Cerca de 1.500 pessoas estiveram concentradas junto à praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa, em protesto contra as touradas e a homenagem ao cavaleiro João Moura, gritando palavras de ordem como “assassinos” ou “vergonha”.
Os manifestantes, concentrados e espalhados ao longo do passeio em frente à entrada principal do Campo Pequeno, atrás de grades colocadas para o efeito, gritaram palavras de ordem como “assassinos” ou “vergonha” e vaiam as pessoas que vão entrando para a praça.
Além de assobiarem e vaiarem quem entra no Campo Pequeno, os protestantes fizeram barulho com buzinas, vuvuzelas e tambores.
O Campo Pequeno foi palco, na quinta-feira, de uma tourada de homenagem ao cavaleiro tauromáquico João Moura, que contou também com participação do seu filho, João Moura Jr.
Em fevereiro do ano passado, João Moura foi detido na sequência do cumprimento de um mandado de busca à sua propriedade, em Monforte, que resultou, ainda, na apreensão de 18 cães subnutridos.
Os manifestantes exibiram faixas e cartazes onde se leem mensagens como “Abaixo a tortura animal”; “É uma vergonha nacional”; “A minha homenagem vai para os galgos que sobreviveram ao João Moura”; “Tauromaquia não é cultura, é tortura”; “Pelo fim da tourada e maus-tratos”.
E outras como: “Criminosos homenageados, e os animais esfomeados?”; “Filho de peixe sabe nadar, ou como dizem os Moura: assassinar”; “João Moura aldrabão, o teu lugar é na prisão” ou ainda “Um criminoso nunca será um herói”.
Junto ao protesto esteve também estacionado um autocarro do IRA – Intervenção e resgate animal e são visíveis camisolas e bandeiras da organização.
No autocarro foi colocada uma faixa com imagens dos cães quando foram encontrados e a mensagem: “João Moura, trouxemos os teus cães para a homenagem”.
A Lusa constatou no local alguns momentos de tensão entre manifestantes e pessoas que se deslocaram ao local para a homenagem, mas foram rapidamente resolvidos com intervenção dos agentes da PSP presentes.
Foram inclusive deslocados para o local da manifestação cerca de uma dezena de agentes da Unidade Especial de Polícia (UEP).
A porta-voz do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), Inês Sousa Real, marcou presença na manifestação e, em declarações aos jornalistas, defendeu que “é absolutamente revoltante que o setor tauromáquico tenha feito esta homenagem, ainda para mais uma homenagem que se diz ser mundial”, apontando que “este não é o cartão de visita” de Portugal.
“Homenagear alguém que já faz a sua vida a sacrificar animais na arena é absolutamente incompreensível, mas mais incompreensível ainda quando se trata de alguém que tem contra si um processo-crime a correr por maus-tratos a animais de companhia, nomeadamente 18 galgos que foram deixados a morrer à fome”, frisou.
Apontando que “não há cidadãos intocáveis” e que “a tauromaquia não pode continuar a achar-se acima da própria lei”, Inês Sousa Real afirmou que “a tauromaquia tem os dias contados”.
O Presidente da Renamo, Ossufo Momade manteve recentemente um encontro de trabalho com embaixadores dos países que apoiam o processo de DDR.
Momade não avança detalhes do encontro, mas diz estar confiante na solução dos problemas de atrasos no pagamento das pensões dos ex-guerrilheiros.
“Sobre o encontro com os embaixadores, queremos dizer que há uma esperança de vermos o problema de salários e outros aspectos resolvidos a breve trecho.” refere o Presidente da Renamo numa nota publicada na sua página no Facebook.
Para a realização do encontro, o líder da Renamo teve que interromper a sua digressão pela Província de Sofala onde os ex-guerrilheiros confrontaram o Secretário-geral da Renamo com uma lista de problemas ligados ao processo.
Mirko Manzoni, representante do Secretário-geral das Nações Unidas, que gere pessoalmente o processo, disse que o assunto não é dele e que depois de um ano os ex-guerrilheiros da Renamo passam a receber as pensões por via de fundos públicos.
O governo, ainda não se pronunciou, publicamente, a respeito do assunto.
O Governo da Guiné-Bissau decretou na quinta-feira, (26.08), estado de calamidade no país devido à terceira vaga da pandemia de Covid-19 que está a ter uma “evolução dramática”, segundo o decreto presidencial.
Segundo o decreto presidencial emitido na quinta-feira, (26.08), o estado de calamidade pública no país tem início às 00:00 horas desta sexta-feira, dia 27, e estende-se por quinze dias.
“Salvo para assuntos de urgência sanitária ou de viagem área, marítima ou terrestre para o estrangeiro, a circulação de pessoas nas ruas e vias públicas só é permitida das 05:00 horas às 19:59. A circulação de pessoas em situação de viagem referida só é permitida mediante a apresentação de um Certificado de Teste de base molecular por RT-PCR negativo para o vírus SARS-CoV-2, emitido por um laboratório credenciado”, pode ler-se no Decreto Presidencial na posse da DW.
As pessoas que residem em Bissau, Safim e Prábis não podem circular para fora da área geográfica que abrange, em conjunto, o Setor Autónomo de Bissau, Setores de Safim e Prabis. E, de acordo com o Governo, as pessoas que residam habitualmente nas regiões não podem circular para fora das áreas geográficas das respetivas regiões.
O dispositivo não se aplica aos funcionários e trabalhadores em serviço afetos a vários serviços públicos, como saúde pública, defesa e segurança, portos e aeroporto, bancos, alfândegas, comunicação social, entre outros.
Segundo o mesmo decreto, quem violar estas medidas terá de pagar uma coima no valor de cinco mil francos CFA. Nos transportes públicos, a circulação de passageiros é condicionada ao uso obrigatório de máscaras e, em caso de violação da medida, o utente terá que pagar mil francos CFA.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) condenou a sua “exclusão”, até ao momento, de todo o processo de vacinação contra a Covid-19, não obstante seus membros fazerem parte dos grupos de risco.
A preocupação foi feita apresentada, em Maputo, pelo presidente do Conselho de Direcção do FAMOD, Cantol Ponja, em conferência de imprensa, convocada para falar do processo de vacinação em massa, iniciado à 5 de Agosto corrente.
Entretanto, lamentou o facto de o FAMOD notar que este processo de vacinação no país não estar a ser inclusivo, sobretudo em relação as pessoas com deficiência. “Apesar de a maioria das pessoas com deficiência não apresentar maior probabilidade de se infectar ou ter uma doença grave de Covid-19, alguns grupos podem ter maior probabilidade de se infectar ou desenvolver doenças graves por causa de condições médicas subjacentes, ou pelo facto de viverem em instituições ou ainda por força de desigualdades sistémicas sociais e no acesso a serviços de saúde”, lamentou Ponja.
O interlocutor afirmou que esta preocupação já foi apresentada ao Ministério da Saúde, especificamente em Março último, quando iniciou a vacinação no país, mas até ao momento o FAMOD não obteve nenhuma resposta.
Acrescentou que a insatisfação foi igualmente manifestada num conferência virtual com o pessoal do Ministério da Saúde, mas, uma vez mais, não se obteve qualquer esclarecimento.
O presidente do Conselho de Direcção do FAMOD afirmou que a preocupação é igualmente apresentada pelo facto de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter identificado as pessoas com deficiência como um grupo prioritário para vacinação.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que trabalha na promoção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência e representa mais de trinta organizações de pessoas com deficiência em Moçambique.
Na quinta-feira (26), o presidente dos Estados Unidos Joe Biden comentou os dois ataques suicidas do grupo Estado Islâmico da Província de Khorasan, que mataram doze militares americanos.
Após homenagear os militares mortos, o democrata prometeu vingança. “Para os que realizaram esses ataques, assim como para os que querem fazer o mal aos Estados Unidos, saibam que não iremos perdoar. Não vamos esquecer. Nós vamos caçar vocês e fazer com que paguem pelo que fizeram. Vamos defender o nosso povo com todos os recursos sob o meu comando”, afirmou.
Segundo Biden, nas últimas semanas, as agências de inteligência afirmaram que muitos extremistas do Estado Islâmico foram libertados das prisões e agora estão planejando ataques contra os Estados Unidos. “Desde o começo, eu sabia que esta missão era muito perigosa. E por isso eu sempre quis limitá-la ao máximo“, relatou Joe.
Mesmo com as ações terroristas, o sucessor de Donald Trump na Casa Branca disse que a decisão de retirar os soldados americanos será mantida. “Os Estados Unidos não serão intimidados”, informou.
O Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público pretende admitir para o seu quadro de pessoal cinquenta (50) Procuradores da República de 3.ª. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Gestores Operacionais. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores Operacionais/ Repositores. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Supervisores de Vendas. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cento e oitenta (180) Promotores de Vendas. Saiba mais.
A CRS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Consultores para Avaliação participativa de Impacto de Intervenções de Sementes de Emergência. Saiba mais.
A Eurotresa Lda, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Frotas. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Técnico de Água, Saneamento e Higiene (WASH). Saiba mais.
A N’weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Sénior de M&A, ATS e Retenção. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Especialistas de Recursos Humanos. Saiba mais.
A White Pearl Moçambique, Lda, empresa de Indústria Hoteleira e Turismo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Serventes de Mesa e Barman. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programas. Saiba mais.
O Governo australiano anunciou hoje o fim da retirada do Afeganistão, tendo as tropas deixado o país antes do atentado terrorista de quinta-feira, em Cabul, que causou mais de 80 mortos e mais de 100 feridos.
“Posso confirmar que, não muito antes do ataque, as tropas australianas e o resto do nosso pessoal estavam em movimento e fora de Cabul”, disse o ministro da Defesa australiano, Peter Dutton.
A Austrália retirou mais de quatro mil pessoas, incluindo 3.200 australianos, afegãos e outras nacionalidades em 29 voos das Forças de Defesa australianas e neozelandesas, nos últimos oito dias, declarou o primeiro-ministro australiano.
Uma terceira explosão ocorreu em Cabul, após o duplo atentado que fez dezenas de mortos e feridos no exterior do aeroporto, onde as forças internacionais tentam retirar do Afeganistão milhares de cidadãos estrangeiros e afegãos.
A terceira explosão na capital afegã foi ouvida por muitos cidadãos e jornalistas locais, que logo partilharam nas redes sociais, e ocorreu poucas horas depois do duplo ataque bombista no aeroporto internacional de Cabul, embora, por enquanto, não haja pormenores sobre a magnitude da nova explosão.
O ataque bombista ocorreu em dois pontos distintos: um, junto a um hotel da capital afegã, e outro, junto a um dos portões do aeroporto de Cabul, onde se aglomeram milhares de afegãos tentando fugir do país antes do final da ponte aérea organizada pelos Estados Unidos e seus parceiros da NATO.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo marcou para quarta-feira a leitura da sentença do caso Embraer.
São réus deste caso o antigo ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, o ex PCA das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), José Viegas e o antigo gestor da SASOL, Mateus Zimba.
Os réus são indiciados de crime de participação económica em negócios e branqueamento de capitais, e de terem recebido indevidamente uma comissão de 800 mil dólares na compra de dois aviões Embraer para a LAM, entre 2007 e 2009.
Cerca de dez jornalistas angolanos estão sob investigação, cinco foram constituídos arguidos. Profissionais temem pela própria vida.
Na sua maioria, os processos contra os pouco mais de dez jornalistas angolanos foram movidos por figuras afetas ao aparelho do Estado, incluindo o Presidente João Lourenço e o vice-Procurador-Geral da República, Luís de Assunção Pedro da Mouta Liz. Cinco profissionais foram inclusive constituídos arguidos.
Na terça-feira (24.08), o jornalista e diretor do semanário “O Crime”, Mariano Brás, compareceu às instalações do Serviço de Investigação Criminal (SIC), em Luanda, para ser ouvido num caso em que é acusado de “ultraje ao Estado”.
Os instrutores do processo alegaram que o jornalista desrespeitou os símbolos nacionais e os órgãos de soberania da República de Angola. Mas Mariano Brás refuta as acusações.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, desafiou os governadores, secretários de Estado nas províncias e gestores autárquicos a se distanciarem da corrupção, combatendo o fenómeno que entrava o desenvolvimento nacional.
Filipe Nyusi falava na abertura do I Conselho Nacional de Coordenação Descentralizada Provincial e Sectores do Nível Central, evento que decorreu na quarta-feira, em Maputo.
Na ocasião, o estadista afirmou que em 2020, por exemplo, foram instaurados no país 1.280 processos contra 911 do ano anterior, verificando-se uma subida de casos de corrupção registados e 369 instruídos.
O Chefe de Estado citou estatística de percepção da corrupção no sector público da transparência internacional referente a 2020, altura em que foram avaliados 180 países.
Nesta base estatística, Moçambique encontra-se na lista dos países altamente corruptos, com 25 pontos, juntando-se a nações como Camarões, Zimbabwe, Madagáscar, Nigéria, e outros.
Dirigindo-se aos governadores provinciais, secretários de Estado nas províncias, e presidentes das autarquias, Nyusi persuadiu-os a intensificar e aprofundar o conhecimento da legislação e das regras de organização e funcionamento dos órgãos descentralizados, bem como o desenvolvimento de acções que definem as boas práticas de governação.
No encontro, Nyusi disse ficar “chateado” quando edis, directores e outras figuras públicas se envolvem em corrupção. Por isso, recomendou aos gestores a aprimorarem o uso de procedimentos, para evitar situações de falta de supervisão, e fiscalização.
De referir que os tipos legais de crime mais frequentes em Moçambique são a corrupção activa, seguida da corrupção passiva para acto ilícito, peculato, e abuso de cargo ou função.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Gestores Operacionais. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores Operacionais/ Repositores. Saiba mais.
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A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cento e oitenta (180) Promotores de Vendas. Saiba mais.
A CRS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Consultores para Avaliação participativa de Impacto de Intervenções de Sementes de Emergência. Saiba mais.
A Eurotresa Lda, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Frotas. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Técnico de Água, Saneamento e Higiene (WASH). Saiba mais.
A N’weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Sénior de M&A, ATS e Retenção. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
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A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programas. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) manifestou-se preocupada com a recente introdução da taxa de migração, associada às diversas medidas tomadas pelas autoridades zambianas, considerando-as “claro proteccionismo aos transportadores deste país”.
Em comunicado de imprensa, a CTA explica que a República da Zâmbia procedeu à introdução de taxas de migração aplicáveis apenas aos cidadãos estrangeiros, implementando, prontamente, a respectiva tabela de preços, desde Junho do corrente ano.
As autoridades de saúde brasileira reportaram, na quarta-feira, 30.671 novos casos de Covid-19 e 903 mortes devido à doença, mantendo uma tendência de queda nos indicadores da pandemia.
A taxa de letalidade no país, segundo o site do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), localiza-se agora nos 2,8%.
Já a taxa de mortalidade é agora de 274,4 por 100 mil habitantes e a taxa de incidência de 9.824,3 por 100 mil habitantes. Até ao momento, o Brasil já registou 576.645 mortes devido ao SARS-CoV-2 e 20.645.537 casos de infeção.
Já as taxas de ocupação de camas em Unidades de Terapia Intensiva para covid-19 em adultos no sistema público de saúde continuam a apresentar um “cenário geral positivo”, sendo Roraima o único estado com número superior a 80%.
O Boletim classificou ainda como “lento” o avanço da vacinação no país, com uma média de um milhão de doses aplicadas por dia. De momento, 56,6 milhões de pessoas já completaram a vacinação e estão imunizadas contra a doença.
O ministro da Saúde brasileiro, Marcelo Queiroga, anunciou que o país iniciará em 15 de setembro a aplicação da terceira dose de vacinas em idosos com mais de 70 anos e pessoas com baixa imunidade.
Logo após o anúncio, o governador de São Paulo, João Doria, rival político do Presidente, Jair Bolsonaro, informou que o seu estado começará a aplicar as terceiras doses em pessoas com mais de 60 anos a partir de 06 de setembro.
São Paulo é o foco interno da pandemia, ao concentrar 4.229.600 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 144.767 vítimas mortais.
Passam três dias desde o início do julgamento das dívidas ocultas e o Teófilo Nhangumele é o segundo arguido a prestar declarações perante o Juiz.
Teófilo era o consultor principal do Projecto de Proteção Costeira, mas a dado momento, segundo referiu, foi afastado do projecto por ser um agente estranho ao Estado. A informação do afastamento foi dada inicialmente pelo arguido Cipriano Mutota, por sinal seu amigo, e mais tarde confirmado pelo então Ministro da Defesa Nacional, Filipe Jacinto Nyusi.
“Confirmou me a mim, Sua Excelência Ministro da Defesa. Falou de boas maneiras que olha nós vamos ter que prescindir da sua contribuição porque tu não és membro das Forças de Defesa e Segurança. Essa reunião foi eu e ele porque eu ia lhe entregar a carta em inglês que eu havia traduzido.”, disse Nhangumele.
O arguido disse no tribunal que apenas o Mutota era seu amigo mas que depois ficou anos sem lhe ver e não tinha relação de amizade com Carlos do Rosário e nem com Gregório Leão.
“Foi uma grande alegria ter visto o Mutota agora, segunda-feira, no carro. Eu não via Mutota desde 2013. A última vez que eu fui a casa dele foi em 2013.”.
“Eu não conhecia Rosário. Conheço Rosário agora que estamos juntos lá no Lingamo (Centro Prisional). Não conhecia quem mais? O Dr Gregório Leão, conheci o porque ele foi professor de inglês na Tradimex. Eu fui professor de inglês na Tradimex nos anos 90.” Tinham amigos em comum, mas “nunca fomos amigos”.
Nhangumele informou ainda que quando Gregório Leão era Director do SISE não teve contacto com ele, “para além daquelas três ou quatro encontros que nós tivemos no Gabinete do Presidente da República, nunca privei com ele, nunca mesmo.”, sendo que considera estranho ser acusado de associação para delinquir.
“Não conhecia muitas dessas pessoas que diziam que eu me associei a elas.”
Milhares de indígenas se preparam protestaram em Brasília até o Supremo Tribunal Federal (STF), que deve analisar um caso importante para o destino de seus territórios ancestrais.
Seus organizadores afirmam que é a maior mobilização indígena na história do Brasil, com 6.000 membros de 170 etnias diferentes acampando desde domingo (22) na região central da capital.
Os manifestantes planejam marchar até o STF à tarde, quando o Supremo abrirá a sessão, na qual se espera que comece a abordar um caso que terá repercussão em dezenas de litígios sobre suas reservas naturais.
Vestindo trajes típicos, ao som de música e de instrumentos tradicionais, eles fizeram uma vigília noturna, na terça-feira (24), com milhares de velas dispostas na Praça dos Três Poderes.
Os indígenas também protestam contra o que consideram uma “perseguição sistemática” por parte do governo de Jair Bolsonaro desde que chegou ao poder em 2019.
“Este atual governo é um governo genocida contra os povos indígenas”, disse à AFP o cacique Syrata Pataxo, dos indígenas Pataxó.
Os ataques sexuais à idosa, de 90 anos, iniciaram-se assim que o homem, de 56 anos, começou a trabalhar como motorista da instituição em que era bombeiro voluntário.
Em apenas um mês, o motorista terá violado pelo menos quatro vezes a utente, sempre na casa da vítima, em Vila Nova de Famalicão. Os familiares desta denunciaram o caso à PJ de Braga, que terça-feira deteve o violador.
A estátua do navegador português Pedro Álvares Cabral, considerado o descobridor do Brasil, foi incendiada na madrugada da terça-feira, no Rio de Janeiro, em protesto pelos direitos dos povos indígenas.
Além de incendiado, o monumento foi ainda grafitado. Além dos danos causados, de acordo com a Globo, havia no local cartazes com a frase “Marco Temporal é genocídio. Projeto de Lei 490 não”.
Em causa estão vários diplomas, em análise no Congresso brasileiro e no Supremo Tribunal Federal, que podem retirar direitos aos povos nativos do Brasil.
Já o “marco temporal” é uma polémica tese que defende que os povos indígenas brasileiros só podem reivindicar terras onde já viviam em outubro de 1988, dia em que entrou em vigor a atual Constituição do Brasil, algo que também está a ser analisado pelo Supremo.
No Twitter, a conta ‘Marco Temporal Não’ partilhou várias fotos do ato de vandalismo. “Queimamos a estátua de Cabral para destruir tudo que ele simboliza ainda nos dias atuais, em protesto contra o Marco Temporal e o genocídio indígena continuado”, argumentaram os manifestantes.
O distrito de Marracuene terá um campo de futebol com relva sintética um projecto de iniciativa presidencial, um distrito e um campo.
O distrito acima citado, é o primeiro a beneficiar da iniciativa promovida pelo Chefe de Estado, Filipe Jacinto Nyusi.
Na cerimónia realizada, na última terça-feira (24/08), no Estádio Nacional do Zimpeto, o Governador da Província de Maputo, Júlio Parruque, recebeu pela Secretaria de Estado do Desporto um lote de relva sintética que será implantada no futuro Estádio de Marracuene.
Na ocasião, Júlio Parruque parabenizou o distrito de Marracuene por ser o primeiro de muitos a receber a relva.
“Queremos dar os parabéns ao distrito de Marracuene porque será o primeiro distrito a ter tapete e Estádio de Qualidade para prática do futebol, e congratular pela iniciativa público/ Privada do governo distrital” referiu.
O dirigente acrescenta que a iniciativa:
” há-de resultar em uma melhor preparação dos jovens atletas desta modalidade e na concretização do programa quinquenal do governo” terminou.
Instituto para Democracia Multipartidária defende maior transparência no desarmamento das forças residuais da RENAMO. Organização da sociedade civil moçambicana considera importante adotar plano pós-retorno à vida civil.
O Instituto para Democracia Multipartidária considera que o processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração (DDR) das forças residuais da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) decorre num formato fechado e secreto, que nem a sociedade civil pode acompanhar.
“Este é um processo técnico e social que requer a participação da sociedade”, sublinha a ONG numa avaliação sobre o primeiro ano de implementação do DDR, divulgada na quarta-feira (25.08), em Maputo.
“O processo de reintegração tem de ser muito mais aberto e envolvendo também as outras instituições. Por exemplo, agora alguns membros da RENAMO estavam a reclamar que estavam meses sem receber as suas pensões findo um ano dos subsídios. Isso resulta de uma falha administrativa e nós já tínhamos alertando para isto”, afirma Hermenegildo Mulhovo, diretor-executivo do Instituto para Democracia Multipartidária.
A ONG aponta que a transparência deste processo é ainda afetada pelo facto de não se saber, em concreto, que benefícios cada ex-guerrilheiro tem direito e que impacto tem a diferença de categorias dos beneficiários deste programa.
A gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Rovuma está prestes a entrar numa nova fase, marcada pelo desenvolvimento sustentável e pela...