Eunice Mortágua assume nunca ter experienciado idêntico retrato de pânico durante duas décadas e meia de experiência em diversos escalões.
A árbitra Eunice Mortágua socorreu dois jovens futebolistas que caíram inanimados em jogos de campeonatos distritais de formação de Aveiro, no sábado, tendo um deles sofrido três paragens cardíacas até à chegada da ambulância.
“Apesar de já ter visto situações de fraturas de pulsos ou pernas, o dia 19 de junho ficará marcado para sempre da pior maneira e acho que nunca vou esquecê-lo. Ainda bem que tudo acabou bem”, contou à agência Lusa a juíza da Associação de Futebol de Aveiro (AFA), que esteve acompanhada pelos assistentes André Rodrigues e Diogo Fontes.
O final do encontro entre o AC Famalicão e o Ponte de Vagos-Juveforce (6-0), da oitava jornada do campeonato de sub-20 da AFA, disputado no Campo José Maria Mariz Silva, em Arcos, no concelho de Anadia, foi de sobressalto para Gonçalo Marques, de 17 anos.
“Foi um lance normal, que não esperávamos que acontecesse. O jogador sofreu falta na zona do tornozelo, saiu para ser assistido e começou a ter um ataque de ansiedade. Irá ser seguido e vai ter de fazer mais exames, mas os médicos disseram que o cansaço, o nervosismo do jogo e o facto de ele ter asma desencadeou aquela situação”, partilhou.
Uma enfermeira que estava a assistir à partida acorreu ao local para colocar o corpo do atleta numa posição lateral, como recomendam os protocolos de socorro imediato, até à chegada dos médicos, enquanto as duas equipas aceitaram jogar os minutos em falta.
A atribuição de um carro de luxo a cada um dos 500 deputados do Parlamento da República Democrática do Congo (RDC) pelo Presidente está a gerar onda de protestos no país. Organização ameaça levar o assunto a tribunal.
O presidente da Assembleia Nacional, Christophe Mboso, explicou na semana passada que o “presente” aos deputados do Presidente Félix Tshisekedi era uma “materialização” do seu apelo à adesão à coligação presidencial União Sagrada da Nação, de acordo com uma gravação áudio amplamente partilhada nas redes sociais.
Confrontado com numerosos protestos de ativistas e opositores da sociedade civil, o gabinete da Assembleia Nacional multiplicou-se em comunicados, denunciando a “falta de maturidade política” dos autores da fuga da gravação, bem como a “má-fé por parte de alguns deputados mal-intencionados”.
“A compra destes 500 jipes é corrupção aberta”, disse Florimont Muteba, presidente da organização não-governamental Observatório das Despesas Públicas (ODEP).
O Governo timorense aprovou hoje a criação de uma nova Comissão de Luta Contra o Tráfico de Pessoas, estrutura prevista na lei e que ajudará o país a cumprir um conjunto de compromissos internacionais sobre esta matéria.
A criação da comissão foi apresentada e aprovada na reunião de hoje do Conselho de Ministros pelo ministro da Justiça, Manuel Cárceres da Costa, fazendo “cumprir o disposto na Lei da Prevenção e Luta Contra o Tráfico de Pessoas”.
Assim, fica assegurada “a existência de uma estrutura de coordenação interministerial especialmente incumbida de coordenar, a nível nacional, as diferentes entidades responsáveis pela prevenção e luta contra o tráfico de pessoas”.
A Comissão será também responsável por “promover e assegurar a cooperação com as entidades estrangeiras no combate ao tráfico de pessoas, bem como acompanhar a aplicação das disposições das convenções que Timor-Leste tenha ratificado ou venha a ratificar em matéria de tráfico de pessoas”.
Na nova estrutura estão representados “diversos serviços e entidades públicas, particularmente das áreas da justiça e da segurança, mas também representantes da própria sociedade civil”.
Em maio, o embaixador dos Estados Unidos em Díli recordou que o apoio do país a Timor-Leste podia ser condicionado se as autoridades timorenses não corrigissem problemas na forma como lida com tráfico humano.
Desde meados do ano passado que Timor-Leste foi colocado na “lista de vigilância” do nível dois dos três usados pelo Governo norte-americano para determinar até que ponto os países cumprem as suas obrigações no combate ao tráfico humano.
Uma queda para o nível três implicaria que os Estados Unidos não poderiam dar a Timor-Leste qualquer apoio de desenvolvimento, segundo as regras definidas em Washington.
Num relatório sobre o tema, a Organização Internacional das Migrações considera que Timor-Leste regista três tipos de trafico de pessoas (TIP na sua sigla em inglês), nomeadamente tráfico para o exterior (70%), de outros países para Timor-Leste (20%) e tráfico interno (10%).
A OIM nota que Timor-Leste “é um país de destino para homens, mulheres e crianças traficadas com o propósito de trabalho forçado e exploração sexual comercial”, sendo que a maioria das vítimas de tráfico são mulheres oriundas da China, Indonésia, Tailândia e Filipinas.
Timor-Leste, segundo a OIM, é ainda um país de origem para o tráfico humano, nomeadamente “associado à migração laboral para fora da província de East Nusa Tenggara, na Indonésia”, com a pobreza e o subemprego a serem os principais motores.
“Esta migração ocorre frequentemente sob a forma de viagens irregulares para a Indonésia com base em informações de família, amigos, vizinhos e/ou comunidade. As mulheres e raparigas timorenses são particularmente vulneráveis a serem enviadas para a Indonésia e para outros países com o objetivo de servidão doméstica”, notou.
No caso interno, a OIM refere haver “tráfico doméstico que envolve principalmente crianças e menores de 18 anos para fins de servidão doméstica, trabalho e exploração sexual”.
O Presidente da Guiné-Bissau rejeita negociar a reabertura da fronteira com a Guiné-Conacri. Umaro Sissoco Embaló salienta que as fronteiras do seu país estão abertas.
Da parte da Guiné-Conacri é que fecharam. O Presidente [da Guiné-Conacri, Alpha Condé] fez aquilo de uma forma unilateral. Ele há cerca de seis ou sete meses encerrou as fronteiras com a República da Serra Leoa, com a República do Senegal e com a Guiné-Bissau”, afirmou, em declarações Umaro Sissoco Embaló.
A Guiné-Conacri decretou, a 29 de setembro de 2020, o encerramento das suas fronteiras com a Guiné-Bissau, Senegal e Serra Leoa por razões de segurança e no contexto da campanha eleitoral para as presidenciais de 18 de outubro, que acabaram por ser ganhas pelo atual Presidente, Alpha Condé, depois de alterações na Constituição, que lhe permitiram concorrer a um terceiro mandato.
Já em outubro, o ministro da Segurança e Proteção Civil da Guiné-Conacri, Damantang Albert Camará, disse ter informações “seguras e fidedignas” sobre uma suposta entrada no seu país de armas de uso militar, provenientes da Guiné-Bissau, que as autoridades de Bissau sempre recusaram.
“Ele fechou as fronteiras com aqueles três países porque pensou que estavam a apoiar o candidato Cellou Dalein Diallo. O que é caricato. Fechou de forma unilateral, o que vai contra o espírito dos acordos da CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental] e da boa vizinhança”, afirmou Umaro Sissoco Embaló.
Centenas de militares peruanos reformados e na reserva protestaram na terça-feira (22) em uma praça de Lima contra uma suposta “fraude” no segundo turno das eleições presidenciais de 6 de junho no Peru, em linha com as denúncias da candidata de direita Keiko Fujimori.
Embora o governo interino de centro e observadores da OEA tenham garantido que as eleições foram justas, Fujimori e seus partidários insistem em que houve fraude a favor do candidato de esquerda, Pedro Castillo, que está em primeiro lugar na votação final, embora o júri eleitoral ainda tenha que decidir as impugnações antes de proclamar o vencedor.
“Queremos a verdade, queremos que o Júri Eleitoral Nacional […] reveja todos os pedidos que foram feitos nas assembleias de voto”, disse o general reformado da Aeronáutica Fernando Ordóñez na manifestação onde foram vistas muitos cartazes contra o comunismo.
“O comunismo não pode entrar neste país. Somos um país que tem muita riqueza, mas existem desigualdades, temos que trabalhar nisso, mas não desta forma”, disse à AFP o capitão reformado Jorge del Águila. “Não queremos golpe”
A Amnistia Internacional denunciou na terça-feira que a Grécia converteu em prática comum da sua política migratória as expulsões forçadas ilegais, a tortura e maus-tratos de pessoas que entram via fronteira terrestre com a Turquia.
No seu novo relatório, intitulado “Grécia: Violência, mentiras e devoluções ilegais”, esta organização não-governamental (ONG) apresenta mais de uma vintena de testemunhos sobre os retornos forçados que ocorreram em Evros, na fronteira terrestre entre a Turquia e a Grécia.
Em termos concretos, o documento refere-se ao período entre junho e dezembro de 2020, durante o qual centenas de pessoas sofreram violações dos direitos humanos de forma sistemática às mãos das autoridades fronteiriças.
“Muitas partes do aparelho estatal grego estão a coordenar-se estreitamente para deter e prender brutalmente as pessoas que vieram procurar segurança à Grécia”, afirmou em comunicado a especialista da ONG em migrações na Europa, Adriana Tidona.
A maioria das testemunhas do relatório assinalaram que foram golpeadas com paus e cassetetes por parte de encapuçados, que os arrastaram à força e colocaram do outro lado da fronteira.
A Amnistia Internacional denunciou que esta prática ocorre em mais locais, além de Evros, e está a recolher provas que mostram que várias pessoas foram detidas a 700 quilómetros de distância desta localidade e expulsas da Grécia pelas forças de segurança sem seguir os trâmites legais.
Perante esta situação, a Amnistia Internacional voltou a acusar a Agência Europeia de Guardas Fronteiras e Costeiras (Frontex) de conivência com a situação e assinalou que todos os testemunhos que recolheu relatam factos que correram em zonas de presença da Frontex.
Desde que com o início da pandemia do novo coronavírus as devoluções legais à Turquia ficaram suspensas, dezenas de organizações internacionais denunciaram que as expulsões forçadas por parte das autoridades gregas se multiplicaram.
Há apenas um mês, o Conselho da Europa instou a Grécia a acabar com as expulsões coletivas e ilegais de migrantes nas fronteiras marítima e terrestre com a Turquia, práticas que o governo de Atenas nega terminantemente.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, indignou-se contra uma jornalista, na segunda-feira, à chegada a um evento em Guaratinguetá, São Paulo, quando esta o confrontou com o facto de este não estar a usar máscara.
“Eu chego como quiser, onde eu quiser, eu cuido da minha vida. Se você não quiser usar máscara, você não usa”, respondeu-lhe, visivelmente indignado, o chefe de Estado do país.
Bolsonaro, que usava máscara no momento da entrevista, retirou-a em seguida, provocando a jornalista e ignorando o decreto do governo do Estado de São Paulo que obriga a utilização da máscara em locais públicos, sejam eles a céu aberto ou fechados.
“Estou sem máscara em Guaratinguetá. Está feliz agora? Você está feliz agora? Essa Globo é uma m**** de imprensa! Vocês são uma porcaria de imprensa! Cala a boca! Vocês são canalhas! Vocês fazem um jornalismo canalha! Canalha! Que não ajudam em nada!”, acrescentou.
As declarações de Bolsonaro acontecem depois de o país ter atingido a marca de 500 mil mortos no sábado.
Os micro-importadores transfronteiriços de Moçambique dizem estar a enfrentar dificuldades nas suas actividades devido ao agravamento das restrições impostas pelo novo coronavírus, na África do Sul.
O presidente da Associação dos micro-importadores trans-fronteiriços de Moçambique, Sudecar Novela, disse haver redução da oferta de produtos de primeira necessidade na África do sul.
“A redução da oferta de produtos na África do Sul obriga a que os nossos membros tenham que ficar por mais tempo à espera do amadurecimento ou do próprio processamento de produtos. Já não há disponibilidade habitual de produtos na África do Sul. E quando ouvimos que há uma terceira vaga de Covid-19, sentimo-nos ameaçados como na altura da primeira vaga, no ano passado”, disse.
Tete, no centro de Moçambique, regista desde 1 de junho um aumento dos casos de Covid-19. A variante Delta na região acelerou a sua propagação e atinge muitos jovens, disse o médico chefe da província.
A variante Delta do novo coronavírus, com origem na Índia, foi detetada na província central de Tete. Segundo o médico chefe da província, Xarifo Gentivo, nas últimas três semanas, houve um aumento preocupante de novos casos e internamentos de doentes infetados.
Com a nova variante, há muitos jovens “aparentemente saudáveis” que acabam por ficar internados, diz Gentivo em declarações.
Gosiame Sithoie ficou famosa no início do mês de junho por ter dado à luz 10 bebês na mesma gestação. Segundo informações do ‘The Sun’, no entanto, ela foi presa em uma ala psiquiátrica acusada de ter inventado a história. A mulher foi encontrada na casa de um parente perto de Johanesburgo, na África do Sul, na última quinta-feira.
Os rumores de farsa aumentaram nas últimas semanas, principalmente após o suposto pai das “dez crianças” dizer que “não acredita que os dez filhos existam”.
Tebogo Tsotetsi comentou que duvidava da história porque não tinha acesso aos “dez bebês”, após ter várias tentativa de vê-los.
Logo após a divulgação da notícia, já existiam dúvidas sobre a veracidade pelo fato das crianças não aparecerem diante das câmeras.
O Departamento Nacional de Saúde da África do Sul afirma também que sua própria investigação concluiu que não há evidências de que as crianças existam.
Apesar dessas alegações, um veículo de comunicação local insiste em dizer que os nascimentos ocorreram e que houve acobertamento para disfarçar negligência médica.
Refiloe Mokoena, advogado de Gosiame no caso, afirma que a mulher está detida contra sua vontade, e solicitará uma ordem judicial para garantir sua libertação.
Pelo menos seis reclusos morreram e nove ficaram feridos na sequência de um motim na terça-feira numa prisão em Villahermosa, no sudeste do México, informaram as autoridades do estado de Tabasco.
O motim começou às 17h00 de terça-feira, hora local, no pátio central do Centro de Reinserção Social de Tabasco, situado na cidade de Villahermosa, informou a Secretaria de Segurança e Proteção do Cidadão (SSPC) daquele estado.
Agentes da Guarda Nacional e da polícia de choque da SSPC de Tabasco isolaram a área, tendo a situação sido declarada sob controlo duas horas depois.
Ao local acorreram seis ambulâncias, tendo transportado os feridos para o Hospital Gustavo A. Rovirosa, em Villahermosa.
Segundo a agência de notícias Efe, dezenas de familiares dos reclusos dirigiram-se à prisão, exigindo informações às autoridades. O motim está a ser investigada pela Procuradoria-Geral do Estado, em colaboração com a SSPC.
O Sistema de Informação da Segurança Social de Moçambique, gerido pelo INSS, sofrerá uma interrupção na Sexta-Feira próxima, dia 25 de Junho 2021, a partir das 19:00 horas, até o dia 27 de Junho, para trabalhos de manutenção.
Segundo o Comunicado do INSS, revela que este plano de interrupção visa imprimir melhorias nos sistemas tecnológicos do INSS, através de uma manutenção preventiva e evolutiva dos mesmos, como forma de responder à dinâmica tecnológica do mercado, bem como garantir a melhoria dos serviços prestados aos utentes do sistema, nomeadamente os contribuintes, beneficiários, pensionistas e ao público em geral.
O INSS garante ainda aos seus utentes que os trabalhos de manutenção decorrerão dentro do período referenciado e o sistema será restabelecido, sem prejuízo de qualquer natureza, decorrente desta indisponibilidade.
O elevado número de mortes por malária em Luanda está a fazer disparar a venda de caixões nas agências funerárias da capital angolana. Os comerciantes afirmam que as urnas para crianças são as que têm mais procura.
Há um número elevado de angolanos a morrer por paludismo e febre tifóide nas periferias. Uma realidade que se comprova pelas enchentes nas portas dos hospitais, morgues e cemitérios. As agências funerárias também não ficam atrás. A venda de caixões cresceu nos últimos dias, afirmam gestores das agências.
No município do Kilamba Kiaxi, responsáveis de funerárias afirmam que anteriormente as vendas eram de uma ou duas urnas por semana. Agora, o número triplicou. Há agências que chegam a vender cinco a dez caixões por semana. Caixões de crianças são os mais procurados.
Blanchar Manzambi diz que até os carros das funcionárias já não repousam. “Esses dias até os nossos carros fúnebres não param. Logo que chegam, voltam porque são requisitados. Há muita morte. Em tempo normais, ficamos uma ou duas semanas sem vender. Se naquela semana ou mês, Deus enviar clientes, pode se vender uma ou duas caixas”, relata.
Índios e policiais se enfrentaram na terça-feira com flechas e bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo nos arredores do Congresso, em Brasília, deixando vários feridos, segundo informações oficiais e dos organizadores do protesto.
De acordo com a Câmara dos Deputados, cerca de 500 manifestantes tentaram invadir um dos anexos do local e dois policiais legislativos e um policial militar foram feridos com flechas. As forças de segurança responderam com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.
Os índios, por sua vez, afirmaram que se tratou de um protesto pacífico contra um projeto de lei que vai de encontro aos seus direitos, e que foram atacados pelos agentes “de forma brutal”. Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), dois índios foram hospitalizados com ferimentos graves e uma dezena de crianças, idosos e mulheres tiveram ferimentos leves.
Os Estados Unidos bloquearam terça-feira, dia 22, o acesso aos sites de vários meios de comunicação social iranianos, sendo visível só sites dos canais de notícias em árabe Al-Alam e em inglês Press-TV, assim como o canal Al-Masirah dos rebeldes iemenitas Houthis tinham visível a mesma mensagem fazendo referência à apreensão das páginas oficiais no quadro das sanções americanas.
A mensagem é acompanhada pelos distintivos da polícia federal e do departamento do Comércio.
A televisão estatal Irib, que detém alguns desses canais, denunciou o bloqueio de “media pró-resistência que revelam crimes dos aliados dos EUA na região”.
“Ainda que o Governo democrata dos Estados Unidos afirme apoiar a liberdade de expressão, na prática encerram meios de comunicação social em apoio a Israel e à Arábia Saudita, dois históricos aliados de Washington no Médio Oriente”, lê-se na página oficial do canal Irib.
De acordo com a televisão iraniana, os canais Al-Allah, Palestine Al-Youm, Naba e Al-Kawthar foram igualmente bloqueados uma mensagem onde se lia “apreendidos pelo Governo” americano, adiantou a AFP.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
O Fundo Para o Fomento de Habitação – HENAN GOUJI Imobiliária, Lda, (FFH-HNGJ, LDA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente Imobiliário. Saiba mais.
O deputado brasileiro Aroldo Martins, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), critica o tratamento dado por Angola à instituição e alerta para a influência da bancada evangélica em acordos que afetam o país.
O deputado, membro da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara baixa brasileira, considerou “muito difícil” a situação que a IURD atravessa em Angola e afirmou haver “preconceito” contra a instituição religiosa fundada por Edir Macedo e alertou o país africano para eventuais consequências.
“Não gostaria de dizer que fosse necessário atrapalhar relações entre o Brasil e Angola, mas gostaria de dizer também que a nossa bancada tem uma influência muito grande na indústria, comércio e tecnologia no Brasil, e que muitos desses acordos, que facilitam inclusive a República de Angola, passam por nossas mãos”, advertiu Aroldo Martins, do partido Republicanos.
Questionado sobre se apoia possíveis retaliações do Brasil contra Angola, o deputado afirmou que “gostaria que não” existissem medidas desse tipo, mas que “é difícil” que tal não aconteça, tendo em conta a resposta angolana.
“Como é que alguém pode pensar que o meu coração se une ao meu raciocínio com o desejo de incentivar que se ajude a República de Angola, sabendo que esse tipo de coisa está a acontecer? Deixo um pouco de interrogação”, declarou à Lusa, no seu gabinete na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Palestinianos e colonos judeus confrontaram-se durante a noite, arremessando pedras e petardos no bairro de Sheikh Jarrah, Jerusalém, onde os israelitas tentam despejar várias famílias palestinianas.
Ameaças de despejos, protestos e confrontos provocaram a guerra em Gaza que se prolongou durante 11 dias no passado mês de maio.
A polícia de Israel e guardas fronteiriços disseram que, durante a noite, prenderam quatro suspeitos no bairro de Sheikh Jarrah, mas não esclareceram quem iniciou os atos de violência das últimas horas.
Por outro lado, o Crescente Vermelho informou que os serviços de emergência prestaram tratamento a 20 palestinianos, incluindo 16 pessoas que foram atingidas por gás pimenta e por balas de borracha disparadas pela polícia.
Dois dos feridos, incluindo um idoso, foram atingidos na cabeça.
Segundo o Crescente Vermelho, os colonos lançaram pedras contra as ambulâncias e as forças de segurança israelitas atingiram um outro veículo de transporte de feridos com jatos lançados de um canhão de água.
O recrudescimento da violência que se prolongou durante a madrugada no bairro é o último momento de tensão em Jerusalém, transformando-se num teste para o novo governo de Naftali Bennett, no poder desde a semana passada.
A campanha dos colonos judeus para expulsar as famílias palestinianas prolonga-se há mais de uma década no bairro situado junto aos muros da Cidade Velha, uma das zonas mais problemáticas de Jerusalém Oriental.
A Colômbia superou na segunda-feira (21) os 100.000 mortos em 15 meses de pandemia, registrando ainda um recorde no boletim diário de óbitos, acima dos 600, segundo o Ministério da Saúde.
Após quase 60 dias de grandes manifestações contra o governo do presidente Iván Duque, o país de 50 milhões de habitantes atravessa o pior pico da doença desde a detecção do primeiro caso, em 6 de março: soma 100.582 falecidos, destacou a pasta em seu boletim habitual, no qual registrou 648 vítimas fatais nas últimas horas.
“Mais de 10.000 mortes teriam sido evitadas se não tivéssemos aglomerações nas últimas seis ou sete semanas”, lamentou Duque em um comunicado público.
A polícia declarou os distúrbios entre os dois grupos e ordenou que abandonassem o parque Clackamette, onde se verificaram os confrontos.
Membros dos Proud Boys e do movimento Antifa envolveram-se em confrontos na passada sexta-feira num parque de Oregon City, adiantou o OregonLive.
Tal como tem acontecido nas últimas sextas-feiras, os Proud Boys, um movimento de extrema-direita, reservaram o parque.
Os elementos do movimento antifascista Antifa apareceram no parque Clackamette para protestar contra a presença dos Proud Boys. Não tardou para que os dois grupos se envolvessem numa rixa.
Os Proud Boys e os Antifa usaram gás pimenta e spray repelente de urso nos confrontos, mas também bastões. Tanto de um lado como o outro, muitos membros empunhavam escudos.
Face à escalada dos confrontos, a polícia de Oregon City declarou os distúrbios no parque Clackamette e ordenou que os Proud Boys e os Antifa abandonassem este espaço.
Clackamas County, cuja maior cidade é Oregon City, tem sido palco nos últimos meses de diversos confrontos entre membros de grupos de extrema-direita e elementos do movimento Antifa. No entanto, essas rixas têm sido de dimensões menores do que a da passada sexta-feira.
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O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou a incineração de...