Internacional Mulheres distinguidas por estudos sobre visão, cancro, cádmio e carbono

Mulheres distinguidas por estudos sobre visão, cancro, cádmio e carbono

Quatro investigadoras foram distinguidas com as Medalhas de Honra para as Mulheres na Ciência 2020 por estudos sobre visão, cancro hereditário da mama e do ovário, toxicidade do cádmio e captura de dióxido de carbono, anunciou hoje a organização.

Joana Carvalho, Margarida Abrantes, Inês Fragata e Liliana Tomé foram as premiadas na 17.ª edição das Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência. Cada uma vai receber 15 mil euros.

As bolsas são copromovidas pela filial portuguesa da multinacional de cosmética L’Oréal, que financia; pela comissão nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, que designa o júri que avalia as candidaturas.

Joana Carvalho (investigadora da Fundação Champalimaud) vai estudar a relação entre o cérebro e a perda de visão, enquanto Margarida Abrantes (Universidade de Coimbra) irá analisar a sensibilidade à radiação em pessoas portadoras de uma mutação genética na origem do cancro hereditário da mama e do ovário.

O trabalho de Inês Fragata (Universidade de Lisboa) pretende avaliar como a acumulação de cádmio, um metal pesado, em tomateiros afeta o ecossistema agrícola e o de Liliana Tomé (Universidade Nova de Lisboa) propõe-se desenvolver materiais mais eficientes para a captura de dióxido de carbono, por exemplo em gases de exaustão libertados em centrais de energia, e impedir que escape para a atmosfera.

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