O deputado evangélico brasileiro Aroldo Martins afirmou na segunda-feira que o Presidente, Jair Bolsonaro, não deu a devida “atenção” ao conflito da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola e aguarda por ações concretas por parte do executivo.
Em entrevista, em Brasília, Aroldo Martins, que é membro da Frente Parlamentar Evangélica e bispo da IURD, afirmou que se chegou a encontrar com Bolsonaro para debater os problemas que a instituição religiosa fundada por Edir Macedo enfrenta em Angola, mas que o chefe de Estado terá dito que “nada poderia fazer”.
Depois da alegada recusa de Bolsonaro em intervir na situação em Angola, o deputado indicou que a bancada evangélica foi recebida pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, e que os membros da IURD estão a “utilizar outros meios e outras formas” para resolver o problema.
No mês passado, Carlos França indicou que Bolsonaro ligaria ao homólogo angolano, João Lourenço, para abordar a situação da IURD no país africano. Contudo, Aroldo Martins desconhece se esse telefonema realmente aconteceu.
Para se eleger Presidente do Brasil em 2018, Bolsonaro conseguiu atrair o apoio de três grandes bancadas parlamentares conservadoras: a ruralista, a evangélica e a da segurança pública, conhecidas no país sul-americano como bancadas “BBB” – boi, Bíblia e bala.
Contudo, após Bolsonaro não ter movido grandes esforços no sentido de ajudar a IURD em Angola, que viu decretada a deportação de dezenas dos seus missionários, vários deputados da Frente Parlamentar Evangélica sinalizaram um rompimento com o atual chefe de Estado.
O Dia Mundial do Refugiado é celebrado a 20 de junho. Numa clara violação da Convenção de Genebra, a Tanzânia expulsa refugiados moçambicanos para regiões potencialmente perigosas, denuncia o ACNUR. E Maputo consente.
No domingo (20), assinalou-se o Dia Mundial do Refugiado, com ações em todo mundo para alertar a comunidade internacional sobre a situação de extrema vulnerabilidade das pessoas forçadas a deixar seus países de origem em busca de proteção.
Na Tanzânia, o repatriamento dos refugiados de guerra moçambicanos foi inicialmente compulsivo, mas agora acontece com a anuência das autoridades moçambicanas.
Os moçambicanos que fogem dos ataques armados no norte do país para a Tanzânia são enviados de volta, sendo acomodados em Negomano, na província de Cabo Delgado, uma zona de risco de ataques terroristas. E ainda chegam debilitados, desprovidos de bens essenciais. Também há casos de separação de famílias.
A posição da Tanzânia viola princípios internacionais de proteção aos refugiados, denuncia a diretora do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) em Cabo Delgado, Margarida Loureiro.
“Viola o princípio de não devolução presente na Convenção de Genebra de 1951, que protege os refugiados”, explicou em entrevista.
Ao ACNUR, para além do apoio humanitário, resta apenas fazer advocacia junto da Tanzânia para pôr termo à violação, diz Margarida Loureiro.
Morreu no princípio da noite de ontem, o Comandante Provincial da PRM em Manica. Francisco Raúl Simões perdeu a vida num aparatoso acidente de viação envolvendo a viatura na qual se fazia transportar e um camião.
A viatura ligeira, que chegou na zona das Irmãs da Igreja Católica, numa curva apertada e perdeu o controlo, tendo invadido a faixa contrária e embateu no camião.
Francisco Raúl Simões morreu no local e outra vítima, que seguia na mesma viatura veio a perder a vida a caminho do hospital distrital de Gondola.
Os Estados Unidos preparam novas sanções contra Moscou pela prisão do opositor russo Alexei Navalny, disse no domingo (20) o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.
“Estamos preparando outra série de sanções para aplicar nesta situação”, disse à rede CNN, quatro dias depois da cúpula em Genebra entre o presidente americano Joe Biden e seu homólogo russo Vladimir Putin.
Alexei Navalny, líder do principal partido de oposição russo, foi transferido em coma para um hospital de Berlim em agosto de 2020 após um envenenamento na Rússia que ele atribui ao Kremlin.
Passou quase seis meses se recuperando na Alemanha e foi preso em janeiro quando voltou para a Rússia. Desde então, está preso e Washington exige sua libertação.
“Já sancionamos a Rússia pelo envenenamento de Alexei Navalny”, lembrou Sullivan. “Não fizemos sozinhos, reunimos nossos aliados em um esforço coletivo para sancionar o uso de uma substância química contra um de seus cidadãos em território russo”.
Em 2 de março, alguns dias depois da prisão de Navalny, Washington aplicou sanções a sete altos funcionários russos, as primeiras sanções tomadas contra a Rússia sob o mandato de Biden, que começou em 20 de janeiro.
Pelo menos 15 pessoas foram mortas no sábado em vários ataques violentos por grupos criminosos na cidade mexicana de Reynosa, que pertence ao estado de Tamaulipas e faz fronteira com o Texas, nos Estados Unidos.
O Grupo de Coordenação do Estado para a Construção da Paz em Tamaulipas assinalou 14 assassínios nos bairros de Almaguer, Lampacitos, Unidad Obrera e Bienestar por homens armados em veículos, e uma morte adicional num ataque à polícia perto da ponte fronteiriça Pharr.
Apesar de jornalistas locais noticiarem 16 mortes, este número não foi oficialmente confirmado.
Na sequência dos incidentes, as autoridades deram conta do destacamento de um número não especificado de efetivos do Exército, da Guarda Nacional, da Polícia Estatal e da Procuradoria-Geral da Tamaulipas para patrulhamento, vigilância e investigação.
Cerca de 250 mil pessoas devem ser vacinadas na segunda fase da campanha nacional de vacinação contra Covid-19. Grupos-alvo incluem doentes com diabetes, insuficiência cardíaca e respiratória, entre outros.
A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação de Moçambique arranca esta segunda-feira (21.06) com a administração da segunda dose da vacina contra Covid-19, e segue até 2 de julho.
Nesta fase, cerca de 250 mil pessoas devem ser vacinadas. Os grupos-alvo são de estudantes finalistas dos cursos de formação em Saúde; doentes com diabetes mellitus, insuficiência cardíaca e respiratória, e população residente em centros de acomodação com idade acima de 50 anos.
Ainda estão neste grupo reclusos e funcionários prisionais, agentes da Policia da República de Moçambique (PRM) com mais de 50 anos, professores do ensino primário acima de 50 anos e jornalistas.
Num comunicado, o Ministério da Saúde de Moçambique (MISAU) recomenda que as pessoas dos grupos-alvo convocadas atentem “nos respectivos cartões de vacinação, a data de regresso à unidade sanitária para a toma da vacina, pois somente assim estarão totalmente imunizados, evitando desse modo formas graves da Covid-19 ou o risco de perder a vida devido a esta doença”.
A vacina administrada é a de Oxford/AstraZeneca (Covishield). Na primeira fase da campanha, quando foi aplicada a primeira dose, 240.913 pessoas foram vacinadas entre 19 de abril e 15 de maio.
Milhares de manifestantes saíram às ruas, em várias cidades brasileiras, a pedir a destituição do presidente Jair Bolsonaro. Manifestantes reclamam ainda a aceleração da vacinação contra a Covid-19.
Além de Brasília, os protestos decorrem em Aracaju, Campo Grande, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Palmas, Recife, Rio de Janeiro, São Luís, Teresina, entre outras cidades.
Em alguns locais, os protestos estão mesmo a condicionar o trânsito.
Os grupos que convocaram as manifestações defendem também mais investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), nomeadamente de valores para a compra de consumíveis e equipamento hospitalares, a aceleração da vacinação contra a Covid-19 e o pagamento de um auxílio emergencial no valor de 600 reais (cerca de 100 euros) para as famílias pobres cujo rendimento foi severamente afetado pela pandemia.
A maior parte dos manifestantes usa máscara. No Recife, muitos caminhavam em fila indiana, respeitando o distanciamento social, embora pontualmente vão ocorrendo algumas aglomerações.
Os protestos foram convocados por vários movimentos sociais, sindicatos e partidos políticos que fazem oposição ao Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. As manifestações decorrem em 300 cidades brasileiras, mas também estão previstas concentrações em cidades portuguesas, incluindo Lisboa, Braga, porto e Coimbra.
Numa nota publicada no seu ‘site’ oficial, o Partido dos Trabalhadores (PT), líder da oposição, que aderiu ao movimento na passada segunda-feira, confirmou a organização de atos em 246 cidades dentro e fora do país.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
A EUROTRESA LDA, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
O Fundo Para o Fomento de Habitação – HENAN GOUJI Imobiliária, Lda, (FFH-HNGJ, LDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente Imobiliário. Saiba mais.
Mais de 380 palestinianos ficaram feridos esta sexta-feira em confrontos com o exército de Israel, perto da cidade de Nablus, no norte da Cisjordânia ocupada, quando protestavam contra a construção de um colonato na zona de Eviatar.
No total, 386 palestinianos ficaram feridos, moradores nos municípios próximos de Beita e Beit Dajan, dos quais 286 sofreram inalação de gás, 55 foram atingidos por balas de borracha, 38 por queimaduras e quedas e 7 por bombas de gás, informou hoje o Crescente Vermelho Palestiniano.
Além disso, a organização relatou ataques contra a sua equipa, pois três voluntários ficaram feridos e duas ambulâncias foram atacadas com bombas de gás e balas de borracha por tropas israelitas posicionadas ao redor da construção ilegal de Eviatar.
Esta construção ilegal cresceu rapidamente nos últimos dois meses com mais de 40 edifícios para dezenas de famílias israelitas.
Quatro palestinianos foram mortos nos últimos dias por tiros israelitas em vários confrontos entre residentes de Beita e Beit Dajan com as forças israelitas, incluindo dois adolescentes de 15 e 16 anos em incidentes separados.
Os palestinianos atiraram pedras contra as tropas e queimaram áreas de terra, enquanto as tropas israelitas posicionadas na área responderam com munição de controle de distúrbios e balas reais em vários confrontos nas últimas semanas.
O território onde Eviatar está baseado historicamente pertencia às aldeias palestinianas adjacentes de Beita, Kablan e Yitma, embora os residentes tenham sido banidos da área pelo que o exército israelita alegou “razões de segurança”.
No domingo passado, o chefe do Comando Central do Exército israelita emitiu uma “ordem de demarcação” proibindo novas construções em Eviatar e ordenando aos colonos que deixassem o local e retirassem seus pertences na próxima semana.
A violência em torno de Eviatar ocorre numa altura em que há um aumento generalizado de hostilidades em toda a Cisjordânia e também na ocupada Jerusalém Oriental, onde se registaram também nove palestinianos feridos hoje num confronto com a polícia israelita na Esplanada das Mesquitas.
Marcha, que costumava partir do Príncipe Real, arranca este ano, excecionalmente, da rotunda do Marquês de Pombal.
Para “desconfinar direitos, afastar preconceitos”, a marcha do orgulho LGBTI+ volta este sábado às ruas de Lisboa, depois de uma ausência de um ano devido à pandemia de Covid-19, que ainda obriga ao uso de máscara e cumprimento de distâncias.”Desconfinar direitos, afastar preconceitos” é o lema da 22.ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa, que “traz à luz os efeitos agravados e sentidos pela sua comunidade após um ano de pandemia”, segundo um comunicado da organização da marcha.
Segundo a organização, os participantes marcham por menos precariedade laboral, melhor acesso à habitação, melhor acesso à saúde, sobretudo à saúde sexual, pela autodeterminação de género sem necessidade de avaliação médica e pela “urgência de uma resposta estatal” para problemas sociais que a comunidade LGBTI enfrenta.
“Uma resposta tanto a nível de recursos sociais, como educativos e políticos, de denúncia e inviabilização da extrema-direita que atenta contra os direitos LGBTI+, pondo a nossa própria existência em risco. Continuamos a ver os nossos direitos desiguais, onde ainda não podemos existir na vida pública de forma pacífica”, defendem os 14 coletivos que organizam a marcha.
Referem ainda que vão levar para a rua temas como o racismo e a xenofobia “que ainda permeiam a nossa sociedade, bem como a luta antipatriarcal e anticapitalista, migrante e contra os abusos de poder institucionalizado”.
A marcha, que costumava partir do Príncipe Real, arranca este ano, excecionalmente, da rotunda do Marquês de Pombal, pelas 18:00, percorrendo a avenida da Liberdade em direção à praça dos Restauradores, onde será montado um palco a partir do qual os coletivos que compõem a organização vão falar aos participantes.
“O percurso foi escolhido para permitir que todas as pessoas participantes consigam manter entre si a distância de segurança devida. Adicionalmente, a organização pede que se use máscara durante todo o percurso e que se desinfetem as mãos com frequência”, refere o comunicado.
A comissão organizadora integra as associações e coletivos: Amplos, APF, Clube Safo, GAT, GTP, ILGA Portugal, Opus Diversidades, Panteras Rosas; PolyPortugal, Por Todas Nós, QueerIST, Queer Tropical, Rede Ex-Aequo, TransMissão.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, prorrogou por Despacho Presidencial, o mandato do Comandante da Marinha de Guerra, Eugénio Dias da Silva Muatuca.
O comunicado de imprensa da Presidência da República indica que, Nyusi fez o uso das competências que lhe são conferidas pela Constituição da República, conjugada com alínea f) do artigo 34 da Lei 18/2019, de 24 de Setembro, e com o disposto no nº 3 do artigo 37 da Estrutura Orgânica das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, aprovada pelo Decreto nº 71/2016, de 30 de Dezembro.
A ONG Save the Children manifestou-se chocada com a notícia da decapitação de dois rapazes, de 15 anos, no passado domingo, em Palma. “Os perpetradores desta violência devem ser responsabilizados”, diz.
As crianças faziam parte de um grupo de 15 pessoas que tinham partido da cidade de Quitunda, a cerca de 15 quilómetros de Palma, em busca de alimentos.
“Estamos horrorizados e revoltados com este crime sem sentido. As crianças nunca devem ser um alvo em conflito. Estes eram dois adolescentes com as suas vidas pela frente e, mesmo assim, foram mortos enquanto tentavam satisfazer as suas necessidades mais básicas, à procura de comida”, afirmou Chance Briggs, diretor da Save the Children’s em Moçambique.
E prosseguiu: “Mais uma vez somos lembrados, da forma mais brutal, que o conflito em Cabo Delgado é uma guerra contra as crianças. Está a ter um impacto contínuo, horrendo e mortal sobre as crianças”.
Cerca de 8.500 refugiados foram expulsos de um acampamento improvisado na República Centro-Africana, informou hoje a organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras (MSF).
Em comunicado, a MSF refere que o acampamento localizado em Bambari, cerca de 380 quilómetros a nordeste da capital do país africano, Bangui, foi quase totalmente consumido por um incêndio.
A ONG não dá uma explicação sobre as causas do incêndio, mas menciona que um confronto ocorreu na noite de sexta-feira, 4 de junho, entre “forças governamentais” e “grupos armados não estatais”, próximo do acampamento.
No dia seguinte, os soldados chegaram e ordenaram que os refugiados deixassem o local imediatamente, segundo testemunhas citadas pela MSF.
Os moradores de zonas vizinhas aproveitaram a situação para saquear os bens dos refugiados, como cabras e colchões, e posteriormente deu-se o incêndio, acrescentaram os deslocados.
O acampamento abrigava pessoas de comunidades na sua maioria seminómadas, ali concentradas desde dezembro, devido a combates intensos em várias regiões, adianta a MSF.
Epicentro da guerra civil no país, que atingiu o seu auge entre 2013 e 2017, Bambari voltou a ser palco de confrontos desde a ofensiva rebelde em curso, que visa derrubar o regime do Presidente Faustin Archange Touadéra.
O governo centro-africano afirma que a cidade está agora sob seu controle. Com apoio de paramilitares russos, o governo tem vindo a recuperar algumas vilas antes sob controlo dos grupos armados.
Queixa surge na sequência de consultas intensivas com os produtores de vinho australianos.
A Austrália queixou-se formalmente à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas que Pequim impôs aos vinhos australianos, disse este sábado o Governo. A queixa surge na sequência de consultas intensivas com os produtores de vinho australianos, explicou o Governo, que afirmou estar aberto a negociações diretas com a China para resolver a questão.
Este é mais um passo na disputa comercial da Austrália com o seu maior parceiro comercial e surge após avisos do primeiro-ministro, Scott Morrison, de que o seu Governo responderia a qualquer país que tentasse usar “coerção económica” contra o país.
O Conselho de Ministros reunido, na sua terceira Sessão Extraordinária na sequência do desaparecimento físico de Kenneth Kaunda, decidiu decretar a observância de Luto Nacional de 6 dias, a partir das 00:00h do dia 19 até no dia 24 de Junho.
Governo decreta luto nacional pelo desaparecimento físico de Kenneth Kaunda, a partir de 19 á 24 de Junho.
O Conselho de Ministros reunido, na sua terceira Sessão Extraordinária na sequência do desaparecimento físico de Kenneth Kaunda, decidiu decretar a observância de Luto Nacional de 6 dias, a partir das 00:00h do dia 19 até às 24:00h do dia 24 de Junho.
O Comunicado, refere que a medida tomada pelo governo Moçambicano está ligado aos laços históricos, de irmandade, amizade e solidariedade existentes entre os povos, governos e os Estados moçambicano e zambiano e a contribuição valiosa da República da Zâmbia na Luta de Libertação de Moçambique e a consolidação da independência nacional.
Ainda na mesma Sessão o Governo decidiu que durante o período de Luto Nacional a Bandeira Nacional e o Pavilhão Presidencial serão içados à meia haste em todo território nacional e nas Missões Diplomáticas e Consulares da República de Moçambicano.
O Governo descreve Kenneth Kaunda como uma personalidade que granjeou elevado estima e prestígio, a nível regional, continental e mundial, na luta pela igualdade racial, liberdade, afirmação, dignidade e pelo progresso económico e social de África e na promoção do diálogo, da estabilidade e da paz entre os povos.
Deslocados de guerra sem documentos de identificação têm a circulação limitada em Pemba. Um relatório da Universidade Católica denuncia sevícias e extorsão policial contra os indocumentados.
Segundo dados oficiais, cerca de 700 mil pessoas estão deslocadas das zonas de origem por causa do terrorismo que afeta a província de Cabo Delgado. Na maioria das vezes, as vítimas fogem sem levar praticamente nada, incluindo os documentos de identificação civil.
Apesar de conseguirem acolhimento, em zonas consideradas seguras, estas pessoas passam por situações difíceis por falta de documentação.
Um relatório apresentado na sexta-feira (18), em Pemba, da autoria da Universidade Católica de Moçambique, denuncia sevícias e extorsão policial aos deslocados indocumentados.
“Quando circulam na cidade de Pemba, tem sido frequentes a interpelações pela PRM, que lhes têm sujeitado a sevícias e extorção de valores monetários por falta de documentação”, afirma Fanito Salatiel, um dos coautores do relatório.
E dá um exemplo: “Mesmo durante o decurso da caravana, tivemos de intervir num caso em que um cidadão foi interpelado pelos agentes da PRM que queriam prendê-lo, mas felizmente ele resistiu e veio ter com a caravana”.
São constatações obtidas durante a “Caravana Jurídica”, uma iniciativa de assistência às vítimas de terrorismo em Cabo Delgado, levada a cabo por esta instituição ensino superior em parceria com o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados”, disse Fanito Salatiel, um dos co-autores do relatório.
Fonte consular confirmou que do desabamento de uma escola em construção em Nieuw Zuid, na Antuérpia, Bélgica, resultaram três vítimas mortais de nacionalidade portuguesa.
Há ainda quatro trabalhadores em estado muito grave e outros em estado grave. As vítimas seriam funcionários da empresa de construção Goorden Bouw en Service.
O incidente ocorreu quando trabalhavam na fachada do edifício, por volta das 14h25 horas (hora local, 15h25 em Lisboa).
À agência Lusa, fonte do ministério dos Negócios Estrangeiros lamentou “profundamente a morte de três cidadãos no desabamento de um edifício” em Antuérpia. “O MNE acompanha a situação através da Embaixada de Portugal em Bruxelas, que procura contactar as famílias destes cidadãos e prestar todo o apoio necessário no âmbito das suas competências”, referiu.
A mesma fonte acrescentou que o embaixador e o encarregado da secção consular estão a dirigir-se para o local, em Antuérpia.
Segundo o meio de comunicação belga ‘GVA’, a polícia de Antuérpia confirma apenas a existência de uma vítima mortal e de cinco pessoas desaparecidas. A mesma fonte noticiou que quatro dos desaparecidos são trabalhadores portugueses.
Já o Corpo de Bombeiros da Zona de Antuérpia divulgou através da sua página na rede social Twitter que na sequência do acidente nove pessoas foram hospitalizadas, oito em estado grave.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
A EUROTRESA LDA, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
O Fundo Para o Fomento de Habitação – HENAN GOUJI Imobiliária, Lda, (FFH-HNGJ, LDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente Imobiliário. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder De Género, Juventude E Dinâmica Social. Saiba mais.
A China intensificou sua campanha de propaganda antes do centenário do Partido Comunista, com faixas e outdoors por todo o país lembrando as pessoas de levar uma vida “civilizada” e obedecer às autoridades.
A segunda maior economia do mundo exaltou suas realizações nas semanas anteriores a 1º de julho, quando o 100º aniversário da fundação do partido é comemorado em Xangai.
Grandes placas com o número “100” gravado em vermelho, com o símbolo do martelo e da foice, penduradas sobre lojas e ruas movimentadas para comemorar a ascensão da potência mundial.
“Escutem o partido, apreciem o partido, sigam o partido”, diz um outdoor nas ruas de Pequim.
O Partido Comunista tem mais de 91 milhões de membros, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua, muitos deles oficiais de base e funcionários públicos
Novo líder da CASA-CE lamenta que a fome e a pobreza tenham “tomado conta da população” e que a economia esteja falida. E explica porque não faz parte da “Frente Unida” da oposição.
Para o presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Angola está com uma “economia totalmente falida”, resultante da má governação e das crises económica e sanitária. Por isso, a situação atual da população é deplorável.
“Eu estou a vir do interior (do país) e a fome, a miséria e a pobreza tomou conta da população. Há regiões como no município do Chongoroi (Benguela) onde há pessoas a comer ração animal”, conta Manuel Fernandes. E isso ocorre porque os governantes, sobretudo da antiga administração do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, roubaram o país, acusa.
Quanto ao caso Pedro Lussati, o major que foi detido por ter em sua posse milhões de dólares, euros e kwanzas, Manuel Fernandes diz que a imagem de Angola voltou a estar suja na comunidade internacional. “Porque quando isso acontece no epicentro do poder é algo gravíssimo”, diz.
Neymar Júnior anunciou a sua despedida da selecção brasileira, encerrando uma trajectória marcada por conquistas, mas sem o sonho de levar para casa o...
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou a incineração de...