Operam avião C295 com risco para a sua segurança. São ainda responsáveis pela proteção de duas bases das Nações Unidas.
São 65 Capacetes Azuis portugueses (numa força de 14 mil de 50 países) e, fora das missões, não saem de um campo militar com 350 metros de comprimento, em Bamako, Mali, porque a ameaça de atentados jihadistas não permite as licenças.
Os militares da Força Aérea, que operam um avião C295 num largo conjunto de missões e fazem segurança a dois campos das Nações Unidas, ajudam na luta contra o terrorismo e aos grupos que tentam impor a sharia (lei islâmica) à população massacrada.
















