Em vídeo condena a invasão do Capitólio, agradece aos seus apoiantes e diz que a jornada apenas começa. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu na noite de quinta-feira, 7, que deixará o cargo em 20 de janeiro e condenou a violência durante a invasão do Capitólio pelos seus apoiantes.
A primeira aparição de Trump aconteceu no fim do dia em que o Congresso confirmou a vitória de Joe Biden na eleição presidencial de 3 de novembro.
“Gostaria de começar por falar sobre esse ataque odioso ao Capitólio dos EUA. Como todos os americanos, eu estou revoltado com a violência, anarquia e desordem”, afirmou Trump, que se dirigiu aos invasores: “Aos que participaram de actos de violência e destruição: vocês não representam o nosso país. E aos que desrespeitaram a lei: vocês vão pagar”.
Trump também reconheceu que as “emoções estão em patamares altos” e que o país deve “retomar a calma”.
Sem dizer, pela primeira vez, que a eleição foi fraudulenta, o Presidente reiterou que a campanha dele constestou o resultado das eleições para “lutar e defender a democracia americana”.
Transição suave
Ao admitir que deixará o cargo em 20 de janeiro e que o Congresso certificou a eleição do novo presidente, Trump, que não mencionou o nome de Joe Biden em nenhum momento, voltou a prometer uma transição suave.
“O momento pede cura e reconciliação. 2020 foi um tempo desafiador para as pessoas”, disse.
“Derrotar a pandemia e reconstruir a maior economia da Terra vai exigir de nós que trabalhemos juntos”, afirmou Trump, para quem “precisamos revitalizar os laços sagrados de amor e lealdade que nos tornam uma grande família”.
Agradecimento aos apoiantes
Em tom de despedida, o Presidente afirmou que “servir como Pesidente foi a maior honra” da vida dele, para depois agradecer os seus apoiantes e piscar o futuro.
“Aos meus apoiantes maravilhosos, sei que estão desapontados, mas quero que saibam que a nossa jornada maravilhosa está apenas a começar”.
Entretanto, no Capitólio, a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Shummer, pediram ao vice-presidente que accione a 25ª emenda da Constituição que permite a remoção de um Presidente em caso de doença física ou mental.
Não houve qualquer reacção de Pence ou dos republicanos que, no entanto, teriam de se unir em número significativo aos democratas para tentarem tal resultado na votação.
Também metade do Governo teria de assinar uma carta, juntamente com o vice-presidente, a pedir a remoção do Presidente.
De qualquer modo, Pelosi afirmou que se Mike Pence não avançar, a Câmara dos Representantes avançará com um novo processo de impugnação do Presidente Donald Trump.
O ministro moçambicano da Defesa Nacional, Jaime Neto, disse que o apoio que tem sido dado às forças de defesa e segurança por parceiros internacionais permitiu a recuperação de várias zonas que tinham sido ocupadas por insurgentes em Cabo Delgado, incluindo o porto de Mocímbia da Praia.
Os parceiros internacionais de Moçambique na luta contra a insurgência incluem a União Europeia. A SADC e outros países manifestaram também interesse em ajudar.
Jaime Neto avançou que nessa ajuda particular atenção tem sido dada à capacitação das forças de defesa e segurança, e os resultados já se fazem sentir no terreno.
As autoridades governamentais dizem que as famílias que abandonaram as suas habitações nos distritos de Meluco, Macomia e Quissanga, poderão, em breve, retornar às suas zonas de origem porque já existem condições de segurança.
Por outro lado, o ministro da Defesa nacional afirmou que a Marinha de Guerra intensificou a fiscalização no porto de Mocímboa da Praia, ocupado por insurgentes em agosto de 2020.
“O porto de Mocímboa da Praia não continua com o inimigo. Eles andam no distrito, sim, um e outro, e se calhar, promovem as suas actividades lá, mas a Marinha de Guerra fortificou o seu trabalho de fiscalização”, disse Neto.
Na noite de 12 de Agosto, os insurgentes invadiram o porto de Mocímboa da Praia, e os confrontos com as forças de defesa e segurança provocaram um número não conhecido de mortos, para além de diversas infraestruturas destruidas.
Jaime Neto disse, na altura, que os insurgentes se infiltraram nas comunidades, comandando ataques contra as forças governamentais de dentro para fora do distrito, o que facilitou a sua permanência no local por muito tempo.
“Nós acreditamos que um e outro insurgente ainda continua no distrito e nós estamos a fazer o esforço para o recuperar e colocar todas as instituições a funcionarem”, declarou o ministro moçambicano da Defesa Nacional.
Angola e Moçambique fazem parte de uma lista de 11 países da África Austral cujos viajantes não podem entrar na Inglaterra, medida que Londres adopta para evitar a propagaçāo da nova variante do virus causador da Covid-19, identificada na África do Sul.
A lista de países abrangidos pela medida, que entra em vigor no sábado, e por 15 dias, inclui Namíbia, Zimbabwe, Botswana, Eswatini, Zâmbia, Malawi, Lesoto, Seychelles e Maurícias.
No detalhe, as autoridades britânicas dizem que a entrada será proibida aos indivíduos que tenham partido ou feito escala em qualquer país da África Austral, nos últimos 10 dias.
A medida exclui cidadãos britânicos e irlandeses, portadores de vistos de longa duração e residentes permanentes, que deverão se isolar por 10 dias após a chegada.
A crise de água que se vive na cidade de Nampula traz outros contornos bem curiosos: dois homens disputam um furo de água, depois de acordos entre ambos que supostamente não foram cumpridos. O caso chegou à Polícia.
Bairro de Muatala, unidade comunal de Cossoro. em 2017 iniciava uma parceria entre dois moradores do mesmo quarteirão que culminou com a abertura de um furo no quintal de um deles, de nome Isac Roque, depois de um investimento de 350 mil meticais suportado pelo outro no talhão alheio.
O queixoso, que agora considera-se vítima de invasão da propriedade privada, diz que o furo foi aberto no seu quintal porque depois de estudos geofísicos concluiu-se que na sua parcela ocorre um lençol de água subterrâne e para não se fazer o furo na rua, o meior foi enctrar num acordo para que fosse aberto no quintal dde Isac Roque.
O acordo verbal havido na altura foi no sentido de construir-se um depósito elevado para, primeiro, fornecer água gratuitamente ao proprietário do terreno e depois ao dono do furo e por último outros vizinhos. Entretanto, com o andar do tempo não aconteceu o combinado e dai começou o conflito entre ambos.
“Desistiu do furo no ano passado e não me disse qual era a razão. Decidi reunir o valor, comprar uma bomba e passei a usar com a população. Ele veio no dia 31 alegando que ia fechar o furo, mas nesse dia pedi que não fechasse para sentarmos para negociações”.
Apesar do alegado apelo, o proprietário decidiu mandar os sues homens para encerrarem o furo, tendo colocado cimento em quase toda a profundidade. Isac Roque decidiu levar o caso à polícia, alegando invasão da propriedade privada.
“Eu levei estas intimações, não é pelo facto de ter fechado o furo, é a invasão da minha privacidade”.
Fomos ao encontro do acusado que preferiu falar em anonimato, tendo acusado o seu antigo parceiro de falta de honestidade. “Repentinamente ele removeu a bomba e foi deixar na minha casa, alegando que não estava satisfeito e não me deu nenhuma satisfação plausível sobre porquê estava a fazer tal acto, em 2017. Eu achei melhor encerrar aquilo que me pertence e fí-lo da forma como fiz”, disse.
Segundo explicou, a abertura do furo-lhe custou 350 mil meticais em 2017. O problema acaba ganhando outras proporções por causa da crise de água que se vive na cidade de Nampula.
A África do Sul vai receber 1,5 milhões de vacinas produzidas na Índia, que serão destinadas nos próximos dois meses a profissionais de saúde, anunciou ontem, o ministro da tutela, Zweli Mkhize.
O Governo sul-africano priorizou cerca de 1,25 milhões de funcionários da saúde públicos e privados na vacinação, cujo início ainda não tem data anunciada no país, que regista uma segunda vaga da covid-19 impulsionada pela nova variante do coronavírus 501.V2 com mais de 1,1 milhões de infeções desde início da pandemia em março, refere em comunicado o ministro da Saúde sul-africano, depois de ter prestado hoje informações ao parlamento por videoconferência.
“Na nossa apresentação [ao parlamento], também afirmámos que, como país, estimamos que 1,25 milhões de profissionais de saúde públicos e privados sejam priorizados. É por isso que hoje anunciamos que a África do Sul receberá 1.000.000 (um milhão) de doses em janeiro e 500.000 (quinhentas mil) doses em fevereiro do SII [Instituto Serum da Índia]”, lê-se no comunicado.
“A vacina SII / AstraZeneca já foi aprovada por vários reguladores e está a ser lançada em outros países, portanto, como parte da agilização do processo regulatório, a SAHPRA [Autoridade Reguladora de Produtos de Saúde da África do Sul] está a atender a esse trabalho regulatório”, adianta.
Zweli Mkhize refere ainda no comunicado que a aquisição da nova vacina para a covid-19 “foi feita diretamente pelo Ministério da Saúde da África do Sul”.
“Isto fortalece a credibilidade do processo, já que todas as negociações e questões de pagamento são geridas diretamente pelo governo com o fabricante”, refere o governante sul-africano.
“Agora iremos envolver todas as partes interessadas relevantes para garantir a implementação eficiente e eficaz da vacina para os nossos profissionais de saúde”, avança, sem precisar o início do programa de vacinação no país.
Na informação prestada hoje ao parlamento, o ministro Zweli Mkhize disse que a África do Sul terá de vacinar cerca de 41,3 milhões de pessoas (70%) para quebrar o ciclo de contágio do novo coronavírus no país.
A África do Sul, o país mais afetado pela pandemia no continente africano, reportou 844 óbitos e 21.832 novos casos de infeção nas últimas 24 horas, elevando o número total de casos positivos de infeção para 1.149.591 milhões e o total de mortes por covid-19 para 31.368 desde março.
Com cerca de 6,9 milhões de testes realizados à covid-19, dos quais 70.060 nas últimas 24 horas, o país reporta uma taxa de recuperação de 80,8% com um total de 929.239 recuperados, segundo o ministro da Saúde sul-africano.
Duas jornalistas chinesas foram condenadas na quinta-feira (07), por difamação de um terceiro jornalista, num potencial golpe na China para o movimento “#MeToo”, que denuncia as agressões sexuais cometidas por homens com poder.
Um tribunal na cidade de Hangzhou decidiu que as evidências fornecidas por ZouSicong e He Qian contra o jornalista Deng Fei “não são suficientes para permitir que alguém acredite firmemente, sem qualquer hesitação, que o que foi descrito realmente aconteceu”.
O tribunal condenou He e Zou a pagarem 11.712 yuan (cerca de 1.500 euros) por danos.
O caso foi baseado num artigo, escrito por He e publicado por Zou, em 2018, no qual He acusou Deng de a atrair para um quarto de hotel, em 2009, para discutir ideias para histórias.
Segundo He, Deng começou a despi-la e a tentar beijá-la.
He disse que, na época, era uma estagiária de 21 anos numa revista onde Deng era o editor-chefe.
O artigo surgiu numa altura em que várias mulheres jovens em toda a China divulgaram histórias de agressão sexual e má conduta, como parte do movimento global “#MeToo“.
No entanto, o movimento teve dificuldades em ganhar força na China, onde a política, as artes e o mundo dos negócios permanecem predominantemente dominados por homens.
As acusações feitas pública e anonimamente contra algumas dezenas de homens em setores diferentes geraram uma reação, e desde 2018, pelo menos seis homens entraram com processos de difamação contra as acusadoras ou pessoas que ajudaram a divulgar as acusações.
Deng negou a acusação, apontando que “nunca fez nada tão estúpido ou tão mau”.
“Eu nem tive a chance de encontrar evidências relevantes para provar a minha inocência, e além disso, dado que já se passaram 10 anos, nem me lembro dessa pessoa, que disse que só me viu uma vez” apontou.
Ao longo do processo, Zou e He disseram que enfrentavam um ónus da prova maior sob a lei chinesa.
Embora a China tenha permitido a má conduta sexual como base para ações judiciais em 2019, a definição de assédio permanece obscura e muito poucos casos resultam em punição.
Muitos dos casos são antes tratados em tribunais como disputas laborais ou segundo leis que protegem a reputação pública.
“Isto é igual a dizer a alguém que foi humilhado e ferido, que se não tem gravações de áudio ou vídeos do evento, então o melhor é calar-se”, apontou o advogado de Zou e He, Xu Kai, em comunicado.
“O tribunal impôs todo o ónus da prova sobre ZouSicong e He Qian“, lamentou.
He disse que o julgamento foi um revés, mas que ainda tem esperanças para o movimento. “Quero saber até onde podemos ir com o sistema jurídico existente”, apontou.
A cidade de Dakar foi palco, na noite da passada quarta-feira, de protestos contra o recolher obrigatório no Senegal, entretanto reposto para travar o avanço da covid-19, que alarmou as autoridades, segundo a agência AFP.
No distrito de Ngor, grupos de jovens queimaram pneus, montaram barricadas e atiraram projéteis contra as forças da lei e da ordem, que responderam com gás lacrimogéneo.
Foram relatados incidentes em outros bairros da capital senegalesa, tais como Medina ou Yoff, e nos seus subúrbios, em Pikine, Guédiawaye ou Thiaroye.
“Muitos de nós trabalhamos à noite”, disse Jean-Paul Mendy no distrito de ParcellesAssainies, onde os residentes de Dakar também se rebelaram contra o recolher obrigatório.
E acrescentou: “Estamos a tentar ganhar a vida, dia após dia. E agora estão a impedir-nos de trabalhar à noite”.
Para um trabalhador na área das entregas, como Jean-Paul Mendy, é mais fácil trabalhar até tarde devido ao congestionamento na capital durante o dia.
Desde a noite de quarta-feira passada que está em vigor um recolher obrigatório, que vigorará entre as 21:00 e as 05:00 nas regiões de Dakar e Thies, as quais concentram quase 90% dos casos de covid-19, de acordo com as autoridades.
O Conselho de Ministros justificou estas medidas na quarta-feira à noite com “um aumento fulgurante de contaminações, casos severos, casos graves e o número de mortes”.
O Senegal enfrenta uma segunda vaga da doença e, tal como em outas regiões africanas, os números estão longe de atingir os anunciados em outros continentes. Ainda assim, a doença está a colocar uma pressão no sistema de saúde deste país pobre.
A pandemiaafetou gravemente a economia deste país, que tem registado um crescimento nos últimos anos.
O restabelecimento do recolher obrigatório é particularmente preocupante para a esmagadora maioria da população que trabalha na chamada economia informal.
Os restauradores de rua ou vendedores ambulantes, por exemplo, são suscetíveis de sofrer um novo golpe com as restrições.
Para ModouNiang, o período do recolher obrigatório é aquele em que normalmente inicia o seu trabalho como motorista de táxi: “Sou pai e não estou autorizado a trabalhar. Esta decisão tomada por [o Presidente] MackySall não faz sentido. Ele pensa que é um rei”.
BabacarSeck, um dos manifestantes, citava o facto de que os mercados ainda estavam a decorrer durante o dia e que as pessoas ainda se aglomeravam nos transportes públicos, especialmente nas horas antes do recolher obrigatório para chegar a casa a tempo. “Não é o recolher obrigatório que vai fazer desaparecer o vírus”, disse.
O primeiro recolher obrigatório foi introduzido em março de 2020, após a ocorrência do primeiro caso. Na altura, foi o motivo de manifestações violentas, tendo sido levantado em junho.
O Senegal comunicou mais de 20.000 casos e 433 mortes devido à covid-19.
A International Commercial & Engineering – ICE Seguros, SA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Pessoal. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Bolt Fix, empresa no comercio a retalho de ferragens, sediada na Machava-Sede, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Balconista. Saiba mais.
A Associação Special Children Inclusion Organization (ASCIO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Agentes de Sensibilização e Mapeamento. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais de Tecnologias de informação e Comunicação. Saiba mais.
O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Enfermeiros Superiores de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um/a (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
Os túneis utilizados pelos cartéis de droga mexicanos serviram de inspiração para Antonio, um homem casado que mantinha uma relação extraconjugal com Pamela, também casada.
Antonio construiu um túnel da sua casa até casa da amante, que saía mesmo por debaixo da cama dela, mas um dia o marido voltou mais cedo e apanhou-os em flagrante.
Antonio conseguiu fugir pelo túnel mas o marido seguiu-o até casa, onde ambos acabaram à pancada.
A rede social Twitter bloqueou hoje a conta de Doald Trump, exigiu-lhe que retire as mensagens que desculpam a violência e ameaçou bani-lo para sempre.
Esta foi a primeira vez que a Twitter tomou uma decisão destas em relação a Trump, a quem ameaçou com uma “suspensão permanente”.
Antes fora o Facebook a remover um vídeo de Trump em que este recomendava aos seus apoiantes que atacaram o Congresso na quarta-feira para irem para casa, repetindo as falsas acusações à integridade da eleição presidencial.
Mezut Özil está a negociar o futuro com os norte-americanos do DC United e poderá partir do Arsenal no mercado de inverno.
De acordo com a imprensa italiana, Ozil, que está em final de contrato, recebeu uma proposta milionária do DC United e poderá rumar à MLS. O clube norte-americano também estará disponível para ajudar a promover a marca do médio alemão (M10).
Ao mesmo tempo, a imprensa turca também avança que o jogador recebeu um convite para assinar por três temporadas e meia pelo Fenerbahçe.
O Arsenal está pronto para libertar o jogador, visto que recebe 387 mil euros semanais e não joga pelos Gunners desde março.
O Barcelona chegou a acordo com o Getafe para o empréstimo do médio Carles Aleñá até final da temporada, sendo que o clube de Madrid pagará os ordenados do jogador.
Jogador formado no clube, o médio fez 43 jogos pelo Barcelona, mas esta época foi pouco utilizado por Ronald Koeman, com minutos em cinco jogos de Liga e um de Champions. Na época passada já tinha estado emprestado ao Bétis na segunda metade da época.
Sébastien Haller prepara-se para deixar o West Ham para rumar ao Ajax. De acordo com o L’Équipe o negócio entre os dois clubes está fechado e o emblema holandês irá investir 25 milhões de euros na contratação do avançado, de 26 anos, que foi contratado pelos hammers no verão de 2019 ao Eintracht Frankfurt por 50 milhões de euros.
Porém, o rendimento do costa-marfinense, que também tem nacionalidade francesa, em Inglaterra foi verdadeira desilusão, com apenas 14 golos marcados em 53 jogos.
Haller prepara-se, assim, para regressar ao campeonato holandês, onde despontou em grande plano no Utrecht (51 golos em 98 jogos), transferindo-se depois para a Bundesliga.
A Matricula da primeira classe para o ano lectivo 2021 continua a registar fraca afluência de pais e encarregados de educação nas escolas da cidade de Maputo, volvido pouco mais de um mês após o arranque.
Dirigentes de algumas instituições do ensino primário ouvidos ontem pelo “Notícias” disseram que têm vindo a reunir com as estruturas dos bairros, com vista a mobilizar encarregados de educação a não esperarem o último dia para matricularem crianças.
Carlos Nhantumbo, director da Escola Primária Completa (EPC) 25 de Junho, revelou que a instituição prevê matricular este ano cerca de 150alunos e até ontem havia inscrito apenas 49 crianças.
Explicou que, por conta da alteração do calendário escolar, maior parte de encarregados não tem informação sobre o acto. “Por isso, estamos a trabalhar em coordenação com líderes comunitários para difundirema informação”, referiu.
A EPC de Nhangoia tem 358 vagas disponíveis para novos ingressos e somente 111 alunos se inscreveram até agora. O mesmo sucede com a EPC de Bagamoyo que dispõe de 191 , tendo preenchido 41 vagas.
Casimiro Mário, director da EPC de Inhangoia, disse também que a instituição está a desenvolver um trabalho conjunto com pais e encarregados de educação para solucionar o problema da fraca afluência àmatrícula da primeira classe.
No entanto, a regularização das matrículas de alunos internos da 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 7ª, 9ª,10ª, 12ª classe, alfabetização e educação de adultos arrancou ontem segunda-feira e termina no dia cinco de Fevereiro do ano em curso.
Para a 6ª, 8ª e 11ª classe, o acto decorará de 26 de Fevereiro a 12 de Março, sendo que não existem taxas de matrículas de1ª a 9ª classe, alfabetização e educação de adultos.
Uma fonte do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humanoreiterou que o processo de regularização da matrícula decorre internamente, em cada escola, e os alunos irão apenas confirmar seus nomes dias antes do arranque das aulas.
Em relação ao número total de alunos que estarão registados no Sistema Nacional de Educação este ano, a mesma disse que o levantamento estatístico, que geralmente acontece em Março de cada ano lectivo, será feito após o arranque do ano escolar 2021.
O Governo moçambicano lançou ontem, em todo o país, o recenseamento para o Serviço Militar Obrigatório (SMO) de 2021 e espera abranger cerca de 200 mil jovens, refere o Ministério da Defesa em comunicado.
Segundo o documento, o recenseamento decorre oficialmente desde o dia 02 deste mês e vai terminar a 28 de fevereiro, num processo que abrange todos os cidadãos moçambicanos de ambos os sexos dentro e fora do país.
De acordo com o comunicado, vão poder recensear-se todos os moçambicanos nascidos em 2003 e os que não o puderam fazer antes, desde que não tenham ultrapassado os 35 anos.
O exercício vai decorrer em todo o país e em missões diplomáticas e consulares para o caso de jovens moçambicanos residentes no estrangeiro.
Em 2020, segundo dados do Ministério da Defesa de Moçambique, foram inscritos mais de 185 mil jovens ao SMO.
O recenseamento militar em Moçambique é feito no início de cada ano e não implica automaticamente a incorporação no SMO, pois este ato está sujeito a testes de aptidão e ao número definido anualmente para o ingresso nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).
Mais de sete mil moradores do bairro Zilinga, distrito de Boane, estão desde a madrugada de ontem (06) sem energia eléctrica devido à vandalização do posto de Transformação (PT) 843.
Os malfeitores escalaram a infra-estrutura cerca de 2:00 horas de hoje tendo retirados vários componentes do PT do bairro de Zilinga, com destaque para metais valiosos usados na produção de cabos condutores de corrente eléctrica, deixando tudo às escuras.
“Eram cerca de 2.00 quando os larápios cortaram os cabos de corrente eléctrica que saem do PT para alimentar a rede pública de baixa tensão”, disse um dos moradores agastado com a sitiação.
Posteriormente, rebentaram as braçadeiras que asseguram os cabos aos postes e foram descarna-los a uns metros do local onde está situado o PT, explicou.
Para sabotarem o sistema, os indivíduos, ainda a monte, cavaram e desenterraram parte dos cabos que a equipa da Electricidade de Moçambique (EDM) havia montado de modo a garantir segurança aos transeuntes e contra descargas atmosféricas.
Informada da ocorrência, a Polícia da República de Moçambique (PRM), ao nível da Esquadra de Beluluane, rapidamente fez-se ao local para averiguar o facto e levar os restolhos do material abandonado pelos malfeitores.
A PRM assegurou que tudo fará para encontrar os meliantes e responsabiliza-los pela sabotagem.
Igualmente, a EDM foi comunicada da ocorrência fez-se ao terreno para iniciar com os trabalhos de reposição dos danos causados à empresa e aos moradores do Zilinga.
À saída de Zilinga, a Polícia iniciou uma operação de “vasculha” pelas fabriquetas que se dedicam à compra de sucata e outras peças de origem diversa, com particular destaque para as da EDM, localizadas nos bairros de Malhampsene, Liberdade e Tsalala.
O Programa Alimentar Mundial pode não conseguir, já em março, continuar, a prestar a assistência básica às populações deslocada devido à onda de violência armada em Cabo Delgado, Moçambique.
Mundial (PAM) a interromper em março a assistência básica às populações deslocadas devido à violência armada em Cabo Delgado, norte de Moçambique, alertou esta quarta-feira, a agência das Nações Unidas.
“Caso prevaleça a atual escassez de financiamento e o PAM tenha de usar os seus recursos até ao limite, a assistência alimentar vital fornecida às pessoas afetadas pelo conflito em Cabo Delgado, Nampula e Niassa será interrompida em março de 2021”, refere uma nota de imprensa do PAM.
Segundo a agência, o défice orçamental é de 108 milhões de dólares (89 milhões de euros), num momento em que o número de deslocados tem aumentado devido à violência armada em distritos mais a norte daquela província.
Até março, caso a situação prevaleça, o PAM “terá esgotado as suas reservas alimentares e fundos para esta resposta humanitária”, alerta, acrescentando: “O que não só levanta preocupações em torno da segurança alimentar e riscos à saúde resultantes da desnutrição, mas também é alarmante do ponto de vista da proteção”.
Apesar das limitações, a agência das Nações Unidas avançou que decidiu manter a cesta básica atual de “assistência alimentar crítica”, abrangendo 400 mil pessoas das mais de 560 mil deslocadas, segundo as autoridades.
“O PAM fornece uma cesta alimentar familiar mensal em espécie: de 50 kg de cereais, 5 litros de óleo e 10 kg de feijões secos e lentilhas. O PAM também fornece assistência baseada em dinheiro onde os mercados locais funcionam, permitindo que as famílias escolham a sua própria cesta básica (alimentos e kits de higiene), em troca de senhas”, refere o PAM.
Além dos desafios ligados à alimentação, a agência alerta para o aumento da violência doméstica e casos de casamentos prematuros, bem como de exploração infantil.
“Há indícios de aumento da violência doméstica e de casamento precoce, com a falta de recursos e as dinâmicas de poder desiguais a potenciarem situações de sexo para sobrevivência, que trazem riscos maiores de HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, bem como de gravidez precoce”, acrescenta.
A ONU anunciou, no mês passado, que precisa de um total de 254 milhões de dólares (206 milhões de euros, no câmbio atual) para o plano de assistência humanitária às populações deslocadas, incluindo as que se refugiaram nas províncias de Niassa e Nampula, vizinhas de Cabo Delgado.
A segurança alimentar e o abrigo estão entre os principais pontos de destaque no plano de assistência da ONU, com uma verba de 136 milhões de dólares (111 milhões de euros) e 28 milhões de dólares (23 milhões de euros), respetivamente, do total de 254 milhões de dólares necessários.
A violência armada em Cabo Delgado começou há três anos e está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo jihadista Estado Islâmico desde 2019.
A estação meteorológica privada de El Clot de la Llança registou na manhã desta quarta-feira um recorde de temperatura mínima na Península Ibérica, anunciou o Parque Natural do Alto Pirineo (Lleida) no Twitter. O ABC, também noticiou que às 04h19 da manhã, naquela parte da Catalunha, o termómetro registava -34,1ºC.
A estação está localizada nas proximidades das pistas de esqui de Baqueira Beret, no Vale do Arán.
Segundo o ABC a temperatura foi registada por uma estação não homologada pela Meteocat, propriedade da estação de esqui Baqueira Be ret e gerida pela MeteoPirineu, situada perto do Parque Natural do Alto Pirineo e onde se gerou um “efeito piscina”.
Ainda de acordo com o mesmo jornal, o serviço Meteorológico da Catalunha (Meteocat) afirmou em outro tweet que grande parte da Catalunha experimentou a noite mais fria “nos últimos dois, três ou quatro anos” e que, em pontos da Costa Dorada (Tarragona ), o mínimo não era tão baixo há dez anos.
No seu discurso de abertura, Kim disse que os objetivos de desenvolvimento estabelecidos no congresso de 2016 “não foram alcançados em quase todas as áreas”
O líder norte-coreano, Kim Jong-un, abriu o primeiro congresso do seu partido em cinco anos com a admissão de erros e a promessa de novos objetivos de desenvolvimento, informou esta quarta-feira a agência estatal.
A agência noticiosa estatal da Coreia do Norte (KCNA, na sigla em Inglês) informou o início do congresso do Partido dos Trabalhadores, na terça-feira, em Pyongyang, com a presença de milhares de delegados e observadores.
No seu discurso de abertura, Kim disse que os objetivos de desenvolvimento estabelecidos no congresso de 2016 “não foram alcançados em quase todas as áreas”, segundo a KCNA. Insistindo, Kim disse que a Coreia do Norte “não deve repetir as lições dolorosas”.
É esperado que a Coreia do Norte seja dotada de um novo plano de desenvolvimento quinquenal no congresso em curso.
O atual congresso ocorre quando Kim enfrenta o maior desafio dos seus nove anos de direção do país, devido ao que classificou de “crises múltiplas”, com uma economia constrangida pelo encerramento de fronteiras provocado pela pandemia, uma série de desastres naturais no verão passado e a continuação de sanções internacionais, lideradas pelos EUA.
Outra fonte de preocupação para Kim é a posse prevista do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, que, ao contrário de Donald Trump, deve evitar a diplomacia de cimeiras ‘top-down’ e manter as sanções punitivas de Pyonyang, se Kim não der passos relevantes no sentido da desnuclearização.
O Senado rejeitou com uma maioria esmagadora a objeção de alguns senadores republicanos à vitória do Presidente eleito, Joe Biden, no estado do Arizona.
A objeção aos resultados no Arizona – liderada pelos senadores Paul Gosar e Ted Cruz – foi rejeitada por 93-6 na noite de quarta-feira.
Todos os votos a favor foram republicanos, mas depois da violenta manifestação, do cerco e da invasão do Capitólio, vários senadores do Partido Republicano que planeavam apoiar a objeção inverteram o sentido de voto.
Os republicanos levantaram a objeção com base em falsas alegações do Presidente cessante, Donald Trump, repetidamente rejeitadas nos tribunais e pelos funcionários eleitorais.
Pouco depois, a Câmara dos Representantes chumbou igualmente a objeção à vitória do Presidente eleito no Arizona, juntando-se ao Senado na defesa dos resultados das eleições realizadas naquele estado.
Apenas os republicanos votaram a favor da objeção, mas perderam (303-121).
Antes, a líder da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, defendeu que a certificação do Congresso da vitória eleitoral de Joe Biden iria mostrar ao mundo a verdadeira face do país.
“Apesar das ações vergonhosas de hoje, ainda a faremos [a votação], faremos parte de uma história que mostra ao mundo daquilo que a América é feita”.
Pelosi, católica romana, observou que na quarta-feira é a festa da Epifania e rezou para que a violência fosse “uma epifania para curar” o país.
As reações ao ataque no Capitólio foram quase imediatas. O ex-Presidente dos Estados Unidos Barack Obama considerou que os episódios de violência eram “uma vergonha”, mas não “uma surpresa”, dado a atitude de Donald Trump e dos republicanos.
O antigo Presidente norte-americano Bill Clinton também denunciou um “ataque sem precedentes” contra as instituições do país “alimentado por mais de quatro anos de política envenenada”.
O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que os violentos protestos ocorridos no Capitólio foram “um ataque sem precedentes à democracia” do país e instou Donald Trump a pôr fim à violência.
Pouco depois, Trump pediu aos seus apoiantes e manifestantes que invadiram o Capitólio para irem “para casa pacificamente”, mas repetindo a mensagem de que as eleições presidenciais foram fraudulentas.
O governo português condenou os incidentes, à semelhança da Comissão Europeia, do secretário-geral da NATO e dos governos de vários outros países.
Apoiantes do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, entraram em confronto com as autoridades e invadiram o Capitólio, em Washington, na quarta-feira, enquanto os membros do Congresso estavam reunidos para formalizar a vitória do Presidente eleito, Joe Biden, nas eleições de novembro.
A sessão de ratificação dos votos das eleições presidenciais dos EUA foi interrompida devido aos distúrbios provocados pelos manifestantes pró-Trump no Capitólio, e as autoridades de Washington D.C. decretaram o recolher obrigatório entre as 18:00 e as 06:00 locais (entre as 23:00 e as 11:00 em Lisboa).
O debate no Senado foi retomado pelas 20:00 (01:00 de hoje em Lisboa).
A polícia usou armas de fogo para proteger congressistas e pelo menos uma mulher morreu no interior do Capitólio depois de ter sido baleada, segundo fontes citadas pela agência de notícias Associated Press. A polícia está a investigar o incidente, mas não adiantou as circunstâncias do disparo.
Quatro horas após o início dos incidentes, as autoridades declararam que o edifício do Capitólio estava em segurança.
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