O Real Madrid venceu ontem por 2-1 a Real Sociedad, para a 30.ª jornada da Liga espanhola de futebol, e assumiu a liderança, com os mesmos 65 pontos do FC Barcelona, que na sexta-feira empatou com o Sevilha (0-0).
Numa partida com algumas incidências, que motivaram o recurso ao videoárbitro (VAR), o Real Madrid chegou à vantagem na conversão de uma grande penalidade por Sérgio Ramos, aos 50 minutos, num lance que deixou dúvidas no derrube ao brasileiro Vinícius.
Com o penálti marcado à Real Sociedad, Sérgio Ramos, de 34 anos, tornou-se o defesa com mais golos na história do Real Madrid, com 68, segundo as estatísticas da Liga espanhola, superando o máximo de 67 do holandês Ronald Koeman.
A reação da equipa basca foi praticamente imediata e a Real Sociedad viu um golo anulado ao belga Adrian Januzaj por fora de jogo posicional de Mikel Merino, que alegadamente estava a tapar a vista ao guarda-redes Thibaut Courtois.
O Real Madrid elevou para 2-0 por Karim Benzema, num lance que também foi ao VAR, por alegada mão do francês, e a Real Sociedad ainda reduziu para 2-1 por Mikel Merino, aos 83, lançando a incerteza para os minutos finais do encontro.
Com os três pontos conquistados em casa da Real Sociedad, os ‘merengues’ assumiram a liderança da Liga espanhola, com os mesmos 65 pontos do rival FC Barcelona, beneficiando, no confronto direto, de um triunfo (2-0) e um empate (0-0).
O português Gonçalo Guedes deixou a sua marca no triunfo por 2-0 do Valência sobre o Osasuna, com um grande golo e uma assistência, que deixa a equipa na oitava posição, com 46 pontos, a um do Villarreal (sétimo) e da Real Sociedad (sexta)
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para quadro de pessoal quatro (4) Agentes de Call Centers. Saiba mais.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para quadro de pessoal um (1) Gestor de Call Centers. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar dez (10) Mecânicos Montadores. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Projectos. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal seis (6) Operadores de Bombas. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Operadores de Bombas. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Sistemas de Informação Geográfica (GIS). Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio Hidráulico. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal seis (6) Canalizadores. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) – Região Sul, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Canalizadores. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Para Monitoria, Comunicação e Conhecimento. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-Representante de Vendas (Nampula). Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-Representante de Vendas (Xai-Xai). Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-representante de vendas. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) pré-representante de vendas . Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Campo. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cento e treze (113) Activistas. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Prevenção para Adolescentes. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitadores de Ligações. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Agente de Serviços. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista – Projecto Spotlight, SB-2. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion, pretende recrutar para Sofala, um(a) especialista de
saúde no contexto da pandemia da covid-19. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Técnico Jurídico. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Software. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Sistemas . Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Redes. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Gestor Comercial. Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e quatro (164) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e oitenta e quatro (184) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e cinquenta e dois (152) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar trezentos e vinte e nove (329) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar duzentos e vinte e cinco (225) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e dois (162) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
Um macaco de Mirzapur, Índia, que é considerado alcoólatra, matou um homem e deixou 250 pessoas feridas após um ataque de fúria por conta da falta de bebida. Kalua, segundo a imprensa local, era o animal de estimação de um ocultista, que dava a ele todos os dias algum tipo de bebida alcoólica. No entanto, o dono morreu e o animal surtou com a falta do líquido.
Ao fugir para as ruas da cidade, o macaco começou a atacar pessoas, especialmente mulheres e crianças. Segundo o jornal Gulf News, ele atacou, pelo menos, 250 pessoas com mordidas. Uma delas não resistiu e morreu. Após o ataque de fúria, autoridades conseguiram capturar o primata.
Um menino de apenas 3 anos conseguiu sobreviver após cair do 29º andar de um prédio em Changzhou, China. Segundo a imprensa local, o garoto, identificado como Yang, foi deixado sozinho no apartamento, subiu na janela da cozinha e despencou, caindo em um canteiro de flores. O acidente ocorreu em 8 de junho.
A avó de Yang, que deixou o menino sozinho, voltou para casa e não o encontrou. “Ela procurou em todos os lugares e achou o garoto no canteiro de flores do prédio. Ao ver a cena, entrou em pânico e começou a gritar e chorar”, disse Zhou, pai de Yang à emissora de rádio e televisão Jiangsu. A criança foi levada para o hospital e estava em estado crítico.
O futebolista Neymar, do Paris Saint-Germain, foi condenado por um tribunal espanhol a devolver ao FC Barcelona 6,8 dos 20,7 milhões de euros que recebeu no verão de 2016 como prémio de renovação, referiu esta sexta-feira 19, a agência EFE.
A sentença invalida a ação que o brasileiro Neymar interpôs na altura contra o FC Barcelona, em que alegava que o clube espanhol não lhe tinha pago a totalidade do prémio de renovação do contrato até 2021 e que totalizava 64,4 milhões de euros.
Durante a audiência, realizada em novembro de 2019, os advogados do internacional brasileiro Neymar, de 28 anos, reclamaram do FC Barcelona o pagamento dos 43,6 milhões de euros que consideravam estar pendentes como prémio de renovação.
O FC Barcelona, por sua vez, exigiu a Neymar uma indemnização de 22,5 milhões de euros (o valor que o clube pagou de parte do prémio acrescido de juros), por entender que o brasileiro violou o contrato ao assinar pelos franceses do PSG um ano após a assinatura da renovação.
O tribunal considerou que Neymar não só não tinha o direito de receber o valor que pretendia, como também, dada a queixa articulada contra si, devia reembolsar o FC Barcelona pelo excesso que recebeu ao rescindir por vontade própria para assinar por outro clube.
A sentença agora proferida permite ao FC Barcelona recuperar quase um terço do que pagou ao avançado brasileiro pela sua renovação por mais cinco temporadas, embora o vínculo de Neymar tenha durado apenas mais uma época.
O enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas para o diálogo político em Moçambique, Mirko Manzoni, disse esta sexta-feira 19, que o chefe da autoproclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, é inflexível e que todas as aproximações com vista a um entendimento fracassaram.
Manzoni revela que o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Ossufo Momade, tentaram abordar o general dissidente, mas este nunca facilitou as conversações. “Não é verdade que o presidente Ossufo Momade não quis falar com Mariano Nhongo. Todos falaram com o senhor Nhongo e agora o problema está do lado dele”, disse o diplomata.
Mirko Manzoni fala regularmente, há mais de um ano, com Mariano Nhongo, sendo que as reivindicações do militar são idênticas com as dos restantes guerrilheiros da Renamo. Para o embaixador sueco, isto significa que o problema de Mariano Nhongo é político, sem enquadramento no processo de Desmobilização, Desmilitarização e Reintegração (DDR).
No final de uma videoconferência de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, Michel anunciou a decisão, baseada num relatório da chanceler alemã, Angela Merkel, sobre a aplicação dos acordos de Minsk, de prolongar as sanções.
A UE condiciona o levantamento das sanções à Rússia com a aplicação dos acordos de Minsk, que preveem um cessar-fogo e a retirada de armamento pesado no leste da Ucrânia, dominado por separatistas pró-russos.
As sanções em vigor, que terminavam em 31 de julho, foram renovadas por mais seis meses.
A UE adotou pela primeira vez sanções contra a Rússia por interferência no conflito na Ucrânia em 31 de julho de 2014.
A polícia de Bruxelas manifestou-se esta sexta-feira contra a discriminação que, segundo os organizadores da ação, as forças de segurança estão a ser alvo depois de certas condutas policiais verificadas nos protestos desencadeados pela morte do afro-americano George Floyd.
O protesto, que decorreu na capital belga, reuniu cerca de 200 elementos de diferentes unidades das forças policiais de Bruxelas, segundo relatou a agência espanhola EFE.
Concentrados em frente ao edifício do Palácio da Justiça na capital belga, os agentes colocaram as respetivas algemas no chão num gesto simbólico.
“Entre os nossos colegas, há bons e menos bons, mas daí generalizar que todos os polícias são racistas e gostam de violência policial (…). Esse não é o caso”, afirmou a comissária Carolina Gonsalves, em declarações aos jornalistas no local.
A comissária também criticou a atuação da comunicação social, falando num “fanatismo mediático” que, na sua opinião, está a ser sentido atualmente pelos elementos das forças policiais.
“Por vezes, vemos imagens retiradas do contexto que não são interpretadas e que nem sempre coincidem com a realidade”, disse a comissária, admitindo, no entanto, que “certamente há coisas que alguns polícias fazem e que não devem ser feitas”.
A recuperação precisa estar “focada no ser humano e aproveitar as novas tecnologias para criar empregos decentes para todo o mundo”.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou nesta sexta-feira que “o mundo do trabalho não pode e nem deve ser igual ao que era antes da crise”, e pediu medidas coordenadas em nível mundial para criar “empregos decentes para o mundo todo”.
“A pandemia evidenciou enormes deficiências, fragilidades e fissuras. Fala-se muito da necessidade de um ‘novo normal’ depois da crise. Mas não podemos nos esquecer de que, antes da covid-19, o mundo estava longe de ser normal”, analisou.
Guterres citou como situações fora do normal “o aumento das desigualdades, a sistêmica discriminação de gênero, a falta de oportunidades para a juventude, a estagnação dos salários e a mudança climática descontrolada”.
Para o chefe das Nações Unidas, “se forem adotadas medidas inteligentes e oportunas em todos os níveis”, o mundo pode “sair fortalecido da crise, com melhores exemplos e um futuro melhor, mais equitativo e mais ecológico”.
A ONU ressaltou três prioridades: proteger de imediato trabalhadores e empresas para evitar falências e perda de emprego, garantir que os locais de trabalho são seguros conforme o confinamento é aliviado e, por último, colocar em prática uma recuperação “inclusiva, ecológica e sustentável”.
De acordo com Guterres, esta recuperação precisa estar “focada no ser humano” e aproveitar as novas tecnologias para criar empregos decentes para todo o mundo”, utilizando como base as formas criativas com as quais empresas e funcionários se adaptaram à pandemia.
“Milhões de pessoas passaram a noite e a manhã trabalhando através da internet, e em muitos casos os resultados foram surpreendentes”, exemplificou.
As medidas políticas, no entanto, devem levar em conta a realidade de que foram perdidos milhões de empregos, com grande impacto nos trabalhadores informais. Guterres lançou uma clara advertência aos governantes, dado o risco de a pandemia multiplicar a desigualdade.
“Esta crise no mundo do trabalho está alimentando o fogo do descontentamento e da angústia. O desemprego e a perda da renda em grande escala por causa da covid-19 estão minando a sociedade e desestabilizando países e regiões, seja no ponto de vista social, político ou econômico”, frisou.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros anunciou esta sexta-feira que Portugal já recebeu das autoridades moçambicanas a autorização necessária para realização de um voo humanitário com o apoio do Estado, de Lisboa para Maputo, ainda sem data definida.
“O nosso foco está hoje em Moçambique, porque ainda está em estado de emergência, manteve fechado o seu espaço aéreo, e como havia muitos portugueses e outros europeus que tinham de regressar a Portugal, seja por motivos de trabalho, seja por motivos de saúde ou outro”, lembrou Augusto Santos Silva.
“O que fizemos anteontem [quarta-feira] foi pedir formalmente autorização para um voo com o apoio do Estado, e a resposta de Moçambique foi imediata”, explicou o ministro, acrescentando que perante a resposta positiva esta sexta-feira de manhã já se estava “a organizar o voo”.
O governante falava à Lusa à margem da apresentação do plano de ação de resposta sanitária à Covid-19 nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste.
O ministro lembrou que este não é caso único no relacionamento entre Portugal e os países onde há comunidades portuguesas relevantes, como o Luxemburgo, Estados Unidos da América, Canadá, Reino Unido ou Venezuela.
“Mercê da colaboração inexcedível das autoridades locais, foi possível, respeitando os limites do tráfego aéreo, organizar voos específicos, de Estado, para todos os PALOP e muitas vezes esses voos, nos percursos até às capitais dos países, transportarem material e apoios para a frente humanitária do combate à pandemia de Covid-19”, concluiu Santos Silva.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou esta sexta-feira o desmantelamento de uma “base de fornecimento logístico” dos grupos armados que têm protagonizado ataques na província de Cabo Delgado, no norte do país.
Durante a operação, as Forças de Defesa e Segurança neutralizaram um número não divulgado de insurgentes e apreenderam vários bens usados durante as suas incursões, disse esta sexta-feira à Lusa fonte da corporação naquela província do norte de Moçambique, sem avançar mais detalhes.
Em declarações ao jornal Notícias, o diretor de Operações do Comando Geral da PRM, Victor Novela, disse que a operação ocorreu esta semana e, além das neutralizações, foram apreendidas mais de 50 catanas, armas de fogo (em número não especificado), fardamentos e motorizadas.
Foi também apreendida uma cama militar que, pelas características, pertence ao exército de um país da região dos Grandes Lagos. Uma das motorizadas apreendidas tinha uma chapa de matrícula da Tanzânia [país que faz fronteira a norte com Moçambique]”, acrescentou Victor Novela.
O diretor de Operações do Comando Geral da PRM avançou ainda que está em curso uma investigação para aferir, com as autoridades tanzanianas, a legalidade do registo da matrícula para, posteriormente, “descobrir a ligação com o grupo”.
Fonte de uma organização humanitária com representações em vários distritos de Cabo Delgado, consultada hoje pela Lusa, descreve que a segurança no Norte daquela província parece ter sido reforçada.
Nós que estamos aqui sentimos que, de facto, está a fazer-se um trabalho muito forte. Há uma ofensiva muito forte da polícia. [os insurgentes] estão a ser perseguidos”, observou.
Cabo Delgado, província onde avança o maior investimento privado de África para exploração de gás natural, está sob ataque desde outubro de 2017 por insurgentes, classificados desde o início do ano pelas autoridades moçambicanas e internacionais como uma ameaça terrorista.
Em dois anos e meio de conflito naquela província do Norte de Moçambique, estima-se que já tenham morrido, pelo menos, 600 pessoas e que cerca de 200 mil já tenham sido afetadas, sendo obrigadas a procurar refúgio em lugares mais seguros
População é uma das mais afetadas pela pandemia, já que não tem recursos para conseguir se proteger do coronavírus e pela perda de empregos.
Refugiados são uma das populações mais vulneráveis durante a pandemia do novo coronavírus, já que não tem recursos financeiros e nem acesso à saúde, alertou a OMS nesta sexta-feira (19), véspera do Dia do Refugiados, que destacou que refugiados precisam ser incluídos em programas de saúde.
Apesar da preocupação e do medo de que a doença se disseminasse nos acampamentos de refugiados, a ACNUR não registrou ocorrências de surtos, já que teve de se preparar e fornecer os equipamentos necessários.
Porém, as comunidades, em que a grande maioria dos refugiados vivem, foram severamente afetadas, já que com a pandemia, grande parte dos trabalhadores perderam os empregos e as rendas.
Número de refugiados dobrou na última década
No mundo, mais de 18 milhões de pessoas vivem nessas circunstâncias, tendo que deixar o país ou cidade natal por conta de conflitos armados, guerras civis, violência e outros motivos. Cerca de 85% desses refugiados vivem em países pobres e em desenvolvimento, que tem instituições e um sistema de saúde frágeis, explicou o Alto Comissário da ACNUR, Filippo Grandi.
Nos últimos 10 anos, o número de pessoas que tiveram que deixar seu país de origem por conta de conflitos dobrou.
“Nós vivemos em um mundo em que é muito difícil conseguir a paz”, disse Grandi.
Em países como Iêmen, Síria e Líbia, os cidadãos acabam virando refugiados dentro do próprio país, fugindo dos conflitos e sem condições de buscar ajuda em outro lugar. Segundo Grandi, mais de 40% dos refugiados tem menos de 18 anos de idade.
Washington, São Francisco, Seattle ou Nova Iorque. Cidades dos quatro cantos dos Estados Unidos foram palco de manifestações de celebração do dia da emancipação, 19 de junho, quando em 1865 foi proclamado o fim da escravatura no Texas e como consequência em todo o sul confederado. Tulsa, em Oklahoma, palco de um dos piores ataques racistas na história norte-americana, também celebrou.
Donald Trump tinha marcado um comício aqui mas foi forçado a adiar para este sábado. Mesmo assim houve quem não ficasse contente. “Vir aqui neste dia é muita falta de respeito. Podia ter escolhido qualquer outro dia mas honestamente mas vir aqui está errado e não gostamos”, diz uma mulher negra.
Aaron de cinco anos, com uma cabeleira a imitar o cabelo de Donald Trump, vende máscaras com mãe antes do comício do Presidente dos Estados Unidos. Há quem levante questões sobre a segurança e também sobre o coronavirus, facto para, aqui, considerarem existir dois pesos e duas medidas. ” Não percebo como ninguém se queixa em relação a todas aquelas manifestações, os tumultos e o funeral de George Floyd? Sabe, se eles não se queixam sobre isso porque vão queixar-se sobre isto? Quero dizer, não entendo porque é tão desigual…” diz uma vendedora ambulante.
Um estudo do Instituto Nacional de Saúde da Itália dá conta que o novo coronavírus já circulava nas águas residuais das cidades de Milão e Turim em dezembro de 2019. A investigação baseou-se em amostras de água das estações de tratamento de esgotos, recolhidas entre outubro de 2019 a fevereiro de 2020. A teoria de que ele circulava já pela Europa antes de serem detetados os primeiros casos ganha ainda mais força.
Na Alemanha, o exército foi enviado para ajudar a combater o surto de COVID-19 no matadouro do maior produtor de carne de porco da Alemanha. Cerca de 1.100 funcionários da fábrica fizeram o teste ao novo coronavírus, 730 deram positivo. Esta situação levou a que 7.000 pessoas fossem colocadas em quarentena, todas as escolas foram encerradas.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde mostra-se preocupado dizendo que a pandemia está a “acelerar’‘ já que mais de 150.000 casos foram relatados quinta-feira, o número mais elevado, em um dia, até agora.
Em Espanha somam-se mais de 1.000 óbitos aos já contabilizados, após revisão dos números pelas autoridades. O ministro da Saúde da Espanha diz que 34 novos focos de infeção foram detetados nas últimas seis semanas.
Já a Grã-Bretanha reduziu o nível de ameaça já que as autoridades de Saúde Pública dizem que a pandemia está sob controlo.
Controlada mas este ano acabou com as celebrações do Solstício de verão em Stonehenge, um momento importante para milhares de britânicos. A English Heritage irá transmitir o fenómeno através da internet no próximo domingo.
Donald Trump anunciou esta sexta-feira 19, que o presidente republicano da câmara de Tulsa cancelou o recolher obrigatório anteriormente imposto por receio de excessos à margem do seu primeiro comício de campanha.
Ocomício do presidente do Estados Unidos, de novo candidato ao cargo, está marcado para sábado, em Oklahoma, em plena pandemia provocada pelo novo coronavírus.
“Acabo de falar com o muito respeitado presidente de câmara de Tulsa, G.T. Bynum, que me informou que não haverá recolher obrigatório esta noite ou amanhã [sábado] para os nossos muitos apoiantes presentes no comício #MAGA”, um acrónimo para o seu slogan “Tornar a América Grande Outra Vez”, escreveu num tweet Donald Trump, que se candidata à reeleição no dia 3 de novembro.
O presidente americano acrescentou na rede social: “Divirtam-se. Obrigado ao presidente da CâmaraBynum“.
O recolher obrigatório, que abrange apenas a área onde Trump tem agendado fazer o seu discurso no sábado à noite, começou na quinta-feira, às 22:00 locais, e deveria prolongar-se até domingo de manhã, com uma pausa durante o comício.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 456 mil mortos e infetou mais de 8,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (118.758) e mais casos de infeção confirmados (cerca de 2,2 milhões).
O enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas a Moçambique disse ontem (19) que fracassaram as tentativas de negociar com o líder dissidente da Renamo, acusado de protagonizar ataques armados no centro do país.
“Mariano Nhongo é inflexível e todas as aproximações com vista a um entendimento fracassaram”, disse Mirko Manzoni, falando em entrevista ao jornal “O País”.
Em causa estão os ataques no centro do país atribuídos a um grupo liderado por Mariano Nhongo, antigo líder de guerrilha da Renamo, que exige melhores condições de reintegração e a demissão do atual presidente do partido, Ossufo Momade, acusando-o de ter desviado o processo negocial dos ideais do seu antecessor, Afonso Dhlakama, líder histórico que morreu em maio de 2018.
Para o enviado pessoal de António Guterres, as reivindicações de Mariano Nhongo são políticas e não têm enquadramento no processo de desmilitarização, desarmamento e reintegração (DDR) do braço armado do principal partido de oposição, no âmbito dos acordos de paz assinados em agosto do ano passado.
“Não é verdade que o presidente da Renamo não quis falar com Mariano Nhongo. Todos falaram com o senhor Nhongo e agora o problema está do lado dele”, frisou Mirko Manzoni.
Os ataques armados no centro de Moçambique têm afetado Manica e Sofala e já provocaram a morte de, pelo menos, 24 pessoas desde agosto do ano passado, em estradas e povoações das duas províncias.
Apesar de ameaças e incursões atribuídas ao grupo de Nhongo, o processo do desarmamento do braço armado do principal partido de oposição previsto no acordo de 06 de agosto do ano passado continua.
O acordo de paz foi assinado pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e pelo presidente da Renamo, consolidando o cessar-fogo no conflito entre as partes que persistiu até 2016 nalguns distritos do centro do país.
Em 03 de dezembro do ano passado, 10 oficiais da Renamo passaram a incorporar as fileiras do Comando-Geral da polícia moçambicana, no âmbito do processo de pacificação.
No sábado, o Governo moçambicano, a Renamo e o grupo de contacto para a paz oficializaram o primeiro encerramento de uma base militar do principal partido da oposição.
Pelo menos 38 ex-guerrilheiros da Renamo em Sofala entregaram as armas, num processo de desmobilização que será feito por fases, devido às medidas de prevenção contra a pandemia de covid-19
Prevê-se que 5.000 ex-guerrilheiros sejam abrangidos com medidas que lhes permitam uma reintegração na sociedade.
A Amnistia Internacional (AI) acusou as autoridades moçambicanas de manterem em prisão e em condições desumanas, há 18 meses, 16 refugiados e requerentes de asilo, assinalando que essa situação configura uma “violação dos direitos humanos”.
Aposição da organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos surge num comunicado divulgado hoje, quando se assinala o Dia Mundial do Refugiado.
“As autoridades moçambicanas mantêm na prisão 16 refugiados e requerentes de asilo africanos, em condições desumanas, há 18 meses, sem que estes tenham cometido qualquer crime”, refere o comunicado da AI.
Segundo a ONG, o grupo foi detido arbitrariamente no dia 17 de janeiro de 2019 e é constituído por 15 congoleses e um etíope.
Os 16 refugiados foram algemados e alegadamente espancados por polícias e agentes de imigração, no campo de refugiados de Maratane, província de Nampula, norte de Moçambique, adianta o comunicado.
Dois dias depois da detenção, os 16 homens foram transferidos para uma esquadra da polícia em Pemba, capital da província de Cabo Delgado, norte do país.
As autoridades moçambicanas tentaram deportar sete refugiados para a RDCongo, no dia 23 de janeiro do ano passado, mas foram devolvidos no Aeroporto Internacional de Kinshasa pelas autoridades migratórias congolesas.
Em Moçambique, os refugiados estão detidos em condições desumanas, em celas sem casa de banho e sem acesso a água potável, vendo-se obrigados a beber água insalubre, acusa a AI.
Estão também privados de comida suficiente, não têm mantas e dormem em cima de papéis.
“A maior tragédia sobre a contínua detenção arbitrária destes refugiados é que, 18 meses após a sua detenção, continuam sem saber porque foram detidos”, afirma o diretor-adjunto da AI para a África Austral, MuleyaMwananyanda, citado no comunicado.
Mwananyanda considerou “abominável” o tratamento infligido aos 16 refugiados, exortando as autoridades moçambicanas a resolver a situação de acordo com a lei.
A organização sublinha que a detenção arbitrária e prolongada é uma violação dos direitos humanos e expõe as vítimas à ameaça da covid-19.
A AI refere que as autoridades não estão a implementar nenhuma medida de prevenção de covid-19 nas celas em que os 16 refugiados se encontram detidos.
“O Governo moçambicano deve imediata e incondicionalmente pôr fim à detenção arbitrária destes refugiados e libertá–los sem mais demora ou deduzir acusação dentro de padrões internacionalmente reconhecidos, se tiverem cometido algum crime”, lê-se na nota de imprensa.
O ministro da Saúde do Zimbábue, Obadiah Moyo, foi detido na sequência de um caso de corrupção relativamente ao fornecimento de equipamentos para combater a propagação da pandemia, informou esta sexta feira 19, a comissão anticorrupção daquele país.
“Posso confirmar que o ministro da Saúde e Bem-estar da Criança foi detido”, confirmou à agência France-Presse (AFP) o porta-voz da comissão de anticorrupção do Zimbábue, John Makamure.
O governante “está atualmente detido” em Rhodesville, na capital Harare, e a detenção está associada à “aquisição de equipamentos” para combater a pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS–CoV-2).
Obadiah Moyo deverá comparecer em tribunal no sábado, acrescentou John Makamure.
Na quinta-feira, o principal partido da oposição no Zimbábue, o Movimento para a Mudança Democrática, acusou o Governo de utilizar uma empresa que tinha sido criada há cerca de dois meses para fornecer equipamentos para mitigar a covid-19.
A Drax Consult SAGL tinha um contrato firmado com o Governo de cerca de 20 milhões de dólares (cerca de 18 milhões de euros) para fornecer, entre outras coisas, testes para detetar a presença do novo coronavírus e equipamentos de proteção individual.
Em março, as autoridades da Hungria, país onde está registada esta empresa, revelaram preocupações relativamente a um pagamento suspeito de dois milhões de dólares (1,79 milhões de euros.
O Governo zimbabueano ainda não comentou o assunto.
O país registou até hoje 479 casos de infeção pelo SARS–CoV-2 e quatro mortes. Contudo, este número poderá estar desfasado da realidade devido ao número reduzido de testes disponíveis.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 454 mil mortos e infetou mais de 8,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em tempo de confinamento devido ao coronavírus, camionistas aproveitam-se da exclusividade de circulação entre Moçambique e África do Sul para tráfico e contrabando de produtos.
As Alfândegas apreenderam no posto da fronteira de Ressano Garcia vinhos diversos avaliados em 760 mil meticais, mais de 10 mil dólares americanos.
O director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou esta sexta-feira 19, que a pandemia de covid-19 está a acelerar e que o mundo está agora “numa fase muito perigosa”.
Falando numa conferência de imprensa online a partir da sede da organização, em Genebra, o responsável disse que só na quinta-feira foram comunicados à OMS mais 150 mil novos casos de infecção por covid-19, o valor mais elevado até agora.
Desse total “praticamente dois terços” tiveram origem no continente americano, com muitos casos também no sul da Ásia e no Médio Oriente, explicou.
“O mundo está numa nova fase muito perigosa. Muitas pessoas estão muito cansadas de ficar em casa, os países querem reabrir as suas sociedades e economias, mas o vírus continua a ser transmitido de forma rápida, continua mortal, e as pessoas continuam expostas”, alertou Tedros Adhanom Ghebreyesus.
O director-geral da OMS pediu às pessoas e aos países para que continuem vigilantes e pediu que se mantenham os princípios básicos do distanciamento físico, de se ficar em casa se houver suspeitas de doença, de se cobrir a boca e o nariz em caso de tosse ou espirro, de se usar máscara quando for necessário e de se higienizar as mãos.
“Continuamos a pedir a todos países que se centrem nas medidas básicas, encontrar, isolar, testar e tratar os casos. E fazer o rastreamento de todos os contactos”, acrescentou.
Lembrando que no sábado se assinala o Dia Mundial dos Refugiados o responsável máximo da OMS salientou que o novo coronavirus é um risco acrescido para povos mais vulneráveis, que estão mais susceptíveis ao vírus, já que têm acesso limitado a água e têm problemas de nutrição, além de os sistemas de saúde locais serem mais frágeis.
Segundo o responsável, cerca de 80% dos refugiados em todo o mundo e praticamente todos os deslocados estão em países de baixo ou médio rendimento.
A OMS, disse, está “muito preocupada” com o perigo de o vírus se disseminar em campos de refugiados.
Filippo Grandi, alto comissário das Nações Unidas para os refugiados, também presente na conferência de imprensa, partilhou da mesma preocupação, embora acrescentando que até agora não houve grandes surtos de covid-19 em campos de refugiados.
O responsável disse que aumentou o número de deslocados no mundo nos últimos dois anos e que há 80 milhões de pessoas deslocadas, o que mostra “que 01% da humanidade vive hoje em situação de exílio forçado”.
E deixou ainda outro dado, ao lembrar que mais de 40% dos refugiados e deslocados tem menos de 18 anos.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 454 mil mortos e infectou mais de 8,5 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
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