Internacional Africa Protesto exige libertação de ativistas detidos em Angola

Protesto exige libertação de ativistas detidos em Angola

Dois ativistas do Movimento Independentista de Cabinda (MIC) foram detidos pela Polícia Nacional e o Serviço de Investigação Criminal. Um deles é acusado de crimes como associação criminosa e organização terrorista.

O Movimento Independentista de Cabinda (MIC) reivindica a libertação de António Tuma, secretário adjunto para a Informação do MIC, e Alexandre Dunge, detidos na quarta-feira da semana passada, em suas casas, por agentes da Polícia Nacional e do Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Cabinda.

De acordo com o documento, os dois ativistas foram levados para o SIC, onde permaneceram detidos até sexta-feira, sendo depois transferidos para a cadeia civil de Cabinda.

O documento sublinha que a detenção de António Tuma foi ordenada pelo magistrado do Ministério Público por suposta “prática de crime de organização criminosa, organização terrorista, rebelião, perturbação do funcionamento dos órgãos de soberania e desobediência”, segundo o mandado de detenção, de 28 de setembro deste ano.

O MIC sublinha que quanto ao ativista Alexandre Dunge não lhe foi exibido nenhum mandado de captura, desconhecendo-se as razões da sua detenção.

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