A Rússia negou na quinta-feira 30, qualquer intenção de desestabilizar a “aliada” Bielorrússia, após a detenção pelas autoridades bielorrussas de “combatentes” russos suspeitos da preparação de “atos de terrorismo”, a dias das eleições presidenciais de 9 de agosto.
“Existem insinuações de que organizações estão a enviar (elementos) para desestabilizar a situação na Bielorrússia (…), é óbvio que isso não é o caso, a Rússia e a Bielorrússia são aliadas, parceiros muito próximos”, afirmou o porta-voz do Kremlin (Presidência russa), DmitriPeskov, em declarações à comunicação social.
Segundo DmitriPeskov, as autoridades de Minsk não transmitiram qualquer informação relativa “às atividades ilegais que poderão ser a causa da detenção” dos cidadãos russos.
A Bielorrússia divulgou na quarta-feira a detenção perto da capital do país, Minsk, de 32 “combatentes” do grupo paramilitar russo Wagner, considerado como próximo do Kremlin.
Seria igualmente confirmada a detenção de uma outra pessoa em outro local do território bielorrusso.
O porta-voz do Kremlin confirmou hoje que os suspeitos são todos russos e que outras 200 pessoas estão a ser procuradas pelas autoridades bielorrussas.
Na quarta-feira, e após o anúncio da detenção dos “combatentes” russos, o Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, pediu explicações à Rússia.
“Se são cidadãos russos, e pelo que entendi é o caso, após terem sido interrogados, é então necessário dirigir-nos imediatamente às instâncias russas competentes para que expliquem o que se passa”, declarou, na quarta-feira, Lukashenko, citado pela cadeia televisiva pública bielorrussaSTV.
Segundo o secretário de Estado do Conselho de Segurança bielorrusso, Andrei Ravkov, os elementos detidos são “suspeitos da preparação de atos de terrorismo”.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros bielorrusso informou hoje ter convocado o embaixador russo naquele país para fornecer explicações “sobre os objetivos (…) deste grupo organizado de operacionais, alguns dos quais com experiência em conflitos armados”.
O grupo paramilitar russo Wagner é regularmente acusado de destacar mercenários para zonas que são alvo de intervenções de forças estrangeiras, como é o caso da Ucrânia, Síria, Líbia ou da República Centro-Africana.
Apesar de ser conhecido pelas ligações próximas ao Kremlin, Moscovo prefere não ser oficialmente associado ao grupo paramilitar.
A operação de detenção destes “combatentes” russos, realizada pelos serviços de segurança internos bielorrussos, coincide com uma campanha eleitoral assinalada por uma mobilização pouco habitual a favor da oposição e uma repressão contra os manifestantes e os rivais políticos do chefe de Estado Lukashenko
A Bielorrússia organiza em 09 de agosto uma eleição presidencial cuja campanha foi assinalada por uma violenta repressão e diversas detenções de candidatos à eleição ou de manifestantes da oposição.
O Presidente Alexander Lukashenko, no poder desde 1994 e candidato a um sexto mandato, acusou Moscovo de apoiar os seus opositores, uma alegação desmentida pelo Kremlin.
As relações entre a Rússia e a Bielorrússia são tradicionalmente cordiais, mas assinaladas por momentos regulares de tensão relacionados com as disputas energéticas.
Nos últimos meses, Lukashenko tem, no entanto, multiplicado as declarações denunciando as pressões russas, e acusando designadamente Moscovo de pretender tornar o seu país em vassalo e procurar manipular as eleições presidenciais.
O homem que matou Rafiki, um dos gorilas mais conhecidos das montanhas do Uganda, foi condenado a 11 anos de prisão, noticia a BBC.
Felix Byamukama foi declarado culpado de ter entrado ilegalmente numa área protegida e de ter matado o gorila Rafiki.
Inicialmente, Felix contou que o animal o atacou e que o matou em legítima defesa. Mas essa tese não se comprovou, acabando agora por ser condenado pela justiça.
A investigação apurou que Rafiki – que desapareceu a 1 de junho tendo o corpo sido encontrado no dia seguinte – foi morto com um objeto pontiaguado que perfurou os seus órgãos internos.
Os gorilas das montanhas são uma espécie ameaçada de extinção, existindo apenas pouco mais de mil. “Foi feita justiça por Rafiki”, frisou a organização defensora dos animais no Uganda UWA (Uganda Wildlife Authority), citada pela BBC.
Felix Byamukam foi ainda considerado culpado pela morte de um pequeno antílope e um porco-bravo. Outros três homens envolvidos negaram as acusações e encontram-se a aguardar julgamento.
Rafiki tinha 25 anos e era o líder de um grupo de 17 gorilas da montanha.
Dois novos treinadores da Premier League querem fazer história com a conquista do seu primeiro título da Taça da Inglaterra no dia 1 de Agosto
O estádio de Wembley ganhará vida neste sábado, com o final da Taça da Inglaterra de 2020. Chelsea e Arsenal fazem os preparativos finais para o ir último jogo da temporada 2019/2020 ambicionando conquistar o tão almejado título. Mikel Arteta e Frank Lampard comandarão as duas equipas nas quais ambos já foram jogadores.
Os dois ex-capitães, agora treinadores, já conheceram a glória de carregador a taça inglesa nos seus tempos de jogador. Lampard venceu com o Chelsea quatro vezes e Arteta comemorou com o Gunners duas vezes. Cada um deles procurará conquistar a taça pela primeira vez como treinador. Vai ser um jogo apertado, porque as probabilidades na Betway prevêem um 3,33 para os Gunners e uma chance de 2,17 de Lampard vencer com o Blues. Em termos simples, o Chelsea tem uma chance de 46% de ganhar, enquanto que o Arsenal tem uma chance de 30%. Embora seja por pouco, o Chelsea ainda é o favorito para este final de semana. Embora o mundo esteja preparado para ficar colado às telas para ver ver quem sairá vitorioso neste fim de semana na Copa Inglesa, a Série A também fará seus últimos jogos.
Será o 38º dia do jogo para todas as equipas da Série A neste fim de semana, com o fim da liga italiana. A Sampdoria começará com o Brescia, um encontro mais acalorado entre Atalanta e Inter de Milão e outro grande jogo entre Roma e Juventus. Encerrando a noite de sábado, o AC Milan enfrentará o Cagliari e o Napoli jogará contra o Lazio. No domingo, o SPAL jogará com a Fiorentina, Verona contra Gênova, Bologna contra Torino, enquanto Lecce jogará com Parma e Sassuolo, fechando com a Udinese.
Recarrega a sua conta Betway Moçambique e começe a apostar no derb entre o Arsenal e Chelsea neste sábado à noite na grande final da taça inglesa. Mais dez jogos emocionantes da liga italiana também serão disputados no próximo final de semana, começando no sábado à tarde até domingo à noite. Quem será o segundo colocado na Serie A deste ano quando a Inter de Milão e a Atalanta disputarem o segundo lugar? Assista à última volta da Lega Serie A ao vivo na Betway.
Os israelitas assinalam ontem (30) o 40º. aniversário da lei que transformou Jerusalém na capital do país, decisão que foi sempre contestada internacionalmente e cuja polémica ressuscitou com o reconhecimento dado pelos Estados Unidos em 2018.
A lei, adoptada pelo parlamento israelita (Knesset) em 1980, foi aprovada na sequência da chamada Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O conflito foi a mais consistente resposta árabe à fundação do Estado de Israel, opondo este país a um grupo formado pela Síria, o Egito, a Jordânia e o Iraque, apoiados pela Arábia Saudita, o Koweit, a Argélia e o Sudão, tendo sido derrotado por Israel.
Nessa altura, Israel anexou a parte árabe da cidade (Jerusalém Oriental), tendo a lei que constituiu Jerusalém como capital do país servido para ratificar a anexação, apelidada pelos israelitas de “reunificação”.
A iniciativa desencadeou uma reação de protestos vigorosos por parte da comunidade internacional e dois meses depois, em agosto de 1980, o Conselho de Segurança das Nações Unidas considerava a lei como “nula de efeitos” e convidava os Estados-membros da ONU a retirar as suas missões diplomáticas da Cidade Santa.
A maioria dos países já tinha mudado ou mudou de imediato as suas embaixadas para Telavive e Jerusalém perdeu todas as representações diplomáticas em 2006, com a retirada das embaixadas da Costa Rica e de El Salvador.
O caso ficou numa espécie de “banho-maria” até dezembro de 2017, quando o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
A polémica transferência da embaixada norte-americana para a cidade que os palestinianos também reivindicam como capital de um futuro Estado foi marcada para maio de 2018, com o objetivo de coincidir com o 70.º aniversário da criação do Estado de Israel, que é também a véspera da “Nakba” (“catástrofe” em árabe), data que recorda a partida forçada de milhares de palestinianos em 1948.
As reações não se fizeram esperar e os palestinianos convocaram para esse 14 de maio um “Dia da Ira”, tendo a Organização para a Libertação da Palestina considerado que a mudança constituía “um desafio para a comunidade internacional e para as resoluções das Nações Unidas”.
O anúncio da decisão de Trump foi, no entanto, seguido por declarações semelhantes de outros países, como a Guatemala, o Paraguai, a República Checa e as Honduras.
A maioria dos países, incluindo Portugal, mantém as suas embaixadas em Telavive.
Uma menor morreu e outras duas pessoas são dadas como desaparecidas na sequência do naufrágio de uma embarcação de madeira com motor fora de bordo que circulava na via marítima no sentido vila do Búzi-Beira.
O facto foi revelado ao Jornal O Pais pelo chefe do posto administrativo de Nova Sofala, Vasco Fernando, acrescentando que a referida embarcação transportava 32 passageiros e carga diversa naufragando pela madrugada quando saia da zona de Buenhe.
O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Moçambique disse na quarta-feira (29) que a aposta das autoridades moçambicanas deve recair na protecção das camadas mais vulneráveis em detrimento da consolidação fiscal, face ao impacto da Covid-19.
Num contexto destes [de Covid-19], a consolidação fiscal não é a preocupação”, que “deve ser a protecção dos mais vulneráveis”, declarou Ari Aisen, falando numa conferência na Internet intitulada as “Perspectivas Económicas Regionais para a África subsaariana – Moçambique: Uma ameaça sem precedentes para o Desenvolvimento”.
Aisen referiu que as autoridades moçambicanas devem potenciar os mecanismos de proteção social existentes no país, visando assegurar o aumento de ajuda financeira às famílias mais atingidas pela pandemia.
O peso da informalidade da economia moçambicana e o impacto negativo da Covid-19 faz-nos acreditar que mais famílias ficaram numa situação de maior vulnerabilidade”, afirmou.
As autoridades moçambicanas, prosseguiu, devem encontrar esquemas mais eficientes de fazer chegar o subsídio de pobreza e outras formas de apoio social às pessoas que mais precisam.
O representante do FMI observou que o investimento público na proteção social em Moçambique é proporcionalmente superior ao nível de cobertura, o que dá margem para o aumento do apoio aos mais carenciadas.
A análise dos investimentos direccionados à proteção social mostra que há uma subida que não tem sido acompanhada pelo aumento da cobertura”, frisou Ari Aisen.
Na atual conjuntura marcada pela pandemia de Covid-19, continuou o responsável, o acesso aos apoios sociais deve ser desburocratizado para alargar os benefícios a mais pessoas.
A maior parte dos mais carenciados não têm conta bancária e não têm documentos de identificação, mas têm telemóvel e têm conta móvel, estes meios podem ser explorados para fazer chegar mais ajuda”, destacou.
Em Moçambique não existe subsídio de desemprego, mas há subsídio de pobreza, geralmente pago a pessoas idosas nas zonas rurais.
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 28 casos positivos de Covid-19, elevando o total para 1.748, mantendo-se com 11 mortos, anunciou esta quarta-feira o Ministério da Saúde.
Jamal Omar manifestou o seu ceticismo, reagindo às projecções da economia moçambicana divulgadas pelo FMI em Junho e reafirmadas esta quarta-feira pelo representante em Maputo, Ari Aisen, durante um “webinar” sobre “Perspectivas Económicas Regionais para África Subsaariana – Moçambique: Uma ameaça sem precedentes para o Desenvolvimento”.
Moçambique tinha de ser um caso muito especial, algo de muito extraordinário tinha que acontecer para o país atingir essa cifra”, sustentou Jamal Omar.
Para Omar, é duvidoso que o país alcance uma taxa do Produto Interno Bruto (PIB) positiva num contexto em que todos os países que mais importam de Moçambique vão registar quedas nas suas economias, devido à pandemia de Covid-19.
A União Europeia (UE), China, Índia e África do Sul, os maiores parceiros comerciais de Moçambique, vão todos fechar 2020 com um desempenho negativo ou com um PIB abaixo do ano passado, frisou.
Por outro lado, continuou, a queda de preços de matérias-primas no mercado internacional também terá um impacto negativo no desempenho da economia moçambicana.
As autoridades que superintendem o sector de Saúde, em Cabo Delgado, acabam de determinar o encerramento do acampamento da empresa Montepuez Ruby Mining (MRM) para controlo do surto da Covid-19, depois que 13 trabalhadores desta empresa mineira acusaram positivo à doença.
De acordo com a directora dos Serviços Provinciais de Assuntos Sociais de Cabo Delgado, Anastácia Lidimba, que falava terça-feira última, no final da 6ª sessão ordinária dos serviços provinciais de representação do Estado, destacou que todos os trabalhadores que acusaram positivo foram isolados dos restantes, ao mesmo tempo que foi interdita a entrada de pessoas estranhas no acampamento
O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão realizou um estudo que apontou que as mais de 700 pessoas que contraíram o coronavírus no navio Diamond Princess, em fevereiro, foram infectadas por apenas uma pessoa. As informações são do Portal iG.
A embarcação ficou em quarentena por três meses no porto após o desembarque de um passageiro em Hong Kong, que testou positivo. Dos 3.711 passageiros, centenas foram infectados pela doença. Treze pessoas faleceram no navio por conta do vírus.
O estudo, publicado nessa terça-feira (28/7), foi feito a partir do sequenciamento genético das pessoas que fizeram testes dentro do navio. Os cientistas esperavam conseguir diferentes combinações genéticas para identificar a variedade de mutações do vírus, mas perceberam que a contaminação teve apenas uma origem.
Mesmo após decretar a quarentena no porto de Yokohama, o cronograma de eventos não foi alterado, causando aglomeração de pessoas dentro da embarcação e, consequentemente, a contaminação em massa.
“Embora a disseminação adicional possa ter sido evitada pela quarentena, alguns grupos de progênies podem estar ligados à transmissão por meio de eventos com aglomerações nas áreas de lazer a à transmissão direta entre passageiros que compartilharam cabines durante a quarentena“, afirmou o estudo.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 de Inglês. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de História. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Digitalização de internamentos da COVID-19. Saiba mais.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para quadro de pessoal um (1) Gestor de Redes Sociais. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul – ProAzul, FP pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Administradores Executivos para Conselho de Administração. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva e Saneamento de Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Serventes de Unidades Sanitárias. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Física e Reabilitação. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Protecção à Criança (Gestão de Casos). Saiba mais.
A Chikweti Forest of Niassa, SA empresa de direito moçambicano, com escritório e complexo residencial em Lichinga, Niassa pretende recrutar um (1) Gestor Social, Terra e Comunidade. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Sul). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Centro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Instrutor/ Técnico de Pedagogia N1 (Zona Sul). Saiba mais.
O governo da Bolívia decidiu abrir um processo penal contra o ex-presidente Evo Morales, que se encontra exilado na Argentina desde que renunciou ao cargo durante uma crise institucional e um levante das forças armadas em outubro de 2019 por incentivar os protestos registrados nesta terça-feira (28) no país.
O executivo da COB (Central Obrera Boliviana), Juan Carlos Huarachi, e a chefe da bancada do MAS na Câmara dos Deputados, Bety Yañíquez, também foram incluídos entre os acusados de instigar criminosamente os protestos.
O anuncio foi feito nesta quarta-feira (29) pelo ministro da Presidência, Yerko Núñez, com o argumento de que as manifestações são um “delito contra a saúde pública, instigação pública a delinquir, apologia do delito, associação crimininosa e destruição dos bens do estado”.
Yerko Núñez condenou as manifestações em meio à pandemia do coronavírus que o país enfrenta, e que gerou grande aglomeração de pessoas. O tema principal dos protestos foi o descontentamento com o adiamento das eleições, para o dia 18 de outubro.
Na ocasião do anúncio, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Salvador Romero, disse que não existem condições sanitárias para o pleito. Contudo, os manifestantes alegam que o adiamento é uma maneira do governo interino se manter no poder.
Segundo o ministro da presidência, a Bolívia “atravessa uma escalada de violência armada, preparada e financiada por Evo Morales”. Ainda de acordo com com Núñez, a prova dos crimes é o twitt do ex-presidente parabenizando as manifestações.
O ministro afirmou também que a decisão de adiar as eleições pelo TSE deve ser respeitada, e que o partido MAS, do ex-presidente Evo Morales, “está em tempo de deixar de cometer essas atitudes erroneas”. Por fim, Núñez destacou que o governo está preocupado em combater a pandemia e retomar a economia.
Greve geral
Mais cedo, a COB (Central Obreira Boliviana) publicou uma carta na qual convoca uma greve geral a partir das 00h do dia 3 de agosto. No documento, a central critica a atuação do governo interino durante a pandemia “gerando malestar e abandono do povo”.
Uma explosão em um restaurante em Fukushima, no Japão, deixou um morto e pelo menos 17 pessoas feriadas nesta quinta-feira (30).
O estabelecimento Onyasai estava passando por reparos, segundo seu proprietário, o grupo casual Colowide Co, que opera uma cadeia de restaurantes.
A empresa emitiu um comunicado pedindo desculpas às vítimas e disse que estava trabalhando com as autoridades para determinar a causa.
A mídia mostrou imagens do local totalmente destruído, com janelas quebradas nos prédios vizinhos e pedaços de metal e vidro espalhados pelo quarteirão.
No Twitter, usuários relataram que ouviram um barulho alto no momento da explosão e podiam sentir o cheiro de gás.
A economia da China vai crescer 1,6% este ano, a taxa mais baixa desde 1976, devido ao impacto da pandemia da covid-19, mas expandirá 7,9% em 2021, segundo as projeções actualizadas do Banco Mundial (BM) divulgadas esta quarta-feira 29.
Embora a previsão para 2020 represente a menor taxa de crescimento desde 1976, a expansão de 7,9% em 2021 seria a maior desde 2012, depois de em 2011 a economia da China ter crescido 9,6%. A taxa de crescimento do Produto Interno Bruto é medida em termos homólogos.
A previsão do Banco Mundial não difere muito das mais recentes estimativas feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê um avanço menor em 2020, de 1%, mas maior para o ano seguinte, alcançando os 8,2%.
O Banco Mundial considerou que as condições económicas “mudaram dramaticamente” desde o início da pandemia, visto que o impacto da covid-19 e as medidas adotadas para conter o surto “provocaram um choque combinado na procura e na oferta”.
“Embora as restrições na oferta tenham diminuído, a fraca procura interna e externa continua a travar o ritmo da recuperação (económica), apesar das medidas adotadas”, afirmou a agência.
O Banco Mundial advertiu que o crescimento dos rendimentos das famílias e a taxa de eliminação da pobreza vão desacelerar na China, prevendo-se entre 8 a 20 milhões a menos de pessoas que vão sair da pobreza extrema no país este ano.
“Embora os riscos sejam excecionalmente altos, com boas políticas, eles podem ser parcialmente reduzidos”, explicou o diretor do Banco Mundial na China, Martin Raiser.
Pequim deve apostar em reorientar a economia para um crescimento “mais inclusivo, sustentável e verde”, porque a pandemia “expôs profundamente as fraquezas económicas, sociais e ambientais” do país.
“A recuperação oferece uma oportunidade para acelerar o progresso em direção a essas metas”, disse o representante da instituição no país asiático.
O Banco Mundial considerou o desenvolvimento do surto da covid-19 e as tensões da China com os seus parceiros comerciais, especialmente os Estados Unidos, como os dois principais desafios para a economia chinesa.
A possibilidade de uma recessão prolongada em todo o mundo é outro risco. A entidade pede a Pequim que mantenha as suas políticas monetárias e financeiras flexíveis para “garantir liquidez” na economia.
O economista-chefe do Banco Mundial para a China, Sebastian Eckardt, destacou a “necessidade de fechar a lacuna na segurança social do país para apoiar os trabalhadores e as famílias afetadas, além de minimizar a fraqueza persistente no consumo doméstico”.
Ataques armados contra agricultores latifundiários sul-africanos provocaram pelo menos cinco mortos desde sexta-feira, anunciou nesta quarta-feira 29, o sindicato agrícola comercial da África do Sul (TLU SA, sigla em inglês), que instou os empresários a defenderem-se.
O responsável pela área de segurança do TLU SA, Chris van Zyl, adiantou à Lusa que nove ataques armados a fazendas agrícolas entre sexta-feira e domingo resultaram na morte de cinco agricultores, três dos quais em Hartswater, Cabo do Norte, sudoeste do país.
“Que eu saiba, quatro pessoas (uma mulher e três homens) foram presas pela polícia na área de Hartswater. São todos africanos negros”, referiu Chris van Zyl.
Os relatórios disponíveis, referiu a mesma fonte, indicam que a resposta das forças de segurança ao incidente de Hartswater “foi muito profissional”.
“Em todos os casos, a resposta da SAPS (Polícia Sul-Africana) foi reativa depois de os crimes terem sido cometidos”, adiantou.
Os incidentes ocorreram em cinco das nove províncias, nomeadamente em Gauteng, Limpopo, Noroeste, Cabo do Norte e Cabo Oriental, disse aquele responsável, acrescentando que os incidentes envolverem em média 20 assaltantes em grupos de 3-5 homens armados.
Chris van Zyl disse que os dados disponíveis indicam que o confinamento decretado desde 27 de março pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, “só conseguiu suprimir crimes nas primeiras semanas” e que o número de ataques armados e de assassínios de agricultores comerciais na África do Sul aumentou significativamente durante o período de confinamento contra a covid-19.
“Quando os dados das primeiras cinco semanas de confinamento são comparados com as cinco semanas anteriores, ocorreram 18 ataques e sete assassínios, enquanto que no período precedente foram registados 47 ataques e 12 assassínios”, declarou à Lusa Chirs van Zyl.
“Igual comparação feita nas 15 semanas anteriores e posteriores reflete 84 ataques e 14 assassínios, enquanto que no mesmo período durante o confinamento reflete 86 ataques e 18 assassínios”, referiu o dirigente agrícola sul-africano.
Além do aumento do crime no país, a organização agrícola sublinhou que a polícia sul-africana encerrou várias esquadras devido à covid-19.
Num relatório divulgado no início deste mês, a ONG sul-africana AfriForum indicou que o número de incidentes armados contra agricultores comerciais na África do Sul, têm vindo a aumentar nos últimos oito anos tendo registado 552 ataques armados e 57 homicídios em 2019.
A província de Gauteng, envolvente a Joanesburgo, foi a mais atingida no ano passado com 30% dos ataques armados a fazendas agrícolas, seguida do Noroeste (15%) e Limpopo (11%), indicou a AfriForum.
A África do Sul é o país do continente mais afetado pela covid-19, com 7.257 mortos e mais de 459 mil casos.
Um terço das crianças do mundo estão intoxicadas com chumbo, o que pode causar danos irreparáveis ao cérebro, de acordo com um relatório divulgado nesta quarta-feira 29, pela Unicef pela organização não-governamental (ONG) Terra Pura.
Segundo o estudo, uma em cada três crianças, 800 milhões, no total, tem níveis de chumbo no sangue iguais ou superiores a cinco microgramas por decilitro, o nível em que é considerado necessário intervir.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mesmo os níveis mais baixos de chumbo podem estar ligados a menor inteligência, dificuldades comportamentais e problemas de aprendizagem em menores.
Embora o problema ocorra em todo o mundo, hoje as áreas mais afetadas correspondem a países com poucos recursos. Quase metade dessas 800 milhões de crianças intoxicadas vive na região do sul da Ásia.
O estudo, o primeiro a ser realizado a esta escala, de acordo com seus autores, concluiu inequivocamente que as crianças em todo o mundo estão a ser “envenenadas em uma escala maciça e anteriormente não reconhecida”.
“O chumbo, que apenas gera sintomas no início, causa danos silenciosos à saúde e ao desenvolvimento das crianças, com consequências potencialmente fatais”, disse a diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Henrietta Fore.
De acordo com Fore, “conhecer a extensão da contaminação por chumbo e entender a destruição que causa na vida de indivíduos e comunidades deve inspirar medidas urgentes para proteger as crianças de uma vez por todas”.
O chumbo, um metal pesado amplamente utilizado desde os tempos antigos para uma ampla variedade de aplicações, gera uma poderosa neurotoxina que é especialmente prejudicial para crianças e, acima de tudo, para crianças menores de cinco anos.
Nessas idades, quando o cérebro não está totalmente desenvolvido, a substância pode causar deterioração neurológica, cognitiva e física para toda a vida.
Numerosos estudos relacionaram a exposição do chumbo na infância a problemas de saúde mental e comportamental e a um aumento no crime e na violência.
Para crianças mais velhas e adultos, considera-se que a exposição prolongada ao chumbo aumenta o risco de problemas de saúde, incluindo complicações cardiovasculares e renais.
No estudo defende-se que a reciclagem clandestina e deficiente de baterias de chumbo comuns nos automóveis é um dos principais fatores que contribui para o envenenamento de crianças que vivem em países de baixo e médio rendimento, onde o número de veículos triplicou no últimos vinte anos.
Esse aumento, juntamente com a falta de regulamentação e infraestrutura para reciclagem, significa que até 50% das baterias de chumbo são recicladas de maneira perigosa na economia paralela, denunciou a Unicef.
Isso coloca em risco os trabalhadores, mas também as pessoas que vivem em áreas próximas, expostas a vapores tóxicos.
Outras fontes de intoxicação incluem chumbo na água pelo uso de canos feitos a partir dele; chumbo de atividades como mineração, pintura e pigmentos à base de chumbo ou gasolina com chumbo, que diminuiu significativamente nas últimas décadas; bem como pode ser encontrado em latas de alimentos e em especiarias, cosméticos, brinquedos e outros produtos de consumo.
Nos países mais ricos, os níveis de chumbo no sangue foram reduzidos muito significativamente, desde a eliminação gradual do da gasolina com chumbo e nas tintas feitas à base desse elemento, mas o problema subsiste ainda em outras áreas do mundo.
A Unicef e a Pure Earth, uma organização com sede em Nova Iorque, nos Estados Unidos, pedem aos governos que tomem medidas para acabar com a exposição das crianças e a avançarem com legislação, melhor prevenção e controlo, mais sistemas de monitorização, reforço em áreas como o tratamento de crianças e menores afetados, assim como desenvolver campanhas de sensibilização pública.
“A boa notícia é que o chumbo pode ser reciclado com segurança sem expor os trabalhadores, os seus filhos e os bairros vizinhos. Locais contaminados com chumbo podem ser reparados e restaurados”, explicou o presidente da Pure Earth, Richard Fuller, em comunicado.
“É possível educar as pessoas sobre os perigos do chumbo e capacitá–las para se protegerem a si mesmas e aos seus filhos. O retorno do investimento é enorme: melhor saúde, maior produtividade, QI [Quociente de Inteligência] mais alto, menos violência e um futuro”, sublinhou.
A Amnistia Internacional alertou para a situação de cerca de duas mil crianças Yazidi, libertadas do grupo extremista Estado Islâmico (EI), mas sem o apoio necessário para fazer face aos traumas físicos e psicológicos.
Segundo um relatório da organização não-governamental (ONG), divulgado hoje, 1.992 crianças desta minoria religiosa de origem curda, alvo de perseguições, regressaram às suas famílias depois de terem sido “raptadas, torturadas, forçadas a lutar [ou] violadas” durante os três anos em que o EI ocupou o norte do Iraque (2014-2017).
“Apesar de o seu pesadelo ter terminado, continuam a viver tempos difíceis: a sua saúde mental e física deve ser a prioridade para que possam ser realmente reintegrados nas suas famílias e comunidades”, disse a Amnistia Internacional, que entrevistou dezenas de crianças yazidi.
Alguns têm de aprender a viver novamente após uma amputação ou lidar com pesadelos.
Muitos já não falam curdo, apenas árabe, ensinado pelo EI, tendo alguns sido rebatizados, agravando as dificuldades para reestabelecer laços com uma comunidade que os extremistas os ensinaram a odiar.
O relatório dá igualmente conta de adolescentes violadas, algumas grávidas, que ainda hoje sofrem as consequências da longa detenção, já que as autoridades religiosas yazidi não aceitam crianças nascidas de um progenitor que não seja da mesma etnia.
“Estas mulheres foram escravizadas, torturadas e violadas. Não deveriam ter de sofrer mais”, disse Matt Wells, da Amnistia Internacional.
A ONG defendeu igualmente o regresso destas crianças à escola, “um lugar de socialização essencial para a sua recuperação”, apontando que dezenas de milhares de yazidis ainda vivem em campos de refugiados.
O Manchester City já chegou a acordo com o Valência para a transferência de Ferran Torres, segundo noticia a edição online do jornal espanhol As.
O jogador, de 20 anos, custa ao emblema inglês 25 milhões de euros de imediato, mais 12 milhões em variáveis.
Sempre de acordo com a mesma fonte, falta apenas Ferran Torres realizar os habituais testes médicos, que deverão ser realizados em Barcelona, devido às restrições impostas no Reino Unido.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão anunciou na quarta-feira 29, que o país vai levantar a partir de 05 de agosto a proibição de entrada de residentes estrangeiros, instaurada para combater a propagação do novo coronavírus.
Atualmente, cerca de 90 mil residentes estrangeiros no Japão, incluindo trabalhadores e estudantes, estão retidos fora do arquipélago, que impede a entrada a nacionais de mais de uma centena de países, por causa da pandemia.
A partir da próxima quarta-feira, os residentes estrangeiros que deixaram o arquipélago antes de os seus países de origem terem sido afetados pela proibição serão autorizados a regressar, de acordo com o comunicado das autoridades divulgado na quarta-feira.
As pessoas elegíveis devem obter um certificado emitido pelas autoridades consulares do Japão no país onde se encontram e apresentar um teste negativo de covid-19 realizado nas 72 horas anteriores.
Desde 03 de abril que o Japão alargou progressivamente a proibição de entrada a estrangeiros, para impedir a propagação da covid-19, incluindo na “lista negra” 111 nacionalidades.
Na semana passada, funcionários do Conselho Empresarial Europeu (EBC) e da Câmara de Comércio Americana no Japão criticaram a duplicidade de critérios do arquipélago, afirmando que a diferença de tratamento entre cidadãos japoneses e residentes estrangeiros “não tem base científica”.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 660 mil mortos e infetou mais de 16,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O antigo secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, disse que só há duas entradas por onde os insurgentes podem penetrar em Cabo Delgado, uma das quais através da fronteira com a Tanzania.
O diplomata faz a afirmação numa altura em que o Comandante-Geral da Polícia de Moçambique, Bernardino Rafael, afirma que as bases e os mandantes dos atacantes estão no estrangeiro.
Murargy disse à imprensa não acreditar que a solução para o conflito em Cabo Delgado, que dura há mais de dois anos, seja alcançada a curto prazo, mas a médio e longo prazo.
No seu entender, os insurgentes apenas podem penetrar em Cabo Delgado via marítima e através da fronteira com a Tanzania, realçando que os ataques àquela província “têm, por trás da questão religiosa, interesses económicos, para os quais o início da exploração do gás constitui um perigo”.
“O que está a acontecer no território moçambicano é um movimento que vem lá de cima, mas vem descendo da Somália”, disse Murargy.
Reforçando a ideia do antigo secretário-executivo da CPLP, o Comandante-Geral da Polícia moçambicana, Bernardino Rafael, diz ser fundamental um maior controlo fronteiriço, “porque as bases e os mandantes dos terroristas estão no estrangeiro”.
“Aqueles que nos atacam, queimam as nossas casas e destroem infraestruturas, estão fora do país e entram através das nossas fronteiras; temos que fechá-las para que os terroristas não entrem e aqueles que entrarem não saiam”, recomenda Bernardino Rafael.
Rafael, que falava na inauguração de um quartel da Polícia de Guarda-Fronteira em Ressano Garcia, província de Maputo, e sublinhou que as acções dos insurgentes, associadas à imigração ilegal estão a atrasar o desenvolvimento do país.
Ontem, 29, terminou a terceira prorrogação do estado de emergência aprovado por decreto presidencial e relacionado com as medidas de prevenção da Covid-19.
O analista é advogado Baltazar Fael considera que findo este período, espera-se que Filipe Nyusi seja ponderado, não se deixando influenciar por opiniões que sugerem a adoção de novo estado de emergência.
“A questão das infeções que tem vindo a aumentar e por outro a precariedade da vida que aconteceu com as pessoas a perderem emprego, fecho de empresas e redução da produção, isto é que deve se ver para que o Chefe de Estado decida o que vai fazer,” diz Fael.
Para o médico e investigador Jorge Matine as medidas anteriormente adoptadas foram no sentido de preparar o sector de saúde a dar resposta à pandemia, não se sabendo qual é o grau de preparação.
“Agora o que se impõe como desafio é poder apresentar até que ponto o sistema de saúde está preparado para essa nova realidade, não vai estar a 100%, tendo em conta as patologias associadas à Covid-19,” disse Matine.
Nas últimas comunicações, Nyusi pediu aos moçambicanos para prepararem-se para conviver com “um novo normal”, tendo em conta que a pandemia está longe de fazer parte da história.
Adriano Nuvunga, diretor do Centro para a Democracia e Desenvolvimento, diz que “não há uma compreensão do que significará este novo normal na sociedade moçambicana, tendo em conta as condições a que ela se encontra”.
Diz Nuvunga, que “o Estado moçambicano tem estado a continuar com uma política de avestruz, de esconder a cabeça ao problemas e deixar o rabo de fora, então nesse sentido é prematura pensar-se num novo normal”.
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