O Real Madrid aproveitou da melhor maneira o empate a zero do Barcelona em Sevilha, nesta 30.ª jornada da La Liga, para voltar à liderança da prova, ainda que com os mesmos pontos que o grande rival.
Na noite deste domingo 21, a equipa orientada por ZinédineZidane venceu (2-1) a Real Sociedad na deslocação a San Sebastián, numa partida que só ficou resolvida no segundo tempo.
Logo após o reatamento, à passagem do minuto 50, Vinícius Júnior caiu na área basca e o juiz do encontro apontou para a marca dos onze metros, desde a qual o capitão Sergio Ramos não vacilou, abrindo o ativo a favor dos merengues.
O emblema da capital espanhola sentenciou a partida 20 minutos depois, aos 70′, quando KarimBenzema – que atravessa uma fantástico momento, com três golos nos últimos dois jogos – fez o gosto ao pé com um bom remate rasteiro, para ampliar a vantagem blanca no desafio.
A Real Sociedad ainda marcou, aos 84 minutos de jogo, por intermédio de Mikel Merino, mas já não foi a tempo de evitar a derrota.
Fruto deste triunfo, o Real Madrid apanhou o Barcelona na liderança do campeonato espanhol, agora que as duas equipas somam 65 pontos – os merengues, contudo, têm vantagem no confronto direto com os catalães, pelo que assumem o primeiro posto da competição.
A Real Sociedad, por seu lado, segue com 47 pontos, no sexto posto da La Liga e, por isso, em zona de qualificação para a fase de grupos da Liga Europa da próxima temporada.
Centenas de cidadãos indianos que se encontravam no país por diversos motivos foram repatriados após os impactos do coronavírus condicionarem o regresso à India. O alto-comissário da Índia em Moçambique reconhece a flexibilidade do Governo moçambicano.
Vieram a Moçambique por motivos como turismo, visita e negócios, mas com o coronavírus, o regresso à Índia ficou condicionado uma vez que várias companhias aéreas interromperam viagens internacionais.
Entretanto, volvidos meses desde a eclosão da pandemia, eis que o Alto-Comissariado da Índia em Moçambique, em coordenação com a Associação Cultural da Índia e seus parceiros, organizaram condições para permitir o regresso de seus compatriotas.
“Nesta época muitos pedem apoio para regressar à casa, por diversos factores, desde a perda de um parente, o visto fora do prazo e outras razões. Então, articularmos com o alto comissariado da Índia em Moçambique e outros parceiros, que facilitaram a viagem”, disse Nandkmar Nair, responsável pela associação cultural da Índia.
Já o alto-comissário da Índia em Moçambique disse estar feliz pelo facto, bem como pela flexibilidade demonstrada pelo Governo moçambicano.
“Eu queria agradecer o Governo de Moçambique, particularmente, os ministérios do Interior e dos Negócios Estrangeiros e Cooperação. Sem eles essa viagem não seria possível, reconheceu Rajeev Kumar.
Entre os 100 indianos repatriados, quatro vieram de Eswatini. O voo partiu do aeroporto internacional de Maputo, com escala em Adis-Abeba e depois em Mumbai.
O Inter Milão venceu este domingo 21, por 2-1 a Sampdoria, em jogo em atraso da 25.ª jornada da Liga italiana de futebol, liderada pela campeã Juventus, do português Cristiano Ronaldo, com um ponto de vantagem sobre a Lazio.
Os golos do Inter Milão foram marcados pelo belga Romelu Lukaku (1-0), aos 10 minutos, e pelo argentino Lautaro Martinez (2-0), aos 33. A Sampdoria ainda reduziu pelo norueguês Morten Thorsby (2-1), aos 52 minutos.
Com os três pontos amealhados no regresso às vitórias na Liga após a derrota com a Juventus (2-0), antes da interrupção pela covid-19, o Inter segue na terceira posição, com 57, enquanto a Sampdoria ocupa o 16.ª posto, com 26, e com apenas um ponto de vantagem sobre a linha de despromoção.
A Atalanta goleou por 4-1 o Sassuolo, também em jogo em atraso da 25.ª jornada, e somou o quarto triunfo consecutivo, fazendo justiça ao rótulo de equipa mais concretizadora da Liga italiana, com um total de 74 golos marcados.
Aos 16 minutos, o albanês Berat Djimsiti marcou para a Atalanta, num desvio a uma assistência de cabeça, e o colombiano Duván Zapata, aos 31, elevou para 2-0, num lance idêntico, em que o guarda-redes Andrea Consigli falhou a interceção.
Também na sequência de um cruzamento para a área do Sassuolo, em que a bola ressaltou num cacho de jogadores sobre a linha de baliza, a Atalanta elevou para 3-0, com um autogolo do marroquino Mehdi Bourabia, aos 37 minutos.
Aos 66 minutos, a Atalanta elevou para 4-0, com novo golo de Duván Zapata, na sequência de um livre, que marcou o seu 13.º na Liga, e o Sassuolo ainda reduziu para 4-1 por Mehdi Bourabia, aos 90+2, num livre direto em que o marroquino se redimiu do autogolo.
A Atalanta segue na quarta posição, com 51 pontos, dentro dos lugares que dão acesso à Liga dos Campeões, com seis pontos de vantagem sobre a Roma (quinta, com 45), do treinador português Paulo Fonseca.
A Coreia do Norte disse hoje (22) segunda-feira que preparou milhares de balões e milhões de folhetos em preparação para o “castigo retaliatório” contra a Coreia do Sul.
Os detalhes da ação, em notícia na mídia estatal, surge um dia depois do Norte dizer que se preparava para iniciar uma campanha de folhetos anti-Sul, após uma série de condenações vitriólicas de Seul por causa de folhetos anti-Norte flutuando sobre a fronteira.
Os desertores do Sul enviam panfletos, que criticam o líder do Norte, Kim Jong Un, por violações dos direitos humanos e suas ambições nucleares. As mensagens geralmente são anexadas a balões ou flutuadas em garrafas. Analistas disseram que a Coreia do Norte está a conduzir uma série de provocações para forçar concessões de Seul e Washington.
“Os preparativos para a maior distribuição de folhetos já feita contra o inimigo estão quase completos”, lia-se numa notícia da Agência Central de Notícias da Coréia (KCNA).
“As instituições de publicação e impressão a todos os níveis da capital produziram 12 milhões de folhetos de todos os tipos, refletindo a ira e o ódio do povo de todas as esferas da vida”, lia-se na nptícia. Mais de “3 mil balões de vários tipos, capazes de espalhar folhetos nas profundezas da Coreia do Sul, estão prontos “, juntamente com outros meios de distribuição, acrescentou a KCNA.
As relações inter-coreanas estão congeladas há meses, após o colapso de uma cimeira em Hanói entre Kim e o presidente dos EUA, Donald Trump, no início do ano passado.
Essa reunião baseou-se no que o Norte estaria disposto a desistir em troca de um afrouxamento das sanções. O norte, com armas nucleares e empobrecido, está sujeito a várias sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas pelo seus programas de armas proibidos.
O presidente do sul, Moon Jae-in, intermediou inicialmente um diálogo entre Pyongyang e Washington, mas o norte agora culpa-o por não ter convencido os Estados Unidos a relaxar as sanções. “A Coréia do Sul precisa encarar a música.
Somente quando sentir como é doloroso e irritante o descarte de panfletos e resíduos, isso irá afastar seu mau hábito”, afirmou a KCNA.
“Aproxima-se o momento para punições retaliatórias.”
Como parte do que os analistas veem como provocações encenadas, o Norte explodiu na terça-feira passada um escritório de ligação inter-coreano do seu lado da fronteira, provocando ampla condenação internacional. Também ameaçou reforçar a sua presença militar dentro e em redor da Zona Desmilitarizada.
As ações do Norte parecem ser cuidadosamente calibradas, com Pyongyang desenhando o processo emitindo vários avisos incrementais de diferentes fontes oficiais – liderança, departamentos governamentais e militares – antes de cada passo que é dado.
Os dois dias consecutivos de comentários do Norte sobre a sua campanha de folhetos ocorreram depois que Kim Yeon-chul, o responsável da Coréia do Sul para as relações com o Norte, renunciar devido ao aumento das tensōes. Ele expressou esperança de que sua partida “seja uma chance de parar um pouco”.
Fotos divulgadas pelo jornal oficial Rodong Sinmun, no sábado, mostravam norte-coreanos a preparar os folhetos. O ministério da unificação de Seul pediu a Pyongyang que desistir do plano “imediatamente”, considerando-o de “muito lamentável”
A Coreia do Sul também advertiu para a realização de uma operação contra ativistas que enviam panfletos anti-Norte. E apresentou uma queixa policial contra dois grupos desertores pelas mensagens que ofenderam Pyongyang.
As duas Coreias permanecem tecnicamente em guerra depois que as hostilidades da Guerra da Coreia terminaram com um armistício em 1953 e que nunca foi substituído por um tratado de paz.
Os futebolistas do Paris Saint-Germain (PSG) regressam aos treinos na quinta-feira, divididos em pequenos grupos, depois da paragem provocada pela pandemia de covid-19, anunciou hoje o clube francês, já apurado para os quartos de final da Liga dos Campeões.
“Os jogadores vão ser submetidos a exames médicos e físicos entre segunda-feira e quarta-feira, antes de voltarem a pisar a relva do Centro Ooredoo novamente na quinta-feira, em pequenos grupos, na retoma gradual da atividade física”, revelou o PSG no seu ‘site’ oficial.
Depois de eliminar os alemães do Borussia Dortmund nos oitavos de final da ‘champions’, os franceses continuam na prova milionária, cuja fase decisiva vai decorrer em Lisboa, e também estão apurados para as finais das duas taças francesas, que já têm datas indicativas, faltando a confirmação oficial das mesmas.
Os parisienses, que contam com estrelas mundiais como o brasileiro Neymar ou o francês Mbappé, assinalaram hoje que o regresso gradual aos trabalhos também visa a preparação para a final da Taça de França, frente ao Saint-Étienne, e para a final da Taça da Liga francesa, contra o Lyon, que se devem realizar nos dias 24 e 31 de julho, respetivamente.
A UEFA anunciou na quarta-feira que a fase final da Liga dos Campeões 2019/2020 se irá realizar em Lisboa, num formato inédito, com quartos de final, meias-finais e final disputados entre 12 e 23 de agosto, nos estádios José Alvalade e da Luz, em eliminatórias de um só jogo.
A edição 2019/2020 da Liga dos Campeões foi interrompida em março devido à pandemia de covid-19. A final estava inicialmente prevista para maio, em Istambul, na Turquia.
Já o campeonato francês 2019/20 foi oficialmente cancelado em maio, devido à pandemia de covid-19, sendo que o título de campeão foi atribuído ao Paris PSG, que liderava confortavelmente a prova.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 464 mil mortos e infetou mais de 8,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.530 pessoas das 39.133 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
Vista aérea da manifestação em Bamako na sexta-feira, 19.
Milhares de pessoas exigiram ao Presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keita, que renuncie ou que se prepare para enfrentar uma revolta civil, apesar de algumas concessões políticas feitas recentemente em resposta à crescente frustração dos cidadãos frente às várias crises no país.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pede contenção.
Pela segunda vez em duas semanas, representantes de vários grupos políticos e ativistas de direitos humanos encheram a histórica Praça da Independência de Bamako, na capital,na sexta-feira, 19 à noite, para exigir uma resposta à carta enviada ao Presidente em que exigem que Keita, conhecido como IBK, deixe o poder.
Reeleito em 2018 para um segundo mandato de cinco anos, Keita enfrenta uma forte instabilidade isâmica no norte do Mali, a epidemia do novo coronavírus, uma greve de professores e tensões políticas.
“Decidimos manter a mobilização de todas as forças do país até à renúncia do Presidente”, disse o opositor Cheick Oumar Sissoko, num discurso em que defendeu a desobediência civil e a ocupação de locais estratégicos se o Presidente não renunciar.
Após a primeira manifestação, a 5 de junho, o Presidente aceitou fazer algumas concessões, entre elas a criação de um Governo de unidade nacional, mas os manifestantes exigem mesmo a renúncia de Keita.
Neste sábado, o secretário-geral da ONU, António Guterres, “pediu aos líderes políticos do Mali que enviem mensagens claras aos seus partidários para que exerçam o máximo de contenção e evitem qualquer ação que provoque tensões”, revelou Farhan Haq, porta-voz adjunto do secretário-geral.
Uma delegação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) chegou a Bamako na quinta-feira, 18, para tentar mediar negociações entre os dois lados.
O Mali, produtor de ouro e algodão, enfrenta desde 2012 ataques de radicais islâmicos no norte do país, tendo os rebeldes conquistado parte da região.
Forças francesas ajudaram a recuperar grande parte da região, mas os ataques de grupos ligados à Al Qaeda e ao Estado Islâmico continuam a alimentar tensões intercomunitárias, apesar da presença de milhares de soldados das Nações Unidas.
O pedido do Presidente dos Estados Unidos para as autoridades sanitárias fazerem menos testes à covid-19 gerou hoje críticas dos seus opositores do Partido Democrata, numa altura em que já morreram no país mais de 120 mil pessoas.
Sem deixar claro se falava a sério, Donald Trump disse no sábado aos seus apoiantes, durante um comício na cidade de Tulsa, no estado de Oklahoma, que a despistagem da doença era “uma faca de dois gumes”.
“Eis o lado mau: quando se faz este volume de testes, encontramos mais pessoas, mais casos. Então disse à minha equipa para diminuir o ritmo da despistagem. Eles fazem testes e testes”, afirmou o presidente norte-americano, que tem sido alvo de críticas de todos os quadrantes.
A diretora-adjunta da campanha de Joe Biden, que tudo indica será o oponente de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas de novembro, classificou, num comunicado, as declarações do atual chefe de Estado de “indígnas” e considerou que serão lembradas “por muito tempo”.
“O Presidente Trump apenas admitiu que está a colocar a política à frente da segurança e do bem-estar económico dos norte-americanos. Ainda por cima, quando registamos o número mais alto de novos casos da covid-19 e 20 milhões de pessoas estão desempregadas”, sublinhou.
No mesmo sentido, a ‘mayor’ (presidente da câmara) da cidade de Atlanta, Keisha Lance Bottoms, que poderá ser escolhida por Biden para candidata à vice-presidência, afirmou que as declarações de Trump foram “uma vergonha”.
“Dá o melhor de si mesmo quando cerca de 120 mil pessoas já perderam a vida devido à covid-19 e atreve-se a dizer que deu ordens para travar a realização de testes. Isto é de loucos”, afirmou a autarca de Atlanta.
Por seu turno, um responsável da Casa Branca, que não se quis identificar, assegurou que Donald Trump “estava, obviamente, a brincar”.
“Obviamente que estava no gozo. Neste momento, lideramos o número de testes realizados. Já realizámos mais de 25 milhões”, ressalvou a mesma fonte.
Também um assessor de Donald Trump garantiu que o comentário do Presidente norte-americano “foi irónico” e “um momento de descontração do ato eleitoral.
Depois de Oklahoma, Trump tem previstos, nas próximas semanas, comícios na Florida, no Arizona e na Carolina do Norte, todos estados que podem decidir o resultado das eleições presidenciais de 03 de novembro.
Pelo menos cinco pessoas morreram na noite de domingo 21, na Turquia ocidental, na província de Bursa, em inundações causadas por fortes chuvas, foi hoje anunciado.
Os cadáveres de quatro elementos da mesma família foram hoje encontrados por equipas de salvamento no jardim inundado da casa onde viviam, informou a televisão CNNTurk.
As equipas de salvamento continuam à procura de outro membro da família, uma jovem de 16 ou 17 anos.
Anteriormente, o Governo da província de Bursa já tinha anunciado, em comunicado, a morte de um jovem com deficiência, de 22 anos.
A nota acrescentava que 257 pessoas de várias equipas de salvamento estavam a trabalhar na zona afetada pelas inundações, que provocaram igualmente danos graves em habitações.
Os meteorologistas alertaram para o risco de novas inundações na mesma província, uma vez que se prevê mais chuva até à próxima quinta-feira.
Nguwaya é acusado de mentir dizendo que a empresa era uma empresa de fabricação de medicamentos sediada na Suíça, “ao passo que era apenas uma empresa de consultoria sem experiência na fabricação de medicamentos e produtos médicos”, de acordo com a folha de encargos.
Dado o desenvolvimento mais recente, isso significa que o Ministro da Saúde permanece no posto enquanto responde às acusações de corrupção relacionada ao fornecimento de COVID -19 em um tribunal de Harare.
Obadiah Moyo, ministro da saúde do Zimbábue, foi demitido pelo presidente Emmerson Mnangagwa, horas depois de comparecer perante um tribunal por acusações relacionadas ao COVID -19, relacionadas à corrupção.
Uma declaração assinada pelo secretário-chefe do presidente e do gabinete lia em parte: O Presidente da República “removeu Obadiah Moyo do Gabinete do Ministro do Gabinete e Ministro do Governo, com efeito imediato por conduta inapropriada para um Ministro do Governo”.
Moyo foi preso na sexta-feira pelas roupas anticorrupção do país, existem relatos diferentes sobre se ele passou a noite em sua casa ou em uma delegacia de Harare. Ele compareceu perante um tribunal e foi atingido por três acusações relacionadas à corrupção.
O promotor estadual não se opôs à fiança, após o que ele foi libertado com uma fiança de US $ 50.000.
O escândalo que foi etiquetado como portão COVID há semanas irritou o país e se espalhou pelas mídias sociais, onde jornalistas e ativistas expuseram como Moyo supostamente escolheu a empresa para vender suprimentos médicos ao governo a preços inflacionados, incluindo máscaras por US $ 28 cada.
O governo cancelou os contratos após tumulto público. Um dos filhos do presidente Emmerson Mnangagwa foi forçado a emitir uma declaração negando um vínculo com a empresa depois que surgiram fotos do representante zimbabuense da empresa desfrutando da companhia do presidente e de sua esposa e filhos em vários eventos.
O representante, Delish Nguwaya, e algumas autoridades da agência nacional de compras de drogas já estão enfrentando acusações criminais relacionadas ao escândalo.
A polícia britânica encara o ataque de sábado com uma faca num parque de Reading, nos arredores de Londres, como terrorismo. A agressão provocou pelo menos três mortos e três feridos. O principal suspeito, detido, é de origem líbia.
Inicialmente, as autoridades anunciaram que não tratavam o caso como terrorismo mas este domingo de manhã, disseram o contrário.
”Há uma pessoa detida nesta altura e o incidente aconteceu ao início da noite por volta das sete horas. Várias pessoas foram esfaqueadas e algumas encontram-se num estado grave e estão a receber tratamento. Este tipo de coisas é pouco comum em Reading e estou a pensar naquelas pessoas que foram afetadas e é um acontecimento triste e, chocante na nossa vila”, diz Matt Rodda, deputado eleito por Reading East.
Horas depois do ataque, a polícia londrina fez uma operação de busca num bloco de apartamentos de Reading. Elementos da unidade contraterrorista estiveram presentes.
Para já ainda não são conhecidas as motivações do agressor.
Escombros, bancas destruídas e um enorme espaço desocupado, são os atípicos cenários, inimagináveis, que caracterizam o mercado grossista do Zimpeto nesta segunda-feira. O que podia ser uma manhã agitada de vendedores e consumidores deu lugar a um silêncio por causa do novo coronavírus.
As autoridades municipais da cidade de Maputo, no âmbito do trabalho de reorganização e desinfecção dos mercados, tal como já estava anunciado, paralisam as actividades comerciais.
A vereação do Desenvolvimento Económico Local garantiu à reportagem da Miramar que vai devolver a originalidade do mercado grossista colocando a possibilidade de movimentar parte dos vendedores para os mercados formais retalhistas existentes.
Face a paralisação muitos os vendedores lamentavam. “não vai ser fácil três dias parados. Isso significa muito, porque nós vendemos para comer no dia-a-dia”, disse Marta Chaculia.
A maior parte dos vendedores não conseguiu esgotar os stocks de produtos, mesmo com a tolerância de alguns dias dada pelo Conselho Municipal de Maputo.
O medo é que devido às condições de conservação, os produtos venham a estragar-se. “Acabava de chegar um camião de mercadoria, não tinha como vender todos os produtos, assim estão guardados”, comentou, irritado um dos vendedores, apesar de reconhecer que a limpeza e reorganização do mercado é uma acção já há muito necessária.
O mercado retalhista, anexo ao grossista também ficou paralisado.
Duas pessoas morreram em circunstâncias estranhas na cidade da Beira entre quinta-feira 18, e a manhã deste sábado 20. Trata-se um jovem que morreu enforcado numa cela e um menor de dois anos que foi encontrado morto numa fossa.
O primeiro a morrer foi um jovem de 25 anos que em vida respondia pelo nome de Carlitos Zacarias. Zacarias foi encontrado morto quarta esquadra da PRM, localizada no bairro da Munhava, onde estava detido há dois dias indiciado de ter roubado bens de um amigo. O jovem teria supostamente se enforcado dentro da cela, segundo soube a família através do secretário do bairro.
A outra morte foi registada no bairro da Manga. Trata-se de um menor de dois anos de idade. Ele desapareceu do convívio dos amigos cerca das 12 horas desta sexta-feira e só veio a ser encontrada hoje de manhã numa fossa.
O pai do menor e os vizinhos suspeitam que a criança tenha sido assassinada num outro ponto e depois atirada na fossa pela madrugada.
A polícia garantiu que irá se pronunciar oportunamente sobre estes dois casos.
França reabre as escolas a partir desta segunda-feira. É uma dos poucos países na Europa a fazê-lo. O objectivo é retomar o ensino escolar por completo a partir de Setembro.
A medida dá espaço ao país para regressarem ao trabalho e dar oportunidade aos alunos para rever professores e colegas antes das férias de verão no dia 4 de julho.
Um regresso limitado começou em maio, sob duras regras de distanciamento e limitação do tamanho das turmas. A regra dos 4 metros de distanciamento está posta de parte.
França também está a reabrir os cinemas. A Covid-19 mergulhou a industria num mar de dificuldades financeiras e os cinemas do país esperam agora voltar a atrair multidões.
“E ali e ali temos a possibilidade de ter uma pessoa. Por outro lado, também podemos vir em casais, nesse caso terei alguém perto de mim. Este assento vai estar vazia e este também”, explica Natacha Bouchadon, diretora da exploração cinematográfica da UGC.
Entretanto Espanha, depois de levantar o estado de emergência, o fim de uma dos confinamentos mais duros da Europa, as fronteiras estão mais uma vez abertas e o país dá as boas-vindas aos turistas, a maioria da Europa, incluindo o Reino Unido, sem ser necessária uma quarentena.
Para alguns, foi um gostinho a liberdade.
“Estamos a dramatizar um pouco porque na verdade com o encerramento das fronteiras estávamos isolados, isto permite-nos viver novamente”, diz um francês que dez um pequeno desvio para entrar em Espanha.
O país está também a reabrir os lares de terceira idade. Os residentes podem agora voltar a receber as visitas preciosas dos familiares pela primeira vez em três meses.
“Já faz tanto tempo que não via o meu neto”, diz em lágrimas, Elena Martinez de 84 anos.
E não é apenas a Europa que está a reabrir. Na última semana, os nova-iorquinos foram informados para se prepararem para esta segunda-feira. A cidade, bastante afetada, entra na fase II. Isso inclui a reabertura de restaurantes, bares e estabelecimentos de venda a retalho.
Andrew Cuomo, governador de Nova Iorque, anunciou que “a Covid-19 não terminou. Temos que estar em alerta para uma segunda onda. Temos que estar atentos a possíveis infeções oriundas de outros Estados. E muita gente precisa de ajuda para retomar a suas vidas. Mas com tudo isso, é claro que nos últimos três meses fizemos o impossível.”
Mas vai a vida na cidade da “grande maçã” regressar uma nova normalidade ou muitas pessoas, trabalhadores, vão ficar em casa com medo de ser infetados por outras pessoas?
A adolescente que sonha ser médica, viu a sua vida mudar ao avesso quando tinha apenas 14 anos de idade. A mãe deu-a de bandeja em troca de dinheiro para um jovem de 34 anos de idade que pretendia fazer da rapariga, a sua esposa.
Tudo começou quando a mãe foi a vizinha Africa do Sul e lá conheceu o referido jovem, que a confidenciou que precisava de uma rapariga, para ser sua esposa, ao que ela, a mãe, disse que tinha a filha que entretanto, ainda era menor.
O jovem prontificou-se a assumir todas despesas da escola, até que a rapariga crescesse e sempre mandava dinheiro para as despesas da casa, sem no entanto revelar a verdadeira origem do dinheiro.
Mas foi precisamente quando a mãe morreu que o pior pesadelo da vida da adolescente começou. A avó, mãe da mãe da adolescente, ciente dos factos, disse a mesma que ela devia ir ao lar, uma vez que o referido jovem, já tinha gasto muito dinheiro com ela. A adolescente recusou-se, mas o pacto firmado entre a mãe e o jovem vingou e mesmo a contra gosto, a rapariga foi levada para casa do jovem e tornou-se sua esposa.
Sem alternativas, a adolescente teve de juntar-se ao jovem para pagar a dívida da mãe. Logo no primeiro ano dessa relação, a adolescente ficou grávida, na altura com apenas 14 anos de idade e conta que nem sequer podia ir à escola.
“Eu pedi a ele para ir à escola, porque ainda estou em idade escolar, mas ele disse que eu não devia estudar, aí sugeri que ele abrisse algum negócio para mim e nem isso ele aceitou. Ele queria que ficasse em casa todo tempo”, revelou a rapariga, aos prantos, enquanto lembrava de tudo que passou no lar.
A adolescente conta que passou dias difíceis nas mãos do marido e por isso decidiu abandonar o lar. Mas no regresso à casa, nem o apoio da família ela teve.
”Eu sofria muito, aquele homem era muito mais velho que eu, não queria ficar com ele, mas não tinha para onde ir, quando saí de lá, voltei para casa, mas minha família ficou contra mim e diziam que eu devia voltar ao lar”, disse a adolescente ao “O País”
Uma vez que ninguém a aceitava na sua casa, ela teve de ir viver em casa da avó, mãe do seu pai e tenta se recuperar do trauma que viveu. A adolescente pretende correr atrás do sonho de se formar em medicina, mas agora tem o desafio de muito nova, ter de conciliar o filho menor que deve cuidar e a escola.
Só este ano, a polícia em Jangamo registou 13 casos de meninas menores de 18 anos, que viviam em uniões com pessoas adultas. Segundo Maria Fernando do Departamento de Protecção à Mulher e Criança no Comando Distrital da Polícia em Jangamo, dos casos registados, 9 raparigas foram resgatadas para as famílias e correm neste momento processos crimes nas autoridades judiciais, de forma que os infractores sejam responsabilizados. Aliás, deste resgate, pelo menos duas pessoas foram detidas e deverão responder e aguardar pelo fim do processo nas celas.
Mas, nem todos tiveram a mesma sorte que esta adolescente. Em jangamo, há o registo da morte de uma outra menina de 16 anos de idade, por complicações de parto, ”nós já tínhamos resgatado a rapariga, mas ela estava gravida, dias depois ela deu parto, foi um parto muito complicado uma vez que ela ainda era criança, as coisas complicaram e 36 horas depois ela morreu e deixou o bebé com a avo” revelou Ernesto Nhambir da Acção Social naquele distrito.
O distrito de Jangamo é o que mais casos de uniões prematuras regista em Inhambane, tendo sido resgatadas dos lares, cerca de 800 raparigas nos últimos 5 anos.
Desconhecidos arrombaram dois ATM’s e roubaram somas ainda não especificadas de dinheiro no bairro do Albanize, em Maputo. Os moradores do bairro pedem mais segurança.
Tudo aconteceu na madrugada do sábado, quando indivíduos desconhecidos e ainda a monte vandalizaram estas caixas de depósito, vulgo ATM’S, no bairro do Albazine, na cidade de Maputo.
Para não chamarem atenção, antes, os malfeitores despedaçaram as lâmpadas que estavam acesas, numa farmácia próxima ao local, segundo conta uma testemunha.
Em conexão com o caso, a Polícia da República de Moçambique em Maputo deteve o guarda da referida farmácia, pelo facto de ter abandonado o seu local de trabalho na noite do crime, alegadamente fugindo do frio.
A situação complicou a vida dos utentes que pretendiam efectuar levantamentos.
A PRM na cidade de Maputo diz estar a investigar o caso para responsabilizar os autores do crime.
A Amnistia Internacional (AI) acusou as autoridades moçambicanas de manterem em prisão e em condições desumanas, há 18 meses, 16 refugiados e requerentes de asilo, assinalando que essa situação configura uma “violação dos direitos humanos”.
A posição da organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos surge num comunicado divulgado hoje, quando se assinala o Dia Mundial do Refugiado.
“As autoridades moçambicanas mantêm na prisão 16 refugiados e requerentes de asilo africanos, em condições desumanas, há 18 meses, sem que estes tenham cometido qualquer crime”, refere o comunicado da AI.
Segundo a ONG, o grupo foi detido arbitrariamente no dia 17 de janeiro de 2019 e é constituído por 15 congoleses e um etíope.
Os 16 refugiados foram algemados e alegadamente espancados por polícias e agentes de imigração, no campo de refugiados de Maratane, província de Nampula, norte de Moçambique, adianta o comunicado.
Dois dias depois da detenção, os 16 homens foram transferidos para uma esquadra da polícia em Pemba, capital da província de Cabo Delgado, norte do país.
As autoridades moçambicanas tentaram deportar sete refugiados para a RDCongo, no dia 23 de janeiro do ano passado, mas foram devolvidos no Aeroporto Internacional de Kinshasa pelas autoridades migratórias congolesas.
Em Moçambique, os refugiados estão detidos em condições desumanas, em celas sem casa de banho e sem acesso a água potável, vendo-se obrigados a beber água insalubre, acusa a AI.
Estão também privados de comida suficiente, não têm mantas e dormem em cima de papéis.
“A maior tragédia sobre a contínua detenção arbitrária destes refugiados é que, 18 meses após a sua detenção, continuam sem saber porque foram detidos”, afirma o diretor-adjunto da AI para a África Austral, Muleya Mwananyanda, citado no comunicado.
Mwananyanda considerou “abominável” o tratamento infligido aos 16 refugiados, exortando as autoridades moçambicanas a resolver a situação de acordo com a lei.
Um homem foi morto e 11 outros ficaram feridos sem gravidade no decorrer de um tiroteio em Minneapolis, anunciou a polícia local na manhã deste domingo. Minneapolis é a cidade norte-americana onde foi morto o afro-americano George Floyd, o que deu origem a várias manifestações, algumas violentas, contra a violência policial.
A polícia de Minneapolis tinha adiantado inicialmente que apenas 10 pessoas tinham sido atingidas a tiro, com diferentes níveis de gravidade, mas o balanço foi revisto.
Não há detidos na sequência do incidente. A polícia deu conta que homens não identificados e a pé terão começado a disparar cerca das 00h30 locais (mais cinco horas em Lisboa), fugindo depois do local.
Um ‘tweet’ inicial da polícia de Minneapolis aconselhava os cidadãos a evitar o bairro de Uptown, uma zona comercial que inclui vários bares e restaurantes. O estado de Minnesota começou a permitir a reabertura de bares e restaurantes com serviços limitados em 01 de junho, após seis semanas de fecho por causa da pandemia de covid-19.
As fotografias colocadas nas redes sociais mostravam janelas do histórico Uptown Theatre e a fachada de uma loja atingida a tiro disparos.
Um vídeo em direto colocado na rede social Facebook mostrava pequenas multidões de pessoas reunidas, algumas agachadas sobre vítimas caídas na calçada, antes que polícias de bicicleta aparecessem para atendê-las. No vídeo ouviam-se gritos.
Manchas de sangue eram visíveis na calçada depois de as vítimas terem sido levadas para hospitais locais.
A cidade de Minneapolis tem registado tumultos desde a morte de George Floyd em 25 de maio. Floyd morreu ao ser detido pela polícia, asfixiado com um joelho no pescoço.
A morte de Floyd desencadeou um movimento para rever o Departamento de Polícia de Minneapolis, com a maioria dos membros da Cãmara Municipal a prometer desmantelar um departamento que muitos ativistas consideram ser brutal e racista.
O Instituto Nacional de Saúde (INS) vai estender a capacidade de diagnóstico da COVID-19 para todas as províncias do país.
Para o efeito o INS poderá passar a usar máquinas de testagem de HIV e Tuberculose para o teste da COVID-19.
O director-geral do Instituto Nacional de Saúde, Ilesh Jani, assegurou que ainda esta semana vai iniciar a testagem da COVID-19 usando máquinas de HIV e Tuberculose.
“Nós no país temos algumas máquinas que fazem testagem de Hiv e tuberculose e os fabricantes dessas máquinas começam a vender reagentes para a Covid-19 que funcionam nessas máquinas e Moçambique comprou alguns desses reagentes. Há também umas outras máquinas especificamente de tuberculose, que temos em todas as províncias e para as quais nós compramos reagentes, mas os reagentes ainda não chegaram ao país, porque o número de voos a nível internacional reduziu muito. Quando chegarem, nós iremos distribuir por algumas províncias do país, de maneira que, com as máquinas existentes eles poderão começar a funcionar para a testagem da Covid-19 “, disse
Moçambique registou a quinta morte e 45 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de 688 para 733, anunciou no domingo (21) o Ministério da Saúde moçambicano.
A vítima, de 38 anos, estava internada no Centro de Isolamento da Polana Caniço, na cidade de Maputo, e morreu no dia 18 de junho, disse Armindo Tiago, ministro da Saúde de Moçambique, durante a atualização de dados sobre a pandemia em Maputo.
“O paciente deu entrada no Hospital Central de Maputo e foi posteriormente transferido para o Centro de Isolamento, em princípio com sintomatologia de insuficiência respiratória grave”, declarou Armindo Tiago, acrescentando que a vítima possuía outras patologias.
Tratava-se de um individuo com várias outras doenças. “E, sobretudo, com interrupção de tratamento de parte das condições que o obrigaram a ir ao hospital”, avançou o governante.
Além do novo óbito, que eleva o total para cinco mortos devido ao novo coronavírus, nas últimas 24 horas, o país registou mais 45 casos positivos de covid-19, dos quais 41 são de cidadãos moçambicanos e quatro são estrangeiros.
Os 45 novos doentes, dos quais três são menores de 14 anos, foram registados nas províncias de Maputo (08), Nampula (06), Zambézia (01), Cabo Delgado (22), Gaza (01) e cidade de Maputo (07).
“Dos casos que nós reportamos, 24 são pessoas do sexo masculino e 21 são do sexo feminino. Eles encontram-se em isolamento domiciliar e decorre neste momento o mapeamento da rede de contacto destas pessoas”, acrescentou.
O Ministério da Saúde indicou ainda que 181 pessoas estão recuperadas.
Dos casos já registados em Moçambique, 663 são de transmissão local e 70 são importados, havendo também nove pessoas internadas, além dos cinco óbitos.
As províncias de Nampula, Cabo Delgado e cidade de Maputo lideram com o maior número de casos ativos no país, com 218, 125 e 75, respetivamente, estando os restantes distribuídos pelo país.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, admite concorrer a outro mandato presidencial se os russos aceitarem, no referendo de 01 de julho, as emendas constitucionais que lhe permitiriam permanecer no Kremlin após 2024, declarou este domingo, numa entrevista.
“Ainda não tomei uma decisão. Não afasto a hipótese de concorrer [às eleições] se a Constituição o estipular. Vamos ver”, afirmou Putin, em entrevista ao canal Russia-1. A atual Constituição, de 1993, não permite o exercício em funções do Chefe de Estado “mais de dois mandatos consecutivos”.
Porém, as alterações constitucionais aprovadas pelo parlamento russo e enviadas ao Tribunal Constitucional (TC) eliminam a palavra “consecutivo” e permitem que o Presidente em exercício, no momento da entrada em vigor da revisão constitucional, ou seja, Putin, concorra à reeleição, independentemente do número mandatos que já exerceu.
O Presidente russo, no poder há 20 anos, alertou na entrevista que, se as emendas à Constituição não forem adotadas, seria necessário encontrar um sucessor nos próximos anos e que isso seria contraproducente. “Temos que trabalhar, não procurar sucessores”, alegou Putin.
O referendo sobre as emendas à Constituição estava inicialmente previsto para 22 de abril, mas Putin teve de adiar o plebiscito para 01 de julho devido à pandemia da Covid-19. No referendo, os russos terão que responder sim ou não a um único projeto de reforma constitucional, apesar de esta abranger quase 200 emendas.
O mais importante em jogo é a proposta de Putin permanecer no Kremlin após 2024, uma vez que a atual Constituição o obriga a deixar o cargo após dois mandatos consecutivos (2012-2018 e 2018-2024). Segundo o Kremlin, “mais da metade” dos russos que vão às urnas devem apoiar as alterações à lei constitucional.
Putin também argumentou, na entrevista, que a sua proposta de alterar a Constituição estava correta, dizendo: “Estou absolutamente convencido de que estamos a fazer a coisa certa”.
Putin justificou que a atual Constituição (que pretende agora reformar) foi aprovada num período crítico, em que houve “a mais grave crise interna” no país, designadamente quando tanques dispararam contra o parlamento e houve confrontos com várias dezenas de vítimas em Moscovo.
Atualmente, diz Putin, a situação política interna é estável e há motivos para alterar conceitos ancorados na Constituição.
As alterações à Constituição de 1993 são múltiplas e variadas, incluindo a menção de que o casamento é a união de um homem e uma mulher ou a prevalência da Constituição russa sobre o Tratados Internacionais.
Segundo uma sondagem de um Centro de Estudos, 48% dos russos apoiam, em maior ou menor grau, a emenda constitucional pela qual Putin poderia permanecer no Kremlin, enquanto 47% votam contra. Outra sondagem do Centro de Estudo de Opinião Pública, administrado pelo Governo russo, diz que 61% dos russos apoiam a revisão constitucional.
A procura pelo Documento de Viagem para Mineiros e trabalhadores sazonais tem aumentado significativamente em Moçambique, consequência directa dos recentes ataques xenófobos na África...
As universidades moçambicanas foram instadas a desempenhar um papel activo na promoção de soluções práticas que possam impulsionar a produção e o desenvolvimento do...
Na madrugada de hoje, o nevoeiro que se instalou em Maputo impossibilitou a aterragem segura de várias aeronaves no Aeroporto Internacional da cidade.
De acordo...