Todavia, o porta-voz provincial sul-africano adiantou que não foram feitas detenções, estando em curso uma “investigação” ao incidente.
“As investigações prosseguem e ainda não foram feitas detenções. Nesse sentido, mais informações sobre o caso não podem ser divulgadas nesta fase”, salientou Andrè Traut em declarações a vários órgãos de comunicação social na Cidade do Cabo, sul do país.
Na quarta-feira, a polícia sul-africana indicou que Shanawaaz Asghar, de 6 anos, foi sequestrado por seis suspeitos armados à porta de sua casa, em Kensington, subúrbio da Cidade do Cabo, a caminho da escola.
Em declarações à rádio local, Cape Talk, em direto da residência da família, na manhã de hoje, o porta-voz da família, Dawood Essak referiu que o retorno da criança, de origem paquistanesa, aconteceu às 23:00, da noite desta quinta-feira, escusando a adiantar mais detalhes sobre o desfecho do incidente.
“Tudo o que posso dizer neste momento é que o menino foi trazido de onde estava, então deve ter havido coisas que não posso revelar ou saber sobre neste momento”, salientou.
O porta-voz da família sublinhou que o menino se encontra bem de saúde “tanto mentalmente como fisicamente”.
Desconhece-se o motivo do sequestro, mas segundo vários órgãos de comunicação social sul-africana, os sequestradores teriam exigido um resgate pelo rapto da criança à família de comerciantes paquistaneses.
A organização não-governamental (ONG) sul-africana Missing Children South Africa alertou na quinta-feira para o agravamento do crime de sequestro na África do Sul.
Por seu lado, o responsável pela estrutura local de Segurança Comunitária do Cabo Ocidental e Supervisão Policial, Reagen Allen, declarou que o número de incidentes de sequestro na província do Cabo Ocidental “é alarmante”.

















