Partidos da oposição instaram o Governo sul-africano a recuperar 8,3 milhões de euros resultantes de fraude e corrupção pública no Ministério da Saúde. Caso envolve ex-ministro e altos funcionários da pasta.
O Presidente da República, Cyril Ramaphosa, que é também presidente do Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), partido no poder desde 1994, autorizou na quarta-feira (29.09) a divulgação do relatório da Unidade de Investigações Especiais (SIU) à corrupção milionária no Ministério da Saúde sul-africano.
No relatório, apresentado em junho ao chefe de Estado sul-africano, a SIU implica altos funcionários do Ministério da Saúde e o ex-ministro Zweli Mkhize, juntamente com familiares diretos e seus associados, num esquema de corrupção milionário de campanhas de comunicação com verbas para o combate à Covid-19.
A porta-voz para a área da Saúde do Aliança Democrática (DA, na sila em inglês), Siviwe Gwarube, referiu ao portal News24 que o relatório da investigação da SIU aos contratos irregulares do Ministério da Saúde com a empresa de comunicação Digital Vibes, “descreve um Estado máfia em vez de uma democracia constitucional”.
A responsável do DA instou o atual ministro da Saúde, Joe Phaahla, a “agir imediatamente” contra os implicados no escândalo de corrupção pública.
















