O governo ucraniano acusou tropas russas de abrirem fogo contra manifestantes em Kherson, enquanto um protesto anti-Rússia ocorria.
Segundo agências internacionais de notícias, o Exército russo de disparou tiros e usaram bombas de efeito moral para dispersar as pessoas. A Rússia não comentou o caso.
“As forças de segurança russas correram, começaram a atirar e utilizar granadas de efeito moral na multidão”, disse o serviço de imprensa das forças armadas ucranianas em comunicado.
Kherson fica no sul da Ucrânia. A região tem vivido fortes bombardeios nos últimos dias.
Destruição
O ministro da Defesa ucraniano, Oleskii Reznikov, apresentou balanço da destruição que a guerra provocou no país desde o início do conflito, em 24 de fevereiro.
Na segunda-feira (21), Reznikov afirmou que o Exército russo destruiu 400 escolas e 110 hospitais. A guerra chegou ao 26º dia.
Além disso, mais de 150 crianças morreram durante o conflito no Leste Europeu. “Eles estão cometendo um ato real de genocídio na Ucrânia”, frisou.
Durante o mesmo evento, o ministro da Defesa britânico, Ben Wallace, defendeu a Ucrânia e pediu para que o presidente russo, Vladimir Putin, admitisse estar errado e deixasse o país.
Negociações estagnadas
A estagnação das negociações para um acordo de paz no Leste Europeu continua impedindo o fim da guerra. Na segunda-feira, o governo russo voltou a reclamar da falta de entendimento.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, em entrevista a agências internacionais de notícias em uma teleconferência, admitiu que não houve progresso nas conversas com o governo ucraniano.
Além disso, descartou possível reunião entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o mandatário ucraniano, Volodymyr Zelensky.
















