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Sexta-feira, Julho 24, 2026
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Nova Iorque propõe novamente a legalização da marijuana

O governador do Estado de Nova Iorque, Andrew Cuomo, propôs novamente a legalização da marijuana, um projeto que tentou implementar nos últimos anos, mas que até agora não conseguiu concretizar.

É a terceira vez que Cuomo se propõe formalmente permitir e regular o uso recreativo da substância, como vários estados já fizeram.

Em 2019, Nova Iorque já tinha descriminalizado o uso e posse de pequenas quantidades de canábis, mas não conseguiu avançar com o projeto de legalização devido à falta de consenso, apesar de os democratas controlarem ambas as câmaras.

Na quarta-feira, Andrew Cuomo anunciou uma nova proposta para legalizar a canábis, que será incluída na sua lei orçamental de 2021, e que prevê a criação de um gabinete específico para supervisionar o programa.

Segundo o governador, uma vez em vigor, a legalização geraria cerca de 300 milhões de dólares (243 milhões de euros) por ano em receitas fiscais e ofereceria oportunidades de negócio às minorias, que têm sido especialmente afetadas pela perseguição devido a esta substância.

“Legalizar e regular o mercado de canábis para adultos não só oferece a oportunidade de gerar receitas muito necessárias, como também nos permite apoiar diretamente os indivíduos e comunidades que têm sido mais prejudicados por décadas de proibição”, disse Cuomo, num comunicado.

A proposta limita a venda de marijuana a maiores de 21 anos e estabelece requisitos de qualidade e regulamentação da embalagem, rotulagem e publicidade.

Cuomo insistiu que a legalização deveria ter tido lugar há anos e lamentou que “demasiadas pessoas tenham sido presas” por posse de canábis, especialmente os negros e latinos.

Se a lei for aprovada, Nova Iorque seguirá os passos da vizinha Nova Jersey, que em dezembro legalizou o uso recreativo da marijuana, após os eleitores terem dado o seu apoio, nas urnas, à medida.

Cuomo apresentou também hoje outra proposta para permitir apostas desportivas na Internet, outra forma de reforçar os cofres do Estado e algo que já é legal em vários estados, incluindo vários perto de Nova Iorque.

“Queremos fazer apostas desportivas da forma como o Estado gere a lotaria”, disse o governador, segundo o qual o objetivo é obter recursos financeiros para o Estado e não beneficiar os casinos.

Obama diz que violência no Capitólio é vergonha, mas não surpresa

O ex-Presidente dos Estados Unidos Barack Obama considerou que as violências no Capitólio eram “uma vergonha”, mas não “uma surpresa”, dado a atitude de Donald Trump e dos republicanos.

A história recordará as violências de ontem [quarta-feira] no Capitólio, encorajadas por um Presidente que mentiu incansavelmente sobre o resultado de uma eleição, como um momento de desonra e de vergonha para o nosso país”, disse, em comunicado.

“Mas não seríamos verdadeiros se considerássemos estes acontecimentos uma surpresa total”, acrescentou Obama, ao denunciar o “violento ‘crescendo'” dos últimos meses, alimentado pela recusa dos republicanos em “dizer a verdade”.

O antigo Presidente norte-americano Bill Clinton também denunciou um “ataque sem precedentes” contra as instituições do país “alimentado por mais de quatro anos de política envenenada”.

Clinton acusou Donald Trump de ter “acendido o rastilho”.

Apoiantes do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, entraram em confronto com as autoridades e invadiram o Capitólio, em Washington, na quarta-feira, enquanto os membros do congresso estavam reunidos para formalizar a vitória do Presidente eleito, Joe Biden, nas eleições de novembro.

A sessão de ratificação dos votos das eleições presidenciais dos EUA foi interrompida devido aos distúrbios provocados pelos manifestantes pró-Trump no Capitólio, e as autoridades de Washington D.C. decretaram o recolher obrigatório entre as 18:00 e as 06:00 locais (entre as 23:00 e as 11:00 em Lisboa).

O debate no Senado foi retomado pelas 20:00 (01:00 de hoje em Lisboa).

A polícia usou armas de fogo para proteger congressistas e pelo menos uma mulher morreu no interior do Capitólio depois de ter sido baleada, segundo fontes citadas pela Associated Press. A polícia está a investigar o incidente, mas não adiantou as circunstâncias do disparo.

Quatro horas após o início dos incidentes, as autoridades declaram que o edifício do Capitólio estava em segurança.

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que os violentos protestos ocorridos no Capitólio foram “um ataque sem precedentes à democracia” do país e instou Donald Trump a pôr fim à violência.

Pouco depois, Trump pediu aos seus apoiantes e manifestantes que invadiram o Capitólio para irem “para casa pacificamente”, mas repetindo a mensagem de que as eleições presidenciais foram fraudulentas.

O governo português condenou os incidentes, à semelhança da Comissão Europeia, do secretário-geral da NATO e dos governos de vários outros países.

Polícia e Guarda Nacional retomam controlo do Congresso americano

Forças policiais, apoiadas por forças para-militares da Guarda Nacional, recuperaram o controlo total do edíficio do Congresso americano que horas antes havia sido invadido por apoiantes do Presidente Donald Trump que tentaram impedir a confirmação pelas duas câmaras da vitória de Joe Biden nas presidenciais.

Isto ao mesmo tempo que alguns dos mais acérrimos defensores do Presidente o abandonavam, aprofundando assim uma divisão dentro do Partido Republicano que, ontem perdeu também o controlo do Senado a favor do Partido Democrata.

Uma mulher morreu depois de ter sido atingida a tiros em frente ao edificio do Congresso, mas, até agora, desconhece-se ainda a origem dos disparos.

A meio da tarde, apoiantes de Trump penetraram no edifício do Congresso durante a sessão e os congressitas tiveram que ser evacuados de emergência.

Um dos manifestantes entrou nos escritórios da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e foi fotogrado sentado na sua cadeira com um pé em cima da secretária.

Ouro manifestante foi fotografado sentado na cadeira do presidente do Senado e outras imagens mostraram guarda-costas dos congressistas a apontarem armas a manifestantes que tentavam entrar no edificio.

Republicanos viram-se contra Trump

Vários republicanos culparam o Presidente pelos acontecimentos.

O antigo candidato à Presidência Mitt Romney disse que o que se passou “foi causado pelo Presidente, foi uma insurreição”.

O senador republicano Lindsey Graham, um dos mais fortes aliados de Trump no Congresso, emitiu um comunicado afirmando “concordar totalmente” com uma declaração feita pelo Presidente eleito Joe Biden em que este afirmou que as acções dos manifestantes “se aproximaram da sedição”, mas no qual sublinhou, por outro lado, que o que se passou foi levado a cabo por “um pequeno número de extremistas dedicados a violarem a lei”.

“O trabalho de momento e o trabalho para os próximos quatro anos tem que ser a restauração da democracia, da decência, da honra, do respeito, do primado da lei, da decência pura e simples”, disse o Presidente eleito.

Mike Pence afasta-se de Trump

Horas antes, o Presidente Trump tinha perdido o apoio do vice-presidente Mike Pence que declarou não poder anular o resultado das eleições, enquanto presidente da sessão conjunta do congresso, para confirmar a vitória de Biden como Trump o tinha exortado a fazer

“É minha opinião estudada que o meu juramento de apoiar e defender a Constituição impede-me de reivindicar a autoridade unilateral para determinar que votos eleitorais devem ser contados e quais os que não devem ser contados”, escreveu Pence numa carta dirigida aos legisladores em que terminou afirmando: “Que Deus me ajude”.

De seguida, Trump acusou no Twitter vice -presidente de “não ter a coragem para fazer o que tinha que fazer para proteger o nosso país e a nossa constituição”.

Depois da invasão do Congresso por apoiantes de Trump, Mike Pence disse que todos aqueles que violaram a lei devem ser levados à justiça.

“As manifestações pacíficas são um direito de todos os americanos, mas este ataque ao nosso Capitólio não pode ser tolerado e os envolvidos serão levados à justica com todo o peso da lei”, escreveu.

Trump pede fim da violência mas apoia manifestantes

Face às crescentes pressões que se seguiram, o Presidente Donald Trump fez uma declaração na qual afirmou que “temos que ter paz”, mas expressou apoio aos manifestantes afirmando que “conheço a vosssa dor, sei que estão magoados”.

Trump voltou a repetir que “tivemos umas eleições que nos foram roubadas”, apelando depois aos manifestantes para “irem para casa, temos que respeitar a lei e a ordem” e descreveu ainda os manifestantes como pessoas “muito especiais”.

Horas antes, ao se dirigir aos manifestantes, Trump encorajou-os a marchar em direcção ao Congresso.

Apelos para a destituição de Trump

Fora do campo político-partidário, a Associação Nacional de Fabricantes, que representa as grandes indústrias americanas, através do seu presidente Jay Timmons – conhecido por apoiar causas republicanas – emitu um comunicado em que exortou o vice-presidente Mike Pence a evocar a emenda 25 da constituição para demitir o Presidente “ e preservar a democracia”.

A emenda 25 regulamenta a transferência de poderes do Presidente para o vice-presidente em caso de morte ou incapacidade do Chefe de Estado.

Um dos parágrafos dessa emenda afirma que o vice-presidente pode assumir o poder se ele “e a maioria dos principais funcionários dos departamentos do Executivo … transmitirem ao presidente do Senado e ao presidente da Câmara uma declaração por escrito que o Presidente não tem capacidade para exercer os seus poderes e deveres”.

Por outro lado, a chamada Mesa Redonda Empresarial, que representa directores de muitas das maiores empresas da América, descreveu os acontecimentos na capital como “resultado de esforços ilegais para se derrubar os resultados legitimos da uma eleição democrátrica”.

“O país merece melhor e a Mesa Redonda Empresarial apela ao Presidente e todas as entidadess relevantes a porem fim ao caos e a facilitar a transifção pacífica do poder”, disse aquela organização.

À hora da edição desta notícia, o Senado tinha retomado a sessão, presidida pelo vice-presidente Mike Pence, que, com a Câmara dos Representantes, deve, confirma a vitória de Joe Biden.

Violentos protestos em Washington obrigam ao bloqueio do Congresso

A polícia do Capitólio, a sede do Congresso dos Estados Unidos, fechou o complexo nesta quarta-feira, 6, e pediu aos legisladores que se dirijam aos locais seguros do edifício, depois de milhares de apoiantes do Presidente Donald Trump terem cercado o prédio em protesto contra a confirmação da vitória de Joe Biden na eleição de 3 de novembro.

O Senado fez um intervalo enquanto certificava os votos do colégio eleitoral para Biden e o vice-presidente Mike Pence terá sido levado para fora do prédio pelos Serviços Secretos através de túneis subterrâneos.

Vídeos divulgados nas redes sociais e pelas televisões americanas mostram os manifestantes a violarem as áreas de segurança definidas pela polícia fora do Congresso e muitos dentro do prédio do Capitólio.

Há informações das televisões de uso de gás lacrimogéneo e imagens mostram manifestantes a quebrarem vidros de janelas e a invadirem o Capitólio.

Os manifestantes seguiram para o Capitólio depois de um comício liderado pelo Presidente Donald Trump no qual disse que “não cederá” no resultado da eleição e pediu que o vice-presidente Mike Pence devolva os votos aos Estados para que ele volte a ganhar a eleição.

Pence, no entanto, escreveu uma nota a dizer que não pretendia mudar o resultado por não ter poderes para tal.

A certificação eleitoral é geralmente uma função rotineira e cerimonial e a etapa final do processo, após o Colégio Eleitoral ter eleito Joe Biden oficialmente a 14 de dezembro.

O processo foi, entretanto, contestado por alguns republicanos no Congresso, levando as duas câmaras a realizarem sessões separadas por duas horas, antes da sessão final.

Nesse intervalo, os apoiantes de Trump entraram em confronto com a polícia, o que levou à suspensão dos trabalhos.

O Presidente Donald Trump pediu no Twitter que os seus eleitores “apoiem a polícia e as forças de segurança do Capitólio” e a “permanecerem em paz”.

Entretanto, a presidente da cidade de Washington, Muriel Bowser, decidiu implementar recolher obrigatório na capital do país a partir das 18 horas

Democratas ganham controlo do Senado com duas vitórias no Estado da Geórgia

Os candidatos democratas Raphael Warnock e Jon Ossoff venceram as respectivas eleições no Estado da Geórgia, em segunda volta, para o Senado e deram a maioria na câmara alta ao partido do Presidente eleito Joe Biden, que, também, controla a Câmara dos Representantes.

Nas primeiras horas desta quarta-feira, 6, Raphael Warnock, pastor da Igreja Batista de Atlanta, que foi dirigida pelo líder dos direitos cívicos por Martin Luther King, garantiu a vitória sobre a senadora republicana Kelly Loeffler.

Durante todo o dia, aguardou-se pelo resultado da segunda eleição, entre o senador republicano David Perdue e o democrata Jon Ossoff.

Apenas no final do dia foi confirmada a vitória de Ossoff que, aos 33 anos, torna-se no segundo senador mais novo da história, depois do agora Presidente eleito Joe Biden.

Com estas vitórias, o Partido Democrata consegue 50 cadeiras no Senado, o mesmo número dos republicanos que, há várias legislaturas, lideram a câmara.

Entretanto, com este empate, num país profundamente dividido do ponto de vista ideológico, a decisão na hora de votar pertence à vice-presidente eleita, a democrata Kamala Harris.

Desta forma, os democratas controlam a Presidência e o Congresso, abrindo assim caminho a que Joe Biden aprove leis e projectos de lei sem a oposição do Partido Republicano

Raphael Warnock é o primeiro afro-americano a ser eleito para o Senado e faz história como o então candidato presidencial Joe Biden que ganhou um Estado controlado pelos republicanos desde 1992,

Em comunicado, Biden escreveu: “Felicito o povo da Geórgia, que compareceu em números recordes mais uma vez, assim como aconteceu em novembro, para eleger dois novos senadores, exigir acções e pedir aos nossos líderes eleitos que acabem com o impasse para que sigamos adiante como nação”.

Twitter bloqueia conta de Trump e ameaça bani-lo para sempre

A rede social Twitter bloqueou a conta de Donald Trump, exigiu-lhe que retire as mensagens que desculpam a violência e ameaçou bani-lo para sempre.
Arede social Twitter bloqueou hoje a conta de Donald Trump, exigiu-lhe que retire as mensagens que desculpam a violência e ameaçou bani-lo para sempre.

Esta foi a primeira vez que a Twitter tomou uma decisão destas em relação a Trump, a quem ameaçou com uma “suspensão permanente”.

Antes fora o Facebook a remover um vídeo de Trump em que este recomendava aos seus apoiantes que atacaram o Congresso na quarta-feira para irem para casa, repetindo as falsas acusações à integridade da eleição presidencial.

O YouTube também disse que tinha removido o vídeo, por espalhar falsidades sobre uma fraude eleitoral generalizada.

O vice-presidente da Facebook para a Integridade, Guy Rosen, escreveu quarta-feira na rede social Twitter que o vídeo foi removido porque “aumenta, mais do que diminui, o risco de violência”.

Na altura, a Twitter tinha mantido o acesso ao vídeo, mas impedia que fosse redistribuído ou comentado.

“Esta é uma situação de emergência e estamos a tomar as medidas de emergência adequadas, incluindo remover o vídeo do presidente Trump”, disse Rosen na Twitter.

O vídeo foi distribuído mais de duas horas depois de os apoiantes de Trump terem atacado o Capitólio em Washington, quando os congressistas estavam reunidos para confirmar os resultados do Colégio Eleitoral e a vitória do presidente eleito, Joe Biden.

No vídeo, Trump começa por dizer” “Conhecemos a vossa dor. Eu conheço a vossa ferida. Mas têm de ir para casa”.

Classificou também os seus apoiantes como “muito especiais”.

Apoiantes do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, entraram em confronto com as autoridades e invadiram o Capitólio, em Washington, na quarta-feira, enquanto os membros do congresso estavam reunidos para formalizar a vitória do Presidente eleito, Joe Biden, nas eleições de novembro.

A sessão de ratificação dos votos das eleições presidenciais dos EUA foi interrompida devido aos distúrbios provocados pelos manifestantes pró-Trump no Capitólio, e as autoridades de Washington D.C. decretaram o recolher obrigatório entre as 18:00 e as 06:00 locais (entre as 23:00 e as 11:00 em Lisboa).

A polícia usou armas de fogo para proteger congressistas e pelo menos uma mulher morreu no interior do Capitólio depois de ter sido baleada, segundo fontes citadas pela Associated Press. A polícia está a investigar o incidente, mas não adiantou as circunstâncias do disparo.

Quatro horas após o início dos incidentes, as autoridades declaram que o edifício do Capitólio estava em segurança.

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que os violentos protestos ocorridos no Capitólio foram “um ataque sem precedentes à democracia” do país e instou Donald Trump a pôr fim à violência.

Pouco depois, Trump pediu aos seus apoiantes e manifestantes que invadiram o Capitólio para irem “para casa pacificamente”, mas repetindo a mensagem de que as eleições presidenciais foram fraudulentas.

O governo português condenou os incidentes, à semelhança da Comissão Europeia, do secretário-geral da NATO e dos governos de vários outros países.

Pelo menos quatro mortos na invasão do Capitólio

Pelo menos quatro pessoas morreram na quarta-feira (06), na invasão do Capitólio, em Washington, anunciou a polícia citada pela agência de notícias Associated Press (AP).

A polícia da capital dos Estados Unidos usou armas de fogo para proteger congressistas e a AP já tinha dado conta da morte de uma mulher, alvejada no interior do Capitólio. A mesma força adiantou agora que mais três pessoas morreram no hospital.

A polícia também deu conta de que tanto as forças de segurança, como os apoiantes de Trump utilizaram substâncias químicas durante as horas de ocupação do edifício do Capitólio.

A mulher foi alvejada no início da quarta-feira quando a multidão tentou arrombar uma porta barricada no Capitólio, onde a polícia estava armada do outro lado. A mulher foi hospitalizada com um ferimento de bala e morreu mais tarde.

Quatro horas após o início dos incidentes, as autoridades declararam que o edifício do Capitólio estava em segurança.

Apoiantes do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, entraram em confronto com as autoridades e invadiram o Capitólio, em Washington, na quarta-feira, enquanto os membros do Congresso estavam reunidos para formalizar a vitória do Presidente eleito, Joe Biden, nas eleições de novembro.

A sessão de ratificação dos votos das eleições presidenciais dos EUA foi interrompida devido aos distúrbios provocados pelos manifestantes pró-Trump no Capitólio, e as autoridades de Washington decretaram o recolher obrigatório entre as 18:00 e as 06:00 locais (entre as 23:00 e as 11:00 em Lisboa).

O debate no Senado foi retomado pelas 20:00 (01:00 de hoje em Lisboa).

As reações ao ataque no Capitólio foram quase imediatas. A líder da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, defendeu que a certificação do Congresso da vitória eleitoral de Joe Biden iria mostrar ao mundo a verdadeira face do país.

O ex-Presidente dos Estados Unidos Barack Obama considerou que os episódios de violência eram “uma vergonha”, mas não “uma surpresa”, dado a atitude de Donald Trump e dos republicanos.

O antigo Presidente norte-americano Bill Clinton também denunciou um “ataque sem precedentes” contra as instituições do país “alimentado por mais de quatro anos de política envenenada”.

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que os violentos protestos ocorridos no Capitólio foram “um ataque sem precedentes à democracia” do país e instou Donald Trump a pôr fim à violência.

Pouco depois, Trump pediu aos seus apoiantes e manifestantes que invadiram o Capitólio para irem “para casa pacificamente”, mas repetindo a mensagem de que as eleições presidenciais foram fraudulentas.

O governo português condenou os incidentes, à semelhança da Comissão Europeia, do secretário-geral da NATO e dos governos de vários outros países.

Cabo Delgado enfrenta surto de cólera

A movimentação massiva de pessoas devido ao terrorismo e as más condições de saneamento básico estão na origem de um surto de cólera na província de Cabo Delgado.

O governo local revelou que, de janeiro do ano passado a esta parte, foram registados pouco mais de dois mil casos com 37 mortes.

O secretário do Estado de Cabo Delgado que manifestou a sua preocupação em conversa com a imprensa, na terça-feira, 5, com o surto que afecta vários distritos, entre eles o de Montepuez que, recentemente, entrou para a lista com 228 casos e uma morte.

Armindo Ngunga disse que face ao alastramento do vibrião colérico, o sector da saúde está a desenvolver acções que consistem na abertura de centros de tratamento de doenças diarreicas e que foram activados comités multissetoriais de combate à doença, além da descontaminação das casas de pacientes com diarreias e vómitos .

Entretanto, não há informação se essas acções de prevenção tiveram lugar nos distritos de Macomia e Mocímboa da Praia, que sofreram ataques terroristas que deixaram a população sem acesso aos serviços sanitários.

Em Pemba, apesar de ter sido realizada uma campanha de vacinação contra a doença no ano passado, a situação continua péssima.

“Nós pensávamos que a situação ia melhorar em Pemba e Metuge, mas não está acontecer por causa do movimento de pessoas que ocorre; há muita gente a chegar de zonas onde não houve a vacinação e dá impressão que a vacinação não deu efeito, mas não é isso”, disse Ngunga.

Ngunga disse também que a equipa médica da província está preparada e há medicamentos para fazer frente ao surto da cólera.

Há espaço para diálogo entre Presidente moçambicano e o líder dissidente da Renamo

O enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas em Moçambique, Mirko Manzoni, defendeu ontem (06), que há espaço para diálogo entre o Presidente moçambicano e o líder dissidente da Renamo, Mariano Nhongo, manifestando o seu apoio ao processo.

“Acreditamos que existe um ambiente propício ao diálogo [entre Mariano Nhongo] e o Presidente Nyusi“, refere uma nota distribuída hoje comunicação social.

Em causa está o anúncio feito pelo líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo, um grupo dissidente do principal partido de oposição em Moçambique, em finais de dezembro, dando conta da suspensão das emboscadas e ataques de viaturas nas estradas e aldeias do centro de Moçambique, para permitir o início de negociações de paz com o Governo.

Em outubro, o Presidente moçambicano também tinha anunciado uma trégua na perseguição das Forças de Defesa e Segurança (FDS) à Junta Militar da Renamo durante sete dias, mas tentativas de aproximação para um diálogo fracassaram, com as duas partes a trocarem acusações.

Para Mirko Manzoni, a abertura das duas partes para um diálogo é um bom sinal, uma “clara demonstração da importância atribuída à paz e do seu desejo de pôr fim ao conflito no centro de Moçambique”.

“Estes avanços representam um progresso concreto e iremos apoiar todos os esforços no sentido de dialogar com uma delegação nomeada pela Junta Militar da Renamo. Temos esperança que 2021 seja um ano pacífico para todos os moçambicanos”, conclui a nota do enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas em Moçambique.

Apesar dos referidos avanços, nos últimos meses, após o fracasso das primeiras tentativas de negociação, o Presidente moçambicano anunciou operações de grande vulto contra bases da autoproclamada Junta Militar no centro de Moçambique, avançando que as Forças de Defesa e Segurança capturaram três homens próximos do líder do grupo dissidente da Renamo, um dos quais era seu assistente de campo.

O grupo de Nhongo exige melhores condições de reintegração, a renegociação do acordo de paz de 2019 entre o Governo e a Renamo e a renúncia do atual presidente do principal partido da oposição, Ossufo Momade, a quem acusam de ter desviado o processo de negociação dos ideais de seu antecessor, Afonso Dhlakama, um líder histórico que morreu em maio de 2018.

Covid-19: Mais uma morte e 125 novos infetados em Moçambique

Mais uma pessoa morreu vítima do novo coronavírus em Moçambique, elevando o número de óbitos para 172, registando-se ainda mais 125 infeções, anunciou ontem o Ministério da Saúde.

Um moçambicano, de 64 anos, morreu na terça-feira durante o internamento numa unidade hospitalar da cidade de Maputo, indica uma nota de atualização de dados sobre a covid-19 enviada à comunicação social.

Com os 125 novos casos anunciados hoje, Moçambique contabiliza um cumulativo de 19.667 infeções, das quais 19.351 são de transmissão local e 316 são importadas.

Em Moçambique há ainda 72 pessoas dadas como recuperadas nas últimas 24 horas, que elevam o cumulativo para 17.141 (87%).

Das pessoas ainda infetadas no país, a cidade de Maputo, capital, continua a registar mais casos, com 1.596, seguida da província de Maputo, com 272 casos, e em terceiro lugar está a província de Cabo Delgado, com 108.

Desde o anúncio da primeira infeção em Moçambique, em 22 de março, foram testados cumulativamente 279.453 pessoas suspeitas, 752 das quais nas últimas 24 horas.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.869.674 mortos resultantes de mais de 86,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 68.755 mortos confirmados e mais de 2,8 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

Entre os países lusófonos, Angola regista 410 óbitos e 17.756 casos, seguindo-se Moçambique (172 mortos e 19.667 casos), Cabo Verde (113 mortos e 11.983 casos), Guiné Equatorial (86 mortos e 5.286 casos), Guiné-Bissau (45 mortos e 2.455 casos) e São Tomé e Príncipe (17 mortos e 1.014 casos).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Sobreviventes da insurgência de Cabo Delgado alimentados pelo PMA

O Programa Mundial da Alimentação (PMA) diz que, apesar de limitações, garante uma cesta básica mensal a, pelo menos, 400 mil deslocados da insurgência de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Os beneficiários da ajuda do PMA estão em zonas consideradas seguras de Cabo Delgado, e nas vizinhas províncias de Nampula e Niassa.

Os insurgentes, descritos como associados ao Estado Islâmico, mataram, desde 2017, pelo menos duas mil pessoas, nos distritos do norte de Cabo Delgado, onde multinacionais preparam a exploração de reservas bilionárias de gás natural.

As autoridades de Maputo dizem que a situação provocou a fuga de mais de 560 mil pessoas, que tendo perdido, na maioria, as suas fontes de subsistência, dependem da ajuda.

Dinheiro insuficiente

O PMA diz que milhares de deslocados estão em risco de fome e desnutrição graves em Cabo Delgado, uma vez que “as operações humanitárias enfrentam uma escassez de 108 milhões de dólares” para garantir o apoio.

Essa falta, diz a organização vencedora do Nobel da Paz-2020, pode forçar, nos próximos três meses, a redução da ajuda, um caminho para a insegurança alimentar, riscos de saúde e “tensão nas comunidades anfitriãs”.

Face a isso, a representante do PMA em Moçambique pede união na busca de recursos para a garantia da protecção da segurança alimentar e nutricional e sustento dos moçambicanos “afectados pelos ataques armados, ciclone Kenneth e a pandemia COVID-19 ”.

Antonella D’Aprile realça que os deslocados são vulneráveis à Covid-19, porque vivem em ambientes inadequados, onde faltam “serviços de saúde, acesso a água potável e saneamento”.

“Milhares de crianças e adolescentes que perderam os seus pais e familiares precisam da nossa protecção e cuidados,” diz D’Aprile.

Apoiantes de Trump invadem Capitólio e inviabilizam ratificação das eleições

Caos na construção histórica dos EUA. Uma mulher morreu vítima de disparo, após ser socorrida para o hospital com várias outras pessoas, devido a confrontos entre os manifestantes pró-Trump e as autoridades policiais, esta quarta-feira, na sequência de uma invasão ao Capitólio, onde decorria o processo de ratificação das eleições de 3 de Novembro passado, ganhas por Joe Biden. Este considerou que a invasão é uma “insurreição” que atenta contra a democracia.

A invasão ao Capitólio foi orquestrada por apoiantes do Presidente cessante norte-americano, Donald Trump. Eles chegaram ao local e gritaram “We want Trump” [Nós queremos Trump]. Acto contínuo, tiraram fotos na construção histórica do país que se orgulha de ter uma democracia madura, consolidada e exemplar.

Com a invasão ao Capitólio, os apoiantes de Donald Trump inviabilizaram a ratificação, por parte do Colégio Eleitoral, da vitória do democrata Joe Biden nas eleições de 03 de Novembro passado, conforme avança o Notícias ao Minuto. Enquanto a discussão prosseguia no Senado e na Câmara de Representantes, a polícia do Capitólio começou a evacuar alguns prédios de escritórios do Congresso, por causa da presença de milhares de apoiantes de Trump, em Washington. Eles deslocaram-se para o local onde estavam a ser ratificados os resultados eleitorais.

No interior do Capitólio, segundo escreve o Notícias ao Minuto, legisladores, incluindo republicanos, usaram as suas contas na rede social Twitter para criticar a acção dos manifestantes, assegurando que não se iam deixar intimidar pela sua presença ou pelos seus apelos para que a contagem de votos do Colégio Eleitoral seja rejeitada.

Na rede social Twitter, Trump incitou inicialmente os apoiantes a deslocarem-se para a área do Capitólio e o inevitável aconteceu, com distúrbios provocados por vários apoiantes do presidente cessante que conseguiram entrar no edifício, obrigando à interrupção dos trabalhos, que seriam, posteriormente, suspensos. Num comício em frente à Casa Branca, Trump tinha pedido aos manifestantes para se dirigirem para o Capitólio e fazer ouvir a sua voz, em protesto contra o que considera ser uma “fraude eleitoral”, tendo mesmo dito que “nunca” aceitaria a sua derrota nas eleições de 3 de Novembro do ano passado.

Os manifestantes obedeceram ao comando do Presidente cessante e dirigiram-se para o Capitólio, tendo ultrapassado a oposição das forças de segurança. Estas, minutos depois, evacuaram os escritórios do Capitólio, por razões de segurança e, de seguida, aconselharam a suspensão dos trabalhos.

Logo a seguir, num novo “tweet”, Trump apelou aos apoiantes para se manterem pacíficos. “Por favor, apoiem a nossa Polícia do Capitólio e as forças de segurança. Eles estão verdadeiramente do lado do nosso país. Mantenham-se pacíficos!”, de acordo com o Notícias ao Minuto.

A confusão levou o presidente da Câmara de Washington D.C. a ordenar o recolher obrigatório e o Capitólio fechou as portas, com pedidos de reforço de outras forças policiais. As forças de segurança deram máscaras anti-gás aos legisladores que estavam em trabalho e começaram a evacuar a Câmara de Representantes e o Senado, retirando também das instalações o vice-Presidente Mike Pence.

FDS com instruções para continuarem a perseguir terroristas em Cabo Delgado

O ministro da Defesa Nacional, Jaime Neto, diz que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) estão com a moral em alta e beneficiam de capacitação técnica e material para perseguir o grupo que tem estado a perpetrar ataques terroristas em alguns distritos da província de Cabo Delgado, desde Outubro de 2017.

Sobre o porto de Mocímboa da Praia, tomado pelos terroristas em Agosto do ano passado, o governante negou que a infra-estrutura esteja nas mãos dos terroristas, sendo que as FDS estão a bater-se para repelir o inimigo da zona portuária. De acordo com o ministro, a força militar moçambicana está a trabalhar no sentido de repelir os insurgentes que chegaram àquele distrito.

Jaime Neto referiu, esta quarta-feira, no distrito de Morrumbala, província da Zambézia, que as FDS estão empenhados em aniquilar os terroristas que semeiam pânico em Cabo Delgado, onde já invadiram distritos como Mocímboa da Praia, Quissanga, Macomia e Muidumbe.

Nos distritos de Palma e Nangade, os terroristas têm estado a atacar aldeias, assassinar pessoas, incendiar casas e destruir infra-estruturas públicas e privadas, além de pilhar bens da população. Informações não confirmadas pelas autoridades indicam que jovens tenham sido raptados para engrossar as fileiras dos terroristas.

Sobre o assunto, o ministro da Defesa Nacional disse que as FDS estão no terreno a perseguir os terroristas para Cabo Delgado viver a paz e tranquilidade que sempre teve, antes dos ataques que iniciaram em 2017.

“Em relação à Cabo Delgado o desafio é enorme. Como sabem o inimigo não tem rosto, mas sabemos que se trata de uma agressão estrangeira”, cujos protagonistas “vêm de vários países africanos que recrutam os nossos jovens, radicalizam para empreender acções contra os moçambicanos e destruir infra-estruturas nos locais por onde passam”, afirmou o ministro.

Para debelar a situação, o governante explicou que as FDS não cessam a sua missão de eliminar o inimigo. “Estamos a efectuar capacitação técnica e material para que a nossa força aprimore” a sua intervenção em relação aos “desafios actuais no combate ao terrorismo. Por várias vezes, o inimigo já ameaçou ocupar” algumas zonas em Cabo Delgado, “mas a intervenção da nossa força tem sido gloriosa em estancar os focos”.

Reconhece que o inimigo penetrou naquele distrito e efectuou as suas incursões de combate dentro para fora de distrito, oque criou condições para se estabelecerem durante muito tempo no distrito.

Jaime Neto falava em Morrumbala, na Zambézia, onde orientou a cerimónia central alusiva ao arranque do recenseamento militar. Prevê-se inscrever 200 mil mancebos de ambos sexos.

O ministro instou os cidadãos que nasceram no ano de 2003 a fazerem-se aos postos já identificados para se inscreverem. Este ano, o recenseamento militar decorre sob o lema “Recenseamento Militar Consolidando a Educação Cívico-patriótica, Garantindo a Participação da Juventude na Defesa da Independência Nacional”.

África do sul rejeita testes rápidos feitos em Moçambique

Autoridades sul-africanas rejeitam a entrada no seu território de cidadãos moçambicanos que fizeram teste rápido para COVID-19 na fronteira de Ressano Garcia. Ainda não são conhecidas as razões para tal rejeição. Enquanto isso, as filas de carros continuam e as pessoas sentem-se abandonadas.

Dormir para repousar o organismo sacudido pelo cansaço de longa espera está a tornar-se comum na fronteira de Ressano Garcia. No local, uma mãe alimentava-se para repor as energias e garantir a sobrevivência do seu filho de dois meses, com o qual aguarda pela oportunidade de entrar na África do Sul.

Um cenário sombrio e incerto é como descrevem os viajantes que há dias estão retidos num congestionamento cujo fim não se vislumbrava até esta quarta-feira. Um grupo de moçambicanos contou que pagou dinheiro pelo teste rápido em Moçambique, mas o mesmo é rejeitado pelas autoridades sul-africanas. Assim, as pessoas ficam proibidas de viajar.

Salatiel André é um dos cidadãos moçambicanos que viu a sua intenção de viajar gorada porque foi mandado voltar pelas autoridades sul-africanas.

“Fizemos teste na parte moçambicana e disseram que o mesmo ia começar a funcionar a partir de hoje às 06h00 [ontem]. Carimbamos os passaportes e dormimos felizes pensando que logo” cedo podíamos viajar. Só que quando chegámos na parte sul-africana rejeitaram o teste e mandaram-nos voltar. Quando a gente chega” em Moçambique “ninguém está para nos atender”.

Adérito Ribeiro, um dos viajantes pediu a intervenção do Governo moçambicano para reverter a situação e disse que se sentia abandonado. “Espero que os órgãos competentes consigam entrar em contacto” com a contraparte sul-africana e “resolvem esta situação, porque estamos a passar mal”.

A fila de carros aumentou de 15 para 17 quilómetros a partir do rio Manhalime. Quando o tráfego rodoviário ganhava alguma fluidez, os camionistas criavam novamente confusão para o desespero de quem anseia seguir viagem.

Falta de chuva agudiza crise de água em Nampula

A crise de água agravou-se nas últimas duas semanas na cidade de Nampula. A chuva continua a não cair e a barragem que fornece água à cidade ficou com apenas 22% da sua capacidade de encaixe. O FIPAG está a fazer obras de emergência para reverter o cenário.

Aglomerado de pessoas num ponto de fuga de água…recipientes vazios, outros ainda em processo de enchimento lento, este é o cenário que encontramos num dos bairros periféricos de Nampula na manhã desta quarta-feira. Nas torneiras, o líquido precioso não jorra com regularidade e quando acontece é por poucas horas, geralmente três a quatro. E porque sem água não há vida, qualquer fonte deste líquido vale, ainda que sem a qualidade desejada.

“A gente não sabe qual é o problema, só estamos a vir aqui acarretar esta água. Nem sei de onde sai esta água”, disse  Tonisa Isabel, que a encontramos no meio a um aglomerado num ponto de fuga, com lixo à mistura.

“Assim ainda não lavei nem pratos, nem fraldas, nem nada”, lamentou Admira Armando, onde munícipe de Nampula que a encontramos no mesmo local.

Nos últimos dias, tornou-se normal ver pessoas nas ruas, de um lado para o outro, com recipientes de água ou à procura da mesma. As motorizadas também entram no movimento de busca de água.

Com a crise, a rede do Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água, FIPAG, está a ser vandalizada em muitos pontos, o que cria outros problemas de qualidade da água que é distribuída.

“Este tubo tinha um furo. Agora, em esta crise, as pessoas tiram água aqui mesmo”, explicou Raquide Abudo, num dos pontos de vandalização da tubagem.

A crise de água na cidade de Nampula deve-se à falta de chuva nesta parte do país. A barragem sobre o rio Monapo onde se capta água ficou com apenas 22% da sua capacidade de encaixe, estimada em 3.7 milhões de metros cúbicos.

Para termos ideia da gravidade do problema, dizer que o poço de captação que tem 10 metros de altura que a água atinge no seu nível máximo, neste momento a água existente faz apenas 2,4 metros.

O FIPAG iniciou obras de emergência que consistem na introdução de bombas para conseguirem captar mais água da pouca existente na albufeira em profundidade.

“Estamos agora a abandonar a operação normal que tem sido feita através daquele poço e estamos a montar as bombas de emergência, como também estamos a preparar uma plataforma flutuante que vamos montar lá as bombas que é para cada vez mais ir buscar água num sítio onde for possível. Neste momento, o nível de operação por dia é de cerca de 13 mil metros cúbicos contra a captação normal de 40 mil metros cúbicos”, esclareceu Elídio Khossa, director dos Serviços Centrais de Operações do FIPAG.

Enquanto isso, no campo de furos de Namiteca foi montado um gerador para operacionalizar alguns furos, a partir dos quais os camiões-cisterna deverão tirar água para aliviar a rede pública. Igualmente, estão a ser montados 31 fontanários móveis nos bairros mais críticos.

Acidentes de viação matam 20 pessoas entre última semana de Dezembro e 1 de Janeiro no país

Pelo menos 20 pessoas morreram e 12 ficaram feridas em consequência de 27 acidentes rodoviários, ocorridos de 26 de Dezembro passado a 1 de Janeiro em curso, em algumas estradas nacionais.

Segundo o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), a má travessia de peões e a velocidade excessiva continuam entre as principais causas do derramamento de sangue e luto em diferentes estradas do país.

Em igual período do ano passado, as autoridades registaram 34 acidentes de viação que causaram a morte de 38 pessoas e ferimento de outras 94.

Para prevenir a sinistralidade rodoviária, a PRM diz que está a realizar acções constantes, com destaque para a fiscalização e apreensão de viaturas ou condutores em situação ilegal, bem como aplicação de multas.

Neste contexto, entre 26 de Dezembro passado e 1 de Janeiro, corrente foram fiscalizados 47.250 veículos, dos quais 131 apreendidos, e aplicadas 3.758 multas.

Na mesma operação, a corporação confiscou 137 livretes e 1.935 cartas de condução por diversas irregularidades. Vinte e três pessoas foram detidas por alegada condução ilegal e tentativa de corrupção.

No período em alusão, foram igualmente apreendidas 10 armas de fogo na cidade de Maputo e províncias de Manica e Niassa.

Apesar de impasses em Ressano, Moçambique sublinha “laços excelentes” com a RAS

Um verdadeiro drama. Na verdade, “drama” é a palavra usada pelo Ministro da Saúde, Armindo Tiago, na descrição que faz sobre o que se vive em Ressano.

“Aquilo é um drama”, deplorou o dirigente, durante um encontro que juntou o ministro do interior, bem como os vice-ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e do Trabalho e Segurança Social.

Na reunião, que decorreu na manhã desta quarta-feira, em Maputo, os dirigentes discutiram sobre as alternativas para ultrapassar o embaraço na fronteira.

“Foram apresentadas três principais alternativas. Nomeadamente, trabalharmos com as autoridades sul-africanas, para aumentarmos a capacidade de testagem rápida a nível da fronteira – quer do lado moçambicano, quer do lado sul-africano – envolvendo as empresas de ambos países”, disse o ministro.

“A segunda proposta que estamos a colocar diz respeito aos nossos mineiros. Os que já deviam estar nos seus empregos. Por isso, vamos dar prioridades a uma linha e aqui há concordância com a parte sul-africana, que os mineiros sejam atendidos com a devida prioridade”, avançou Tiago.

“A terceira proposta de solução era avançarmos com o alargamento do horário, mas recebemos informações que esse alargamento do horário deve ser visto com o nível do confinamento que a África do Sul tem. Portanto, depois da discussão com as autoridades sul-africanas poderemos ver como será”, disse Tiago, apontando tais ideias como as alternativas propostas para enfrentar o drama em Ressano.

E quanto à recusa da África do Sul sobre os testes oriundos de Moçambique, o ministro garantiu que o assunto está sob responsabilidade dos Negócios Estrangeiros, sendo que “dentro em breve vai articular com as autoridades competentes, para permitir que essa recusa possa ser resolvida. E nós queremos que seja resolvida hoje”, frisou.

Apesar de todos esses aspectos, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação fala de “bons laços” com a vizinha África do Sul, e que o país tinha informado sobre possíveis impasses com o confinamento que seria imposto.

“As relações são boas. São excelentes. O que se está a passar é apenas é uma fase”, expressou Manuel Gonçalves, vice-ministro dos negócios estrangeiros e cooperação.

Já o Ministro do Interior, Amade Miquidade, realçou que, de forma particular, o sector da polícia sul-africana têm mantido conversações com Moçambique.

Vagas de emprego do dia 06 de Janeiro de 2021

Foram publicadas hoje, dia 06 de Janeiro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Lista de oportunidades de emprego para hoje

1. Vaga para Balconista

A Bolt Fix, empresa no comercio a retalho de ferragens, sediada na Machava-Sede,  pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Balconista. Saiba mais.

2. Vaga para Gestor de Recursos Humanos

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.

3. Vaga para Gestor Financeiro

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Financeiro. Saiba mais.

4. Vaga para Gestor de TI

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de TI. Saiba mais.

5. Vaga para Gestor de Marketing

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Marketing. Saiba mais.

6. Vaga para Supervisor de Vendas

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Vendas. Saiba mais.

7. Vaga para Assistente Financeiro

A organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique pretende recrutar um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.

8. Vaga para Suporte do Coordenador do Projecto

A organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique pretende recrutar um (1) Suporte do Coordenador. Saiba mais.

9. Vaga para Gestor de Frota

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Frota. Saiba mais.

10. Vaga para Electricista de Automóveis

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Electricista de Automóveis. Saiba mais.

11. Vaga para Assistente Administrativo e de Recursos Humanos

O Istituto Oikos pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativo e de Recursos Humanos. Saiba mais.

12. Vaga para Motorista

A Future Proof Building (FPB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais. Vagas de emprego ainda abertas

1. Vagas para Agentes de Sensibilização e Mapeamento

A Associação Special Children Inclusion Organization (ASCIO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Agentes de Sensibilização e Mapeamento. Saiba mais.

2. Vaga para Técnico Informático

A Moz Growing (MG), lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Informático. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico de Marketing

A Movitel pretende a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Marketing. Saiba mais.

4. Vaga para Técnico de Formação

A Movitel pretende a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Formação. Saiba mais.

5. Vaga para Técnico de Auditoria Interna

A Kukwira pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Auditoria Interna. Saiba mais.

6. Redator Estagiário

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Redator Estagiário. Saiba mais.

7. Vaga para Técnico de Recursos Humanos

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.

8. Vaga para Medidor Orçamentista

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Medidor Orçamentista. Saiba mais.

9. Vaga para Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Higiene e Segurança. Saiba mais.

10. Vaga para Supervisor de Construção Civil

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Construção Civil. Saiba mais.

11. Vaga para Assistente Administrativo

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

12. Vaga para Empregado de Limpeza

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Empregado de Limpeza. Saiba mais.

13. Vaga para Supervisor de Higiene e Segurança no Trabalho

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Higiene e Segurança no Trabalho. Saiba mais.

14. Vaga para Supervisor de Manutenção

A Rencotek está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Manutenção para Pemba, em Moçambique. Saiba mais.

15. Vaga para Encarregado De Obra

A Moz Bulders e Engineering, lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1), Encarregado de Obra. Saiba mais.

16. Vaga para Técnico De Medicina Geral

A Rencotek está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Geral. Saiba mais.

17. Vaga para Motoristas

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Motoristas. Saiba mais.

18. Vaga para Assessor Técnico Sénior de Pediatria

A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.

19. Vaga para Gestor de Logística

A FCR Oil pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Logística. Saiba mais.

20. Vaga para Oficial de Propostas e Vendas (Estagiário)

TSE – Target Systems Enterprise pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Propostas e Vendas (Estagiário). Saiba mais.

21. Vaga para Gestor de Restaurante

A Matchedje Manutenção pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Restaurante. Saiba mais.

22. Vaga para Mecânico Auto

A Matchedje Manutenção pretende recrutar  um (1) Mecânico Auto. Saiba mais.

23. Vaga para Motorista

A Matchedje Manutenção pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.

24. Vaga para Pesquisador de Concursos

A Matchedje Manutenção pretende recrutar um (1) Pesquisador de Concursos. Saiba mais.

25. Vaga para Motorista

A Direcção Provincial da Agricultura e Pesca pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.

26. Vagas para Médicos Veterinários

A Direcção Provincial da Agricultura e Pesca pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Médicos Veterinários. Saiba mais.

27. Vaga para Técnicos Profissionais de Tecnologias de informação e Comunicação

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais de Tecnologias de informação e Comunicação. Saiba mais.

28. Vagas para Condutores de Veículos Pesados

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal cinco (5) Condutores de Veículos Pesados. Saiba mais.

29. Vagas para Estafetas

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal cinco (5) Estafetas. Saiba mais.

30. Vagas para Guardas

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal quatro (4) Guardas. Saiba mais.

31. Vagas para Serventes

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2)  Serventes. Saiba mais.

32. Vagas para Contínuos

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal (2) Contínuos. Saiba mais.

33. Vagas para Enfermeiros Superiores

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Enfermeiros Superiores. Saiba mais.

34. Vaga para Médico de Medicina Legal e Seguros

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Médico de Medicina Legal e Seguros. Saiba mais.

35. Vagas para Médicos de Clínica Geral

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quinze (15) Médicos de Clínica Geral. Saiba mais.

36. Vagas para Enfermeiros Superiores de Saúde Materno Infantil

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Enfermeiros Superiores de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.

37. Vagas para Técnicos de Medicina Geral

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.

38. Vagas para Enfermeiras de Saúde Materno Infantil

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Enfermeiras de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.

39. Vagas para Técnicos de Radiologia

O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Radiologia. Saiba mais.

40. Vaga para Técnico Comercial

A Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente (Grupo A), pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Técnico Comercial. Saiba mais.

41. Vaga para Estagiário de Qualidade

A Cervejas de Moçambique (CDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário de Qualidade. Saiba mais.

42. Vagas para Estagiários de Packaging

A Cervejas de Moçambique (CDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Estagiários de Packaging. Saiba mais.

43. Vaga para Estagiário de Energias e Fluídos

A Cervejas de Moçambique (CDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário de Energias e Fluídos. Saiba mais.

44. Vagas para Apprentices

A Cervejas de Moçambique (CDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Apprentices (Aprendizes). Saiba mais.

45. Vagas para Estagiários de Brewing

A Cervejas de Moçambique (CDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Estagiários de Brewing. Saiba mais.

46. Vaga para Gestor de Recursos Humanos

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.

47. Vaga para Oficial de Projecto

A Catholic Relief Services (CRS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.

48. Vaga para Motorista Profissional

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista Profissional. Saiba mais.

49. Vaga para Especialista de Procurement

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Procurement. Saiba mais.

50. Vagas para Facilitadores Distritais – Tete

O CESC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Facilitadores Distritais. Saiba mais.

51. Vaga para Oficial de Projecto

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um/a (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.

52. Vaga para Facilitador Distrital – Maua

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.

53. Vaga para Facilitador Distrital – Metarica

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.

54. Vaga para Facilitador Distrital – Nipepe

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.

55. Vaga para Facilitador Distrital – Ancuabe

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.

56. Vaga para Assistente Administrativo

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

Sergio Ramos não renova e diz querer escutar ofertas do mercado

O zagueiro Sergio Ramos não respondeu a oferta de renovação contratual feita pelo Real Madrid e sua permanência segue indefinida, segundo o programa “El Larguero”. Segundo o jornalista Josep Pedrerol, o capitão se encontrou com o presidente merengue, Florentino Pérez, na última semana e afirmou que estava disposto a ouvir propostas de outras equipes, como do Paris Saint-Germain.

De acordo com as informações, uma pessoa do clube francês teria dito ao espanhol que o objetivo era montar um super time para a próxima temporada com o atual camisa três do Real Madrid no setor defensivo e com Messi liderando o ataque. Pérez entendeu a situação do zagueiro, mas deve fazer novos esforços.

Além da situação de Ramos, Modric e Vásquez também estão sem seus futuros definidos. No entanto, a situação do croata parece mais fácil, pois ele aceitou renovar por mais um ano. Enquanto isso, o atacante recusou uma oferta de três anos por não se convencer de que é a melhor proposta que pode receber.

Tottenham vence o Brentford e está na final da Copa da Liga Inglesa

Com golos de Sissoko e Son, equipe de José Mourinho vence a equipe da segunda divisão inglesa e espera vencedor do dérbi de Manchester, que acontece nesta quarta-feira.

Em busca do título. O Tottenham recebeu o Brentford nesta terça-feira pela semifinal da Copa da Liga Inglesa e o time de José Mourinho venceu a equipe da segunda divisão nacional para confirmar a vaga na final do torneio. Com gols de Sissoko e Son, os Spurs venceram por 2 a 0.

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