Na reta final da campanha, Pósser da Costa acusa candidato da ADI de “incitar violência e ódio”. Vila Nova, por sua vez, diz que MLSTP não mediria esforços para ganhar: “Se tiverem que fazer fraude, vão fazer”.
São Tomé e Príncipe entra na reta final da campanha para a segunda volta das eleições presidenciais. Carlos Vila Nova, da Acção Democrática Independente (ADI), e Pósser da Costa, do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), são os candidatos que concorrem à sucessão de Evaristo Carvalho. A quinta eleição para Presidente da República no regime multipartidário em São Tomé e Príncipe acontece neste domingo (05.09).
Pósser, advogado de profissão e antigo primeiro-ministro, e Vila Nova, engenheiro de telecomunicações e antigo ministro das Infraestruturas Recursos Naturais, defrontam-se num pleito que está a ser marcado pelo medo de fraude eleitoral.
Carlos Vila Nova foi o candidato mais votado na primeira volta, com mais de 43% dos votos. Ele diz que está a trabalhar para voltar a conseguir no segundo turno a preferência dos cerca de 38 mil eleitores que o escolheram na primeira volta.
A sua estratégia para vencer a 5 de setembro passa pela conquista da confiança dos indecisos ou abstencionistas – que no primeiro turno foram mais de 35 mil. “É preciso de facto olhar para este eleitorado porque foi uma franja bastante grande”, afirma.

















