burundi (50.º) que ainda não ratificaram o acordo nem o protocolo sobre a livre circulação de pessoas.

O estudo assinala que 47% dos países ainda não ratificou o tratado e que nenhum dos 54 estados que assinaram completou a respetiva estratégia nacional para a sua implementação, considerando que a ausência destas estratégias representa um “sério risco à viabilidade do acordo” a longo prazo.

O acordo de livre-comércio pretende liberalizar o comércio no continente e tem como objetivo eliminar as tarifas aduaneiras em 90% dos produtos.

O AfCFTA permitirá criar o maior mercado do mundo com um Produto Interno Bruto (PIB) acumulado a ascender a 2,5 biliões de dólares, de acordo com estimativas anteriores à pandemia de COVID-19.

 

Vespa “assassina” detectada nos EUA

Em plena pandemia de coronavírus, os Estados Unidos enfrentam agora outra ameaça, que pode afectar explorações de mel, agrícolas e mesmo reclamar vidas: foi identificado no território a presença de vespas asiáticas gigantes, também conhecidas pelo nome de “vespas assassinas”, devido ao apetite voraz por colónias de abelhas e cujas picadas já provocaram mortes humanas em vários pontos do globo.

O nosso principal receio é o impacto para os apicultores, podem arruiná-los ou significar custos importantes. É algo que queremos evitar.

Chris Looney
entomólogo do Departamento de Agricultura do Estado de Washington

A chamada “vespa assassina” foi recentemente detectada no Estado de Washington.

Podendo chegar aos 5 centímetros, é uma espécie ainda mais perigosa do que a vespa asiática responsável, há vários anos, pela destruição de numerosas explorações de mel na Europa e, nomeadamente, em Portugal.

Trump desmobiliza grupo de trabalho para a Covid-19

O grupo de trabalho que a Casa Branca juntou para gerir a crise sanitária actual vai ser desmobilizado nas próximas semanas. O anúncio foi feito pelo presidente americano, que pretende investir numa outra estratégia: a de delegar progressivamente a coordenação às agências federais.

Numa visita ao Arizona, Donald Trump declarou que “o vice-presidente Mike Pence e o grupo de trabalho têm feito um percurso notável, mas a perspetiva agora é diferente: consiste na segurança e abertura. E, por isso, provavelmente as pessoas encarregues serão outras”.

Acusado sucessivamente de dar prioridade à economia em vez da saúde pública, Trump insiste na resposta da vacina. O presidente salienta que os Estados Unidos estão “a trabalhar de muito perto com outros países” e que irá “tirar o chapéu” a quem encontrar a solução, mas ressalva que “não é uma questão de quem chega primeiro, segundo ou terceiro”.

As autoridades americanas contabilizam cerca de 1 milhão e 200 mil infetados com o novo coronavírus, mais de 70 mil mortos e 20 mil novos casos diários. Há previsões que apontam, após a reabertura progressiva, para 3 mil mortos por dia em junho.

Membros da Comissão Nacional de Eleições trabalham fora do mandato

Os actuais membros da Comissão Nacional de Eleições estão a trabalhar fora do seu mandato. Apesar disso, o presidente da primeira comissão da Assembleia da República diz que não se sabe quando é que o tema será analisado no parlamento.

A Assembleia da República aprovou em finais de Julho do ano passado a revisão pontual da Lei orgânica da Comissão Nacional de Eleições. O documento previa a prorrogação de mandatos de alguns vogais da CNE uma vez que os mesmos tomaram posse em 2013 e o seu mandato terminava em Maio de 2019. Na altura a primeira comissão do parlamento defendeu a prorrogação do mandato até 30 Abril de 2020. O objectivo era evitar que a CNE funcionasse em condições irregulares, assim como evitar perturbar o processo eleitoral que se avizinhava. O antigo presidente da primeira Comissão, Edson Macuácua, explicou que, além de evitar o funcionamento irregular da CNE, a revisão pontual da lei iria evitar que todo o processo eleitoral também fosse considerado irregular, por isso é que o Parlamento criou condições para a uniformização da data do início e fim do mandato dos membros da CNE, uma vez que uma parte foi empossada em 2013 e a outra em 2014.

“A prorrogação do mandato dos actuais membros da CNE, evita que, desencadeando-se um processo para o concurso público observando-se todos procedimentos, os prazos, se possa perturbar o decurso do processo eleitoral que encontra-se numa fase crucial e bastante avançada. A proposta surge igualmente da necessidade de se garantir a manutenção do ritmo dos trabalhos da Comissão Nacional de Eleições, tendo em conta a fase crucial em que se encontra a preparação das eleições presidenciais, legislativas e das assembleias provinciais, marcadas para 15 de Outubro”, explicou Edson Macuácua.

O prazo definido terminou, mas o parlamento ainda não agendou o tema e não tem data para o efeito segundo fez saber ontem o actual presidente da primeira comissão do parlamento António Boene.

“Não sei qual vai ser a posição da comissão permanente, mas tecnicamente e legalmente, os espaços que nos reservam para o fim desta sessão não me parece que seja possível nesta sessão proceder a eleição dos novos membros da Comissão Nacional de Eleições. Provavelmente na próxima sessão da Assembleia da República”. Afirmou Boene

Fernando Mazanga, vogal da CNE indicado pela Renamo entende que neste momento cabe também aos partidos políticos se organizarem para a manutenção ou indicação dos novos membros, “Neste momento cabe aos próprios partidos políticos propor os mesmos ou os novos que achar aquilo que são os seus desejos, e também terá que ser desencadeado uma ação para eleição dos membros da sociedade civil”.

A lei orgânica da Comissão Nacional das Eleições determina que o mandato dos membros do órgão é de seis anos e os mesmos cessam com a tomada de posse de outros membros.

Ataque armado faz um ferido grave e três ligeiros em Manica

Uma pessoa ficou gravemente ferida e outras três tiveram ferimentos ligeiros em consequência de um ataque armado ocorrido na manhã desta terça-feira, na região de Muda Serração, na província de Manica.

O alvo foi um autocarro de transporte de passageiros pertencente a companhia Transportes Terrestres de Moçambique (TTM), que saiu esta segunda-feira de Maputo com destino a província de Tete, tendo pernoitado na zona de Mutindiri, limite entre as províncias de Manica e Sofala, por receio de ataques armados.

Na manhã desta terça-feira, por volta das 8 horas, não se foi a tempo de evitar o pior, uma vez que minutos depois de ter iniciado a marcha, eis que o autocarro é emboscado por homens armados que dispararam vários tiros, resultado em quatro feridos.

Abdul José, contou ao “O País” que o autocarro no qual seguia arrancou de Mutindiri, local da pousada, por volta das 7 horas e quando já estavam na zona de Muda Serração, foram surpreendidos com vários tiros que saiam de uma mata tensa, os quais feriram parte dos ocupantes.

“Começamos a andar. Na zona de Muda serração houve vários tiros disparados contra o carro. Um dos passageiros foi atingido na perna e pelo que pude testemunhar, só pode vir a ser amputado”, contou a fonte.

Após o ataque, os feridos foram encaminhados para Centro de Saúde de Mutindiri, para depois serem dirigidos a uma unidade sanitária de referência, no caso o hospital provincial de Chimoio.

A viatura que teve várias perfurações de balas, seguiu depois viagem com destino a província de Tete.

Refira-se que o ataque desta terça-feira é quarto que ocorre na província de Manica, com balanço a apontar para oito feridos.

Economistas moçambicanos questionam a sustentabilidade da divida defendida pelo FMI

Economistas rejeitam a ideia de sustentabilidade da dívida pública moçambicana defendida pelo Fundo Monetário internacional (FMI), e dizem que sem medidas que possam travar o crescente endividamento, vai ser difícil garantir essa sustentabilidade.

De acordo com as previsões do FMI, a dívida pública moçambicana vai continuar em dificuldades, mas é sustentável em termos futuros, embora ela deva atingir 113,7 por cento neste final do ano, devido, em parte, ao impacto da pandemia da Covid-19.

Em 2021, diz o FMI, a dívida moçambicana começará a cair para 106,2 por cento.

Mas, para o economista João Mosca, isso passa por o Governo tomar medidas sérias relacionadas com a dívida pública.

“É preciso encontrar formas de travar o crescente endividamento, interno e externo, mas sobretudo externo, que coloca a dívida moçambicana numa situação cada vez mais insustentável” defende o economista.

Além disso, é fundamental abrir uma negociação estruturada da dívida moçambicana e definir objectivos claros da restruturação e da abrangência dessa restruturação.

Para o economista António Francisco, a história da sustentabilidade da dívida pública moçambicana depende do jogo e da expectativa de que pode ser paga logo que iniciar a exploração de recursos naturais.

Diz Francisco, que existe a ideia de que “se houver gás, há a possibilidade de um conjunto de rendimentos”.

O FMI afirma que as perspectivas de médio prazo permanecem positivas, devido aos megaprojetos do gás natural liquefeito, reconhecendo que apesar de alguns atrasos, os projetos vão avançar.

Forças moçambicanas combatem Estado Islâmico em Cabo Delgado

“O Daesh (Estado Islâmico), pela primeira vez, está a ser combatido a sério, em Cabo Delgado, disse o comentador português Nuno Rogeiro à televisão SIC, de Lisboa.

Em entrevista na última edição do programa “Leste a Oeste”, Rogeiro disse que o grupo “está a ser derrotado, em muitos sítios”, em operações nas quais as forças moçambicanas recorrem a drones, aeronaves sem tripulação.

Daesh é o acrónimo em árabe formado pelas letras iniciais de “al-Dawla al-Islamiya fil Iraq wa al-Sham”, o nome anterior do grupo Estado Islâmico.

Durante o programa, Rogeiro mostrou imagens aéreas que disse serem de elementos do Estado Islâmico em fuga após ataques das forças moçambicanas, alegadamente apoiadas pelas zimbabueianas.

O comentador e analista citou uma mensagem de um dos chefes do Estado Islâmico, de origem ugandesa, na qual diz à população que “nós viemos para vos libertar dos porcos (…) vocês têm que adoptar a lei da Sharia. Nós havemos de voltar”.

Hoje, 5 de maio, a VOA viu na página do Facebook do comentador Nuno Rogeiro notas que dão conta de um ataque das forças moçambicanas a “principal base” do Estado Islâmico, em Cabo Delgado, denominada “Síria”.

Rogeiro escreve que “os comandantes tanzanianos e ugandeses encontram-se em fuga”.

Os ataques das forças moçambicanas ganham esta nova forma após o recente reconhecimento das autoridades de que o país é alvo de ataques terroristas.

Em cerca de três anos, ataques atribuídos ao grupo mataram, pelo menos, 900 pessoas e destruíram centenas de casas e edifícios estatais na província de Cabo Delgado.

África já soma 1843 mortos e mais de 47 mil casos de covid-19

África registou até ontem (05) um total de 1843 mortes associadas à covid-19, em mais de 47 mil casos diagnosticados em 53 países do continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), nas últimas 24 horas, o número de mortos subiu de 1.801 para 1.843, enquanto as infecções aumentaram de 44.483 para 47.118 e o número total de doentes recuperados subiu de 14.921 para 15.587.

A pandemia afecta 53 dos 55 países e territórios de África, com cinco países – África do Sul, Argélia, Egito, Marrocos e Nigéria – a concentrarem cerca de metade das infeções pelo novo coronavírus e mais de dois terços das mortes associadas à doença.

O Egito regista 436 mortos e 6.813 infetados, a África do Sul conta 138 mortos e 7.220 doentes infetados, enquanto Marrocos totaliza 179 vítimas mortais e 5.053 casos e a Nigéria tem 93 mortos e 2.802 infetados.

O maior número de vítimas mortais regista-se na Argélia (465), em 4.648 doentes infetados.

Apenas o Lesoto e a República Saarauí continuam sem notificar casos de covid-19.

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções, com 413 casos, incluindo o primeiro-ministro no poder e mais três membros do seu Governo, e regista uma morte.

Cabo Verde tem 175 casos e dois mortos, enquanto São Tomé e Príncipe tem 174 casos e 3 mortos e o Governo decretou na segunda-feira o confinamento obrigatório.

Moçambique tem 80 doentes infetados e Angola tem 35 casos confirmados de covid-19 e dois mortos.

A Guiné Equatorial, que está integrada na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 315 casos positivos de infeção e um morto, segundo o África CDC.

Rússia regista mais de 10 mil novos casos pelo terceiro dia consecutivo

A Rússia registou ontem (05), pelo terceiro dia consecutivo, mais de 10.000 casos de covid-19, elevando o número total de pessoas diagnosticadas com a doença acima das 155.000, informaram as autoridades de saúde do país.

Nas últimas 24 horas, foram registados 10.102 novos casos de covid-19 e 95 mortes causadas pela infeção, o que significa que, desde o início da pandemia, o total de vítimas confirmadas no país soma 155.370, de acordo com o relatório diário publicado na página do Governo stopkoronavirus.rf

O número de óbitos total é de 1.451.

A capital russa, com 80.115 casos confirmados e 816 mortes, é o principal foco infeccioso do país, seguido pelo município de Moscovo, com 15.761 infeções e 127 mortes.

O presidente da câmara de Moscovo, Sergey Sobianin, alertou que estudos e modelos matemáticos indicam que cerca de 2% da população do município, cerca de 250.000 pessoas, está infetada com o novo coronavírus.

Segundo Sobianin, medidas restritivas, como o “autoisolamento“, como as autoridades russas chamam ao confinamento, ou o sistema de passes eletrónicos que permitem, a quem os tem, circular pela cidade, não serão levantadas até que a pandemia desapareça.

Os habitantes de Moscovo cumprem, em geral, as disposições da câmara municipal, que já anunciou que, nos próximos dias, irá obrigar os utentes do metropolitano a usar máscaras, que podem ser compradas nas bilheteiras das estações.

A Praça Vermelha parecia absolutamente deserta esta manhã, tal como quase todo o centro de Moscovo, segundo descreve a agência espanhola de notícias Efe.

A Praça Pushkin, um dos pontos de encontro favoritos dos habitantes de Moscovo, também estava vazia, assim como as avenidas vizinhas, onde apenas alguns trabalhadores municipais trabalhavam na limpeza.

Nas estações do metropolitano, a atmosfera era, segundo a mesma fonte, um pouco mais animada, apesar do número restrito de passageiros, obrigatório durante a crise sanitária, muitos deles com máscaras e luvas e em distanciamento social de mais de um metro e meio.

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou que vai reunir-se com o Governo para estudar uma possível redução das restrições impostas para conter a propagação da pandemia.

Embora o confinamento tenha servido para reduzir os contágios, também levou a um aumento considerável da violência doméstica.

“De acordo com dados de organizações não governamentais, o número de vítimas de violência doméstica aumentou, desde 10 de abril, duas vezes e meia”, afirmou hoje a defensora dos direitos humanos Tatiana Moskalkova, em entrevista à agência RIA-Novosti.

Moskalkova propôs isentar as mulheres vítimas de violência de género do passe eletrónico para que possam ir aos centros de acolhimento ou registar as respetivas queixas.

Desde que foi detetada na China, em dezembro passado, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios. segundo um balanço da agência de notícias AFP.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (68.689) e mais casos de infeção confirmados (quase 1,2 milhões).

Seguem-se Itália (29.079 mortos, quase 212 mil casos), Reino Unido (28.734 mortos, mais de 190 mil casos), Espanha (25.613 mortos, mais de 219 mil casos) e França (25.201 mortos, mais de 169 mil casos).

Por regiões, a Europa soma cerca de 145 mil mortos (mais de 1,5 milhões de casos), Estados Unidos e Canadá mais de 72 mil mortos (mais de 1,2 milhões de casos), América Latina e Caribe quase 14 mil mortos (mais de 261 mil casos), Ásia mais de 9.200 mortos (mais de 246 mil casos), Médio Oriente cerca de 7.000 mortos (mais de 186 mil casos), África mais de 1.800 mortos (mais de 47 mil casos) e Oceânia 123 mortos (mais de 8.100 casos).

Human Rights Watch pede à China que acabe com discriminação a africanos

TO GO WITH China-HongKong-Africa-Economy-Trade,FEATURE by Rhia Tejpe In a picture taken on August 26, 2013, a trader from Zambia (R) sits outside a clothing wholesale market in Guangzhou. The engines behind a lucrative trade between China and Africa lie in the low-cost manufacturing mecca of Guangdong province in southern China, drawing entrepreneurs from across Africa, creating one of the largest black communities in Asia in the provincial capital of Guangzhou. AFP PHOTO (Photo credit should read STR/AFP/Getty Images)

A organização não-governamental (ONG) Human Rights Watch (HRW) pediu ontem (05) a Pequim que acabe com a discriminação aos africanos na China no âmbito da pandemia da covid-19.

“OGoverno chinês deve parar com o tratamento discriminatório aos africanos relacionado com a pandemia de Covid-19″, afirmou a ONG em comunicado.

“As autoridades também devem proteger africanos e pessoas de ascendência africana em toda a China contra discriminação no emprego, moradia e em outros domínios”, defendeu a HRW.

Um dos membros da organização na China, Yaqiu Wang, citado na mesma nota, argumentou que “as autoridades chinesas reivindicam ‘tolerância zero’ à discriminação, mas o que estão a fazer com os africanos em Cantão [cidade no sul] é apenas um exemplo”.

“Pequim deve investigar imediatamente e responsabilizar todos os funcionários e outros responsáveis pelo tratamento discriminatório”, acrescentou.

ONG recordou que a 12 de abril as autoridades da província de Guangdong, onde se situa Cantão, anunciaram que todos os estrangeiros deviam aceitar as medidas de prevenção e contenção da pandemia da covid-19.

Mas, na prática, as autoridades tinham como alvo os africanos para testes e quarentena forçado, alegou a HRW: “Visitaram casas de residentes africanos, testando-os no local ou instruindo-os a fazer um teste em um hospital. Alguns receberam ordens para se confinarem em casa com câmaras de vigilância ou alarmes instalados fora dos seus apartamentos”.

O que não se justificava, para a ONG, já que “não havia base científica evidente para esta política”.

Afinal, “a maioria dos casos importados da covid-19 para a província eram cidadãos chineses que regressavam ao país” e “muitos africanos já haviam testado negativo para o coronavírus, não tinham histórico recente de viagens ou não tinham contacto com pacientes”, acrescentou a HRW.

Em meados de abril, o Governo chinês garantiu ter “tolerância zero” para com tratamento discriminatório, depois de países africanos terem protestado formalmente contra a alegada discriminação sofrida pelos seus cidadãos em Cantão, devido à pandemia do novo coronavírus.

“Os nossos amigos africanos podem contar com uma receção justa, cordial e amigável na China”, afirmou o porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Zhao Lijian.

O porta-voz respondeu assim a uma carta enviada pelos embaixadores africanos ao ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, e ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Os embaixadores africanos denunciaram ainda alegadas quarentenas forçadas para africanos, apesar de testarem negativo, ameaças de anulação do visto de residência e deportação pelas autoridades chinesas, apesar de terem os documentos em dia.

Portugueses a residirem na China, precisamente em Cantão, queixaram-se também à Lusa em meados de abril de discriminação por parte de chineses por medo da covid-19, uma realidade que já então a HRW disse que afetava a comunidade estrangeira e que estava a ser ignorada por Pequim.

“O Governo central tem o dever de proteger toda a gente (…) Este racismo tem de ser parado”, afirmou também em meados de abril à agência Lusa o vice-diretor da HRW para a Ásia, acrescentando que a ONG tem recebido várias denúncias de estrangeiros barrados em vários serviços e que estão a sofrer ataques xenófobos nas ruas e nas redes sociais do país.

A mesma organização denunciou casos em que proprietários expulsaram residentes africanos, forçando muitos a dormir na rua, e de hotéis, lojas e restaurantes que recusaram clientes africanos.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias France-Presse (AFP), a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Seis mortos em queda de avião humanitário na Somália

Seis pessoas morreram na segunda-feira ao despenhar-se na Somália um avião que transportava material e equipamento para apoio na luta contra a pandemia de covid-19, anunciaram e as autoridades somalis.

“É terrível. Perdemos seis passageiros. Ninguém sobreviveu”, afirmou o ministro estadual dos Transportes, Hassan Hussein, em declarações citadas pelo diário local Garowe Online.

Em comunicado, o Governo federal da Somália precisou que o avião era proveniente da cidade de Baidoa, no sul, onde tinha feito escala depois de ter deixado Mogadíscio.

O acidente ocorreu cerca das 15h30 horas locais (13h30 hora de Lisboa).

“O Governo está a fazer uma investigação exaustiva e divulgará os resultados oportunamente. As nossas mais profundas condolências às famílias e amigos que possam ter perdido os seus entes queridos”, acrescentou o executivo.

As autoridades somalis não se pronunciaram sobre informações que levantam a hipótese de o avião ter sido derrubado acidentalmente por tropas etíopes integradas na missão da União Africana na Somália (AMISOM), que se encontram destacadas na região para combater o grupo ‘jihadista‘ Al-Shebab.

Em Nairobi, onde esta a sede da empresa de aviação, a African Express lamentou, através da sua conta na rede social Twitter, a perda de seis vidas.

“Exigimos uma investigação exaustiva. É um dia triste para a aviação”, acrescentou a companhia, sem avançar detalhes sobre os falecidos.

Entretanto, o jornal queniano “Daily Nation” avançou que se trata de dois pilotos quenianos e quatro nacionais da Somália.

Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Quénia pediu às autoridades somalis que investiguem “as confusas circunstâncias” da tragédia.

A Somália regista 756 infeções e 35 mortes por covid-19.

A Somália vive em conflito e em estado de caos desde 1991, quando foi destituído o Presidente Mohamed Siad Barre, que deixou o país ingovernável e nas mãos de milícias islamitas e senhores da guerra que disputam o território.

COVID-19: OMS diz que o vírus tem origens naturais

O coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa causada por um novo vírus. A doença causa problemas respiratórios semelhantes à gripe e sintomas como tosse, febre e, em casos mais graves, dificuldade para respirar.

Porque não há nenhum medicamento específico para tratar o Coronavírus, as instituições de saúde recomendam que se lave as mãos com frequência e se evite tocar o rosto e ter contato próximo para se prevenir.

Sobre a origem do novo Coronavírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) volta a insistir que “tudo aponta para origens naturais”.

A OMS afirma também que Washington, que diz ter “provas muito significativas” de que o vírus veio do laboratório de alta segurança de Wuhan, “não apresentou nenhum dado concreto nesse sentido”.

Michael Ryan, responsável pelo Programa de Emergências da OMS, também confirma que “o governo dos Estados Unidos não avançou com qualquer elemento preciso, por isso trata-se de um cenário especulativo. Seria importante receber informações adicionais sobre a origem do vírus, porque esse é um dado fundamental no controlo da saúde pública no futuro”.

Charlie Parton, antigo diplomata britânico na China, ressalta que “o mais importante agora é que os chineses conduzam uma investigação transparente para o resto do mundo, de forma a poder determinar o que realmente aconteceu, como é que o vírus se desenvolveu e que medidas são necessárias no presente e no futuro”.

No entanto, a Organização Mundial de Saúde realça a cooperação dos cientistas chineses no combate à pandemia e alerta também para as consequências das acusações a nível político para um trabalho em conjunto no futuro.

Vagas de emprego do dia 05 de Maio de 2020

Foram publicadas hoje, dia 05 de Maio de 2020 no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Lista de oportunidades de emprego para hoje

1. Vaga para Técnico de Farmácia

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Farmácia. Saiba mais.

2. Vaga para Técnico de Gestão e Administração Hospitalar

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão e Administração Hospitalar. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico de Medicina Geral

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Geral. Saiba mais.

4. Vaga para Enfermeiros Gerais

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.

5. Vagas para Enfermeiras de SMI

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Enfermeiras de SMI. Saiba mais.

6. Vaga para Médico de Clínica Geral de 2ª

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Médico de Clínica Geral de 2ª. Saiba mais.

7. Vaga para Supervisor/ Líder de Equipa (Caldeireiro)

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor/ Líder de Equipa (Caldeireiro). Saiba mais.

8. Vaga para Porteiro

A Ordem dos Enfermeiros de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Porteiro. Saiba mais

9. Vaga para Gestor de Operações

A Sociedade Moçambicana de Gestão de Planos de Saúde, pretende recrutar um (1) Gestor de Operações. Saiba mais

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Oficial de Finanças

O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.

2. Vagas para Docentes N1 – Engenharia Electrónica

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro dois (2) Docentes N1 – Engenharia Electrónica. Saiba mais.

3. Vagas para Docentes N1 – Electricidade Industrial

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro três (3) Docentes N1 – Electricidade Industrial. Saiba mais.

4. Vaga para Docente N1 – Engenharia Hidráulica

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro um (1) Docente N1 – Engenharia Hidráulica. Saiba mais.

5. Vaga para Docente N1 – Arquitectura

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro um (1) Docente N1 – Arquitectura. Saiba mais.

6. Vaga para Docentes N1 – Engenharia Civil

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro quatro (4) Docentes N1 – Engenharia Civil. Saiba mais.

7. Vaga para Assessor Clínico Distrital

A Friends in Global Health está a recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clínico Distrital . Saiba mais.

8. Vaga para Oficial Financeiro Nacional

A Friends in Global Health,  está a recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Oficial Financeiro Nacional. Saiba mais.

9. Vaga para Gestor Financeiro Nacional

A Friends in Global Health está a recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Gestor Financeiro Nacional. Saiba mais.

10. Vaga para Coordenador de MEAL – Projecto LAN

A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de MEAL – Projecto LAN. Saiba mais.

11. Vaga para Gerente de Recursos Humanos

A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.

12. Vaga para Supervisor de Cliente Individual

A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Cliente Individual baseado em Namutequeliua na província de Nampula. Saiba mais.

13. Vaga para Assistente de Programa – População Chave

A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente de Programa – População Chave. Saiba mais.

14. Vaga para Oficial de Comércio de Animais Selvagens

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF), pretende recrutar um (1) Oficial de Comércio de Animais Selvagens. Saiba mais.

15. Vaga para Oficial de Desenvolvimento Comunitário

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF), pretende recrutar um (1) Oficial de Desenvolvimento comunitário (Wildlife Field Officer). Saiba mais.

16. Vagas para Consultores Para Mapeamento Geo-Espacial

A Viamo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultores Para Mapeamento Geo-Espacial. Saiba mais.

17. Vaga para Oficial Nacional de Advocacia

A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Nacional de Advocacia. Saiba mais.

18. Vaga para Docente N1

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1. Saiba mais.

19. Vaga para Superintendente de Saúde e Segurança Ocupacional

A Belutécnica S.A., pretende contratar um (1) Superintendente de Saúde e Segurança Ocupacional. Saiba mais.

20. Vaga para Assistente Financeira

A Sunline pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Financeira. Saiba mais.

21. Vaga para Agente de Importação e Exportação

A Sunline pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente de Importação e Exportação. Saiba mais.

22. Vaga para Supervisor de Controlo de Estoque

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Equipamento Rotativo. Saiba mais.

23. Vaga para Coordenador de Equipamento Rotativo

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Equipamento Rotativo. Saiba mais.

24. Vaga para Planificador de Inventário

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Planificador de Inventário. Saiba mais.

25. Vaga para Supervisor de Logística

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Logística. Saiba mais.

26. Vaga para Contabilista

A Helpcode Itália pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.

27. Vaga para Servente

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Servente. Saiba mais.

28. Vaga para Canalizador

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Canalizador. Saiba mais.

29. Vaga para Assistente Técnico Administrativo

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Assistente Técnico Administrativo. Saiba mais.

30. Vaga para Técnico Administrativo

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Técnico Administrativo. Saiba mais.

31. Vaga para Técnico Profissional – Contabilidade

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Técnico Profissional – Contabilidade. Saiba mais.

32. Vaga para Técnico Superior N1 – Direito

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Técnico Superior N1 – Direito. Saiba mais.

33. Vaga para Investigador Universitário Assistente

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Investigador Universitário Assistente. Saiba mais.

34. Vaga para Docente Estagiário

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Docente Estagiário. Saiba mais.

35. Vaga para Gestor de Conformidade

A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente que actua na banca um (1) Gestor de Conformidade. Saiba mais.

36. Vaga para Oficial de Conformidade

A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente que actua na banca, um (1) Oficial de Conformidade que está baseado em Maputo. Saiba mais.

37. Vaga para Especialista em Gestão de Finanças Públicas

O Ministério da Saúde pretende contratar um (1) Especialista em Gestão de Finanças Públicas. Saiba mais.

38. Vaga para Especialista em Planificação e Orçamentação

O Ministério da Saúde pretende contratar um (1) Especialista em Planificação e Orçamentação. Saiba mais.

39. Vaga para Coordenador da UTP do Prosaúde III

O Ministério da Saúde pretende contratar um (1) Coordenador da UTP do Prosaúde III. Saiba mais.

40. Vaga para Docente N1 – Ensino de Geografia

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Geografia. Saiba mais.

41. Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária. Saiba mais.

42. Vaga para Docente N1 – Ensino de Português

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.

43. Vagas para Técnicos de Farmácia

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar  dois (2) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.

44. Vagas para Enfermeiros de SMI

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar dois (2) Enfermeiros de SMI. Saiba mais.

45. Vaga para Técnico de Estatística Sanitária

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Estatística Sanitária. Saiba mais.

46. Vaga para Técnico Superior de Nutrição N1

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico Superior de Nutrição N1. Saiba mais.

47. Vagas para Técnicos de Medicina Preventiva

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva. Saiba mais.

48. Vaga para Técnico de Laboratório

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.

49. Vaga para Técnico de Nutrição

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Nutrição. Saiba mais.

50. Vaga para Técnico de Psiquiatria

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Psiquiatria. Saiba mais.

51. Vagas para Técnicos de Medicina Geral

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar três (3) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.

52. Vagas para Enfermeiros Gerais

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar três (3) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.

53. Vaga para Técnico Provincial (STP)

A Federação Moçambicana de Futebol pretende introduzir um (1) Secretário Técnico Provincial (STP) em cada uma das Associações Provinciais de Futebol. Saiba mais.

Governo da Tanzânia dispensa uso de material de teste da COVID-19

A situação da pandemia da COVID-19 na Tanzânia corre risco de piorar, após o Presidente John Magufuli ter ordenado a suspensão do uso de material de teste importado, sob alegacão do mesmo ter sido deliberadamente sabotado.

Segundo o Presidente Magufuli, os quites de testes importados já foram usados para colher amostras de cabritos, ovelhas e papaia que deram positivo e os mesmos têm sido usados para testar tanzanianos, dando resultados errados.

Já passam cinco dias que Tanzânia não tem dado actualizações sobre casos da COVID-19, depois de Magufuli ter acusado o ministro de saúde de criar pânico na sociedade com os seus relatórios.

A última acusação aconteceu na quarta-feira, tendo sido de 480 infectados e 17 óbitos. Mesmo com este número, Magufuli recusou-se a tomar medidas drásticas de prevenção, tendo apelado para as pessoas a continuar a trabalhar e orar pelo fim do vírus nas igrejas e mesquitas.

O principal partido da oposição apelou este fim-de-semana à suspensão do parlamento por 21 dias, após a morte de três deputados cuja causa não foi revelada.

Dois mortos em naufrágio na Província da Zambézia

O naufrágio de uma embarcação durante o fim de semana causou a morte de duas pessoas no rio do Bons Sinais, na Província da Zambézia.

A embarcação de pequenas dimensões transportando oito pessoas, incluindo os marinheiros, fazia o percurso entre a Cidade de Quelimane e o Distrito de Inhassunge quando naufragou no rio dos Bons Sinais.

De acordo com a Polícia da República de Moçambique o excesso de passageiros foi a causa do naufrágio que causou a morte de dois dos ocupantes.

C. Verde: 1ºMinistro diz que aulas presenciais do ensino básico e secundário, só regressam no próximo ano lectivo

O Primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, anunciou, este sábado no Parlamento, que as aulas presenciais do ensino básico e secundário, só regressam no próximo ano lectivo.

Ulisses Correia e Silva explicou que, para passagem de classe, os alunos serão submetidos a um avaliação administrativa com base nas notas do primeiro e segundo trimestres.

Em Cabo Verde, as aulas foram suspensas a 20 de Março passado, devido à pandemia da Covid-19.

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