Associação diz que as forças de segurança impedem o trabalho dos comerciantes nos mercados devido às restrições impostas pelo Governo contra a Covid-19. Com pescado a estragar-se, pescadores fazem apelo às autoridades.
Pescadores guineenses criticaram na terça-feira (31.08) as autoridades do país pela decisão do fecho dos mercados para evitar o alastramento da Covid-19 e dizem que têm “muito pescado a estragar-se”.
Desde o dia 27 de agosto entrou em vigor um conjunto de medidas restritivas de liberdades de circulação dos guineenses e os pescadores afirmam ter o pescado a estragar-se na lota do Porto de Bandim e em vários mercados da capital.
Desde o dia em que entrou em vigor o estado de calamidade sanitária, as forças de segurança têm impedido o acesso comerciantes do pescado aos mercados, situação criticada por Lamine Mas, porta-voz da Associação de Armadores de pesca artesanal.
“Cerca de trinta pirogas carregadas de pescado não conseguiram descarregar e abastecer o mercado interno, com o agravante de muito pescado estar a estragar-se na lota”, observou Mas.

















